Conhecendo Deus 3

Palavras diárias de Deus Trecho 83

Deus usa palavras para criar todas as coisas

Gênesis 1:3-5 Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

Gênesis 1:6-7 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.

Gênesis 1:9-11 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi. Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom. E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.

Gênesis 1:14-15 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.

Gênesis 1:20-21 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.

Gênesis 1:24-25 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

No primeiro dia, o dia e noite da humanidade nascem e se mantêm firmes graças à autoridade de Deus

Vejamos a primeira passagem: “Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro” (Gênesis 1:3-5). Essa passagem descreve o primeiro ato de Deus no início da criação, e o primeiro dia que Deus passou em que houve uma tarde e uma manhã. Mas foi um dia extraordinário: Deus começou a preparar a luz para todas as coisas e, além disso, separou a luz das trevas. Nesse dia, Deus começou a falar e Suas palavras e autoridade existiram lado a lado. Sua autoridade começou a se manifestar entre todas as coisas e Seu poder se espalhou entre todas as coisas como resultado de Suas palavras. Desse dia em diante, todas as coisas foram formadas e se mantiveram firmes devido às palavras de Deus, à autoridade de Deus e ao poder de Deus, e começaram a funcionar graças às palavras de Deus, à autoridade de Deus e ao poder de Deus. Quando Deus disse as palavras “haja luz”, houve luz. Deus não iniciou nenhum programa de obras; a luz surgira como resultado de Suas palavras. Essa foi a luz a que Deus chamou dia, e da qual o homem ainda depende hoje para sua existência. Por ordem de Deus, sua substância e valor nunca mudaram e ela nunca desapareceu. Sua existência manifesta a autoridade e poder de Deus, e proclama a existência do Criador. Isso confirma repetidamente a identidade e status do Criador. Não é intangível ou ilusória, mas uma luz real que pode ser vista pelo homem. Daquele tempo em diante, nesse mundo vazio em que “a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo”, foi produzida a primeira coisa material. Essa coisa veio das palavras da boca de Deus e surgiu no primeiro ato da criação de todas as coisas devido à autoridade e às declarações de Deus. Logo depois, Deus ordenou que a luz e as trevas se separassem… Tudo mudou e foi completado devido às palavras de Deus… Deus chamou à essa luz “Dia” e às trevas Ele chamou “Noite”. Naquele momento, a primeira tarde e a primeira manhã foram produzidas no mundo que Deus pretendia criar, e Deus disse que esse era o primeiro dia. Esse dia foi o primeiro dia da criação de todas as coisas do Criador, e foi o começo da criação de todas as coisas, e foi a primeira vez em que a autoridade e o poder do Criador se manifestaram nesse mundo que Ele havia criado.

Por meio dessas palavras, o homem é capaz de contemplar a autoridade de Deus e das palavras de Deus, como também o poder de Deus. Porque somente Deus possui tal poder, portanto, somente Deus tem tal autoridade; porque Deus possui tal autoridade, portanto, somente Deus tem tal poder. Poderia algum homem ou objeto possuir tal autoridade e poder? Há uma resposta no coração de vocês? Além de Deus, algum ser criado ou não criado possui tal autoridade? Vocês já viram um exemplo de tal coisa em qualquer livro ou publicação? Há algum registro de que alguém tenha criado os céus e a terra e todas as coisas? Isso não aparece em nenhum outro livro ou registro; essas são, naturalmente, as únicas palavras oficiais e poderosas sobre a magnífica criação de Deus do mundo, que estão registradas na Bíblia; essas palavras falam pela autoridade identidade únicas de Deus. Pode-se dizer que tais autoridade e poder simbolizam a identidade única de Deus? Pode-se dizer que Deus e somente Deus os possui? Sem dúvida alguma, somente o Próprio Deus possui tais autoridade e poder! Essas autoridade e poder não podem ser possuídos ou substituídos por nenhum ser criado ou não criado! Essa é uma das características do Próprio Deus único? Vocês já a testemunharam? Essas palavras permitem clara e rapidamente que as pessoas entendam o fato de que Deus possui autoridade única e poder único, identidade e status supremos. A partir da comunicação acima, vocês podem dizer que o Deus em quem vocês creem é o Próprio Deus único?

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 84

No segundo dia, a autoridade de Deus arranja as águas e cria o firmamento, e surge um espaço para a sobrevivência humana mais básica

“E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi” (Gênesis 1:6-7). Que mudanças ocorreram depois que Deus disse: “Haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas”? Nas Escrituras está escrito: “Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento”. Qual foi o resultado depois que Deus havia falado e feito isso? A resposta está na última parte da passagem: “E assim foi”.

Essas duas frases curtas registram um evento magnífico e descrevem uma cena maravilhosa — o formidável empreendimento em que Deus governou as águas e criou um espaço no qual o homem poderia existir…

Nessa imagem, as águas e o firmamento surgem diante dos olhos de Deus em um instante, e são divididos pela autoridade das palavras de Deus, e separados em um “acima” e um “abaixo”, conforme a maneira determinada por Deus. Isso significa dizer que o firmamento criado por Deus não só cobriu as águas abaixo, mas também sustentou as águas acima… O homem não pode deixar de olhar estupefato e exclamar admirado diante do poder de Sua autoridade e do esplendor da cena em que o Criador moveu e comandou as águas e criou o firmamento. Por meio das palavras de Deus, e do poder de Deus, e da autoridade de Deus, Deus realizou outro grande feito. Não é esse o poder da autoridade do Criador? Usemos as Escrituras para explicar os feitos de Deus: Deus proferiu Suas palavras e graças a essas palavras de Deus houve um firmamento no meio das águas. Ao mesmo tempo, ocorreu uma enorme mudança nesse espaço devido a essas palavras de Deus, e não foi uma mudança no sentido comum, mas uma espécie de substituição em que nada se tornou algo. Nasceu dos pensamentos do Criador e se tornou algo do nada devido às palavras proferidas pelo Criador, e, além disso, dali em diante passaria a existir e se manter firme, por causa do Criador, e passaria a se alterar, mudar e se renovar de acordo com os pensamentos do Criador. Essa passagem descreve o segundo ato do Criador em Sua criação do mundo inteiro. Foi outra expressão da autoridade e poder do Criador, outro empreendimento pioneiro do Criador. Esse dia foi o segundo dia que o Criador passou desde a fundação do mundo e foi outro dia maravilhoso para Ele: Ele andou em meio à luz, Ele trouxe o firmamento, Ele arranjou e governou as águas, e Seus feitos, Sua autoridade e Seu poder foram usados para operar no novo dia…

Havia firmamento no meio das águas antes de Deus proferir Suas palavras? É claro que não! E quanto a depois de Deus dizer: “Haja um firmamento no meio das águas”? As coisas pretendidas por Deus apareceram; houve firmamento no meio das águas e as águas se separaram porque Deus disse: “Haja separação entre águas e águas”. Dessa forma, após as palavras de Deus, dois novos objetos, duas coisas recém-nascidas apareceram entre todas as coisas devido à autoridade e poder de Deus. Como vocês se sentem sobre a aparição dessas duas coisas novas? Vocês sentem a grandeza do poder do Criador? Vocês sentem a força única e extraordinária do Criador? A grandeza de tal força e poder deve-se à autoridade de Deus e essa autoridade é uma representação do Próprio Deus e uma característica única do Próprio Deus.

Essa passagem lhes deu mais uma vez um sentido profundo da singularidade de Deus? Na verdade, isso está longe de ser suficiente; a autoridade e poder do Criador se estendem muito além disso. Sua singularidade não se deve meramente ao fato de Ele possuir uma essência diferente à de qualquer criatura, mas também porque Sua autoridade e poder são extraordinários, ilimitados, superlativos a todos e estão acima de tudo, e, além disso, porque Sua autoridade e o que Ele tem e é podem criar vida, produzir milagres e criar cada minuto e segundo espetacular e extraordinário. Ao mesmo tempo, Ele é capaz de governar a vida que cria e deter soberania sobre os milagres e cada minuto e segundo que Ele cria.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 85

No terceiro dia, as palavras de Deus dão origem à terra e aos mares, e a autoridade de Deus faz o mundo se encher de vida

A primeira frase de Gênesis 1:9-11 diz: “E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco”. Que mudanças ocorreram depois que Deus disse simplesmente: “Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco”? E o que havia nesse espaço além da luz e do firmamento? Nas Escrituras está escrito: “Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom”. Isto é, agora havia terra e mares nesse espaço, e a terra e os mares foram separados. O aparecimento dessas coisas novas se seguiu ao comando da boca de Deus, “e assim foi”. As Escrituras descrevem Deus Se correndo por aí enquanto fazia isso? Descrevem-No fazendo esforço físico? Então, como Deus fez isso? Como Deus fez com que essas coisas novas fossem produzidas? É evidente que Deus usou palavras para realizar tudo isso, para criar a totalidade disso.

[…]

Vamos prosseguir até a frase final dessa passagem: “E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi”. Enquanto Deus falava, todas essas coisas passaram a existir seguindo os pensamentos de Deus, e num instante várias formas de vida pequenas e delicadas esticaram a cabeça sem firmeza para fora do solo e, antes mesmo de sacudirem os torrões de terra de seus corpos, começaram a saudar umas às outras animadamente, balançando a cabeça e sorrindo para o mundo. Agradeceram ao Criador pela vida que Ele lhes concedera e anunciaram ao mundo que eram parte de todas as coisas e que cada uma delas dedicaria a vida a revelar a autoridade do Criador. Quando as palavras de Deus foram ditas, a terra se tornou luxuriante e verde, vários tipos de ervas que poderiam ser desfrutadas pelo homem brotaram e romperam o solo, e as montanhas e planícies se tornaram densamente povoadas por árvores e florestas… Esse mundo estéril, em que antes não havia o mínimo vestígio de vida, foi rapidamente coberto por uma profusão de relvas, ervas e árvores e transbordou com vegetação… A fragrância da relva e o aroma do solo se espalharam pelo ar e uma variedade de plantas começou a respirar acompanhando a circulação do ar e iniciou o processo de crescimento. Ao mesmo tempo, graças às palavras de Deus e seguindo os pensamentos de Deus, todas as plantas iniciaram o ciclo de vida perpétuo em que crescem, florescem, dão frutos e se multiplicam. Começaram a seguir estritamente os seus respectivos cursos de vida e começaram a desempenhar seus respectivos papéis entre todas as coisas… Todas nasceram e viveram devido às palavras do Criador. Recebiam provisão e nutrição constantes do Criador e sempre sobreviviam tenazmente em todos os cantos da terra a fim de mostrar a autoridade e o poder do Criador e mostravam sempre a força vital que lhes foi concedido pelo Criador…

A vida do Criador é extraordinária, Seus pensamentos são extraordinários e Sua autoridade é extraordinária, e, portanto, quando Suas palavras foram proferidas, o resultado final foi “e assim foi”. Deus obviamente não precisa trabalhar com as mãos quando age; Ele simplesmente usa Seus pensamentos para comandar e Suas palavras para ordenar, e assim as coisas são alcançadas. Nesse dia, Deus juntou as águas em um lugar e deixou a terra seca aparecer, após o qual Deus fez brotar a relva da terra, e lá cresceram as plantas dando sementes e árvores dando frutos, e Deus as classificou de acordo suas espécies, e fez com que cada uma tivesse em si sua própria semente. Tudo isso foi realizado de acordo com os pensamentos de Deus e os comandos das palavras de Deus, e cada uma apareceu, uma após a outra, nesse novo mundo.

Quando ainda estava por começar Sua obra, Deus já tinha uma imagem do que pretendia alcançar em Sua mente, e quando Deus começou a alcançar essas coisas, que foi também quando Deus abriu a boca para falar do conteúdo dessa imagem, começaram a ocorrer mudanças em todas as coisas graças à autoridade e poder de Deus. Independentemente de como Deus fez isso ou de como exerceu Sua autoridade, tudo foi alcançado passo a passo de acordo com o plano de Deus e devido às palavras de Deus, e passo a passo ocorreram mudanças entre céu e terra graças às palavras e autoridade de Deus. Todas essas mudanças e ocorrências revelaram a autoridade do Criador e a extraordinariedade e grandeza do poder da vida do Criador. Seus pensamentos não são meras ideias ou uma imagem vazia, mas uma autoridade que possui vitalidade e energia extraordinária, e são o poder para fazer com que todas as coisas mudem, revivam, se renovem e pereçam. Por causa disso, todas as coisas funcionam devido aos Seus pensamentos e, ao mesmo tempo, são alcançadas devido às palavras de Sua boca…

Antes de todas as coisas aparecerem, nos pensamentos de Deus, muito tempo antes, um plano completo fora formado e muito tempo antes um novo mundo fora realizado. Embora no terceiro dia tenham surgido diversos tipos de plantas na terra, Deus não tinha razão para deter as etapas de Sua criação desse mundo; Ele pretendia continuar a proferir Suas palavras, continuar a alcançar a criação de cada coisa nova. Ele falava, dava Seus comandos, e exercia Sua autoridade e mostrava Seu poder, e Ele preparou tudo o que planejara para preparar para todas as coisas e a humanidade que Ele pretendia criar…

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 86

No quarto dia, as estações, dias e anos da humanidade passam a existir à medida que Deus exerce Sua autoridade novamente

O Criador usou Suas palavras para realizar Seu plano e dessa forma Ele passou os três primeiros dias de Seu plano. Durante esses três dias, Deus não foi visto estando ocupado ou Se esgotando; pelo contrário, Ele passou maravilhosamente bem os três primeiros dias de Seu plano e alcançou a grande tarefa da transformação radical do mundo. Um mundo totalmente novo surgiu diante de Seus olhos e, parte por parte, a bela imagem que estivera selada em Seus pensamentos foi finalmente revelada nas palavras de Deus. A aparição de cada coisa nova era como o nascimento de um bebê e o Criador sentia prazer na imagem que estivera antes em Seus pensamentos, mas que agora fora trazida à vida. Nesse momento, Seu coração ganhou uma leve satisfação, mas Seu plano havia apenas começado. Num piscar de olhos, chegara um novo dia — e qual foi a página seguinte do plano do Criador? O que Ele disse? Como Ele exerceu Sua autoridade? Entrementes, que coisas novas surgiram nesse novo mundo? Seguindo a orientação do Criador, nosso olhar recai sobre o quarto dia da criação de todas as coisas por Deus, um dia que foi mais um novo começo. É evidente que, para o Criador, foi sem dúvida outro dia maravilhoso e foi outro dia da maior importância para a humanidade atual. Foi, naturalmente, um dia de valor inestimável. Como foi maravilhoso, como foi tão importante e como foi de um valor inestimável? Vamos primeiro ouvir as palavras proferidas pelo Criador…

“E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi” (Gênesis 1:14-15). Esse foi mais um exercício da autoridade de Deus que foi revelado por criaturas após Sua criação de terra seca e das plantas sobre ela. Para Deus, esse ato foi tão fácil quanto o que Ele já havia feito, porque Deus tem tal poder; Deus é tão fiel quanto Sua palavra, e Sua palavra será realizada. Deus ordenou que surgissem luminares no céu e esses luminares não só brilharam no céu e sobre a terra, mas também serviram como sinais para dia e noite, para estações, dias e anos. Dessa maneira, conforme Deus proferia Suas palavras, cada ato que Deus desejava alcançar era cumprido de acordo com o significado de Deus e da maneira determinada por Deus.

Os luminares no céu são matéria no céu capaz de irradiar luz; podem iluminar o céu e podem iluminar a terra e os mares. Giram de acordo com o ritmo e a frequência comandados por Deus e iluminam diferentes períodos de tempo sobre a terra, e assim os ciclos de revolução dos luminares fazem com que dia e noite sejam produzidos no leste e oeste da terra e não são somente sinais para marcar noite e dia, mas através desses ciclos diferentes marcam também as festas e os vários dias especiais da humanidade. São o complemento e acompanhamento perfeitos das quatro estações — primavera, verão, outono e inverno — criadas por Deus, ao lado das quais os luminares funcionam harmoniosamente como marcos regulares e precisos para as fases da lua, dias e anos da humanidade. Embora a humanidade só tenha começado a compreender e observar a divisão de fases da lua, dias e anos causada pelos luminares criados por Deus após o surgimento da agricultura, a verdade é que as fases da lua, dias e anos que o homem entende hoje começaram a ser produzidos há muito tempo, no quarto dia da criação de todas as coisas por Deus, e também os ciclos sucessivos da primavera, verão, outono e inverno vivenciados pelo homem começaram há muito tempo, no quarto dia da criação de todas as coisas por Deus. Os luminares criados por Deus permitiram ao homem distinguir a noite do dia de maneira regular, precisa e clara e contar os dias e acompanhar claramente as fases da lua e os anos. (O dia da lua cheia marcava a conclusão de um mês, e a partir disso o homem sabia que a iluminação dos luminares inicia um novo ciclo; o dia da meia lua marcava a conclusão de metade de um mês, que indicava ao homem que uma nova fase da lua estava começando, do qual podia inferir quantos dias e noites havia em uma fase da lua, quantas fases da lua havia em uma estação e quantas estações havia em um ano, e tudo isso foi revelado com grande regularidade.) Assim, o homem podia acompanhar facilmente as fases da lua, dias e anos marcados pelas revoluções dos luminares. Desse momento em diante, a humanidade e todas as coisas viveram inconscientemente entre a alternância ordenada de noite e dia e as alternâncias das estações produzidas pelas revoluções dos luminares. Essa foi a importância da criação dos luminares pelo Criador no quarto dia. Do mesmo modo, os objetivos e a importância dessa ação do Criador permaneciam inseparáveis de Sua autoridade e poder. E, portanto, os luminares feitos por Deus e o valor que logo trariam ao homem foram outro golpe de mestre no exercício da autoridade do Criador.

Nesse novo mundo, em que a humanidade ainda estava para aparecer, o Criador havia preparado tarde e manhã, o firmamento, terra e mares, relva, ervas e várias espécies de árvores, e luminares, estações, dias e anos para a nova vida que logo iria criar. A autoridade e o poder do Criador estavam expressos em cada coisa nova que Ele criou, e Suas palavras e realizações ocorreram simultaneamente, sem a menor discrepância e sem o menor intervalo. A aparição e o nascimento de todas essas coisas novas eram prova da autoridade e poder do Criador: Ele é tão fiel quanto Sua palavra e Sua palavra será realizada, e aquilo que é Ele realiza dura para sempre. Esse fato nunca mudou: assim foi no passado, assim é hoje e assim será por toda a eternidade. Quando vocês olham novamente essas palavras das Escrituras, elas lhes parecem renovadas? Vocês viram novos conteúdos e fizeram novas descobertas? Isso é porque os atos do Criador tocaram o coração de vocês e orientaram o direcionamento do seu conhecimento da autoridade e poder Dele, e abriram a porta para sua compreensão do Criador, e os atos e autoridade Dele concederam vida a essas palavras. Portanto, nessas palavras o homem viu uma expressão real e nítida da autoridade do Criador, testemunhou de verdade a supremacia do Criador, e contemplou a extraordinariedade da autoridade e poder do Criador.

A autoridade e poder do Criador produzem um milagre após outro; Ele atrai a atenção do homem, e o homem não pode deixar de olhar extasiado as ações surpreendentes nascidas do exercício de Sua autoridade. Seu poder fenomenal produz um deleite após outro e o homem fica deslumbrado e radiante, exclamando admirado, atônito e vibrante; além disso, o homem fica visivelmente comovido e nele são produzidos respeito, reverência e afeição. A autoridade e os atos do Criador têm um grande impacto e efeito purificador sobre o espírito do homem e, além disso, saciam o espírito do homem. Cada um de Seus pensamentos, cada um de Seus pronunciamentos e cada revelação de Sua autoridade é uma obra-prima entre todas as coisas, e é uma grande tarefa, digna da compreensão e conhecimento profundos da humanidade criada.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 87

No quinto dia, formas de vida variadas e diversas exibem a autoridade do Criador de maneiras diferentes

As Escrituras dizem: “E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom” (Gênesis 1:20-21). As Escrituras nos dizem claramente que, nesse dia, Deus fez as criaturas nas águas e as aves do ar, o que significa dizer que Ele criou os vários peixes e aves e os classificou de acordo com suas espécies. Assim, a terra, os céus e as águas foram enriquecidos com a criação de Deus…

Quando as palavras de Deus foram proferidas, novas formas de vida, cada uma diferente da outra, surgiram instantaneamente em meio às palavras do Criador. Vieram ao mundo disputando espaço, pulando, brincando alegremente… Peixes de todos os formatos e tamanhos nadavam pela água; crustáceos de todo tipo surgiam das areias; criaturas escamadas, sem casca e sem coluna cresciam apressadamente em diferentes formas, grandes ou pequenas, compridas ou curtas. Vários tipos de algas marinhas começaram também a crescer rapidamente, balançando ao movimento da vida aquática variada, ondulando, incitando as águas estagnadas, como a lhes dizer: “Mexa-se! Traga seus amigos! Pois você nunca mais estará só!” A partir do momento em que as várias criaturas viventes criadas por Deus surgiram na água, cada vida nova trouxe vitalidade a águas que haviam permanecido tanto tempo inativas, inaugurando uma nova era… Dali em diante um se aninhou ao outro, e um fez companhia ao outro, e não mantiveram nenhuma distância entre si. A água existia para as criaturas em seu meio, nutrindo cada forma de vida dentro de seu abraço, e toda a vida existia em função da água, graças à sua nutrição. Cada um conferia vida ao outro e, ao mesmo tempo, da mesma forma, cada um dava testemunho igualmente da miraculosidade e grandeza da criação do Criador, e do poder insuperável da autoridade do Criador…

Assim como já não havia mais silêncio no mar, também os céus começaram a se encher de vida. Uma por uma, aves grandes e pequenas voaram do solo ao céu. Ao contrário das criaturas marinhas, tinham asas e penas cobrindo suas figuras esbeltas e graciosas. Agitaram as asas, exibindo orgulhosa e soberbamente as belas capas plumadas e as funções e habilidades especiais a elas concedidas pelo Criador. Voaram livremente e se deslocaram habilmente entre o céu e a terra, sobre pastagens e florestas… Eram as queridinhas do ar, eram as queridinhas de todas as coisas. Logo viriam a ser o elo entre céu e terra, portando mensagens para todas as coisas… Cantaram, cortaram o ar alegremente, trouxeram aplausos, riso e vitalidade a esse mundo outrora vazio… Usaram seu canto claro e melodioso, usaram as palavras dentro de seus corações para louvar o Criador pela vida que lhes foi concedida. Dançaram alegremente para mostrar a perfeição e a miraculosidade da criação do Criador, e dedicariam suas vidas inteiras a dar testemunho da autoridade do Criador através da vida especial que Ele lhes concedera…

Independentemente de estar na água ou de ser dos céus, pelo comando do Criador essa multiplicidade de seres viventes veio a existir nas diferentes configurações da vida, e pelo comando do Criador eles se agruparam de acordo com suas respectivas espécies — e essa lei, essa regra, não podia ser alterada por nenhuma criatura. Nunca ousaram ir além dos limites estabelecidos para eles pelo Criador, nem eram capazes disso. Conforme ordenado pelo Criador, viveram e se multiplicaram e aderiram estritamente ao curso de vida e às leis estabelecidas para eles pelo Criador, e conscientemente obedeceram aos Seus mandamentos não pronunciados e aos decretos e preceitos celestiais que Ele lhes deu, até os dias de hoje. Eles conversavam com o Criador de uma maneira especial, própria, e passaram a apreciar o significado do Criador e obedeceram a Seus mandamentos. Nenhum jamais transgrediu a autoridade do Criador, e Sua soberania e comando sobre eles foram exercidos dentro de Seus pensamentos; nenhuma palavra foi proferida, mas a autoridade que era única do Criador controlava em silêncio todas as coisas que não possuíam capacidade de linguagem e que diferiam da humanidade. O exercício de Sua autoridade dessa maneira especial obrigou o homem a ganhar um novo conhecimento e a fazer uma nova interpretação, da autoridade única do Criador. Aqui, devo dizer a vocês que nesse novo dia, o exercício da autoridade do Criador demonstrou mais uma vez a singularidade do Criador.

Em seguida, vamos dar uma olhada na última frase dessa passagem das Escrituras: “E viu Deus que isso era bom”. O que vocês acham que isso significa? As emoções de Deus estão contidas nessas palavras. Deus observou todas as coisas que Ele criara ganhar vida e permanecer firmes devido a Suas palavras e gradativamente começar a mudar. Nesse momento, Deus estava satisfeito com as várias coisas que Ele fizera com Suas palavras e com os vários atos que alcançara? A resposta é “E viu Deus que isso era bom”. O que vocês veem aqui? O que representa “E viu Deus que isso era bom”? O que simboliza? Significa que Deus teve o poder e a sabedoria para realizar o que Ele planejara e prescrevera, para realizar os objetivos que havia Se proposto a realizar. Ao completar cada tarefa, Deus sentiu arrependimento? A resposta ainda é “E viu Deus que isso era bom”. Ou seja, não só não sentiu arrependimento, como ficou satisfeito. O que significa que Ele não sentiu arrependimento? Significa que o plano de Deus é perfeito, que Seu poder e sabedoria são perfeitos, e que é somente através de Sua autoridade que tal perfeição pode ser realizada. Quando o homem realiza uma tarefa, ele pode, assim como Deus, ver que é bom? Tudo o que o homem realiza pode atingir a perfeição? O homem pode completar algo de uma vez e por toda a eternidade? Assim como o homem diz que “nada é perfeito, apenas melhor”, nada que o homem faça pode atingir a perfeição. Quando Deus viu que tudo o que Ele fizera e realizara era bom, tudo o que foi feito por Deus foi estabelecido por Suas palavras, o que significa dizer que quando “E viu Deus que isso era bom”, tudo o que Ele fizera assumiu uma forma permanente, foi classificado de acordo com a espécie e recebeu posição, propósito e função fixos, de uma vez e por toda a eternidade. Além disso, seu papel entre todas as coisas e a trajetória que devem cumprir durante a gestão de todas as coisas por Deus já haviam sido ordenadas por Deus e eram imutáveis. Essa foi a lei celestial dada pelo Criador a todas as coisas.

“E viu Deus que isso era bom”, essas palavras simples e subestimadas, tantas vezes ignoradas, são as palavras da lei celestial e do decreto celestial dados a todas as criaturas por Deus. São outra personificação da autoridade do Criador, mais prática e mais profunda. Por meio de Suas palavras, o Criador foi capaz não só de ganhar tudo o que havia Se proposto a ganhar, e alcançar tudo o que havia Se proposto a alcançar, mas também de controlar em Suas mãos tudo o que havia criado e governar todas as coisas que havia feito sob Sua autoridade, e, além disso, era tudo sistemático e regular. Todas as coisas também proliferavam, existiam e pereciam por meio de Sua palavra e, além disso, por meio de Sua autoridade elas existiam em meio à lei que Ele havia estabelecido, e nenhuma estava isenta! Essa lei começou no exato momento em que “E viu Deus que isso era bom” e existirá, continuará e funcionará para servir ao plano de gestão de Deus até o dia em que for revogada pelo Criador! A autoridade única do Criador se manifestou não só em Sua capacidade de criar todas as coisas e comandar a existência de todas as coisas, mas também em Sua capacidade de governar e deter soberania sobre todas as coisas e conferir vida e vitalidade a todas as coisas, e, além disso, em Sua capacidade de causar, de uma vez e por toda a eternidade, o surgimento e existência no mundo de todas as coisas que Ele criara em Seu plano com uma forma perfeita, e uma estrutura de vida perfeita, e uma função perfeita. Também se manifestou no modo em que os pensamentos do Criador não estavam sujeitos a quaisquer restrições, não tinham limites de tempo, espaço ou geografia. Assim como Sua autoridade, a identidade única do Criador permanecerá inalterada de eternidade a eternidade. Sua autoridade será sempre uma representação e um símbolo de Sua identidade única, e Sua autoridade existirá para sempre lado a lado com Sua identidade!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 88

No sexto dia, o Criador fala e cada espécie de criatura vivente em Sua mente faz sua aparição, uma após a outra

Imperceptivelmente, a obra do Criador de fazer todas as coisas havia continuado por cinco dias, após o qual o Criador imediatamente saudou o sexto dia de Sua criação de todas as coisas. Esse dia foi outro novo começo e outro dia extraordinário. Qual era, então, o plano do Criador na véspera desse novo dia? Que novas criaturas Ele produziria, Ele criaria? Ouça, essa é a voz do Criador…

“E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom” (Gênesis 1:24-25). Que criaturas viventes estão incluídas? As Escrituras dizem: animais domésticos e répteis e animais selvagens segundo as suas espécies. Ou seja, nesse dia não havia apenas todos os tipos de criaturas viventes sobre a terra, mas estavam todas classificadas segundo suas espécies e, igualmente, “E viu Deus que isso era bom”.

