Aprendendo a identificar um anticristo

27 de Fevereiro de 2022

Por Su Shan, Japão

Quando comecei a servir como líder de igreja, Chen era responsável pelo trabalho da nossa igreja. Éramos da mesma faixa etária e nos dávamos bem. Sempre conversávamos sobre como estávamos nos sentindo, e ela era amorosa, prestativa e me apoiava quando eu enfrentava dificuldades no meu dever. Mais tarde, quando fui promovida à supervisora do trabalho de Chen, ela parecia ter se tornado outra pessoa. Ela mal me cumprimentava e parecia não querer falar comigo, além disso, sempre vivia de cara fechada. Pensei que talvez estivesse de mau humor por estar sob muita pressão no trabalho e não dei muita atenção. Mais tarde numa reunião, ela disse: “Estou com inveja de você por ser responsável pelo meu trabalho. Sinto que eu me saio bem, então por que não fui escolhida? Todos devem achar que não estou à altura da tarefa. A ideia de não ser valorizada e estimada me deixa tão negativa, que não quero cumprir um dever”. Então percebi que ela vivia de cara fechada por causa da inveja. Mais tarde, a irmã que era minha parceira me contou que o caráter de Chen era um pouco instável, que ela se importava muito com status e tendia a ser teimosa. Quando estava ruim, isso impactava o trabalho. Ela queria que eu comunicasse com a Chen e a ajudasse. Pensei que, embora ela se preocupasse demais com status, ela era simples e aberta, e que, na comunhão, conseguia refletir e entender a si mesma. Não devia ser um problema tão sério. Além disso, ela era nova, então era normal sentir alguma inveja ou ser competitiva. Mas depois de um tempo, percebi que ela realmente se concentrava demais em status e que ficava negativa e desleixada quando não recebia o prestígio que desejava. Por exemplo, quando minha parceira e eu percebemos algumas falhas no dever dela e as apontamos para ela, Chen achou que estávamos tentando destruir sua imagem na frente dos outros obreiros, e se recusou a conversar conosco depois disso. Quando designávamos outra pessoa, e não ela, para uma tarefa, ela ficava mal-humorada, achando que não era valorizada. Às vezes, se sentia tão injustiçada que chorava nas reuniões, e todos tinham que largar tudo e comunicar com ela. Ela ficava feliz e se abria quando todos se reuniam ao redor dela para ouvi-la comunicar. Às vezes, ela entendia algo sobre si mesma e chorava de arrependimento, dizendo que sabia que se concentrava em status e que queria mudar, mas que não conseguia deixar de manifestar isso. Quando ouvi isso, pensei que ela só estivesse sendo constrangida pelo próprio caráter corrupto, e que essa obsessão que sentia não podia ser mudada rapidamente. Achei que ela só precisasse de mais ajuda.

Posteriormente, ela foi eleita a uma posição de liderança, e nos tornamos parceiras novamente. Uma vez, uma irmã foi presa do nada, no dia depois de eu me encontrar com ela. Descobrimos que a polícia estivera observando-a por vários dias, de modo que os irmãos que tiveram contato com ela certamente estavam sendo vigiados. Precisávamos avisá-los depressa para que tomassem precauções e fugissem. Eu tinha acabado de vê-la, portanto, era provável que eu também estivesse sendo vigiada pela polícia, por isso não havia como ajudar depois do ocorrido. Escrevi para Chen e outra obreira para discutir nossos próximos passos. Chen não só não sugeriu nenhuma solução, mas aproveitou a oportunidade para criar problemas entre mim e essa obreira. Disse que a irmã foi presa porque eu não seguia princípios em como fazia as coisas. A obreira me viu com maus olhos, me tratou e me podou duramente. Ela soube depois que as coisas não eram bem como Chen tinha dito e se sentiu péssima. Ela se abriu sobre isso e disse que também tinha comunicado com a Chen, explicando como aquilo era prejudicar os outros e semear discórdia. Chen não só se recusou a aceitar, mas até se justificou. Fiquei chocada ao ouvir isso. Como Chen pôde agir assim? Ela havia sido repreendida por me prejudicar e por ser desordeira, mas se recusava a admitir. Isso era recusar-se a aceitar a verdade. Pensei em como Chen e eu tínhamos trabalhado juntas por tanto tempo. Ela nunca tinha mencionado nenhuma opinião nem preconceito contra mim nem feito quaisquer sugestões. Perguntei-me se eu estaria fazendo algo errado que a levasse a se sentir restringida e a dizer aquilo para a minha obreira. Se assim fosse, eu deveria refletir sobre mim mesma com cuidado. Entrei em contato com Chen e lhe disse francamente como eu tinha reagido àquilo. Também mencionei que o comportamento subversivo e desordeiro dela era maligno. Chen respondeu, dizendo: “Não foi correto julgá-la daquele jeito na frente da nossa obreira, e andei refletindo sobre mim mesma. Recentemente, tenho buscado status e reputação. Você assume a liderança e lida proativamente com tanto trabalho, e todos apoiam você. Não importa o que você diga, o que sugira, todos querem ouvi-la, mas a mim eles desprezam. Eu me sinto desconfortável, e minha corrupção está controlando minha mente”. Ela chorava enquanto dizia tudo isso. Fiquei aflita ao vê-la tão magoada e me senti um pouco culpada. Achei que não tinha dado atenção aos sentimentos dela e que ela lutava contra a própria corrupção. Ela não tinha controle quando disse aquelas coisas sobre mim, então, já que ela conseguia refletir e aprender sobre si mesma e ser aberta sobre isso, isso significava que ela queria se arrepender e mudar. Mas, depois disso, descobri que ela não tinha mudado e que esse comportamento estava piorando.

