Como buscar a verdade (33)

Hoje, ponderaremos primeiro uma pergunta. Deus escrutina o íntimo do coração do homem — isso é um fato? (É, sim.) Já que Deus escrutina o íntimo do coração do homem, por que Ele ainda testa o homem? Vocês já ponderaram essa pergunta? (Não.) Vocês não a ponderaram, então, agora que essa pergunta foi levantada, o que vocês acham? Vocês têm algum entendimento desse assunto? (Embora Deus escrutine o íntimo do coração do homem, ainda temos de dar testemunho para Deus diante de Satanás, para que Satanás possa ver nosso coração verdadeiro em relação a Deus e nossa lealdade a Ele. Assim, esse teste também nos dá uma oportunidade de dar testemunho diante de Satanás.) Esse é um aspecto que comunicamos da última vez. Além disso, em que mais vocês conseguem pensar? (Também pensei em um ponto: embora Deus escrutine o íntimo do coração do homem, Ele também estabelece ambientes para testar o homem, permitindo-lhe realmente experienciar as coisas e, dentro desses ambientes, batalhar constantemente contra seus próprios caracteres corruptos e rebelar-se constantemente contra sua carne, para que ele possa praticar a verdade e as palavras de Deus. Esse é um processo prático pelo qual um ser criado ganha a verdade.) Quem mais tem algum entendimento? Vocês não costumam ser tão bons em falar? Por que, então, vocês não têm nenhum entendimento quando se deparam com uma questão concreta? Vocês sabem o que a pergunta que acabei de mencionar envolve? Ela envolve a maneira de Deus operar e envolve também passar a conhecer as intenções de Deus. Então, que entendimento vocês podem ganhar com isso? Se vocês não têm entendimento de um assunto tão importante, isso prova que vocês não ponderam essas questões concretas, muito menos entendem a verdade nem entram na realidade. Portanto, quando se deparam com tais questões, vocês não têm experiência delas em primeira mão e, consequentemente, não podem falar de nenhum entendimento. Quem mais gostaria de falar sobre seu entendimento dessa questão? Já que Deus escrutina o íntimo do coração do homem e sabe que as pessoas estão dispostas a praticar a verdade, a desempenhar seus deveres devotadamente e a se submeter a Deus, isso não basta? Por que Deus ainda testa o homem? Que efeito Ele pretende alcançar no fim ao fazer isso? (Acho que Deus estabelece ambientes para fazer o homem passar por provações e refinamento a fim de tomar a verdade, operá-la nele e fazer da verdade a sua vida; é um processo relativamente prático.) Isso está correto? (Sim. Eu acrescentaria mais um ponto: acho que Deus testar o trabalho do homem serve, por um lado, para tomar a verdade e operá-la nele, levando-o a experienciar provações e refinamento, e, por outro, para cumprir a vontade de Deus no homem.) Vocês dizem que Deus testa o homem a fim de permitir que ele cumpra a vontade de Deus, mas o homem pode cumprir a vontade de Deus? (Não, não pode.) Vocês ouvem sermões há tantos anos, mas não têm entendimento da maioria das coisas, especialmente quando se trata de questões reais em seu dia a dia. Não importa o que aconteça, a maioria das pessoas só sabe proferir retórica pomposa e falar sobre doutrinas e teorias vazias. Algumas pessoas até dizem coisas que de forma alguma vêm ao caso, que não têm relação alguma com a verdade, com a realidade — não estão nem mesmo remotamente conectadas. Embora algumas pessoas também não tenham ponderado essas perguntas, ainda assim elas têm algum entendimento de certas questões reais, certo? A julgar por suas respostas, no dia a dia de sua vida real, vocês não tiveram nenhuma entrada na maioria das verdades relativas à prática e, portanto, não têm experiência delas. Não importa com qual questão real se deparem, vocês não têm entendimento que mereça ser mencionado e só sabem falar sobre doutrinas; sempre que algo acontece, vocês respondem com doutrinas. Portanto, em qualquer trabalho ou em qualquer área de dever, o que vocês conseguem fazer é muito limitado, e até as coisas limitadas que conseguem fazer não estão alinhadas com as verdades princípios. As verdades princípios estão fora do alcance da compreensão da maioria das pessoas, a maioria das pessoas tampouco consegue entendê-las e, mais ainda, elas são incapazes de desempenhar seus deveres de acordo com os princípios. Com relação à pergunta que acabamos de levantar, “Deus escrutina o íntimo do coração do homem, por que, então, Ele ainda testa o homem?”, a maioria de vocês não tinha entendimento, mas, uma vez que alguns indivíduos expressaram algum entendimento, a maioria de vocês ainda pôde receber confirmação no coração e determinar quem havia falado com mais precisão e de forma comparativamente alinhada com os fatos. Como, exatamente, essa pergunta deveria ser entendida? Precisamos comunicar isso.

