Liberta dos laços da inveja

04 de Fevereiro de 2022

Por Joylin, Filipinas

Eu tinha acabado de aceitar a obra de Deus Todo-Poderoso dos últimos dias em janeiro de 2018. Logo recebi um dever como cantora principal em vídeos de hinos. No início, chamei muita atenção, e os irmãos diziam que eu cantava bem, e para onde quer que eu fosse, eles me reconheciam. Isso me deixou feliz, pois eu me sentia como uma estrela. Alguns meses depois, fui eleita líder de igreja. Havia muitos recém-convertidos a regar e muito trabalho evangelístico a acompanhar. Para lidar melhor com os problemas dos recém-convertidos, eu assistia a muitos filmes evangelísticos para me equipar e entender a verdade sobra a obra de Deus, e sempre que tinham noções ou problemas que eles não entendiam, eu era capaz de comungar com eles e resolver seus problemas. Organizei também reuniões grandes, e meus irmãos me elogiavam muito por meu bom calibre e entendimento. Fiquei muito feliz ao receber a aprovação dos meus irmãos. No entanto, eu não era eficiente em acompanhar o trabalho evangelístico. Sempre que os líderes investigavam a eficácia do trabalho evangelístico em cada igreja, a minha igreja sempre era a pior. Mais tarde, a irmã Cathy foi transferida para a nossa igreja para pregar o evangelho. Vi que a irmã Cathy se adaptou rapidamente ao trabalho, ela era capaz de comungar e resolver qualquer problema que os outros tinham em seu dever e também comungava ativamente em suas reuniões. Eu devia ter ficado feliz por ela ser tão responsável em seu dever, mas por razões que desconhecia, eu não gostava dela. Sempre que a irmã Cathy comungava com os irmãos, eu nem queria vê-la. Principalmente quando os ouvi dizer que achavam a irmã Cathy tão boa que queriam escolhê-la como diaconisa evangelística, fiquei ainda mais incomodada. Eu pensei: “Antes de você chegar, todos os irmãos me elogiavam por meu bom calibre, entendimento e rega, e todos me admiravam, mas agora acham que você é a melhor e admiram você. Quem vai me admirar agora?”. A partir de então, comecei a ter inveja da irmã Cathy, temendo que ela tomaria meu lugar no coração dos irmãos.

Depois disso, vi que a irmã Cathy ligava com frequência para perguntar sobre o estado dos recém-convertidos, e muitos deles também a procuravam para resolver problemas. Uma vez, uma irmã que eu regava tinha dificuldades no trabalho evangelístico e pediu a minha opinião. Depois que comunguei com ela, ela procurou a irmã Cathy. Quando eu soube que ela foi à irmã Cathy, fiquei triste. Achei que ela não levava as minhas sugestões a sério, que achava que a irmã Cathy era melhor do que eu e não me admiraria mais. Entristecida, eu pensei: “Já que sou ruim no trabalho evangelístico, devo superar minhas deficiências. E assim não serei pior do que a irmã Cathy, e, no futuro, se os irmãos tiverem problemas, vão procurar a mim, e não a ela”. Nos dias seguintes, vi que a irmã Cathy jantava tarde todos os dias e estava ocupada com seu dever e, às vezes, virava a noite trabalhando. Então também tentei trabalhar até tarde no meu dever. Assim, os irmãos veriam que eu também era responsável e não era pior do que ela. Mais tarde, a igreja realizou uma eleição de diácono evangelístico. Na verdade, a irmã Cathy era a melhor para esse dever, sob todos os aspectos, mas eu não queria escolhê-la. Eu achava que, se ela ocupasse uma posição na igreja, aos poucos, atrairia a atenção de todos e que eles a considerariam mais capaz do que eu, mas, considerando que os líderes de igreja não conseguem fazer todo o trabalho sozinhos e precisam de diáconos para ajudá-los, eu me perguntei se não deveria escolher a irmã Cathy. Se eu a escolhesse, com certeza os irmãos correriam para ela e me deixariam sozinha. Mas tive que admitir que a irmã Cathy tinha um calibre muito alto e que dava conta dos deveres de diácono evangelístico. Refleti sobre isso por muito tempo e, finalmente, com relutância, eu a escolhi.

