Deus equilibra as relações entre todas as coisas para dar à humanidade um ambiente de sobrevivência estável

13 de Dezembro de 2018

Deus manifesta os Seus feitos entre todas as coisas, e entre todas as coisas, Ele governa e controla as leis de todas as coisas. Nós simplesmente falamos sobre como Deus governa sobre as leis de todas as coisas e também sobre como Ele provê e nutre toda a humanidade sob essas leis. Esse é um aspecto. A seguir, falaremos sobre outro aspecto, que é uma maneira pela qual Deus costuma ter controle sobre tudo. Estou falando sobre como, após criar todas as coisas, Deus equilibrou as relações entre elas. Esse é também um tópico bastante amplo para vocês. Equilibrar as relações entre todas as coisas — isso é algo que as pessoas podem realizar? Nâo, os humanos são incapazes de tal feito. As pessoas só são capazes de destruição. Elas não podem equilibrar as relações entre todas as coisas; elas não podem gerenciá-las, e tamanha autoridade e poder estão fora do alcance da humanidade. Somente o Próprio Deus tem o poder para fazer esse tipo de coisa. Mas qual é o propósito de Deus ao fazer tal coisa — para que serve? Isso também está intimamente relacionado à sobrevivência da humanidade. Cada uma das coisas que Deus deseja fazer é necessária — não há nada que Ele talvez faça ou não. A fim de Ele salvaguardar a sobrevivência da humanidade e conceder às pessoas um ambiente favorável para a sobrevivência, há algumas coisas indispensáveis e vitais que Ele deve fazer.

Partindo do significado literal da expressão “Deus equilibra todas as coisas”, parece ser um tópico muito abrangente. Em primeiro lugar, ele fornece às pessoas o conceito de que “equilibrar todas as coisas” também se refere ao o senhorio de Deus sobre todas as coisas. O que esta palavra “equilibrar” significa? Primeiro, “equilibrar” se refere a não permitir que algo perca o equilíbrio. É como usar uma balança para pesar as coisas. A fim de equilibrar a balança, o peso de cada lado deve ser o mesmo. Deus criou muitos tipos diferentes de coisas: coisas que são presas ao seu lugar, coisas que se movem, coisas que vivem, coisas que respiram, bem como coisas que não respiram. É fácil todas essas coisas atingirem uma relação de interdependência, de interconectividade, em que ambas reforçam e controlam uma à outra? Certamente há princípios dentro de tudo isso, mas eles são muito complicados, não são? Não é difícil para Deus, mas para as pessoas, é um assunto muito complicado para estudar. É uma palavra muito simples, “equilíbrio”. No entanto, se as pessoas a estudassem e se elas mesmas precisassem criar equilíbrio, então, mesmo que todos os tipos de acadêmicos estivessem trabalhando nisso — biólogos humanos, astrônomos, físicos, químicos e até historiadores — qual seria o resultado final dessa pesquisa? Seu resultado não seria nada. Isso ocorre porque a criação de todas as coisas por Deus é incrível demais, e a humanidade jamais desvendará seus segredos. Quando Deus criou todas as coisas, Ele estabeleceu princípios entre elas, estabeleceu modos diferentes de sobrevivência para restrição, complementaridade e sustento mútuos. Esses vários métodos são muito intrincados e certamente não são simples ou unidirecionais. Quando as pessoas usam a sua mente, o conhecimento que ganharam e os fenômenos que observaram para confirmar ou estudar os princípios por trás do controle de Deus sobre todas as coisas, essas coisas são extremamente difíceis de descobrir e também é muito difícil alcançar qualquer resultado. É muito difícil para as pessoas obterem quaisquer resultados; é muito difícil para elas manterem seu equilíbrio quando confiam no pensamento e conhecimento humanos para governar todas as coisas da criação de Deus. Isso ocorre porque, se as pessoas não conhecem os princípios de sobrevivência de todas as coisas, elas não sabem como salvaguardar esse tipo de equilíbrio. Assim, se as pessoas tivessem que gerenciar e governar todas as coisas, elas muito provavelmente destruiriam esse equilíbrio. Assim que o equilíbrio fosse destruído, os ambientes para a sobrevivência da humanidade seriam destruídos, e quando isso acontecesse, seguiria uma crise da sobrevivência da humanidade. Isso provocaria um desastre. Quando a humanidade está vivendo em meio ao desastre, qual seria o seu futuro? O resultado seria muito difícil de avaliar e impossível de prever com certeza.