Outro obreiro que sempre visitava aqueles que cumpriam deveres importantes, foi secretamente rastreado e preso pela polícia. Era evidente que a polícia conseguiria encontrá-los pelo monitoramento deles. Tudo aquilo veio como surpresa. Iniciamos discussões de emergência sobre como lidar com aquilo para garantir a segurança de todos. Mas Chen mal abria a boca e parecia um tanto infeliz. Quando precisávamos tomar decisões em conjunto, ela gaguejava e demorava demais para dizer algo. Isso realmente impactou nosso planejamento. Lembrei-me de que, no passado, quando outros não concordavam com o ponto de vista dela ou ela não se sentia valorizada, ela fechava a cara e se recusava a participar das discussões. Eu não sabia o que havia sido dito para irritá-la tanto. Era uma situação de grande urgência. Os irmãos podiam ser presos a qualquer momento, o que prejudicaria os interesses da casa de Deus, mas ela parecia não ligar. Furiosa, eu a ignorei e continuei a discutir com os outros. Notificamos os irmãos em perigo, que se mudassem imediatamente. Já tinha passado das onze da noite quando terminamos e ainda havia trabalho urgente a ser feito. Mas Chen só ficou sentada ali, de cara feia, sem nenhum comprometimento. Ela não dizia nada ou só algumas palavras superficiais quando algo precisava ser discutido por todos. Isso realmente nos atrasou. Coisas que poderiam ter sido resolvidas rapidamente se estenderam até às 3 ou 4 da manhã. Isso não é só ser teimoso ou temperamental, é sabotar e impedir o trabalho. Depois daquilo, eu expus e dissequei o egoísmo e o desprezo dela, o fato de ela só considerar seu nome e status sem pensar no trabalho da igreja. A natureza disso é agir como ajudante do grande dragão vermelho e atrapalhar o trabalho da casa de Deus. Alguns outros obreiros também compartilharam comunhão sobre os problemas dela. Mas, supreendentemente, ela disse em tom desafiante: “Se vocês acham que não posso fazer esse trabalho, podem me dispensar. Em todo caso, sinto que não posso assumir esse dever”. Ela continuou: “Não é que eu não queira me envolver, mas todos rejeitam o que quer que eu diga. Agora já não me sinto mais confiante. O que posso dizer? Eu sempre quero ajudar com os problemas, mas todos insistem em lidar com eles, então o que posso fazer? Em todo caso, todos me veem como uma líder inútil. Vocês não me valorizam, então também não quero me envolver com vocês”. Ficamos chocados quando ela disse isso. Ela ainda não estava aceitando a verdade. Quando criticada, ela largava o dever dela e até nos culpava, jogando toda a responsabilidade em nós. Até naquele trabalho urgente, ela só lutava por nome e status. Ela carecia de humanidade. Mas então me perguntei se eu estava sendo enérgica demais, monopolizando tudo e a excluindo de tudo. Quando nada impactava o nome e status dela, ela se envolvia bastante e era boa em encontrar problemas no nosso trabalho. Mas nessa discussão, eu a ignorei quando vi que ela não estava participando. Se eu realmente a levei a tropeçar, isso também era cometer o mal. Eu fiquei calada depois de pensar nisso.