Escrutinar o íntimo do coração do homem é uma habilidade que o Próprio Deus possui. Deus tem um entendimento penetrante da humanidade, dos seres criados; isso é totalmente correto; esse fato não pode ser negado. Quer você tenha experienciado isso ou não, quer tenha ganhado qualquer apreciação disso ou não e quer você já tenha percebido isso ou não, de qualquer forma, é um fato que Deus escrutina o íntimo do coração do homem. Já que Deus escrutina o íntimo do coração do homem, Ele naturalmente tem um entendimento especialmente profundo do homem. Como são o calibre e os instintos do homem, quão grande é sua estatura, o que ele pode e o que não pode fazer e quais caracteres corruptos ele tem — Deus conhece todas essas coisas como a palma de Sua mão; Deus tem clareza perfeita sobre elas! Por que, então, Deus ainda testa o homem constantemente? Qual é o propósito desse teste? Deus precisa que o homem Lhe dê uma resposta por meio de seu próprio comportamento e de suas manifestações. Deus quer ver a determinação do homem, seus desejos, suas orações ou os juramentos que ele faz diante de Deus receberem confirmação. Aos olhos de Deus, esse é um processo essencial; diz respeito a como Deus salva o homem e como Ele toma Suas palavras e a verdade e as opera no homem. Da última vez, também comunicamos parte do motivo pelo qual Deus testa o homem, mencionamos que Ele testa o homem porque precisa que o homem dê testemunho para Ele. Mas essa é uma parte muito pequena do motivo. O motivo principal é que, ao testar o homem, Deus pretende que ele tome as Suas palavras, tome a verdade, as coloque em prática e as transforme em sua própria realidade. O objetivo não é que o homem simplesmente termine de ler as palavras de Deus com nada mais do que uma impressão ou algumas ideias, intenções ou determinação. Ao contrário, é que o homem, depois de ler as palavras de Deus, as pondere e as comunique e, assim, passe a entender a verdade e seja capaz de colocar a verdade em prática para que ela se torne sua vida realidade. Por que, então, Deus quer a prática do homem? Essa prática é crucial para que o homem alcance a salvação. Esse é um processo necessário por meio do qual Deus toma a verdade e a opera no homem. Ao praticar a verdade, por um lado, o homem é capaz de se livrar de seus caracteres corruptos; por outro, ele experiencia verdadeiramente aquilo de que as palavras de Deus falam, experiencia verdadeiramente quais são os padrões exigidos por Deus e quais são Suas intenções e experiencia verdadeiramente também o processo de se livrar de seus caracteres corruptos e de se submeter a Deus. Por meio desse processo, as palavras de Deus e a verdade são operadas no homem. É claro que esse não é um resultado que pode ser alcançado praticando a verdade uma ou duas vezes; ao contrário, o homem deve praticar e entrar em cada aspecto da verdade em longo prazo. Nesse processo de longo prazo, à medida que o homem experiencia e passa continuamente pelas coisas, seus caracteres corruptos são resolvidos aos poucos em várias medidas. A resolução dos caracteres corruptos do homem ainda não é o resultado final que Deus pretende alcançar ao testá-lo. Qual é o resultado final? O que Deus pretende realizar no homem é, ao fazer com que a verdade surta efeito dentro dele, livrá-lo de seus caracteres corruptos e, então, tomar a verdade e fazer dela a vida dele; esse é o resultado final. Quando a verdade se torna a vida do homem, seus caracteres corruptos são resolvidos na raiz. A resolução dos caracteres corruptos do homem na raiz é o resultado final que o homem alcança ao trilhar a senda da salvação. Esse é o principal motivo pelo qual Deus testa o homem. Portanto, os dois pontos dos quais algumas pessoas falam quando dizem: “Deus testa o homem, por um lado, porque precisa que o homem dê testemunho e, por outro, para fazer com que o homem siga a vontade de Deus”, na verdade, não são muito importantes em comparação com o plano de gerenciamento de Deus e Seu objetivo de completar o homem e de capacitá-lo a alcançar a salvação. O que importa é que Deus pretende, durante o processo de testar o homem, tomar Suas palavras e a verdade e operá-las no homem. O resultado final é permitir que as palavras de Deus e a verdade se tornem a vida do homem para substituir sua velha vida — seus caracteres corruptos. O homem não seria, então, ganho por Deus? (Seria.) O fato de o homem ser ganho por Deus no fim é o resultado que Deus pretende alcançar ao testá-lo. Esse teste assume muitas formas. Às vezes, Deus usa um ambiente para fazê-lo passar por provações e refinamento; às vezes, Ele usa um ambiente para o castigar e julgar; e, outras vezes, Ele usa um ambiente para o despertar e alertar. Às vezes, Ele usa outras pessoas para o lembrar, alertar e podar; e, às vezes, Ele usa Suas palavras para o repreender, castigar e disciplinar explicitamente ou até usa Suas palavras para julgá-lo explicitamente e expor sua rebeldia. Todas essas são maneiras pelas quais Deus testa o homem; as maneiras de Deus testar o homem são muitas e variadas. Quais são, então, as condições sob as quais Ele testa o homem? Que condições você deve cumprir para que Deus o teste? Você deve ter entrada na vida. Deus o escrutina; Ele sabe o que você está pensando no coração e sabe que tipo de natureza essência você tem. No entanto, se você não tem entrada na vida — em outras palavras, se você não costuma buscar a verdade nem as verdades princípios em nada — mesmo que Deus o esclareça e o oriente a fim de ajudá-lo a entender um aspecto da verdade, você permanece indiferente, não se comove por dentro, nem no coração, nem na consciência subjetiva você não tem nenhuma intenção de praticar de acordo com as verdades princípios. Nesse caso, as várias maneiras de Deus testar o homem raramente acontecerão com você. O que isso indica? Indica que você ainda está no estágio de labuta e ainda não entrou na senda da salvação. Isso é sinal de quê? De que você ainda está labutando! O que significa labutar? Significa que, quando você desempenha aquele pouco de seu dever e realiza aquelas tarefas, isso é meramente fazer um esforço e não tem nada a ver com as verdades princípios. Já que você está meramente fazendo esforço, não há conversa sobre princípios de prática, nem sobre buscar as verdades princípios. Basta você conseguir fazer esforço, não causar interrupções, não causar perturbações, não interromper a ordem intencionalmente, não sabotar nada nem danificar nenhum tipo de equipamento intencionalmente. As exigências feitas a você não são altas; basta você conseguir fazer esforço, não causar perturbações e, por fora, parecer razoavelmente bem-comportado. Esse é o padrão que se exige de você. Por que se exige tal padrão de você? Porque você não busca a verdade, não costuma ter entrada na vida e não busca a verdade em nada. Algumas pessoas dizem: “Embora não busquemos a verdade quando as coisas acontecem, não violamos nenhum princípio. Fazemos tudo o que a casa de Deus pede que façamos, temos sido obedientes e concluímos nossas tarefas. Também não causamos interrupções nem perturbações deliberadamente, como, então, podes dizer que estamos labutando?”. Dizer que essas pessoas estão labutando é injusto com elas? (Não, não é.) As pessoas sabem doutrinariamente que não é, mas algumas ainda assim não se convencem no coração. Por que se diz que essas pessoas estão labutando? (O principal propósito de Deus ao encarnar e expressar a verdade nos últimos dias é permitir que aceitemos, pratiquemos e ganhemos a verdade como nossa vida. Se desempenhamos nossos deveres sem princípios, desempenhá-los não tem nada a ver com a verdade e só pode ser chamado de labuta.) Quando ouvem essas palavras, algumas pessoas não conseguem aceitá-las e dizem: “Cremos em Deus há tantos anos e pagamos um preço tão alto ao desempenhar nossos deveres, como ainda podemos estar labutando? Não estamos convencidos disso! Deus não escrutina o íntimo do coração do homem? No entanto, Deus não sabe como é nosso coração em relação a Ele e Ele não nos entende! Se Deus não nos entende, como se pode dizer que Deus escrutina o íntimo do coração do homem? Se Deus não entende o homem, Ele pode facilmente ser injusto com o homem”. Tal pessoa acredita que Deus foi injusto com ela; é certo ela pensar dessa maneira? (Não, não é.) Ela reconhece que Deus escrutina o íntimo do coração do homem, mas também diz que Deus foi injusto com ela. Ela reconhece verdadeiramente que Deus escrutina o íntimo do coração do homem? (Não, não reconhece. Se ela acredita que Deus foi injusto com ela, então, mesmo que diga: “Deus escrutina o íntimo do coração do homem”, esse não é um entendimento genuíno.) Deus escrutina o íntimo do coração do homem, então Ele entende os vários estados e essências das pessoas? (Sim, entende.) Já que Ele entende, Sua caracterização de que muitas pessoas que creem em Deus há anos ainda labutam — de que não são pessoas que buscam a verdade e que não têm entrado na senda da salvação — é acurada? (É acurada.) Em que isso se baseia? (Em nossos estados reais. Nos ambientes que Deus estabelece, não buscamos a verdade para resolver nossos caracteres corruptos e desempenhamos nossos deveres sem as verdades princípios, por isso acho que nossa caracterização por Deus está correta.) Vocês ainda não conseguem perceber bem esse assunto.

