Um dever obrigatório

27 de Setembro de 2022

Por Glydle, Filipinas

Em setembro de 2020, aceitei a obra de Deus Todo-Poderoso nos últimos dias. Depois disso, eu participava com frequência de reuniões e perguntava aos meus irmãos tudo que eu não entendia. Eu também comungava ativamente sobre meu entendimento das palavras de Deus e encorajava os outros a fazerem o mesmo. Uma vez, a líder de grupo me disse: “Você comunga muito bem nas reuniões e tem um entendimento bom, você estaria disposta a ser anfitriã de reuniões?”. Eu não pude acreditar: Ela queria que eu fosse anfitriã de reuniões? Eu tinha esperado esse momento havia muito tempo. Quando acreditava no Senhor, eu sempre invejava aqueles que viajavam pregando. Até quis tornar-me pastora para, um dia, poder ficar no púlpito e pregar sermões igual a eles, ganhando a admiração e o elogio dos outros. Meu sonho finalmente tinha se tornado realidade. Eu era a única entre aqueles que se reuniam comigo a ser escolhida como anfitriã e achei que isso significava que eu era melhor do que eles. Eu me sentia tão sortuda e aceitei a oferta sem hesitar. Decidi preparar-me para as reuniões de antemão, resolver os problemas dos irmãos assim que surgissem e, se não conseguisse resolvê-los, eu pediria a ajuda da líder de grupo. Algum tempo depois, a líder de grupo me disse que eu estava sendo uma anfitriã ótima e que ela tinha mais confiança em mim. Fiquei muito orgulhosa. Mais tarde, devido a exigências do trabalho, a líder da igreja, a irmã Ivy, me designou para praticar compartilhar o evangelho. Minha responsabilidade era convidar pessoas para ouvirem sermões. Eu não pude aceitar isso porque achava que o status de compartilhadores do evangelho era mais baixo do que o de uma anfitriã. Anfitriões são vistos como líderes — a posição me permitia liderar outros e me destacar, enquanto convidar pessoas para ouvirem sermões era um trabalho nos bastidores e não chamava a atenção dos outros. Eu me queixei comigo mesma: “Por que fui designada para esse trabalho? Não sou boa o suficiente?”. Eu não entendia. Até desenvolvi um preconceito contra a líder, achando que ela me menosprezava. Ela comungou comigo sobre como compartilhar o evangelho é a comissão de Deus e um dever que todos devem cumprir. Só então me submeti com resistência. Mas meu coração não estava nisso quando eu compartilhava o evangelho e eu só queria voltar a ser anfitriã. Até achava que compartilhar o evangelho não era o trabalho certo para mim, e que me sairia muito melhor como anfitriã.

Mas, para a minha surpresa, um dia, um líder de nível superior me disse: “Tenho boas notícias, você foi escolhida como líder de igreja”. Fiquei chocada. Eu ainda não entendia a verdade, como eu poderia assumir um papel tão importante? Mas eu sabia que era a exaltação de Deus, e aceitei. Mais tarde, a líder me disse que eu seria responsável pelo trabalho evangelístico. Assim que ouvi “trabalho evangelístico”, pensei que era um dever menos importante. Só envolvia comungar com buscadores da verdade, não me ajudaria a me tornar conhecida. Comecei a me queixar por dentro e a resistir de novo. Eu não queria ser responsável pelo trabalho evangelístico. Mais tarde, enquanto cumpria meu dever, eu só me concentrava em presidir reuniões e dava pouca atenção ao trabalho evangelístico. Quando um líder superior perguntou sobre o trabalho evangelístico, eu não tinha uma compreensão boa e não tive nada a dizer. Eu sabia que a razão pela qual a igreja não estava obtendo bons resultados no trabalho evangelístico e pela qual os irmãos não sabiam como compartilhar o evangelho era a minha negligência. Me senti péssima. Mais tarde, eu me abri com os líderes sobre meu estado e eles comungaram e discutiram comigo como resolver a situação. Também pediram que eu me concentrasse mais no trabalho evangelístico a partir de então. Me senti muito culpada. Como líder, eu deveria ter assumido um fardo pelo trabalho evangelístico, mas deixei de assumir responsabilidade no meu dever e, como resultado, obtivemos resultados ruins. Quando percebi tudo isso, eu me senti péssima.

