Estou disposto a carregar o fardo no meu dever
Por Xiao Yuxin, ChinaEm meados de julho de 2023, eu estava desempenhando um dever de texto na igreja, trabalhando com duas outras irmãs:...
Damos as boas-vindas a todos os buscadores que anseiam pela aparição de Deus!
Em julho de 2024, eu era supervisora do trabalho de texto na igreja. Como um líder havia sido preso, minha parceira e eu corríamos riscos devido à situação, por isso tínhamos de ficar em casa e acompanhar o trabalho por meio de cartas. No início, eu ainda conseguia acompanhar ativamente o trabalho e escrever cartas para discutir os problemas da equipe. Também conseguia encontrar as palavras de Deus para resolver qualquer estado errado que os membros da equipe tivessem e, quando algum trabalho precisava ser implementado, eu me apressava a fazer isso. Embora eu estivesse um pouco ocupada, meu coração não se sentia tão cansado. À medida que minha carga de trabalho aumentava e vários grupos tinham problemas que precisavam ser resolvidos, eu pensava comigo mesma: “Se toda tarefa requer acompanhamento e comunicação detalhada, então, quanto esforço mental e energia isso vai exigir? Além disso, seria exagero acompanhar tanto trabalho nos mínimos detalhes!”. Lembrei que os irmãos de um grupo vinham desempenhando deveres de texto há muitos anos, haviam dominado alguns princípios e obtido alguns resultados em seus deveres. Senti que não precisava me preocupar tanto com aquele grupo, e, depois disso, não prestei muita atenção ao trabalho deles. Algumas vezes, pensei em verificar mais a fundo se tinham alguma dificuldade ao desempenhar seus deveres, mas depois concluí: “É preciso muito esforço e reflexão para entender esses detalhes. Esqueça isso. Essas pessoas têm habilidades profissionais bastante boas e uma certa experiência de trabalho, portanto, deixe que façam isso por si mesmas”. Depois disso, não voltei a examinar nem a acompanhar o trabalho desse grupo em detalhes. Passado algum tempo, reparei que fazia vários dias que esse grupo não enviava nenhum sermão, então logo lhes escrevi para saber o que estava acontecendo. A líder do grupo informou que a qualidade dos sermões que haviam recebido recentemente era ruim e que poucos podiam ser apresentados. Vendo que os resultados do trabalho eram ruins, seu estado ficou um pouco desanimado. Comuniquei-me brevemente com a líder do grupo, pedindo que ela assumisse um fardo e liderasse a todos no resumo dos desvios. Depois disso, minha intenção inicial era examinar o trabalho desse grupo mais a fundo, mas depois pensei: “Ainda tenho trabalho a fazer. Será preciso muita reflexão e esforço para entender e resolver esses problemas. A líder do grupo conhece alguns princípios, e os líderes também resumiram os problemas dos sermões que enviamos. A senda que eles discutiam era muito clara, portanto, posso deixar que estudem e se engajem sozinhos”. Desse modo, só encaminhei cartas dos líderes para o grupo, e não resumi problemas e desvios com eles. Não perguntei sobre os detalhes do trabalho, como, por exemplo, como eles estavam estudando e se conseguiam aplicar o que haviam aprendido.