Então, como Deus equilibra as relações entre todas as coisas? Primeiro, há alguns lugares do mundo que são cobertos de gelo e neve o ano todo, enquanto em alguns outros lugares, todas as quatro estações são como a primavera, e o inverno nunca chega e, em lugares assim, você nunca verá sequer uma placa de gelo nem um único floco de neve. Aqui, estamos falando do clima mais amplo, e esse exemplo é uma das maneiras pelas quais Deus equilibra o relacionamento entre todas as coisas. A segunda maneira é esta: uma cadeia de montanhas está coberta de vegetação exuberante, com todo tipo de planta cobrindo o chão, e faixas de florestas tão densas que, quando você anda nelas, você não consegue nem ver o sol no alto. Mas olhando para outra cadeia de montanhas, não há sequer uma lâmina de grama crescendo ali, apenas camadas sobre camadas de montanhas inférteis e desgrenhadas. Pela aparência externa, ambas as cadeias são basicamente grandes amontoados de terra empilhados para formar montanhas, mas uma cadeia é coberta de floresta densa, enquanto a outra é desprovida de crescimento, sem uma única lâmina de grama. Esse é o segundo modo pelo qual Deus equilibra as relações entre todas as coisas. O terceiro modo é este: olhando para um lado, você pode ver prados sem fim, um campo de verde ondulante. Olhando para o outro lado, você pode ver um deserto até onde a vista alcança, infértil, sem uma única coisa viva em meio à areia levada pelo vento, muito menos qualquer fonte de água. O quarto modo é este: Olhando para um lado, tudo está submerso no mar, esse grande corpo d’água, enquanto, olhando para o outro lado, você mal encontra uma única gota de água fresca de nascente. O quinto modo é este: na terra do lado de lá, chuviscos são frequentes e o clima é nebuloso e úmido, enquanto na terra do lado de cá, um sol ardente costuma flutuar no céu, e é raro que caia uma única gota de chuva. O sexto modo é este: num lugar há um planalto, onde o ar é rarefeito e o homem tem dificuldade de respirar, enquanto em outro lugar, há pântanos e planícies, que servem como habitat para vários tipos de pássaros migratórios. Esses são tipos diferentes de climas ou são climas ou ambientes que correspondem a diferentes ambientes geográficos. Isto é, Deus equilibra os ambientes básicos para a sobrevivência da humanidade em termos do ambiente mais amplo, desde o clima até o ambiente geográfico e desde os diferentes componentes do solo até o volume de fontes de água, a fim de alcançar um equilíbrio no ar, na temperatura e na umidade dos ambientes em que as pessoas sobrevivem. Por causa desses ambientes geográficos contrastantes, as pessoas têm ar estável e a temperatura e a umidade das diferentes estações permanecem estáveis. Isso permite que as pessoas continuem a viver nesse tipo de ambiente para a sobrevivência como sempre viveram. Primeiro, o ambiente em grande escala deve ser equilibrado. Isso é feito por meio da utilização de diferentes localizações e formações geográficas, bem como por meio das mudanças entre diferentes climas que lhes permitem limitar e controlar uns aos outros a fim de alcançar o equilíbrio que Deus deseja e que a humanidade exige. Estou falando da perspectiva do ambiente em grande escala.