Durante uma reunião, vi uma passagem das palavras de Deus que me ajudou a ganhar algum entendimento de mim mesma. As palavras de Deus dizem: “Qual é a atitude que você deve ter em relação ao seu dever, que pode ser dita correta e alinhada à vontade de Deus? Primeiro, você não pode escrutinizar por quem ele foi arranjado, que nível de liderança o atribuiu — você deve aceitá-lo de Deus. Você não pode analisá-lo, você deve aceitá-lo de Deus. Essa é uma condição. Além do mais, seja qual for o seu dever, não discrimine entre alto e baixo. Suponha que você diga: ‘Embora essa tarefa seja uma comissão de Deus e a obra da casa de Deus, se eu a fizer, as pessoas podem me olhar com desprezo. Os outros recebem um trabalho que lhes permite destacar-se. Foi-me dada essa tarefa que não deixa eu me destacar e só me faz me exaurir nos bastidores, isso é injusto! Não farei esse dever. Meu dever tem de ser aquele que me põe em destaque na frente dos outros e me permite ganhar renome para mim — e mesmo se eu não ganhar renome para mim nem me destacar, ainda tenho de me beneficiar disso e me sentir fisicamente em paz’. Essa é uma atitude aceitável? Ser seletivo é não aceitar o que vem de Deus; é fazer escolhas de acordo com as suas preferências. Isso é não aceitar o seu dever; é recusar o seu dever, uma manifestação de rebeldia. Tal seletividade é adulterada por seus desejos e preferências individuais; quando você leva em consideração seu benefício próprio, sua reputação e assim por diante, a sua atitude para com o dever não é submissa. Qual atitude você deve ter para com o seu dever? Primeiro, você não deve analisá-lo, nem pensar em quem o designou a você; ao contrário, deve aceitá-lo de Deus, como um dever a você confiado por Deus, e deve obedecer aos arranjos de Deus, e aceitar o seu dever de Deus. Segundo, não discrimine entre alto e baixo, e não se preocupe com a natureza dele, se lhe deixa se destacar ou não, se é feito em público ou nos bastidores. Não considere essas coisas. Existe também outra atitude: obediência e cooperação ativa” (A Palavra, vol. 2: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Qual o desempenho adequado do dever?”). Depois de ler as palavras de Deus, eu percebi que não existem deveres mais ou menos importantes. Aos olhos de Deus, não importa o trabalho que fazemos na casa de Deus, todos nós estamos cumprindo nossos deveres como seres criados. Não devemos distinguir entre deveres mais ou menos importantes e não devemos vê-los como vindos de uma pessoa. Pois todos eles vêm da soberania de Deus e são responsabilidades que devemos cumprir. Ao refletir sobre mim mesma, vi que eu sempre priorizava minhas preferências, só escolhia trabalhos que permitiam que eu me destacasse e não me submetia aos arranjos da igreja. Sempre que eu não gostava de um dever e ele não me ajudava a me destacar, eu não o aceitava e resistia e me queixava por dentro. Quando a líder me designou como anfitriã de reuniões, já que eu gostava do trabalho, isso satisfazia meus desejos e permitia que eu me destacasse, fiquei feliz e trabalhei muito no dever. Mas quando a líder me designou para compartilhar o evangelho, eu me ressenti dela porque o dever não me ajudaria a me destacar e eu acreditava que ela me menosprezava, por isso fique decepcionada, triste e até desenvolvi um preconceito contra ela. Eu era mesquinha em relação aos deveres que aceitava, não aceitava que eles vinham de Deus e não me submetia de verdade. Já que eu tinha uma concepção errada do meu dever, eu era superficial no meu trabalho evangelístico e não lhe dava atenção. Como resultado, nossos resultados eram ruins e o trabalho evangelístico sofreu atrasos. Percebi meu erro. Não importa que dever me fosse atribuído e seu eu gostasse dele ou não, contanto que fosse necessário para o trabalho da igreja, eu devia me submeter e me esforçar ao máximo. Essa deveria ter sido a minha primeira consideração, mas eu sempre pensava sobre os deveres em termos de minhas preferências. Eu era desobediente e desleal. Graças a Deus! Fiquei tão feliz por ter reconhecido minha corrupção por meio da leitura dessa passagem das palavras de Deus. Tomei uma decisão: Não importava o dever que me fosse atribuído, eu me submeteria.