Pouco tempo depois, recebi uma carta dos líderes dizendo que o trabalho da equipe de sermões estava progredindo muito lentamente e que os sermões que estavam apresentando eram de baixa qualidade. Eles me pediam para descobrir urgentemente o motivo. Quando li essa carta, senti autorreprovação no meu coração e somente então comecei a refletir sobre mim. Eu vi as palavras de Deus: “A característica principal do trabalho dos falsos líderes é tagarelar sobre doutrina e papaguear chavões. Após proferir suas ordens, eles simplesmente lavam as mãos quanto à questão. Não fazem perguntas sobre o desenvolvimento subsequente do trabalho; não perguntam se surgiu algum problema, desvio ou dificuldade. Eles dão seu trabalho por terminado assim que o atribuem. […] Não acompanhar o trabalho, não fazer nada depois que ele foi atribuído, lavar as mãos quanto a isso — essa é a maneira como os falsos líderes fazem as coisas. Não acompanhar o trabalho nem prover direção em relação a ele, não investigar nem resolver os problemas que surgem e não captar o progresso ou a eficiência do trabalho também são manifestações dos falsos líderes” (A Palavra, vol. 5: As responsabilidades dos líderes e dos obreiros, “As responsabilidades dos líderes e dos obreiros (4)”). “Os falsos líderes são incapazes de fazer trabalho real — tudo o que fazem tem um início forte, mas acaba se perdendo no final. O papel que exercem é o de um mestre de cerimônias: eles entoam chavões e pregam doutrinas e, depois de atribuir o trabalho a outros e arranjar quem será responsável por ele, dão o assunto por encerrado. Eles são semelhantes aos alto-falantes estridentes que encontramos nas áreas rurais da China — essa é a extensão do papel que exercem. Eles fazem apenas um pouco de trabalho preliminar; quanto ao restante do trabalho, não podem ser encontrados em lugar algum. Quanto a questões específicas, como cada item de trabalho está indo, se ele está de acordo com os princípios e se é eficaz — eles não sabem dizer. Eles nunca se envolvem profundamente com as bases nem visitam o local de trabalho para entender e obter uma compreensão do progresso e das particularidades de cada um dos itens deste. Portanto, os falsos líderes podem não pretender causar interrupções e perturbações nem cometer vários males durante seu mandato como líderes, mas, na verdade, eles paralisam o trabalho, atrasam o progresso de cada item do trabalho da igreja e impedem que o povo escolhido de Deus desempenhe bem seus deveres e ganhe entrada na vida. Ao trabalhar dessa forma, como eles poderiam conduzir o povo escolhido de Deus para a trilha certa da fé em Deus? Isso mostra que os falsos líderes não fazem nenhum trabalho real. Eles falham em acompanhar o trabalho pelo qual deveriam ser responsáveis e em prover orientação e supervisão para ele, de modo a garantir que o trabalho da igreja progrida normalmente; eles não conseguem realizar as funções pretendidas de líderes e obreiros e falham no cumprimento da lealdade ou das responsabilidades destes. Isso confirma que os falsos líderes não são leais na maneira como desempenham seus deveres, que são apenas perfunctórios; eles enganam tanto o povo escolhido de Deus quanto o Próprio Deus, e afetam e impedem a execução de Sua vontade. Esse fato é visível para todos” (A Palavra, vol. 5: As responsabilidades dos líderes e dos obreiros, “As responsabilidades dos líderes e dos obreiros (4)”). Quando li essas palavras de Deus que expunham os falsos líderes, senti-me muito julgada. Falsos líderes se entregam a conforto carnal, e são perfunctórios em seus deveres. Quando implementam o trabalho, contentam-se em apenas transmitir ordens e dar instruções; não supervisionam de fato nem acompanham os detalhes do trabalho, nem entendem ou captam os problemas que ele apresenta. Mesmo quando descobrem problemas, não os resolvem prontamente, causando sérios atrasos ao progresso do trabalho. Meu comportamento não era exatamente igual a esse? Eu estava sempre com receio de me esforçar e ficar exausta, e não tinha absolutamente nenhum senso de responsabilidade no meu dever. Quando vi que o trabalho de sermão num grupo não estava produzindo resultados, apenas agi sem me envolver ao perguntar sobre o trabalho e pedi à líder do grupo que liderasse os membros do grupo no