Certa vez, a igreja estava procurando um irmão que dominava inglês e filipino para gravar no grupo de vídeos musicais. A irmã Cathy dominava inglês e filipino, e, no fim, os irmãos a escolheram. Fiquei bem frustrada e pensei: “Meu inglês e meu filipino também são bons; por que a escolheram, em vez de mim?”. Eu a invejava muito, e sentia também um pouco de ódio no coração. Na época, visto que a irmã Cathy tinha um caráter um tanto arrogante, nossos líderes estavam investigando como ela cumpria seus deveres e pediram que eu fizesse uma avaliação dela. Fiquei muito feliz e quis destacar mais de suas deficiências, para que os nossos líderes lhe dessem outros deveres e eu não a tivesse mais por perto. Mas eu também sabia que pensar desse jeito era errado e que eu devia tratá-la corretamente. Nosso líder também comungou conosco que, embora a irmã Cathy tivesse caracteres corruptos, nós deveríamos tratá-la de modo justo e de acordo com os princípios. Mas, em meu coração, eu queria que ela fosse embora, para poder parar de me preocupar com a admiração que ela recebia dos irmãos. Eu pensei: “Antes de você aparecer, todos os irmãos me procuravam para buscar respostas. Agora que você está aqui, eles parecem sempre procurar você e me ignoram”. Pensando nisso, me senti entristecida e péssima. Nem nos nossos deveres conjuntos eu queria vê-la. A inveja tinha se arraigado no meu coração, nessa época.

Depois disso, sofri muita pressão no trabalho de acompanhamento e tive alguns problemas, mas não conseguia sentir a vontade de Deus e não sabia como resolvê-los. Era muito exaustivo. Eu não conseguia sentir a obra nem a orientação do Espírito Santo e era ineficaz nos meus deveres. Não percebia que meu estado negativo já estava impactando meus deveres, até eu ver estas palavras de Deus Todo-Poderoso numa reunião. “Para ser um líder de igreja, é preciso não só aprender a usar a verdade para resolver problemas, mas também descobrir e cultivar pessoas de talento, as quais não devem, de forma alguma, ser reprimidas ou invejadas. Tal cumprimento do dever está à altura do padrão, e líderes e obreiros que agem assim estão à altura do padrão. Se você se torna capaz de agir em todas as coisas de acordo com os princípios, então você estará vivendo à altura da sua lealdade. Há alguns que sempre têm medo de que os outros sejam melhores e mais altos do que eles, que os outros serão estimados, enquanto eles mesmos são negligenciados. Isso os leva a atacar e excluir os outros. Não é esse um caso de ter inveja de pessoas mais capazes do que eles mesmos? Tal comportamento não é egoísta e desprezível? Que tipo de caráter é esse? É malicioso! Pensar apenas em seus próprios interesses, satisfazer apenas seus próprios desejos, não demonstrar consideração pelos deveres de outros nem pelos interesses da casa de Deus — pessoas desse tipo têm um caráter ruim, e Deus não tem amor por elas. Se você for realmente capaz de ter consideração pela vontade de Deus, então você será capaz de tratar outras pessoas de forma justa. Se você defender uma pessoa boa e a nutrir até que seja competente, e então houver outra pessoa de talento na casa de Deus, seu trabalho não ficará mais fácil? Você não terá vivido à altura de sua lealdade nesse dever? Isso é uma boa ação diante de Deus; é o mínimo de consciência e senso que alguém que é um líder deve possuir” (‘Dê seu real coração a Deus e você poderá obter a verdade’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). Depois de ler a palavra de Deus, percebi que eu cumpria meu dever por status e reputação, para que as pessoas me admirassem. Quando a irmã Cathy veio para a igreja, vi que ela podia comungar sobre a verdade e resolver problemas, e quando os outros procuravam a comunhão dela, e não a minha, eu temia que a irmã Cathy tomaria o meu lugar, então fiquei com inveja e competi com ela a cada passo. Eu queria mostrar que entendia a verdade e sabia comungar e resolver problemas, para que meus irmãos me admirassem. Quando a igreja elegeu um diácono evangelístico, eu sabia que a irmã Cathy era apta para esse trabalho, mas temia que ela roubaria a minha glória, por isso não quis escolhê-la e a odiei e desprezei no meu coração. Eu tive até intenções cruéis e tentei descobrir os defeitos dela. Fiquei feliz quando ela revelou corrupção e quis escrever coisas ruins em sua avaliação para que ela fosse mandada embora e meus irmãos vissem meus pontos fortes. Foi só por meio das revelações na palavra de Deus que percebi que eu invejava a capacidade dela e não suportava o fato de ela ser melhor do que eu, e o que eu expunha era um caráter cruel. Por fora, eu estava cumprindo ativamente o meu dever, mas, no meu coração, eu não considerava o trabalho da casa de Deus. A irmã Cathy ajudava o trabalho da casa de Deus e tornava o trabalho evangelístico mais eficiente. No entanto, eu só pensava em como ser melhor do que ela. Deus examina nosso coração e atitudes em relação ao nosso dever. Eu cumpria meu dever sem temor de Deus e só pensava em buscar fama, ganho e status. Esse comportamento enoja Deus.