Agora falaremos sobre os pormenores, como a vegetação. Como seu equilíbrio é alcançado? Isto é, como a vegetação pode ser capacitada a sobreviver dentro de um ambiente equilibrado para a sobrevivência? A resposta é: gerenciando a duração de vida, as taxas de crescimento e as taxas de reprodução de vários tipos de plantas para salvaguardar seu ambiente para a sobrevivência. Tomemos como exemplo a pequenina grama — há brotos de primavera, flores de verão e frutos de outono. Os frutos caem no chão. No ano seguinte, a semente dos frutos germina e continua de acordo com as mesmas leis. A duração de vida da grama é muito curta; toda semente cai no chão, desenvolve raízes e germina, floresce e produz fruto, e o processo inteiro se completa após apenas três estações — primavera, verão e outono. Árvores de todos os tipos também têm sua própria duração de vida e diferentes períodos para germinar e produzir frutos. Algumas árvores morrem após apenas 30 a 50 anos — essa é a sua duração de vida. Mas seu fruto cai no chão, que então desenvolve raízes e germina, floresce, produz frutos e vive por outros 30 a 50 anos. Essa é a sua taxa de recorrência. Uma árvore velha morre e uma árvore jovem cresce; é por isso que você sempre pode ver árvores crescendo na floresta. No entanto, elas também têm seu ciclo e processos normais de nascimento e morte. Algumas árvores podem viver mais de mil anos e algumas podem viver até três mil anos. Não importa o tipo de planta ou quão longa é a sua duração de vida, em geral, Deus gerencia o seu equilíbrio com base em quanto tempo ela vive, em sua habilidade de se reproduzir, sua velocidade e frequência de reprodução e o volume de fruto que produz. Isso permite que as plantas, desde a grama até as árvores, sejam capazes de continuar a prosperar e a crescer dentro de um ambiente ecológico equilibrado. Então, quando você olha para uma floresta na terra, tudo que cresce nela, tanto capim como árvores, estão continuamente se reproduzindo e crescendo de acordo com suas próprias leis. Eles não precisam de nenhum esforço ou ajuda adicional da humanidade. É só por terem esse tipo de equilíbrio que elas são capazes de manter seu próprio ambiente para a sobrevivência. É só por terem um ambiente para a sobrevivência apropriado que as florestas e os prados do mundo são capazes de continuar a sobreviver na terra. Sua existência nutre geração após geração de pessoas, bem como geração após geração de toda espécie de coisa viva com habitat nas florestas e nos prados — pássaros e animais, insetos e todo tipo de microrganismo.

Deus também controla o equilíbrio entre todos os tipos de animais. Como é que Ele controla esse equilíbrio? É semelhante às plantas — Ele gerencia seu equilíbrio e determina seu número com base em sua habilidade de se reproduzir, sua quantidade e frequência de reprodução e os papéis que desempenham no mundo animal. Por exemplo, leões comem zebras, então, se o número de leões excedesse o número de zebras, qual seria o destino das zebras? Elas se tornariam extintas. E se as zebras produzissem uma cria muito menor do que os leões, qual seria o destino destes? Eles também se tornariam extintos. Então, o número de zebras deve ser muito maior do que o número de leões. Isso porque zebras não existem apenas para si mesmas, mas também existem para os leões. Você pode dizer isso também desta maneira: cada zebra é uma parte da totalidade das zebras, mas também é o alimento para a boca dos leões. A velocidade de reprodução dos leões jamais pode exceder a das zebras, então seu número nunca pode ser maior do que o número de zebras. Somente assim, a fonte de alimento dos leões pode ser garantida. E então, mesmo que os leões sejam inimigos naturais das zebras, as pessoas frequentemente veem as duas espécies descansando tranquilamente dentro da mesma área. As zebras nunca serão reduzidas em número nem serão extintas porque os leões as caçam e comem, e os leões nunca aumentarão em número por causa de seu status de “rei”. Esse equilíbrio é algo que Deus estabeleceu há muito tempo. Isto é, Deus estabeleceu leis de equilíbrio entre todos os animais para que eles possam alcançar esse tipo de equilíbrio, e isso é algo que as pessoas veem com frequência. Os leões são os únicos inimigos naturais das zebras? Não, crocodilos também comem zebras. As zebras parecem ser um tipo de animal muito indefeso. Elas não têm a ferocidade dos leões e, quando se defrontam com um leão, esse inimigo formidável, só lhes resta correr. Elas são impotentes até para resistir. Quando elas não conseguem correr mais rápido que o leão, elas só podem permitir que sejam comidas por ele. Isso pode ser visto com frequência no mundo animal. Quais sentimentos e pensamentos você tem quando veem esse tipo de coisa? Vocês sentem pena da zebra? Vocês detestam o leão? As zebras são tão bonitas! Mas os leões estão sempre de olho nelas, cobiçando-as. E, tolamente, as zebras não correm para longe. Elas veem o leão ali, esperando por elas na sombra fresca de uma árvore. Ele poderia vir e comê-las a qualquer momento. Em seu coração, elas sabem disso, ainda assim não sairão daquele pedaço de terra. Isso é algo maravilhoso, uma coisa maravilhosa que manifesta a predestinação de Deus e o Seu governo. Você sente pena daquela zebra, mas não é capaz de salvá-la, e você detesta o leão, mas não é capaz de destrui-lo. A zebra é o alimento que Deus preparou para o leão, mas não importa quantas os leões comam, as zebras não serão exterminadas. O número de cria que os leões produzem é muito baixo e eles se reproduzem bem lentamente; então, não importa quantas zebras eles comam, seu número jamais ultrapassará o de zebras. Nisso existe um equilíbrio.

