Finalmente enxergo minha astúcia

13 de Junho de 2022

Por Xiaoqian, Hong Kong

Meu dever na igreja era regar recém-convertidos, e, ao mesmo tempo, eu tinha que escolher algumas pessoas que poderiam ser cultivadas e ensinar-lhes como cumprir seus deveres. Isso era muito difícil para mim. Por um lado, eu não era boa em julgar as pessoas. Eu não era capaz de avaliar quais pessoas podiam ser cultivadas — eu só decidia com base no meu caráter arrogante que elas não eram boas o suficiente. O que eu requeria delas era alto demais. Além disso, não queria investir toda essa energia mental e pagar um preço tão alto. Eu achava que era tudo muito desgastante, e por causa disso, nunca consegui treinar recém-convertidos.

Algum tempo atrás, havia uns recém-convertidos de cuja adequação para o cultivo eu não tinha muita certeza. Eu receava que, se eu os cultivasse por um tempo e depois descobrisse que eles não eram adequados, teria sido tudo perda de tempo e energia. Mas se eu não os cultivasse, minha supervisora não poderia dizer que eu exigia demais deles e não os cultivava, ou que eu era incompetente e simplesmente incapaz de fazer isso? Eu estava entre a espada e a parede, e não sabia o que fazer. Pensei que talvez devesse perguntar à supervisora para que ela decidisse. Então eu não seria a única pessoa responsabilizada por algum desvio, e se os recém-convertidos não fossem adequados, eu não seria tratada. Então, quando entrei em contato com a minha supervisora, eu não lhe disse que eu não sabia julgar pessoas e que não sabia o que fazer; em vez disso, fiquei falando sobre a situação e as dificuldades dos recém-convertidos: esse tem internet ruim onde mora, e é difícil entrar em contato com ele, aquele está ocupado no emprego, e este não fala muito nas reuniões… Então, temendo que ela diria que eu estava deixando as pessoas de lado, eu dei uma enrolada e disse: “Mas eles são ativos nas reuniões e ávidos em sua busca, então eu farei o que puder para cultivá-los”. No início, achei que ela me daria uma resposta e diria que esses recém-convertidos não eram adequados para o treinamento, então seria uma decisão dela e eu não seria responsável, e não teria que pagar nenhum preço treinando-os. Mas fiquei surpresa quando ela não me respondeu, só disse rigidamente: “O que exatamente você está tentando dizer? Ouvi-la falar de modo tão vago é exaustivo. Você sempre fala desse jeito. Primeiro você diz que os recém-convertidos têm certos problemas, faz parecer que eles não merecem ser cultivados, depois, no fim, você diz que fará o seu melhor com eles. Fica impossível saber o que você pensa, de fato”. Ouvir isso me deixou bem chateada: “Ela está dizendo que eu falo igual a uma cobra? A cobra nunca anda em linha reta, seu caminho é sempre sinuoso. Sou realmente tão ruim? Ou ela só está descontando em mim porque está de mau humor?”. Eu sabia que era o jeito errado de pensar a respeito, que a irmã não diria isso sem motivo, e que isso refletia os verdadeiros sentimentos dela com relação a mim. Eu tinha revelado um caráter corrupto, eu não tinha conhecimento de mim mesma, então o fato de a irmã ver isso e apontar era para me ajudar. Então eu disse a ela: “Não estou vendo os problemas que você descreve, mas quero aceitar isso e refletir sobre mim mesma”.

