Doença e adversidade revelaram minhas cores verdadeiras

20 de Janeiro de 2022

Por Tingting, China

Desde pequena, eu era propensa a dores de cabeça, e, às vezes, doía tanto que eu ficava me revirando na cama. Na minha adolescência, procurei um médico, que disse que as dores eram causadas por vasoespasmos cerebrais e exigiam medicação, mas quando vi todos os efeitos colaterais do remédio que ele prescreveu, tive medo de tomar. Eu apenas tolerei a dor. Depois de aceitar a obra de Deus Todo-Poderoso, minha condição melhorou muito, do nada. Agradeci a Deus de coração. Depois disso, concentrei-me em participar de reuniões e cumprir o meu dever, pensando que, já que era crente, Deus certamente me protegeria, Ele abriria uma senda sempre que eu tivesse dificuldades, manteria minha família bem e segura, e me protegeria de qualquer problema de saúde. Mais tarde, larguei o emprego e saí de casa para cumprir meu dever em tempo integral. Assim, vários anos assim se passaram num piscar de olhos, enquanto eu cumpria meu dever incansavelmente. Mas minha saúde começou a deteriorar alguns anos atrás, e passei a sentir fadiga, um aperto no peito e falta de ar com frequência. Em algumas manhãs, nem ousava abrir a boca, porque dizer algumas palavras já me esgotava e me deixava exausta pelo resto da manhã. No início, eu não dava muita atenção e pensava: “Minha condição está nas mãos de Deus. Devo continuar cumprindo meu dever, então, em algum momento, vou melhorar”. Mas dois anos se passaram e minha saúde só piorava. Além da fadiga, às vezes, do nada, meu coração começava a acelerar ou eu começava a suar frio e ficava muito nervosa, precisando deitar-me imediatamente. Não conseguia nem falar. O pior era que as dores de cabeça também voltaram, e, às vezes, eu me sentia como se meus vasos sanguíneos estivessem prestes a explodir. Tomei alguns remédios chineses, mas nada ajudou. Fui fazer uma consulta, e o médico disse que era uma isquemia miocárdica séria e vasoespasmos cerebrais. Disse que, se meus vasos rompessem, eu poderia morrer a qualquer momento. Quando ouvi isso, lembrei-me do meu avô, que morreu após uma trombose cerebral, e meu pai sofreu uma hemorragia cerebral aguda aos 40 anos e morreu três dias depois. Agora, Eu tinha dores de cabeça intensas o tempo todo. Será que um dia eu teria uma ruptura de vaso sanguíneo, como meu pai. Eu tinha deixado minha família e meu emprego para cumprir meu dever por anos; por que minha saúde estava piorando? Eu achava que Deus deveria estar me protegendo. Nos dias seguintes, eu ainda cumpri meu dever, mas vivia sempre lastimando minha condição. Embora orasse e buscasse a vontade de Deus e lesse Suas palavras sobre como passar pela doença, perdi minha vontade de orar e buscar quando não vi melhora alguma. Voltei para a minha família para ter como pagar pelo tratamento, mas minha sogra me disse que a fábrica em que meu marido trabalhava tinha falido e não tinha pago seu salário. Isso me deixou muito chateada. Eu não estava bem, meu marido tinha perdido o emprego e nem tinha sido pago. Esqueça o tratamento — como sobreviveríamos? Naqueles dias, pensar na deterioração da minha saúde e no desemprego do meu marido, me dava uma dor insuportável. Pensava: “Renunciei a tanto por meu dever. Por que Deus não está me protegendo?”. Mas então pensava: “Não posso culpar a Deus. Devo me submeter. Quem sabe, meu marido pode encontrar um bom emprego e compensar aqueles salários que nunca recebeu”. Então orei: “Deus, depende de Ti se meu marido encontrará um emprego ou não. Estou colocando seu trabalho em Tuas mãos…”. Eu tinha um pingo de esperança enquanto orava e desejava que ele encontrasse trabalho logo. Mas alguns meses passaram e ele ainda não tinha encontrado nada. Eu estava muito decepcionada e sem energia. Eu parecia estar cumprindo meu dever, mas quando pensava em minha saúde e família, eu ficava muito transtornada. Houve momentos em que poderia ter cumprido melhor o meu dever se tivesse me esforçado um pouco mais, mas pensava: “Isso basta. De que adianta investir mais energia?”. Assim, perdi o entusiasmo que tivera pelo meu dever. O progresso era lento no trabalho pelo qual eu era responsável, e eu não tinha mais aquele fogo de costume. Quando via os irmãos com problemas em seu dever, nunca tinha vontade de intervir e ajudar. Minha abordagem negativa e negligente teve um impacto sério sobre o trabalho da igreja, mas eu estava tão entorpecida que não dei muita importância a isso. Eu estava péssima por causa do que estava acontecendo na minha família, então orei a Deus: “Deus, há tempos, estou me sentindo péssima. Estou sempre fazendo exigências a Ti, e meu coração não está no meu dever. Sei que deveria me submeter, mas não consigo abrir mão e não sei como passar por tudo isso. Por favor, guia-me para entender Tua vontade”.