resumo dos desvios e problemas. Mesmo quando descobri mais tarde que os membros do grupo ainda estavam passando por dificuldades, não quis me esforçar mais nem pagar um preço maior para resolver isso. Apenas encaminhei a eles as cartas dos líderes e pedi que estudassem e se engajassem sozinhos, sem realmente resolver os problemas no trabalho. Eu vi que eu era igual a um falso líder — sendo irresponsável no meu dever, e apenas agindo sem me envolver e sem fazer trabalho real. Não resolvi as dificuldades reais em meu dever, o que significou que ninguém ganhou uma senda à frente em seus deveres, e o trabalho acabou parando por completo. Todas essas foram consequências do fato de eu não fazer trabalho real. A intenção de Deus ao me incumbir do dever de supervisora era para que eu acompanhasse, supervisionasse e me envolvesse nos detalhes do trabalho da equipe, e observasse e captasse o estado dos seus membros, descobrisse os desvios e problemas em seus deveres e fosse capaz de comunicar com prontidão a verdade para resolver essas coisas, permitindo que o trabalho progredisse normalmente. No entanto, eu não cumpri minhas responsabilidades. Em meu dever, eu me contentava apenas em transmitir ordens e achava que, contanto que o trabalho fosse implementado, tudo estaria bem. Eu também achava que, como os membros daquele grupo estavam realizando deveres de texto há muitos anos e tinham dominado alguns princípios, eu não precisava despender mais esforço ou reflexão. Empurrava todo o trabalho para eles, como se esse fosse o esperado, e me tornei uma chefe omissa. Pensando bem, embora eles tivessem alguma experiência em seus deveres, todos têm desvios e deficiências e, às vezes, podem viver em caracteres corruptos, portanto, eu deveria observar o tempo todo suas atitudes em relação aos deveres, inteirar-me dos problemas e dificuldades do trabalho e resolvê-los prontamente. Essas eram minhas responsabilidades. No entanto, tudo que eu pensava era em reduzir o sofrimento da minha carne. Não demonstrei nenhuma consideração pela intenção de Deus! Embora eu despendesse menos esforço mental e minha carne não estivesse tão cansada, eu atrasava o progresso do trabalho por mostrar consideração pela carne e por ser perfunctória ao desempenhar meu dever, e transgredia diante de Deus. Quando pensei nisso, senti-me profundamente arrependida e em dívida com Ele.
Depois disso, refleti sobre mim mesma. Em meu dever, por que eu não estava disposta a me esforçar mais e estava sendo constantemente perfunctória e irresponsável? Li as palavras de Deus: “Existe outro tipo de falso líder, sobre o qual conversamos com frequência enquanto comunicávamos o tópico das ‘responsabilidades de líderes e obreiros’. Esse tipo tem algum calibre, não lhe falta inteligência, em seu trabalho, ele tem modos, métodos e planos para resolver problemas e, quando recebe um item de trabalho, ele consegue implementá-lo quase de acordo com os padrões exigidos. Ele é capaz de descobrir quaisquer problemas que surgem no trabalho e também consegue resolver alguns deles; quando ouve os problemas que algumas pessoas relatam ou quando observa o comportamento, as manifestações, a fala e as ações de algumas pessoas, ele tem uma reação no coração e tem sua própria opinião e uma atitude. É claro que, se essas pessoas buscarem a verdade e tiverem um senso de fardo, todos esses problemas podem ser resolvidos. No entanto, os problemas permanecem, inesperadamente, irresolvidos no trabalho que está sob a responsabilidade do tipo de pessoa que estamos comunicando hoje. Por que isso? É porque essas pessoas não fazem trabalho real. Elas amam a tranquilidade e odeiam trabalho árduo, elas só fazem esforços perfunctórios na superfície, elas gostam de estar ociosas e de desfrutar dos benefícios do status, gostam de ficar mandando nas pessoas e só mexem a boca um pouco e dão algumas sugestões e, então, acham que seu trabalho está feito. Elas não levam a sério nada do trabalho real da igreja nem do trabalho crítico que Deus lhes confia — elas não têm esse senso de fardo, e mesmo que a casa de Deus ressalte repetidamente essas coisas, elas ainda assim não as levam a sério. Por exemplo, elas não querem intervir nem investigar o trabalho de produção de filmes ou o trabalho de texto da casa de