Mais tarde, fiquei pensando no que ela tinha dito e orei a Deus, pedindo-Lhe que me guiasse para conhecer a mim mesma. Lembrei-me de que as palavras de Satanás eram particularmente distorcidas, e careciam de transparência. Jeová Deus perguntou a Satanás: “Donde vens?”. E Satanás respondeu a Jeová, dizendo: “De rodear a terra, e de passear por ela” (Jó 1:7). Deus expôs e dissecou o jeito com que Satanás fala, aqui. Deus diz: “Então, como é que vocês se sentem quando veem Satanás respondendo assim? (Achamos que Satanás está sendo absurdo, mas também enganoso.) Vocês conseguem saber o que Eu estou sentindo? Toda vez que vejo essas palavras de Satanás, Me sinto enojado, porque Satanás fala, no entanto, suas palavras não contêm substância. Satanás respondeu à pergunta de Deus? Não, as palavras que Satanás falou não eram uma resposta, elas não produziram nada. Não eram uma resposta à pergunta de Deus. ‘De rodear a terra, e de passear por ela.’ Qual é seu entendimento dessas palavras? De onde exatamente é que Satanás vem? Vocês receberam uma resposta a essa pergunta? (Não.) Esse é o ‘gênio’ dos esquemas astutos de Satanásnão deixar que ninguém descubra o que ele está realmente dizendo. Tendo ouvido essas palavras, você ainda não consegue discernir o que ele disse, embora Satanás já tenha terminado de responder. No entanto, Satanás acredita que respondeu perfeitamente. Como você se sente então? Enojado? (Sim.) Agora, você começa a sentir nojo em reação a essas palavras. As palavras de Satanás têm uma certa característica: o que Satanás diz deixa você coçando a cabeça, incapaz de perceber a fonte das palavras dele. Às vezes, Satanás tem motivos e fala deliberadamente e, às vezes, governadas pela própria natureza dele, tais palavras emergem espontaneamente, vindo diretamente da boca de Satanás. Satanás não gasta muito tempo pesando tais palavras; ao contrário, elas são expressadas sem pensar. Quando Deus perguntou de onde ele vinha, Satanás respondeu com umas poucas palavras ambíguas. Você se sente muito intrigado, sem nunca saber exatamente de onde Satanás vem. Há alguém dentre vocês que fale assim? Que jeito de falar é esse? (É ambíguo e não dá uma resposta certa.) Que tipo de palavras devemos usar para descrever esse modo de falar? É diversivo e enganoso, não é? Imagine que alguém não queira que os outros saibam o que ele fez ontem. Você lhe pergunta: ‘Ontem eu vi você. Aonde estava indo?’. Ele não lhe diz diretamente para onde foi. Ao contrário, ele diz: ‘Que dia tive ontem! Foi tão cansativo!’. Ele respondeu à sua pergunta? Respondeu, mas ele não lhe deu a resposta que você queria. Esse é o ‘gênio’ no artifício da fala do homem. Você nunca consegue descobrir o que ele quer dizer, nem percebe a fonte ou a intenção de suas palavras. Você não sabe o que ele está tentando evitar porque, no coração dele, ele tem a sua própria história; isso é insídia. Há alguém entre vocês que também costumam falar assim? (Sim.) Então, qual é o seu propósito? Seria, algumas vezes, proteger seus próprios interesses, algumas vezes manter seu próprio orgulho, sua posição e sua imagem, proteger os segredos de sua vida particular? Seja qual for o propósito, ele é inseparável de seus interesses, está ligado aos seus interesses. Não é essa a natureza do homem?” (‘O Próprio Deus, o Único IV’ em “A Palavra manifesta em carne”). Pelo que as palavras de Deus revelaram, eu vi que Satanás sempre abriga motivos e truques em suas palavras e ações. A fim de esconder suas intenções vergonhosas, ele faz rodeios e é sempre ambíguo. Isso é uma perda para as pessoas, elas não enxergam isso pelo que realmente é. Fiquei refletindo sobre como eu tendia a falar com os irmãos como Satanás fala, sempre em rodeios, o que fazia de mim alguém difícil de sondar. Eles me perguntavam: “Quantos recém-convertidos podem ser treinados na igreja que você supervisiona? Qual é a situação atual deles?”. A resposta apenas precisava de algumas frases simples — quantos eram e qual era a situação deles. Mas eu não respondia diretamente. Eu sempre falava do desempenho fraco dos recém-convertidos e encontrava motivos objetivos para que os irmãos pensassem que eram os recém-convertidos que eram fracos e inadequados para o treino, em vez de que era eu que não os estava treinando. Depois eu mudava de discurso e dizia: “Mas os recém-convertidos devem ser treinados. Vamos tentar primeiro, e ver no que dá”. Eu tinha falado um pouco sobre como eles eram problemáticos, depois disse que trabalharia com eles. Essa não foi uma resposta direta para a pergunta, e foi tão sinuosa que ninguém entendeu o que eu quis dizer. Deus diz que o motivo pelo qual Satanás fala de modo sinuoso, abrigando motivos e truques, é para proteger seus interesses. Então me perguntei que propósito eu tinha em mente ao falar com os irmãos daquele jeito. Refletindo com cuidado, eu vi que eu sempre começava