Como nos cinco dias anteriores, o Criador falou no mesmo tom e ordenou o nascimento das criaturas viventes que Ele desejava, e que elas aparecessem na terra, cada uma segundo sua espécie. Quando o Criador exerce Sua autoridade, nenhuma de Suas palavras é falada em vão, e assim, no sexto dia, cada criatura vivente que Ele planejara criar apareceu na hora marcada. Como o Criador disse “Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies”, a terra foi imediatamente preenchida com vida, e sobre a terra surgiu subitamente o fôlego de todos os tipos de criaturas viventes… Nos prados verdes selvagens, vacas robustas, balançando suas caudas de um lado para o outro, surgiram uma após a outra, ovelhas baliram e se reuniram em rebanhos e cavalos começaram a galopar, relinchando… Num instante, as vastas extensões de prados silenciosos explodiram com vida… O surgimento desses vários rebanhos sobre o prado tranquilo era uma bela visão e trouxe uma vitalidade sem limites… Seriam os companheiros dos prados e os senhores dos prados, um dependente do outro; também viriam a ser os guardiões e zeladores dessas terras, que seriam seu habitat permanente e lhes forneceriam tudo de que precisavam, uma fonte de eterna alimentação para sua existência…

No mesmo dia em que apareceram esses vários rebanhos, pela palavra do Criador, surgiu também uma infinidade de insetos, um após o outro. Mesmo sendo os menores dos seres viventes entre todas as criaturas, sua força vital ainda era a criação milagrosa do Criador, e não chegaram tarde demais… Alguns batiam as asinhas, enquanto outros se arrastavam lentamente; alguns pulavam e quicavam, outros cambaleavam; alguns se lançavam adiante, enquanto outros recuavam rapidamente; alguns se moviam de lado, outros saltavam alto e baixo… Todos se ocuparam em encontrar um lar para si: alguns abriram caminho pela grama, alguns começaram a cavar buracos no chão, alguns voaram para as árvores, escondidos nas florestas… Apesar do tamanho diminuto, não estavam dispostos a suportar o tormento de um estômago vazio, e depois de achar um lar, se apressaram em buscar comida para se alimentar. Alguns subiram na grama para comer as lâminas tenras, alguns apanharam bocados de terra e a engoliram, comendo com muito gosto e prazer (para eles, até mesmo terra é um deleite saboroso); alguns se esconderam nas florestas, mas não pararam para descansar, pois a seiva de folhas verde-escuras e brilhantes fornecia uma refeição suculenta… Mesmo depois de saciados, os insetos não cessaram suas atividades; apesar de sua dimensão reduzida, possuíam energia formidável e exuberância ilimitada, e, portanto, de todas as criaturas, são as mais ativas e as diligentes. Nunca tinham preguiça e nunca se davam ao luxo de descansar. Uma vez que seu apetite estava saciado, ainda assim se punham a trabalhar em prol do futuro, ocupando-se e correndo de um lado a outro para o amanhã de cada um, para sua sobrevivência… Zumbiam suavemente baladas de várias melodias e ritmos para se estimular e incentivar. Traziam alegria também à relva, às árvores e a cada centímetro de solo, tornando único cada dia e cada ano… Com suas próprias linguagens e por seus próprios meios, transmitiam informações a todos os seres viventes da terra. Usando sua própria trajetória de vida especial, marcavam todas as coisas, sobre as quais deixavam traços… Tinham intimidade com o solo, a relva e as florestas e traziam vigor e vitalidade ao solo, a relva e as florestas. Traziam as exortações e saudações do Criador a todas as coisas viventes…

O Criador correu o olhar sobre todas as coisas que criara, e nesse momento Seus olhos se fixaram nas florestas e montanhas, Sua mente girando. À medida que Suas palavras eram proferidas, nas florestas densas e nas montanhas surgiram espécies de criaturas diferentes de todas as anteriores: eram os animais selvagens mencionados pela boca de Deus. Surgindo com grande atraso, balançavam as cabeças e agitavam as caudas, cada um com seu próprio rosto único. Alguns eram peludos, alguns tinham couraças, alguns tinham presas expostas, alguns arreganhavam os dentes, alguns tinham pescoço longo, alguns tinham cauda curta, alguns tinham olhos arregalados, alguns possuíam olhar tímido, alguns se curvavam para pastar, alguns tinham sangue nos beiços, alguns saltavam sobre duas patas, alguns andavam sobre quatro cascos, alguns observavam ao longe do alto de árvores, alguns ficavam à espreita nas florestas, alguns procuravam cavernas para descansar, alguns corriam e saltitavam nas planícies, alguns rondavam as florestas… alguns rugiam, alguns uivavam, alguns latiam, alguns gritavam… alguns eram sopranos, alguns eram barítonos, alguns emitiam sons graves, alguns emitiam sons claros e melodiosos… alguns eram sombrios, alguns eram formosos, alguns eram nojentos, alguns eram adoráveis, alguns eram assustadores, alguns eram encantadoramente ingênuos… Um por um eles surgiram. Vejam como são altivos e poderosos, com espírito livre, indolentemente indiferentes à presença dos outros, nem ao menos se entreolhando… Levando cada um a vida particular concedida a eles pelo Criador, com selvageria e brutalidade próprias, surgiram nas florestas e nas montanhas. Desdenhavam de tudo, completamente imperiosos — quem os fez os verdadeiros senhores das montanhas e florestas? A partir do momento em que sua aparição foi ordenada pelo Criador, eles “se apossaram” das florestas e das montanhas, pois o Criador já havia delimitado suas fronteiras e determinado o alcance de sua existência. Somente eles eram os verdadeiros senhores das montanhas e florestas, e é por isso que eles eram tão selvagens e tão desdenhosos. Foram chamados de “animais selvagens” simplesmente porque, entre todas as criaturas, eram os únicos verdadeiramente selvagens, brutos e indomáveis. Não podiam ser domados, portanto não podiam ser criados e não podiam viver em harmonia com a humanidade nem trabalhar para a humanidade. Porque não podiam ser criados, não podiam trabalhar para a humanidade, tinham de viver distantes da humanidade e não podiam ser abordados pelo homem. Por sua vez, foi porque viviam distantes da humanidade e não podiam ser abordados pelo homem, que foram capazes de cumprir o dever que lhes foi confiado pelo Criador: zelar pelas montanhas e florestas. Sua selvageria protegia as montanhas e guardava as florestas, e era a melhor proteção e garantia de sua existência e propagação. Ao mesmo tempo, sua selvageria preservou e garantiu o equilíbrio entre todas as coisas. Sua chegada trouxe apoio e suporte às montanhas e florestas; sua chegada injetou vigor e vitalidade ilimitados nas montanhas e florestas silenciosas e vazias. Desse momento em diante, as montanhas e as florestas se tornaram seu habitat permanente, e eles nunca perderiam seu lar, pois as montanhas e as florestas surgiram e existiam para eles, e os animais selvagens cumpririam seu dever e fariam todo o possível para protegê-las. Da mesma forma, os animais selvagens obedeceriam estritamente às exortações do Criador para manter seu território e seguir usando sua natureza animal para preservar o equilíbrio de todas as coisas estabelecidas pelo Criador, e revelar a autoridade e poder do Criador!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 89

Sob a autoridade do Criador, todas as coisas são perfeitas

Todas as coisas criadas por Deus, incluindo aquelas que podiam se mover e aquelas que não podiam, como aves e peixes, como árvores e flores, e incluindo os rebanhos, insetos e animais selvagens feitos no sexto dia — todas eram boas aos olhos de Deus e, além disso, aos olhos de Deus, todas essas coisas, de acordo com Seu plano, haviam atingido o ápice da perfeição e alcançado os padrões que Deus almejava alcançar. Passo a passo, o Criador realizou a obra que pretendia realizar de acordo com Seu plano. Uma após a outra, as coisas que Ele pretendia criar apareceram, e a aparição de cada uma delas era um reflexo da autoridade do Criador, uma cristalização de Sua autoridade; devido a essas cristalizações, nenhuma criatura podia deixar de ser grata pela graça provisão do Criador. À medida que os feitos milagrosos de Deus se manifestavam, esse mundo se expandia, parte por parte, com todas as coisas criadas por Deus, e mudava de caos e trevas para claridade e brilho, de silêncio mortal para vivacidade e vitalidade ilimitadas. Entre todas as coisas da criação, das grandes às pequenas, das pequenas às microscópicas, não havia nenhuma que não tivesse sido criada pela autoridade e poder do Criador, e havia na existência de cada criatura uma necessidade e um valor únicos e inerentes. Independentemente de suas diferenças de forma e estrutura, tiveram necessariamente de ser feitas pelo Criador para existirem sob a autoridade do Criador. Às vezes as pessoas veem um inseto que é muito feio, e dizem: “Esse inseto é tão horrível, é impossível que algo tão feio tenha sido feito por Deus — Ele nunca criaria algo tão feio”. Que visão tola! O que deveriam dizer é: “Embora esse inseto seja tão feio, foi feito por Deus e por isso deve ter um propósito único”. Em Seus pensamentos, Deus pretendia dar todo tipo de aparência e todo tipo de função e uso às várias coisas viventes que Ele criou, e, portanto, nenhuma das coisas que Deus fez foi criada a partir do mesmo tecido. Do exterior à composição interna, dos hábitos de vida ao local que ocupam — cada uma é diferente. As vacas têm a aparência de vacas, os burros têm a aparência de burros, os cervos têm a aparência de cervos e os elefantes têm a aparência de elefantes. Você pode dizer qual é o mais atraente e qual o mais feio? Você pode dizer qual é o mais útil e a existência de qual é menos necessária? Algumas pessoas gostam da aparência dos elefantes, mas ninguém usa elefantes para plantar lavouras; algumas pessoas gostam da aparência dos leões e tigres, pois são as criaturas mais imponentes de todas, mas você pode tê-los como animais de estimação? Em suma, quando se trata da miríade de coisas da criação, o homem deve se render à autoridade do Criador, ou seja, se render à ordem determinada pelo Criador para todas as coisas; essa é a atitude mais sábia. Somente uma atitude de buscar as intenções originais do Criador e obedecer a elas é a verdadeira aceitação e certeza da autoridade do Criador. É bom aos olhos de Deus, então que motivos tem o homem para achar defeitos?

Assim, todas as coisas sob a autoridade do Criador servem para tocar uma nova sinfonia para a soberania do Criador, servem para iniciar um prelúdio brilhante para Sua obra do novo dia, e nesse momento o Criador abrirá também uma nova página na obra de Sua gestão! Segundo a lei determinada pelo Criador dos brotos da primavera, o amadurecimento no verão, a colheita no outono e o armazenamento no inverno, todas as coisas ecoarão com o plano de gerenciamento do Criador e saudarão seu próprio novo dia, novo começo e nova trajetória de vida. Elas continuarão a viver e se reproduzirão em infinita sucessão para saudar cada dia sob a soberania da autoridade do Criador…

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 90

Nenhum dos seres criados e não criados pode substituir a identidade do Criador

Desde quando Ele começou a criação de todas as coisas, o poder de Deus começou a ser expresso e revelado, pois Deus usou palavras para criar todas as coisas. Independentemente da forma como Ele as criou, independentemente do motivo pelo qual Ele as criou, todas as coisas vieram a existir e permaneceram firmes e existiram devido às palavras de Deus: essa é a autoridade única do Criador. Antes do surgimento da humanidade no mundo, o Criador usou Seu poder e autoridade para criar todas as coisas para a humanidade, e empregou Seus métodos únicos para preparar um ambiente de vida adequado para a humanidade. Tudo o que Ele fez foi em preparação para a humanidade, que logo receberia Seu sopro. Isso significa dizer que antes de humanidade ser criada, a autoridade de Deus foi revelada em todas as criaturas diferentes da humanidade, em coisas tão grandes como os céus, os luminares, os mares e a terra, e naquelas tão pequenas como animais e aves, bem como em todos os tipos de insetos e microrganismos, incluindo várias bactérias invisíveis a olho nu. Cada uma delas recebeu vida pelas palavras do Criador, cada uma delas proliferou devido às palavras do Criador, e cada uma delas viveu sob a soberania do Criador devido às Suas palavras. Embora elas não tenham recebido o sopro do Criador, ainda assim revelaram a vitalidade da vida concedida a elas pelo Criador através de suas diferentes formas e estruturas; embora não tenham recebido a capacidade de fala concedida à humanidade pelo Criador, cada uma delas recebeu uma maneira de expressar sua vida que lhe foi concedida pelo Criador e que diferia da linguagem do homem. A autoridade do Criador não só confere vitalidade de vida a objetos materiais aparentemente estáticos, de modo que eles nunca desaparecerão, mas Ele também confere o instinto de se reproduzir e multiplicar a todo ser vivente, de modo que eles nunca desaparecerão, e de modo que, geração após geração, passarão adiante as leis e princípios de sobrevivência que lhes foram concedidos pelo Criador. A maneira pela qual o Criador exerce Sua autoridade não adere estritamente a uma perspectiva macro ou micro, e nem está limitada a qualquer forma; Ele é capaz de comandar as operações do universo e deter soberania sobre a vida e a morte de todas as coisas e, além disso, Ele é capaz de manobrar todas as coisas para que elas O sirvam; Ele pode gerenciar todo o funcionamento das montanhas, rios e lagos, e governar todas as coisas dentro deles, e, além disso, Ele é capaz de prover o que é necessário para todas as coisas. Essa é a manifestação da autoridade única do Criador entre todas as coisas além da humanidade. Tal manifestação não é somente para uma existência; ela nunca cessará nem descansará e não poderá ser alterada ou danificada por qualquer pessoa ou coisa, tampouco poderá ser acrescida ou reduzida por qualquer pessoa ou coisa — pois ninguém pode substituir a identidade do Criador, e, portanto, a autoridade do Criador não pode ser substituída por nenhum ser criado; ela não pode ser alcançada por nenhum ser não criado. Tomemos os mensageiros e anjos de Deus como exemplo. Eles não possuem o poder de Deus, muito menos a autoridade do Criador, e a razão pela qual eles não têm o poder e a autoridade de Deus é que não possuem a substância do Criador. Os seres não criados, como os mensageiros e anjos de Deus, embora possam fazer algumas coisas em nome de Deus, não podem representar Deus. Embora possuam certo poder que o homem não possui, não possuem a autoridade de Deus, não possuem a autoridade de Deus para criar todas as coisas, para comandar todas as coisas e para deter soberania sobre todas as coisas. Assim, a singularidade de Deus não pode ser substituída por nenhum ser não criado e, da mesma maneira, a autoridade e o poder de Deus não podem ser substituídos por nenhum ser não criado. Você leu na Bíblia sobre algum mensageiro de Deus que tenha criado todas as coisas? Por que Deus não enviou nenhum de Seus mensageiros ou anjos para criar todas as coisas? É porque eles não possuíam a autoridade de Deus, e assim não possuíam a capacidade de exercer a autoridade de Deus. Assim como todas as criaturas, estão todos sob a soberania do Criador e sob a autoridade do Criador, e, assim, o Criador é igualmente o Deus e o Soberano deles. Entre todos eles — sejam nobres ou humildes, muito ou pouco poderosos — não há um que possa superar a autoridade do Criador, e, portanto, entre eles não há um que possa substituir a identidade do Criador. Nunca serão chamados de Deus e nunca poderão se tornar o Criador. Essas são verdades e fatos imutáveis!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 91

Deus usa Suas palavras para estabelecer um pacto com o homem

Gênesis 9:11-13 Sim, estabeleço o Meu pacto convosco; não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e não haverá mais dilúvio, para destruir a terra. E disse Deus: Este é o sinal do pacto que firmo entre Mim e vós e todo ser vivente que está convosco, por gerações perpétuas: O Meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre Mim e a terra.

Depois que Ele faz todas as coisas, a autoridade do Criador é confirmada e revelada mais uma vez no pacto do arco-íris

A autoridade do Criador é constantemente revelada e exercida entre todas as criaturas, e Ele não só governa o destino de todas as coisas, mas Ele também governa a humanidade, a criatura especial que Ele criou com Suas próprias mãos, e que possui uma estrutura de vida diferente e existe em uma forma de vida diferente. Depois de fazer todas as coisas, o Criador não cessou de expressar Sua autoridade e poder; para Ele, a autoridade pela qual Ele detinha soberania sobre todas as coisas e o destino de toda a humanidade só começou formalmente quando a humanidade verdadeiramente nasceu de Sua mão. Ele planejou gerenciar a humanidade e governar a humanidade, Ele planejou salvar a humanidade e verdadeiramente ganhar a humanidade e ganhar uma humanidade que pudesse governar todas as coisas; e Ele planejou fazer tal humanidade viver sob Sua autoridade e conhecer e obedecer a Sua autoridade. Assim, Deus começou a expressar oficialmente Sua autoridade entre os homens usando Suas palavras e começou a usar Sua autoridade para realizar Suas palavras. Evidentemente, a autoridade de Deus foi revelada em todos os lugares durante esse processo; Eu apenas escolhi alguns exemplos específicos e bastante conhecidos, a partir dos quais vocês possam entender e conhecer a singularidade de Deus e Sua autoridade única.

Há uma semelhança entre a passagem em Gênesis 9:11-13 e as passagens acima referentes ao registro da criação do mundo de Deus, mas há também uma diferença. Qual é a semelhança? A semelhança está no uso de palavras por parte de Deus para fazer o que Ele planejou, e a diferença é que as passagens citadas aqui representam o diálogo de Deus com o homem, no qual Ele estabeleceu um pacto com o homem e disse ao homem o que estava contido no pacto. Esse exercício da autoridade de Deus foi realizado durante Seu diálogo com o homem, o que significa dizer que antes da criação da humanidade, as palavras de Deus eram instruções e ordens, que foram dadas às criaturas que Ele planejou criar. Mas agora havia alguém para ouvir as palavras de Deus, e, portanto, Suas palavras eram tanto um diálogo com o homem quanto uma exortação e uma advertência ao homem. Além disso, as palavras de Deus eram mandamentos que portavam Sua autoridade e que foram dados a todas as coisas.

Que ação de Deus está registrada nessa passagem? A passagem registra o pacto que Deus estabeleceu com o homem após Sua destruição do mundo com um dilúvio; ela diz ao homem que Deus não causará tal destruição no mundo novamente e que, para esse fim, Deus criou um sinal. Qual era esse sinal? As Escrituras dizem que “O Meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre Mim e a terra”. Essas são as palavras originais ditas pelo Criador para a humanidade. Quando Ele disse essas palavras, um arco-íris surgiu diante dos olhos do homem e permanece ali até o dia de hoje. Todo mundo já viu um arco-íris assim, e quando você o vê, sabe como ele surge? A ciência é incapaz de prová-lo, ou de localizar sua fonte, ou de identificar seu paradeiro. Isso é porque o arco-íris é um sinal do pacto estabelecido entre o Criador e o homem; não requer base científica, não foi feito pelo homem, nem é o homem capaz de alterá-lo. É uma continuação da autoridade do Criador depois que Ele disse Suas palavras. O Criador usou Seu próprio método particular para cumprir Seu pacto com o homem e Sua promessa, e, portanto, Seu uso do arco-íris como sinal do pacto que Ele tinha estabelecido é um decreto e uma lei celestiais que permanecerão para sempre inalterados, seja em relação ao Criador ou à humanidade criada. No entanto, é preciso dizer que essa lei imutável é outra manifestação verdadeira da autoridade do Criador após Sua criação de todas as coisas, e é preciso dizer que a autoridade e o poder do Criador são ilimitados; Seu uso do arco-íris como sinal é uma continuação e extensão da autoridade do Criador. Esse foi outro ato realizado por Deus usando Suas palavras, e foi um sinal do pacto que Deus havia estabelecido com o homem usando palavras. Ele contou ao homem o que Ele resolveu criar e de que maneira isso seria cumprido e alcançado. Dessa forma a questão foi cumprida de acordo com as palavras da boca de Deus. Somente Deus possui tal poder, e hoje, vários milhares de anos depois que Ele disse essas palavras, o homem ainda pode ver o arco-íris mencionado pela boca de Deus. Devido a essas palavras proferidas por Deus, essa coisa permaneceu inalterada e imutável até hoje. Ninguém pode remover esse arco-íris, ninguém pode mudar suas leis e ele existe apenas pelas palavras de Deus. Essa é precisamente a autoridade de Deus. “Deus é tão fiel quanto a Sua palavra e Sua palavra será realizada, e o que é realizado dura para sempre”. Tais palavras estão claramente manifestadas aqui, e isso é um sinal e característica claros da autoridade e poder de Deus. Tal sinal ou característica não é possuído por nenhum dos seres criados ou visto neles, tampouco é visto em nenhum dos seres não criados. Pertence apenas ao Deus único e distingue a identidade e substância possuídas exclusivamente pelo Criador daquelas possuídas pelas criaturas. Ao mesmo tempo, é também um sinal e característica que, com exceção do Próprio Deus, nunca poderão ser superados por nenhum ser criado ou não criado.

O estabelecimento do pacto de Deus com o homem foi um ato de grande importância, que Ele planejou usar para comunicar um fato ao homem e dizer ao homem a Sua vontade. Para esse fim Ele empregou um método único, usando um sinal especial para estabelecer um pacto com o homem, um sinal que era uma promessa do pacto que Ele havia estabelecido com o homem. Portanto, o estabelecimento desse pacto foi um grande evento? Quão grande foi? É exatamente isso o que há de tão especial no pacto: não é um pacto estabelecido entre um homem e outro, ou um grupo e outro, ou um país e outro, mas um pacto estabelecido entre o Criador e toda a humanidade, e permanecerá válido até o dia em que o Criador abolir todas as coisas. O executor desse pacto é o Criador e seu mantenedor é também o Criador. Em suma, o pacto do arco-íris estabelecido com a humanidade foi totalmente cumprido e realizado de acordo com o diálogo entre o Criador e a humanidade e assim permanece até hoje. O que mais as criaturas podem fazer além de se submeter, obedecer, crer, apreciar, testemunhar e louvar a autoridade do Criador? Pois ninguém além do Deus único possui o poder de estabelecer tal pacto. A recorrente aparição do arco-íris é um anúncio ao homem e chama sua atenção para o pacto entre o Criador e a humanidade. Nas contínuas aparições do pacto entre o Criador e a humanidade, o que é demonstrado para a humanidade não é um arco-íris ou o pacto em si, mas a autoridade imutável do Criador. A recorrente aparição do arco-íris demonstra os feitos tremendos e milagrosos do Criador em lugares ocultos, e, ao mesmo tempo, é um reflexo vital da autoridade do Criador que nunca desaparecerá e nunca mudará. Isso não é uma exposição de outro aspecto da autoridade única do Criador?

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 92

As bênçãos de Deus

Gênesis 17:4-6 Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti.

Gênesis 18:18-19 Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra. Porque Eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho de Jeová, para praticarem retidão e justiça; a fim de que Jeová faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado.

Gênesis 22:16-18 E disse: Por Mim Mesmo jurei, diz Jeová, porquanto fizeste isto, e não Me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz.

Jó 42:12 E assim abençoou Jeová o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.

A maneira e as características únicas das declarações do Criador são um símbolo da identidade e autoridade únicas do Criador

Muitos desejam buscar e obter as bênçãos de Deus, mas nem todos podem obter essas bênçãos, pois Deus tem Seus próprios princípios e abençoa o homem à Sua Própria maneira. As promessas que Deus faz ao homem e a quantidade de graça que Ele concede ao homem são atribuídos com base nos pensamentos e ações do homem. Então, o que é revelado por meio das bênçãos de Deus? O que as pessoas podem ver nelas? Nesse momento, deixemos de lado a discussão sobre que tipo de pessoas Deus abençoa e os princípios da bênção de Deus ao homem. Em vez disso, olhemos a bênção de Deus ao homem com o objetivo de conhecer a autoridade de Deus, a partir da perspectiva de conhecer a autoridade de Deus.

As quatro passagens das Escrituras acima são todos registros sobre a bênção de Deus ao homem. Elas dão uma descrição detalhada dos destinatários das bênçãos de Deus, como Abraão e Jó, bem como das razões pelas quais Deus concedeu Suas bênçãos e do que estava contido nessas bênçãos. O tom e a maneira das declarações de Deus, e a perspectiva e posição a partir das quais Ele falou, permitem que as pessoas percebam que Aquele que concede as bênçãos e o destinatário de tais bênçãos têm identidade, status e substância distintamente diferentes. O tom e a maneira dessas declarações e a posição da qual foram proferidas são unicamente de Deus, que possui a identidade do Criador. Ele tem autoridade e poder, bem como a honra do Criador e a majestade que não tolera dúvidas de homem algum.

Vejamos primeiro Gênesis 17:4-6: “Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti”. Essas palavras descrevem o pacto que Deus estabeleceu com Abraão, bem como a bênção de Deus a Abraão: Deus faria de Abraão o pai de nações, o faria frutificar sobremaneira, e faria nações dele, e dele sairiam reis. Você vê a autoridade de Deus nessas palavras? E como você vê tal autoridade? Qual aspecto da substância da autoridade de Deus você vê? A partir de uma leitura atenta dessas palavras, não é difícil descobrir que a autoridade e identidade de Deus são claramente reveladas no fraseado das declarações de Deus. Por exemplo, quando Deus diz “o Meu pacto é contigo, e serás […] te hei posto […] far-te-ei […]”, expressões como “serás” e “farei”, cujo fraseado contém a afirmação da identidade e autoridade de Deus, são, em um aspecto, uma indicação da fidelidade do Criador; em outro aspecto, são palavras especiais usadas por Deus, que possui a identidade do Criador — além de fazer parte do vocabulário convencional. Se alguém diz que espera que outra pessoa frutifique sobremaneira, que nações sejam feitas dela e que reis saiam dela, então isso é, sem dúvida, uma espécie de desejo, não uma promessa ou uma bênção. Portanto, as pessoas não ousam dizer “eu o farei assim ou assado, você será assim ou assado […]”, pois elas sabem que não possuem tal poder; não compete a elas, e mesmo se dissessem tais coisas, suas palavras seriam vazias, sem sentido, movidas por desejo e ambição. Alguém ousa falar em um tom tão grandioso quando sente que não pode realizar seus desejos? Todos desejam bem aos seus descendentes e esperam que eles se sobressaiam e tenham muito sucesso. “Que grande fortuna seria se um deles se tornasse imperador! Se algum fosse governador, isso também seria bom — basta que seja alguém importante!” Esses são desejos comuns a todos, mas as pessoas só podem desejar bênçãos aos seus descendentes e não podem cumprir nenhuma de suas promessas ou fazer com que se realizem. Em seu coração, todos sabem claramente que não possuem o poder de realizar tais coisas, pois tudo a seu respeito está fora do controle deles, então como poderiam comandar o destino dos outros? A razão pela qual Deus pode dizer palavras como essas é porque Deus possui tal autoridade e é capaz de alcançar e realizar todas as promessas que Ele faz ao homem, e de fazer todas as bênçãos que Ele concede ao homem virar realidade. O homem foi criado por Deus e, para Deus, fazer alguém frutificar sobremaneira seria brincadeira de criança; tornar os descendentes de alguém prósperos exigiria apenas uma palavra Dele. Ele nunca teria que Se esforçar demais para realizar tal coisa, ou pensar muito, ou Se preocupar; esse é o próprio poder de Deus, a própria autoridade de Deus.

