O que me impediu de praticar a verdade

16 de Dezembro de 2022

Por Si Ai, Itália

Eu trabalho com vários outros na igreja fazendo design gráfico. Um dia, a líder me disse que duas irmãs tinham mencionado problemas com Óliver, dizendo que ele queria que as coisas fossem feitas do jeito dele e que isso estava afetando o ritmo do trabalho. A líder perguntou se eu tinha visto esses problemas ao trabalhar com ele. Lembrei-me de como, quando eu trabalhava com Óliver, eu pude ver que ele se agarrava às suas opiniões. Quando todos tinham discutido e tomado uma decisão sobre uma ideia de acordo com os princípios, ele sempre tinha uma opinião diferente, mas nunca conseguia explicar sua ideia claramente. Todos precisavam acompanhar seu raciocínio, e isso gastava muito tempo. Também havia alguns problemas menores, com as imagens, que podiam ser corrigidos mais tarde e que não precisavam ser discutidos com todos, mas ele insistia que nós os resolvêssemos antes de prosseguir. Ele atrasava as coisas até que todos chegassem a um consenso, o que diminuía o ritmo do progresso. Assim, contei à líder os problemas que eu tinha visto. A líder me repreendeu quando viu que eu tinha tido conhecimento desses problemas e disse: “Você sabia que Óliver fazia as coisas do jeito dele e atrasava o trabalho; por que você não o restringiu, em vez de apaziguá-lo e cooperar com ele? Isso não é atrasar o trabalho?”. As palavras da líder me deixaram mal.