falando sobre os problemas para que os outros não pensassem que eu não me concentrava em cultivar as pessoas, mas que, por várias razões, elas não eram candidatos bons. Depois eu concluía dizendo que os treinaria e veria como seriam as coisas, para que eles soubessem que eu tinha um fardo por cultivar recém-convertidos e uma atitude positiva. Desse modo, eles não diriam que eu estava deixando as pessoas de lado e que não estava disposta a pagar um preço para treiná-las. Eu era sinuosa no jeito de falar e tinha motivos desprezíveis por trás disso. Eu não falava diretamente da questão quando conversava com a minha supervisora, querendo que ela adivinhasse o que eu queria dizer, impedindo que ela me enxergasse com clareza, e no fim fazia com que ela tomasse a decisão de cultivar ou não esses recém-convertidos, de modo que tudo ficaria bem para mim, a despeito do resultado. Se alguém verificasse por que eu não os cultivara, eu poderia naturalmente jogar a culpa na supervisora. Se os recém-convertidos progredissem, todos veriam que eu conseguia cultivar até esse tipo de pessoa, achariam que eu era competente, e eu passaria uma boa impressão. Meu jeito de falar era exatamente como Deus expôs o jeito de falar de Satanás — como uma serpente, escondendo totalmente os meus motivos, para poder alcançar minhas metas sem que os outros soubessem o que estava acontecendo. Eu era igual a Satanás, incrivelmente insidiosa e astuta. Por fora, eu buscava com a supervisora se os recém-convertidos poderiam ser cultivados, mas, na verdade, eu a estava levando a decidir por mim, para me esquivar da responsabilidade. Foi algo tão traiçoeiro da minha parte! Uma pessoa normal busca um aspecto de princípios no intuito de agir de acordo com esses princípios, e para cultivar melhor os recém-convertidos para beneficiar o trabalho da casa de Deus. Mas o objetivo que eu buscava era fugir da responsabilidade para proteger interesses, status e reputação. Como eu pude ser tão insidiosa e astuta? A supervisora lidou comigo e me expôs por eu sempre falar e agir a partir do meu caráter enganoso, e por nunca refletir sobre mim mesma. Eu era abominável para Deus, e os outros não gostavam de mim. Eu orei e jurei a Deus que, desse momento em diante, eu prestaria mais atenção ao examinar os meus motivos e objetivos nas coisas que eu falava e fazia, e praticar ser honesta. Mais tarde, quando os irmãos me perguntaram sobre os recém-convertidos, eu quis falar sobre os problemas deles de novo, para que, se eles não pudessem ser treinados, isso não seria responsabilidade minha. Quando percebi que esses motivos estavam incorretos, e que eu estava sendo astuta mais uma vez, eu orei, renunciei a mim mesma e falei sobre eles justa e objetivamente. Mas alguns dias depois, voltei aos meus modos antigos.

Um dia, a supervisora disse que um recém-convertido que eu tinha regado estava participando das reuniões organizadas pela irmã Zhang, e que ele gostava da comunhão dela. Eu comecei a pensar, então, que esse recém-convertido era bem arrogante, tinha muitas noções e gostava de tendências seculares. Ele não participava regularmente das minhas reuniões, e regá-lo era muito cansativo, então pensei que teria menos trabalho se a irmã Zhang o regasse. Mas se eu apenas dissesse diretamente que o transferissem para a irmã Zhang, a supervisora poderia dizer que eu estava sendo ardilosa e matreira no meu dever, e que eu queria me livrar de uns crentes novos que eram difíceis de regar. Se a supervisora sugerisse transferi-lo, eu poderia me livrar naturalmente desse peso. Então, fiz uma pergunta meio sugestiva: “O recém-convertido disse que prefere a comunhão da irmã Zhang?”. Ela disse que sim. Eu logo prossegui: “Já que é assim, talvez devamos fazer o que ele prefere. Afinal, ele não está participando das minhas reuniões regularmente. O que você acha?”. Eu esperava que ela dissesse que ele deveria ser transferido. Mas ela não decidiu na hora. Mais tarde, tive uma sensação vaga de inquietude: eu não estava falando de novo com segundas intenções? Por que eu sempre tinha essas intenções vergonhosas? Por que eu não conseguia apenas ser clara e aberta e explicar diretamente o que eu pensava?