Depois de ler que “Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra” em Gênesis 18:18, vocês podem sentir a autoridade de Deus? Vocês podem perceber a extraordinariedade do Criador? Vocês podem perceber a supremacia do Criador? As palavras de Deus são certas. Deus não diz tais palavras devido à Sua confiança na realização delas, ou como representação dessa confiança; ao contrário, são uma prova da autoridade das declarações de Deus e são um mandamento que cumpre as palavras de Deus. Há duas expressões às quais vocês devem prestar atenção aqui. Quando Deus diz: “Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra”, há algum elemento de ambiguidade nessas palavras? Há algum elemento de preocupação? Há algum elemento de medo? Devido às palavras “certamente” e “serão” nas declarações de Deus, esses elementos, que são característicos do homem e frequentemente exibidos nele, nunca tiveram relação alguma com o Criador. Ninguém ousaria usar tais palavras ao desejar bem aos outros, ninguém ousaria abençoar outro com tanta certeza a ponto de lhes dar uma grande e poderosa nação, ou prometer que todas as nações da terra serão benditas por meio dele. Quanto mais certas as palavras de Deus, mais elas provam algo — e o que elas provam? Elas provam que Deus tem tal autoridade, que Sua autoridade pode realizar essas coisas e que a realização delas é inevitável. Deus tinha certeza em Seu coração, sem a menor hesitação, sobre tudo com o qual Ele abençoou Abraão. Além disso, tudo isso seria realizado de acordo com Suas palavras, e nenhuma força seria capaz de alterar, obstruir, prejudicar ou perturbar seu cumprimento. Independentemente do que mais acontecesse, nada poderia anular ou influenciar o cumprimento e a realização das palavras de Deus. Esse é o verdadeiro poder das palavras proferidas pela boca do Criador, e a autoridade do Criador que não tolera a negação do homem! Tendo lido essas palavras, você ainda sente dúvida? Essas palavras foram proferidas pela boca de Deus, e há poder, majestade e autoridade nas palavras de Deus. Tal poder e autoridade, e a inevitabilidade da realização do fato, não podem ser alcançadas por nenhum ser criado ou não criado, nem superadas por nenhum ser criado ou não criado. Somente o Criador pode conversar com a humanidade com tal tom e entonação, e os fatos provaram que Suas promessas não são palavras vazias ou ostentações vãs, mas são a expressão da autoridade única que não pode ser superada por nenhuma pessoa, evento ou coisa.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 93

Gênesis 17:4-6 Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti.

Gênesis 18:18-19 Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra. Porque Eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho de Jeová, para praticarem retidão e justiça; a fim de que Jeová faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado.

Gênesis 22:16-18 E disse: Por Mim Mesmo jurei, diz Jeová, porquanto fizeste isto, e não Me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz.

Jó 42:12 E assim abençoou Jeová o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.

Qual é a diferença entre as palavras ditas por Deus e as palavras ditas pelo homem? Quando você lê essas palavras ditas por Deus, você sente o poder das palavras de Deus e a autoridade de Deus. Como você se sente ao ouvir as pessoas dizendo essas palavras? Você as considera extremamente arrogantes e convencidas, pessoas que estão se exibindo? Pois elas não têm esse poder, elas não possuem tal autoridade, e, portanto, são totalmente incapazes de alcançar tais coisas. O fato de terem tanta certeza sobre suas promessas apenas comprova a negligência de seus comentários. Se alguém dissesse essas palavras, seria sem dúvida uma pessoa arrogante e excessivamente confiante e ela estaria se revelando como um exemplo clássico do caráter do arcanjo. Essas palavras vieram da boca de Deus; você percebe algum elemento de arrogância aqui? Você sente que as palavras de Deus são apenas uma piada? As palavras de Deus são autoridade, as palavras de Deus são fato, e antes de as palavras serem proferidas de Sua boca, ou seja, enquanto Ele está tomando a decisão de fazer alguma coisa, essa coisa já foi realizada. Pode-se dizer que tudo o que Deus disse a Abraão foi um pacto que Deus estabeleceu com Abraão e uma promessa feita por Deus a Abraão. Essa promessa foi um fato estabelecido, bem como um fato consumado, e esses fatos foram gradativamente cumpridos nos pensamentos de Deus de acordo com o plano de Deus. Portanto, o fato de Deus dizer tais palavras não significa que Ele tenha um caráter arrogante, pois Deus é capaz de realizar tais coisas. Ele tem esse poder e autoridade, e é plenamente capaz de realizar esses atos, e a realização deles está inteiramente ao alcance de Sua capacidade. Quando palavras como essas são proferidas da boca de Deus, são uma revelação e expressão do verdadeiro caráter de Deus, uma revelação e manifestação perfeitas da substância e autoridade de Deus, e não há nada mais apropriado e adequado como prova da identidade do Criador. A maneira, tom e fraseado de tais declarações são precisamente a marca da identidade do Criador, e correspondem perfeitamente à expressão da própria identidade de Deus; nelas não há pretensão nem impureza; são, completa e absolutamente, a demonstração perfeita da substância e autoridade do Criador. Quanto às criaturas, elas não possuem nem essa autoridade nem essa substância, muito menos possuem o poder dado por Deus. Se o homem demonstrasse tal comportamento, isso certamente seria a manifestação violenta de seu caráter corrupto, e a causa disso seria o impacto intrusivo da arrogância e ambição desenfreada do homem e a exposição das intenções maliciosas de ninguém menos do que o diabo, Satanás, que deseja enganar as pessoas e incitá-las a trair a Deus. Como Deus considera aquilo que é revelado por tal linguagem? Deus diria que você deseja tomar o lugar Dele e que você deseja imitá-Lo e substituí-Lo. Quando você imita o tom das declarações de Deus, sua intenção é tomar o lugar de Deus no coração das pessoas, apropriar-se da humanidade que pertence legitimamente a Deus. Isso é Satanás, pura e simplesmente; essas são as ações dos descendentes do arcanjo, intoleráveis ao céu! Entre vocês, há alguém que alguma vez tenha imitado Deus de algum modo, dizendo certas palavras com a intenção de iludir e ludibriar as pessoas e fazê-las achar que as palavras e ações dessa pessoa tivessem a autoridade e poder de Deus, que a substância e identidade dessa pessoa fossem únicas, e que até o tom das palavras dessa pessoa fosse semelhante ao de Deus? Vocês já fizeram algo assim? Vocês já imitaram o tom de Deus em sua fala, com gestos que pretensamente representam o caráter de Deus, com o que vocês supõem ser poder e autoridade? A maioria de vocês age frequentemente, ou planeja agir, dessa maneira? Agora, quando vocês veem, percebem e conhecem verdadeiramente a autoridade do Criador, e relembram o que vocês faziam e o que costumavam revelar de si mesmos, vocês se sentem mal? Vocês reconhecem sua ignobilidade e descaramento? Tendo dissecado o caráter e substância de tais pessoas, pode-se dizer que elas são a prole maldita do inferno? Pode-se dizer que todos que fazem tais coisas estão humilhando a si mesmos? Vocês reconhecem a seriedade da natureza disso? Quão sério é, exatamente? A intenção das pessoas que agem dessa maneira é imitar Deus. Elas querem ser Deus e fazer os outros adorá-las como Deus. Querem abolir o lugar de Deus no coração das pessoas e se livrar do Deus que opera entre os homens, e fazem isso a fim de alcançar o objetivo de controlar as pessoas, devorar as pessoas e tomar posse delas. Todos têm desejos e ambições subconscientes assim, e todos vivem esse tipo de substância satânica corrupta e em uma natureza satânica, em uma natureza satânica na qual estão em inimizade contra Deus, traem Deus e desejam se tornar Deus. Após Minha comunicação sobre o tema da autoridade de Deus, vocês ainda desejam ou almejam se passar por Deus ou imitá-Lo? Vocês ainda desejam ser Deus? Vocês ainda desejam se tornar Deus? A autoridade de Deus não pode ser imitada pelo homem, e a identidade e status de Deus não podem ser simulados pelo homem. Embora você seja capaz de imitar o tom no qual Deus fala, você não pode imitar a substância de Deus. Embora você seja capaz de ocupar o lugar de Deus e imitar Deus, você nunca será capaz de fazer aquilo que Deus pretende fazer, e nunca será capaz de governar e comandar todas as coisas. Aos olhos de Deus, você será sempre uma criatura pequena, e independentemente de quão boas sejam suas habilidades e competências, independentemente de quantos dons você tenha, você está, em sua totalidade, sob o domínio do Criador. Embora você seja capaz de dizer algumas palavras ousadas, isso não pode mostrar que você tem a substância do Criador nem representar que você possui a autoridade do Criador. A autoridade e poder de Deus são a substância do Próprio Deus. Não foram aprendidos ou acrescentados de fora, mas são a substância inerente do Próprio Deus. Portanto, a relação entre o Criador e as criaturas nunca poderá ser alterada. Como uma das criaturas, o homem deve guardar sua própria posição, e se comportar conscienciosamente. Obedientemente protege aquilo que lhe é confiado pelo Criador. Não aja indevidamente, nem faça coisas além de sua capacidade ou que são abomináveis para Deus. Não tente ser grande nem se tornar um super-homem nem estar acima dos outros, nem busque tornar-se Deus. É isso que as pessoas não devem desejar ser. Querer se tornar grande ou um super-homem é absurdo. Querer se tornar Deus é ainda mais vergonhoso; é repugnante e desprezível. O que é louvável, e o que as criaturas devem valorizar acima de tudo, é se tornar uma criatura verdadeira; esse é o único objetivo que todas as pessoas devem perseguir.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 94

A autoridade do Criador não é limitada por tempo, espaço, nem geografia e a autoridade do Criador é incalculável

Vejamos Gênesis 22:17-18. Esta é outra passagem dita por Deus Jeová, na qual Ele disse a Abraão: “Que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz”. Deus Jeová abençoou Abraão várias vezes, dizendo que sua descendência iria se multiplicar — mas em que medida se multiplicaria? Na medida mencionada nas Escrituras: “como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar”. Isso significa dizer que Deus desejava conceder a Abraão uma descendência tão numerosa quanto as estrelas do céu, e tão abundante quanto a areia na praia do mar. Deus falou usando imagens, e a partir dessas imagem não é difícil ver que Deus não iria simplesmente conceder um, dois ou até alguns milhares de descendentes a Abraão, mas um número incontável, o suficiente para que se tornassem uma multidão de nações, pois Deus prometeu a Abraão que ele seria o pai de muitas nações. Agora, esse número foi decidido pelo homem ou foi decidido por Deus? O homem pode controlar quantos descendentes ele tem? Compete a ele fazer isso? Nem ao menos compete ao homem controlar se ele tem ou não vários descendentes, quanto mais tantos quanto “como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar”. Quem não deseja que seus descendentes sejam tão numerosos quanto as estrelas? Infelizmente, as coisas nem sempre acontecem do jeito que você quer. Independentemente de quão hábil ou capaz seja o homem, não compete a ele; ninguém pode fugir do que é ordenado por Deus. O quanto Ele lhe concede, é o quanto você terá: se Deus lhe dá pouco, então você nunca terá muito, e se Deus lhe dá muito, não adianta você se ressentir do quanto tem. Não é esse o caso? Tudo compete a Deus, não ao homem! O homem é governado por Deus e ninguém está isento!

Quando Deus disse: “multiplicarei a tua descendência”, esse foi um pacto que Deus estabeleceu com Abraão, e assim como o pacto do arco-íris, seria cumprido por toda a eternidade e foi também uma promessa feita por Deus a Abraão. Só Deus é qualificado e capaz de fazer essa promessa se tornar realidade. Independentemente de o homem acreditar nisso ou não, independentemente de o homem aceitar isso ou não, e independentemente de como o homem vê e considera isso, tudo isso será cumprido à risca, de acordo com as palavras proferidas por Deus. As palavras de Deus não serão alteradas por mudanças na vontade ou noções do homem e não serão alteradas por causa de mudanças em nenhuma pessoa, evento ou coisa. Todas as coisas podem desaparecer, mas as palavras de Deus permanecerão para sempre. Na verdade, o dia em que todas as coisas desaparecerem é exatamente o dia em que as palavras de Deus terão sido totalmente cumpridas, pois Ele é o Criador, Ele possui a autoridade do Criador, o poder do Criador, e Ele controla todas as coisas e toda força vital; Ele é capaz de fazer com que algo surja do nada, ou algo se torne nada, e Ele controla a transformação de todas as coisas de vivo a morto; para Deus, nada poderia ser mais simples do que multiplicar a descendência de alguém. Isso soa fantástico para o homem, como um conto de fadas, mas para Deus, aquilo que Ele decide e promete fazer não é fantástico nem um conto de fadas. Ao contrário, é um fato que Deus já viu e que certamente será realizado. Vocês percebem isso? Os fatos provam que os descendentes de Abraão foram numerosos? Quão numerosos foram? Foram tão numerosos quanto “as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar” mencionados por Deus? Eles se espalharam por todas as nações e regiões, por todos os lugares do mundo? Por meio de que esse fato foi realizado? Foi realizado pela autoridade das palavras de Deus? Por várias centenas ou milhares de anos depois que as palavras de Deus foram proferidas, as palavras de Deus continuaram a ser cumpridas, e constantemente se tornavam fatos; esse é o poder das palavras de Deus e prova da autoridade de Deus. Quando Deus criou todas as coisas no princípio, Deus disse: “haja luz”, e houve luz. Isso aconteceu muito rapidamente, foi cumprido em um breve espaço de tempo e não houve atraso em sua realização e cumprimento; os efeitos das palavras de Deus foram imediatos. Ambos foram uma demonstração da autoridade de Deus, mas quando Deus abençoou Abraão, Ele permitiu que o homem visse um outro lado da substância da autoridade de Deus, como também o fato de que a autoridade do Criador é incalculável, e além disso, Ele permitiu que o homem visse um lado mais verdadeiro, mais primoroso e gracioso da autoridade do Criador.

Uma vez que as palavras de Deus são proferidas, a autoridade de Deus assume o comando dessa obra, e o fato prometido pela boca de Deus começa gradativamente a se tornar realidade. Como resultado, mudanças começam a aparecer entre todas as coisas, assim como, na chegada da primavera, a relva fica verde, as flores florescem, os brotos germinam nas árvores, os pássaros começam a cantar, os gansos retornam e os campos se enchem de pessoas… Com a chegada da primavera, todas as coisas são rejuvenescidas, e esse é o ato milagroso do Criador. Quando Deus realiza Suas promessas, todas as coisas no céu e na terra se renovam e mudam de acordo com os pensamentos de Deus — nenhuma é isenta. Quando um compromisso ou promessa é proferido da boca de Deus, todas as coisas servem ao seu cumprimento, e são manejadas para o seu cumprimento; todas as criaturas são orquestradas e arranjadas sob o domínio do Criador, desempenhando seu respectivo papel e cumprindo sua respectiva função. Essa é a manifestação da autoridade do Criador. O que você vê nisso? Como você conhece a autoridade de Deus? Há um alcance para a autoridade de Deus? Há um limite de tempo? Pode-se dizer que ela é de determinada altura ou determinado comprimento? Pode-se dizer ela tem determinado tamanho ou força? Pode ser medida pelas dimensões do homem? A autoridade de Deus não oscila, não vem e vai, e não há ninguém que possa medir precisamente quão grande é Sua autoridade. Independentemente de quanto tempo passa, quando Deus abençoa uma pessoa, essa bênção permanecerá, e sua permanência dará testemunho da inestimável autoridade de Deus, e permitirá à humanidade contemplar o reaparecimento da inextinguível força vital do Criador, repetidamente. Cada exposição de Sua autoridade é a perfeita demonstração das palavras de Sua boca, que é demonstrada a todas as coisas e à humanidade. Além disso, tudo realizado por Sua autoridade é extraordinário, incomparável e totalmente perfeito. Pode-se dizer que Seus pensamentos, Suas palavras, Sua autoridade e toda a obra que Ele realiza são um quadro incomparavelmente belo, e, para as criaturas, a linguagem da humanidade é incapaz de articular sua importância e valor. Quando Deus faz uma promessa a uma pessoa, Deus conhece tudo relacionado a ela tão bem quanto a palma da Sua mão, seja onde ela mora ou o que ela faz, sua experiência antes ou depois de receber a promessa, ou quão grandes foram as convulsões em seu ambiente de vida. Não importa quanto tempo decorreu depois que as palavras de Deus foram proferidas, para Ele é como se elas tivessem acabado de ser pronunciadas. Isso significa dizer que Deus tem o poder, e tem tamanha autoridade, que Ele é capaz de acompanhar, controlar e cumprir todas as promessas que faz à humanidade, e, independentemente de qual seja a promessa, independentemente de quanto tempo leve para ser totalmente cumprida, e, além disso, independentemente de quão amplo seja o escopo de sua realização — por exemplo, em termos de tempo, geografia, raça e assim por diante — essa promessa será realizada e cumprida, e, além disso, sua realização e seu cumprimento não exigirão o menor esforço Dele. O que isso prova? Prova que a extensão da autoridade e poder de Deus é suficiente para controlar todo o universo e toda a humanidade. Deus fez a luz, mas isso não significa que Deus gerencia apenas a luz ou que Ele apenas gerencia a água porque criou a água, e que tudo o mais não tem relação com Deus. Isso não seria um equívoco? Embora a bênção de Deus a Abraão tenha gradativamente se apagado da memória do homem após várias centenas de anos, para Deus essa promessa ainda permaneceu a mesma. Ainda estava em processo de realização e nunca havia cessado. O homem nunca soube ou ouviu como Deus exerceu Sua autoridade, como todas as coisas foram orquestradas e arranjadas, e quantas histórias maravilhosas ocorreram entre todas as coisas da criação de Deus durante esse tempo, mas cada parte maravilhosa da exibição da autoridade de Deus e a revelação de Suas ações foi passada adiante e exaltada entre todas as coisas, todas as coisas apareceram e falaram das ações milagrosas do Criador, e cada história muitas vezes repetida da soberania do Criador sobre todas as coisas será proclamada por todas as coisas para todo o sempre. A autoridade pela qual Deus governa todas as coisas, e o poder de Deus, mostram a todas as coisas que Deus está presente em todo lugar e a todo momento. Quando você tiver testemunhado a ubiquidade da autoridade e poder de Deus, verá que Deus está presente em todo lugar e a todo momento. A autoridade e poder de Deus não são limitados por tempo, geografia, espaço, nem nenhuma pessoa, evento nem coisa. A extensão da autoridade e poder de Deus excede a imaginação do homem; é insondável ao homem, inimaginável para o homem e nunca será completamente conhecida pelo homem.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 95

Algumas pessoas gostam de inferir e imaginar, mas até onde a imaginação do homem pode alcançar? Pode ir além deste mundo? O homem é capaz de inferir e imaginar a autenticidade e precisão da autoridade de Deus? A inferência e imaginação do homem podem permitir que ele obtenha um conhecimento da autoridade de Deus? Podem fazer o homem verdadeiramente perceber a autoridade de Deus e se submeter a ela? Os fatos provam que a inferência e imaginação do homem são apenas um produto do intelecto do homem e em nada ajudam ou beneficiam o conhecimento do homem sobre a autoridade de Deus. Após lerem ficção científica, alguns são capazes de imaginar a lua ou a aparência das estrelas. No entanto, isso não significa que o homem tenha alguma compreensão da autoridade de Deus. A imaginação do homem é apenas isso: imaginação. Dos fatos dessas coisas, isto é, de seu vínculo com a autoridade de Deus, ele não tem a mínima compreensão. E o que importa se você até foi à lua? Isso mostra que você tem uma compreensão multidimensional da autoridade de Deus? Isso mostra que você é capaz de imaginar a extensão da autoridade e poder de Deus? Já que a inferência e imaginação do homem são incapazes de permitir que ele conheça a autoridade de Deus, o que o homem deve fazer? A opção mais sábia seria não inferir ou imaginar, ou seja, o homem nunca deve confiar na imaginação e depender da inferência quando se trata de conhecer a autoridade de Deus. O que Eu estou querendo dizer a vocês aqui? O conhecimento da autoridade de Deus, do poder de Deus, da própria identidade de Deus e da substância de Deus não pode ser alcançado confiando na sua imaginação. Já que você não pode confiar na imaginação para conhecer a autoridade de Deus, então de que maneira você pode alcançar um verdadeiro conhecimento da autoridade de Deus? A maneira de fazer isso é comendo e bebendo as palavras de Deus, tendo comunhão e vivenciando as palavras de Deus. Assim, você gradativamente terá uma experiência e verificação da autoridade de Deus e você gradativamente ganhará uma compreensão e conhecimento progressivo dessa autoridade. Essa é a única maneira de alcançar o conhecimento da autoridade de Deus; não há atalhos. Pedir que vocês não imaginem não é o mesmo que fazê-los esperar passivamente a destruição ou impedi-los de fazer alguma coisa. Não usar seu cérebro para pensar e imaginar significa não usar lógica para inferir, não usar conhecimento para analisar, não usar a ciência como base, mas, ao invés disso, reconhecer, verificar e confirmar que o Deus em que você crê tem autoridade, confirmando que Ele tem soberania sobre seu destino e que o poder Dele prova a todo momento que Ele é o Próprio Deus verdadeiro, por meio das palavras de Deus, por meio da verdade, por meio de tudo que você encontra na vida. Essa é a única maneira de qualquer pessoa obter uma compreensão de Deus. Alguns dizem que desejam encontrar uma maneira simples de atingir esse objetivo, mas vocês conseguem pensar qual seria essa maneira? Eu digo a você, não há necessidade de pensar: não há outras maneiras! A única maneira é saber e verificar, conscienciosamente e com firmeza, o que Deus tem e é através de cada palavra que Ele expressa e de tudo o que Ele faz. Essa é a única maneira de conhecer a Deus. Pois o que Deus tem e é, e tudo de Deus, não é oco e vazio, mas real.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 96

O fato do controle e domínio do Criador sobre todas as coisas e seres viventes fala da verdadeira existência da autoridade do Criador

A bênção de Jeová a Jó está registrada no Livro de Jó. O que Deus concedeu a Jó? “E assim abençoou Jeová o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas” (Jó 42:12). Da perspectiva do homem, quais foram essas coisas que foram dadas a Jó? Eram bens da humanidade? Com esses bens, Jó não teria sido muito rico naquele tempo? Como, então, ele adquiriu esses bens? O que gerou sua riqueza? Não é preciso dizer — foi graças à bênção de Deus que Jó veio a possuí-los. Como Jó encarava esses bens e como ele considerava as bênçãos de Deus não é algo que vamos discutir aqui. Quando se trata das bênçãos de Deus, todas as pessoas almejam, dia e noite, serem abençoadas por Deus, mas o homem não tem controle sobre quantos bens ele pode ganhar durante sua vida, ou se ele pode receber bênçãos de Deus — isso é um fato indiscutível! Deus tem autoridade e o poder para conceder quaisquer bens ao homem, para permitir que o homem obtenha qualquer bênção; no entanto, há um princípio para as bênçãos de Deus. Que tipo de pessoas Deus abençoa? Ele abençoa as pessoas de quem Ele gosta, claro! Abraão e Jó foram ambos abençoados por Deus, mas as bênçãos que receberam não foram as mesmas. Deus abençoou Abraão com descendentes tão numerosos quanto a areia e as estrelas. Quando Deus abençoou Abraão, Ele fez com que os descendentes de um único homem e uma nação se tornassem poderosos e prósperos. Nisso, a autoridade de Deus governou a humanidade, que respirou o sopro de Deus entre todas as coisas e seres viventes. Sob a soberania da autoridade de Deus, essa humanidade proliferou e existiu num ritmo decididos por Deus e num escopo decidido por Deus. Especificamente, a viabilidade, o ritmo de expansão e a expectativa de vida dessa nação eram todos parte dos arranjos de Deus, e o princípio de tudo isso foi totalmente baseado na promessa que Deus fez a Abraão. Isso significa dizer que, independentemente das circunstâncias, as promessas de Deus prosseguiriam sem obstáculos e seriam realizadas sob a providência da autoridade de Deus. Na promessa que Deus fez a Abraão, independentemente das convulsões do mundo, independentemente da era, independentemente das catástrofes suportadas pela humanidade, os descendentes de Abraão não enfrentariam o risco de extermínio, e a nação deles não morreria. A bênção de Deus a Jó, no entanto, o tornou extremamente rico. O que Deus lhe deu foi um conjunto de criaturas vivas, que respiravam, cujas particularidades — seu número, ritmo de propagação, taxas de sobrevivência, quantidade de gordura em seu corpo e assim por diante — também eram controladas por Deus. Embora esses seres vivos não possuíssem capacidade para falar, também faziam parte dos arranjos do Criador, e o princípio por trás dos arranjos de Deus para eles foi estabelecido com base na bênção que Deus prometeu a Jó. Nas bênçãos que Deus deu a Abraão e Jó, embora as coisas prometidas fossem diferentes, a autoridade com a qual o Criador governava todas as coisas e os seres viventes era a mesma. Cada detalhe da autoridade e poder de Deus é expresso em Suas diferentes promessas e bênçãos a Abraão e Jó e mostra à humanidade mais uma vez que a autoridade de Deus está muito além da imaginação do homem. Esses detalhes dizem à humanidade mais uma vez que, se ela deseja conhecer a autoridade de Deus, isso só pode ser alcançado através das palavras de Deus e através da vivência da obra de Deus.

A autoridade da soberania de Deus sobre todas as coisas permite ao homem perceber um fato: a autoridade de Deus não está apenas personificada nas palavras “E Deus disse: Haja luz, e houve luz, e Haja firmamento, e houve firmamento, e Haja terra e houve terra”, mas, além disso, Sua autoridade também é representada em como Ele fez a luz persistir, impediu que o firmamento desaparecesse e manteve a terra para sempre separada da água, bem como nos detalhes de como Ele governou e gerenciou as coisas que Ele criou: luz, firmamento e terra. O que mais vocês veem nas bênçãos de Deus à humanidade? Evidentemente, depois que Deus abençoou Abraão e Jó, os passos de Deus não cessaram, pois Ele havia apenas começado a exercer Sua autoridade, e Ele pretendia tornar realidade cada uma de Suas palavras, e fazer cada um dos detalhes dos quais Ele falou se realizar, e, portanto, nos anos seguintes, Ele continuou fazendo tudo o que planejou. Porque Deus tem autoridade, talvez pareça ao homem que Deus só precisa falar sem levantar um dedo, e todas as substâncias e coisas são realizadas. Tais imaginações são um tanto ridículas! Se você assume uma visão meramente unilateral do estabelecimento do pacto de Deus com o homem usando palavras, e da realização de tudo por Deus usando palavras, e você é incapaz de ver os vários sinais e fatos de que a autoridade de Deus detém domínio sobre a existência de todas as coisas, então sua compreensão da autoridade de Deus é tão vazia e ridícula! Se o homem imagina que Deus é assim, então é preciso reconhecer que o conhecimento do homem sobre Deus está numa condição desesperadora e chegou a um beco sem saída, pois o Deus que o homem imagina é apenas uma máquina que emite ordens, não o Deus que possui autoridade. O que você viu por meio dos exemplos de Abraão e Jó? Você viu o lado real da autoridade e poder de Deus? Depois que Deus abençoou Abraão e Jó, Deus não ficou onde estava, nem pôs Seus mensageiros para trabalhar enquanto esperava para ver qual seria o resultado. Pelo contrário, assim que Deus proferiu Suas palavras, sob a orientação da autoridade de Deus, todas as coisas começaram a se conformar à obra que Deus planejou fazer, e foram preparadas as pessoas, coisas e objetos que Deus exigiu. Isso significa dizer que tão logo as palavras foram proferidas da boca de Deus, a autoridade de Deus começou a ser exercida por toda a extensão da terra, e Ele estabeleceu um percurso a fim de realizar e cumprir as promessas que fez a Abraão e Jó, ao mesmo tempo em que fazia todos os planos e preparativos apropriados para tudo o que era necessário para cada passo e cada etapa principal que Ele planejava realizar. Durante esse tempo, Deus não só manobrou Seus mensageiros, mas também todas as coisas que haviam sido criadas por Ele. Isto é, o âmbito no qual a autoridade de Deus foi exercida incluía não somente os mensageiros, mas todas as coisas na criação, que foram manobradas para se conformar à obra que Ele planejou realizar; essas foram as maneiras específicas em que a autoridade de Deus foi exercida. Em suas imaginações, alguns de vocês podem ter a seguinte compreensão da autoridade de Deus: Deus tem autoridade e Deus tem poder, e, portanto, Deus só precisa permanecer no terceiro céu ou num lugar fixo, e não precisa fazer nenhuma tarefa específica, e a obra integral de Deus é completada dentro dos Seus pensamentos. Alguns podem também acreditar que embora Deus tenha abençoado Abraão, Deus não precisou fazer nada e bastou a Ele meramente proferir Suas palavras. Isso é o que realmente aconteceu? Obviamente que não! Embora Deus possua autoridade e poder, Sua autoridade é verdadeira e real, não vazia. A autenticidade e realidade da autoridade e poder de Deus são gradativamente reveladas e incorporadas em Sua criação de todas as coisas, em Seu controle sobre todas as coisas e no processo pelo qual Ele lidera e gerencia a humanidade. Cada método, cada perspectiva e cada detalhe da soberania de Deus sobre a humanidade e todas as coisas, e toda a obra que Ele realizou, bem como Sua compreensão de todas as coisas — todos provam literalmente que a autoridade e poder de Deus não são palavras vazias. Sua autoridade e poder são mostrados e revelados constantemente e em todas as coisas. Essas manifestações e revelações falam da existência real da autoridade de Deus, pois Ele está usando Sua autoridade e poder para continuar Sua obra, e para comandar todas as coisas, e para governar todas as coisas a todo momento; Seu poder e autoridade não podem ser substituídos nem pelos anjos nem pelos mensageiros de Deus. Deus decidiu quais bênçãos concederia a Abraão e Jó — cabia a Deus tomar essa decisão. Embora os mensageiros de Deus tenham visitado Abraão e Jó pessoalmente, suas ações se baseavam nos mandamentos de Deus e, semelhantemente, os mensageiros também estavam sob a autoridade de Deus, e estavam também sob a soberania de Deus. Embora o homem veja os mensageiros de Deus visitar Abraão, e não testemunhe pessoalmente Deus Jeová fazer nenhuma das coisas registradas na Bíblia, na verdade o Único que realmente exerce poder e autoridade é o Próprio Deus, e isso não tolera dúvidas de nenhum homem! Embora você tenha visto que os anjos e os mensageiros possuem grande poder e realizaram milagres ou que fizeram algumas coisas comissionadas por Deus, suas ações são apenas para completar a comissão de Deus, e não são de modo algum uma demonstração da autoridade de Deus — pois nenhum homem ou objeto tem ou possui a autoridade do Criador para criar todas as coisas e governar todas as coisas. Portanto, nenhum homem ou objeto pode exercer ou revelar a autoridade do Criador.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 97

A autoridade do Criador é imutável e não pode ser ofendida

1. Deus usa palavras para criar todas as coisas

Gênesis 1:3-5 Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

Gênesis 1:6-7 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.

