Não perca a oportunidade de conhecer a soberania do Criador

14 de Abril de 2020

O punhado de décadas que constitui uma vida humana não é longo nem curto. Os vinte e tantos anos entre o nascimento e a maioridade passam num piscar de olhos, e, embora nesse ponto da vida as pessoas sejam consideradas adultas, quem está nessa faixa etária sabe quase nada sobre a vida humana e a sina humana. À medida que ganham mais experiência, elas vão entrando gradualmente na meia-idade. Pessoas nos seus trinta e quarenta anos adquirem uma experiência inicial de vida e sina, mas suas ideias sobre essas coisas ainda são muito confusas. Não é até os quarenta anos de idade que algumas pessoas começam a entender a humanidade e o universo, os quais foram criados por Deus, a compreender de que se trata a vida humana, de que se trata a sina. Algumas pessoas, mesmo sendo seguidoras de Deus há muito tempo e já de meia-idade, ainda não possuem um conhecimento e uma definição acurados da soberania de Deus, muito menos uma submissão verdadeira. Algumas pessoas não se importam com nada além de buscar receber bênçãos e, embora tenham vivido muitos anos, não conhecem nem entendem de modo algum o fato da soberania do Criador sobre a sina humana e, portanto, não entraram nem um pouco na lição prática de se submeter às orquestrações e aos arranjos de Deus. Tais pessoas são completamente tolas; tais pessoas vivem a vida em vão.

Se for dividida de acordo com o grau de experiência de vida de uma pessoa e seu conhecimento da sina humana, a vida humana se decomporá aproximadamente a três fases. A primeira fase é a juventude, os anos entre o nascimento e a meia-idade, ou do nascimento aos trinta anos. A segunda fase é o amadurecimento, da meia-idade à velhice, ou dos trinta aos sessenta anos. E a terceira fase é o período da maturidade, da velhice, começando aos sessenta anos até a pessoa partir do mundo. Em outras palavras, do nascimento à meia-idade, o conhecimento da maioria das pessoas sobre sina e vida é limitado a papaguear ideias alheias; ele quase não tem substância real e prática. Durante esse período, a perspectiva sobre a vida e o modo de se traçar o próprio caminho no mundo são muito superficiais e ingênuos. Esse é o período juvenil da pessoa. Só depois de ter experimentado todas as alegrias e tristezas da vida é que a pessoa ganha uma compreensão real de sina e, gradualmente — de maneira subconsciente, no fundo do coração —, ela chega a apreciar a irreversibilidade da sina e percebe devagar que a soberania do Criador sobre a sina humana existe verdadeiramente. Esse é o período de amadurecimento da pessoa. Quando para de lutar contra a sina, quando não está mais disposta a ser atraída por contendas, mas sabe de seu fado, ela se submete à vontade do Céu, recapitula as próprias realizações e seus erros na vida e espera o julgamento do Criador sobre a sua vida — esse é o período da maturidade. Considerando os diferentes tipos de experiências e ganhos que as pessoas obtêm durante esses três períodos, em circunstâncias normais sua janela de oportunidade para conhecer a soberania do Criador não é muito grande. Se viver até os sessenta anos, a pessoa tem apenas cerca de trinta anos para conhecer a soberania de Deus; se quiser um período de tempo maior, isso só é possível se ela viver o bastante, se for capaz de viver um século. Então Eu digo que, conforme as leis normais da existência humana, embora seja um processo muito longo desde que a pessoa se depara pela primeira vez com a questão de conhecer a soberania do Criador até ela ser capaz de reconhecer o fato da soberania do Criador, e dali até o ponto em que é capaz de se submeter a ela, se alguém de fato contar os anos, não há mais de trinta ou quarenta durante os quais se tem a chance de ganhar essas recompensas. E com frequência as pessoas se deixam levar por seus desejos e suas ambições de receber bênçãos; elas não conseguem discernir onde reside a essência da vida humana, não compreendem a importância de conhecer a soberania do Criador e assim não acalentam essa oportunidade preciosa de entrar no mundo humano para experimentar a vida humana, experimentar a soberania do Criador, e não percebem quão inestimável é para um ser criado receber a orientação pessoal do Criador. Então Eu digo: as pessoas que querem que a obra de Deus acabe rápido, que desejam que Deus arranje o fim do homem assim que possível para poderem contemplar de imediato a Sua pessoa real e logo ser abençoadas, são culpadas do pior tipo de desobediência e tolas ao extremo. E aquelas que desejam, durante seu tempo limitado, agarrar essa oportunidade única de conhecer a soberania do Criador, essas são as pessoas sábias, as brilhantes. Esses dois desejos diferentes expõem duas perspectivas e buscas enormemente diferentes: aqueles que buscam bênçãos são egoístas e baixos; eles não mostram consideração pela vontade de Deus, nunca buscam conhecer a soberania de Deus, nunca desejam submeter-se a ela, simplesmente querem viver como lhes agrada. São degenerados felizes, são a categoria que será destruída. Aqueles que buscam conhecer a Deus são capazes de pôr de lado seus desejos, estão dispostos a submeter-se à soberania de Deus e aos arranjos de Deus; eles tentam ser o tipo de pessoa que é submissa à autoridade de Deus e que satisfaz o desejo de Deus. Tais pessoas vivem na luz, vivem em meio às bênçãos de Deus; elas certamente serão elogiadas por Deus. Seja qual for, a escolha humana é inútil, os humanos não têm de dizer quanto tempo a obra de Deus vai levar. É melhor que as pessoas se ponham à mercê de Deus, se submetam à Sua soberania. Se você não se puser à mercê Dele, o que poderá fazer? Deus sofrerá uma perda? Se você não se puser à mercê Dele, se tentar ficar no comando, estará fazendo uma escolha tola e será o único a sofrer uma perda no fim. Somente se as pessoas cooperarem com Deus o mais rápido possível, somente se elas se apressarem em aceitar Suas orquestrações, conhecerem Sua autoridade e entenderem tudo o que Ele tem feito por elas é que terão esperança, sua vida não será vivida em vão, elas alcançarão a salvação.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único III’ em “A Palavra manifesta em carne

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