Um dia, procurei palavras de Deus para comer e beber que fossem relevantes para o meu estado, e li estas palavras Dele: “Algumas pessoas falam com um método muito confuso. Às vezes, suas frases têm começo, mas não têm fim; outras vezes, têm fim, mas não têm começo. Você não consegue saber o que elas querem dizer, nada do que dizem faz sentido para você, e se você pede que lhe expliquem claramente, elas não o fazem. Com frequência, elas usam pronomes na sua fala. Por exemplo, elas relatam algo e dizem: ‘Aquele sujeitobem, ele estava pensando que… e então os irmãos não foram muito…’. Elas poderiam continuar por horas e mesmo assim não se expressariam claramente, gaguejando e balbuciando, sem fazer sentido algum, dizendo coisas que não têm a menor ligação entre si, deixando você nem um pouco mais sábio depois de ouvi-lase até mesmo ansioso. Na verdade, elas leram muitos livros e são bem instruídaspor que, então, são incapazes de proferir uma frase completa? Esse é um problema de caráter. As pessoas são tão escorregadias que precisam fazer um grande esforço para dizer qualquer coisa. Não há foco em nada do que dizem, sempre há um começo, mas não um fim; depois de abrir a boca e botar para fora o início, elas engolem o fim. Por que o engolem? Porque não querem que você entenda o que elas querem dizer, querem que você adivinhe. Se lhe dissessem diretamente, você perceberia o que elas estão dizendo e as veria pelo que realmente são, não é verdade? Elas não querem isso. O que é que elas querem? Querem que você adivinhe sozinho, e ficam satisfeitas deixando-o acreditar naquilo que você adivinhounesse caso, elas não o disseram, portanto não lhes cabe responsabilidade alguma. Além disso, o que elas ganham quando você lhes diz o que acha que significa o que elas disseram? Seu palpite é exatamente o que elas querem ouvir, e lhes revela as suas ideias e opiniões sobre o assunto. A partir daí, elas podem falar seletivamente, escolhendo o que dizer e o que não dizer, e como o dizer, e depois dão o próximo passo no plano. Cada frase termina com uma armadilha, e enquanto você as ouve, se você continuar fazendo perguntas de seguimento, você terá caído completamente na armadilha. É cansativo para elas falar sempre dessa maneira? Esse é o caráter delaselas não ficam cansadas. É algo completamente natural para elas. Por que elas querem criar essas armadilhas para você? Porque elas não conseguem ver claramente as suas opiniões e temem que você as veja pelo que elas realmente são. Ao mesmo tempo, estão tentando impedir que você as entenda, estão tentando compreender você. Querem extrair opiniões, ideias e métodos de você. Se tiverem êxito, então as armadilhas funcionaram. Algumas pessoas empacam, dizendo ‘hmm’ e ‘ah’ com frequência; não expressam um ponto de vista específico. Outras empacam dizendo ‘sei’ e ‘bem…’, encobrindo o que realmente pensam, usando isso em vez de dizer o que realmente pensam. Há muitas palavras funcionais inúteis, advérbios e verbos auxiliares em cada frase. Se você registrasse as palavras, descobriria que nenhuma delas revela as opiniões ou atitudes da pessoa sobre o assunto. Todas as palavras dela contêm armadilhas, testes e tentações ocultas. Que caráter é esse? (Maligno.) Muito maligno. Há duplicidade envolvida aqui? Essas armadilhas, os testes e as tentações que elas criam são chamados de duplicidade. Essa é uma característica comum das pessoas com a essência maligna dos anticristos. Como essa característica comum se manifesta? Elas relatam as boas notícias, mas não as más, falam exclusivamente em termos agradáveis, falam de forma hesitante, escondem parcialmente o verdadeiro significado, falam de forma confusa, falam vagamente, e suas palavras são testes. Todas essas coisas são armadilhas, e todas elas são meios de duplicidade” (‘Eles são malignos, insidiosos e enganosos (parte 2)’ em “Expondo os anticristos”).

Deus nos diz que os anticristos sempre ficam enrolando ao falar, e suas palavras são ambíguas e confundem os outros, que eles estão sempre instigando e provocando, tentando ludibriar os outros para alcançar seus objetivos sem assumir responsabilidade. É como quando Satanás disse a Eva que ela não morreria se comesse aquele fruto. As palavras de Satanás eram cheias de teste e tentação, não revelavam diretamente seus objetivos, e levavam os outros a pecar sem assumir a responsabilidade por isso. Deus revelou: “Hoje, todos os humanos têm dentro de si o caráter de Satanás, todos os humanos têm dentro de si venenos de Satanás que tentam a Deus e seduzem o homem. Às vezes, quando falam, as pessoas falam nos tons de Satanás, com a intenção de tentar e seduzir. Os pensamentos e ideias que enchem as pessoas transbordam com os venenos de Satanás; a própria maneira como se portam é uma coisa de Satanáse, às vezes, até mesmo uma piscadela ou gesto carrega um cheiro de tentação e sedução” (‘Aqueles que perderam a obra do Espírito Santo estão em maior risco’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). Eu era igual, sempre falava de modo indireto com os irmãos, testando e instigando com meus motivos desprezíveis. Eu não quis gastar tempo e energia apoiando um recém-convertido. Quis usar essa chance para me livrar do peso. Mas não queria que a supervisora soubesse que eu o tinha deixado de lado e rejeitado. A fim de manter minha imagem de ser responsável e amorosa com os recém-convertidos, eu lhe sugeri com cautela que devíamos considerar os sentimentos dele e fazer o que ele queria, tentando levá-la a sugerir que ele fosse transferido para as reuniões da irmã Zhang, para