Gênesis 1:9-11 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi. Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom. E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.

Gênesis 1:14-15 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.

Gênesis 1:20-21 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.

Gênesis 1:24-25 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

2. Deus usa Suas palavras para estabelecer um pacto com o homem

Gênesis 9:11-13 Sim, estabeleço o Meu pacto convosco; não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e não haverá mais dilúvio, para destruir a terra. E disse Deus: Este é o sinal do pacto que firmo entre Mim e vós e todo ser vivente que está convosco, por gerações perpétuas: O Meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre Mim e a terra.

3. As bênçãos de Deus

Gênesis 17:4-6 Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti.

Gênesis 18:18-19 Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra. Porque Eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho de Jeová, para praticarem retidão e justiça; a fim de que Jeová faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado.

Gênesis 22:16-18 E disse: Por Mim Mesmo jurei, diz Jeová, porquanto fizeste isto, e não Me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz.

Jó 42:12 E assim abençoou Jeová o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.

O que vocês viram nessas três partes das Escrituras? Vocês viram que há um princípio pelo qual Deus exerce Sua autoridade? Por exemplo, Deus usou um arco-íris para estabelecer um pacto com o homem — Ele colocou um arco-íris nas nuvens para dizer ao homem que Ele nunca mais usaria um dilúvio para destruir o mundo. O arco-íris que as pessoas veem hoje ainda é o mesmo que foi mencionado pela boca de Deus? Sua natureza e significado mudaram? Sem dúvida que não. Deus usou Sua autoridade para realizar essa ação, e o pacto que Ele estabeleceu com o homem continua até hoje, e o momento em que esse pacto for alterado será, é claro, a decisão de Deus. Depois que Deus disse “Meu arco tenho posto nas nuvens”, Deus sempre respeitou esse pacto, até hoje. O que você vê nisso? Embora Deus possua autoridade e poder, Ele é extremamente rigoroso e tem princípios em Suas ações e permanece fiel à Sua palavra. Seu rigor e os princípios de Suas ações mostram que o Criador não pode ser ofendido e que a autoridade do Criador é insuperável. Embora Ele possua autoridade suprema e todas as coisas estejam sob Seu domínio, e embora Ele tenha o poder de governar todas as coisas, Deus nunca prejudicou ou desestabilizou Seu próprio plano, e cada vez que Ele exerce Sua autoridade, isso é feito estritamente de acordo com Seus próprios princípios, e segue precisamente o que foi proferido por Sua boca, e segue os passos e os objetivos de Seu plano. É desnecessário dizer que todas as coisas governadas por Deus também obedecem aos princípios pelos quais a autoridade de Deus é exercida, e nenhum homem ou coisa está isento dos arranjos de Sua autoridade, nem pode alterar os princípios pelos quais Sua autoridade é exercida. Aos olhos de Deus, aqueles que são abençoados recebem a prosperidade criada por Sua autoridade, e aqueles que são amaldiçoados recebem seu castigo devido à autoridade de Deus. Sob a soberania da autoridade de Deus, nenhum homem ou coisa está isento do exercício de Sua autoridade, nem pode alterar os princípios pelos quais Sua autoridade é exercida. A autoridade do Criador não é alterada por mudanças em fator algum, e, do mesmo modo, os princípios pelos quais Sua autoridade é exercida não se alteram por razão alguma. O céu e a terra podem ser acometidos por grandes convulsões, mas a autoridade do Criador não mudará; todas as coisas podem sumir, mas a autoridade do Criador nunca desaparecerá. Essa é a substância da autoridade do Criador que é imutável e não pode ser ofendida, e essa é a própria singularidade do Criador!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 98

A ordem de Deus a Satanás

Jó 2:6 Disse, pois, Jeová a Satanás: Eis que ele está no teu poder; somente poupa-lhe a vida.

Satanás nunca ousou transgredir a autoridade do Criador, e por isso todas as coisas vivem em ordem

Essa é uma passagem do Livro de Jó e “ele” nessas palavras refere-se a Jó. Embora curta, essa frase esclarece várias questões. Ela descreve um diálogo específico entre Deus e Satanás no mundo espiritual e nos diz que o objeto das palavras de Deus era Satanás. Também registra o que foi especificamente dito por Deus. As palavras de Deus foram um comando e uma ordem a Satanás. Os detalhes específicos dessa ordem dizem respeito a poupar a vida de Jó e até onde Deus tolerava o tratamento de Jó por Satanás — Satanás tinha de poupar a vida de Jó. A primeira coisa que aprendemos com essa frase é que essas foram palavras ditas por Deus a Satanás. De acordo com o texto original do Livro de Jó, ele nos diz o contexto de tais palavras: Satanás queria acusar Jó, e, portanto, tinha de obter o consentimento de Deus antes que pudesse tentá-lo. Ao concordar com o pedido de Satanás para tentar Jó, Deus apresentou a seguinte condição a Satanás: “Jó está no teu poder; somente poupa-lhe a vida”. Qual é a natureza dessas palavras? Elas são claramente um comando, uma ordem. Tendo entendido a natureza dessas palavras, você deve, naturalmente, entender que Aquele que deu tal ordem foi Deus, e que aquele que recebeu a ordem e obedeceu a ela foi Satanás. É desnecessário dizer que, nessa ordem, a relação entre Deus e Satanás é evidente para qualquer um que leia essas palavras. Naturalmente, essa é também a relação entre Deus e Satanás no mundo espiritual, e a diferença entre a identidade e status de Deus e de Satanás, fornecida nos registros dos diálogos entre Deus e Satanás nas Escrituras, e é a diferença distinta entre a identidade e status de Deus e de Satanás, que, até hoje, o homem pode descobrir no exemplo e registro textual específicos. Nesse momento, devo dizer que o registro dessas palavras é um documento importante no conhecimento da humanidade sobre a identidade e status de Deus, e fornece informações importantes para o conhecimento da humanidade de Deus. Através desse diálogo entre o Criador e Satanás no mundo espiritual, o homem é capaz de entender mais um aspecto específico na autoridade do Criador. Essas palavras são mais um testemunho da autoridade única do Criador.

Externamente, Deus Jeová está Se envolvendo num diálogo com Satanás. Em termos de substância, a atitude com a qual Deus Jeová fala e a posição que Ele ocupa são superiores em relação a Satanás. Isto é, Deus Jeová está ordenando Satanás num tom de comando e está dizendo a Satanás o que ele deve e não deve fazer, que Jó já está no poder dele e que ele tem liberdade para tratar Jó da maneira que quiser — mas ele não pode tirar a vida de Jó. O subtexto é que embora Jó tenha sido colocado nas mãos de Satanás, sua vida não foi entregue a Satanás; ninguém pode tirar a vida de Jó das mãos de Deus a menos que seja permitido por Deus. A atitude de Deus está claramente expressa nessa ordem a Satanás, e essa ordem também manifesta e revela a posição da qual Deus Jeová conversa com Satanás. Nisso, Deus Jeová não só possui o status de Deus que criou a luz e o ar e todas as coisas e seres viventes, do Deus que tem soberania sobre todas as coisas e seres viventes, mas também do Deus que comanda a humanidade e comanda Hades, o Deus que controla a vida e a morte de todas as coisas vivas. No mundo espiritual, quem além de Deus ousaria dar tal ordem a Satanás? E por que Deus deu Sua ordem a Satanás pessoalmente? Porque a vida do homem, incluindo a de Jó, é controlada por Deus. Deus não permitiu que Satanás fizesse mal a Jó ou tirasse a sua vida, e mesmo quando Deus permitiu que Satanás tentasse Jó, Deus ainda Se lembrou de especificamente dar tal ordem e mais uma vez ordenou a Satanás que não tirasse a vida de Jó. Satanás nunca ousou transgredir a autoridade de Deus e, além disso, sempre ouviu atentamente as ordens e comandos específicos de Deus e obedeceu a eles, nunca ousando desafiá-los e, claro, nunca ousando alterar livremente nenhuma ordem de Deus. Tais são os limites que Deus estabeleceu para Satanás, e, portanto, Satanás nunca ousou ultrapassar esses limites. Isso não é o poder da autoridade de Deus? Isso não é um testemunho da autoridade de Deus? Satanás tem uma compreensão muito mais clara do que a humanidade de como se comportar em relação a Deus e de como ver Deus. Portanto, no mundo espiritual, Satanás enxerga claramente o status e autoridade de Deus e tem profunda consideração pelo poder da autoridade de Deus e os princípios por trás do exercício de Sua autoridade. Ele não ousa em absoluto ignorá-los, nem ousa violá-los de forma alguma, ou fazer coisa alguma que transgrida a autoridade de Deus, e não ousa desafiar a ira de Deus de forma alguma. Embora tenha uma natureza maligna e arrogante, Satanás nunca ousou ultrapassar os limites estabelecidos por Deus. Durante milhões de anos, ele tem respeitado estritamente esses limites, tem obedecido a todos os comandos e ordens que Deus lhe deu e nunca ousou pisar além da marca. Embora seja malicioso, Satanás é muito mais sábio do que a humanidade corrupta; ele conhece a identidade do Criador e conhece seus próprios limites. Pelas ações “submissas” de Satanás pode-se ver que a autoridade e poder de Deus são éditos celestiais que não podem ser transgredidos por Satanás, e é precisamente devido à singularidade e autoridade de Deus que todas as coisas mudam e se propagam de maneira ordenada, que a humanidade pode viver e se multiplicar de acordo com o percurso estabelecido por Deus, sem que nenhuma pessoa ou objeto seja capaz de perturbar essa ordem, e nenhuma pessoa ou objeto seja capaz de mudar essa lei — pois todos vêm das mãos do Criador e da ordem e autoridade do Criador.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 99

A identidade especial de Satanás tem feito com que muitas pessoas demonstrem um forte interesse em suas manifestações de vários aspectos. Há até mesmo muitas pessoas tolas que acreditam que, assim como Deus, Satanás também possui autoridade, pois Satanás é capaz de mostrar milagres e é capaz de fazer coisas que são impossíveis para a humanidade. Portanto, além de adorar a Deus, a humanidade também reserva um lugar para Satanás em seu coração, e até adora a Satanás como Deus. Essas pessoas são ao mesmo tempo lamentáveis e detestáveis. São lamentáveis devido à sua ignorância e detestáveis devido à sua heresia e essência inerentemente maligna. Neste momento, sinto que é necessário informá-los sobre o que é autoridade, o que simboliza e o que representa. Em termos gerais, o Próprio Deus é autoridade, Sua autoridade simboliza a supremacia e substância de Deus, e a autoridade do Próprio Deus representa o status e identidade de Deus. Já que é assim, Satanás ousa dizer que ele próprio é Deus? Satanás ousa dizer que criou todas as coisas e detém soberania sobre todas as coisas? É claro que não! Pois ele é incapaz de criar todas as coisas; até hoje, nunca fez nada criado por Deus e nunca criou nada que tenha vida. Por não ter a autoridade de Deus, nunca poderia ter o status e identidade de Deus, e isso é determinado por sua substância. Ele tem o mesmo poder que Deus? É claro que não! Como chamamos os atos de Satanás e os milagres exibidos por Satanás? Isso é poder? Pode ser chamado de autoridade? É claro que não! Satanás comanda a corrente do mal e perturba, prejudica e interrompe todos os aspectos da obra de Deus. Nos últimos milhares de anos, além de corromper e maltratar a humanidade, e iludir o homem e atraí-lo à depravação e rejeitar a Deus, para que o homem caminhe em direção ao vale da sombra da morte, Satanás fez algo que mereça ser minimamente celebrado, elogiado ou valorizado pelo homem? Se Satanás possuísse autoridade e poder, a humanidade teria sido corrompida por ele? Se Satanás possuísse autoridade e poder, a humanidade teria sido prejudicada por ele? Se Satanás possuísse poder e autoridade, a humanidade teria renunciado a Deus e se voltado para a morte? Já que Satanás não tem autoridade ou poder, o que devemos concluir sobre a substância de tudo o que ele faz? Há aqueles que definem tudo o que Satanás faz como mera trapaça, mas creio que tal definição não é tão apropriada. Os atos malignos de sua corrupção da humanidade são mera trapaça? A força maligna com a qual Satanás maltratou Jó e seu desejo feroz de maltratá-lo e devorá-lo não poderiam ser alcançados por meio de mera trapaça. Recapitulando, num instante, os rebanhos e manadas de Jó, espalhados por toda parte em montanhas e colinas, sumiram; num instante, a grande riqueza de Jó desapareceu. Isso poderia ter sido alcançado por mera trapaça? A natureza de tudo o que Satanás faz tem correspondência e correlação com termos negativos tais como prejudicar, interromper, destruir, lesar, mal, malícia e trevas, e, portanto, a ocorrência de tudo que é injusto e maligno está inextricavelmente ligada aos atos de Satanás, e é inseparável da substância maligna de Satanás. Independentemente de quão “poderoso” Satanás seja, independentemente de quão audacioso e ambicioso seja, independentemente de quão grande seja sua capacidade de causar danos, independentemente de quão abrangentes sejam as técnicas com as quais corrompe e seduz o homem, independentemente de quão inteligente são as truques e artimanhas com os quais intimida o homem, independentemente de quão mutável seja a forma em que existe, ele nunca foi capaz de criar uma única coisa vivente, nunca foi capaz de estabelecer leis ou regras para a existência de todas as coisas, e nunca foi capaz de governar e controlar nenhum objeto, seja animado ou inanimado. Dentro do cosmo e do firmamento, não há uma única pessoa ou objeto que tenha nascido dele ou que exista devido a ele; não há uma única pessoa ou objeto que seja governado por ele ou controlado por ele. Pelo contrário, ele não só tem de viver sob o domínio de Deus, como, além disso, deve obedecer a todas as ordens e comandos de Deus. Sem a permissão de Deus, é difícil para Satanás tocar até mesmo uma gota de água ou grão de areia na terra; sem a permissão de Deus, Satanás nem ao menos é livre para mover as formigas sobre terra, quanto mais a humanidade, que foi criada por Deus. Aos olhos de Deus, Satanás é inferior aos lírios na montanha, às aves que voam no ar, aos peixes no mar e às larvas na terra. Seu papel entre todas as coisas é servir a todas as coisas, e trabalhar para a humanidade, e servir à obra de Deus e ao Seu plano de gestão. Independentemente de quão maliciosa seja sua natureza e quão maligna seja sua substância, a única coisa que pode fazer é cumprir obedientemente a sua função: servir a Deus e ser um contraponto a Deus. Tais são a essência e posição de Satanás. Sua substância é alheia à vida, alheia a poder, alheia a autoridade; é um mero brinquedo nas mãos de Deus, apenas uma máquina a serviço de Deus!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 100

A autoridade em si pode ser explicada como o poder de Deus. Em primeiro lugar, pode-se dizer com certeza que tanto a autoridade quanto o poder são positivos. Eles não têm vínculo com nada negativo e não estão relacionados com nenhum ser criado ou não criado. O poder de Deus é capaz de criar coisas de qualquer forma que tenham vida e vitalidade, e isso é determinado pela vida de Deus. Deus é vida, portanto, Ele é a fonte de todos os seres vivos. Além disso, a autoridade de Deus pode fazer com que todos os seres vivos obedeçam a cada palavra de Deus, ou seja, que venham a existir de acordo com as palavras da boca de Deus, e vivam e se reproduzam pelo comando de Deus, segundo o qual Deus governa e comanda todos os seres vivos, e nunca haverá nenhum desvio, para todo o sempre. Nenhuma pessoa ou objeto tem essas coisas; somente o Criador possui e carrega tal poder, e, portanto, é chamado de autoridade. Essa é a singularidade do Criador. Como tal, independentemente de ser a palavra “autoridade” em si ou a substância dessa autoridade, cada uma delas somente pode ser associada ao Criador, porque é um símbolo da identidade e substância únicas do Criador, e representa a identidade e status do Criador; além do Criador, nenhuma pessoa ou objeto pode ser associado à palavra “autoridade”. Essa é uma interpretação da autoridade única do Criador.

Embora Satanás tenha contemplado Jó com cobiça nos olhos, sem a permissão de Deus, ele não ousou tocar um só fio de cabelo de Jó. Embora Satanás seja inerentemente maligno e cruel, depois que Deus lhe deu a ordem, Satanás não teve escolha a não ser obedecer ao comando de Deus. Portanto, embora Satanás tenha ficado tão frenético quanto um lobo entre ovelhas ao se deparar com Jó, não ousou esquecer os limites estabelecidos para ele por Deus, não ousou violar as ordens de Deus, e em tudo o que fez, Satanás não ousou se desviar dos princípios e limites das palavras de Deus — isso não é um fato? A partir disso, pode-se ver que Satanás não ousa contrariar nenhuma das palavras de Deus Jeová. Para Satanás, cada palavra da boca de Deus é uma ordem e uma lei celestiais, uma expressão da autoridade de Deus — pois por trás de cada palavra de Deus está implícita a punição de Deus àqueles que violam as ordens de Deus, e àqueles que desobedecem as leis celestiais e se opõem a elas. Satanás sabe claramente que se violar as ordens de Deus, então deve aceitar as consequências de transgredir a autoridade de Deus e se opor às leis celestiais. Quais, exatamente, são essas consequências? É desnecessário dizer que são sua punição por Deus. As ações de Satanás em relação a Jó foram meramente um microcosmo de sua corrupção do homem, e quando Satanás estava realizando essas ações, os limites que Deus estabeleceu e as ordens que Ele deu a Satanás foram meramente um microcosmo dos princípios por trás de tudo o que ele faz. Além disso, o papel e posição de Satanás nessa questão foram meramente um microcosmo de seu papel e posição na obra da gestão de Deus, e a completa obediência de Satanás a Deus em sua tentação de Jó foi meramente um microcosmo de como Satanás não ousou representar a menor oposição a Deus na obra da gestão de Deus. Que aviso esses microcosmos dão a vocês? Entre todas as coisas, incluindo Satanás, não há nenhuma pessoa ou coisa que possa transgredir as leis e éditos celestiais estabelecidos pelo Criador, e nenhuma pessoa ou coisa que ouse violar essas leis e éditos celestiais, pois nenhuma pessoa ou objeto pode alterar ou escapar da punição que o Criador inflige àqueles que os desobedecem. Somente o Criador pode estabelecer leis e éditos celestiais, somente o Criador tem o poder de colocá-los em vigor, e somente o poder do Criador não pode ser transgredido por nenhuma pessoa nem coisa. Essa é a autoridade única do Criador, e essa autoridade é suprema entre todas as coisas, e, portanto, é impossível dizer que “Deus é o maior e Satanás é o número dois”. Com exceção do Criador que possui autoridade única, não há outro Deus!

Vocês têm agora um novo conhecimento da autoridade de Deus? Primeiramente, há diferença entre a autoridade de Deus mencionada há pouco e o poder do homem? Qual é a diferença? Algumas pessoas dizem que não há comparação entre os dois. Isso é correto! Embora as pessoas digam que não há comparação entre os dois, nos pensamentos e noções do homem, o poder do homem é frequentemente confundido com a autoridade, e os dois são frequentemente comparados lado a lado. O que está havendo aqui? As pessoas não estão cometendo o erro de substituir inadvertidamente um pelo outro? Não há relação entre eles e não há comparação entre eles, mesmo assim as pessoas não conseguem deixar de compará-los. Como isso deve ser resolvido? Se você realmente deseja encontrar uma solução, a única maneira é entender e conhecer a autoridade única de Deus. Depois de compreender e conhecer a autoridade do Criador, você não mencionará o poder do homem e a autoridade de Deus na mesma frase.

A que se refere o poder do homem? Em termos simples, é uma capacidade ou habilidade que permite que o caráter corrupto, os desejos e as ambições do homem sejam ampliados ou realizados tanto quanto possível. Isso conta como autoridade? Independentemente de quão infladas ou lucrativas sejam as ambições e desejos do homem, não se pode dizer que essa pessoa possua autoridade; no máximo, tal inflação e sucesso são apenas uma demonstração da bufonaria de Satanás entre os homens; no máximo é uma farsa em que Satanás age como seu próprio ancestral a fim de cumprir sua ambição de ser Deus.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 101

O que a autoridade de Deus simboliza? Simboliza a identidade do Próprio Deus? Simboliza o poder do Próprio Deus? Simboliza o status único do Próprio Deus? Entre todas as coisas, em que você viu a autoridade de Deus? Como você a viu? Em termos das quatro estações vivenciadas pelo homem, alguém pode mudar a lei da sucessão de primavera, verão, outono e inverno? Na primavera, as árvores brotam e florescem; no verão, ficam cobertas de folhas; no outono, dão frutos, e, no inverno, as folhas caem. Alguém é capaz de alterar essa lei? Ela reflete um aspecto da autoridade de Deus? Deus disse: “Haja luz” e houve luz. Essa luz ainda existe? Ela existe devido a quê? Ela existe devido às palavras de Deus, é claro, e devido à autoridade de Deus. O ar criado por Deus ainda existe? O ar que o homem respira vem de Deus? Alguém pode tirar as coisas que vêm de Deus? Alguém pode alterar a substância e função delas? Alguém é capaz de desconcertar a noite e o dia designados por Deus e a lei de noite e dia ordenada por Deus? Satanás pode fazer uma coisa dessas? Mesmo que você não durma à noite e troque a noite pelo dia, ainda assim é noite; você pode mudar sua rotina diária, mas é incapaz de mudar a lei da sucessão de noite e dia — esse fato não pode ser alterado por pessoa alguma, não é mesmo? Alguém é capaz de fazer um leão arar a terra como um boi? Alguém é capaz de transformar um elefante em um burro? Alguém é capaz de fazer uma galinha voar pelo ar feito uma águia? Alguém é capaz de fazer um lobo pastar como uma ovelha? (Não.) Alguém é capaz de fazer os peixes na água viverem em terra firme? Isso não pode ser feito pelos humanos. Por que não? É porque Deus ordenou que os peixes vivessem na água, e, portanto, eles vivem na água. Em terra, eles não seriam capazes de sobreviver e morreriam; eles são incapazes de transgredir os limites do comando de Deus. Todas as coisas têm uma lei e um limite à sua existência, e cada uma tem seus próprios instintos. Eles são determinados pelo Criador e não podem ser alterados ou superados por nenhum homem. Por exemplo, o leão sempre viverá na natureza, distante das comunidades do homem, e nunca poderia ser tão dócil e fiel quanto o boi que vive com o homem e trabalha para ele. Embora elefantes e burros sejam ambos animais, e ambos tenham quatro patas, e sejam criaturas que respiram ar, são espécies diferentes, pois foram divididos em espécies diferentes por Deus, cada um tem seus próprios instintos, e, portanto, eles nunca serão intercambiáveis. Embora a galinha tenha duas pernas e asas como uma águia, nunca será capaz de voar no ar; no máximo, pode voar apenas até uma árvore — isso é determinado por seu instinto. É desnecessário dizer que tudo isso é devido aos comandos da autoridade de Deus.

No desenvolvimento atual da humanidade, pode-se dizer que a ciência da humanidade está florescendo, e as realizações da exploração científica do homem podem ser descritas como impressionantes. A habilidade do homem, deve-se reconhecer, está se desenvolvendo cada vez mais, mas há um avanço científico que a humanidade tem sido incapaz de fazer: a humanidade fez aviões, porta-aviões e a bomba atômica, a humanidade foi ao espaço, caminhou na lua, inventou a Internet e chegou a viver um estilo de vida de alta tecnologia, mas a humanidade é incapaz de criar uma coisa viva que respire. Os instintos de todas as criaturas vivas e as leis pelas quais elas vivem, e o ciclo de vida e morte de todos os tipos de coisas vivas — tudo isso está fora do alcance da ciência da humanidade e não pode ser controlado por ela. Nesse momento, é preciso dizer que não importa quais grandes conquistas são alcançadas pela ciência do homem, ela não pode ser comparada a nenhum dos pensamentos do Criador, e é incapaz de discernir a miraculosidade da criação do Criador, e o poder de Sua autoridade. Há tantos oceanos sobre a terra, mas eles nunca transgrediram seus limites e vieram a terra por conta própria, e isso é porque Deus estabeleceu limites para cada um deles; ficaram onde Ele ordenou que ficassem e, sem a permissão de Deus, não podem se movimentar livremente. Sem a permissão de Deus, não podem invadir uns aos outros e só podem se mover quando Deus assim o disser, e aonde vão e permanecem é determinado pela autoridade de Deus.

Falando claramente, “a autoridade de Deus” significa que compete a Deus. Deus tem o direito de decidir como fazer algo, e isso é feito da maneira que Ele deseja. A lei de todas as coisas compete a Deus e não ao homem; tampouco pode ser alterada pelo homem. Não pode ser movida pela vontade do homem, mas, ao invés disso, é mudada pelos pensamentos de Deus, pela sabedoria de Deus e pelas ordens de Deus; esse é um fato inegável a qualquer homem. Os céus e a terra e todas as coisas, o universo, o céu estrelado, as quatro estações do ano, aquilo que é visível e invisível ao homem — todos eles existem, funcionam e mudam, sem o menor erro, sob a autoridade de Deus, segundo as ordens de Deus, segundo os mandamentos de Deus e segundo as leis do princípio da criação. Nenhuma pessoa ou objeto pode mudar suas leis ou mudar o curso inerente pelo qual eles funcionam; eles passaram a existir devido à autoridade de Deus e perecem devido à autoridade de Deus. Essa é a própria autoridade de Deus. Agora que isso foi dito, você pode sentir que a autoridade de Deus é um símbolo da identidade e status de Deus? A autoridade de Deus pode ser possuída por algum ser criado ou não criado? Pode ser imitada, simulada ou substituída por alguma pessoa, coisa ou objeto?