Eu me aquietei e perguntei a mim mesma: por que, quando um dever satisfaz meus desejos e preferências e me permite me destacar, eu agradeço a Deus, mas quando não gosto do dever, eu não estou disposta a cumpri-lo e até me queixo e deixo de me submeter? Encontrei a resposta nas palavras de Deus. As palavras de Deus dizem: “O apreço que os anticristos têm por seu status e prestígio vai além do das pessoas normais e é algo de dentro de seu caráter e essência; não é um interesse temporário nem o efeito transitório de seu ambiente — é algo de dentro de sua vida, de seus ossos, e é, portanto, sua essência. Isso quer dizer que, em tudo que um anticristo faz, sua primeira preocupação é seu status, seu prestígio, nada mais. Para um anticristo, status e prestígio são sua vida e seu objetivo vitalício. Em tudo que faz, sua primeira consideração é: ‘O que acontecerá com meu status? E com meu prestígio? Fazer isso me dará prestígio? Elevará meu status na mente das pessoas?’. Essa é a primeira coisa em que ele pensa, e é prova suficiente de que ele tem o caráter e a essência de um anticristo; se não fosse assim, ele não consideraria esses problemas. Pode-se dizer que, para um anticristo, status e prestígio não são uma exigência adicional, muito menos algo extrínseco do qual ele pudesse abrir mão. São parte da natureza dos anticristos, estão em seus ossos, em seu sangue, são inatos para eles. Os anticristos não são indiferentes a se possuem status e privilégio; essa não é sua atitude. Qual, então, é sua atitude? Status e privilégio estão intimamente conectados ao seu dia a dia, ao seu estado diário, ao que aspiram diariamente. E assim, para os anticristos, status e prestígio são sua vida. Não importa como vivam, não importa o ambiente em que vivam, não importa o trabalho que façam, não importa ao que aspirem, quais sejam seus objetivos, qual seja a direção de sua vida, tudo gira em torno de ter uma boa reputação e uma posição alta. E esse objetivo não muda; eles nunca conseguem deixá-lo de lado. Essa é a face verdadeira dos anticristos e sua essência” (A Palavra, vol. 3: Expondo os anticristos, “Item Nove: Eles só cumprem seu dever para se distinguir e alimentar seus próprios interesses e ambições; eles nunca levam em consideração os interesses da casa de Deus e até traem esses interesses em troca de glória pessoal (parte 3)”). Por meio das palavras de Deus, vi como os anticristos cobiçam status e reputação. Eles sempre querem estar acima dos outros e ter um lugar no coração das pessoas. Não importam as circunstâncias, sua primeira consideração é sempre se eles podem ganhar a admiração e os elogios dos outros. Pessoas normais podem ficar um pouco desanimadas quando não recebem status e reputação, mas os anticristos nem conseguem funcionar e acham isso muito atormentador, a ponto de mal conseguirem continuar vivendo. Para os anticristos, status e reputação são sua força vital. Eu tinha o mesmo caráter: eu sempre queria ganhar reputação, status e os elogios dos outros. Entre meus irmãos, eu sempre queria ser a preferida dos meus pais. Entre meus amigos, eu queria ser a mais popular. Na escola, queria ganhar a aprovação dos professores e, como crente no Senhor, queria ser igual aos pregadores, dando sermões na frente de multidões e ganhando a admiração de todos. Depois de aceitar a obra de Deus nos últimos dias, eu ainda buscava a mesma coisa: Achava que, como anfitriã de reuniões, eu podia provar meu valor e ganhar o elogio dos outros e ser estimada pelos líderes. Quando fui designada como anfitriã de reuniões, eu estava muito feliz e amava a sensação de ser respeitada e elogiada por todos. Mas compartilhar o evangelho era um dever nos bastidores que ninguém percebia. Mesmo que recebesse o título de “líder”, eu não o aceitaria, pensando que era um trabalho irrelevante, e só ficava me perguntando quando poderia voltar a ser anfitriã de reuniões. Quando meus desejos não foram satisfeitos, comecei a agir superficialmente no meu trabalho, produzindo resultados ruins no trabalho evangelístico. No passado, as minhas orações sobre querer dar o meu melhor em meu dever não eram palavras honestas — eu estava enganando a Deus! Eu só cumpria meu dever para manter meu status e reputação e para ganhar a admiração dos irmãos, não para satisfazer a Deus. Eu estava revelando meu caráter de anticristo e trilhando a senda de resistir a Deus. Quando percebi isso, fiquei com muito medo. Se eu continuasse agindo com tal caráter severo de um anticristo, eu teria o fim de um anticristo e certamente seria amaldiçoada e punida por Deus! Isso é perigoso! Em silêncio, orei a Deus: “Amado Deus, estou num lugar muito perigoso — tenho buscado status e reputação e segui a senda errada. Estou pronta para me arrepender e orar por Tua salvação”.