Lembrei-me de quando eu discuti o conceito de imagens com Óliver. Vi que ele se agarrava às suas opiniões e isso me preocupou. Eu quis apontar seu problema, mas então me lembrei de como eu, para começar, era uma pessoa arrogante. A líder também já tinha lidado comigo, instruindo-me a renunciar a mim mesma e a cooperar com os outros, porque eu era arrogante e hipócrita, agarrava-me às minhas opiniões e discutia com meus parceiros, atrasando o trabalho. Se eu apontasse os problemas de Óliver na frente de todos ou desafiasse suas opiniões, as pessoas poderiam pensar que eu ainda era arrogante demais e carecia de senso, que eu era incapaz de aceitar as sugestões dos outros e de cooperar com eles. Assim, por mais que as coisas fossem atrasadas, eu ouvia com paciência o que Óliver dizia. Às vezes, quando considerávamos as sugestões de Óliver de acordo com os princípios, achávamos que não eram praticáveis. Apontávamos o problema para ele, mas ele não aceitava e insistia em suas opiniões. Se não fazíamos o que ele sugeria, ele ficava irritado e se calava, deixando todos constrangidos e parando o trabalho. Originalmente, eu quis contar à líder. Mas eu temia que, já que a líder tinha acabado de lidar com minha arrogância, se eu denunciasse os problemas de outra pessoa, a líder pudesse pensar que eu estava me concentrando nos problemas dos outros e criticando-os, que nada tinha mudado após lidar comigo. Nesse caso, por quanto tempo eu poderia cumprir meu dever? Diante disso, não relatei nem apontei o problema de Óliver. Como resultado, por não conseguirmos chegar a um acordo e sempre negociar e discutir sem fim, acabávamos gastando um dia com algo que poderia ser feito na metade do tempo, diminuindo assim o ritmo do trabalho. Quando pensei nisso, eu me senti culpada e culpei a mim mesma. Não é que eu não tinha percebido o problema de Óliver, mas eu me contive e nunca o apontei para ele. A essa altura, lembrei-me de uma passagem da palavra de Deus. “Quando a verdade se tornar vida em você, quando você observar alguém que blasfema contra Deus, que não tem temor de Deus e que é descuidado e superficial ao cumprir o seu dever, ou que interrompe e interfere no trabalho da igreja, você responderá de acordo com os princípios da verdade e será capaz de identificá-lo e expô-lo conforme necessário. Se a verdade não se tornar sua vida e você ainda viver em seu caráter satânico, quando descobrir pessoas perversas e diabos que causam interrupções e perturbações no trabalho da casa de Deus, você fará vista grossa e se fingirá de surdo; você as ignorará sem ser repreendido por sua consciência. Você até achará que qualquer um que cause perturbações no trabalho da igreja não tem nada a ver com você. Não importa quanto o trabalho da igreja e os interesses da casa de Deus sofram, você não se importa, não intervém nem se sente culpadoo que faz de você alguém que não tem consciência nem senso, um incrédulo, um servidor. Você come o que é de Deus, bebe o que é de Deus e desfruta tudo o que vem de Deus, mas acha que qualquer dano aos interesses da casa de Deus não está relacionado a vocêo que faz de você um traidor que morde a mão que o alimenta. Se você não protege os interesses da casa de Deus, você é mesmo humano? Isso é um demônio que se insinuou na igreja. Você finge acreditar em Deus, finge ser um escolhido e quer se aproveitar da casa de Deus. Você não vive a vida de um ser humano e é claramente um dos incrédulos. Se você for alguém que realmente acredita em Deus, mesmo que ainda tenha que ganhar a verdade e a vida, no mínimo, você falará e agirá ao lado de Deus; no mínimo, você não ficará parado ao ver que os interesses da casa de Deus estão sendo comprometidos. Quando tiver o desejo de fazer vista grossa, você se sentirá culpado e incomodado e dirá para si mesmo: ‘Eu não posso ficar sentado aqui e não fazer nada, devo me levantar e dizer algo, devo assumir a responsabilidade, devo revelar esse comportamento maligno, devo impedir isso, para que os interesses da casa de Deus não sejam prejudicados e a vida de igreja não seja perturbada’. Se a verdade se tornou sua vida, você não somente terá essa coragem e determinação e será capaz de entender completamente a questão, mas também cumprirá a responsabilidade que tem para com a obra de Deus e com os interesses de Sua casa, e assim seu dever será cumprido(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Só aqueles que realmente se submetem a Deus têm um coração que O teme”). As palavras de Deus me mostraram que aqueles que têm consciência e acreditam em Deus são de um só coração com Deus e ficam do lado Dele diante de problemas. Quando veem alguém interrompendo e perturbando o trabalho da igreja, eles se levantam, o expõem e o impedem. Protegem o trabalho da igreja. Mas eu? Eu vi claramente que Óliver se agarrava às suas opiniões e não aceitava as dos outros. Ele diminuiu o ritmo do trabalho repetidas vezes, mas para evitar que as pessoas dissessem que eu era arrogante e buscava briga, eu não só não o impedi nem resolvi, nem ofereci dicas e ajuda, eu só fiquei quieta, fazendo vista grossa só pensando em proteger meus interesses em vez de garantir a eficácia do nosso trabalho. Como resultado, o trabalho se atrasou. Por fora, eu cumpria meu dever todos os dias. Mas, na verdade, eu não estava assumindo um fardo no meu dever e não era leal a Deus. Os desastres estão aumentando, e muitas pessoas estão buscando e investigando o caminho verdadeiro. Se apressarmos nosso ritmo e fizermos mais fotos evangelísticas, podemos fazer a nossa parte para o trabalho evangelístico. Mas eu não estava obedecendo à vontade de Deus. Fiquei assistindo enquanto o ritmo do trabalho diminuía e não impedi nem resolvi isso de modo oportuno. Eu carecia de consciência e humanidade, como “um traidor que morde a mão que o alimenta”, exposto na palavra de Deus. Eu usava a igreja como vale refeição e era inútil em momentos críticos. Quando percebi isso, eu me enchi de remorso e orei a Deus: “Deus, negligenciei o trabalho da igreja para me proteger. Estou disposta a me arrepender diante de Ti, e, por favor, guia-me para ter consciência de mim mesma”.