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 102

A identidade do Criador é única, e você não deve seguir à ideia de politeísmo

Embora as habilidades e capacidades de Satanás sejam maiores do que as do homem, embora ele possa fazer coisas que são inatingíveis pelo homem, independentemente de você invejar o que Satanás faz ou aspirar a isso, independentemente de você odiar isso ou ficar revoltado com essas coisas, independentemente de você ser ou não capaz de ver isso, e independentemente de quanto Satanás pode realizar, ou de quantas pessoas ele pode enganar para que o adorem e idolatrem, e independentemente de como você o defina, não é possível a você dizer que ele tem a autoridade e poder de Deus. Você deve saber que Deus é Deus, há apenas um Deus, e, além disso, você deve saber que somente Deus tem autoridade, que somente Deus tem o poder de controlar e governar todas as coisas. Só porque Satanás tem a capacidade de enganar as pessoas e de personificar Deus, de imitar os sinais e milagres feitos por Deus e fez coisas semelhantes às de Deus, você erroneamente acredita que Deus não é único, que existem vários deuses, que esses deuses diferentes meramente têm habilidades maiores ou menores, e que há diferenças na extensão do poder que eles exercem. Você classifica a grandeza deles pela ordem da chegada deles, e de acordo com a idade deles, e você erroneamente acredita que existem outras divindades além de Deus, e pensa que o poder e autoridade de Deus não são únicos. Se você tem tais ideias, se você não reconhece a singularidade de Deus, não acredita que somente Deus possui autoridade, e se você seguir somente ao politeísmo, então Eu digo que você é a escória das criaturas, você é a própria personificação de Satanás, e você é uma pessoa totalmente do mal! Vocês entendem o que Eu estou tentando ensinar a vocês ao dizer essas palavras? Independentemente da hora, do local ou de sua experiência, você não deve confundir Deus com nenhuma outra pessoa, coisa ou objeto. Independentemente de quanto você sente que a autoridade de Deus e a substância do Próprio Deus são incognoscíveis e inacessíveis, independentemente de quanto os atos e palavras de Satanás coincidam com sua noção e imaginação, independentemente de quão satisfatórios eles sejam para você, não seja tolo, não confunda esses conceitos, não negue a existência de Deus, não negue a identidade e status de Deus, não empurre Deus para fora da porta e traga Satanás para dentro para substituir o Deus dentro de seu coração e ser seu Deus. Não tenho dúvidas de que vocês são capazes de imaginar as consequências de fazer tal coisa!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 103

Embora a humanidade tenha sido corrompida, ela ainda vive sob a soberania da autoridade do Criador

Satanás vem corrompendo a humanidade há milhares de anos. Gerou um mal incalculável, enganou uma geração após outra e cometeu crimes hediondos no mundo. Abusou do homem, enganou o homem, aliciou o homem para se opor a Deus e cometeu atos malignos que confundiram e prejudicaram o plano de gestão de Deus inúmeras vezes. No entanto, sob a autoridade de Deus, todas as coisas e criaturas vivas continuam a obedecer às regras e leis estabelecidas por Deus. Em comparação com a autoridade de Deus, a natureza maligna e a insolência de Satanás são totalmente horrendas, repugnantes e desprezíveis, e totalmente pequenas e vulneráveis. Embora Satanás caminhe em meio a todas as coisas criadas por Deus, não é capaz de efetivar a mínima mudança nas pessoas, coisas e objetos comandados por Deus. Vários milhares de anos se passaram e a humanidade ainda desfruta a luz e o ar concedidos por Deus, ainda respira a respiração exalada pelo Próprio Deus, ainda aprecia as flores, pássaros, peixes e insetos criados por Deus e desfruta todas as coisas fornecidas por Deus; o dia e a noite seguem se revezando continuamente; as quatro estações se alternam como de costume; os gansos que voam no céu partem no inverno e seguem retornando na primavera seguinte; os peixes na água nunca deixam os rios e lagos — seu lar; as cigarras na terra cantam a plenos pulmões em dias de verão; os grilos na relva trilam suavemente ao ritmo do vento no outono; os gansos se juntam em revoadas enquanto as águias permanecem solitárias; as alcateias de leões se sustentam pela caça; os alces não se afastam do capim e das flores… Todo tipo de criatura em meio a todas as coisas parte e retorna e depois parte novamente, um milhão de mudanças ocorrendo num piscar de olhos — mas o que não muda são seus instintos e as leis da sobrevivência. Vivem pela provisão e nutrição de Deus e ninguém pode mudar seus instintos nem prejudicar suas regras de sobrevivência. Apesar de ter sido corrompida e enganada por Satanás, a humanidade, que vive em meio a todas as coisas, ainda não pode renunciar à água feita por Deus, ao ar feito por Deus e a todas as coisas feitas por Deus, e o homem ainda vive e se multiplica nesse espaço criado por Deus. Os instintos da humanidade não mudaram. O homem ainda depende de seus olhos para ver, de seus ouvidos para ouvir, de seu cérebro para pensar, de seu coração para entender, de suas pernas e pés para andar, de suas mãos para trabalhar e assim por diante; todos os instintos que Deus concedeu ao homem para que ele pudesse aceitar a provisão de Deus permanecem inalterados, as faculdades através das quais o homem colabora com Deus não mudaram, a faculdade humana de realizar o dever de um ser criado não mudou, as necessidades espirituais da humanidade não mudaram, o desejo da humanidade de encontrar suas origens não mudou, o anseio da humanidade de ser salva pelo Criador não mudou. Tais são as circunstâncias atuais da humanidade, que vive sob a autoridade de Deus e tem suportado a destruição sangrenta provocada por Satanás. Embora a humanidade tenha sido submetida à opressão de Satanás e não seja mais os Adão e Eva do início da criação, mas, ao contrário, esteja repleta de coisas que são antagônicas a Deus, tais como conhecimento, imaginação, noções e assim por diante, e repleta do caráter satânico corrupto, aos olhos de Deus a humanidade ainda é a mesma humanidade que Ele criou. A humanidade ainda é governada e orquestrada por Deus e ainda vive no caminho estabelecido por Deus, e, assim, aos olhos de Deus, a humanidade, que foi corrompida por Satanás, está apenas coberta de sujeira, com o estômago roncando, com as reações um tanto lentas, com uma memória não tão boa quanto antes e um pouco mais velha — mas todas as funções e instintos do homem estão completamente intactos. Essa é a humanidade que Deus pretende salvar. Basta a essa humanidade ouvir o chamado do Criador e a voz do Criador para se levantar e rapidamente localizar a origem dessa voz. Basta a essa humanidade ver a figura do Criador para se tornar indiferente a todo o resto e renunciar a tudo a fim de se dedicar a Deus, e até mesmo dar sua vida por Ele. Quando o coração da humanidade compreender as palavras sinceras do Criador, a humanidade rejeitará Satanás e ficará ao lado do Criador; quando a humanidade tiver lavado completamente a sujeira de seu corpo e recebido mais uma vez a provisão e nutrição do Criador, a memória da humanidade será restaurada e nesse momento a humanidade terá verdadeiramente retornado ao domínio do Criador.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único I’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 104

Gênesis 19:1-11 À tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado à porta de Sodoma e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se com o rosto em terra, e disse: Eis agora, meus senhores, entrai, peço-vos em casa de vosso servo, e passai nela a noite, e lavai os pés; de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. Responderam eles: Não; antes na praça passaremos a noite. Entretanto, Ló insistiu muito com eles, pelo que foram com ele e entraram em sua casa; e ele lhes deu um banquete, assando-lhes pães ázimos, e eles comeram. Mas antes que se deitassem, cercaram a casa os homens da cidade, isto é, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e, chamando a Ló, perguntaram-lhe: Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos. Então Ló saiu-lhes à porta, fechando-a atrás de si, e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado. Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta. Aqueles homens, porém, estendendo as mãos, fizeram Ló entrar para dentro da casa, e fecharam a porta; e feriram de cegueira os que estavam do lado de fora, tanto pequenos como grandes, de maneira que cansaram de procurar a porta.

Gênesis 19:24-25 Então Jeová, da Sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a planície, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra.

A partir dessas passagens, não é difícil ver que a malícia e a corrupção de Sodoma já haviam atingido um grau detestável tanto para o homem quanto para Deus e que, aos olhos de Deus, portanto, a cidade merecia ser destruída. Mas o que houve dentro da cidade antes que ela fosse destruída? Que inspiração as pessoas podem tirar desses eventos? O que a atitude de Deus em relação a esses eventos mostra às pessoas sobre o Seu caráter? A fim de entender toda a história, leiamos cuidadosamente o que está registrado nas Escrituras…

A corrupção de Sodoma: enfurecedora para o homem, encolerizadora para Deus

Naquela noite, Ló recebeu dois mensageiros de Deus e preparou um banquete para eles. Após comerem, antes que eles tivessem se deitado, as pessoas de toda a cidade cercaram a residência de Ló e o chamaram. As Escrituras registram que eles disseram: “Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos”. Quem disse essas palavras? A quem elas foram ditas? Essas foram as palavras do povo de Sodoma, gritadas do lado de fora da residência de Ló e para que Ló ouvisse. Como é ouvir palavras assim? Você fica furioso? Essas palavras lhe dão nojo? Você fica fervendo de raiva? Essas palavras não cheiram a Satanás? Por meio delas, você consegue perceber o mal e as trevas dessa cidade? Você consegue perceber a brutalidade e a barbaridade do comportamento dessas pessoas por meio das palavras delas? Você consegue perceber a profundidade da corrupção por meio do comportamento delas? Pelo conteúdo de seu discurso, não é difícil ver que sua natureza perversa e caráter selvagem haviam atingido um nível além do próprio controle delas. Com exceção de Ló, cada uma das pessoas dessa cidade não era diferente de Satanás; a mera visão de outra pessoa fazia aquelas pessoas quererem prejudicá-la e devorá-la… Essas coisas não só dão a alguém a percepção da natureza medonha e aterrorizante da cidade, bem como da aura de morte ao redor dela, mas também dão uma percepção de sua malícia e sanguinolência.

Quando ele se viu cara a cara com uma gangue de arruaceiros desumanos, pessoas que estavam cheias do desejo selvagem de devorar almas humanas, como Ló respondeu? Segundo as Escrituras: “Rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado”. O que Ló quis dizer com essas palavras foi isto: ele estava disposto a entregar suas duas filhas a fim de proteger os mensageiros. Por qualquer cálculo razoável, tais pessoas deveriam ter concordado com as condições de Ló e deixado os dois mensageiros em paz; afinal, os mensageiros eram completamente estranhos a elas, eram pessoas que nada tinham a ver com elas e nunca haviam prejudicado os seus interesses. Entretanto, motivadas por sua natureza perversa, elas não deixaram a questão morrer, mas, ao contrário, intensificaram seus esforços. Aqui, outra de suas interações pode, sem dúvida, dar às pessoas uma visão da verdadeira natureza cruel desse povo, enquanto, ao mesmo tempo, também possibilita que as pessoas compreendam e entendam a razão por que Deus desejou destruir essa cidade.

Então o que eles falam em seguida? Como diz a Bíblia: “Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta”. Por que queriam derrubar a porta de Ló? A razão é que eles estavam ansiosos por causar danos àqueles dois mensageiros. O que levou esses mensageiros a Sodoma? O propósito deles ao irem para lá era salvar Ló e sua família, mas as pessoas da cidade pensaram erroneamente que eles haviam vindo para assumir cargos oficiais. Sem perguntar o propósito dos mensageiros, as pessoas da cidade basearam seu desejo de lesar brutalmente esses dois mensageiros puramente em conjectura; desejaram lesar duas pessoas que nada tinham a ver com elas. Fica claro que as pessoas dessa cidade haviam perdido completamente a sua humanidade e razão. O grau de sua insanidade e selvageria já não era diferente da natureza cruel de Satanás com a qual ele lesa e devora os homens.

Quando exigiram que Ló entregasse essas pessoas, o que Ló fez? A partir do texto, sabemos que Ló não as entregou. Ló conhecia esses dois mensageiros de Deus? Claro que não! Mas por que ele foi capaz de salvar essas duas pessoas? Ele sabia o que tinham vindo fazer? Embora desconhecesse a razão da vinda deles, Ló sabia que eram servos de Deus e, assim, os acolheu em sua casa. O fato de ele poder chamar esses servos de Deus pelo título de “senhor” mostra que Ló era um seguidor habitual de Deus, diferentemente das outras pessoas de Sodoma. Assim, quando os mensageiros de Deus vieram a ele, ele arriscou a própria vida para acolher esses dois servos em sua casa; além do mais, ele também ofereceu suas duas filhas em troca, a fim de proteger esses dois servos. Esse foi um ato justo de Ló; foi uma expressão tangível da natureza-essência de Ló e foi também a razão pela qual Deus enviou Seus servos para salvar Ló. Ao ser confrontado com o perigo, Ló protegeu esses dois servos sem se importar com mais nada; ele até tentou negociar suas duas filhas em troca da segurança dos servos. Além de Ló, havia mais alguém dentro da cidade que teria feito algo assim? Como provam os fatos — não, não havia! Então, nem é preciso dizer que todos em Sodoma, exceto Ló, eram um alvo de destruição e com razão — eles a mereciam.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 105

Gênesis 19:1-11 À tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado à porta de Sodoma e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se com o rosto em terra, e disse: Eis agora, meus senhores, entrai, peço-vos em casa de vosso servo, e passai nela a noite, e lavai os pés; de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. Responderam eles: Não; antes na praça passaremos a noite. Entretanto, Ló insistiu muito com eles, pelo que foram com ele e entraram em sua casa; e ele lhes deu um banquete, assando-lhes pães ázimos, e eles comeram. Mas antes que se deitassem, cercaram a casa os homens da cidade, isto é, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e, chamando a Ló, perguntaram-lhe: Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos. Então Ló saiu-lhes à porta, fechando-a atrás de si, e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado. Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta. Aqueles homens, porém, estendendo as mãos, fizeram Ló entrar para dentro da casa, e fecharam a porta; e feriram de cegueira os que estavam do lado de fora, tanto pequenos como grandes, de maneira que cansaram de procurar a porta.

Gênesis 19:24-25 Então Jeová, da Sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a planície, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra.

Sodoma é completamente aniquilada por ofender a ira de Deus

Quando viram esses dois servos, as pessoas de Sodoma não perguntaram a razão da vinda deles, nem ninguém perguntou se eles haviam vindo para propagar a vontade de Deus. Pelo contrário, elas formaram uma multidão e, sem esperar uma explicação, vieram como cães selvagens ou lobos ferozes para pegar esses dois servos. Deus observava enquanto essas coisas aconteciam? O que Deus estava pensando em Seu coração sobre esse tipo de comportamento humano, esse tipo de evento? Deus resolveu destruir a cidade; Ele não hesitaria nem esperaria, tampouco mostraria mais paciência. Seu dia havia chegado e, então, Ele iniciou a obra que desejava fazer. Assim, Gênesis 19:24-25 diz: “Então Jeová, da Sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a planície, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra”. Esses dois versículos falam do método pelo qual Deus destruiu essa cidade bem como as coisas que Deus destruiu. Primeiro, a Bíblia relata que Deus queimou a cidade com fogo e que a extensão desse fogo foi suficiente para destruir todas as pessoas e tudo aquilo que crescia no solo. Ou seja, o fogo, que caiu do céu, não só destruiu a cidade, como também destruiu todas as pessoas e coisas vivas dentro dela, até não restar um único traço. Depois que a cidade foi destruída, a terra foi deixada destituída de coisas vivas; não havia mais vida, nem quaisquer sinais de vida de modo algum. A cidade havia se tornado um deserto, um lugar vazio preenchido de silêncio mortal. Não haveria mais atos malignos cometidos contra Deus naquele lugar, nem mais matança ou sangue derramado.

Por que Deus quis queimar a cidade tão completamente? O que vocês podem ver aqui? Deus realmente poderia suportar assistir à humanidade e à natureza, Suas criações próprias, serem destruídas dessa forma? Se você pode discernir a ira de Deus Jeová a partir do fogo que foi lançado do céu, então não é difícil ver o quanto Sua raiva era grande, a julgar pelos alvos de Sua destruição e pelo grau a que essa cidade foi aniquilada. Quando Deus desprezar uma cidade, Ele expedirá a Sua punição sobre ela. Quando Deus estiver desgostoso com uma cidade, Ele emitirá repetidos avisos para informar as pessoas sobre a Sua ira. Porém, quando Deus decidir destruir, pôr fim a uma cidade — isto é, quando Sua ira e majestade forem ofendidas — Ele não mais expedirá punições nem avisos. Em vez disso, Ele a destruirá diretamente. Ele a fará desaparecer completamente. Esse é o caráter justo de Deus.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 106

Gênesis 19:1-11 À tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado à porta de Sodoma e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se com o rosto em terra, e disse: Eis agora, meus senhores, entrai, peço-vos em casa de vosso servo, e passai nela a noite, e lavai os pés; de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. Responderam eles: Não; antes na praça passaremos a noite. Entretanto, Ló insistiu muito com eles, pelo que foram com ele e entraram em sua casa; e ele lhes deu um banquete, assando-lhes pães ázimos, e eles comeram. Mas antes que se deitassem, cercaram a casa os homens da cidade, isto é, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e, chamando a Ló, perguntaram-lhe: Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos. Então Ló saiu-lhes à porta, fechando-a atrás de si, e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado. Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta. Aqueles homens, porém, estendendo as mãos, fizeram Ló entrar para dentro da casa, e fecharam a porta; e feriram de cegueira os que estavam do lado de fora, tanto pequenos como grandes, de maneira que cansaram de procurar a porta.

Gênesis 19:24-25 Então Jeová, da Sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a planície, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra.

Depois da repetida hostilidade e resistência de Sodoma a Ele, Deus a erradica por completo

De uma perspectiva humana, Sodoma era uma cidade que poderia satisfazer plenamente o desejo do homem e a maldade do homem. Sedutora e fascinante, com música e dança noite após noite, sua prosperidade levava os homens ao fascínio e à loucura. Seu mal corroía o coração das pessoas e as enfeitiçava até a depravação. Essa era uma cidade onde espíritos imundos e malignos corriam soltos; que transbordava de pecado e homicídio e o ar era pesado com um mau cheiro de sangue e podridão. Era uma cidade que fazia o sangue das pessoas gelar, uma cidade da qual se recuaria para longe de horror. Ninguém nessa cidade — nem homem nem mulher, jovem ou velho — buscava o caminho verdadeiro; ninguém ansiava pela luz nem almejava afastar-se do pecado. Eles viviam sob o controle de Satanás, debaixo da corrupção e do engano de Satanás. Eles haviam perdido sua humanidade, haviam perdido o sentido e haviam perdido o objetivo original da existência do homem. Cometiam incontáveis atos perversos de resistência contra Deus; recusavam a Sua orientação e se opunham à Sua vontade. Eram seus atos perversos que levavam essas pessoas, a cidade e toda coisa viva dentro dela, passo a passo, a descer pela senda da destruição.

Embora essas duas passagens não registrem todos os detalhes relativos à medida da corrupção das pessoas de Sodoma, registrando, em vez disso, a conduta delas em relação aos dois servos de Deus após a chegada destes últimos à cidade, há um fato simples que revela a medida à qual as pessoas de Sodoma eram corruptas, más e resistentes a Deus. Com isso, a verdadeira face e a substância das pessoas da cidade também são expostas. Essas pessoas não só se recusaram a aceitar os avisos de Deus, mas também não temeram a Sua punição. Pelo contrário, elas escarneceram da raiva de Deus. Elas resistiram cegamente a Deus. Independentemente do que Ele fizesse ou de como Ele o fizesse, a natureza cruel delas só se intensificava e elas se opunham repetidamente a Deus. As pessoas de Sodoma eram hostis em relação à existência de Deus, à Sua vinda, à Sua punição e, ainda mais, a Seus avisos. Eram excessivamente arrogantes. Elas devoravam e lesavam todas as pessoas que pudessem ser devoradas e lesadas e trataram os servos de Deus da mesma forma. Em relação a todos os atos perversos cometidos pelas pessoas de Sodoma, lesar os servos de Deus foi apenas a ponta do iceberg e a natureza perversa delas, que assim foi revelada, na verdade equivalia a não mais que uma gota num vasto oceano. Assim, Deus escolheu destruí-las com fogo. Deus não usou um dilúvio, nem usou um furacão, terremoto, tsunami ou qualquer outro método para destruir a cidade. O que significou o uso que Deus fez do fogo para destruir a cidade? Significou a destruição total da cidade; significou que a cidade desapareceu por completo da terra e da existência. Aqui, “destruição” não se refere apenas ao desaparecimento da forma e da estrutura ou da aparência exterior da cidade; também significa que as almas das pessoas dentro da cidade deixaram de existir, tendo sido inteiramente erradicadas. Basicamente, todas as pessoas, todos os eventos e coisas associados à cidade foram destruídos. Não haveria outra vida ou reencarnação para as pessoas dessa cidade; Deus as havia erradicado da humanidade de Sua criação, por toda a eternidade. O uso do fogo significava um fim para o pecado nesse lugar e que o pecado fora refreado ali; esse pecado deixaria de existir e de se espalhar. Significava que o mal de Satanás havia perdido o seu solo nutritivo, bem como o cemitério que garantia a ele um lugar para ficar e morar. Na guerra entre Deus e Satanás, o uso do fogo por Deus é a insígnia de Sua vitória com a qual Satanás é marcado. A destruição de Sodoma é um grande passo em falso na ambição de Satanás de se opor a Deus ao corromper e devorar os homens e é, da mesma maneira, um sinal humilhante de uma época do desenvolvimento humano em que o homem rejeitou a orientação de Deus e se entregou à depravação. Além disso, é um registro de uma verdadeira revelação do caráter justo de Deus.

Quando o fogo enviado do céu por Deus tivesse reduzido Sodoma a nada além de cinzas, isso significava que a cidade chamada “Sodoma” deixaria de existir dali em diante, assim como tudo dentro da cidade. Ela foi destruída pela raiva de Deus, desaparecendo dentro da ira e da majestade de Deus. Por causa do caráter justo de Deus, Sodoma recebeu sua justa punição e seu fim legítimo. O fim da existência de Sodoma deu-se por causa de seu mal e também por causa do desejo de Deus de nunca mais olhar para essa cidade nem para qualquer pessoa que houvesse morado nela ou qualquer vida que tivesse crescido dentro dela. O “desejo de nunca mais olhar para a cidade” que Deus teve é a Sua ira, bem como a Sua majestade. Deus queimou a cidade porque a malícia e o pecado dela fizeram com que Ele sentisse raiva, repugnância e aversão por ela e desejasse nunca mais vê-la, nem jamais a qualquer das pessoas ou seres vivos dentro dela. Tendo terminado de queimar, deixando apenas cinzas para trás, a cidade havia verdadeiramente deixado de existir aos olhos de Deus; até a Sua memória dela sumiu, foi apagada. Isso significa que o fogo enviado do céu não só destruiu a cidade inteira de Sodoma, nem só destruiu as pessoas dentro da cidade que eram cheias de pecado, nem só destruiu todas as coisas de dentro dela que haviam sido maculadas pelo pecado; além de somente essas coisas, o fogo também destruiu a memória da maldade e da resistência da humanidade contra Deus. Esse foi o propósito de Deus ao destruir a cidade pelo fogo.

Essa humanidade havia se tornado corrupta ao extremo. Essas pessoas não sabiam quem Deus era nem de onde elas mesmas haviam vindo. Se você lhes mencionasse Deus, elas agrediriam, difamariam e blasfemariam. Até quando os servos de Deus haviam vindo para propagar o Seu aviso, essas pessoas corruptas não só não mostraram quaisquer sinais de arrependimento e não abandonaram sua conduta perversa, mas, ao contrário, elas lesaram audaciosamente os servos de Deus. O que elas expressaram e revelaram foi a sua natureza-essência de hostilidade extrema em relação a Deus. Podemos ver que a resistência dessas pessoas corruptas contra Deus era mais que uma revelação de seu caráter corrupto, assim como era mais que um caso de difamação ou zombaria que simplesmente resultou de uma falta de entendimento da verdade. Nem estupidez nem ignorância causaram sua conduta perversa; elas agiam dessa maneira não porque tivessem sido enganadas e certamente não foi porque elas haviam sido induzidas a erro. A conduta delas havia atingido o nível de antagonismo, oposição e clamor flagrantemente descarados contra Deus. Sem dúvida, esse tipo de comportamento humano enfureceria a Deus e enfureceria o Seu caráter — um caráter que não deve ser ofendido. Assim, Deus desencadeou direta e abertamente a Sua ira e a Sua majestade; essa era uma verdadeira revelação de Seu caráter justo. Frente a uma cidade transbordante de pecado, Deus desejou destruí-la da maneira mais rápida possível, para erradicar as pessoas de dentro dela e a totalidade de seus pecados da forma mais completa, para fazer as pessoas dessa cidade deixarem de existir e para parar o pecado de dentro desse local de se multiplicar. A maneira mais rápida e mais completa de fazê-lo era queimando-a com fogo. A atitude de Deus em relação às pessoas de Sodoma não foi de abandono ou desconsideração. Antes, Ele usou a Sua ira, majestade e autoridade para punir, abater e destruir completamente essas pessoas. Sua atitude em relação a elas não foi somente de destruição física, mas também de destruição da alma, uma erradicação eterna. Essa é a verdadeira implicação do que Deus quer dizer com as palavras: “deixar de existir”.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 107

Embora seja oculta e desconhecida ao homem, a ira de Deus não tolera ofensa

O tratamento de Deus de toda a humanidade, tola e ignorante como é a humanidade, se baseia principalmente na misericórdia e na tolerância. Sua ira, por outro lado, é mantida oculta pela vasta maioria do tempo e na vasta maioria dos eventos e ela é desconhecida para o homem. Como resultado, é difícil para o homem ver Deus expressar a Sua ira e também é difícil entender a Sua ira. Assim sendo, o homem faz pouco da ira de Deus. Quando o homem enfrentar a obra e o passo finais de Deus de tolerância e perdão ao homem — isto é, quando a ocorrência final da misericórdia de Deus e Seu aviso final vierem sobre a humanidade —, se as pessoas ainda usarem os mesmos métodos para se opor a Deus e não fizerem qualquer esforço para se arrepender, corrigir seus caminhos e aceitar a Sua misericórdia, então Deus não concederá mais a Sua tolerância e paciência a elas. Pelo contrário, Deus retirará a Sua misericórdia nesse momento. Depois disso, Ele só enviará a Sua ira. Ele pode expressar a Sua ira de diferentes maneiras, assim como Ele pode usar diferentes métodos para punir e destruir pessoas.

O uso do fogo por Deus para destruir a cidade de Sodoma é o Seu método mais rápido de aniquilar completamente uma humanidade ou qualquer outra coisa. Queimar as pessoas de Sodoma destruiu mais que seus corpos físicos; destruiu a totalidade de seus espíritos, suas almas e seus corpos, assegurando que as pessoas dentro da cidade deixariam de existir tanto no mundo material quanto no mundo que é invisível ao homem. Essa é uma maneira pela qual Deus revela e expressa a Sua ira. Esse modo de revelação e expressão é um aspecto da substância da ira de Deus, assim como também é, naturalmente, uma revelação da substância do caráter justo de Deus. Quando envia a Sua ira, Deus deixa de revelar qualquer misericórdia ou benignidade e também não mostra mais nada de Sua tolerância ou paciência; não há pessoa, coisa ou razão que possa persuadi-Lo a continuar a ser paciente, a oferecer a Sua misericórdia novamente, a conceder a Sua tolerância uma vez mais. Em lugar dessas coisas, sem hesitar nem por um momento, Deus envia a Sua ira e majestade, fazendo o que deseja. Ele fará essas coisas de uma maneira rápida e clara de acordo com os Seus desejos próprios. Essa é a maneira pela qual Deus envia a Sua ira e majestade, as quais o homem não pode ofender, e é também uma expressão de um aspecto de Seu caráter justo. Quando testemunham Deus mostrando interesse e amor em relação ao homem, as pessoas são incapazes de detectar a Sua ira, ver a Sua majestade ou sentir a Sua intolerância à ofensa. Essas coisas sempre levaram as pessoas a crer que o caráter justo de Deus é aquele unicamente de misericórdia, tolerância e amor. Entretanto, quando se vê Deus destruir uma cidade ou detestar uma humanidade, a Sua raiva na destruição do homem e a Sua majestade permitem que as pessoas vislumbrem o outro lado de Seu caráter justo. Essa é a intolerância de Deus à ofensa. O caráter de Deus que não tolera ofensa supera a imaginação de qualquer ser criado e, dentre os seres não criados, nenhum é capaz de interferir nele ou afetá-lo; menos ainda ele pode ser personificado ou imitado. Assim, esse aspecto do caráter de Deus é aquele que a humanidade mais deve conhecer. Somente o Próprio Deus tem esse tipo de caráter e somente o Próprio Deus é possuidor desse tipo de caráter. Deus é possuidor desse tipo de caráter justo porque Ele detesta a malícia, as trevas, a rebelião e os atos malignos de Satanás — corrompendo e devorando a humanidade — porque Ele detesta todos os atos pecaminosos em oposição a Ele e por causa de Sua substância santa e imaculada. É por causa disso que Ele não suportará que qualquer dos seres criados ou não criados se oponha a Ele ou O conteste abertamente. Até um indivíduo a quem Ele alguma vez tenha mostrado misericórdia ou a quem Ele tenha escolhido só precisa provocar o Seu caráter e transgredir os Seus princípios de paciência e tolerância para que Ele desencadeie e revele o Seu caráter justo que não tolera ofensa sem a menor ponta de misericórdia ou hesitação.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 108

A ira de Deus é uma salvaguarda para todas as forças da justiça e para todas as coisas positivas

A intolerância de Deus à ofensa é a Sua substância única; a ira de Deus é o Seu caráter único; a majestade de Deus é Sua substância única. O princípio por trás da raiva de Deus é a demonstração de Sua identidade e Seu status, os quais só Ele possui. É evidente que esse princípio também é um símbolo da substância do Próprio Deus único. O caráter de Deus é a Sua substância própria e inerente, que não muda de jeito nenhum pela passagem do tempo e nem é alterada pelas mudanças de localização geográfica. Seu caráter inerente é a Sua substância intrínseca. Independentemente da pessoa sobre quem Ele realiza a Sua obra, a Sua substância não muda e nem o Seu caráter justo. Quando alguém enraivece a Deus, aquilo que Deus envia é o Seu caráter inerente; nesse momento o princípio por trás de Sua raiva não muda, nem Sua identidade e Seu status únicos. Ele não fica irado por causa de uma mudança em Sua substância nem porque elementos diferentes surgem de Seu caráter, mas porque a oposição do homem contra Ele ofende o Seu caráter. A flagrante provocação do homem a Deus é um grave desafio à própria identidade e ao próprio status de Deus. Na visão de Deus, ao desafiá-Lo, o homem O está contestando e testando a Sua raiva. Quando o homem se opuser a Deus, quando o homem contestar Deus, quando o homem testar continuamente a raiva de Deus — e é em tais momentos que o pecado corre desenfreado —, a ira de Deus naturalmente se revelará e se apresentará. Portanto, a expressão de Deus de Sua ira é um símbolo de que todas as forças do mal deixarão de existir, é um símbolo de que todas as forças hostis serão destruídas. Essa é a unicidade do caráter justo de Deus e da ira de Deus. Quando a dignidade e a santidade de Deus forem desafiadas, quando as forças da justiça forem obstruídas e não vistas pelo homem, então Deus enviará a Sua ira. Por causa da substância de Deus, todas aquelas forças na terra que contestam Deus, se opõem a Ele e contendem com Ele, são más, corruptas e injustas; elas vêm de Satanás e a ele pertencem. Porque Deus é justo e é de luz e impecavelmente santo, assim todas as coisas más, corruptas e pertencentes a Satanás desaparecerão quando a ira de Deus for desencadeada.