Mas ao refletir a respeito mais tarde, vi que Chen havia agido desse jeito repetidas vezes. Sempre que o nome e o status dela estavam envolvidos, ela ficava negativa e desleixada e não se importava com o trabalho, não defendia o trabalho da igreja nem de longe. Qual era o problema real? Então li uma passagem das palavras de Deus. “Não importa quão ocupados pareçam estar por fora, quanto tempo passam correndo pelas ruas, quanto sacrifiquem, de quanto desistam e quanto despendam — será que o tipo de pessoas que só fala e age em nome do status pode ser considerado aquele que busca a verdade? (Não.) De forma alguma. Por status, elas pagarão qualquer preço. Por status, sofrerão qualquer adversidade. Por status, não desistirão diante de nada. E por status, lutarão e discutirão com os outros. Elas não temem sequer o risco de punição e retribuição; agem em nome do status sem pensar nas consequências. O que pessoas como essas buscam? (Elas buscam status.) Onde está a semelhança com Paulo? (A busca pela coroa.) Elas buscam a coroa da justiça, buscam status e prestígio, e tratam a busca por status e prestígio como uma busca legítima, em vez de buscarem a verdade. Qual é a principal característica de tais pessoas? É que, em todos os aspectos, elas agem em nome de status e prestígio” (‘Somente na busca da verdade há entrada na vida’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). Com as palavras de Deus, comecei a rever o comportamento de Chen durante todo esse tempo. Ela parecia disposta a sofrer e pagar um preço, mas tudo que fazia era em prol de nome e status. Quando eu era responsável pelo trabalho dela, ela esfriou comigo porque pensava que estava numa posição inferior à minha. Ficou tão deprimida que não queria mais cumprir o dever dela. Nós apontávamos problemas no trabalho dela para ajudá-la e, às vezes, dávamos tarefas para outras pessoas e não para ela. É a coisa mais normal no mundo. Mas ela achava que, assim, ela perdia sua reputação, então ficava insolente, emburrada e se recusava a falar, esperando que todos girassem em torno dela, fizessem dela o centro das atenções. Como líder, ela sabia que o trabalho após as prisões é urgente, ainda assim ela queria lutar por nome e ganho, minando as coisas e se recusando a participar. Ela não pensou nem um pouco na segurança dos irmãos e não defendeu o trabalho da casa de Deus. Isso me mostrou que o coração dela não estava no lugar certo, que ela só conseguia buscar nome e status, mas não a verdade. Ela estava numa senda contrária a Deus. Tentamos ajudá-la e comunicar com ela tantas vezes, mas ela resistia e não queria aceitar. Isso não é alguém que aceita a verdade. O princípio mais básico para eleger líderes é que eles busquem e aceitem a verdade. Sem satisfazer essa exigência, ela realmente podia agir como uma líder?

Depois disso, alguns de nós discutiram se Chen poderia continuar servindo como líder. Alguns disseram que ela era teimosa e que isso impactava o trabalho quando o desejo dela por status não era satisfeito, mas que, quando seu nome e status não estavam envolvidos, ela conseguia fazer algum trabalho. Ela tinha bom calibre e habilidade e lidava com os problemas proativamente. Além disso, um foco em status não pode ser mudado de imediato, talvez ela só precisasse de mais ajuda nossa. Outra obreira disse que, quando Chen lutava por nome e status e fechava a cara, nós nos sentíamos restringidos, mas que ela se dava bem conosco quando nada ameaçava o status dela e que, depois de cada incidente, ela chorava e aprendia algo sobre si mesma, por isso ela achava que Chen queria se arrepender e mudar. E depois da última vez em que expusemos os problemas dela, ela não permaneceu negativa por dias como antes, mas voltou a trabalhar no dia seguinte. Essa obreira queria que esperássemos e observássemos, e se Chen não mudasse, não seria tarde demais para dispensá-la. Eu me senti insegura quando ouvi isso. Senti que tudo aquilo era verdade. Quando apontávamos os problemas dela, ela chorava e falava abertamente sobre a própria corrupção e então retornava ao seu dever como sempre. Se realmente quisesse se arrepender, será que ela não poderia mudar? Talvez devêssemos esperar, e se ela continuasse interrompendo e impactando o trabalho da igreja, então poderíamos dispensá-la. E assim, arquivei o problema da Chen.