Deus, tampouco desejam investigar como esses tipos de trabalhos estão progredindo e que resultados estão alcançando. Elas só fazem algumas perguntas indiretas e, uma vez que sabem que essas pessoas estão ocupadas e fazendo esse trabalho, elas não se preocupam mais com ele. Mesmo quando sabem muito bem que há problemas no trabalho, ainda assim elas não querem comunicar nem resolvê-los, tampouco fazem perguntas ou analisam como as pessoas estão desempenhando os deveres. Por que elas não fazem perguntas nem investigam essas coisas? Elas acham que, se as investigarem, haverá muitos problemas esperando para que elas os resolvam, e que isso será preocupante demais. A vida será exaustiva demais se sempre tiverem que resolver problemas! Se elas se preocuparem demais, a comida perderá o gosto, e elas não serão capazes de dormir bem, sua carne ficará cansada, e então a vida será uma miséria. É por isso que, quando veem um problema, elas se esquivam dele e o ignoram se puderem. Qual é o problema desse tipo de pessoa? (Ele é preguiçoso demais.) Digam-Me, quem tem um problema sério: pessoas preguiçosas ou pessoas com pouco calibre? (Pessoas preguiçosas.) Por que as pessoas preguiçosas têm um problema sério? (As pessoas de baixo calibre não podem ser líderes nem obreiros, mas podem ser um pouco eficazes quando desempenham um dever que está dentro de suas habilidades. No entanto, as pessoas preguiçosas não podem fazer nada; mesmo que tenham calibre, isso não tem efeito nenhum.) As pessoas preguiçosas não podem fazer nada. Resumindo em duas palavras, elas são pessoas inúteis; elas têm uma deficiência de segunda classe. Por melhor que seja o calibre das pessoas preguiçosas, não é nada mais do que enfeite de vitrine; muito embora tenham bom calibre, isso não adianta. Elas são preguiçosas demais — elas sabem o que devem fazer, mas não fazem, e mesmo que saibam que algo é um problema, não buscam a verdade para resolvê-lo, e embora saibam quais dificuldades devem suportar para que o trabalho seja eficaz, não estão dispostas a suportar essas dificuldades que valem a pena — assim, não conseguem ganhar nenhuma verdade e não conseguem fazer nenhum trabalho real. Não desejam suportar as dificuldades que as pessoas devem suportar; só sabem se refestelar no conforto, apreciar momentos de alegria e lazer e apreciar uma vida livre e relaxada. Elas não são inúteis? As pessoas que não conseguem suportar dificuldade não merecem viver. Aquelas que sempre desejam levar a vida de um parasita são pessoas sem consciência e razão; são animais, e tais pessoas são inaptas até para labutar. Visto que não conseguem suportar dificuldade, mesmo quando de fato labutam, não são capazes de fazer isso direito, e, se desejam ganhar a verdade, a esperança de isso acontecer é ainda menor. Alguém que não consegue sofrer e não ama a verdade é uma pessoa inútil, não é qualificada nem para labutar. É um animal sem um pingo de humanidade. Tais pessoas devem ser eliminadas; só isso está de acordo com as intenções de Deus” (A Palavra, vol. 5: As responsabilidades dos líderes e dos obreiros, “As responsabilidades dos líderes e dos obreiros (8)”). “A filosofia e a lógica de Satanás se tornaram a vida das pessoas. Não importa o que as pessoas busquem, elas o fazem, na verdade, para si mesmas — e assim todas elas só vivem para si mesmas. ‘Cada um por si e o demônio pega quem fica por último’ — essa é a filosofia de vida do homem e também representa a natureza humana. Essas palavras já se tornaram a natureza da humanidade corrupta e são o retrato verdadeiro da natureza satânica da humanidade corrupta. Essa natureza satânica já se tornou inteiramente o fundamento para a existência da humanidade corrupta. Durante vários milênios, a humanidade corrupta viveu segundo esse veneno de Satanás, até o dia atual” (A Palavra, vol. 3: Os discursos de Cristo dos últimos dias, “Como trilhar a senda de Pedro”). Deus diz: “Por melhor que seja o calibre das pessoas preguiçosas, não é nada mais do que enfeite de vitrine”, “não é qualificada nem para labutar. É um animal sem um pingo de humanidade” e “devem ser eliminadas”. Vi o quanto Deus odeia os falsos líderes. Não importa quão alto seja o calibre de um falso líder, como ele é preguiçoso demais, é irresponsável em seus deveres e não