Ao longo dos anos, Eu falei tantas verdades e comuniquei tantas verdades princípios — vocês estão dispostos a praticá-las? (Estamos.) Vocês estão dispostos a praticar a verdade, então vocês já oraram e tomaram resoluções ou fizeram juramentos a Deus sobre isso? (Às vezes, faço juramentos e tomo resoluções.) Em seu coração, a maioria das pessoas está disposta a praticar a verdade, e elas frequentemente oram e tomam resoluções, também fazem juramentos a Deus; algumas até pedem que Deus as discipline. Mas essa disposição pode significar que as pessoas possuem a verdade realidade? Ela pode substituir a prática da verdade por parte delas? (Não, não pode.) Ela não pode substituir a prática da verdade por parte delas. Vejam, a maioria das pessoas não está nesse estado? Quando se trata de praticar a verdade ou comunicar certo aspecto da verdade, no que diz respeito às intenções subjetivas das pessoas, ninguém quer nutrir resistência a isso; todas estão dispostas a praticar a verdade. Por exemplo, ser uma pessoa honesta, desempenhar o dever devotadamente, não ser perfunctório, cooperar harmoniosamente, não causar interrupções ou perturbações ao fazer as coisas e ser capaz de proteger os interesses da casa de Deus e defender o testemunho de Deus e assim por diante — todas as pessoas estão dispostas a praticar e entrar nessas verdades. Se você perguntasse: “Quem não está disposto a praticar a verdade?”, ninguém levantaria a mão; todos estão dispostos a praticá-la. Se, então, você perguntasse: “Quando você planeja começar a praticá-la?”, eles diriam: “Começarei a praticá-la a partir de agora”. Mas, depois, eles não tomam nenhuma atitude concreta; continuam pensando no coração: “Deus, estou disposto a praticar a verdade”. Eles não só oram assim diante de Deus, como também expressam sua determinação e expressam seus desejos diante de todos e, às vezes, até se comovem a ponto de as lágrimas escorrerem pelo rosto e de engasgarem com os soluços. Comover-se é uma coisa, mas é difícil dizer se eles realmente conseguem colocar a verdade em prática. Algumas pessoas sempre permanecem no estágio de estarem dispostas a praticar a verdade; sempre que você lhes pergunta, elas dizem que estão dispostas a praticar, exatamente como uma criança que diz as palavras de um adulto. Por exemplo, alguns pais perguntam ao filho se ele estará disposto a ganhar dinheiro para sustentar a mamãe e o papai quando crescer, e a criança diz: “Sim!”. Mas se ele realmente sustentará os pais quando crescer é uma pergunta bem diferente. Depois de ouvir uma criança dizer que está disposta a sustentar os pais, alguns pais levam as palavras a sério e depositam todas as suas esperanças na criança e até se dispõem a trabalhar até a exaustão por ela. Na verdade, a criança está apenas fazendo grandes promessas; ela mesma nem entende o que essa “disposição” significa. Ela simplesmente acha que, desde que seus pais fiquem felizes e satisfeitos depois de ouvir isso, sua “disposição” foi cumprida. Ela não sabe que dificuldades terá que suportar, que preço terá que pagar ou que responsabilidades e obrigações terá que cumprir em prol dessa “disposição” quando crescer. Ela não sabe como essa “disposição” deveria ser colocada em prática, como deveria ser cumprida nem como deveria ser transformada em realidade. A criança só faz grandes promessas, e ponto final; quando cresce, ela se esquece completamente das palavras que disse na infância e as joga ao vento. Ganhar dinheiro na vida real não é fácil; a realidade é tão dura, e nada corre bem, não importa o trabalho que ela faça. Então, as palavras que ela disse na infância: “Estou disposto a sustentar meus pais”, podem ser cumpridas? (Não é fácil cumpri-las.) A maioria de vocês também está nesse estado; vocês não estão dispostos a meramente labutar para Deus e estão dispostos a se despender devotadamente por Ele, dispostos a se submeter a Ele, dispostos a entrar na verdade realidade e a fazer tudo de acordo com as verdades princípios. No entanto, meramente contentar-se com a disposição não representa sua realidade e não é sua realidade; você não possui nenhuma realidade nessas áreas. As pessoas se contentam em meramente estar dispostas e então pensam: “Como estou disposto, isso conta como ser leal e ter praticado a verdade. Já que tenho essa determinação, posso me livrar de meus caracteres corruptos e satisfazer as intenções de Deus”. Elas acreditam que o fato de estarem dispostas significa que elas já têm a verdade como sua vida e que já possuem a verdade realidade. Elas não sabem que essa sua “disposição” permanece meramente em seus desejos e pensamentos; não tem nada a ver com a realidade, e ainda há certa distância entre ela e a prática da verdade, entre ela e a entrada na verdade realidade. Embora esteja disposto a praticar a verdade, você não a colocou em prática e não tem manifestações reais, portanto, ainda permanece nas imaginações de suas intenções subjetivas e ainda vive no estágio em que seus caracteres corruptos ditam seus pensamentos e comportamento. Enquanto você permanecer nesse estágio, sua disposição poderá superar seus caracteres corruptos? (Não, não poderá.) Não importa o que encontre, você ainda vive segundo seus caracteres corruptos. Por exemplo, quando coopera com alguém no desempenho de seu dever, você acha que, se cooperar e discutir as coisas com ele, isso fará com que você pareça inferior a ele e, assim, perderá seu status e prestígio. Então, você não coopera com ele e toma todas as decisões sozinho. Quando vê alguém sendo perfunctório no desempenho do dever, você também não o expõe nem o poda, pensando consigo: “Geralmente tenho um bom relacionamento com essa pessoa. Se ela é perfunctória, que seja; de qualquer forma, meus interesses pessoais não sofreram nenhuma perda. Simplesmente darei algumas indiretas e lhe darei um pequeno conselho — isso bastará; se ela não se arrepender, eu a observarei um pouco mais e deixarei alguma margem de manobra para ela”. Você não pratica a verdade, não importa o que você encontre. Essa sua “disposição” é apenas um pensamento relativamente positivo; não é sua realidade de forma alguma. Você não praticou a verdade de forma alguma nem entrou na verdade realidade. Sempre que encontra algo que exige que pratique a verdade, você sempre o trata e lida com isso com base em seus caracteres corruptos; não busca as verdades princípios nem entra na verdade realidade. E, no coração, você pensa constantemente: “Estou disposto a praticar a verdade, estou disposto a amar a Deus, estou disposto a me submeter a Ele”, e assim supõe que você mesmo já praticou a