Qual é o objetivo de Deus em manter esse tipo de equilíbrio? Isso tem a ver com os ambientes para a sobrevivência e também com a sobrevivência da humanidade. Se as zebras, ou qualquer presa semelhante de um leão — o cervo ou outros animais — se reproduzirem vagarosamente demais e o número de leões aumentar bruscamente, que tipo de perigo os seres humanos enfrentariam? Leões comerem sua presa é um fenômeno normal, mas um leão comer uma pessoa é uma tragédia. Essa tragédia não é algo predestinado por Deus, não é algo que ocorre sob Seu governo, menos ainda é algo que Ele trouxe sobre a humanidade. Ao contrário, é algo que as pessoas causam a si mesmas. Da forma como Deus o vê, o equilíbrio entre todas as coisas é essencial para a sobrevivência da humanidade. Quer sejam plantas ou animais, nada pode perder seu equilíbrio apropriado. Plantas, animais, montanhas e lagos — Deus preparou para a humanidade um ambiente ecológico regular. Somente quando as pessoas têm esse tipo de ambiente ecológico — um ambiente equilibrado — é que a sobrevivência delas está segura. Se as árvores ou os capins tivessem uma habilidade baixa de se reproduzir ou se sua velocidade de reprodução fosse muito lenta, o solo não perderia sua umidade? Se o solo perdesse sua umidade, ele ainda seria saudável? Se o solo perdesse sua vegetação e umidade, ele sofreria erosão muito rapidamente, e areia se formaria em seu lugar. Quando o solo se deteriorasse, o ambiente para a sobrevivência das pessoas também seria destruído. Muitos desastres acompanhariam essa destruição. Sem esse tipo de equilíbrio ecológico, sem esse tipo de ambiente ecológico, as pessoas frequentemente sofreriam desastres devido a desequilíbrios entre todas as coisas. Por exemplo, quando há um desequilíbrio ambiental que leva à destruição do ambiente ecológico dos sapos, eles todos se juntam, seu número aumenta drasticamente e as pessoas até veem um grande número de sapos atravessando as ruas nas cidades. Se um grande número de sapos ocupasse o ambiente para a sobrevivência das pessoas, como isso seria chamado? Um desastre. Por que chamariam isso um desastre? Esses pequenos animais que são benéficos para a humanidade são úteis para as pessoas quando permanecem em um lugar que é adequado a eles; eles podem manter o equilíbrio do ambiente para a sobrevivência das pessoas. Mas quando se tornam um desastre, eles impactam a ordem da vida das pessoas. Todas as coisas e todos os elementos que os sapos trazem com eles em seu corpo podem impactar a qualidade de vida das pessoas. Eles podem até fazer com que os órgãos físicos das pessoas sejam atacados — esse é um dos tipos de desastres. Outro tipo de desastre, que é algo que os humanos têm experimentado com frequência — é a aparição de um grande número de gafanhotos. Isso não é um desastre? Sim, é realmente um desastre assustador. Não importa quão capazes os humanos possam ser — as pessoas podem fazer aviões, canhões e bombas atômicas — quando os gafanhotos invadem, que solução a humanidade tem? Elas podem usar canhões contra eles? Podem atirar neles com metralhadoras? Não, não podem. Então, elas podem pulverizar pesticidas para os afastar? Isso também não é uma tarefa fácil. O que aqueles minúsculos gafanhotos vêm fazer? Eles comem especificamente safras e grãos. Onde quer que os gafanhotos vão, as plantações são completamente obliteradas. Em tempos de uma invasão de gafanhotos, toda a comida da qual os agricultores dependem por um ano inteiro poderia ser inteiramente consumida pelos gafanhotos num piscar de olhos. Para os humanos, a chegada dos gafanhotos não é só uma irritação — é um desastre. Então, sabemos que o aparecimento de grandes números de gafanhotos é um tipo de desastre, mas o que dizer sobre os ratos? Se não houver nenhuma ave de rapina para comer ratos, eles se multiplicarão muito rapidamente, mais rápido do que você pode imaginar. E se os ratos se espalharem incontidos, os humanos podem levar uma boa vida? Que tipo de situação os humanos enfrentariam? (Uma epidemia.) Mas