eu poder alcançar meus objetivos. Minha maneira de falar era exatamente como Deus revela: “Se você registrasse as palavras, descobriria que nenhuma delas revela as opiniões ou atitudes da pessoa sobre o assunto. Todas as palavras dela contêm armadilhas, testes e tentações ocultas. Que caráter é esse? (Maligno.) Muito maligno” (‘Eles são malignos, insidiosos e enganosos (parte 2)’ em “Expondo os anticristos”). Quando as coisas aconteceram, eu não disse uma palavra honesta que fosse. Da minha boca só saíram coisas que testavam e instigavam. Eu realmente tinha uma natureza maligna. Preferia fazer rodeios, não deixava as pessoas verem minhas verdadeiras metas. Achava que seria tolice dizer algumas coisas diretamente, eu estaria expondo as minhas falhas, e só idiotas fariam isso! Eu confundi a minha astúcia na fala com esperteza, e achei que eu era muito hábil, inteligente, e que sempre estava um passo à frente dos outros, de modo que, desse jeito, meus interesses pessoais não sofreriam. Transformei ser astuta e enganosa em meu princípio para ser humana, e ignorei por completo as coisas positivas que Deus nos diz sobre ser honestos e transparentes em palavras e ações. Eu achava que ser uma pessoa como essa me colocaria em desvantagem. Meu jeito de ver as coisas estava distorcido havia muito tempo, eu tinha tomado os modos de Satanás como meu padrão pessoal, fazendo truques e enganando as pessoas em toda oportunidade. Refletir sobre isso me assustou um pouco, ao ver como eu era insidiosa e maligna. Eu vi quão profundamente Satanás tinha me corrompido e que eu não tinha semelhança humana alguma. Eu falava e agia desse jeito no meu dia a dia, também. Uma vez, eu tinha gostado muito de uma bolsa de marca que minha tia comprara. Eu não queria gastar todo aquele dinheiro e tinha vergonha de pedir, então, fingindo estar muito preocupada, eu disse: “Olhe só essa bolsa que você nem usa, que desperdício! Você já tem uma bolsa dessa marca; por que comprou essa outra?”. Exteriormente, eu falei assim com a minha tia para que ela pensasse que eu me importava e não queria que ela desperdiçasse o dinheiro dela em coisas supérfluas. Mas o que eu queria mesmo dizer era que aquilo era supérfluo para ela — era um desperdício, ali parada, sem ser usada, então por que não dar para mim? Ela ouviu isso, e, achando que a bolsa era algo supérfluo, ela me deu. Com poucas palavras, eu a convenci a me “oferecer” a bolsa. Eu era sempre assim. Eu não dizia diretamente o que queria, mas levava os outros a adivinhar e então oferecer para mim voluntariamente. Lembrando-me de tudo isso, eu não entendi como pude ser tão astuta. Eu quis voltar no tempo e nunca ter dito coisas tão repugnantes. A essa altura, percebi que o jeito com que os anticristos falam e agem e seu caráter maligno revelado, como exposto por Deus, eu os tinha de sobra. Eu tinha sido assim por muitos anos. Às vezes, sem que eu percebesse, algo astuto saía da minha boca. Meu caráter maligno era extremamente grave. Se eu não o resolvesse e mudasse, eu correria um sério perigo.

Li as palavras de Deus: “O fato de Deus pedir para as pessoas serem honestas prova que Ele realmente abomina aquelas que são enganosas e que Ele não gosta de pessoas enganosas. A aversão de Deus por pessoas enganadoras é uma aversão pela sua forma de fazer as coisas, seus caracteres, seus motivos e seus métodos de enganação; Deus não gosta de nenhuma dessas coisas. Se as pessoas enganadoras são capazes de aceitar a verdade, reconhecer os seus caracteres enganadores e estão dispostas a aceitar a salvação de Deus, então elas também têm esperança de serem salvas, pois Deus trata todas as pessoas igualmente, e a verdade trata todas as pessoas igualmente. E assim, se quisermos nos tornar aqueles que são amados por Deus, a primeira coisa que devemos fazer é mudar os princípios do nosso ser: já não podemos mais viver segundo as filosofias de Satanás, já não podemos mais sobreviver com mentiras e enganação, devemos deixar para trás todas as mentiras e tornar-nos honestos, e dessa forma a opinião de Deus sobre nós mudará. Anteriormente, as pessoas sempre confiavam em mentiras, fingimento e trapaças para viver entre as pessoas e usavam filosofias satânicas como base existencial, vida e fundamento segundo as quais se comportavem. Isso era algo que Deus desprezava. Entre os incrédulos, se falar francamente, disser a verdade e for honesto, você será caluniado, julgado e rejeitado, por isso você segue tendências mundanas, vive segundo filosofias satânicas, torna-se cada vez mais hábil em mentir e cada vez mais enganador. Além disso, aprende a usar meios insidiosos para alcançar seus objectivos e proteger a si mesmo. Você se torna cada vez mais próspero no mundo de Satanás e, como resultado, se afunda cada vez mais no pecado até não conseguir se libertar. As coisas são precisamente o oposto na casa de Deus. Quanto