Numa reunião, li uma passagem da palavra de Deus que me ajudou a corrigir minha percepção errada do trabalho evangelístico. As palavras de Deus dizem: “Advirto todas as pessoas e informo a todas elas que difundir o evangelho não é a vocação especial de um único tipo ou grupo de pessoas; é a vocação de toda pessoa que segue a Deus. Por que Eu devo fazer as pessoas entenderem esse aspecto da verdade? E por que elas precisam saber disso? Porque espalhar o evangelho é a missão e a vocação que todo ser criado e todo seguidor de Deus, seja velho ou jovem, homem ou mulher, deve aceitar. Se essa missão lhe sobrevier e requerer que você se despenda, que pague um preço, e que até ofereça a sua vida, o que você deve fazer? Você deve aceitar, como é seu dever fazer. Essa é a verdade, e é o que você deve entender. Não é apenas um pouquinho de doutrina; é a verdade. E o que faz disso a verdade? É porque, a despeito do passar do tempo, ou de como a era muda, ou de como a geografia e o espaço mudam, difundir o evangelho e dar testemunho de Deus é eternamente uma coisa positiva; seu significado e seu valor são imutáveis. Isso não muda com a passagem do tempo ou com a localização geográfica. Isso existe eternamente, e é o que todo ser criado precisa aceitar e colocar em prática. Isso é a verdade eterna. Algumas pessoas dizem: ‘Eu não estou cumprindo o dever de espalhar o evangelho’. Ainda assim, a verdade de espalhar o evangelho é algo que as pessoas devem entender. Visto que é uma verdade na esfera das visões, todos os crentes em Deus devem entendê-la; é uma coisa que enraíza a fé em Deus, e é benéfica para a entrada na vida. Além do mais, você terá interações com incrédulos, qualquer que seja o seu dever, portanto você tem a responsabilidade de espalhar o evangelho. Uma vez que tenha entendido a verdade sobre espalhar o evangelho, você saberá em seu coração: ‘Pregar a nova obra de Deus e pregar o evangelho de Sua obra para salvar as pessoas é minha vocação; independentemente de lugar ou tempo, independentemente de minha posição ou de meu papel, ou do dever que estou cumprindo atualmente, tenho uma obrigação de ir e difundir as boas novas da nova obra de Deus. É meu dever obrigatório transmiti-la sempre que tiver oportunidade ou tempo livre’. Esses são os pensamentos atuais da maioria das pessoas? (Não.) O que a maioria das pessoas pensa? ‘Atualmente, tenho um dever fixo; estou envolvido em estudar e me aprofundar em uma profissão e especialização fixas, então difundir o evangelho não tem absolutamente nada a ver comigo’. Que tipo de atitude é essa? É uma atitude de se esquivar da responsabilidade e da missão, uma atitude negativa, e tal pessoa não considera a vontade de Deus e é desobediente a Ele. Se você, quem quer que seja, não tem um fardo para espalhar o evangelho, você não está exibindo falta de consciência e razão? Se você não for vigoroso e proativo em cooperar, assumir responsabilidade e se submeter, você está meramente reagindo de forma negativa e passiva. Essa é uma atitude que você não deve assumir. Não importa em que dever esteja envolvido, e não importa que profissão ou que especialização seu dever envolva, um dos aspectos mais importantes de todos os frutos do seu trabalho é ser capaz de difundir o evangelho da obra de Deus para salvar a humanidade e de dar testemunho dele. Isso é o mínimo que um ser criado deveria fazer” (A Palavra, vol. 3: Expondo os anticristos, “Item Um: Eles tentam conquistar as pessoas”). Depois de ler as palavras de Deus, comecei a