Mas ela continuou sendo temperamental e rabugenta de vez em quando e, às vezes, quando não concordávamos com ela, ela achava que estava sendo desprezada. Às vezes, ela se irritava quando um obreiro falava um pouco mais comigo do que com ela, achando que tínhamos um relacionamento melhor e que ela não era importante para nós. Outras vezes, ela se irritava por nenhuma razão que eu pudesse reconhecer. Todos nós nos sentíamos restringidos por ela. Não fazíamos ideia do que tinha sido dito ou feito para irritá-la. Às vezes, eu nem queria voltar para casa porque estar com ela era muito difícil e opressivo. Uma vez, ela foi a uma igreja para fazer mudanças na liderança. Discutimos de antemão que ela deveria dispensar falsos líderes e obreiros que não estivessem aptos e então eleger líderes bons. Ela voltou algumas semanas depois, ansiosa para nos contar como ela tinha investigado tudo e descoberto que Yang Chen, uma líder, estava protegendo malfeitores e anticristos que estavam criando caos na igreja, e como ela tinha descoberto que Yang Chen gostava dos benefícios do status e não fazia trabalho real, o que paralisava alguns trabalhos da igreja. Ela também disse que Yang Chen era muito egoísta e astuta e mal dizia uma palavra verdadeira, que os outros careciam de discernimento e tinham sido enganados, que eles a admiravam. Ela apontou todos esses comportamentos de Yang Chen, que ela não aceitava a verdade nem conhecia a si mesma e não se arrependia das coisas que tinha feito. Com base em tudo que Chen disse sobre ela, ela era totalmente uma falsa líder. Perguntamos a Chen se ela a tinha dispensado. Ela meio que congelou, pensou por um momento, então disse: “Essa era só a sensação que eu tive, mas eu não tinha certeza quanto aos problemas dela, então não a dispensei”. Fiquei um pouco irritada quando ela disse isso. Ela estava servindo de escudo para uma falsa líder e impedindo o trabalho da casa de Deus! Repreendemos a Chen com base nessas coisas e ela ficou bastante insatisfeita na hora. Ela se justificou, dizendo que ela carecia de discernimento para entender as coisas. Depois, percebendo que sua postura defensiva era evidente demais, ela fingiu refletir sobre si mesma. Ela disse que não carecia de discernimento sobre Yang Chen, mas que estava protegendo o próprio status, temendo que disséssemos que ela enrolava e era ineficiente, por isso voltou correndo e não dispensou a Yang Chen a tempo. Mesmo depois, Chen não mostrou nenhum entendimento nem remorso por não ter dispensado uma falsa líder imediatamente. Logo depois, ela foi a outra igreja para fazer algumas mudanças na liderança. Ela estava ciente de que um dos líderes não fazia trabalho prático, mas que vivia citando doutrinas indistintamente, que era um falso líder. E havia também duas diaconisas. Uma sempre usava sua posição para repreender, oprimir e disciplinar as pessoas, e a outra carecia de calibre para fazer trabalho prático. Os princípios exigiam que fossem dispensadas. No fim, Chen só dispensou o líder de igreja, então perguntei a ela por que não tinha demitido as duas diaconisas. Ela disse que temia que os líderes e diáconos dissessem que ela não era amorosa e que os outros dissessem que ela era arrogante, cruel e não dava uma chance às pessoas. Ela veio com um monte de outras desculpas. Sempre que falávamos disso posteriormente, Chen só sorria; ela não tinha nem um pouco de remorso por não tê-las dispensado a tempo. Comunicamos inúmeras vezes sobre a importância desse tipo de trabalho. Chen havia sido líder por anos, e não é como se ela não soubesse do dano que falsos líderes e obreiros causam à igreja, mas, só para proteger o nome e o status dela, ela ficou do lado dos falsos líderes vez após vez, protegendo-os. Isso era um impedimento sério ao trabalho da igreja. Quando comunicávamos com ela sobre a natureza de suas ações, ela vinha com um monte de desculpas, mas sem nenhum autoconhecimento, muito menos com remorso ou um senso de culpa. Que tipo de pessoa era ela? Com essa pergunta em mente, clamei a Deus em oração e comuniquei com outros obreiros.