verdade, já amou a Deus e já se submeteu a Ele. Você até define a si mesmo, dando a si mesmo o título pomposo de “uma pessoa que pratica e busca a verdade”. Você está enganando a si mesmo e está enganando a Deus. Você não entra na verdade realidade, não importa o que você encontre, e não usa a verdade para resolver as coisas, mas continua tomando resoluções diante de Deus: “Deus, estou disposto a ser leal a Ti, estou disposto a me submeter a Ti, estou disposto a Te amar e a desistir de tudo o que tenho por Ti”. Depois de orar, quando Deus estabelece um ambiente para você, você não age de acordo com as verdades princípios e não pratica a verdade; sua disposição foi deixada de lado há muito tempo. Depois que o assunto passa, imediatamente você começa a expressar sua determinação novamente: “Estou disposto a praticar a verdade, a me submeter a Deus e a amá-Lo”. Há uma voz no coração que lhe diz constantemente: “Já que estou disposto a fazer todas essas coisas, não sou um labutador; sou uma pessoa que ama a Deus, alguém que pratica a verdade”. Você se engana muito bem, mas Deus permite que você O engane assim? (Não, não permite.) Você pode enganar a si mesmo, mas Deus não permitirá que você O engane assim. Você pode ser capaz de enganar a si mesmo e as pessoas ao seu redor, mas você não pode enganar a Deus. Você toma resoluções repetidamente diante de Deus: “Deus, estou disposto a me submeter a Ti, estou disposto a Te satisfazer!”; “Deus, estou disposto a me despender por Ti, estou disposto a oferecer todo o meu ser a Ti!”. Quais dos votos que você fez diante de Deus você colocou em prática? Quais você cumpriu? Nem um único foi cumprido; no fim, você continua no estágio da disposição. Portanto, não importa quanto esforço você tenha exercido, contanto que você continue no estágio da disposição, não tenha começado a buscar as verdades princípios e não tenha começado a praticar a verdade, você não tem entrada na vida. Uma pessoa sem entrada na vida tem vida? (Não, não tem.) Que tipo de coisa é uma pessoa sem vida? É um labutador ou um membro do povo escolhido de Deus? Está entre aqueles que Deus salva? É alguém que Deus pretende salvar? É alguém que se submete ao domínio de Deus? (Não, não é.) Você não tem entrada na vida, mas alega que é alguém que pratica a verdade e que não é um labutador. Se não é um labutador, o que você é? Você é um membro do povo de Deus ou alguém que foi salvo e aperfeiçoado por Deus? (Nenhum dos dois.) Em Minha opinião, chamar você de labutador já é dar a você mais valor do que merece; algumas pessoas nem sequer são labutadoras — elas não estão dispostas e relutam até mesmo em exercer um pouco de esforço no desempenho dos deveres. Não pensem que, só porque fazem algum esforço e têm a disposição de praticar a verdade, vocês estão qualificados para receber bênçãos e recompensas e têm o capital para tentar barganhar com Deus. Vocês ainda estão longe de alcançar a salvação. Quase nenhum de vocês já tem qualquer entrada na vida evidente. Vocês acham que o fato de, depois de passarem a crer em Deus, deixarem sua família e carreira para trás para desempenhar seus deveres e estarem dispostos a fazer o que quer que a casa de Deus arranje para vocês significa que vocês possuem a verdade realidade. Mas, na verdade, o que está por trás dessa sua disposição? Sua disposição é cheia de impurezas e não pode suportar ser testada, então, vocês serem caracterizados como labutadores não é nem um pouco injusto com vocês. Você não tem entrada na vida, portanto, não é um labutador? Já é muito bom que Eu não tenha chamado você de diabo. Uma pessoa sem entrada na vida é uma pessoa sem vida. Algumas pessoas creem em Deus há dez anos, mas não têm vida; algumas creem há vinte anos, mas não têm vida; algumas até creem há mais de trinta anos, mas ainda não têm vida. Elas não conseguem fazer nenhum trabalho real nem conseguem explicar claramente nem articular com lucidez nem mesmo as verdades mais simples e superficiais — isso não significa que elas não têm vida? Ao longo de seus anos de crença em Deus, elas sempre acharam que estavam se saindo muito bem em sua fé, dizendo frequentemente: “Estou disposto a correr por aí e a me despender por Deus, estou disposto a pagar um preço por Deus e a ser leal a Deus. Olhe o quanto ofereci e o quanto me despendi por Deus. Dediquei meu tempo e energia e desisti de minha família, de meus estudos, de meu trabalho e dinheiro. Estou disposto a fazer o que quer que peçam que eu faça. Estou disposto a me submeter a Deus, a satisfazê-Lo, a aceitar a poda e o castigo e julgamento”. Essa “disposição” pode significar que você entrou na verdade realidade? Como essa sua “disposição” pode sair de sua boca tão facilmente? Você está “disposto” a fazer tanto, mas quanta verdade você colocou em prática? Onde está sua verdade realidade? Você está “disposto” a fazer tanto, mas você tem testemunho experiencial? Por que é que, ainda agora, a probabilidade de você trair a Deus permanece em cem por cento? Por que não diminuiu nem um pouco? Mesmo que diminuísse em vinte ou trinta por cento, diminuísse aos poucos, isso ainda contaria como ter praticado e entrado um pouco na verdade. Mas nem isso você consegue alcançar. Essa sua “disposição” é enganação; é a maior enganação contra Deus. Isso não é lealdade a Deus, tampouco é um coração verdadeiro em relação a Ele. Você acha que, se uma mentira for contada mil ou dez mil vezes, ela realmente se tornará a verdade, ela se tornará um fato? Com Deus, essa afirmação não se sustenta; é um raciocínio distorcido e heresia. Deus escrutina o íntimo do coração do homem. Não importa o quanto você diga que está disposto a se despender por Deus e não importa quão boas suas palavras soem, Ele observa com perfeita clareza que tipo de coisa você é. Você continua alegando que está disposto a praticar a verdade e diz que tem a realidade de buscar a verdade, que tem evidências de praticá-la. Então, o que é que você devolve a Deus quando Ele o testa? Você observa as pessoas malignas que causam interrupções e perturbações na casa de Deus, mas não dá atenção a isso e não se envolve. Mesmo que alguém relate um problema, você não o resolve nem lida com ele, simplesmente permite que as pessoas malignas cometam o mal e corram soltas. Essa é a sua submissão a Deus? Essa é a sua lealdade a Deus? Já que você acha que é leal a Deus, quantas vezes você protegeu os interesses da casa de Deus enquanto era um líder ou obreiro? Em quais assuntos você tomou a iniciativa de identificar e resolver problemas, garantindo o funcionamento normal do trabalho da igreja? Quando as pessoas