vocês acham que uma epidemia seria a única consequência? Os ratos roem qualquer coisa e roem até madeira. Se houver apensa dois ratos em uma casa, eles incomodarão todos que vivem lá. Às vezes, eles roubam óleo e o comem, às vezes comem o pão ou cereais. E as coisas que eles não comem, eles só roem e as transformam em caos total. Eles roem roupas, sapatos, mobílias — roem tudo. Às vezes, eles sobem na prateleira — esses pratos ainda podem ser usados depois que os ratos pisaram neles? Mesmo se você realmente os desinfetar, você ainda não se sentirá à vontade, então você simplesmente os joga fora. Esses são os aborrecimentos que os ratos trazem às pessoas. Embora eles sejam criaturas diminutas, as pessoas não têm como lidar com eles e, em vez disso, simplesmente têm de tolerar a depredação que causam. Apenas um par de ratos basta para causar um incômodo, quanto mais uma grande multidão deles. Se o número deles aumentasse e eles se tornassem um desastre, as consequências seriam impensáveis. Até mesmo criaturas pequeníssimas como formigas poderiam se tornar um desastre. Se isso acontecesse, o dano que elas fariam à humanidade também não poderia ser ignorado. As formigas podem causar tanto dano às casas que elas desmoronam. Sua força não deve ser ignorada. Não seria assustador se diferentes tipos de pássaros criassem um desastre? (Sim.) Dito de outro modo, sempre que animais ou coisas vivas, não importando de que tipo sejam, perderem o equilíbrio, eles crescerão, se reproduzirão e viverão dentro de um escopo anormal, um escopo irregular. Isso traria consequências inimagináveis à humanidade. Isso não só impactaria a sobrevivência e a vida das pessoas, mas também traria desastre à humanidade, até ao ponto de as pessoas sofrerem completa aniquilação e sofrerem o destino da extinção.

Quando Deus criou todas as coisas, Ele usou todo tipo de métodos e formas para equilibrá-las, para equilibrar as condições de vida das montanhas e dos lagos, das plantas e de todo tipo de animais, pássaros e insetos — o Seu objetivo era permitir que todos os tipos de seres vivos vivessem e se multiplicassem sob as leis que Ele havia estabelecido. Nenhuma das coisas da criação pode fugir a essas leis, e as leis não podem ser violadas. É somente dentro desse tipo de ambiente básico que os humanos podem sobreviver e se multiplicar de forma segura, geração após geração. Se qualquer criatura viva ultrapassasse a quantidade ou o escopo estabelecidos por Deus ou se ela excedesse a taxa de crescimento, a frequência de reprodução ou o número ditado por Ele, o ambiente para a sobrevivência da humanidade sofreria variados graus de destruição. E, ao mesmo tempo, a sobrevivência da humanidade seria ameaçada. Se um tipo de criatura viva for grande demais em número, ela roubará o alimento das pessoas, destruirá as fontes de água das pessoas e arruinará seu território. Assim, a reprodução ou o estado de sobrevivência da humanidade seria imediatamente impactado. Por exemplo, a água é muito importante para todas as coisas. Se houver um excesso de ratos, formigas, gafanhotos, sapos ou qualquer outro tipo de animais, eles beberão mais água. À medida que o volume de água que eles bebem aumentar, a água potável e as fontes de água das pessoas dentro do escopo fixo de fontes de água potável e áreas aquosas serão reduzidas e elas experimentarão escassez de água. Se a água potável das pessoas for destruída, contaminada ou cortada porque todos os tipos de animais aumentaram em número, sob esse tipo de ambiente severo de sobrevivência, a sobrevivência da humanidade será seriamente ameaçada. Se apenas um tipo ou vários tipos de seres vivos excederem seu número apropriado, então o ar, a temperatura, a umidade e até a composição do ar dentro do espaço de sobrevivência da humanidade serão envenenados e destruídos em variados graus. Sob essas circunstâncias, a sobrevivência e o destino dos humanos também estarão sujeitos a ameaças representados por esses fatores ecológicos. Então, se esses equilíbrios se