Um dia, pouco tempo após essa oração, uma passagem das palavras de Deus me veio à mente: “No decorrer do curso de Sua obra, desde o início, Deus definiu provações para cada pessoa — ou, pode-se dizer, para cada pessoa que O segue — e essas provações vêm em diferentes tamanhos. Há aqueles que experimentaram a provação de serem rejeitados por sua família, aqueles que vivenciaram a provação de ambientes adversos, aqueles que experimentaram a provação de ser presos e torturados, aqueles que vivenciaram a provação de se deparar com escolhas, e aqueles que se depararam com as provações relacionadas ao dinheiro e ao status. Falando em geral, cada um de vocês se deparou com todos os tipos de provações. Por que Deus opera dessa forma? Por que Deus trata todo mundo dessa forma? Que tipo de resultado Ele busca? Esse é o ponto que quero comunicar a vocês: Deus quer ver se essa pessoa é ou não do tipo que teme a Deus e evita o mal. O que isso significa é que, quando Deus está lhe dando uma provação, fazendo-o enfrentar certa circunstância, a intenção Dele é testar se você é ou não uma pessoa que teme a Deus e evita o mal” (‘Como conhecer o caráter de Deus e os resultados que Sua obra alcançará’ em “A Palavra manifesta em carne”). Percebi que Deus faz obra diferente e estabelece ambientes diferentes para todos. Ele quer ver a atitude deles em situações diferentes, e se conseguem temer a Deus e evitar o mal. Aquilo foi um despertar para mim. Minha saúde tinha deteriorado durante todo esse tempo, meu marido tinha perdido o emprego, e não tínhamos fonte de renda. Tudo isso aconteceu com a permissão de Deus. Eu deveria me submeter, buscar a verdade e aprender uma lição. Mas eu não estava buscando a vontade de Deus ou pensando em como dar testemunho. Em vez disso, estava deprimida e me queixava. Isso não era rebelar-se e resistir a Deus? Pensei em Jó, que tinha rebanhos enormes e grande riqueza que foi tudo roubado dele, e seu corpo se cobriu de chagas. Mesmo assim, ele nunca culpou a Deus, e se prostrou e disse: “Jeová deu, e Jeová tirou; bendito seja o nome de Jeová” (Jó 1:21). A fé de Jó era fé verdadeira. Refletir sobre a experiência de Jó me encheu de vergonha. Ele não tinha lido muitas palavras de Deus, e diante de uma provação tão grande, ele permaneceu firme na fé e deu testemunho de Deus. Mas eu desfrutava da orientação e do sustento das palavras de Deus a cada dia e, ainda assim, não tinha fé verdadeira nem submissão a Deus. A doença e o desemprego do meu marido me deixaram deprimida, resmungando. Eu era tão rebelde!