supervisiona nem acompanha os detalhes do trabalho, não está qualificado nem mesmo para labutar e incorrerá no ódio e na aversão de Deus. Ao ler essas palavras, senti como se Deus estivesse me julgando pessoalmente, e cada linha transpassou meu coração. Pensando nisso, a razão pela qual eu não me dispunha a despender mais energia mental era que eu era preguiçosa demais e me entregava demais ao conforto. Antes de encontrar Deus, eu sempre ouvia as pessoas dizerem: “cada um por si e o demônio pega quem fica por último”, “saboreando vinho e curtindo música, quanto tempo a vida realmente oferece?” e “aproveite o momento e não se preocupe com o que está certo ou errado”. Fui condicionada e envenenada por essas ideias absurdas instiladas em mim por Satanás, e, por isso, gostava de viver nos confortos da carne e buscava uma vida livre e confortável. Achava que somente com bons prazeres carnais uma pessoa poderia ter uma vida livre e tranquila. Eu vivia de acordo com essas visões satânicas de sobrevivência e, toda vez que o dever ficava agitado e cansativo, começava a pensar e planejar para minha carne e não fazia nem mesmo coisas que estavam dentro das minhas capacidades. Eu estava bem ciente de que o progresso do trabalho estava lento e que os membros daquele grupo tinham encontrado dificuldades em seus deveres, mas não queria pagar um preço para resolver esses problemas. Só pensava em como trabalhar e sofrer menos. Minha natureza era realmente egoísta e desprezível, e eu não tinha humanidade alguma! Deus Se tornou carne e veio à terra para operar e salvar as pessoas. Ele nunca profere chavões, mas, em vez disso, expressa a verdade de forma prática para prover às pessoas de acordo com o que lhes falta. Quaisquer que sejam as dificuldades e os problemas que nós, seres humanos, tenhamos, Cristo, incansável e pacientemente, comunica conosco sobre eles, resolvendo de forma prática vários problemas e dificuldades em nossos deveres. Vi que Cristo é muito diligente e responsável em Sua maneira de agir. Então, olhei para mim mesma novamente. Em meus deveres, eu era perfunctória sempre que possível e evitava ao máximo qualquer sofrimento. Eu era tão preguiçosa e decadente, e vivia sem nenhuma integridade ou dignidade. Se eu não me arrependesse, no final das contas, seria detestada, rejeitada e eliminada por Deus, arruinaria minha chance de salvação, e o momento em que a obra de Deus chegasse ao fim também seria o momento em que eu seria punida. Quando pensei nisso, senti-me extremamente aborrecida e culpada. Orei a Deus: “Deus, eu sempre demonstro consideração pela minha carne em meu dever, e não quero me esforçar mais. Só profiro chavões e não faço nenhum trabalho real. Prejudiquei meu dever e incorri em Tua aversão. Deus, estou disposta a me arrepender. Daqui para frente, estou disposta a me rebelar contra minha carne e resolver os problemas reais da equipe com os pés no chão, desempenhando bem meu dever para Te satisfazer”.
Mais tarde, li mais das palavras de Deus e encontrei uma senda de prática. Deus diz: “Deus lhe deu calibre suficiente e condições superiores, permitindo que você veja algumas coisas com clareza e seja competente para esse trabalho. No entanto, você não tem a atitude correta, você não tem devoção nem sinceridade, e você não quer tentar o máximo que pode para fazê-lo bem. Isso decepciona muito a Deus. Portanto, se você for preguiçoso e sempre achar que o trabalho que lhe foi atribuído é problemático e não quiser fazê-lo, e se resmungar internamente: ‘Por que exigem que eu faça isso e não outra pessoa?’, então esse é um pensamento tolo. Quando um dever recai sobre você, não é um evento infeliz, é uma honra, e você deveria aceitá-lo com alegria; você não vai se esgotar desempenhando o dever que deveria. Pelo contrário, se você desempenhar bem seu dever, entender a verdade e resolver os problemas, você sentirá paz e segurança em seu coração, e não terá desapontado a Deus. Diante de Deus, você terá fé e será capaz de conduzir-se de cabeça erguida” (A Palavra, vol. 7: Sobre a busca da verdade, “Como buscar a verdade (11)”). “Não falaremos sobre concluir uma grande missão, dever ou responsabilidade, mas, no mínimo, você deveria realizar algo. Por exemplo, na igreja, algumas pessoas colocam todos os esforços no