Mais tarde, refleti sobre por que era tão difícil para mim praticar a verdade, e o que me impedia. Comi e bebi duas passagens das palavras de Deus que se aplicavam ao meu estado. “Algumas pessoas seguem a própria vontade quando agem. Elas violam os princípios e, depois que são podadas e tratadas, admitem em mera palavra que são arrogantes, e que cometeram um erro apenas por não terem a verdade. Contudo, em seu coração, ainda se queixam: ‘Ninguém mais se arriscasó eu, e, no fim, quando algo dá errado, eles empurram a responsabilidade para mim. Isso não é burrice minha? Da próxima vez, não posso mais fazer essa mesma coisa de me arriscar desse jeito. Prego que se destaca acaba martelado!’. O que vocês acham dessa atitude? É uma atitude de arrependimento? (Não.) Que atitude é essa? Elas não se tornaram escorregadias e enganosas? Em seu coração, elas pensam: ‘Sorte a minha que, desta vez, não acabou em desastre. Gato escaldado tem medo de água fria, por assim dizer. Tenho que ter mais cuidado, daqui para a frente’. Elas não buscam a verdade e usam sua mesquinhez e seus esquemas astutos para cuidar e tratar da questão. Elas podem ganhar a verdade dessa maneira? Não podem, porque elas não se arrependeram(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Somente buscando a verdade pode-se resolver as noções e os equívocos sobre Deus”). “Que caráter é esse quando as pessoas não assumem responsabilidade pelo seu dever, cumprem-no de maneira descuidada e superficial, agem como bajuladores e não defendem os interesses da casa de Deus? Isso é astúcia; é o caráter de Satanás. O item mais marcante nas filosofias de vida do homem é a astúcia. As pessoas pensam que, se não forem astutas, serão suscetíveis a ofender os outros e incapazes de se proteger; elas pensam que devem ser astutas o suficiente para não machucar nem ofender ninguém, mantendo-se assim seguras, protegendo seu sustento e ganhando uma posição firme entre as multidões. Todos os incrédulos vivem segundo a filosofia de Satanás. Todos eles são bajuladores e não ofendem ninguém. Você veio para a casa de Deus, leu a palavra de Deus e ouviu sermões da casa de Deus. Por que, então, você é sempre um bajulador? Os bajuladores só protegem os próprios interesses, e não os interesses da igreja. Quando veem alguém cometendo o mal e prejudicando os interesses da igreja, eles ignoram. Gostam de ser bajuladores e não ofendem ninguém. Isso é uma irresponsabilidade, e esse tipo de pessoa é astuto e inconfiável demais(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Parte 3”). As palavras de Deus pesaram no meu coração, e finalmente vi que a raiz de não ser capaz de praticar a verdade ou de defender os princípios era que minha natureza era enganosa demais. Desde que a líder tinha lidado com minha arrogância, eu nunca tinha refletido sobre mim mesma nem buscado uma senda para corrigir meu caráter arrogante. Em vez disso, eu tramava e usava tolerância e deferência superficiais para me proteger, levando os outros a pensar que eu era modesta e que meu caráter arrogante tinha mudado. Desse jeito, a líder não lidaria comigo de novo nem me dispensaria. Vi que viver segundo ideias satânicas como “o prego que se destaca é martelado”, “o silêncio é de ouro, a palavra é de prata, e quem fala muito erra muito” e “procure evitar erros, não busque grandes méritos” levaram-me a ser muito egoísta, baixa, astuta e enganosa. Vi que o problema de Óliver já tinha impactado o nosso trabalho. Eu deveria ter me levantado, e exposto e impedido isso. Em vez disso, agi como uma bajuladora para evitar conflitos. Quando confrontada com problemas ou discórdia, eu só dizia o mínimo. Eu nunca discutia com as pessoas e não defendia os princípios. Eu protegia bem os meus interesses, mas permitia que o trabalho da igreja fosse prejudicado. Eu era tão falsa e enganosa. Eu provoquei o nojo e o ódio de Deus. Especialmente quando li que Deus diz: “Elas não buscam a verdade e usam sua mesquinhez e seus esquemas astutos para cuidar e tratar da questão. Elas podem ganhar a verdade dessa maneira? Não podem, porque elas não se arrependeram”. Eu me arrependi ainda mais. Antes, eu cumpria meu dever com um caráter arrogante. Eu sempre defendia minhas opiniões e não ouvia as sugestões dos outros. Isso não só constrangia os outros, também afetava o trabalho da igreja. A líder lidou comigo para que eu refletisse sobre mim mesma e tivesse autoconsciência, para que eu mudasse minha conduta a tempo e cumprisse bem o meu dever. Mas eu não me arrependia. Em vez disso, eu me protegia de Deus e dos outros. Eu não só não cumpria bem o meu dever, como nem me importava quando o trabalho da igreja era perturbado. Pude ver que eu não era alguém que aceitava a verdade. Se isso continuasse, meu caráter corrupto pioraria e eu acabaria sendo revelada e expulsa! Diante disso, eu me assustei e orei a Deus rapidamente: “Deus, não estou mais disposta a proteger meus interesses por meio dessas filosofias mundanas. Quero buscar a verdade e corrigir meu caráter corrupto. Peço que Tu me ajudes a encontrar uma senda de prática”.