Naquele momento, orei a Deus em submissão, disposta a me arrepender, e pedi que Ele me esclarecesse para que eu conhecesse a mim mesma. Depois disso, li algumas passagens das palavras de Deus, Deus Todo-Poderoso diz: “O que você busca é ser capaz de ter paz depois de crer em Deus, que suas crianças estejam livres de doenças, que seu marido tenha um bom emprego, que seu filho encontre uma boa esposa, que sua filha encontre um marido decente, que seus bois e cavalos arem bem o solo, que tenha um ano de clima bom para suas colheitas. É isso que você busca. Sua busca visa tão somente viver com conforto, que nenhum acidente sobrevenha sua família, que os ventos passem ao largo, que sua face não seja tocada pela areia, que as colheitas de sua família não sejam inundadas, que você não seja atingido por nenhum desastre, em suma, você busca viver no abraço de Deus, viver em um ninho aconchegante. Um covarde como você que sempre busca a carne — você tem um coração, tem um espírito? Você não é uma besta? Eu lhe dou o caminho verdadeiro sem pedir nada em troca, mas você não busca. Você é mesmo alguém que crê em Deus?” (‘As experiências de Pedro: seu conhecimento de castigo e julgamento’ em “A Palavra manifesta em carne”). “O que dizer de sua crença em Deus? Você realmente ofereceu sua vida? Se vocês sofressem as mesmas provações que Jó, nenhum entre vocês que seguem Deus hoje seria capaz de permanecer firme, todos cairiam. E existe simplesmente um mundo de diferença entre vocês e Jó. Hoje, se metade dos seus bens fosse confiscada, vocês ousariam negar a existência de Deus; se seu filho ou filha lhes fosse tirado, correriam pelas ruas gritando rudemente; se a sua única maneira de ganhar seu sustento chegasse a um beco sem saída, você tentaria discutir isso com Deus, você perguntaria por que Eu proferi tantas palavras no começo para assustá-lo. Não há nada que vocês não ousariam fazer em momentos assim. Isso mostra que vocês não ganharam quaisquer percepções verdadeiras e não têm estatura verdadeira” (‘Prática (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”). As palavras de Deus revelaram meu estado exato. Eu não tive a menor dúvida. Eu parecia estar cumprindo meu dever todos os dias, mas estava escondendo motivos desprezíveis no meu coração, pensando que, já que estava cumprindo meu dever na igreja, Deus deveria proteger minha saúde e família, e tudo deveria correr bem. Quando minhas exigências e desejos não foram cumpridos, quando meus interesses foram infringidos, comecei a culpar Deus por minha saúde não melhorar, por meu marido não encontrar trabalho. Em que isso era diferente de “tentar discutir com Deus”? Então percebi que minha fé tinha sido motivada pelo desejo de bênçãos o tempo todo. Eu tinha fé apenas por bênçãos. “Nunca mexa um dedo sem recompensa”, “Cada um por si e o demônio pega quem fica por último” eram venenos satânicos segundo os quais eu vivia. Eu tinha aplicado uma mentalidade transacional mundana a Deus, usando a Ele e meu dever para alcançar meu objetivo desprezível de receber bênçãos. Eu estava fazendo tratos com Deus, enganando e lutando contra Ele! Deus me trouxe para a Sua casa e sempre me regou e sustentou com Suas palavras, para que eu pudesse ganhar a verdade, ser liberta dos meus caracteres satânicos e ser salva por Deus. Mas em vez de pensar em buscar a verdade e cumprir bem o meu dever para retribuir Seu amor, Eu estava sendo calculista, enganando a Deus. Tentava argumentar com Deus e O culpava quando meus desejos não se cumpriam. Eu era odiosa e desprezível e indigna de viver diante Dele. Eu me odiei de coração e me perguntei como podia carecer tanto de consciência e razão. Pensei nos israelitas, que se queixaram quando estavam no deserto. Eles não agradeceram a Deus por salvá-los das garras do faraó egípcio, e culparam Deus por não terem carne no deserto, levando Deus a mostrar sua ira, dizendo: “Eles não entrarão no Meu descanso” (Salmos 95:11). No fim, morreram no deserto. Com base no caráter justo de Deus, minhas queixas deveriam ter merecido a punição de Deus. Mas Deus não tirou a minha vida. Em vez disso, Ele julgou, expôs, esclareceu e me guiou com palavras, para que eu reconhecesse minhas visões erradas sobre a fé e meu impulso terrível de ganhar Suas bênçãos. Ele me deu a chance de me arrepender e mudar. Isso era o amor, a salvação de Deus para mim!