malignas estavam causando interrupções e perturbações no trabalho da igreja, quantas vezes você se levantou para expô-las e resolver as perturbações que elas causaram? Quando você defendeu os princípios no uso e no gasto das ofertas e protegeu adequadamente as ofertas de Deus contra perdas? Nessas questões, você nunca demonstrou consideração pelas intenções de Deus, nunca realizou verificações rigorosas a fim de impedir as pessoas malignas de cometerem o mal. Em vez disso, você tem sido totalmente irresponsável, ficou observando enquanto o trabalho da igreja e os interesses da casa de Deus sofriam perdas, mas permaneceu indiferente. Especialmente em relação ao gasto das ofertas, você não realiza nenhuma verificação, aprovando e assinando de forma negligente. Com uma palavra leviana de sua boca e um traço de sua caneta, dezenas de milhares ou centenas de milhares em ofertas foram desperdiçadas, e você nem piscou. Mais tarde, quando a casa de Deus o responsabilizou, você teve medo de ter de compensar as perdas, então foi até capaz de forjar provas, encontrando alguém para adulterar as provas e alterar assinaturas. Essa é a sua “lealdade” a Deus. Quando as pessoas malignas corriam soltas fazendo coisas ruins e causando interrupções e perturbações no trabalho da igreja e quando você viu as pessoas sendo perfunctórias no desempenho dos deveres e vivendo à custa da casa de Deus, você se fez de surdo e mudo, fingiu não ver e não saber, enquanto pensava no coração: “Estou disposto a ser leal a Deus, estou disposto a ficar de guarda em meu posto para a casa de Deus, guardar bem o seu portão e vigiar bem o rebanho”. Você está disposto, mas você fez isso? Você diz que está disposto a ficar de guarda em seu posto e realizar verificações rigorosas para a casa de Deus e guardar bem o seu portão, mas você possui lealdade a Deus? Você está qualificado para dizer essas palavras? Você tem alguma autoconsciência? Tem uma opinião elevada demais sobre si mesmo! Se você não consegue fazer isso, não fale levianamente. Você diz que está disposto e toma resoluções e faz juramentos diante de Deus. Depois que faz juramentos, Deus espera; Deus observará e vigiará para ver o que você fará a seguir, se você praticará a verdade e se as palavras que você diz serão cumpridas. Se você não as cumpre, aos olhos de Deus, você é um enganador, e as resoluções que você tomou e os juramentos que você fez diante de Deus são um bando de mentiras. Você engana a Deus descaradamente e descaradamente tenta fazê-Lo de bobo; que tipo de coisa é você? Você acha que simplesmente expressar sua determinação diante de Deus, fazer um pouco de esforço e fazer as coisas por fazer conta como praticar a verdade? Você traiu os interesses da casa de Deus, mas ainda quer que Deus o aceite, ainda quer que o povo escolhido de Deus o aprove; você até quer barganhar com Deus e receber uma recompensa — as coisas poderiam realmente dar tão certo para você? Você engana a Deus e lida com Ele perfunctoriamente, e você brinca com Ele, mas ainda quer que Deus lhe dê uma recompensa; que tipo de coisa é você? Se você é capaz de fazer isso, você tem vida? Se a humanidade corrupta tivesse consciência e razão humanas, ela não trataria Deus dessa maneira depois de ouvir sermões por tantos anos. No entanto, você crê em Deus há muitos anos e ouve sermões há tantos anos e ainda consegue tratar Deus assim, usando sua própria disposição para substituir a prática da verdade, para tentar fazer Deus de bobo e lidar com Ele perfunctoriamente e para enganá-Lo e brincar com Ele. Diga-Me, que tipo de coisa é você? Você é um Satanás, um diabo — não é um ser humano. Aos olhos de Deus, você nem sequer é um ser criado; você é apenas um diabo, um canalha que merece morrer! Digam-Me, uma pessoa assim não merece morrer? (Merece.)

Algumas pessoas acham que têm exercido muito esforço no desempenho de seus deveres na casa de Deus e que estão dispostas a se despender por Deus, a dar atenção às Suas palavras e a praticar a verdade. Quando dizem que estão dispostas, elas se comovem um tanto e têm certa sinceridade e, assim, exaltam a si mesmas como pessoas que, igual a Pedro, buscam e praticam a verdade, colocando-se em um trono. Isso é algo que um ser criado deveria fazer? Um ser criado deveria ter tais manifestações? (Não, não deveria.) Uma pessoa com entrada na vida não tem somente disposição; com base nessa disposição, ela tem prática e entrada. Que manifestações, então, tal pessoa terá? Ter entrada na vida significa que, aos poucos, uma pessoa se livra de seus caracteres corruptos e passa a ter as palavras de Deus como sua vida. O que as pessoas que têm as palavras de Deus como sua vida normalmente revelam e vivem? Que atitude elas têm em relação a Deus? Quais são as manifestações no desempenho de seus deveres? (Uma pessoa com entrada na vida tem várias manifestações principais. Por um lado, ela tem conhecimento verdadeiro de si mesma. Ela vê que ainda está muito aquém das exigências de Deus e que sua estatura ainda é baixa demais. Ela se sente pesarosa e angustiada com algumas de suas transgressões e revelações de corrupção, também espera experienciar mais ambientes estabelecidos por Deus e assumir mais fardos, treinando-se na prática da verdade ao longo do processo, pois só assim ela pode ganhar a verdade. Por outro lado, no mínimo, ela consegue evitar ser perfunctória no desempenho de seu dever e refletir sobre si mesma com frequência. Se descobre que violou os princípios ou que ficou aquém em algum aspecto, ela consegue mudar de rumo prontamente. Além disso, quando se trata de questões que envolvem os decretos administrativos de Deus ou as ofertas de Deus, ela tem um coração temente a Deus e não ousa ofender Seu caráter.) (Eu gostaria de acrescentar um ponto. Uma pessoa com entrada na vida será cautelosa e cuidadosa no desempenho de seu dever, investirá esforço pelas palavras de Deus e buscará as verdades princípios, também se absterá de agir de forma imprudente de acordo com a própria vontade. Ela também discutirá as questões, se comunicará com pessoas que entendem a verdade e praticará de acordo com as verdades princípios.) Em sua vida real, as pessoas com entrada na vida têm o viver e as revelações correspondentes. Elas não permanecem no nível das intenções; não estão meramente dispostas a ser leais e dispostas a se submeter. Em vez disso, elas têm o viver real e revelações. O ponto mais simples é que, não importa o que aconteça em seu dia a dia, elas conseguem buscar as verdades princípios de forma proativa e consciente. Antes de agir, buscam primeiro os princípios para agir e ganham