Depois disso, li uma passagem das palavras de Deus. “Se você deseja evitar discussões, fazer concessões é o único jeito? Em quais situações você pode fazer concessões? Se tem a ver com questões insignificantes, tais como seus interesses pessoais ou sua reputação, não há necessidade de discutir. Você pode escolher ser tolerante ou fazer concessões. Mas em questões que podem afetar o trabalho da igreja e prejudicar os interesses da casa de Deus, você deve aderir aos princípios. Se você não observa esse princípio, você não está sendo leal a Deus. Se você escolhe fazer concessões e abandonar os princípios a fim de salvar sua honra ou preservar seus relacionamentos interpessoais, você não está sendo baixo e egoísta? Não é um sinal de ser irresponsável e desleal em seu dever? (É, sim.) Assim, se vier um tempo durante o cumprimento do seu dever em que todos estejam em desacordo, como você deveria praticar? Discutir com todas as suas forças resolverá o problema?(Não.) Como, então, você deveria resolver o problema? Nessa situação, uma pessoa que entende a verdade deveria se manifestar para resolver o problema, primeiro colocando na mesa o problema e permitindo que ambos os lados expressem sua opinião. Então, todos devem buscar a verdade juntos e, depois de orar a Deus, as palavras relevantes de Deus e a verdade devem ser apresentadas para que sejam comungadas. Depois de comungarem os princípios da verdade e ganharem clareza, ambos os lados serão capazes de se submeter. […] Se uma pessoa entrar em conflito e debater com os outros a fim de proteger os interesses da casa de Deus e a eficiência do trabalho da igreja, e sua atitude for um pouco inflexível, vocês diriam que isso é um problema? (Não.) Porque a intenção dela é correta; é proteger os interesses da casa de Deus. Essa é uma pessoa que está do lado de Deus e adere aos princípios, uma pessoa na qual Deus se deleita. Ter uma atitude forte e resoluta ao proteger os interesses da casa de Deus é um sinal de uma postura firme e de aderir aos princípios, e Deus aprova isso. As pessoas podem achar que há um problema com essa atitude, mas não é um problema grande; não tem a ver com a manifestação de um caráter corrupto. Lembrem-se: aderir aos princípios é o mais importante(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Somente na prática da verdade há entrada na vida”). Depois de ler as palavras de Deus, eu entendi. Não importa quando, a capacidade de renunciar a ganho pessoal, de defender os princípios da verdade e de proteger o trabalho da igreja é a coisa mais importante. Mesmo que você entre em conflito com outras pessoas por causa disso ou fale duramente, nada disso é um problema sério. O que Deus vê é nossa atitude em relação à verdade. Ele vê se conseguimos defender os princípios da verdade e se praticamos a verdade. Antes, eu sempre achava que, se defender os princípios causa conflitos, eu devia estar manifestando um caráter corrupto e não estar cooperando em harmonia. Assim, a fim de evitar que os outros dissessem que eu era arrogante, eu cedia em tudo e não fazia nada para defender os princípios. Agora, entendi finalmente que a melhor senda de prática para evitar discussões e conflito é praticar de acordo com os princípios, permitir que cada pessoa expresse sua opinião, e então buscar juntos a verdade. Se, depois de buscar, você tem certeza de que suas ações estão alinhadas com os princípios da verdade, você deveria defendê-las. Isso é correto. Se sua opinião está obviamente errada, mas você insiste em defendê-la e em fazer com que as pessoas ouçam você e a aceitem, isso é uma manifestação de arrogância e hipocrisia. A essa altura, você deve aprender a renunciar a si mesma e trabalhar com os outros em harmonia. Mais tarde, quando trabalhei com Óliver, tentei praticar as palavras de Deus.