Mais tarde, li mais das palavras de Deus, o que me ajudou a ganhar um autoconhecimento ainda mais profundo. Deus Todo-Poderoso diz: “Embora sua boca talvez não o diga, quando as pessoas começam a crer em Deus, em seu coração elas podem muito bem estar pensando: ‘Quero ir para o céu, não para o inferno. Quero que não só eu, mas toda a minha família seja abençoada. Quero comer comida boa, usar roupas bonitas, desfrutar de coisas boas. Quero uma boa família, um bom marido (ou esposa) e bons filhos. Por fim, quero reinar como rei’. Tudo gira em torno daquilo que elas querem. Esse seu caráter, essas coisas que elas pensam no coração, esses desejos extravagantes — tudo isso tipifica a natureza arrogante do homem. O que Me leva a dizer isso? Tudo se resume ao status das pessoas. O homem é um ser criado que veio do pó; Deus formou o homem a partir do barro e soprou nele o sopro da vida. Tal é o status baixo do homem, mas ainda assim as pessoas vêm para diante de Deus querendo isto e aquilo. O status do homem é ignóbil demais; ele não deveria abrir a boca e exigir coisas de Deus. O que, então, as pessoas deveriam fazer? Lutar até o fim, impérvias para as queixas dos outros, empenhar-se e obedecer com alegria. Não se trata de abraçar a humildade com alegria; esse é o status com o qual as pessoas nascem; elas devem ser inatamente obedientes e humildes, pois seu status é humilde, portanto elas não devem exigir coisas de Deus ou ter desejos extravagantes em relação a Deus” (‘Uma natureza arrogante é a raiz da resistência do homem a Deus’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”). O julgamento de Deus me desnudou por completo. É verdade — Deus é o Senhor da criação, Ele governa sobre tudo. Ele é tão honrável, tão grande, mas eu sou só uma criatura feita de pó pela mão de Deus. Em essência, sou baixa e inútil, além disso, fui profundamente corrompida por Satanás e estou cheia de caracteres satânicos, sem um pingo de humanidade. Eu não era digna de exigir coisas de Deus. Eu estar viva hoje, respirando esse sopro que Deus me deu, já é a graça de Deus. Mas eu era arrogante, insensata e estava sempre fazendo exigências a Deus, pensando que, por causa da minha fé, Deus deveria me abençoar e me proteger a cada passo para que eu preservasse minha saúde, vivesse livre de infortúnios, e meu marido pudesse encontrar um emprego, para que tudo corresse sem nenhum problema. Caso contrário, eu só reclamava e culpava a Deus. Faltava-me autoconsciência, e eu não tinha nenhuma razão, nem vergonha! Eu realmente me odiei naquele momento. Lembrei disto nas palavras de Deus: “Se você sempre foi muito leal, com muito amor por Mim, mas ainda assim sofre com o tormento de doenças, pobreza e o abandono dos seus amigos e parentes, ou se você suporta qualquer outro infortúnio da vida, sua lealdade e seu amor para Comigo ainda continuarão?” (‘Um problema muito sério: traição (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”). Também li outra passagem: “Na sua crença em Deus, Pedro procurou satisfazer Deus em tudo, e procurou obedecer a tudo o que viesse de Deus. Sem a mais ligeira queixa, ele pôde aceitar castigo e julgamento, bem como refinamento, tribulação e carência em sua vida, e nada disso conseguiu mudar seu amor a Deus. Não era esse o máximo amor a Deus? Não era esse o cumprimento do dever de uma criatura de Deus? Quer no castigo, no julgamento ou na tribulação; você é sempre capaz de alcançar a obediência até a morte, e isso é o que uma criatura de Deus deve alcançar, esta é a pureza do amor a Deus. Se o homem pode conseguir tanto assim, ele é uma criatura de Deus qualificada, e não há nada que melhor satisfaça o desejo do Criador” (‘O sucesso ou o fracasso dependem da senda que o homem percorre’ em “A Palavra manifesta em carne”). Essas palavras me inspiraram muito, e senti que Deus estava na minha frente, perguntando: “Se essa doença permanecer com você pelo resto dos seus dias e você enfrentar outros problemas financeiros, você continuará cumprindo seu dever com devoção?”. Senti que, naquele instante, Deus estava aguardando a minha resposta. Lembrei-me de Pedro, que era pescador. Às vezes, trabalhava o dia inteiro sem pegar nada, mas nunca se queixou a Deus pelo que lhe faltava, porque ele não buscava riquezas materiais, mas buscava conhecer e amar a Deus. No fim, ele foi aperfeiçoado por Deus. Mas eu queria confortos carnais, sem doença nem adversidade, e mesmo se tivesse sido satisfeita fisicamente, eu não teria ganho a verdade. Não poderia ter recebido a aprovação de Deus. Então tudo não seria sem sentido? Veja os incrédulos. Eles correm atrás de dinheiro e prazeres físicos, e mesmo se têm tudo que querem, eles não têm fé nem a verdade, sua vida é vazia e cheia de dor. Quando vier o grande desastre, eles sucumbirão a ele, gemendo e rangendo os dentes. Embora me faltassem algumas coisas materiais na minha vida, eu tinha Deus comigo e tinha Suas palavras que me orientavam e sustentavam. Se eu entendesse a verdade, vivesse uma semelhança humana e ganhasse a aprovação de Deus no fim, isso me traria mais alegria do que qualquer quantia de dinheiro. Em silêncio, fiz uma oração a Deus: “Deus, não importa se vou melhorar ou não, se haverá uma saída disso na minha vida, estou disposta a me submeter ao Teu governo e arranjos, e a cumprir o meu dever. Não negociarei mais Contigo. Deus, por favor, dá-me força para que eu possa dar testemunho de Ti”. Meu coração se encheu de luz e alegria depois da oração, e senti Deus tão perto de mim.