dever de pregar o evangelho, dedicando a energia de sua vida toda, pagando um alto preço e ganhando muitas pessoas. Por causa disso, sentem que sua vida não foi vivida em vão e que tem valor e lhes traz conforto. Quando deparam com a doença e a morte, ou quando resumem sua vida toda, elas relembram tudo o que um dia fizeram, a senda que trilharam, e encontram conforto no coração; estão livres de autoacusação e de remorso. Algumas pessoas não poupam esforços enquanto servem como líderes da igreja ou são responsáveis por um certo aspecto do trabalho. Elas fazem o máximo que podem, dando toda a força, despendendo todo o sangue do seu coração e pagando o preço pelo trabalho que fazem. Por meio de sua rega, liderança, auxílio e apoio, muitas pessoas que estão em meio à negatividade e fraqueza se tornam fortes e permanecem firmes, não se retiram, mas, ao contrário, voltam para a presença de Deus e, no fim, até testemunham de Deus. Além disso, durante o período de sua liderança, elas realizam muitas tarefas significativas, removendo não apenas umas poucas pessoas malignas, protegendo muitos do povo escolhido de Deus e recuperando um número de perdas significativas. Tudo isso, e mais, acontece durante a sua liderança. Lembrando-se da senda que trilharam, recordando-se do trabalho que fizeram e do preço que pagaram ao longo dos anos, elas não sentem arrependimentos ou acusações. Elas não sentem remorso por terem feito essas coisas e acreditam que viveram uma vida de valor e sentem-se tranquilas e confortadas no coração. Como isso é maravilhoso! Não é esse o fruto que elas ganharam? (Sim.) Esse senso de paz e conforto e essa ausência de arrependimento são o resultado e a colheita de buscar as coisas positivas e a verdade. Não vamos manter as pessoas em padrões elevados. Vamos considerar uma situação em que uma pessoa se depare com uma tarefa que deveria fazer ou que estaria disposta a fazer em seu tempo de vida. Depois de encontrar seu lugar, ela permanece firme em sua posição e a mantém, dedica todo o sangue do coração e toda a sua energia e faz bem e termina aquilo em que deveria trabalhar e concluir. Quando ela finalmente se coloca diante de Deus para prestar contas, sente-se relativamente satisfeita, sem acusações ou arrependimentos no coração. Sente-se consolada e acha que ganhou algo, que viveu uma vida valiosa” (A Palavra, vol. 6: Sobre a busca da verdade, “Como buscar a verdade (6)”). Ao ponderar sobre as palavras de Deus, entendi a intenção Dele. Deus me concedeu dons e calibre e me deu a oportunidade de ser uma supervisora esperando que eu pagasse um preço pelo meu dever, fosse dedicada e responsável em minhas ações e desempenhasse bem meu dever com todo o coração. Somente desse modo minha vida teria sentido. Se, em meu dever, eu for constantemente preguiçosa e me entregar ao conforto, então, embora minha carne não sofra muito, prejudicarei o trabalho. Isso é algo que incorre na aversão de Deus. Agora a obra de Deus chegou ao seu momento crítico final. Se eu continuar a demonstrar consideração pela carne e não gastar meu tempo e energia em meu dever, então, quando a obra de Deus estiver concluída, só me restarão arrependimentos eternos. Eu tinha de mudar minha atitude em relação ao meu dever, ser dedicada e responsável e cumprir meu dever com todo o meu coração e força; quando descobrir problemas, eu deveria contar com Deus e buscar a verdade para resolvê-lo, e deveria fazer trabalho real, mantendo os pés no chão. Posteriormente, realmente descobri e investiguei o motivo da baixa qualidade dos sermões. Isso se devia principalmente ao fato de os irmãos não captarem de modo adequado os princípios da seleção dos sermões e não conseguirem aplicar o que haviam aprendido. Analisei alguns sermões e estudei princípios com eles em resposta a esses problemas, comuniquei com eles sobre os problemas e desvios e os corrigi prontamente quando os descobrimos. Mais tarde, eles obtiveram alguns resultados em seus deveres. Embora isso tenha exigido mais tempo e energia e minha carne tenha sofrido um pouco mais, meu coração ficou em paz e tranquilo. Ao mesmo tempo, ao estudar os princípios com os membros da equipe, também passei a entendê-los melhor. Todos esses foram resultados obtidos por meio da participação real no trabalho.