Um dia, eu estava escolhendo imagens e discutindo ideias com Eliana e Óliver. Óliver expressou uma ideia. Achamos que a mensagem que seu conceito geral transmitia não se encaixava bem no tema, mas não tínhamos certeza. No início, eu quis cooperar e ceder. Pensei: “Vamos tentar sua ideia primeiro e ver, para que ninguém diga que sou arrogante, hipócrita, e que eu me agarro às minhas opiniões”. Mas então me lembrei de alguns princípios e exigências para o design e achei que o conceito de Óliver apresentava problemas. Se adotássemos o design de acordo com o conceito dele e depois tivéssemos que refazê-lo, isso não seria um desperdício de tempo e atrasaria nosso trabalho? Àquela altura, percebi que eu devia defender os princípios, então expliquei os problemas que o conceito de Óliver apresentava e o lembrei de seguir o conceito original, em vez de se agarrar às suas opiniões. Eliana concordou, e Óliver não disse mais nada. Mas situações desse tipo se repetiram muitas vezes ao longo do dia. Sempre que nossas opiniões divergiam, Óliver defendia o próprio ponto, atrasando o nosso trabalho. Além disso, já que não seguimos as sugestões dele, ele se irritou de novo e mal abriu a boca. Percebi que, se isso continuasse, isso atrasaria nosso trabalho, por isso contei à líder o que estava acontecendo. A líder quis procurar Óliver conosco para expor o problema dele, comungar a verdade e ajudá-lo. Eu sabia que essa era a minha chance de praticar a verdade, por isso li duas passagens das palavras de Deus antes de conversar com Óliver. “Todo o trabalho da igreja está diretamente conectado com o trabalho de disseminar o evangelho do reino de Deus. Em particular, o trabalho de espalhar o evangelho e cada item de trabalho que envolve conhecimento profissional têm uma conexão importante e inseparável com o trabalho de disseminar o evangelho. Portanto, o que diz respeito ao trabalho de disseminar o evangelho pertence aos interesses de Deus e aos interesses da casa de Deus. Se as pessoas puderem entender corretamente o trabalho de disseminar o evangelho, elas deveriam ter a abordagem correta em relação ao dever que cumprem e em relação ao dever dos outros. E qual é essa abordagem correta? Significa tentar ao máximo fazer o que Deus exige. No mínimo, seu comportamento e suas ações deveriam não ser deliberadamente prejudiciais nem indiscretos. Elas não deveriam transgredir conscientemente. Se elas sabem que estão interrompendo e perturbando o trabalho da igreja, mas insistem em fazer isso, a despeito de quem as urge a não fazer isso, isso é cometer o mal e pedir a morte; é o diabo erguendo a cabeça. Faça com que os irmãos e irmãs discirnam isso rapidamente, depois remova a pessoa maligna da igreja. Se o malfeitor estava momentaneamente confuso e não estava cometendo o mal deliberadamente, como, então, o problema deve ser tratado? Não deveríamos instruí-lo e ajudá-lo? Se ele for instruído, mas ainda assim não ouvir, o que deverá ser feito? Os irmãos e irmãs se levantam juntos e o repreendem(A Palavra, vol. 4: Expondo os anticristos, “Item Nove: Eles só cumprem seu dever para se distinguir e alimentar seus próprios interesses e ambições; eles nunca levam em consideração os interesses da casa de Deus e até traem esses interesses em troca de glória pessoal (parte 1)”). “Vocês devem se concentrar na verdadesomente então poderão entrar na vida, e somente quando tiverem entrado na vida vocês poderão prover para os outros e guiá-los. Se for descoberto que as ações de outros são contrárias à verdade, devemos ajudá-los com amor a buscar a verdade. Se outros forem capazes de praticar a verdade e houver princípios na maneira com que fazem as coisas, devemos tentar aprender com eles e imitá-los. Isso que é amor mútuo(A Palavra, vol. 3: As declarações de Cristo dos últimos dias, “Só quem cumpre seu dever com todo o coração, mente e alma é amado por Deus”). A palavra de Deus é clara. Quando percebemos os problemas dos outros, devemos comungar logo e expô-los e repreendê-los se necessário. Tudo isso é para proteger o trabalho da igreja e também ajuda as pessoas a ver seus problemas, a resolvê-los e a cumprir bem o seu dever. Óliver tinha talento para desenhar, mas seu caráter corrupto o levava a fazer coisas que interrompiam e perturbavam o nosso trabalho. Se ele fosse capaz de ter consciência de si mesmo, de buscar a verdade e mudar seu caráter corrupto, de cooperar com todos em harmonia e aproveitar seus pontos fortes, isso beneficiaria o trabalho da igreja e a entrada dele na vida. Assim, encontrei várias passagens das palavras de Deus que tratavam dos problemas de Óliver, incluí minhas experiências pessoais e comunguei com Óliver. Depois de ouvir, Óliver ganhou alguma consciência de seu caráter corrupto e até disse que às vezes ele estava ciente de que estava errado, mas não conseguia renunciar a si mesmo. Agora que eu tinha apontado isso, ele se sentia mal a respeito e estava disposto a buscar a verdade e confiar em Deus para mudar seu caráter corrupto. Quando ouvi isso, fiquei feliz por Óliver. Mas, ao mesmo tempo, eu me arrependi por ter vivido de acordo com filosofias mundanas e não ter falado com ele antes. Eu tinha prejudicado o irmão Zhang e o trabalho da igreja.

Depois disso, ao longo do meu dever, quando via alguém fazendo algo que violava os princípios da verdade e atrasava o trabalho, eu conscientemente praticava a verdade e apontava os problemas que via para cumprir a minha responsabilidade. Praticar desse jeito me deixou em paz e aliviada. Graças a Deus!

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