Embora o derramar da ira de Deus seja um aspecto da expressão de Seu caráter justo, a raiva de Deus de forma alguma é indiscriminada em relação a seu alvo e nem é sem princípio. Pelo contrário, Deus não é de modo algum rápido em Se irar e nem revela a Sua ira e majestade levianamente. Além disso, a ira de Deus é bastante controlada e medida; não é de nenhuma forma comparável à maneira como o homem costuma se enfurecer ou descarregar a sua raiva. Muitas conversas entre o homem e Deus estão registradas na Bíblia. As palavras de algumas das pessoas individuais envolvidas nas conversas eram frívolas, ignorantes e infantis, mas Deus não as derrubou e nem as condenou. Em particular, durante a provação de Jó, como Deus Jeová tratou os três amigos de Jó e os outros após ouvir as palavras que eles disseram a Jó? Ele os condenou? Ele teve raiva deles? Ele não fez nada disso! Antes, Ele disse para Jó fazer súplicas a favor deles e orar por eles e o Próprio Deus não levou suas faltas a sério. Esses exemplos todos representam a principal atitude com que Deus trata a humanidade, corrupta e ignorante como é. Portanto, o desencadear da ira de Deus não é de forma alguma uma expressão de Seu estado de espírito, nem é uma maneira de Ele dar vazão a Seus sentimentos. Ao contrário do mal-entendido do homem, a ira de Deus não é uma erupção completa de fúria. Deus não desencadeia Sua ira porque é incapaz de controlar o próprio estado de espírito ou porque Sua raiva tenha atingido o ponto de ebulição e deva ser descarregada. Pelo contrário, Sua ira é uma mostra e uma expressão genuína de Seu caráter justo e é uma revelação simbólica de Sua substância santa. Deus é ira e Ele não tolera ser ofendido — o que não quer dizer que a raiva de Deus não distinga entre causas ou não tenha princípios; é a humanidade corrupta que tem uma reivindicação exclusiva sobre explosões de fúria aleatórias e sem princípios, fúria de um tipo que não distingue entre causas. Uma vez que tenha status, muitas vezes um homem achará difícil controlar seu estado de espírito e, assim, ele apreciará aproveitar as oportunidades para expressar sua insatisfação e descarregar suas emoções; frequentemente irromperá em fúria por nenhuma razão aparente, a fim de revelar sua habilidade e permitir que os outros saibam que seu status e identidade são diferentes daqueles das pessoas comuns. É claro que as pessoas corruptas sem qualquer status também perdem o controle com frequência. A raiva delas é muitas vezes causada por dano a seus interesses privados. A fim de proteger o próprio status e dignidade, a humanidade corrupta frequentemente descarregará suas emoções e revelará sua natureza arrogante. O homem irromperá em raiva e descarregará suas emoções a fim de defender e sustentar a existência do pecado, e essas ações são as maneiras com que o homem expressa sua insatisfação; elas transbordam de impurezas, de esquemas e intrigas, da corrupção e da maldade do homem e, mais que qualquer outra coisa, elas transbordam das ambições e dos desejos selvagens do homem. Quando a justiça se confrontar com a malícia, a raiva do homem não irromperá em defesa da existência da justiça ou para sustentá-la; pelo contrário, quando as forças da justiça são ameaçadas, perseguidas e atacadas, a atitude do homem é de ignorar, se esquivar ou recuar para longe. Entretanto, ao enfrentar as forças do mal, a atitude do homem é a de acomodar-se, de comportar-se servilmente. Portanto, o descarregar do homem é um escape para as forças do mal, uma expressão da má conduta desenfreada e incontrolável do homem carnal. Quando Deus enviar a Sua ira, contudo, todas as forças do mal serão detidas, todos os pecados que lesaram o homem serão refreados, todas as forças hostis que obstruem a obra de Deus se tornarão aparentes, serão separadas e amaldiçoadas, enquanto todos os cúmplices de Satanás que se opõem a Deus serão punidos e erradicados. No lugar deles, a obra de Deus prosseguirá livre de quaisquer obstáculos, o plano de gerenciamento de Deus continuará a se desenvolver passo a passo de acordo com o cronograma e o povo escolhido de Deus será libertado da perturbação e do engano de Satanás, enquanto aqueles que seguem a Deus desfrutarão da liderança e da provisão de Deus entre ambientes tranquilos e pacíficos. A ira de Deus é uma salvaguarda, impedindo que todas as forças do mal se multipliquem e corram desenfreadas e é também uma salvaguarda que protege a existência e a propagação de todas as coisas que são justas e positivas e as guarda eternamente da supressão e da subversão.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 109

Vocês podem ver a substância da ira de Deus em Sua destruição de Sodoma? Há alguma outra coisa misturada em Sua raiva? A raiva de Deus é pura? Usando as palavras do homem, a ira de Deus é inadulterada? Há alguma farsa por trás de Sua ira? Há alguma conspiração? Há quaisquer segredos indizíveis? Posso dizer a vocês severa e solenemente: não há nenhuma parte da ira de Deus que possa levar alguém a duvidar. Sua raiva é uma raiva pura e inadulterada que não abriga intenções nem objetivos. As razões por trás de Sua raiva são puras, inocentes e acima de crítica. Ela é uma revelação e uma mostra naturais de Sua substância santa; é algo que nada em toda a criação possui. Essa é uma parte do caráter justo único de Deus e também é uma diferença que chama a atenção entre as substâncias respectivas do Criador e de Sua criação.

Independentemente de alguém ficar bravo à vista de outros ou por trás de suas costas, todos têm uma intenção e um propósito diferentes para a sua raiva. Talvez estejam construindo o seu prestígio ou talvez estejam defendendo seus interesses próprios, mantendo sua imagem ou o respeito. Alguns exercitam o comedimento em sua raiva, enquanto outros são mais impetuosos e permitem que sua fúria irrompa sempre que desejam, sem um pingo de comedimento. Em resumo, a raiva do homem deriva de seu caráter corrupto. Independentemente de seu propósito, ela provém da carne e da natureza; nada tem a ver com justiça ou injustiça porque nada na natureza-essência do homem corresponde à verdade. Assim, a índole da humanidade corrupta e a ira de Deus não devem ser mencionadas no mesmo fôlego. Sem exceção, o comportamento de um homem corrompido por Satanás começa com o desejo de salvaguardar a corrupção e de fato está baseado na corrupção; é por isso que a raiva do homem não pode ser mencionada no mesmo fôlego que a ira de Deus, não importando o quanto a raiva do homem possa parecer adequada na teoria. Quando Deus envia a Sua raiva, as forças do mal são impedidas e as coisas más são destruídas, enquanto as coisas justas e positivas passam a desfrutar do cuidado e da proteção de Deus e podem prosseguir. Deus envia a Sua ira porque coisas injustas, negativas e más obstruem, perturbam ou destroem a atividade normal e o desenvolvimento das coisas justas e positivas. O objetivo da raiva de Deus não é salvaguardar Seu status e Sua identidade, mas salvaguardar a existência das coisas justas, positivas, belas e boas, salvaguardar as leis e a ordem da sobrevivência normal da humanidade. Essa é a causa básica da ira de Deus. A raiva de Deus é uma revelação muito apropriada, natural e verdadeira de Seu caráter. Não há segundas intenções em Sua raiva e nem há engano ou trama, muito menos desejos, astúcia, malícia, violência, maldade, nem quaisquer outras características compartilhadas da humanidade corrupta. Antes de enviar a Sua raiva, Deus já percebeu a substância de toda a questão de forma bastante clara e completa e Ele já formulou definições e conclusões precisas e claras. Assim, o objetivo de Deus em tudo que Ele faz é cristalino, assim como a Sua atitude. Ele não é confuso, cego, impulsivo ou descuidado e certamente não é sem princípios. Esse é o aspecto prático da ira de Deus e é por causa desse aspecto prático da ira de Deus que a humanidade atingiu sua existência normal. Sem a ira de Deus, a humanidade desceria a condições anormais de vida e todas as coisas justas, belas e boas seriam destruídas e deixariam de existir. Sem a ira de Deus, as leis e as regras de existência para os seres criados seriam violadas ou até completamente subvertidas. Desde a criação do homem, Deus tem usado continuamente o Seu caráter justo para salvaguardar e suster a existência normal da humanidade. Como o Seu caráter justo contém ira e majestade, todas as pessoas, coisas e objetos maus, e todas as coisas que perturbam e prejudicam a existência normal da humanidade, são punidas, controladas e destruídas como resultado de Sua ira. Ao longo dos últimos milênios, Deus usou continuamente o Seu caráter justo para abater e destruir todos os tipos de espíritos imundos e malignos que se opõem a Ele e agem como cúmplices e lacaios de Satanás na obra de Deus de gerenciamento da humanidade. Então, a obra de Deus de salvação do homem sempre avançou de acordo com o Seu plano. Ou seja, por causa da existência da ira de Deus, as causas mais justas dos homens jamais foram destruídas.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 110

Embora Satanás pareça humano, justo e virtuoso, a substância de Satanás é cruel e maligna

Satanás constrói a sua reputação por enganar as pessoas e muitas vezes se estabelece como vanguarda e exemplo de justiça a ser seguido. Sob falsos pretextos de salvaguardar a justiça, ele lesa as pessoas, devora sua alma e usa toda sorte de meios para entorpecer, enganar e incitar o homem. Seu objetivo é fazer o homem aprovar sua conduta maligna e concordar com ela, fazer o homem se unir a ele em oposição à autoridade e à soberania de Deus. Entretanto, quando se percebe claramente seus esquemas e tramas e percebe-se claramente suas características vis, e quando não se deseja continuar a ser espezinhado e enganado por ele ou continuar a trabalhar como escravo para ele ou ser punido e destruído ao lado dele, então Satanás muda suas características anteriormente santas e arranca a sua máscara de falsidade para revelar sua verdadeira face, que é má, cruel, feia e selvagem. Não há nada que ele amaria mais que exterminar todos aqueles que se recusam a segui-lo e que se opõem a suas forças malignas. Nesse ponto, Satanás não pode mais assumir uma aparência confiável, cordial; ao contrário, suas verdadeiras características feias e diabólicas são reveladas sob pele de cordeiro. Uma vez que os esquemas de Satanás forem trazidos à luz e suas verdadeiras características expostas, ele se enfurecerá e exporá a sua barbaridade. Depois disso, seu desejo de lesar e devorar as pessoas só se intensificará. Isso ocorre porque ele fica enfurecido quando o homem desperta para a verdade e ele desenvolve um revanchismo poderoso em relação ao homem pela sua aspiração a ansiar por liberdade e luz e por liberar-se de sua prisão. Sua raiva tem o propósito de defender e sustentar sua maldade e também é uma verdadeira revelação de sua natureza selvagem.

Em toda situação, o comportamento de Satanás expõe a sua natureza maligna. Dentre todos os atos malignos que Satanás realizou sobre o homem — desde seus primeiros esforços para iludir o homem a que o siga, até a sua exploração do homem, em que ele arrasta o homem para os seus atos malignos, ao seu revanchismo em relação ao homem após suas verdadeiras caraterísticas terem sido expostas e o homem tê-lo reconhecido e abandonado — nenhum desses atos deixa de expor a substância maligna de Satanás, nem de provar o fato de que Satanás não tem relação alguma com as coisas positivas e que Satanás é a fonte de todas as coisas más. Cada uma de suas ações salvaguarda a sua maldade, mantém a continuidade de seus atos malignos, vai contra as coisas justas e positivas e arruína as leis e a ordem da existência normal da humanidade. Esses atos de Satanás são hostis a Deus e serão destruídos pela ira de Deus. Embora Satanás tenha sua raiva própria, a raiva dele é apenas um meio de descarregar sua natureza maligna. A razão pela qual Satanás fica exasperado e furioso é esta: seus esquemas indizíveis foram expostos; não é fácil sair impune de suas conspirações; sua ambição e desejo selvagens de substituir a Deus e agir como Deus foram derrubados e bloqueados; e seu objetivo de controlar toda a humanidade agora resultou em nada e nunca pode ser alcançado. O que impediu que as tramas de Satanás se concretizassem e interrompeu a propagação e o aumento descontrolado da malignidade de Satanás foi a repetida convocação de Deus de Sua ira, vez após outra. Por essa razão, Satanás tanto odeia quanto teme a ira de Deus. Cada vez que desce, a ira de Deus não só desmascara a verdadeira aparência vil de Satanás, mas também expõe à luz os seus desejos malignos, e, no processo, as razões para a raiva de Satanás contra a humanidade são desnudadas. A erupção da raiva de Satanás é uma verdadeira revelação de sua natureza maligna e uma exposição de seus esquemas. Evidentemente, cada vez que Satanás fica enfurecido anuncia a destruição das coisas más e a proteção e a continuação das coisas positivas; anuncia a verdade de que a ira de Deus não pode ser ofendida!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 111

Não se deve confiar na experiência e na imaginação para conhecer o caráter justo de Deus

Quando se encontrar face ao julgamento e castigo de Deus, você dirá que a palavra de Deus é adulterada? Você dirá que há uma história por trás da fúria de Deus e que ela é adulterada? Você difamará a Deus, dizendo que o Seu caráter não é necessariamente de todo justo? Ao lidar com cada um dos atos de Deus, você deve primeiro estar certo de que o caráter justo de Deus é isento de quaisquer outros elementos, que ele é santo e irrepreensível. Esses atos incluem o abatimento, a punição e a destruição da humanidade por Deus. Sem exceção, cada um dos atos de Deus é feito em estrita concordância com o Seu caráter inerente e o Seu plano e não inclui parte do conhecimento, tradição e filosofia da humanidade. Cada um dos atos de Deus é uma expressão de Seu caráter e substância, sem relação com qualquer coisa que pertença à humanidade corrupta. O homem tem a noção de que só o amor, a misericórdia e a tolerância de Deus para com a humanidade são irrepreensíveis, inadulterados e santos, e ninguém sabe que a fúria de Deus e a Sua ira são igualmente inadulteradas; além disso, ninguém contemplou perguntas como por que Deus não tolera ofensa ou por que a Sua fúria é tão grande. Pelo contrário, alguns confundem a ira de Deus com um mau humor, tal qual o da humanidade corrupta, e interpretam mal a raiva de Deus como sendo a mesma raiva da humanidade corrupta. Eles até presumem, erroneamente, que a fúria de Deus seja igual à revelação natural do caráter corrupto da humanidade e que a emissão da ira de Deus é tal qual a raiva das pessoas corruptas quando em face de alguma situação infeliz e acreditam que a emissão da ira de Deus seja uma expressão do Seu humor. Depois desta comunicação, espero que todos vocês não tenham mais quaisquer concepções errôneas, imaginações ou especulações em relação ao caráter justo de Deus. Espero que, depois de ouvirem Minhas palavras, possam ter um verdadeiro reconhecimento no coração de vocês da ira do caráter justo de Deus, que possam deixar de lado quaisquer entendimentos errôneos anteriores da ira de Deus e que possam mudar as próprias crenças e visões errôneas da substância da ira de Deus. Além disso, espero que vocês possam ter uma definição exata do caráter de Deus em seu coração, que vocês não tenham mais quaisquer dúvidas quanto ao caráter justo de Deus e que não imponham qualquer raciocínio ou imaginação humanos ao verdadeiro caráter de Deus. O caráter justo de Deus é a própria substância verdadeira de Deus. Não é algo escrito ou moldado pelo homem. Seu caráter justo é Seu caráter justo e não tem relação nem conexão com qualquer coisa da criação. O Próprio Deus é o Próprio Deus. Ele nunca Se tornará parte da criação e, mesmo que Ele Se torne um membro dos seres criados, Seu caráter e substância inerentes não mudarão. Portanto, conhecer a Deus não é o mesmo que conhecer um objeto; conhecer a Deus não é dissecar algo, nem é o mesmo que entender uma pessoa. Se o homem usar seu conceito ou método de conhecer um objeto ou entender uma pessoa para conhecer a Deus, então você nunca será capaz de atingir o conhecimento de Deus. Conhecer a Deus não depende de experiência ou imaginação e, portanto, você nunca deve impor sua experiência ou imaginação a Deus; não importa quão ricas a sua experiência e a sua imaginação possam ser, elas ainda são limitadas. Além do mais, a sua imaginação não corresponde aos fatos, e muito menos à verdade, e é incompatível com o verdadeiro caráter e substância de Deus. Você nunca obterá êxito se confiar em sua imaginação para entender a substância de Deus. A única senda é esta: aceitar todas as coisas que provêm de Deus, depois gradualmente experimentá-las e entendê-las. Haverá um dia em que Deus esclarecerá você para entendê-Lo e conhecê-Lo verdadeiramente por causa de sua cooperação e por causa de sua fome e sede da verdade.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 112

O aviso de Deus Jeová alcança os ninivitas

Vamos mudar para a segunda passagem, o terceiro capítulo do livro de Jonas: “E começou Jonas a entrar pela cidade, fazendo a jornada dum dia, e clamava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida”. Essas são as palavras que Deus transmitiu diretamente para Jonas dizer aos ninivitas e fica claro, então, que essas são as palavras que Jeová desejava dizer aos ninivitas. Essas palavras dizem às pessoas que Deus começou a abominar e a odiar as pessoas da cidade porque a malícia delas havia chegado a Seu olhar, então Ele desejava destruir essa cidade. No entanto, antes que destruísse a cidade, Deus faria um anúncio aos ninivitas e, ao mesmo tempo, lhes daria uma oportunidade de se arrependerem de sua perversidade e de começarem de novo. Essa oportunidade duraria quarenta dias e não mais. Em outras palavras, se as pessoas dentro da cidade não se arrependessem, admitissem seus pecados e se prostrassem diante de Deus Jeová dentro de quarenta dias, Deus destruiria a cidade assim como tinha destruído Sodoma. Isso era o que Deus Jeová desejava dizer às pessoas de Nínive. Evidentemente, essa não era uma declaração simples. Ela não só transmitia a raiva de Deus Jeová, como também transmitia a Sua atitude para com os ninivitas, enquanto, ao mesmo tempo, servia como aviso solene às pessoas residentes na cidade. Esse aviso lhes dizia que seus atos perversos haviam rendido a elas o ódio de Deus Jeová e logo as poria à beira da própria aniquilação. A vida de cada habitante de Nínive estava, portanto, em iminente perigo.

O contraste absoluto entre a reação de Nínive e a de Sodoma ao aviso de Deus Jeová

O que significa ser derrubado? Em termos coloquiais, significa não existir mais. Mas de que forma? Quem poderia derrubar uma cidade inteira? Seria impossível ao homem realizar tal ato, é claro. As pessoas de Nínive não eram tolas; tão logo ouviram essa proclamação, elas pegaram a ideia. Elas sabiam que a proclamação havia vindo de Deus, sabiam que Deus ia realizar a Sua obra e sabiam que a malícia delas havia enfurecido Deus Jeová e trazido a Sua raiva sobre elas, de forma que logo seriam destruídas juntamente com a cidade delas. Como as pessoas da cidade se comportaram depois de ouvir o aviso de Deus Jeová? A Bíblia descreve em detalhes específicos como as pessoas reagiram, começando pelo rei e descendo até os homens do povo. As seguintes palavras foram registradas nas Escrituras: “E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor. A notícia chegou também ao rei de Nínive; e ele se levantou do seu trono e, despindo-se do seu manto e cobrindo-se de saco, sentou-se sobre cinzas. E fez uma proclamação, e a publicou em Nínive, por decreto do rei e dos seus nobres, dizendo: Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; mas sejam cobertos de saco, tanto os homens como os animais, e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos”.

Após ouvirem a proclamação de Deus Jeová, as pessoas de Nínive mostraram uma atitude completamente oposta à das pessoas de Sodoma — ao passo que as pessoas de Sodoma se opuseram abertamente a Deus, avançando de maldade em maldade, os ninivitas, após ouvirem essas palavras, não ignoraram o assunto e nem resistiram. Ao contrário, creram em Deus e declararam um jejum. O que a palavra “creram” significa aqui? A própria palavra sugere fé e submissão. Se usarmos o comportamento real dos ninivitas para explicar essa palavra, ela significa que eles creram que Deus poderia fazer e faria conforme Ele disse, e que eles estavam dispostos a se arrepender. As pessoas de Nínive sentiram medo face ao iminente desastre? Foi a fé delas que lhes colocou temor no coração. Então, o que podemos usar para provar a fé e o temor dos ninivitas? É como a Bíblia diz: “proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor”. Ou seja, os ninivitas creram verdadeiramente, e dessa fé veio o temor, que então os levou a jejuar e a vestir-se de saco. Foi assim que mostraram que estavam começando a se arrepender. Em absoluto contraste com as pessoas de Sodoma, os ninivitas não só não se opuseram a Deus, mas também mostraram claramente o seu arrependimento por meio de seu comportamento e ações. Isso, é claro, foi algo que todas as pessoas de Nínive fizeram, não só os homens comuns — o rei não foi exceção.

O arrependimento do rei de Nínive ganha o elogio de Deus Jeová

Ao ouvir essa notícia, o rei de Nínive levantou-se de seu trono, despiu o manto, vestiu-se de saco e sentou-se em cinzas. Então ele proclamou que ninguém na cidade poderia degustar nada e que nenhum boi, ovelha ou qualquer outro rebanho poderia pastar ou beber água. Homem e rebanhos igualmente deveriam vestir-se de saco; as pessoas deveriam fazer súplicas sinceras a Deus. O rei também proclamou que cada um deles se afastaria de seus caminhos maus e abandonaria a violência em suas mãos. A julgar por essa série de ações, o rei de Nínive teve um arrependimento verdadeiro em seu coração. Essa série de ações que ele tomou — levantando-se de seu trono, descartando seu manto de rei, vestindo-se de saco e sentando-se em cinzas — diz às pessoas que o rei de Nínive estava pondo de lado seu status real e vestindo-se de saco ao lado das pessoas comuns. Ou seja, o rei de Nínive não ocupou seu posto real para manter seu mau caminho ou a violência em suas mãos após ouvir o anúncio de Deus Jeová; ao contrário, ele pôs de lado a autoridade que tinha e se arrependeu diante de Deus Jeová. Nesse momento, o rei de Nínive não estava se arrependendo como rei; ele havia se colocado diante de Deus para se arrepender e confessar seus pecados como um súdito comum de Deus. Além disso, ele também falou para toda a cidade se arrepender e confessar seus pecados perante Deus Jeová da mesma maneira que ele fizera; adicionalmente, ele tinha um plano específico de como fazer isso, conforme visto nas Escrituras: “Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; […] e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos”. Como governador da cidade, o rei de Nínive possuía status e poder supremos e podia fazer tudo que desejasse. Quando deparado com o anúncio de Deus Jeová, ele poderia ter ignorado o assunto ou simplesmente se arrependido e confessado seus pecados sozinho; quanto a se as pessoas da cidade escolhessem se arrepender ou não, ele poderia ter ignorado completamente o assunto. Contudo, o rei de Nínive de forma alguma o fez. Ele não só se levantou de seu trono, vestiu-se de saco e cinzas, se arrependeu e confessou seus pecados diante de Deus Jeová, mas também ordenou que todas as pessoas e rebanhos dentro da cidade fizessem o mesmo. Ele até ordenou às pessoas: “clamem fortemente a Deus”. Por meio dessa série de ações, o rei de Nínive realizou de fato aquilo que um governador deveria realizar. Sua série de ações é algo que era difícil para qualquer rei da história humana cumprir e, aliás, nenhum outro rei cumpriu essas coisas. Essas ações podem ser chamadas de inéditas na história humana e são dignas de ser tanto comemoradas quanto imitadas pela humanidade. Desde o surgimento do homem, todo rei havia levado seus súditos a resistir e a se opor a Deus. Ninguém jamais havia levado seus súditos a suplicar a Deus a fim de buscar redenção para sua malícia, receber o perdão de Deus Jeová e evitar a punição iminente. O rei de Nínive, porém, foi capaz de levar seus súditos a se voltarem para Deus, a deixarem seus respectivos maus caminhos para trás e a abandonarem a violência em suas mãos. Além disso, ele também foi capaz de pôr de lado o seu trono e, em contrapartida, Deus Jeová teve uma chance de considerar e sentou remorso, retirando a Sua ira e permitindo que as pessoas da cidade sobrevivessem, guardando-as da destruição. As ações do rei só podem ser chamadas de milagre raro na história humana e até de exemplo modelar da humanidade corrupta se arrependendo e confessando seus pecados diante de Deus.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 113

Jonas 3 Pela segunda vez veio a palavra de Jeová a Jonas, dizendo: Levanta-te, e vai à grande cidade de Nínive, e lhe proclama a mensagem que Eu te ordeno. Levantou-se, pois, Jonas, e foi a Nínive, segundo a palavra de Jeová. Ora, Nínive era uma grande cidade, de três dias de jornada. E começou Jonas a entrar pela cidade, fazendo a jornada dum dia, e clamava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida. E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor. A notícia chegou também ao rei de Nínive; e ele se levantou do seu trono e, despindo-se do seu manto e cobrindo-se de saco, sentou-se sobre cinzas. E fez uma proclamação, e a publicou em Nínive, por decreto do rei e dos seus nobres, dizendo: Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; mas sejam cobertos de saco, tanto os homens como os animais, e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos. Quem sabe se Se voltará Deus, e Se arrependerá, e Se apartará do furor da Sua ira, de sorte que não pereçamos? Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus Se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.

Deus vê o arrependimento sincero no fundo do coração dos ninivitas

Após ouvir a declaração de Deus, o rei de Nínive e seus súditos realizaram uma série de ações. Qual foi a natureza dessas ações e do comportamento deles? Em outras palavras, qual foi a essência da conduta deles em sua totalidade? Por que eles fizeram o que fizeram? Aos olhos de Deus eles haviam se arrependido sinceramente, não apenas porque haviam feito súplicas sinceras a Deus e confessado seus pecados diante Dele, mas também porque haviam abandonado sua má conduta. Eles agiram dessa maneira porque, após ouvirem as palavras de Deus, ficaram incrivelmente atemorizados e creram que Ele faria conforme dissera. Ao jejuarem, vestirem-se de saco e sentarem-se em cinzas, eles desejaram expressar a disposição deles para reformarem seus caminhos e se absterem da malícia, e oraram para Deus Jeová restringir Sua raiva, suplicando-Lhe para revogar Sua decisão e a catástrofe que caía sobre eles. Se examinarmos todo o comportamento deles, podemos ver que eles já entenderam que seus atos perversos anteriores eram detestáveis para Deus Jeová e podemos ver também que eles entenderam a razão por que Ele logo os destruiria. Por isso, eles todos desejaram fazer um arrependimento pleno, desviar de seus caminhos maus e abandonar a violência em suas mãos. Em outras palavras, uma vez que se tornaram cientes da declaração de Deus Jeová, cada um deles sentiu temor no coração; eles descontinuaram sua conduta perversa e não cometeram mais aqueles atos que eram tão detestáveis para Deus Jeová. Adicionalmente, suplicaram para Deus Jeová perdoar seus pecados passados e não os tratar conforme suas ações passadas. Eles estavam dispostos a nunca mais se envolver em malícia e a agir de acordo com as instruções de Deus Jeová, se ao menos fosse possível nunca mais enfurecer Deus Jeová. O arrependimento deles era sincero e completo. Ele vinha do fundo do coração deles e não era fingido, nem transitório.