Depois disso, acompanhei o trabalho das outras equipes, enquanto prestava atenção ao trabalho da equipe de sermão. Discuti em detalhes os princípios implementados pelos líderes com meus irmãos, um por um, e discuti e resolvi quaisquer desvios que encontramos no trabalho em tempo hábil. Uma vez, os líderes apontaram que, embora a equipe de sermões enviasse muitos sermões, a qualidade destes era ruim, e me pediram para me comunicar com eles prontamente para reverter a situação. Pensei comigo mesma: “Ainda tenho algum trabalho a implementar no momento. Escrever para a equipe de sermões para comunicar isso consumiria mais tempo e energia, e minha carne sofreria mais. Por que não me comunico brevemente com eles, incorporando a carta dos líderes, e peço-lhes que prestem mais atenção à qualidade dos sermões no futuro?”. No entanto, depois disso, li as palavras de Deus: “Sempre que você quiser ser perfunctório, sempre que quiser agir de modo ardiloso e ser preguiçoso, e sempre que ficar distraído ou quiser se divertir, você deveria considerar: ‘Quando me comporto dessa maneira, sou indigno de confiança? É isso que significa colocar meu coração no desempenho do meu dever? Ao fazer isso, estou deixando de ser devoto? Estou falhando em estar à altura da comissão que Deus confiou a mim?’. É assim que você deveria refletir sobre si mesmo. Se você chegar a saber que é sempre perfunctório em seu dever, que não é devoto, e que você magoou Deus, o que deveria fazer? Deveria dizer: ‘Naquele momento, percebi que havia algo errado aqui, mas não tratei como problema; simplesmente passei por cima disso, sem cuidado. Só percebi agora que realmente andei sendo perfunctório, que não cumpri minha responsabilidade. Eu realmente sou desprovido de consciência e razão!’. Você encontrou o problema e veio a se conhecer um pouco — agora, então, você deve dar meia-volta! Sua atitude em relação ao desempenho do seu dever estava errada. Você o tratou como um trabalho extra e só fez um esforço superficial, e você não investiu seu coração nele. Se voltar a ser perfunctório desse jeito, você deve orar a Deus e permitir que Ele o discipline e castigue. Só se você tiver esse tipo de determinação no desempenho do seu dever, poderá arrepender-se de verdade. Você só terá dado meia-volta quando sua consciência estiver limpa e sua atitude em relação ao desempenho de seu dever for transformada” (A Palavra, vol. 3: Os discursos de Cristo dos últimos dias, “Somente lendo as palavras de Deus e contemplando a verdade com frequência pode haver uma senda para seguir”). Enquanto ponderava sobre as palavras de Deus, pensei em como, no passado, eu tinha sido preguiçosa demais para desempenhar meu dever e não estava disposta a sofrer ou fazer muito esforço mental, o que atrasou o trabalho. Eu tinha que mudar minha atitude em relação ao meu dever e não podia me entregar constantemente ao conforto como fizera no passado. Tinha que me rebelar contra a carne e cumprir as responsabilidades que me cabiam. Depois disso, escrevi uma carta para comunicar os desvios deles e apontar com detalhes uma senda a seguir. Após algum tempo, a qualidade dos sermões que eles enviavam melhorou. Agora, embora a carga de trabalho ainda seja pesada e demandante, minha atitude em relação ao meu dever mudou, e estou priorizando meu trabalho adequadamente, participando, supervisionando e acompanhando de fato os detalhes do trabalho da equipe. Quando dificuldades nos sobrevêm, eu busco a verdade e as resolvo com meus irmãos, e, aos poucos, o trabalho começou a melhorar. Embora eu pague um preço um pouco maior, e a minha carne sofra um pouco mais, meu coração está em paz e tranquilo. Agradeço a Deus por me guiar para essa transformação.
Tendo lido até aqui, você é uma pessoa abençoada. A salvação de Deus dos últimos dias virá até você.
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