mais você mentir e aplicar truques, mais o povo escolhido de Deus se cansará de você e o rejeitará. Se você se recusa a se arrepender, e ainda se agarra a filosofias e lógica satânicas, e usa conspirações e esquemas elaborados para se disfarçar e apresentar uma fachada, então é muito provável que você seja revelado e expulso. Isso é porque Deus odeia pessoas enganosas, só pessoas honestas podem prosperar na casa de Deus, e pessoas enganosas acabarão sendo rejeitadas e expulsas. Tudo isso é preordenado por Deus. Só pessoas honestas podem ter uma parte no reino dos céus, portanto, se você não tentar ser uma pessoa honesta e se não experimentar e praticar na direção de buscar a verdade, se não expuser a sua própria feiura e não mostrar a sua face verdadeira, então você nunca poderá receber a obra do Espírito Santo e ganhar a aprovação de Deus” (‘A prática mais fundamental de ser uma pessoa honesta’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). As palavras de Deus me ensinaram que Ele gosta de pessoas honestas e se enoja daqueles que são astutos. Somente os honestos ganharão a salvação Dele, mas aqueles que são astutos serão expostos e expulsos. Durante meus anos de fé, eu vi que, daqueles que foram limpos e expulsos da igreja, alguns estavam sempre enrolando e eram desonestos nos deveres, e outros estavam sempre se disfarçando na tentativa de manter reputação e status, e se exaltando das mais diversas maneiras. Eram desonestos e astutos para alcançar seus objetivos, e algumas pessoas eram temporariamente seduzidas por eles. Mas Deus vê todas as coisas, e arranja situações para expor cada uma delas. Quando eu estava regando e cultivando recém-convertidos, eu vivia inventando todo tipo de motivos e desculpas, fazia joguinhos e era enganosa, para ocultar minhas falhas e corrupção, e não buscava para me arrepender e mudar, o que resultou num acúmulo cada vez maior de transgressões. Isso só poderia terminar comigo sendo detestada, rejeitada e expulsa por Deus. Olhando para os irmãos simples e honestos ao meu redor, havia muito que eles não entendiam em seus deveres, e havia desvios e descuidos, mas eles não se esquivavam das responsabilidades. No intuito de entender a verdade, compreender os princípios e cumprir os deveres para a satisfação de Deus, eles eram capazes de pôr de lado reputação e status, ser simples e abertos, confessar suas falhas e inadequações, e buscar com os outros. Eles podiam ver Deus ao lado deles os iluminando e guiando. Eles podiam ter um calibre mediano, ou até ser um pouco ignorantes, mas ainda assim Deus os guiava, ajudava a aprender os princípios da verdade, e a melhorar nos deveres. Com isso, eu percebi que Deus abençoa aqueles que são simples e honestos. Essa é a justiça Dele. Entendendo isso, eu percebi que falar honestamente e ser uma pessoa honesta pode fazer com que as pessoas me vejam com clareza, mas isso não é algo ruim. Pode ser um pouco vergonhoso na hora, mas Deus gosta daqueles que são claros e abertos desse jeito. Além disso, quando sou simples e aberta, embora talvez eu exponha alguns problemas, os irmãos nunca me menosprezam. Eles me ajudam a fazer correções e me guiam para entrar nos princípios junto com eles, e esse tipo de prática não prejudica o meu dever. O evangelho do reino de Deus está se expandindo rapidamente agora, e ele precisa que muitos recém-convertidos cooperem. Mas eu quase não tinha cultivado nenhum recém-convertido; isso não estava obstruindo e perturbando o trabalho da casa de Deus? Eu estava resistindo a Deus! Deus diz: “Quanto mais você mentir e aplicar truques, mais o povo escolhido de Deus se cansará de você e o rejeitará. Se você se recusa a se arrepender, e ainda se agarra a filosofias e lógica satânicas, e usa conspirações e esquemas elaborados para se disfarçar e apresentar uma fachada, então é muito provável que você seja revelado e expulso. Isso é porque Deus odeia pessoas enganosas, só pessoas honestas podem prosperar na casa de Deus, e pessoas enganosas acabarão sendo rejeitadas e expulsas. Tudo isso é preordenado por Deus. Só pessoas honestas podem ter uma parte no reino dos céus […].”. As palavras de Deus são muito claras. A senda que escolhemos e a pessoa que buscamos ser estão diretamente relacionadas ao nosso desfecho, nosso destino. Deus arranjou todas essas situações, grandes e pequenas, mas eu falhei em todas elas, sem buscar a verdade nem a autorreflexão, e sem conhecer a mim mesma; eu só vivia segundo a minha natureza satânica. Eu não entrava nem na verdade mais básica de ser uma pessoa honesta nem fazia mudanças em meu caráter de vida. Eu continuava sendo uma pessoa astuta que pertencia a Satanás. Como eu poderia ser salva desse jeito? Somente praticar a honestidade é a senda correta.

Mais tarde, continuei buscando, e ao ler a palavra de Deus, minha senda para praticar a honestidade ficou um pouco mais clara.