Uma vez que todas as pessoas de Nínive, do rei aos homens do povo, souberam que Deus Jeová estava bravo com elas, Deus podia ver clara e explicitamente cada uma das ações subsequentes e a conduta delas em sua totalidade, bem como cada uma das decisões e escolhas que elas tomaram e fizeram. O coração de Deus mudou de acordo com o comportamento delas. Qual era o estado de espírito de Deus naquele exato momento? A Bíblia pode responder essa pergunta para você. As seguintes palavras foram registradas nas Escrituras: “Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus Se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez”. Embora Deus tenha mudado de ideia, não havia nada de complicado em relação a Seu estado de espírito. Ele simplesmente passou de expressar Sua raiva a acalmar Sua raiva e depois decidiu não trazer catástrofe sobre a cidade de Nínive. A razão pela qual a decisão de Deus — poupar os ninivitas de catástrofe — foi tão rápida é que Deus observou o coração de cada pessoa de Nínive. Ele viu o que eles tinham no fundo de seu coração: seu sincero arrependimento e confissão de seus pecados, sua sincera crença Nele, seu profundo senso de como seus atos perversos haviam enfurecido o Seu caráter e o temor resultante da punição iminente de Deus Jeová. Ao mesmo tempo, Deus Jeová também ouviu suas orações, que vinham do fundo de seu coração, suplicando a Ele para não ficar mais bravo com eles, de modo que pudessem evitar essa catástrofe. Quando Deus observou todos esses fatos, pouco a pouco a Sua raiva esmoreceu. Independentemente de quão grande a Sua raiva havia sido anteriormente, Seu coração foi tocado quando Ele viu o arrependimento sincero no fundo do coração dessas pessoas e então Ele não pôde suportar trazer catástrofe sobre elas e Ele deixou de ficar com raiva delas. Antes, Ele continuou a estender Sua misericórdia e tolerância para com elas e continuou a guiá-las e a provê-las.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 114

Jonas 3 Pela segunda vez veio a palavra de Jeová a Jonas, dizendo: Levanta-te, e vai à grande cidade de Nínive, e lhe proclama a mensagem que Eu te ordeno. Levantou-se, pois, Jonas, e foi a Nínive, segundo a palavra de Jeová. Ora, Nínive era uma grande cidade, de três dias de jornada. E começou Jonas a entrar pela cidade, fazendo a jornada dum dia, e clamava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida. E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor. A notícia chegou também ao rei de Nínive; e ele se levantou do seu trono e, despindo-se do seu manto e cobrindo-se de saco, sentou-se sobre cinzas. E fez uma proclamação, e a publicou em Nínive, por decreto do rei e dos seus nobres, dizendo: Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; mas sejam cobertos de saco, tanto os homens como os animais, e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos. Quem sabe se Se voltará Deus, e Se arrependerá, e Se apartará do furor da Sua ira, de sorte que não pereçamos? Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus Se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.

Se sua crença em Deus for verdadeira, você receberá o cuidado Dele com frequência

A mudança de intenções de Deus em relação às pessoas de Nínive não envolveu hesitação nem nada que fosse ambíguo ou vago. Antes, foi uma transformação de pura raiva para pura tolerância. Essa é uma verdadeira revelação da substância de Deus. Deus nunca é irresoluto nem hesitante em Suas ações; os princípios e propósitos por trás de Suas ações são todos claros e transparentes, puros e irrepreensíveis, absolutamente sem ardis ou esquemas neles entremeados. Em outras palavras, a substância de Deus não contém trevas nem mal. Deus ficou bravo com os ninivitas porque seus atos perversos haviam chegado a Seu olhar; naquela época a Sua raiva provinha de Sua substância. Contudo, quando a raiva de Deus se dissipou e Ele concedeu Sua tolerância ao povo de Nínive mais uma vez, tudo que Ele revelou ainda era a Sua substância própria. Essa mudança toda foi devida a uma mudança de atitude do homem em relação a Deus. Durante todo esse período de tempo, o caráter inofendível de Deus não mudou, a substância tolerante de Deus não mudou e a substância amorosa e misericordiosa de Deus não mudou. Quando as pessoas cometerem atos perversos e ofenderem a Deus, Ele trará a Sua raiva sobre elas. Quando as pessoas se arrependerem verdadeiramente, o coração de Deus mudará e a Sua raiva cessará. Quando as pessoas continuarem teimosamente a se opor a Deus, a Sua raiva será incessante e a Sua ira as oprimirá pouco a pouco até que sejam destruídas. Essa é a substância do caráter de Deus. Independentemente de Deus estar expressando ira ou misericórdia e benignidade, é a conduta, o comportamento e a atitude do homem que o homem mantém para com Deus no fundo de seu coração que ditam aquilo que é expresso por meio da revelação do caráter de Deus. Se Deus sujeita continuamente alguém à Sua raiva, o coração dessa pessoa sem dúvida se opõe a Deus. Como nunca se arrependeu verdadeiramente, não baixou a cabeça perante Deus nem possuiu crença verdadeira em Deus, essa pessoa nunca obteve a misericórdia e a tolerância de Deus. Se alguém com frequência recebe o cuidado de Deus, a Sua misericórdia e a Sua tolerância, então, sem dúvida, essa pessoa tem crença verdadeira em Deus em seu coração e seu coração não se opõe a Deus. Com frequência, essa pessoa se arrepende verdadeiramente perante Deus; portanto, mesmo se a disciplina de Deus com frequência cair sobre essa pessoa, a Sua ira não cairá.

Esse breve relato permite que as pessoas vejam o coração de Deus, vejam o realismo de Sua substância, vejam que a raiva de Deus e as mudanças em Seu coração não são sem causa. Apesar do absoluto contraste que Deus demonstrou quando estava irado e quando mudou Seu coração, que faz com que as pessoas creiam existir uma grande desconexão ou contraste entre estes dois aspectos da substância de Deus — a Sua raiva e a Sua tolerância —, a atitude de Deus em relação ao arrependimento dos ninivitas mais uma vez permite que as pessoas vejam outro lado do verdadeiro caráter de Deus. A mudança de coração de Deus realmente permite que a humanidade veja mais uma vez a verdade da misericórdia e da benignidade de Deus e veja a verdadeira revelação da substância de Deus. Só o que a humanidade tem a fazer é reconhecer que a misericórdia e a benignidade de Deus não são mitos nem são invencionices. Acontece que o sentimento de Deus naquele momento era verdadeiro e a mudança de coração de Deus era verdadeira — Deus de fato concedeu Sua misericórdia e tolerância à humanidade mais uma vez.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 115

Jonas 3 Pela segunda vez veio a palavra de Jeová a Jonas, dizendo: Levanta-te, e vai à grande cidade de Nínive, e lhe proclama a mensagem que Eu te ordeno. Levantou-se, pois, Jonas, e foi a Nínive, segundo a palavra de Jeová. Ora, Nínive era uma grande cidade, de três dias de jornada. E começou Jonas a entrar pela cidade, fazendo a jornada dum dia, e clamava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida. E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior deles até o menor. A notícia chegou também ao rei de Nínive; e ele se levantou do seu trono e, despindo-se do seu manto e cobrindo-se de saco, sentou-se sobre cinzas. E fez uma proclamação, e a publicou em Nínive, por decreto do rei e dos seus nobres, dizendo: Não provem coisa alguma nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas; não comam, nem bebam água; mas sejam cobertos de saco, tanto os homens como os animais, e clamem fortemente a Deus; e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos. Quem sabe se Se voltará Deus, e Se arrependerá, e Se apartará do furor da Sua ira, de sorte que não pereçamos? Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus Se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.

O verdadeiro arrependimento no coração dos ninivitas ganha para eles a misericórdia de Deus e muda o próprio desfecho deles

Houve alguma contradição entre a mudança de coração de Deus e a Sua ira? É claro que não! Acontece que a tolerância de Deus naquela época específica tinha a sua razão. Que razão poderia ser essa? É aquela dada na Bíblia: “Cada um se converteu do seu mau caminho” e “abandonou a violência em suas mãos”.

Esse “mau caminho” não se refere a um punhado de atos malignos, mas à origem maligna da qual o comportamento das pessoas brota. “Converter-se do seu mau caminho” significa que aqueles em questão nunca mais cometerão essas ações. Em outras palavras, eles nunca mais se comportarão dessa forma maligna; o método, a fonte, o propósito, o intento e o princípio de suas ações, todos mudaram; eles nunca mais usarão aqueles métodos e princípios para trazer prazer e felicidade a seu coração. O “abandonar” em “abandonar a violência em suas mãos” significa largar ou deixar de lado, romper completamente com o passado e nunca voltar atrás. Quando as pessoas de Nínive abandonaram a violência em suas mãos, isso provou e representou o seu verdadeiro arrependimento. Deus observa a aparência externa das pessoas, bem como o coração delas. Quando Deus observou o verdadeiro arrependimento no coração dos ninivitas sem questionar e também observou que eles haviam deixado seus caminhos maus e abandonado a violência em suas mãos, Ele mudou o Seu coração. Ou seja, a conduta, o comportamento e as várias maneiras de fazer as coisas daquelas pessoas, bem como sua verdadeira confissão e arrependimento de pecados no coração delas, fizeram Deus mudar o Seu coração, mudar as Suas intenções, retirar a Sua decisão e não as punir nem as destruir. Assim, as pessoas de Nínive alcançaram um desfecho diferente por si mesmas. Elas redimiram a própria vida e ao mesmo tempo ganharam a misericórdia e a tolerância de Deus, momento em que Deus também retirou a Sua ira.

A misericórdia e a tolerância de Deus não são raras — o verdadeiro arrependimento do homem é

Independentemente do quão bravo Deus havia ficado com os ninivitas, tão logo eles declararam um jejum e vestiram saco e cinzas, o Seu coração começou a amolecer e Ele começou a mudar a Sua mente. Quando Ele lhes proclamou que destruiria a cidade deles — o momento anterior à confissão e ao arrependimento de pecados por parte deles — Deus ainda estava bravo com eles. Uma vez que eles tinham realizado uma série de atos arrependidos, a raiva de Deus pelas pessoas de Nínive gradualmente se transformou em misericórdia e tolerância a elas. Não há nada de contraditório na revelação coincidente desses dois aspectos do caráter de Deus no mesmo evento. Então, como se deve entender e conhecer essa falta de contradição? Deus expressou e revelou cada uma dessas substâncias completamente opostas uma após a outra, enquanto o povo de Nínive se arrependia, permitindo que as pessoas vissem o realismo e a inofendibilidade da substância de Deus. Deus usou a Sua atitude para dizer às pessoas o seguinte: não é que Deus não tolere as pessoas, nem que não lhes queira mostrar misericórdia; antes, é que elas raramente se arrependem de forma verdadeira para Deus e é raro que as pessoas se afastem verdadeiramente de seus caminhos maus e abandonem a violência em suas mãos. Em outras palavras, quando fica bravo com o homem, Deus espera que o homem seja capaz de se arrepender verdadeiramente e de fato Ele espera ver o verdadeiro arrependimento do homem, em cujo caso Ele então continuará liberalmente a conceder Sua misericórdia e tolerância ao homem. Ou seja, a má conduta do homem incorre na ira de Deus, enquanto a misericórdia e a tolerância de Deus são concedidas àqueles que ouvem a Deus e se arrependem verdadeiramente perante Ele, àqueles que conseguem se afastar de seus caminhos maus e abandonar a violência em suas mãos. A atitude de Deus foi muito claramente revelada em Seu tratamento dos ninivitas: a misericórdia e a tolerância de Deus não são de forma alguma difíceis de se obter e o que Ele exige é arrependimento verdadeiro de uma pessoa. Contanto que as pessoas se afastem de seus maus caminhos e abandonem a violência em suas mãos, Deus mudará o Seu coração e a Sua atitude em relação a elas.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 116

O caráter justo do Criador é real e vívido

Quando Deus teve uma mudança de coração para com as pessoas de Nínive, a Sua misericórdia e tolerância eram uma fachada falsa? É claro que não! Então, o que foi mostrado pela transição entre esses dois aspectos do caráter de Deus no decurso de Deus lidar com essa situação única? O caráter de Deus é um todo completo — não é dividido de modo algum. Independentemente de Ele estar expressando raiva ou misericórdia e tolerância para com as pessoas, essas são todas expressões de Seu caráter justo. O caráter de Deus é vital e vividamente aparente e Ele muda Seus pensamentos e atitudes de acordo com a maneira como as coisas se desenvolvem. A transformação de Sua atitude para com os ninivitas diz à humanidade que Ele tem Seus pensamentos e ideias próprios; Ele não é um robô ou uma imagem de barro, mas o Próprio Deus vivo. Ele podia ficar bravo com as pessoas de Nínive, assim como Ele podia perdoar o passado delas por causa de suas atitudes. Ele podia decidir trazer infortúnio aos ninivitas e Ele podia também mudar a Sua decisão por causa do arrependimento deles. As pessoas gostam de aplicar regras rigidamente e usar tais regras para delimitar e definir Deus, assim como gostam de usar fórmulas para tentar entender o caráter de Deus. Portanto, no que concerne ao domínio do pensamento humano, Deus não pensa nem tem quaisquer ideias substantivas. Mas, na realidade, os pensamentos de Deus estão em um estado de transformação constante de acordo com as mudanças nas coisas e nos ambientes. Enquanto esses pensamentos estiverem se transformando, diferentes aspectos da substância de Deus são revelados. Durante esse processo de transformação, no momento preciso em que Deus tem uma mudança de coração, o que Ele mostra à humanidade é a existência real de Sua vida e que o Seu caráter justo é cheio de vitalidade dinâmica. Ao mesmo tempo, Deus usa as próprias revelações verdadeiras para provar à humanidade a verdade da existência de Sua ira, de Sua misericórdia, de Sua benignidade e de Sua tolerância. Sua substância será revelada a qualquer momento e em qualquer lugar de acordo com como as coisas se desenvolvem. Ele possui a ira de um leão e a misericórdia e a tolerância de uma mãe. O Seu caráter justo não permite questionamento, violação, mudança ou distorção por ninguém. Dentre todas as questões e todas as coisas, o caráter justo de Deus — isto é, a ira de Deus e a misericórdia de Deus — pode ser revelado a qualquer momento e em qualquer lugar. Ele dá expressão vital a esses aspectos em cada canto da criação toda e Ele os implementa com vitalidade a cada momento que passa. O caráter justo de Deus não é limitado por tempo ou espaço; em outras palavras, o caráter justo de Deus não é mecanicamente expresso ou revelado de acordo com as restrições de tempo ou espaço, mas, antes, com perfeita calma e em todos os momentos e lugares. Ao ver Deus ter uma mudança de coração e deixar de expressar a Sua ira e Se abster de destruir a cidade de Nínive, você pode dizer que Deus é apenas misericordioso e amoroso? Você pode dizer que a ira de Deus consiste em palavras vazias? Quando Deus Se enfurece com ira feroz e retira a Sua misericórdia, você pode dizer que Ele não sente amor verdadeiro para com a humanidade? Essa ira feroz é expressa por Deus em resposta aos atos malignos das pessoas; Sua ira não é falha. O coração de Deus é movido em resposta ao arrependimento das pessoas e é esse arrependimento que ocasiona Sua mudança de coração. Quando Ele Se sente movido, quando Ele tem uma mudança de coração e quando Ele mostra a Sua misericórdia e tolerância para com o homem, tudo isso é totalmente sem falhas; é limpo, puro, imaculado e inadulterado. A tolerância de Deus é exatamente isto: tolerância, assim como a Sua misericórdia nada mais é que misericórdia. O Seu caráter revela ira ou misericórdia e tolerância de acordo com o arrependimento do homem e as variações de conduta do homem. Não importa o que Ele revela e expressa, é tudo puro e direto; sua substância é distinta da de qualquer outra coisa na criação. Quando Deus expressa os princípios subjacentes de Suas ações, eles são isentos de quaisquer falhas ou máculas, e assim são Seus pensamentos, Suas ideias ou cada simples decisão que Ele toma e cada simples ação que empreende. Uma vez que tenha decidido assim e uma vez que tenha agido assim, então Deus completa os Seus empreendimentos. Os resultados de Seus empreendimentos são corretos e irrepreensíveis precisamente porque sua fonte é impecável e imaculada. A ira de Deus é impecável. Semelhantemente, a misericórdia e a tolerância de Deus — que não são possuídas por ninguém dentre toda a criação — são santas e impecáveis e podem resistir a deliberação e experiência ponderadas.

Com o seu entendimento da história de Nínive, vocês veem agora o outro lado da substância do caráter justo de Deus? Veem o outro lado do caráter justo único de Deus? Alguém dentre a humanidade possui esse tipo de caráter? Alguém possui esse tipo de ira, a ira de Deus? Alguém possui misericórdia e tolerância tais como as que são possuídas por Deus? Quem dentre a criação pode reunir tão grande ira e decidir destruir ou trazer desastre sobre a humanidade? E quem é qualificado para conceder misericórdia ao homem, para tolerar e perdoar e, assim, mudar a decisão prévia de alguém de destruir o homem? O Criador expressa o Seu caráter justo por meio de Seus métodos e princípios próprios e únicos e Ele não está sujeito ao controle ou às restrições impostos por quaisquer pessoas, eventos ou coisas. Com o Seu caráter único, ninguém é capaz de mudar Seus pensamentos e ideias, nem é capaz de persuadi-Lo e mudar qualquer de Suas decisões. A totalidade do comportamento e dos pensamentos que existem em toda a criação existe sob o julgamento de Seu caráter justo. Ninguém pode controlar se Ele exerce ira ou misericórdia; somente a substância do Criador — ou, em outras palavras, o caráter justo do Criador — pode decidir isso. Tal é a natureza única do caráter justo do Criador!

Por analisar e entender a transformação da atitude de Deus em relação às pessoas de Nínive, vocês são capazes de usar a palavra “único” para descrever a misericórdia encontrada no caráter justo de Deus? Anteriormente dissemos que a ira de Deus é um aspecto da substância de Seu caráter justo único. Agora definirei dois aspectos — a ira de Deus e a misericórdia de Deus — como Seu caráter justo. O caráter justo de Deus é santo; não tolera ser ofendido nem questionado; é algo que não é possuído por ninguém dentre seres criados ou não criados. É tanto singular quanto exclusivo a Deus. Ou seja, a ira de Deus é santa e inofendível. Da mesma maneira, o outro aspecto do caráter justo de Deus — a misericórdia de Deus — é santo e não pode ser ofendido. Ninguém dos seres criados ou não criados pode substituir ou representar Deus em Suas ações, nem poderia tê-Lo substituído ou representado na destruição de Sodoma ou na salvação de Nínive. Essa é a verdadeira expressão do caráter justo único de Deus.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 117

Os sentimentos sinceros do Criador para com a humanidade

As pessoas muitas vezes dizem que conhecer a Deus não é algo fácil. No entanto, Eu digo que conhecer a Deus não é de forma alguma uma questão difícil, pois Deus frequentemente exibe Seus feitos para o homem ver. Deus nunca cessou o Seu diálogo com a humanidade e Ele nunca Se ocultou do homem e nem Se escondeu. Seus pensamentos, Suas ideias, Suas palavras e Seu feitos são todos revelados à humanidade. Portanto, desde que deseje conhecer a Deus, o homem pode vir a entendê-Lo e a conhecê-Lo por todos os tipos de meios e métodos. A razão por que o homem pensa cegamente que Deus o evitou intencionalmente, que Deus Se escondeu intencionalmente da humanidade, que Deus não tem intenção de permitir que o homem O entenda e O conheça, é porque ele não sabe quem Deus é e nem deseja entender Deus. Ainda mais que isso, o homem não se interessa pelos pensamentos, palavras ou feitos do Criador… Falando com verdade, se uma pessoa só usar o seu tempo livre para se concentrar e entender as palavras ou feitos do Criador e se prestar só um pouco de atenção aos pensamentos do Criador e à voz de Seu coração, não será difícil que essa pessoa perceba que os pensamentos, as palavras e os feitos do Criador são visíveis e transparentes. Da mesma forma, pouco esforço será necessário para perceber que o Criador está entre os homens o tempo inteiro, que Ele está sempre em conversação com o homem e com a totalidade da criação e que Ele está realizando feitos novos todos os dias. Sua substância e Seu caráter são expressos em Seu diálogo com o homem; Seus pensamentos e ideias são completamente revelados em Seus feitos; Ele acompanha e observa a humanidade o tempo todo. Ele fala calmamente à humanidade e a toda a criação com Suas palavras silenciosas: “Eu estou nos céus e Eu estou entre a Minha criação. Eu estou vigiando; Eu estou esperando; Eu estou a seu lado…”. Suas mãos são quentes e fortes; Suas pegadas são leves; Sua voz é macia e graciosa; Sua figura passa e vira, abraçando toda a humanidade; Seu semblante é belo e suave. Ele nunca partiu, nunca desapareceu. Dia e noite, Ele é a companhia constante da humanidade, para nunca sair do lado dela. Seu cuidado devotado e afeição especial pela humanidade, bem como Seu verdadeiro interesse e amor pelo homem, foram exibidos pouco a pouco conforme Ele salvou a cidade de Nínive. Em especial, a interação de Deus Jeová com Jonas revelou plenamente a ternura do Criador pela humanidade que Ele Próprio criou. Por meio daquelas palavras, você pode obter um entendimento profundo dos sinceros sentimentos de Deus pela humanidade…

A seguinte passagem foi registrada no livro de Jonas 4:10-11: “Disse, pois, Jeová: Tens compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que numa noite nasceu, e numa noite pereceu. E não hei de Eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que há mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem discernir entre a sua mão direita e a esquerda, e também muito gado?”. Essas são as reais palavras de Deus Jeová, registradas de uma conversa entre Deus e Jonas. Embora seja breve, essa interação transborda de cuidado do Criador pela humanidade e de Sua relutância em desistir da humanidade. Essas palavras expressam a verdadeira atitude e os verdadeiros sentimentos que Deus tem dentro de Seu coração por Sua criação. Por meio dessas palavras, que são claras e precisas assim como são raramente ouvidas pelo homem, Deus afirma Suas verdadeiras intenções para a humanidade. Essa interação representa uma atitude que Deus tomou em relação às pessoas de Nínive — mas que tipo de atitude é? É a atitude que Ele tomou em relação às pessoas de Nínive antes e depois do arrependimento delas e a atitude com a qual Ele trata a humanidade. Nessas palavras estão Seus pensamentos e Seu caráter.

Que pensamentos de Deus são revelados nessas palavras? Se você prestar atenção nos detalhes que leu, não será difícil notar que Ele usa a palavra “compaixão”; o uso dessa palavra mostra a verdadeira atitude de Deus para com a humanidade.

No nível do sentido literal, as pessoas podem interpretar a palavra “compaixão” de diferentes maneiras: primeiro, significa “amar e proteger, sentir ternura em relação a algo”; segundo, significa “amar afetuosamente”; e, por fim, significa “não estar disposto a ferir algo e ser incapaz de suportar fazê-lo”. Em resumo, essa palavra implica terna afeição e amor, bem como uma relutância em desistir de alguém ou de algo; implica misericórdia e tolerância de Deus em relação ao homem. Deus usou essa palavra, que é uma palavra comumente falada pelos homens, e ainda é capaz também de expor a voz do coração de Deus e a Sua atitude em relação à humanidade.

Embora a cidade de Nínive fosse repleta de pessoas tão corruptas, más e violentas quanto aquelas de Sodoma, o arrependimento delas fez Deus ter uma mudança de coração e decidir não as destruir. Porque a maneira como elas trataram as palavras e as instruções de Deus demonstrou uma atitude que contrastava totalmente com a dos cidadãos de Sodoma e por causa da submissão honesta delas a Deus e do arrependimento honesto delas por seus pecados, bem como pelo comportamento verdadeiro e sincero delas em todos os aspectos, Deus mais uma vez expressou Sua compaixão sincera e própria e concedeu-a a elas. O que Deus concede à humanidade e Sua compaixão pela humanidade são impossíveis para qualquer pessoa duplicar e é impossível para qualquer pessoa possuir a misericórdia de Deus, Sua tolerância ou os Seus sentimentos sinceros em relação à humanidade. Há alguém a quem você considere um grande homem ou uma grande mulher, ou até um super-humano, que, de um ponto alto, falando como um grande homem ou uma grande mulher, ou, sobre o ponto mais alto, faria esse tipo de declaração à humanidade ou à criação? Quem dentre a humanidade pode conhecer o estado da vida humana como a palma de suas mãos? Quem pode arcar com o fardo e a responsabilidade pela existência da humanidade? Quem é qualificado para proclamar a destruição de uma cidade? E quem é qualificado para perdoar uma cidade? Quem pode dizer que aprecia a própria criação? Somente o Criador! Somente o Criador tem ternura para com essa humanidade. Somente o Criador mostra a essa humanidade piedade e afeição. Somente o Criador tem uma afeição verdadeira e inquebrantável por essa humanidade. Do mesmo modo, somente o Criador pode conceder misericórdia a essa humanidade e apreciar toda a Sua criação. Seu coração salta e sofre a cada uma das ações do homem: Ele fica bravo, angustiado e sofre com o mal e a corrupção do homem; Ele fica satisfeito, alegre, clemente e exultante com o arrependimento e a crença do homem; cada um dos Seus pensamentos e ideias existe para a humanidade e gira em torno dela; o que Ele é e tem é expresso inteiramente por causa da humanidade; a totalidade de Suas emoções está interligada à existência da humanidade. Por causa da humanidade, Ele viaja e Se apressa; Ele silenciosamente emana cada partícula de Sua vida; Ele dedica cada minuto e segundo de Sua vida… Ele nunca soube como Se compadecer da Sua vida, mas sempre apreciou a humanidade que Ele Próprio criou… Ele dá tudo que tem para essa humanidade… Ele concede a Sua misericórdia e tolerância incondicionalmente e sem expectativa de recompensa. Ele faz isso somente para que a humanidade possa continuar a sobreviver diante de Seus olhos, recebendo a Sua provisão de vida. Ele faz isso somente para que a humanidade possa um dia se submeter diante Dele e reconhecer que Ele é Aquele que nutre a existência do homem e supre a vida de toda a criação.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 118

Jonas 4 Mas isso desagradou extremamente a Jonas, e ele ficou irado. E orou a Jeová, e disse: Ah! Jeová! não foi isso o que eu disse, estando ainda na minha terra? Por isso é que me apressei a fugir para Társis, pois eu sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que Te arrependes do mal. Agora, ó Jeová, tira-me a vida, pois melhor me é morrer do que viver. Respondeu Jeová: É razoável essa tua ira? Então Jonas saiu da cidade, e sentou-se ao oriente dela; e ali fez para si uma barraca, e se sentou debaixo dela, à sombra, até ver o que aconteceria à cidade. E fez Deus Jeová nascer uma aboboreira, e fê-la crescer por cima de Jonas, para que lhe fizesse sombra sobre a cabeça, a fim de o livrar do seu enfado; de modo que Jonas se alegrou em extremo por causa da aboboreira. Mas Deus enviou um bicho, no dia seguinte ao subir da alva, o qual feriu a aboboreira, de sorte que esta se secou. E aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso oriental; e o sol bateu na cabeça de Jonas, de maneira que ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer, dizendo: Melhor me é morrer do que viver. Então perguntou Deus a Jonas: É razoável essa tua ira por causa da aboboreira? Respondeu ele: É justo que eu me enfade a ponto de desejar a morte. Disse, pois, Jeová: Tens compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que numa noite nasceu, e numa noite pereceu. E não hei de Eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que há mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem discernir entre a sua mão direita e a esquerda, e também muito gado?