Depois, li uma passagem das palavras de Deus: “A atitude arquetípica dos anticristos em relação a tratamento e poda é recusar-se veementemente a aceitar ou admiti-los; não importa quanto dano tenham causado aos irmãos e irmãs e à casa de Deus, eles não sentem nem um pouco de remorso, não acham que devem alguma coisa. Sob esse ponto de vista, os anticristos têm humanidade? (Não.) Eles causaram tanto dano à vida dos irmãos e irmãs e a todos os aspectos dos interesses da casa de Deus — qualquer um consegue enxergar isso, e todos que enxergam isso diriam que é assim mesmo —; mesmo assim, os anticristos não aceitam nem reconhecem esse fato, insistem teimosamente em sua posição e não admitem que estão errados nessa questão, que são responsáveis. Isso não é um indício de que eles detestam a verdade? Tal é o ódio dos anticristos contra a verdade; tal é a maneira com que tratam desses assuntos. Isso não é não levar a sério a casa de Deus, a igreja e os interesses dos irmãos e irmãs e da casa de Deus, não é? (Sim.) Se reconhecessem que prejudicaram os interesses dos irmãos e irmãs e da casa de Deus, eles teriam que aceitar a responsabilidade. Ao mesmo tempo, seu status e prestígio não seriam seriamente comprometidos? (Sim.) Então eles se recusam firmemente a admitir; eles não admitem de jeito nenhum, e mesmo que admitam o fato em seu coração, não o farão exteriormente, acreditando, que, uma vez que admitam isso, tudo estará acabado para eles. Seja sua negação deliberada ou não, em suma, em um aspecto, isso está relacionado à natureza e essência dos anticristos de ódio e hostilidade em relação à verdade. Em outro aspecto, o que isso mostra? Mostra o quanto os anticristos prezam seus interesses. O que, entretanto, é sua atitude em relação à casa de Deus e aos interesses da igreja? É uma atitude de desdenhar e negar responsabilidade. Eles não têm humanidade. O fato de os anticristos se esquivarem das responsabilidades demonstra esses problemas? (Sim.) Em um aspecto, esquivar-se da responsabilidade representa a atitude de hostilidade em relação à verdade; em outro, mostra sua falta de humanidade. Não importa quanto os interesses de outras pessoas são prejudicados por causa deles, eles não sentem nenhuma autorrecriminação e jamais poderiam ser perturbados por isso. Que tipo de criatura é essa? Se admitissem só um pouco, dizendo: ‘Eu tive algo a ver com isso, mas nem tudo foi culpa minha’, isso poderia ser considerado como tendo alguma humanidade, alguma consciência, um patamar moral — mas os anticristos não têm nem mesmo esse pouquinho de humanidade. O que, então, vocês diriam que eles são? (O diabo.) A essência dessas pessoas é o diabo. Elas não veem o dano enorme que causaram aos interesses da casa de Deus, não estão nem um pouco incomodadas em seu coração, tampouco se repreendem, muito menos se sentem endividadas. Elas podem ser consideradas pessoas? Isso jamais deveria ser visto em pessoas normais. Isso é o diabo” (‘Eles só cumprem seu dever para se distinguir e alimentar seus próprios interesses e ambições; eles nunca levam em consideração os interesses da casa de Deus e até traem esses interesses em troca de glória pessoal (parte 3)’ em “Expondo os anticristos”). As palavras de Deus me mostraram que anticristos jamais aceitam a verdade, que, por natureza, eles desprezam a verdade. Quando são podados e tratados, eles inventam desculpas, recusando-se a aceitar. Não importa o quanto suas ações machuquem os irmãos ou prejudiquem o trabalho da casa de Deus, eles nunca se sentem mal e jamais se arrependem ou se sentem culpados. Quando alguém expõe a maldade deles, eles preferem morrer antes de admitir, só para proteger sua imagem. São muito indiferentes e irresponsáveis em relação ao trabalho e aos interesses da casa de Deus e estão até dispostos a sacrificar os interesses da casa de Deus e os irmãos para o bem do próprio nome e status. Eles não têm nenhuma consciência e razão e nenhuma humanidade. São demônios, Satanás. Percebi que o comportamento de Chen era exatamente igual ao que Deus revela sobre os anticristos. Em tudo que fazia, ela defendia o próprio nome e status. Quando houve um trabalho que exigia uma discussão urgente depois das prisões, as sugestões dela não foram aceitas por todos, então ela achou que não a levávamos a sério, e ficou emburrada e se recusou a participar das decisões e nos atrasou. Ela sabia que Yang Chen era uma falsa líder que não fazia trabalho real, ainda assim não a dispensou, permitindo que ela continuasse a prejudicar os membros da igreja. Quando as diaconisas de outra igreja não foram aptas para o trabalho, a fim de proteger o próprio status, ela não as dispensou e permitiu que continuassem prejudicando os irmãos. Quando foi repreendida por isso, ela não quis admitir, mas inventou desculpas, contando mentiras descaradas. Mais tarde, os líderes das duas igrejas foram expostos como anticristos. Cometeram tanto mal que causaram revolta. Ainda assim, Chen não teve remorso nenhum por seus atos malignos ao proteger falsos líderes e anticristos. Ela até sorriu. Isso me mostrou que, por natureza, ela desprezava, odiava a verdade e possuía uma humanidade maligna. Era um demônio, um satanás, um dos anticristos.