um entendimento claro deles, e não cometem malfeitos de forma imprudente. Se não entendem, procuram os princípios nas palavras de Deus. Se, depois de encontrá-los, ainda não tiverem clareza total, procurarão alguém que entenda a verdade para se comunicar e discuti-los mais a fundo. Uma vez que entendem os princípios, elas conseguem colocá-los em prática. Do lado positivo, elas são especialmente proativas e conscienciosas na prática da verdade. Não importa o que encontrem, seja a questão maior ou menor — e especialmente quando é uma questão importante que envolve o trabalho da casa de Deus — elas são particularmente cautelosas. Não tomam decisões sozinhas de forma leviana, mas consultam mais os outros, fazem mais perguntas e buscam mais. Do lado negativo, quando fazem algo errado, elas conseguem refletir sobre seus caracteres corruptos e passar a conhecê-los, passar a conhecer suas inadequações e deficiências, as áreas das quais não têm consciência e as áreas nas quais tendem a se tornar negativas e fracas e nas quais não conseguem estar à altura. Elas refletem sobre si mesmas com frequência. Durante esse processo, por um lado, elas oram a Deus e buscam a verdade, refletindo sobre si mesmas e passando a se conhecer por meio das palavras de julgamento e exposição de Deus; por outro, pedem a seus irmãos que deem suas opiniões. Depois de concluir uma tarefa, elas ponderam repetidamente se violaram os princípios em algum aspecto, se deixaram passar algo, se houve alguma distorção ou alguma discrepância com os arranjos de trabalho do alto. Elas refletem sobre si mesmas continuamente. Seja do lado positivo ou do lado negativo, o objetivo e a direção de sua prática são esforçar-se para agir de acordo com as verdades princípios e alinhar-se com elas, em vez de agir de acordo com a própria vontade. Se não entendem as verdades princípios ou não têm clareza sobre elas, elas não guardam o assunto para si mesmas. Em vez disso, procuram pessoas que entendem a verdade e se comunicam com elas até que os princípios fiquem claros, e só então colocam os princípios em prática e os implementam. Em suma, quando se trata de prática, elas não agem de acordo com suas preferências ou seu humor, muito menos cometem malfeitos de forma imprudente de acordo com a própria vontade; em vez disso, conseguem buscar a verdade e desempenhar seus deveres de acordo com os princípios. Essa é sua manifestação na prática. Além disso, em termos de sua atitude em relação a Deus, em relação a como tratam as exigências de Deus e cada aspecto das questões relacionadas a Ele, elas conseguem ter um coração temente a Deus, um coração que teme a Deus e um coração cheio de apreensão e tremor. Elas têm muito medo de seguir o caminho errado ou de fazer algo errado e ferir o coração de Deus, e têm muito medo de ofender a Deus, violar Seus decretos administrativos ou ofender Seu caráter. Elas têm essa mentalidade em relação a Deus e têm essas ações e revelações reais em seu modo de lidar com a verdade e com as verdades princípios; só isso constitui entrada na vida, certo? (Certo.) Vocês têm essas manifestações? Aqueles que têm essas manifestações têm entrada na vida; todos aqueles que não as têm estão labutando. Se lhe perguntassem com o que você estava ocupado ao correr por aí e se despender todos os dias, e você dissesse que estava desempenhando seu dever e oferecendo devoção a Deus, suas palavras e ações teriam princípios? Estariam fundamentadas nas palavras de Deus? Se cada palavra que diz, tudo o que faz e cada opinião que tem não se baseia nas palavras de Deus e na verdade, se você não busca a verdade quando as coisas acontecem e não tem entrada na vida, você não está apenas labutando? Sendo gentil, você está labutando; sendo menos gentil, você está meramente fazendo esforço; e para ser ainda mais direto, você está simplesmente vendendo seu trabalho! Vender seu trabalho equivale a labutar. O que você pode ganhar vendendo seu trabalho? Você simplesmente ganha alguma graça: come uma boa comida, usa roupas bonitas, desfruta de alguns confortos na vida, mora em um lugar razoavelmente espaçoso e fica relativamente aquecido no inverno e relativamente fresco no verão. Isso já é muito bom. Se você apenas exerce esforço, o que mais você espera ganhar? Você está meramente disposto a desempenhar seu dever, mas não pratica a verdade. Isso não é seguir o caminho de Deus. Nesse caso, o que você faz é meramente labutar. Aqueles que labutam não praticam a verdade e não têm princípios em tudo o que fazem. Labutar dessa forma não pode lhes trazer vida; ser capaz de desfrutar de um pouco de graça já é muito bom. Você está disposto a fazer um esforço e, em consideração ao seu trabalho árduo, a casa de Deus lhe fornece alguns artigos de necessidade básica para que você possa viver um pouco melhor, ter vegetais frescos o ano todo e comer alguns alimentos orgânicos. Isso já é a graça de Deus — o que mais você espera desfrutar? Se você trabalhasse e fizesse um esforço para ganhar dinheiro no mundo, o que você poderia se dar ao luxo de comer ou vestir? Nem comida nem roupas seriam simplesmente fornecidas a você; você teria que ganhar o dinheiro para comprá-las pessoalmente e teria também que aturar maus-tratos e ser intimidado pelos outros. Ao exercer esforço na casa de Deus, você pode desfrutar da graça de Deus e ser poupado de intimidação; pode comer bem, vestir-se bem, morar em um lugar agradável e levar uma vida agradável. Ninguém o intimida, ninguém o ataca nem retalia contra você e, quando fica doente, os irmãos cuidam de você e zelam por você. Isso não é graça? Não são essas as coisas que vocês buscam? Se isso é tudo o que buscam, vocês já o alcançaram; já ganharam o que buscavam. Não são essas as coisas que as pessoas sem vida buscam? Todos os seus desejos não se realizam ao buscar essas coisas? Sua “disposição” pode ser trocada apenas por essa graça e por esses confortos de Deus. Isso já é muito bom; Deus não prejudicou você. Na verdade, essa sua “disposição” não vale nada. Sem entrada na vida, você não pode trocá-la por vida; pode trocá-la apenas por um pouco de graça. A graça que vocês receberam já não excede o que vocês pediram ou imaginaram? (Sim.) Então é isso que vocês querem? É isso que buscam? Quando passaram a crer em Deus, vocês meramente esperavam obter essa graça e queriam parar por aí? (Não.) Então vocês têm alguma outra aspiração? (Sim. Nós também queremos buscar alcançar a salvação.) Se você tem apenas a intenção de praticar a verdade, mas nunca a pratica de fato, essa sua aspiração — de buscar alcançar a salvação — ainda pode ser