Mais tarde, li outra passagem da palavra de Deus. “As noções, imaginações, conhecimento e intenção e desejos pessoais que preenchem suas cabeças permanecem inalterados em sua forma original. Então, quando vocês ouvem que a casa de Deus cultivará uma variedade de talentos, assim que disser respeito a posição, honra ou reputação, o coração de todos salta em expectativa, e cada um de vocês sempre quer se destacar, ser famoso e reconhecido. Ninguém está disposto a ceder, em vez disso, todos desejam disputar — mesmo que disputar seja vergonhoso e proibido na casa de Deus. No entanto, sem disputa, vocês ainda não estão satisfeitos. Quando veem alguém se destacar, vocês sentem inveja, ódio e que é injusto. ‘Por que eu não posso me destacar? Por que é sempre aquela pessoa que pode se destacar e nunca é a minha vez?’ Então, vocês sentem algum ressentimento. Vocês tentam reprimi-lo, mas não conseguem. Vocês oram a Deus e se sentem melhor por algum tempo, mas quando se deparam com esse tipo de situação novamente, vocês não conseguem vencê-la. Isso não demonstra uma estatura imatura? Quando uma pessoa cai em tais estados, isso não é uma armadilha? Esses são os grilhões da natureza corrupta de Satanás que amarram os humanos” (‘Dê seu real coração a Deus e você poderá obter a verdade’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). A palavra de Deus revelou meu estado. Eu invejava a minha irmã porque tinha um desejo forte por fama e status e porque eu queria me destacar e ter um lugar no coração das pessoas. Lembro-me de que, na faculdade, a fim de ganhar elogios e admiração dos outros, eu competia com meus colegas e, contanto que conseguíssemos nos destacar, não importava se magoávamos uns aos outros. Depois de crer em Deus, eu buscava do mesmo jeito na casa de Deus. Quando vi que a irmã Cathy era melhor do que eu, quis ultrapassá-la e até a odiei, porque eu queria obter a aprovação de mais pessoas e esperava ser admirada e adorada pelas pessoas, o que mostra como eu era arrogante. Também vi que estava buscando status e reputação, por isso não conseguia cumprir bem os meus deveres, não recebia a obra do Espírito Santo e minha mente ficava cada vez mais limitada. É como revela a palavra de Deus: “Esses são os grilhões da natureza corrupta de Satanás que amarram os humanos”. Lembro-me de que a Bíblia diz: “A inveja é a podridão dos ossos” (Provérbios 14:30). Verdade. A inveja é uma expressão de um caráter satânico; ela pode levar as pessoas a odiar e até a fazer coisas irracionais.