Então li outra passagem da palavra de Deus que me deu uma senda de prática. Deus Todo-Poderoso diz: “Não importa quais provações lhe sobrevêm, você deve tratá-las como um fardo que Deus lhe deu. Digamos que algumas pessoas são acometidas por uma doença grave e sofrimento insuportável, que algumas até enfrentam a morte. Como elas devem abordar esse tipo de situação? Em muitos casos, as provações de Deus são fardos que ele dá às pessoas. Qualquer que seja o fardo que Deus lhe dê, esse é o peso que você deveria suportar, pois Deus o compreende e sabe que você será capaz de suportá-lo. O fardo que Deus lhe deu não excederá sua estatura ou os limites da sua resistência, então não há dúvida de que você será capaz de suportá-lo. Seja qual for o fardo que Deus lhe der, ou qual provação, lembre-se de uma coisa: se você entende a vontade de Deus, se você obtém o esclarecimento e a iluminação do Espírito Santo depois de orar, se essa provação significa Deus disciplinando-o ou lhe dando um aviso, não importa se você não entende. Contanto que você não deixe de cumprir o dever que deve cumprir e seja capaz de se dedicar a ele fielmente, Deus ficará satisfeito, e você terá se mantido firme em seu testemunho. […] Se, em sua fé em Deus e em sua busca da verdade, você é capaz de dizer: ‘Não importa que doença ou evento desagradável Deus permita sobrevir-me — não importa o que Deus faça —, devo obedecer e continuar no meu lugar como um ser criado. Antes de mais nada, devo colocar em prática esse aspecto — a obediência —, eu o implemento e vivo a realidade de obediência a Deus. Ademais, não devo descartar a comissão de Deus para mim e o dever que devo cumprir. Devo cumprir o meu dever até meu último suspiro’. Isso não é dar testemunho? Quando tem esse tipo de determinação e esse tipo de estado, você ainda é capaz de se queixar de Deus? Não, não é” (‘A senda vem de ponderar com frequência sobre a verdade’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”). Refletir sobre isso me ajudou a ver que a minha doença e os eventos infelizes em casa eram coisas às quais eu devia me submeter. Não importava se minha saúde melhorasse ou quanto deteriorasse, eu devia continuar cumprindo o meu dever e dar testemunho de Deus.

Depois disso, eu continuei lutando com a minha saúde, e nada mudou em casa, mas não senti nenhum ressentimento. Às vezes, quando piorava, meu peito apertava, eu tinha dificuldade de respirar, e minha dor de cabeça ficava insuportável, eu orava a Deus: “Ó Deus, não importa o que aconteça com a minha saúde, estou disposta a me submeter. Mesmo que este seja meu último suspiro, cumprirei meu dever e darei testemunho para satisfazer a Ti”. Depois de orar, eu sentia uma força no meu coração, e a dor diminuía. Maravilhosamente, depois de aprender minha lição, minha saúde começou a melhorar aos poucos e a frequência desses episódios foi diminuindo. Meu marido também acabou encontrando um emprego. Essa experiência me ensinou que, não importa se aquilo que Deus faz se conforma às nossas noções ou não, tudo serve para nos limpar e purificar. A doença significou sofrimento físico, mas ela é muito benéfica para a minha vida. Fui capaz de corrigir essa visão equivocada em minha busca. Dou graças pela salvação de Deus!

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