As palavras de Deus dizem: “Quando as pessoas recorrem ao engano, que intenções resultam disso? E qual é o objetivo? É, sem exceção, ganhar status e prestígio; em suma, é para o bem de interesses próprios. E o que está na raiz da busca de interesses? É que as pessoas veem os interesses próprios como sendo mais importantes que todo o resto. Elas recorrem ao engano para se beneficiar e assim o caráter enganoso delas é revelado. Como esse problema deveria ser resolvido? […] Elas devem aceitar a verdade. Somente quando as pessoas entendem a verdade elas podem enxergar através da essência dos seus interesses; só então podem aprender a renunciar, abandonar e ser capazes de suportar a dor de renunciar àquilo de que tanto gostam. E quando você consegue fazer isso e abandonar os seus interesses, você se sente mais à vontade e mais em paz no seu coração, e, ao fazê-lo, você prevalecerá sobre a carne. Se você se agarrar aos seus interesses e não aceitar nem um pouco a verdadese, em seu coração, você disser: ‘O que há de errado em buscar os meus interesses e em recusar-me a sofrer alguma perda? Deus não me castigou, e o que as pessoas podem me fazer?’, então ninguém fará nada por você. Mas se essa for a sua fé em Deus, você acabará não ganhando a verdade e a vida, o que será uma enorme perda para você: você não pode ser salvo. Existe algum arrependimento maior? É isso que, em última análise, resulta da busca de interesses próprios. Se as pessoas só buscarem status e prestígiose só buscarem os próprios interesses, elas nunca ganharão a verdade e a vida, e serão elas que sofrerão a perda. Deus salva aqueles que buscam a verdade. Se você não aceitar a verdade e se for incapaz de refletir e conhecer o seu caráter corrupto, você não se arrependerá verdadeiramente e não terá entrada na vida. Aceitar a verdade e conhecer a si mesmo são a senda para o crescimento da sua vida e para a salvação, são a oportunidade de vir para diante de Deus para aceitar o escrutínio de Deus, aceitar o julgamento e o castigo de Deus e ganhar a vida e a verdade. Se desistir de buscar a verdade em nome da busca de status e prestígio e dos seus interesses, isso equivale a desistir da oportunidade de receber o julgamento e o castigo de Deus e de alcançar a salvação. Você escolhe buscar status e prestígio e os seus interesses, mas aquilo do que desiste é a verdade, e o que você perde é a vida e a oportunidade de ser salvo. O que é mais importante? Se escolher os seus interesses e renunciar à verdade, você não é estúpido? Para ser direto, essa é uma perda grande em prol de uma vantagem pequena. Prestígio, status, dinheiro e interesses: tudo isso é efêmero, enquanto a verdade e a vida são eternas e imutáveis. Se as pessoas resolvem o seu caráter corrupto de buscar status e prestígio, elas têm esperança de alcançar a salvação. Além do mais, a verdade que as pessoas ganham é eterna; Satanás nem qualquer outra pessoa pode tirá-la delas. Você renunciou aos seus interesses, mas o que você ganhou são a verdade e a salvação; esses resultados lhe pertencem. Você os ganhou para si mesmo. Se optarem por praticar a verdade, então, mesmo se tiverem perdido os interesses, as pessoas estão ganhando a salvação de Deus e a vida eterna. Essas pessoas são as mais inteligentes. Se se beneficiam à custa da verdade, então o que as pessoas perdem é a vida e a salvação de Deus; essas são as mais estúpidas. Em relação ao que a pessoa escolherá no fiminteresses próprios ou a verdadeisso revela uma pessoa mais que qualquer outra coisa” (‘Conhecer o caráter de alguém é o fundamento para mudá-lo’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”).

Muitas vezes, há motivações por trás das mentiras das pessoas, mas algumas mentiras não têm motivação alguma e não são deliberadamente planejadas, pois saem naturalmente. Quais tipos de mentiras, exatamente, podem ser evitados? Primeiro resolva as que são fáceis de evitar, depois busque a verdade para derrotar as mais difíceis, as mentiras que são difíceis de corrigir. Praticando dessa forma, não será fácil livrar-se das mentiras, fácil resolver o problema da mentira? Por exemplo, você sente que essas palavras contêm motivações, que estão manchadas, que são mentirasvocê está ciente disso enquanto fala, não está? Se estiver, primeiro fique calado, ore a Deus no seu coração e reflita sobre tudo isso. Traga o assunto para diante de Deus para incluí-lo e desnudá-lo em suas orações; primeiro coloque isso em prática. Depois de fazer isso por um tempo, você deve orar novamente a Deus e buscar, pedindo que Ele o discipline e repreenda se, alguma vez, você voltar a mentir; depois disso, aos poucos, traga as suas mentiras para diante dos seus irmãos para serem dissecadas. Dessa forma, pouco a pouco, as suas mentiras se tornarão cada vez mais raras. Hoje você contará dez mentiras, amanhã poderá contar nove, no dia seguinte, oito, e depois, apenas duas ou três. Você passará a dizer cada vez mais a verdade. Sendo honesto, você se aproximará cada vez mais da vontade de Deus, das Suas