Mais tarde, vi outra passagem da palavra de Deus que me ajudou a entender a essência e as consequências de buscar status e reputação. Deus Todo-Poderoso diz: “Se está vivendo sempre segundo a carne, constantemente satisfazendo os próprios desejos egoístas, então tais pessoas não possuem a realidade da verdade; essa é a marca de trazer desonra para Deus. Você diz: ‘Não fiz nada; como eu trouxe vergonha para Deus?’. Não há nada em sua mente que não seja maligno; você é alguém que pertence a Satanás. Nas intenções, nos objetivos e motivos por trás de suas ações e nas consequências do que fez — de todas as maneiras você está satisfazendo Satanás, está sendo seu motivo de riso e lhe permitindo conseguir algo de você. Nem de longe você possui o testemunho que deveria possuir como cristão. Você desonra o nome de Deus em todas as coisas e não possui um testemunho genuíno. Deus Se lembrará das coisas que você fez? No fim, que conclusão Deus vai tirar dos seus atos e do dever que você desempenhou? Não tem de vir algo disso, algum tipo de declaração? Na Bíblia, o Senhor Jesus diz: ‘Muitos Me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em Teu nome, e em Teu nome não expulsamos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de Mim, vós que praticais a iniquidade’ (Mateus 7:22-23). Por que o Senhor Jesus disse isso? Por que aqueles que curam doentes e expulsam demônios em nome do Senhor, que viajam para pregar em nome do Senhor, se tornaram malfeitores? Quem são esses malfeitores? São aqueles que não acreditam em Deus? Todos eles acreditam em Deus e seguem a Deus. Também desistem de coisas por Deus, se despendem por Deus e desempenham seu dever. No entanto, ao desempenhar o dever, eles carecem de devoção e testemunho, de modo que isso se converteu em fazer o mal. É por isso que o Senhor Jesus diz: ‘apartai-vos de Mim, vós que praticais a iniquidade’” (‘Dê seu real coração a Deus e você poderá obter a verdade’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). Depois de ler essa passagem da palavra de Deus Todo-Poderoso, me senti julgada e envergonhada. Vi que meus pensamentos, ideias, intenções e motivações não eram para satisfazer a Deus, eram para fazer com que os outros me admirassem. Quando vi meus irmãos darem mais atenção à irmã Cathy do que a mim, fiquei invejosa, competitiva, quis ultrapassá-la e até torci para que ela fosse transferida para outra igreja. Vi que, como líder de igreja, eu não estava focada em cultivar pessoas para fazer o trabalho da igreja, estava negligenciando meu dever, seguindo a senda errada, invejava talento e vivia num estado de buscar fama e status. Sou igual aos malfeitores condenados pelo Senhor Jesus. Embora tivessem sofrido e trabalhado, não eram leais a Deus, não davam testemunho e buscavam manter status e reputação e fazer com que os outros os admirassem. Eu era igual. Eu sofria e me despendia para ganhar elogios dos meus irmãos e para manter status e reputação. Enquanto estava ocupada me exibindo, minhas intenções em meu dever não eram corretas mais, o que me impedia de ganhar a obra do Espírito Santo. Não havia luz na minha comunhão, e eu não conseguia resolver os problemas dos recém-convertidos. Ser invejoso é uma coisa muito maligna e é algo que Deus odeia. O Senhor Jesus disse: “Muitos Me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em Teu nome, e em Teu nome não expulsamos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de Mim, vós que praticais a iniquidade” (Mateus 7:22-23). Deus odeia aqueles que, por fora, parecem viajar e sofrer por Deus, mas que só trabalham para satisfazer os próprios motivos e intenções. O que fazem é para benefício próprio. Não é para satisfazer nem testificar de Deus. É por isso que fizeram tanto trabalho, mas Deus não o reconhece. Eu vi que estava fazendo o mesmo. Por fora, estava cumprindo meus deveres, mas não buscava a verdade nem tentava refletir e conhecer a mim mesma e não tentava aprender com os pontos fortes da minha parceira. Em vez disso, seguia a senda errada de buscar status e reputação, portanto eu era igual àqueles malfeitores. Crer em Deus não para buscar a verdade, mas para buscar fama e status, é a senda de resistir a Deus. Por mais que renunciemos e nos despendamos por fora, Deus jamais aprovará. Pensei em como Paulo se despendeu tanto só para ganhar coroas e fazer com que os outros o admirassem. Ele nunca buscou mudar seus caracteres corruptos, e o que fez não foi testificar de Deus, mas de si mesmo. No fim, Deus o puniu por isso. Se continuasse cumprindo meus deveres com meus desejos egoístas, eu prejudicaria e perturbaria o trabalho da casa de Deus, tornando-me, sem querer, uma malfeitora igual a Paulo, e seria rejeitada e eliminada por Deus. Quando percebi isso, vim para diante de Deus e orei. Eu disse: “Deus Todo-Poderoso, vivo num estado de buscar status e reputação. Tenho inveja da minha irmã e me comparo e compito com ela. Deus, não quero permitir que meu caráter corrupto obstrua o meu dever, quero resolver meu caráter corrupto e trabalhar com a minha irmã para cumprir meu dever. Deus, por favor, guia-me para que eu possa resolver esse problema”.