O Criador expressa os Seus verdadeiros sentimentos pela humanidade

Essa conversa entre Deus Jeová e Jonas é sem dúvida uma expressão dos verdadeiros sentimentos do Criador pela humanidade. Por um lado, ela informa às pessoas sobre o entendimento do Criador a respeito de toda a criação sob Sua soberania; como Deus Jeová disse: “E não hei de Eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que há mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem discernir entre a sua mão direita e a esquerda, e também muito gado?” Em outras palavras, o entendimento de Deus sobre Nínive estava longe do superficial. Ele não só sabia o número de seres vivos dentro da cidade (inclusive as pessoas e os rebanhos), mas também sabia quantos não conseguiam discernir entre a mão direita e a esquerda — isto é, quantas crianças e jovens estavam presentes. Isso é prova concreta do entendimento abrangente de Deus sobre a humanidade. Por outro lado, essa conversa informa às pessoas sobre a atitude do Criador para com a humanidade, ou seja, o peso da humanidade no coração do Criador. É simplesmente como Deus Jeová disse: “Tens compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que numa noite nasceu, e numa noite pereceu. E não hei de Eu ter compaixão da grande cidade de Nínive […]?”. Essas são as palavras de Deus Jeová de censura para Jonas, mas elas são todas verdadeiras.

Embora estivesse incumbido de proclamar as palavras de Deus Jeová às pessoas de Nínive, Jonas não entendeu as intenções de Deus Jeová, nem entendeu as Suas preocupações e expectativas para com as pessoas da cidade. Com essa repreensão, Deus quis dizer a ele que a humanidade era o produto das próprias mãos de Deus e que Ele havia empregado um esforço meticuloso em toda e qualquer única pessoa, que toda e qualquer pessoa levava as expectativas de Deus sobre seus ombros e que toda e qualquer pessoa desfrutava do suprimento de vida de Deus; para toda e qualquer pessoa, Deus havia pago o preço do esforço meticuloso. Essa repreensão também mostrou a Jonas que Deus apreciava a humanidade, a qual era a obra das Suas mãos, da mesma forma que o próprio Jonas apreciava a aboboreira. De forma alguma Deus abandonaria a humanidade levianamente ou até o último momento possível, sobretudo porque havia tantas crianças e rebanhos inocentes dentro da cidade. Ao lidar com aqueles jovens e ignorantes produtos da criação de Deus que não conseguiam nem distinguir a mão direita da esquerda, era ainda menos concebível que Deus encerrasse suas vidas e determinasse seus desfechos de maneira tão apressada. Deus esperava vê-los crescer; Ele esperava que não andassem nas mesmas sendas que seus anciãos, que não tivessem que ouvir o aviso de Deus Jeová novamente e que dessem testemunho do passado de Nínive. Deus esperava, ainda mais, ver Nínive após ter se arrependido, ver o futuro de Nínive depois de seu arrependimento e, acima de tudo, ver Nínive viver debaixo da misericórdia de Deus novamente. Portanto, aos olhos de Deus, aqueles objetos da criação que não conseguiam distinguir a mão direita da esquerda eram o futuro de Nínive. Eles assumiriam o passado desprezível de Nínive, assim como assumiriam o importante dever de testemunhar tanto o passado de Nínive quanto seu futuro sob a orientação de Deus Jeová. Nessa declaração de Seus verdadeiros sentimentos, Deus Jeová apresentou a misericórdia do Criador para com a humanidade em sua totalidade. A declaração mostrou à humanidade que “a misericórdia do Criador” não é uma frase vazia, nem uma promessa falsa; a misericórdia tem princípios, métodos e objetivos concretos. Deus é verdadeiro e real e Ele não usa de falsidades nem de disfarces e, dessa mesma maneira, a Sua misericórdia é concedida à humanidade incessantemente em todo tempo e era. Contudo, até o dia de hoje, a interação do Criador com Jonas é a Sua declaração verbal única e exclusiva da razão pela qual Ele mostra misericórdia à humanidade, de como Ele mostra misericórdia à humanidade, de quão tolerante Ele é em relação à humanidade e de Seus verdadeiros sentimentos pela humanidade. As palavras sucintas de Deus Jeová durante essa conversa expressam Seus pensamentos para com a humanidade como um todo integral; elas são uma expressão verdadeira da atitude de Seu coração em relação à humanidade e são também prova concreta de Sua outorga de abundante misericórdia à humanidade. Sua misericórdia não é outorgada somente às gerações mais idosas da humanidade, mas também é concedida aos membros mais jovens da humanidade, assim como sempre foi, de uma geração à próxima. Embora a ira de Deus muitas vezes desça sobre certos cantos e certas eras da humanidade, a misericórdia de Deus nunca cessou. Com a Sua misericórdia, Ele orienta e conduz uma geração de Sua criação após a outra, e supre e nutre uma geração da criação após a outra, porque os Seus verdadeiros sentimentos em relação à humanidade nunca mudarão. Assim como disse: “E não hei de Eu ter compaixão […]?”, Deus Jeová sempre apreciou a própria criação. Essa é a misericórdia do caráter justo do Criador e também é a singularidade plena do Criador!

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 119

Cinco tipos de pessoas

Eu classificarei os seguidores de Deus em várias categorias de acordo com o seu entendimento de Deus e seu entendimento e experiência do Seu caráter justo, para que vocês possam saber em que estágio estão atualmente, bem como a estatura atual de vocês. Em termos de conhecimento do povo de Deus e de entendimento de Seu caráter justo, os diferentes estágios e estaturas que as pessoas ocupam geralmente podem ser separados em cinco tipos. Esse tópico é fundamentado com base no conhecimento do Deus único e Seu caráter justo. Portanto, ao lerem o conteúdo a seguir, vocês devem tentar, de maneira atenta, descobrir exatamente quanto entendimento e conhecimento têm a respeito da singularidade de Deus e de Seu caráter justo, e depois devem usar o resultado para julgar a que estágio vocês realmente pertencem, quão grande a estatura de vocês realmente é e que tipo de pessoa vocês realmente são.

Tipo um: o estágio da criança enrolada em cueiros

O que significa uma criança enrolada em cueiros? Uma criança enrolada em cueiros é uma criança que acabou de vir ao mundo, um recém-nascido. É quando as pessoas são mais imaturas.

Essencialmente, as pessoas nesse estágio não possuem percepção nem consciência sobre as questões da crença em Deus. Elas são desnorteadas e ignorantes em relação a tudo. Essas pessoas podem ter crido em Deus por um longo tempo ou talvez um tempo nada longo, mas seu estado desnorteado e ignorante e sua real estatura as coloca no estágio da criança enrolada em cueiros. A definição precisa das condições de uma criança enrolada em cueiros é a seguinte: não importa por quanto tempo esse tipo de pessoa creu em Deus, ela sempre será atrapalhada, confusa e simplória; ela não sabe por que crê em Deus, nem sabe quem Deus é ou quem é Deus. Embora siga a Deus, não há definição exata de Deus em seu coração e ela não pode determinar se Aquele que ela segue é Deus, menos ainda se ela realmente deve crer em Deus e segui-Lo. Esse é o estado verdadeiro desse tipo de pessoa. Os pensamentos dessas pessoas são nublados e, falando de forma simples, sua crença é desorganizada. Elas sempre existem em um estado de desnorteamento e vaziez; “atrapalhação”, “confusão” e “simploriedade” resumem seu estado. Elas nunca viram nem sentiram a existência de Deus e, portanto, falar com elas sobre conhecer a Deus é de tanta utilidade quanto fazê-las ler um livro escrito em hieróglifos — elas nem o entenderão nem o aceitarão. Para elas, conhecer a Deus é o mesmo que ouvir um conto fantástico. Embora seu pensamento possa ser nublado, elas na verdade acreditam firmemente que conhecer a Deus é um total desperdício de tempo e de esforço. Este é o primeiro tipo de pessoa: a criança enrolada em cueiros.

Tipo dois: o estágio da criança que mama

Comparado à criança enrolada em cueiros, esse tipo de pessoa fez algum progresso. Lamentavelmente, elas ainda não têm entendimento algum de Deus. Elas ainda carecem de um entendimento claro de Deus e de uma percepção de Deus e não têm muita clareza quanto ao porquê devem crer em Deus, ainda que em seu coração tenham propósito próprio e ideias claras. Elas não se preocupam se é certo crer em Deus. O objetivo e o propósito que elas buscam por meio da crença em Deus é desfrutar de Sua graça, ter alegria e paz, ter uma vida confortável, desfrutar do cuidado e da proteção de Deus e viver sob as bênçãos de Deus. Elas não estão preocupadas com o grau a que conhecem a Deus; elas não têm impulso de buscar um entendimento de Deus e nem estão preocupadas com o que Deus está fazendo ou com o que Ele deseja fazer. Elas só buscam cegamente desfrutar de Sua graça e obter mais de Suas bênçãos; buscam ganhar cem vezes mais na presente era e a vida eterna na era por vir. Seus pensamentos, o quanto se despenderam, sua devoção, bem como seu sofrimento, tudo compartilha o mesmo objetivo: obter a graça e as bênçãos de Deus. Elas não se preocupam com mais nada. Esse tipo de pessoa tem certeza apenas de que Deus pode manter as pessoas a salvo e conceder a Sua graça sobre elas. Pode-se dizer que elas não estão interessadas em por que Deus deseja salvar o homem ou no resultado que Deus deseja obter com as Suas palavras e obra, nem têm muita clareza disso. Elas nunca fizeram qualquer esforço para conhecer a substância e o caráter justo de Deus, nem podem reunir o interesse em fazê-lo. Elas carecem da propensão de prestar atenção nessas coisas e nem desejam conhecê-las. Elas não desejam perguntar sobre a obra de Deus, sobre as exigências de Deus ao homem, a vontade de Deus, ou qualquer outra coisa relacionada a Deus, e carecem da propensão de perguntar sobre essas coisas. Isso ocorre porque elas acreditam que essas questões não estão relacionadas com o seu desfrute da graça de Deus e só estão preocupadas com um Deus que existe em relação direta com os próprios interesses delas e que pode conceder graça ao homem. Elas não têm interesse algum em qualquer outra coisa, então não podem entrar na verdade-realidade, independentemente de quantos anos tenham crido em Deus. Sem ninguém que as regue ou as alimente com frequência, fica difícil para elas prosseguirem na senda da crença em Deus. Se não podem desfrutar da alegria e da paz de antes nem da graça de Deus, então elas ficam muito propensas a ir embora. Este é o segundo tipo de pessoa: a pessoa que existe no estágio da criança que mama.

Tipo três: o estágio da criança desmamada, ou o estágio da criança pequena

Esse grupo de pessoas possui certa medida de consciência clara. Elas têm consciência de que desfrutar da graça de Deus não significa que elas próprias possuam experiência verdadeira e estão cientes de que, mesmo se nunca se fatigam de buscar alegria e paz, de buscar graça, ou se são capazes de dar testemunho ao compartilharem suas experiências de desfrutar da graça de Deus ou ao louvarem a Deus pelas bênçãos que Ele lhes concedeu, essas coisas não significam que elas possuam vida, nem significam que elas possuam a realidade da verdade. A começar de sua consciência, elas param de acalentar esperanças selvagens de que serão acompanhadas apenas pela graça de Deus; antes, ao desfrutarem da graça de Deus, elas simultaneamente desejam fazer algo para Deus. Ficam dispostas a realizar seu dever, a resistir a um pouco de dificuldade e fadiga, a se envolver em algum grau de cooperação com Deus. No entanto, porque a sua busca em sua fé em Deus é adulterada demais, porque as intenções e os desejos individuais que elas abrigam são fortes demais, porque o caráter delas é selvagemente arrogante demais, é muito difícil para elas satisfazerem o desejo de Deus ou serem leais a Deus. Portanto, elas frequentemente não conseguem realizar seus desejos individuais nem honrar suas promessas a Deus. Muitas vezes elas se encontram em estados contraditórios: desejam muito satisfazer a Deus ao máximo grau possível, porém usam todo o poder delas para se opor a Ele, e muitas vezes fazem votos a Deus, mas então rapidamente quebram seus juramentos. Com frequência ainda maior elas se encontram em outros estados contraditórios: creem sinceramente em Deus, mas negam a Ele e a tudo que Dele provém; elas esperam ansiosamente que Deus as esclarecerá, as guiará, as suprirá e as ajudará, mas ainda buscam uma solução própria. Elas desejam entender e conhecer a Deus, mas não estão dispostas a se aproximar Dele. Em vez disso, elas sempre evitam Deus e seu coração está fechado para Ele. Embora tenham um entendimento superficial e experiência do significado literal das palavras de Deus e da verdade, e um conceito superficial de Deus e da verdade, elas subconscientemente ainda não podem confirmar ou determinar se Deus é a verdade, nem confirmar se Deus é verdadeiramente justo. Também não podem determinar o realismo do caráter e da substância de Deus, muito menos a Sua real existência. Sua fé em Deus sempre contém dúvidas e equívocos e também contém imaginações e noções. Conforme desfrutam da graça de Deus, elas também experimentam ou praticam relutantemente algumas verdades que consideram possíveis a fim de enriquecer sua fé, aumentar sua experiência na fé em Deus, verificar seu entendimento da fé em Deus e satisfazer sua vaidade andando na senda da vida que elas mesmas estabeleceram e realizando um empreendimento justo para a humanidade. Ao mesmo tempo, elas também fazem essas coisas a fim de satisfazer o próprio desejo de ganhar bênçãos, que é parte de uma aposta que fizeram na esperança de receber as maiores bênçãos para a humanidade, e realizar a ambiciosa aspiração e o desejo permanente delas de não descansar até que tenham obtido Deus. Essas pessoas raramente são capazes de obter o esclarecimento de Deus, pois o desejo e a intenção delas de ganhar bênçãos lhes são importantes demais. Elas não têm desejo de desistir disso e na verdade não poderiam suportar fazê-lo. Temem que sem o desejo de ganhar bênçãos, sem a ambição há muito acalentada de não descansar até que tenham obtido Deus, elas perderão a motivação de crer em Deus. Portanto, elas não desejam enfrentar a realidade. Não desejam encarar as palavras de Deus ou a obra de Deus. Não desejam fazer frente ao caráter ou à substância de Deus, muito menos mencionar o assunto de conhecer a Deus. Isso ocorre porque, uma vez que Deus, Sua substância e Seu caráter justo substituam suas imaginações, seus sonhos irão por água abaixo e sua assim chamada fé pura e os “méritos” acumulados ao longo dos anos de trabalho meticuloso desaparecerão e darão em nada. Da mesma forma, o “território” que elas haviam conquistado com suor e sangue ao longo dos anos enfrentará um colapso. Tudo isso significará que os muitos anos de trabalho árduo e esforço delas foram fúteis e que elas devem começar novamente do nada. Essa é a dor mais dura para elas suportarem em seu coração e é o resultado que elas menos desejam ver, e é por isso que estão sempre trancadas nesse tipo de impasse, recusando-se a dar meia-volta. Este é o terceiro tipo de pessoa: a pessoa que existe no estágio da criança desmamada.

Os três tipos de pessoas descritos acima — explicando as pessoas que existem nesses três estágios — não possuem qualquer crença verdadeira na identidade e no status de Deus ou em Seu caráter justo, e nem têm qualquer reconhecimento ou afirmação clara e precisa dessas coisas. Sendo assim, é muito difícil para esses três tipos de pessoas entrar na realidade da verdade e também é difícil para elas receber a misericórdia, o esclarecimento ou a iluminação de Deus porque a maneira como creem em Deus e a sua atitude equivocada em relação a Deus tornam impossível que Ele realize obra dentro de seu coração. Suas dúvidas, conceitos errôneos e imaginações sobre Deus excedem a crença e o conhecimento delas de Deus. Esses são três tipos de pessoas que correm um grande risco e são três estágios muito perigosos. Quando alguém mantém uma atitude de dúvida em relação a Deus, à substância de Deus, à identidade de Deus, à questão de se Deus é a verdade e ao realismo de Sua existência, e quando não se consegue estar seguro dessas coisas, como se pode aceitar tudo que provém de Deus? Como alguém pode aceitar o fato de que Deus é a verdade, o caminho e a vida? Como alguém pode aceitar o castigo e o julgamento de Deus? Como alguém pode aceitar a salvação de Deus? Como esse tipo de pessoa pode obter a orientação e a provisão verdadeiras de Deus? Aqueles que estão nesses três estágios podem se opor a Deus, julgar Deus, blasfemar de Deus ou trair a Deus a qualquer momento. Eles podem abandonar o verdadeiro caminho e deixar Deus a qualquer momento. Pode-se dizer que as pessoas desses três estágios existem em um período crítico, pois elas não entraram na trilha certa da crença em Deus.

Tipo quatro: o estágio da criança em amadurecimento, ou infância

Depois que uma pessoa foi desmamada — isto é, após ter desfrutado de uma ampla medida de graça — ela começa a explorar o que significa crer em Deus, ela começa a desejar entender diferentes questões, como por que o homem vive, como o homem deve viver e por que Deus realiza a Sua obra no homem. Quando esses pensamentos incertos e padrões de pensamento confusos emergem dentro dela e existem dentro dela, ela recebe continuamente a rega e também é capaz de cumprir o seu dever. Durante esse período, ela não tem mais nenhuma dúvida quanto à verdade da existência de Deus e tem uma compreensão precisa do que significa crer em Deus. Com base nisso, ela ganha um conhecimento gradual de Deus e gradualmente obtém algumas respostas a seus pensamentos incertos e padrões de pensamento confusos quanto ao caráter e à substância de Deus. Em termos de suas mudanças de caráter, bem como seu conhecimento de Deus, as pessoas nesse estágio começam a embarcar na trilha certa e entram em um período de transição. É nesse estágio que as pessoas começam a ter vida. Indicações claras de possuir vida são a solução gradual das várias questões que as pessoas têm no coração relacionadas ao conhecimento de Deus — tais como mal-entendidos, imaginações, noções e definições vagas de Deus — e não só elas chegam a crer de fato e reconhecer o realismo da existência de Deus, mas também passam a possuir uma definição precisa de Deus e a ter o lugar certo para Deus em seu coração, e seguir verdadeiramente a Deus substitui a sua fé vaga. Durante esse estágio, as pessoas gradualmente vêm a conhecer seus mal-entendidos em relação a Deus e a sua busca e maneiras de crer equivocadas. Elas começam a almejar a verdade, a almejar experimentar o julgamento, o castigo e a disciplina de Deus e a almejar uma mudança em seu caráter. Elas gradualmente deixam para trás todos os tipos de noções e imaginações sobre Deus durante esse estágio e, ao mesmo tempo, mudam e corrigem o seu conhecimento incorreto de Deus e obtêm algum conhecimento fundamental e correto de Deus. Embora uma parte do conhecimento possuído pelas pessoas nesse estágio não seja muito específico ou preciso, elas no mínimo começam gradualmente a abandonar suas noções, seu conhecimento equivocado e seus mal-entendidos de Deus; elas não mantêm mais suas noções e imaginações próprias sobre Deus. Elas começam a aprender como abandonar — a abandonar coisas encontradas entre as próprias noções, coisas provenientes do conhecimento e coisas de Satanás; elas começam a se dispor a se submeter a coisas corretas e positivas, até mesmo a coisas que vêm das palavras de Deus e que são conformes à verdade. Elas também começam a tentar experimentar as palavras de Deus, a conhecer e a praticar as Suas palavras pessoalmente, a aceitar as Suas palavras como princípios para suas ações e como base para a mudança de seu caráter. Durante esse período, as pessoas aceitam inconscientemente o julgamento e o castigo de Deus e aceitam inconscientemente as palavras de Deus como sua vida. Enquanto aceitam o julgamento, o castigo e as palavras de Deus, elas se tornam cada vez mais conscientes e capazes de perceber que o Deus em quem creem em seu coração realmente existe. Nas palavras de Deus, em suas experiências e vida, elas sentem cada vez mais que Deus sempre presidiu o destino do homem e sempre conduziu e proveu o homem. Por meio de sua associação com Deus, elas gradualmente confirmam a existência de Deus. Portanto, antes que o percebam, subconscientemente, elas já aprovaram e começaram a crer firmemente na obra de Deus e aprovaram as palavras de Deus. Uma vez que aprovem as palavras e a obra de Deus, as pessoas se negam incessantemente, negam as próprias noções, negam o próprio conhecimento, negam as suas imaginações próprias e, ao mesmo tempo, também buscam incessantemente o que a verdade é e qual é a vontade de Deus. O conhecimento das pessoas sobre Deus é bastante superficial durante esse período de desenvolvimento — elas são até incapazes de elaborar claramente sobre esse conhecimento em palavras e nem conseguem expressá-lo em termos de detalhes específicos — e só têm um entendimento baseado na percepção; no entanto, quando justapostas aos três estágios anteriores, as vidas imaturas das pessoas desse período já receberam a rega e o suprimento das palavras de Deus e, assim, já começaram a brotar. A vida delas é como uma semente enterrada no solo; depois de obter umidade e nutrientes, ela romperá o solo e a sua germinação representará o nascimento de uma nova vida. Esse nascimento permite que se vislumbrem os sinais de vida. Quando têm vida, as pessoas crescem. Então, com base nesses fundamentos — gradualmente abrindo seu caminho para a trilha certa da crença em Deus, abandonando suas noções próprias, obtendo a orientação de Deus —, a vida das pessoas inevitavelmente crescerá pouco a pouco. Com base em que esse crescimento é medido? É medido de acordo com a experiência da pessoa com as palavras de Deus e com o seu verdadeiro entendimento do caráter justo de Deus. Embora achem muito difícil usar as próprias palavras para descrever precisamente seu conhecimento de Deus e Sua substância durante esse período de crescimento, esse grupo de pessoas não está mais subjetivamente disposto a buscar prazer por meio do desfrute da graça de Deus, nem a crer em Deus a fim de buscar o próprio propósito de obter a Sua graça. Em vez disso, elas estão dispostas a buscar uma vida vivida pela palavra de Deus e a se tornar os objetos da salvação de Deus. Ademais, elas estão confiantes e prontas para aceitar o julgamento e o castigo de Deus. Essa é a marca de uma pessoa no estágio de crescimento.

Embora as pessoas nesse estágio tenham algum conhecimento do caráter justo de Deus, esse conhecimento é muito nebuloso e indistinto. Embora não possam elaborar sobre essas coisas claramente, elas sentem que já ganharam algo internamente, pois obtiveram alguma medida de conhecimento e entendimento do caráter justo de Deus por meio do castigo e do julgamento de Deus. Entretanto, tudo é bastante superficial e ainda está num estágio elementar. Esse grupo de pessoas tem um ponto de vista específico com o qual tratam a graça de Deus, que é expresso nas mudanças para os objetivos que elas buscam e na maneira pela qual os buscam. Elas já viram, nas palavras e na obra de Deus, em todos os Seus tipos de exigências ao homem e em Suas revelações do homem, que se ainda não buscam a verdade, se ainda não procuram entrar na realidade, se ainda não procuram satisfazer e conhecer a Deus ao experimentar as Suas palavras, então elas perderão o sentido de crer em Deus. Elas veem que, não importa o quanto desfrutem da graça de Deus, não podem mudar o seu caráter, satisfazer a Deus nem conhecer a Deus, e que se as pessoas viverem continuamente sob a graça de Deus então elas nunca atingirão o crescimento, obterão vida ou serão capazes de receber salvação. Em resumo, se uma pessoa não puder experimentar verdadeiramente as palavras de Deus e for incapaz de conhecer a Deus por meio de Suas palavras, então ela permanecerá eternamente no estágio de uma criança e nunca dará um único passo adiante no crescimento de sua vida. Se você existir para sempre no estágio de uma criança, se nunca entrar na realidade da palavra de Deus, se nunca tiver a palavra de Deus como sua vida, se nunca possuir crença e conhecimento verdadeiros de Deus, então há alguma possibilidade de você ser completado por Deus? Então, qualquer um que entre na realidade da palavra de Deus, qualquer um que aceite a palavra de Deus como sua vida, qualquer um que comece a aceitar o castigo e o julgamento de Deus, qualquer um cujo caráter corrupto comece a mudar e qualquer um que tenha um coração que anseie pela verdade, que tenha um desejo de conhecer a Deus e um desejo de aceitar a salvação de Deus, essas são as pessoas que verdadeiramente possuem vida. Esse é verdadeiramente o quarto tipo de pessoa, aquele da criança em amadurecimento, a pessoa no estágio da infância.

Tipo cinco: o estágio da maturidade da vida, ou o estágio adulto

Depois de experimentar e cambalear pelo estágio da infância, um estágio de crescimento repleto de altos e baixos repetidos, a vida das pessoas se torna estabilizada, seu ritmo adiante não para mais e ninguém é capaz de obstruí-las. Embora a senda à frente ainda seja acidentada e irregular, elas não são mais fracas nem medrosas; não se atrapalham mais nem perdem o rumo. Suas bases estão profundamente enraizadas na experiência real da palavra de Deus e o coração delas foi atraído pela dignidade e pela grandeza de Deus. Elas almejam seguir as pegadas de Deus, conhecer a substância de Deus, conhecer tudo sobre Deus.

As pessoas nesse estágio já sabem claramente em quem creem, sabem claramente por que devem crer em Deus e o sentido da própria vida e sabem claramente que tudo que Deus expressa é a verdade. Em seus muitos anos de experiência, elas percebem que, sem o julgamento e o castigo de Deus, uma pessoa nunca será capaz de satisfazer ou conhecer a Deus e nunca será verdadeiramente capaz de chegar diante de Deus. Dentro do coração dessas pessoas há um forte desejo de serem provadas por Deus, de modo que possam ver o caráter justo de Deus ao serem provadas, e de alcançarem um amor mais puro e, ao mesmo tempo, serem capazes de entender e conhecer a Deus mais verdadeiramente. As pessoas desse estágio já se despediram completamente do estágio infantil e do estágio de desfrutar da graça de Deus e de comer à saciedade do pão. Elas não colocam mais esperanças extravagantes em fazer Deus tolerá-las e lhes mostrar misericórdia; em vez disso, elas confiam em receber e esperam pelo castigo e julgamento incessantes de Deus, de modo a se separarem de seu caráter corrupto e satisfazerem a Deus. Seu conhecimento de Deus e suas buscas, ou os objetivos finais de suas buscas, estão todos muito claros em seu coração. Portanto, as pessoas no estágio adulto já se despediram completamente do estágio da fé vaga, do estágio em que elas contam com a graça para a salvação, do estágio da vida imatura que não pode suportar provações, do estágio da imprecisão, do estágio da atrapalhação, do estágio de muitas vezes não ter senda a trilhar, do período instável de se alternar entre calor e frio súbitos e do estágio em que se segue a Deus com os olhos cobertos. Pessoas desse tipo frequentemente recebem esclarecimento e iluminação de Deus e frequentemente se envolvem em verdadeira associação e comunicação com Deus. Pode-se dizer que as pessoas que vivem nesse estágio já compreenderam parte da vontade de Deus, que são capazes de encontrar os princípios da verdade em tudo o que fazem e que sabem como satisfazer o desejo de Deus. Além disso, elas também encontraram a senda para conhecer a Deus e começaram a testemunhar de seu conhecimento de Deus. Durante o processo de crescimento gradual, elas ganham um entendimento e um conhecimento graduais da vontade de Deus: da vontade de Deus em criar a humanidade e da vontade de Deus em gerenciar a humanidade. Elas gradualmente também ganham entendimento e conhecimento do caráter justo de Deus em termos de substância. Nenhuma noção ou imaginação humana pode substituir esse conhecimento. Embora não se possa dizer que no quinto estágio a vida de uma pessoa esteja completamente madura ou que essa pessoa seja justa ou completa, esse tipo de pessoa, todavia, já deu um passo em direção ao estágio da maturidade na vida e já é capaz de chegar diante de Deus, de ficar face a face com a palavra de Deus e com Deus. Porque esse tipo de pessoa experimentou tanto da palavra de Deus, experimentou inúmeras provações e experimentou inúmeras ocorrências de disciplina, julgamento e castigo de Deus, sua submissão a Deus não é relativa, mas absoluta. Seu conhecimento de Deus se transformou de subconsciente em conhecimento claro e preciso, de superficial em profundo, de desfocado e impreciso em meticuloso e tangível. Ela passou de atrapalhação difícil e busca passiva a conhecimento fácil e testemunho proativo. Pode-se dizer que as pessoas desse estágio possuem a verdade-realidade da palavra de Deus, que elas entraram numa senda para a perfeição como a que Pedro trilhou. Esse é o quinto tipo de pessoa, aquele que vive em um estado de maturidade — o estágio adulto.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

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