exigências, e dos Seus padrõese como isso será bom! Para praticar ser honesto, você deve ter uma senda e deve ter um objetivo. Primeiro resolva o problema de contar mentiras. Você deve conhecer a essência por trás das suas mentiras. Deve dissecar quais são os motivos que o levam a contar essas mentiras, por que está possuído de tais motivações e qual é a essência destas. Se você continuar a pôr isso em prática, certamente haverá um resultado. Um dia você dirá: ‘É fácil ser honesto. Ser enganoso é tão cansativo! Nunca mais quero voltar a ser enganoso. Tem coisas demais acontecendo no meu coração, e a minha mente sempre tem que refletir sobre tudo. Sempre tenho que pensar no que dizer para enganar as pessoas, blefar para me virar, sempre tenho que pensar nessas coisas; as minhas palavras não podem ser joviais demais, mas também não podem ser solenes demaise, no meu coração, sou incapaz de suportar essa pressão, não quero viver assim nunca mais, viver assim é exaustivo demais!’. Nesse momento, existe a esperança de você ser verdadeiramente honesto, e isso prova que você começou a fazer progresso na direção de ser honesto. Isso é uma conquista. Claro que pode haver alguns entre vocês que, no início, depois de falar palavras honestas e se desnudar, pensarão: ‘Foi aterrorizante, o meu rosto ficou vermelho, foi tão embaraçoso!’. Quando encontra os outros, você pensa: ‘Os outros descobrem as coisas secretas que eu fiz e as mentiras que eu contei para enganá-los. Isso é tão vergonhoso! Eu pensava que eu era um sujeito legal e que passava uma boa impressão às pessoas — mas agora que me dissequei e me expus, todos pensam que eu não presto para nada. O que devo fazer?’. Você deve orar sobre isso diante de Deus, dizendo: ‘Deus, eu quero ser honesto. Hoje estou pondo em prática ser honesto. Peço-Te que me deixes entrar mais profundamente, peço-Te que me permitas renunciar ao meu orgulho, e que permitas que eu não seja governado nem constrangido por essas motivações enganosas. Quero viver na luz, não quero viver sob o domínio de Satanás nem ser constrangido por ele, não quero ser refreado, controlado, constrangido pelo caráter satânico corrupto nem mesmo ser prejudicado por ele’. Quando você orar dessa forma, haverá cada vez mais claridade no seu coração, e você dirá a si mesmo: ‘É bom pôr isso em prática. Hoje pus a verdade em prática. Sinto que só agora estou vivendo como uma pessoa real’. E quando você ora assim, será que Deus não o esclareceu? Deus começou a operar em seu coração, Ele tocou você, permitindo que você aprecie como é ser uma pessoa real. É assim que a verdade deve ser posta em prática. Logo no início, você não tem senda, mas, ao buscar a verdade, encontra uma senda. Quando as pessoas começam a buscar a verdade, nem sempre elas têm fé. Não ter uma senda é difícil para as pessoas, mas, assim que entendem a verdade e têm uma senda para praticar, seu coração encontra prazer. Se forem capazes de praticar a verdade e agir de acordo com os princípios, seu coração encontrará conforto e ganhará libertação e liberdade” (‘A prática mais fundamental de ser uma pessoa honesta’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”).

Nas palavras de Deus, eu encontrei os princípios de prática para lidar com mentiras e enganação. Primeiro, e sobretudo, devemos renunciar a interesses pessoais. Esse aspecto da prática é muito importante. O objetivo por trás de mentir é proteger nossos interesses e alcançar nossos objetivos, e quando buscamos esse objetivo, mentimos e usamos truques e táticas. É essencial renunciar aos interesses pessoais, e isso torna mais fácil não ser astuto. Além disso, é importante praticar a autorreflexão com frequência, permitir que Deus inspecione cada palavra e ação nossa. Quando queremos ser astutos no que dizemos e fazemos, devemos nos perguntar o que queremos alcançar com o que estamos dizendo ou fazendo, e se percebemos que uma intenção astuta ou um caráter maligno foi revelado, devemos vir urgentemente para diante de Deus para orar e dar meia-volta. Devemos conscientemente praticar ser uma pessoa honesta, aprender a nos abrir para os irmãos, a expor nossos pensamentos, perspectivas, corrupção e falhas, e buscar a verdade para resolvê-los. É o único jeito de limpar aos poucos um caráter satânico astuto e maligno. Tendo entendido isso, eu procurei a minha supervisora e me abri para ela sobre os motivos desprezíveis que eu tinha quando falei com ela, e pedi perdão a ela. Não somente ela não me menosprezou, como abriu o coração para mim, e pudemos listar as deficiências nos nossos deveres juntas. Praticar desse jeito me fez sentir em paz. Eu sentia como se não estivesse mais vivendo nas sombras. Viver desse jeito me trouxe paz de espírito. Não estou totalmente livre do meu caráter corrupto, astuto e maligno, mas tenho fé e vontade de ser uma pessoa honesta que traz alegria para Deus, e de me concentrar em ser honesta e aceitar o escrutínio de Deus em cada coisa que digo e faço na minha vida.

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