Quando estou interagindo com amigos e familiares e me deparo com uma situação que me irrita, tendo a ficar muito zangado e expor sangue quente. Eu me sinto muito mal com isso. Eu quero perguntar: “Como alguém deve interagir com os outros e viver uma humanidade normal?”

25 de Março de 2021

Palavras de Deus relevantes:

Independentemente de alguém ficar bravo à vista de outros ou por trás de suas costas, todos têm uma intenção e um propósito diferentes para a sua raiva. Talvez estejam construindo o seu prestígio ou talvez estejam defendendo seus interesses próprios, mantendo sua imagem ou o respeito. Alguns exercitam o comedimento em sua raiva, enquanto outros são mais impetuosos e permitem que sua fúria irrompa sempre que desejam, sem um pingo de comedimento. Em resumo, a raiva do homem deriva de seu caráter corrupto. Independentemente de seu propósito, ela provém da carne e da natureza; nada tem a ver com justiça ou injustiça porque nada na natureza-essência do homem corresponde à verdade. Assim, a índole da humanidade corrupta e a ira de Deus não devem ser mencionadas no mesmo fôlego. Sem exceção, o comportamento de um homem corrompido por Satanás começa com o desejo de salvaguardar a corrupção e de fato está baseado na corrupção; é por isso que a raiva do homem não pode ser mencionada no mesmo fôlego que a ira de Deus, não importando o quanto a raiva do homem possa parecer adequada na teoria.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne

Uma vez que tenha status, muitas vezes um homem achará difícil controlar seu estado de espírito e, assim, ele apreciará aproveitar as oportunidades para expressar sua insatisfação e descarregar suas emoções; frequentemente irromperá em fúria por nenhuma razão aparente, a fim de revelar sua habilidade e permitir que os outros saibam que seu status e identidade são diferentes daqueles das pessoas comuns. É claro que as pessoas corruptas sem qualquer status também perdem o controle com frequência. A raiva delas é muitas vezes causada por dano a seus interesses privados. A fim de proteger o próprio status e dignidade, a humanidade corrupta frequentemente descarregará suas emoções e revelará sua natureza arrogante. O homem irromperá em raiva e descarregará suas emoções a fim de defender e sustentar a existência do pecado, e essas ações são as maneiras com que o homem expressa sua insatisfação; elas transbordam de impurezas, de esquemas e intrigas, da corrupção e da maldade do homem e, mais que qualquer outra coisa, elas transbordam das ambições e dos desejos selvagens do homem. Quando a justiça se confrontar com a malícia, a raiva do homem não irromperá em defesa da existência da justiça ou para sustentá-la; pelo contrário, quando as forças da justiça são ameaçadas, perseguidas e atacadas, a atitude do homem é de ignorar, se esquivar ou recuar para longe. Entretanto, ao enfrentar as forças do mal, a atitude do homem é a de acomodar-se, de comportar-se servilmente. Portanto, o descarregar do homem é um escape para as forças do mal, uma expressão da má conduta desenfreada e incontrolável do homem carnal.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Se as pessoas acreditarem e amarem a Deus, terão que pagar um preço. Em vez de tentar agir de determinada maneira externamente, elas devem buscar uma percepção verdadeira nas profundezas do coração. Se cantar e dançar o deixa entusiasmado, mas você é incapaz de colocar a verdade em prática, pode-se dizer que você ama a Deus? Amar a Deus requer buscar a vontade de Deus em todas as coisas, que você sonde profundamente quando algo acontecer com você, que tente entender a vontade de Deus, que tente ver qual é a vontade Dele nesta questão, o que Ele deseja que você realize e como você deve estar atento à Sua vontade. Por exemplo: acontece algo que exige que você enfrente adversidades, momento em que você deve entender o que é a vontade de Deus e como deve estar atento a ela. Você não deve satisfazer a si mesmo: em primeiro lugar, ponha-se de lado. Nada é mais desprezível que a carne. Você deve procurar satisfazer a Deus e cumprir seu dever. Com tais pensamentos, Deus trará iluminação especial a você neste assunto, e seu coração também será consolado. Seja grande ou pequeno, quando alguma coisa acontecer com você, você deve primeiramente pôr-se de lado e considerar a carne como a mais desprezível de todas as coisas. Quanto mais você satisfaz a carne, mais liberdades ela toma; se você a satisfizer desta vez, da próxima vez ela pedirá mais. À medida que isso continua, as pessoas passam a amar a carne ainda mais. A carne sempre tem desejos extravagantes; sempre exige que você a satisfaça e que a gratifique internamente, seja nas coisas que você come, naquilo que veste, ou perdendo a cabeça ou cedendo às suas próprias fraquezas e preguiça… Quanto mais você satisfaz a carne, maiores ficam os desejos dela e mais debochada ela se torna, até chegar ao ponto em que a carne das pessoas abriga noções ainda mais profundas, desobedece a Deus, exalta a si mesma e duvida da obra de Deus. Quanto mais você satisfaz a carne, maiores são as fraquezas da carne; você sempre sentirá que ninguém se solidariza com suas fraquezas, você sempre acreditará que Deus foi longe demais e dirá: “Como Deus pôde ser tão severo? Por que Ele não dá uma folga às pessoas?” Quando as pessoas satisfazem a carne e a valorizam demais, elas se arruínam. Se você realmente amar a Deus e não satisfazer a carne, verá que tudo o que Deus faz é bem justo e tão bom e que a maldição Dele para sua rebeldia e o julgamento de sua injustiça são justificados. Haverá ocasiões em que Deus o castigará, disciplinará e criará um ambiente para ajustá-lo, forçando-o a chegar diante Dele — e você sempre sentirá que o que Deus está fazendo é maravilhoso. Assim, você sentirá como se não houvesse muita dor e que Deus é tão amável. Se ceder às fraquezas da carne e disser que Deus vai longe demais, você sempre sentirá dor, estará sempre deprimido e ficará confuso sobre toda a obra de Deus, e parecerá que Deus é apático à fraqueza humana e desconhece as dificuldades humanas. Assim, você sempre se sentirá miserável e sozinho, como se tivesse sofrido uma grande injustiça, e neste momento, começará a reclamar. Quanto mais você ceder às fraquezas da carne dessa forma, mais sentirá que Deus vai longe demais, até ficar tão ruim que você nega a obra de Deus, começa a se opor a Deus e se torna cheio de desobediência. […] Se você pode ganhar vida diante de Deus e qual será o seu destino final depende de como você realiza sua rebelião contra a carne. Deus salvou, escolheu e predestinou você, mas se, hoje, você não estiver disposto a satisfazê-Lo, não estiver disposto a praticar a verdade, não estiver disposto a se rebelar contra a sua própria carne com um coração que verdadeiramente ama a Deus, por fim, você arruinará a si mesmo e assim suportará uma dor extrema. Se você sempre ceder à carne, Satanás gradualmente o engolirá e o deixará sem vida ou sem o toque do Espírito, até que chegue o dia em que você estará completamente escuro por dentro. Quando viver na escuridão, você terá sido levado cativo por Satanás, não terá mais Deus em seu coração e, nesse momento, negará a existência de Deus e O abandonará. Assim, se as pessoas desejam amar a Deus, elas devem pagar o preço da dor e suportar adversidades. Não há necessidade de fervor e sofrimento externos, de ler mais e se ocupar mais; em vez disso, elas deveriam deixar de lado as coisas dentro delas: os pensamentos extravagantes, os interesses pessoais e suas próprias considerações, noções e intenções. Tal é a vontade de Deus.

Extraído de ‘Apenas amando a Deus é que verdadeiramente se crê em Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

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