Mais tarde, vi um vídeo de leitura das palavras de Deus. Deus Todo-Poderoso diz: “O apreço que os anticristos têm por seu status e prestígio vai além do das pessoas normais e é algo de dentro de seu caráter e essência; não é um interesse temporário nem o efeito transitório de seu ambiente — é algo de dentro de sua vida, de seus ossos, e é, portanto, sua essência. Isso quer dizer que, em tudo que um anticristo faz, sua primeira preocupação é seu status, seu prestígio, nada mais. Para um anticristo, status e prestígio são sua vida e seu objetivo vitalício. Em tudo que faz, sua primeira consideração é: ‘O que acontecerá com meu status? E com meu prestígio? Fazer isso me dará prestígio? Elevará meu status na mente das pessoas?’. Essa é a primeira coisa em que ele pensa, e é prova suficiente de que ele tem o caráter e a essência de um anticristo; se não fosse assim, ele não se esforçaria tanto. Pode-se dizer que, para um anticristo, status e prestígio não são uma exigência adicional, muito menos algo extrínseco do qual ele pudesse abrir mão. São parte da natureza dos anticristos, estão em seus ossos, em seu sangue, são inatos para eles. Os anticristos não são indiferentes a se possuem status e privilégio; essa não é sua atitude. Qual, então, é sua atitude? Status e privilégio estão intimamente conectados ao seu dia a dia, ao seu estado diário, ao que aspiram diariamente. E assim, para os anticristos, status e prestígio são sua vida. Não importa como vivam, não importa o ambiente em que vivam, não importa o trabalho que façam, não importa ao que aspirem, quais sejam seus objetivos, qual seja a direção de sua vida, tudo gira em torno de ter uma boa reputação e uma posição alta. E esse objetivo não muda; eles nunca conseguem deixá-lo de lado. Essa é a face verdadeira dos anticristos e sua essência. Você poderia colocá-los numa selva primordial, no meio das montanhas, e, mesmo assim, eles não renunciariam a status e prestígio; você pode colocá-los num grupo de pessoas comuns, e tudo em que pensam continua sendo status e prestígio. Uma vez que adquirem fé, eles veem status e prestígio como equivalentes à busca de fé em Deus; o que quer dizer que, enquanto trilham a senda de fé em Deus, eles também buscam status e prestígio. Pode-se dizer que, em seu coração, eles acreditam que a fé em Deus e a busca da verdade são a busca de status e prestígio; busca de status e prestígio também é a busca da verdade, e ganhar status e prestígio é ganhar verdade e vida. Se acham que não têm prestígio nem status, que ninguém os admira, ou os venera, ou os segue, eles ficam muito frustrados, acreditam que não faz sentido acreditar em Deus, que isso não tem valor, e dizem para si mesmos: ‘Essa fé em Deus é uma perda de tempo? É inútil?’. Muitas vezes eles ponderam sobre tais coisas em seu coração, ponderam sobre como podem construir um lugar para si na casa de Deus, como podem ter uma reputação elevada na igreja, para que as pessoas escutem quando eles falam, e os apoiem quando eles agem, e os sigam para onde quer que eles vão; para que tenham uma voz na igreja, uma reputação, para que desfrutem de benefícios e tenham status — eles ponderam sobre tais coisas com frequência. Isso é tudo que essas pessoas buscam. Por que estão sempre pensando nessas coisas? Depois de lerem as palavras de Deus, depois de ouvirem sermões, eles realmente não entendem nada disso, eles realmente não são capazes de discernir tudo isso? As palavras de Deus e a verdade realmente não são capazes de mudar suas noções, ideias e opiniões? De forma alguma é o que ocorre. O problema começa com eles, é totalmente porque eles não amam a verdade, porque, em seu coração, eles detestam a verdade e, como resultado, não são nem um pouco receptivos para a verdade — algo que é determinado por sua natureza e essência” (‘Eles só cumprem seu dever para se distinguir e alimentar seus próprios interesses e ambições; eles nunca levam em consideração os interesses da casa de Deus e até traem esses interesses em troca de glória pessoal (parte 3)’ em “Expondo os anticristos”). Ao ponderar sobre as palavras de Deus, vi que anticristos cobiçam especialmente nome e status. Não importa onde estejam nem o que façam, só pensam em ser admirados e valorizados pelos outros, em ter autoridade para tomar decisões. Se não conseguem obter isso, eles ficam decepcionados e até perdem o interesse em ter fé e cumprir um dever. No coração deles, status e reputação estão acima de tudo. Não importa o que aconteça em volta deles nem quantas palavras de Deus eles escutem, nunca vão mudar essa busca. E em nome da própria imagem e interesses deles, até mesmo lutarão contra Deus e a verdade até o fim. Lembrei-me do comportamento de Chen. Ela valorizava nome e status acima de tudo, a ponto de fazer deles sua própria vida. Ela sempre lutava pela autoridade de tomar a decisão final e ficava rancorosa e emburrada quando não conseguia. Ela até minava os outros e causava problemas. Ela tinha perdido toda razão humana. Quando os interesses da igreja estavam envolvidos, ainda assim ela colocava nome e status em primeiro lugar. Não importava quão urgente fosse para o trabalho da casa de Deus ou se outros estivessem em perigo, ela não se importava. Às vezes, ela estava ciente de que era uma influência desordeira, mesmo assim queria proteger o próprio status. Chen havia sido líder por anos. Ela sabia que falsos líderes e anticristos deviam ser dispensados imediatamente, mas ela só queria proteger o próprio status, então, quando via falsos líderes e anticristos cometendo todo tipo de mal, perturbando o trabalho da igreja, ela agia como escudo para eles. Isso fez mal ao trabalho da igreja e prejudicou seriamente a entrada na vida dos membros da igreja. Ela era cúmplice do mal e trabalhava descaradamente contra Deus. Lembrei-me desta passagem das palavras de Deus: “Todos que foram corrompidos por Satanás têm caráter corrupto. Alguns não têm nada além de caráter corrupto, enquanto outros são diferentes: eles não só têm caráter satânico corrupto, mas sua natureza é também extremamente maliciosa. Não só suas palavras e ações revelam seu caráter satânico corrupto; essas pessoas são, além disso, o genuíno diabo Satanás. Seu comportamento interrompe e perturba a obra de Deus, prejudica a entrada na vida de irmãos e irmãs e danifica a vida normal da igreja. Mais cedo ou mais tarde, esses lobos em pele de cordeiro precisam ser removidos; uma atitude impiedosa, uma atitude de rejeição, deveria ser adotada para com esses lacaios de Satanás. Só isso é ficar do lado de Deus, e aqueles que deixam de fazê-lo estão chafurdando na lama com Satanás” (‘Um alerta para aqueles que não praticam a verdade’ em “A Palavra manifesta em carne”). Ela era uma líder, mas longe de defender os interesses da casa de Deus. Quanto mais crítico ou urgente era, mais ela se transformava em um obstáculo. Ela era sempre assim. Isso não era só mostrar alguma corrupção ou carecer de discernimento no momento. Ela atrapalhava e minava conscientemente o trabalho da casa de Deus. É exatamente isso que Deus descreveu como “o genuíno diabo Satanás”. Com base nos princípios, esse tipo de pessoa deve ser removido da igreja. Quanto mais eu ponderava as palavras de Deus, mais claro ficava. Vi como eu tinha sido cega e tola. Simplesmente fui tolerante com essa malfeitora, esse anticristo, tratando-a como irmã. Apenas achava que ela era jovem e instável, que ela tinha dons, calibre e competência, por isso a ajudava, apoiava e lhe dava várias chances por amor. Eu também estava protendo uma falsa líder, um anticristo, permitindo que o trabalho da casa de Deus fosse prejudicado. Orei a Deus em minha dor e autocensura: “Deus, eu não tive nenhum discernimento. Fui um escudo para uma falsa líder, um anticristo, e cometi uma transgressão séria diante de Ti. Deus, quero me arrepender. Por favor, guia-me a me levantar e expor as maldades de Chen e proteger o trabalho da igreja”.