Mais tarde, li outra passagem da palavra de Deus. “Não faça as coisas sempre pelo seu próprio bem, nem considere constantemente os interesses próprios; não pense em seu status, prestígio ou reputação. Tampouco considere os interesses do homem. Primeiro, você precisa pensar nos interesses da casa de Deus e fazer deles a sua primeira prioridade. Você deve ser atencioso para com a vontade de Deus e começar por contemplar se você tem sido impuro ou não no cumprimento de seu dever, se você fez ou não o melhor que pôde para ser leal, se você fez o melhor que pôde para cumprir suas responsabilidades, e deu tudo de si, e também se você pensou de todo o coração ou não sobre seu dever e a obra da casa de Deus. Você deve considerar essas coisas. Reflita sobre elas com frequência e será mais fácil para você cumprir bem o seu dever. Se seu calibre é baixo, sua experiência é superficial ou se você não é competente em seu trabalho profissional, então pode haver alguns erros ou deficiências em seu trabalho e os resultados podem não ser muito bons — mas você terá feito o maior esforço. Quando não estiver pensando em seus próprios desejos egoístas nem considerando seus interesses próprios nas coisas que faz, mas, em vez disso, estiver dando consideração constante ao trabalho da casa de Deus, tendo seus interesses em mente e desempenhando bem o seu dever, então, você estará acumulando boas obras perante Deus. Pessoas que realizam essas boas obras são aquelas que possuem a realidade da verdade; como tais, elas têm dado testemunho” (‘Dê seu real coração a Deus e você poderá obter a verdade’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). A palavra de Deus me deu uma senda de prática. Não devemos cumprir nossos deveres diante dos outros para que eles nos elogiem e admirem. Devemos deixar de lado a nossa reputação, considerar os interesses da casa de Deus e colocar o nosso dever em primeiro lugar. Isso está de acordo com a vontade de Deus. A irmã Cathy fazia bem o trabalho evangelístico e era responsável em seus deveres. Eu não deveria ter inveja dela. Deveria ter aprendido com seus pontos fortes para compensar os meus defeitos, convivido com ela e cumprido meu dever com ela.

Uma vez eu quis pregar o evangelho para o meu primo, mas ele tinha noções religiosas profundas, e eu não soube como testificar da obra de Deus nos últimos dias para ele e também temia que minha comunhão não fosse clara, por isso quis encontrar uma irmã para me ajudar e pensei na irmã Cathy, mas hesitei. Eu pensei: “Se eu pedir a ajuda dela, isso não prova que eu sou pior? Que não consigo testificar da obra de Deus nem resolver noções religiosas? Se os meus irmãos descobrissem, eles não me menosprezariam? Se a irmã Cathy resolvesse as noções religiosas do meu primo, com certeza os meus irmãos a admirariam”. Quando pensei nisso, percebi que estava competindo de novo com ela por fama e ganho, então orei a Deus em silêncio. Mais tarde, lembrei-me de uma passagem da palavra de Deus: “Você deve aprender a abrir mão e deixar de lado essas coisas, a recomendar outros e a permitir que eles se destaquem. Não lute nem corra para tirar vantagem no momento em que encontrar uma oportunidade para se destacar ou obter glória. Você deve aprender a recuar, mas não deve adiar o cumprimento de seu dever. Seja uma pessoa que trabalha em quieta obscuridade e que não se exibe aos outros enquanto cumpre lealmente o seu dever. Quanto mais abrir mão de seu prestígio e status, e quanto mais abrir mão de seus interesses, mais tranquilo você se tornará, mais espaço se abrirá em seu coração, e mais seu estado se aprimorará. Quanto mais você lutar e competir, mais escuro será o seu estado. Se você não acredita, tente e veja!” (‘Dê seu real coração a Deus e você poderá obter a verdade’ em “As declarações de Cristo dos últimos dias”). A palavra de Deus me esclareceu. Eu devia renunciar ao meu orgulho e cooperar com ela. Praticar desse jeito ajudaria nos meus deveres. Se eu continuasse com inveja dela e competisse com ela por fama e ganho, meu estado ficaria cada vez mais negativo e escuro, porque buscar fama e status é a senda de Satanás. Orei a Deus: “Deus Todo-Poderoso, sei que ainda tenho um caráter corrupto. Tenho inveja da minha irmã e penso em competir com ela por fama e ganho, mas devo colocar de lado meu status e reputação. Por favor, guia-me em renunciar à carne e em praticar a verdade para satisfazer a Ti”. Depois de orar, relaxei e procurei a irmã Cathy para lhe explicar a situação. Ela concordou imediatamente e discutiu a abordagem comigo. Quando vi isso, fiquei muito comovida. Pensei em como eu sempre vivia pela minha reputação e fingia me dar bem com a irmã Cathy, mas ela nunca soube o que eu realmente achava. Então decidi me abrir com a irmã Cathy.

Depois do jantar, conversei com a irmã Cathy e comunguei sobre toda a corrupção que expusera. Depois de ouvir isso, ela disse: “Está tudo bem. Na verdade, sou mais corrupta do que você nesse ponto. Esse tipo de comunhão é muito bom”. Depois de me abrir, senti também um grande alívio e pude abrir mão da inveja que tinha dela. Agora posso cumprir meus deveres com a irmã Cathy e tenho um senso profundo de segurança e libertação. Tudo isso foi o efeito alcançado pelo julgamento da palavra de Deus. Praticar a verdade nos deixa em paz e à vontade. Graças a Deus!

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