perderem, o ar que as pessoas respiram será arruinado, a água que bebem será contaminada e as temperaturas que elas exigem também mudarão e, serão impactadas em diferentes graus. Se isso acontecer, os ambientes para a sobrevivência que inerentemente pertencem à humanidade serão sujeitos a enormes impactos e desafios. Nesse tipo de cenário, em que os ambientes de sobrevivência básicos dos humanos foram destruídos, quais seriam o destino e as perspectivas da humanidade? Isso é um problema muito sério! Visto que Deus conhece a razão pela qual cada uma das coisas da criação existe para o bem da humanidade, qual é o papel de cada tipo de coisa que Ele criou, que tipo de impacto ela tem sobre as pessoas e em que grau ela beneficia à humanidade, visto que, no coração de Deus, há um plano para tudo isso e Ele gerencia cada um dos aspectos de todas as coisas que Ele criou, é por isso que cada uma das coisas que Ele faz é tão importante e necessário para a humanidade. Então, a partir de agora, sempre que você observar algum fenômeno ecológico entre as coisas da criação de Deus ou alguma lei natural em ação entre as coisas da criação de Deus, você não duvidará mais da necessidade de cada uma das coisas criadas por Deus. Você não usará mais palavras ignorantes para fazer julgamentos arbitrários sobre os arranjos de Deus de todas as coisas e de Suas várias maneiras de prover para a humanidade. Tampouco chegará a conclusões arbitrárias sobre as leis de Deus para todas as coisas da Sua criação. Não é esse o caso?

O que é tudo isso de que acabamos de falar? Pense nisso por um momento. Deus tem Sua própria intenção em cada uma das coisas que Ele faz. Mesmo que Sua intenção seja inescrutável para os humanos, ela está sempre relacionada de modo inextricável e poderoso à sobrevivência da humanidade. Ela é absolutamente indispensável. Isso ocorre porque Deus nunca fez nada que fosse fútil. Os princípios por trás de cada uma das coisas que Ele faz está imbuída de Seu plano e Sua sabedoria. O objetivo e a intenção por trás desse plano são proteger a humanidade, ajudar a humanidade a impedir o desastre, as depredações por outros seres vivos e qualquer tipo de dano aos humanos causado por qualquer uma das coisas da criação de Deus. Então pode-se dizer que os feitos de Deus que temos visto neste tópico constituem outra maneira pela qual Deus provê para a humanidade? Poderíamos dizer que, por meio desses feitos, Deus está alimentando e pastoreando a humanidade? (Sim.) Existe uma relação forte entre este tópico e o título de nossa comunhão: “Deus é a fonte da vida para todas as coisas”? (Sim.) Existe uma relação muito forte, e este tópico é um aspecto disso. Antes de falar sobre esses tópicos, as pessoas tinham somente alguma vaga imaginação de Deus, do Próprio Deus e de Seus feitos — elas careciam de entendimento verdadeiro. No entanto, quando as pessoas ouvem sobre Seus feitos e as coisas que Ele fez, elas conseguem entender e compreender os princípios daquilo que Deus faz e podem ganhar entendimento sobre eles e chegar ao alcance deles — não é esse o caso? Mesmo que, no coração de Deus, há todos os tipos de teorias, princípios e regras muito complicados sempre que Ele faz algo, como criar governar sobre todas as coisas, não é possível que você ganhe um entendimento em seu coração de que esses são feitos de Deus e que são tão reais quanto poderiam ser, simplesmente permitindo que você aprenda uma única parte delas em comunhão? (Sim.) Então, de que forma o seu entendimento atual de Deus é diferente do de antes? É diferente em sua essência. Antes, o seu entendimento era demasiadamente vazio, demasiadamente vago, mas agora o seu entendimento contém muita evidência concreta para corresponder aos feitos de Deus, para corresponder ao que Deus tem e é. Assim, tudo o que Eu disse é material educacional maravilhoso para o seu entendimento de Deus.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único IX’ em “A Palavra manifesta em carne

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