realizada? (Não, não pode.) Por que ela não pode ser realizada? Porque você só permanece no nível da disposição e não colocou a verdade em prática. Você vive em um ambiente de conforto físico e comodidade, desfruta da graça de Deus e se sente muito satisfeito no coração. É bom continuar assim? (Não, não é.) O que há de errado com isso? Não são essas as próprias coisas que vocês buscam? (Meramente permanecer no nível das intenções sem praticar a verdade e sem viver uma semelhança humana — acho que viver dessa forma não tem sentido nem valor.) Vocês não acham que comer e se vestir bem constituem o valor de viver? Comer bem, vestir-se bem, morar em um lugar agradável e desfrutar de uma boa vida; uma vida inteira sem preocupações com comida ou roupas e desfrutando de riqueza, honra e paz — não eram essas as coisas que os imperadores do passado buscavam? Até os imperadores buscavam essas coisas, então, o que mais pessoas insignificantes como vocês esperam buscar? Olhem para cada um de vocês: vocês não buscam a vida nem buscam alcançar a salvação; buscam apenas comer bem, vestir-se bem e desfrutar de uma boa vida. Não é essa a extensão total de sua busca? É fácil demais alcançar o que vocês buscam. Não há necessidade de comunicar a verdade; até mesmo uma palavra de comunhão adicional seria inapropriada. Vocês não precisam da verdade. Do que precisam? Todos vocês buscam comer pães até se fartar. Contanto que sua carne desfrute de paz e alegria, que vocês tenham comida e roupas e vivam felizes por toda esta vida, isso lhes basta. Vocês não buscam alcançar a salvação, portanto, a maioria das pessoas tem pouca consciência ou determinação para buscar a verdade. Mesmo que Eu repetisse uma declaração sobre as verdades princípios cem vezes, quantos de vocês conseguiriam assimilá-la? Quantos de vocês a levariam a sério? Pouquíssimos, pelo que vejo. Eu interajo com vocês há tantos anos. Independentemente de qual questão esteja sendo tratada — seja uma questão de assuntos gerais, seja uma questão que envolva o trabalho da igreja ou o desempenho de deveres — se Eu simplesmente falar com calma, sem dar ênfase especial ao que digo e sem usar um tom enérgico, depois descubro que pouquíssimas pessoas conseguem colocar as coisas em prática de forma estrita e implementá-las de acordo com as verdades princípios. Eu comunico as verdades princípios há tantos anos, mas vocês ainda não conseguem entendê-las e não têm consciência delas no coração. Alguém tem que podá-los e discipliná-los antes que consigam se lembrar delas e se ater a elas. Se Eu simplesmente falo com vocês com calma, vocês permanecem alheios e não levam a prática da verdade a sério de forma alguma. Pessoas com um pouco de calibre entendem apenas um pouco de doutrina e então acham que entraram na verdade realidade e até se sentem bastante satisfeitas consigo mesmas. Algumas até passam dos limites e se exibem. Isso não é falta de vergonha?

Recentemente, estive resolvendo problemas em uma certa igreja e lhes comuniquei vários princípios. Comuniquei esses princípios várias vezes ao longo dos últimos anos, mas até hoje os responsáveis ainda não os captaram. Eu simplesmente falo com calma, mas algumas pessoas não conseguem entender a linguagem humana. Elas não sabem o que fazer nem sabem implementar as coisas. Eu disse essas coisas muitas vezes, mas elas simplesmente entram por um ouvido e saem pelo outro; seus ouvidos praticamente criaram calos de tanto ouvi-las, ainda assim elas não entendem. Digam-Me, que tipo de coisas elas são? São seres humanos? Eu lhes digo os princípios de acordo com os quais uma questão deve ser tratada e como isso deve ser feito. Também comunico a verdade regularmente e, quando surgem circunstâncias especiais, comunico alguns princípios especiais. No entanto, nem mesmo agora elas sabem quais são os princípios. Digam-Me, elas conseguem se ater aos princípios? Conseguem praticar de acordo com as verdades princípios? Elas não conseguem se ater aos princípios, tampouco conseguem praticar de acordo com as verdades princípios, portanto, o que elas fazem não pode ser considerado desempenhar seu dever. O que, então, elas estão fazendo? Elas não estão apenas fazendo um esforço? Se você não consegue se ater às verdades princípios que Eu lhe disse, exercer esse pouco de esforço é praticar a verdade? Significa que você tem entrada na vida? Isso não é entrada na vida; é labutar. Se o seu labutar pode pagar sua comida, isso já é muito bom; você não pode ganhar vida. Você não consegue entender as verdades princípios das quais falo, então como Eu o caracterizo? Se você consegue entender as verdades princípios, você possui humanidade, é um ser humano. Se não consegue entender as verdades princípios, você não tem humanidade, é uma besta. Se é avesso à verdade e a odeia a verdade e deliberadamente se volta contra a casa de Deus, você é um satanás e é um diabo. Se entende o que Eu digo e age de acordo — se entende sem que Eu tenha que ressaltar uma segunda vez e sem que tenha que lembrá-lo novamente, você consegue praticar de acordo com as Minhas palavras e continua a se ater a elas — então Eu posso ver que você tem consciência e razão. No coração, Eu o respeito, o estimo e o trato como um ser humano. Se Eu disse algo mil ou dez mil vezes e você ainda não entendeu, Eu não o trato como um ser humano; em Meu coração, você não é um ser humano, é uma besta. Por quê? Se você não consegue nem mesmo entender as palavras que falei de forma tão simples e clara e tão explicitamente, o que você é senão uma besta? Você é pior do que uma besta. O cachorro que tenho consegue entender as coisas que as pessoas costumam dizer. Talvez não saiba o que Eu quero que ele faça, mas depois de conviver comigo por tantos anos, ele sabe o que não quero que ele faça. Normalmente, ele deixa de fazer qualquer coisa da qual saiba que Eu não gosto dela. Como posso ver isso? Por exemplo, quando Eu disciplino seus filhotes, ele coopera ao máximo possível, com muito medo de que os dois cachorrinhos não entendam e irritem seu dono. Ele sabe que não tem permissão para morder as coisas ou roupas penduradas para secar no quintal e que seu dono ficará com raiva se ele o fizer. Sempre que entra no quintal, ele primeiro mantém os dois filhotes sob controle e os impede de morder as coisas penduradas para secar. Se ele faz algo que Me deixa com raiva, ele continua tentando Me agradar e Me fazer feliz. Somente quando estou disposto a acariciá-lo e falar com ele novamente é que ele fica feliz. O pensamento de um cachorro é muito simples, mas um cachorro possui uma coisa muito preciosa que a humanidade corrupta