chorar — me senti tão culpada. As palavras de Deus me mostraram claramente que compartilhar o evangelho é a comissão de Deus e o dever e a missão irrefutáveis de todos. Na igreja, não importa o dever que cumpramos, nosso objetivo último é o mesmo: espalhar o evangelho de Deus. Quanto a mim, eu não gostava de compartilhar o evangelho e até achava que eu não tinha papel a desempenhar no trabalho evangelístico. Achava que, contanto que fosse anfitriã de reuniões e regasse os irmãos, eu estaria cumprindo meu dever e satisfazendo a Deus. Eu não entendia como é importante o trabalho evangelístico. Só então percebi que espalhar o evangelho é a intenção urgente de Deus. O trabalho evangelístico é o trabalho de salvar a humanidade, dando testemunho direto de Deus, permitindo que as pessoas entendam a obra de Deus e retornem para diante Dele para serem salvas. Isso é trabalho significativo. Mas eu não tinha a atitude de dar testemunho de Deus e não suportava o menor fardo no meu dever. Quando a líder me designou para compartilhar o evangelho, eu até resisti, rejeitei e me esquivei da minha responsabilidade. Eu carecia tanto de consciência e racionalidade! Se ninguém tivesse me convidado a ouvir sermões, não tivesse compartilhado o evangelho comigo e testificado de Deus, eu nunca teria ouvido a voz de Deus e recebido a oportunidade de aceitar a obra de Deus Todo-Poderoso nos últimos dias. Se eu não fizesse minha parte para compartilhar o evangelho e só agisse superficialmente, então Deus não me consideraria um de Seus crentes e seguidores, acharia que eu carecia de consciência e humanidade. Eu me esquivava e rejeitava minhas responsabilidades de compartilhar o evangelho e até queria abandonar o trabalho evangelístico para me concentrar em ser anfitriã de reuniões. Isso foi um erro grave. Lembrei-me da história de Noé: Noé não teve dúvidas quando ele ouviu as palavras de Deus e não considerou seus interesses. Ele só queria satisfazer a Deus, obedecer à Sua vontade e construir a arca de acordo com as ordens de Deus. Ele também deu tudo de si para compartilhar o evangelho. A experiência de Noé me motivou muito. Eu queria me submeter aos arranjos de Deus e cumprir meu dever tão bem quanto Noé. Agradeci a Deus Todo-Poderoso por me ajudar a entender esse aspecto da verdade e a reconhecer minha corrupção. Eu estava disposta a me arrepender e, não importava o dever que me fosse atribuído, eu compartilharia o evangelho!

Depois, comecei a me concentrar em compartilhar o evangelho. Eu não tinha muita experiência, e foi desafiador comungar com diferentes tipos de pessoas. Elas poderiam me rejeitar ou eu poderia ser surpreendida por um clima adverso e experimentar todos os tipos de dificuldades, mas eu não devia desistir. Lembrei-me das palavras de Deus, que dizem: “Não importa em que dever esteja envolvido, e não importa que profissão ou que especialização seu dever envolva, um dos aspectos mais importantes de todos os frutos do seu trabalho é ser capaz de difundir o evangelho da obra de Deus para salvar a humanidade e de dar testemunho dele. Isso é o mínimo que um ser criado deveria fazer” (A Palavra, vol. 3: Expondo os anticristos, “Item Um: Eles tentam conquistar as pessoas”). Essa passagem realmente me motivou. Meu dever era uma responsabilidade que me foi dada por Deus. Eu estava disposta a me submeter. Podia haver dificuldades, mas eu sabia que, contanto que eu orasse a Deus, Ele me guiaria. Graças a Deus Todo-Poderoso!

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