Depois disso, outros obreiros e eu escrevemos uma carta denunciando Chen e então expusemos e dissecamos seus atos malignos para ela pessoalmente. Ela se achou injustiçada e não teve nenhum entendimento de seu comportamento. Lembrei-me de algo das palavras de Deus, de que não existe a palavra “arrependimento” no dicionário de uma pessoa maligna. Tive uma certeza ainda maior que, por natureza, Chen odiava e desprezava a verdade. Não importava quanto mal cometesse nem que fracassos experimentasse, ela não conseguia se arrepender de verdade. Nós a dispensamos de acordo com os princípios. Depois de ser dispensada do cargo, ela não refletiu nem um pouco sobre si mesma. Continuou dizendo que a casa de Deus carecia de amor e, no fim, desistiu da própria fé. Isso me mostrou que Chen era um anticristo, uma incrédula exposta por meio da obra de Deus. Ela foi oficialmente expulsa da igreja.

Depois, refleti sobre mim mesma. Por que eu não tinha reconhecido um anticristo bem do meu lado? O que me faltou para que eu não tivesse esse discernimento? Percebi por meio dessa reflexão que, após lutar pela própria imagem, ela sempre se abria sobre seu comportamento e opiniões e, às vezes, até derramava lágrimas. Eu achava que ela se preocupava com status, mas que conseguia aceitar a verdade e queria se arrepender. A razão por trás de suas ações desordeiras e insensatas era que ela era jovem, instável, presa à sua corrupção e incapaz de parar. Por isso, eu só oferecia comunhão e ajuda e sempre tentava refletir e entender a mim mesma. Além disso, quando o nome e status dela não estavam envolvidos, ela se dava bem com os outros e assumia um fardo pelo seu dever. Eu fui enganada por essa imagem falsa que ela criou. Mais tarde, vi outro vídeo de uma leitura das palavras de Deus que realmente me ajudou a entender isso. Deus Todo-Poderoso diz: “A despeito do meio pelo qual os anticristos enganam as pessoas e tentam convencê-las, uma coisa é certa: em nome de seu poder e status, eles quebram a cabeça e usam todos os meios à sua disposição para alcançar seus objetivos. Algo mais também é certo: não importa o que estão fazendo, eles não estão cumprindo seu dever, muito menos o fazem para cumprir bem seu dever, mas para alcançar seu objetivo de tomar o poder dentro da igreja. Além disso, não importa o que estão fazendo, eles nunca levam em conta os interesses da casa de Deus, muito menos levam em consideração os interesses dos escolhidos de Deus. Você nunca encontrará nenhuma dessas coisas no dicionário do anticristo; ambas estão naturalmente ausentes neles. Não importa o nível de liderança que ocupam, eles são totalmente indiferentes aos interesses da casa e dos escolhidos de Deus. Para eles, os interesses e o trabalho da casa de Deus nada têm a ver com eles. Ambos são desdenhados por eles; eles só consideram status e interesses próprios. […] Às vezes, se alguém reporta que eles fizeram atos perversos demais e o Alto descobre, eles sentirão como se estivessem prestes a perder o status, então vão chorar amargamente, e por fora parecer que estão arrependidos e voltados para Deus; mas qual é o motivo real para as lágrimas deles? Por que eles sentem remorso? Sua tristeza, sua angústia advém do fato de que eles não mais têm lugar no coração das pessoas, e perderam seu status e reputação. Esse é o motivo para as lágrimas deles. Ao mesmo tempo, eles estão contemplando os passos seguintes na consolidação de seu status e aprendendo com seu fracasso. A julgar pelo que se manifesta nos anticristos, eles nunca se arrependem nem sofrem por suas transgressões e pelos caracteres corruptos que são revelados neles, muito menos poderiam ter um entendimento verdadeiro dessas coisas e se arrepender. Mesmo que se ajoelhem diante de Deus com lágrimas escorrendo pelo rosto, refletindo sobre si mesmos e se amaldiçoando, isso continua sendo um subterfúgio — um subterfúgio que alguns acreditam ser genuíno. Pode até ser que suas emoções, em tais momentos, sejam genuínas, mas lembre-se de que os anticristos nunca podem se arrepender de verdade. Mesmo que chegue um dia em que serão expostos e expulsos, eles nunca se arrependerão verdadeiramente, apenas admitirão que falharam, que a trama não funcionou. Por que Eu digo isso? É com base na natureza dos anticristos: eles nunca poderão aceitar a verdade. Portanto, seu autoconhecimento é sempre falso” (‘Eles confundem, atraem, ameaçam e controlam as pessoas’ em “Expondo os anticristos”). As palavras de Deus me mostraram que anticristos são demônios, malignos e astutos por natureza, e usam táticas muito espertas para enganar. Às vezes, parecem ser amorosos, tolerantes e pacientes com outros, mas quando os interesses deles são afetados, eles atacam e rejeitam os outros implacavelmente. É assim que você pode identificar que o amor, a paciência e a tolerância deles são falsos. Às vezes, eles choram amargamente, conhecem e amaldiçoam a si mesmos, mas não é arrependimento verdadeiro. É para enganar e controlar os outros, para fortalecer a posição deles. Lembrei-me de todas as minhas interações com Chen. Normalmente, quando o nome e o status dela não eram afetados, ela se dava bem conosco, mas assim que eram afetados, ela mostrava outro lado. Quando ela era responsável pelo meu trabalho, ela me ajudava e apoiava, mas quando eu era responsável pelo trabalho dela, ela se tornava fria em relação a mim e me sabotava por inveja. Quando apontávamos os problemas dela, ela não aceitava e até inventava desculpas. Ela nos responsabilizava e nos atacava. Tempos depois, ela falou abertamente sobre a corrupção que manifestara e chorou, dizendo que queria mudar e se arrepender, mas não houve mudança nenhuma nela. Ela se abria conosco e mostrava autoconhecimento, mas os truques de Satanás se escondiam por trás disso. Ela queria usar isso para nos enganar, para que pensássemos que ela entendia a si mesma e não a víssemos pelo que era. Assim ela protegia o lugar que ocupava. Ela também quis que ficássemos do lado dela, sendo solidários e compreensivos. O autoconhecimento dela só servia para enganar as pessoas. Era muito dissimulado e maligno. Eram só lágrimas de crocodilo, e, não prestando atenção, era fácil ser seduzido e enganado por ela. Aqueles que realmente têm consciência e razão, que possuem humanidade se enchem de remorso e odeiam a si mesmos no instante em que fazem algo ruim para a casa de Deus ou interrompe o trabalho dela. Depois, querem fazer de tudo para compensar o dano que causaram e, no fundo do coração, querem se arrepender e mudar. Mas Chen era exatamente o oposto. Não importava quanto dano causasse ao trabalho da casa de Deus, ela nunca se arrependia nem se sentia mal, e ela não chorava porque odiava o mal que tinha cometido. Depois, quando expusemos seus atos malignos, ela não se arrependeu. Só fez acusações falsas, acusando a casa de Deus de não ter amor. Isso mostrou que ela não aceitava mesmo a verdade. Por natureza, ela odiava a verdade, era muito rígida e cruel. Ela manifestou a natureza e essência de um anticristo, não tenho dúvida disso. Então vi finalmente que não discernir a natureza, as características e táticas de enganação dos anticristos significa que é fácil confundir alguém com a essência de um anticristo com alguém com um caráter de anticristo e ser cegamente bondoso com diabos e, sem saber, fazer algo contra Deus.

Depois de tudo isso, pude sentir como é importante aprender a discernir falsos líderes e anticristos. Eu nunca me concentrava em aprender verdades relacionadas ao discernimento. Eu tinha uma ideia básica, um entendimento geral do comportamento de falsos líderes e anticristos, por isso eu não vi um deles, que estava bem do meu lado. Eu fui escudo para um anticristo sem saber, o que me deixou com tanto remorso e culpa. Também experimentei que aprender a verdade e ganhar discernimento é o único modo de fazer a vontade de Deus em momentos críticos, de expor falsos líderes e anticristos e proteger a casa de Deus. Sou grata a Deus por arranjar essa situação realista para mim e pela orientação das palavras Dele, que me deram algum discernimento sobre os anticristos e algum entendimento das minhas próprias deficiências. Agora tenho uma experiência sincera sobre a importância de se buscar a verdade. Aprendi isso graças à orientação e às bênçãos de Deus! Graças a Deus!

O alarme dos últimos dias já tocou e grandes desastres já começaram. Você quer dar as boas-vindas ao retorno do Senhor e ter a chance de receber a proteção de Deus com sua família?

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