não tem: a sinceridade de um cachorro é algo que falta à humanidade. Se falta sinceridade à humanidade, como ela pode ser chamada de humanidade? Embora os membros da humanidade vistam pele humana e, por foram, tenham uma forma humana, em sua essência, eles não são seres humanos. Faltam-lhes até a consciência e a razão mais básicas, como, então, podem manifestar sinceridade? Algumas pessoas conseguem entender os princípios e colocá-los em prática; tais pessoas podem ser chamadas de seres humanos. Por quê? (Por um lado, sua capacidade de entender os princípios demonstra que elas têm entendimento espiritual e conhecem o significado das palavras e das intenções de Deus. Por outro lado, tais pessoas possuem consciência e razão, têm limites para sua conduta pessoal e conseguem se ater aos princípios; portanto, somente tais pessoas podem ser chamadas de seres humanos.) Isso está correto. Por um lado, elas têm habilidade de compreensão. Elas conseguem entender a linguagem humana e pensar e compreender de maneiras comuns a outras pessoas. Por outro lado, elas possuem consciência e razão, têm limites de consciência, estão dispostas a praticar a verdade e são capazes de praticá-la. Tal pessoa pode ser chamada de ser humano; aqueles que não possuem essas duas coisas não são seres humanos. Se alguém não é um ser humano, como ele pode possuir consciência e possuir razão? Sem consciência e razão, como poderia conseguir entender a linguagem humana? Uma pessoa sem consciência e razão não consegue nem mesmo seguir os regulamentos, apesar de entender um pouco de doutrina e querer fazê-lo. No entanto, ela ainda acha que sua disposição de praticar a verdade significa que ela é uma pessoa que é leal a Deus e que Deus aceita e ama. Isso não é a lógica de um canalha? (É, sim.) As pessoas que têm a lógica de um canalha, no fim, não conseguem ganhar a verdade. Que tipos de pessoas têm a lógica de um canalha? Pessoas confusas. Pessoas confusas sempre inventam a lógica de um canalha. O que Eu quero dizer ao lhes dizer essas coisas? Estou tentando estimulá-los a praticar a verdade ou estou expondo a essência de seus problemas? (Tu estás nos levando a ver claramente que ainda não entramos na senda de buscar a verdade e a iniciar essa senda.) Algumas pessoas dizem: “Tu não estás dizendo essas coisas simplesmente para nos exortar a praticar a verdade?”. Eu realmente não quero dizer isso. Se você consegue praticar a verdade é problema seu e não tem nada a ver Comigo. Uma vez que as verdades que Eu deveria comunicar tenham sido claramente comunicadas por Mim, Eu terei cumprido Minhas responsabilidades e obrigações. Quanto a qual senda você escolhe e qual caminho você toma, Eu não interfiro nisso. Se você consegue alcançar a salvação no fim depende inteiramente de suas próprias escolhas e se baseia inteiramente no caminho que você toma; Minha responsabilidade para com vocês termina aqui. Ou seja, Eu tomo todas as verdades que vocês deveriam entender e as digo a vocês, e se vocês estiverem dispostos a praticá-las, naturalmente, isso é melhor, mas se não estiverem dispostos, Eu não interferirei. Certamente não os seguirei todos os dias nem os supervisionarei, muito menos os forçarei a praticar a verdade. Eu não faço tais coisas; essa não é Minha obra nem se enquadra no escopo dela. Se vocês exigem que Eu os trate como escravos, podando-os e disciplinando-os todos os dias para que, só então, consigam seguir algumas regras a duras penas, demonstrar um pouco de obediência e praticar um pouco da verdade, então, aos Meus olhos, tais pessoas não podem ser salvas. Se Eu falei as verdades princípios mil ou dez mil vezes e vocês ainda não as entenderam e não buscam, o que mais posso dizer? Qual é Minha atitude em relação a isso? Façam como quiserem. Se não estão dispostos a ouvir, não ouçam. Vocês podem crer como quiserem; Eu não interferirei nem desejo fazer esse esforço. A verdade lhes foi concedida gratuitamente, mas vocês não sabem valorizá-la. Se vocês conseguem alcançar a salvação no fim é problema sem e não tem nada a ver Comigo. Se você sempre tem que depender de outras pessoas para supervisioná-lo, podá-lo e discipliná-lo para só então conseguir a duras penas praticar um pouco da verdade ou fazer algo benéfico para o trabalho da casa de Deus e para o seu dever, então não é isso que quero. Se todos vocês são assim, então não há significado em Eu comunicar a verdade; comunicar qualquer aspecto da verdade seria supérfluo e seria totalmente desnecessário. Se vocês nem sequer possuem a consciência e a razão que a humanidade normal deveria ter e, depois de ouvir tanta verdade comunicada, vocês ainda não têm intenção subjetiva nem plano de como praticar a verdade e como entrar na verdade realidade, então vocês não têm esperança de alcançar a salvação. Isso está correto? (Está, sim.)

Algumas pessoas sempre tentam fazer joguinhos mentais e usar enganação Comigo. Sempre que fazem algo, elas esperam que Eu emita uma ordem antes de agir. Não importa quantas vezes Eu tenha comunicado os princípios, isso não surte efeito nelas; elas simplesmente não praticam de acordo com os princípios. Continuam pensando: “Preciso obter uma ordem Tua sobre essa questão. Se Tu disseres que podemos fazê-lo, nós o faremos; se disseres que não podemos, não o faremos. E se eu agir de acordo com os princípios que Tu explicaste e, depois que eu terminar, Tu ficar insatisfeito? E se dificultares as coisas para mim? E se me obrigares a compensar as perdas?”. Elas fazem joguinhos mentais Comigo, não agem de acordo com os princípios nem cumprem as responsabilidades de um ser humano. Elas não fazem nenhuma das coisas que se enquadram em sua própria responsabilidade — cooperar com os outros, discutir e comunicar questões com os outros ou consultar materiais de referência. Em vez disso, elas sempre Me perseguem e Me importunam, perguntam isso e aquilo e sempre dizem: “Tu achas que não tem problema eu fazer dessa forma?”. Na verdade, Eu expliquei os princípios muito claramente, mas essas pessoas simplesmente não os levam a sério. Elas pensam: “Os princípios que Tu comunicaste são meramente uma estrutura ampla — palavras destinadas a enganar as pessoas. Tu precisas me dizer como devo lidar com essa questão e precisas me explicar cada detalhe”. Você não consegue assimilar os princípios que Eu expliquei e não os leva a sério e Me obriga a dizer-lhe diretamente como fazer tudo. Isso não o torna inútil? Você não tem cérebro? Não tem pensamentos? Qual é seu dever? Você não quer assumir nenhum dos deveres que um ser humano deveria desempenhar nem as responsabilidades que ele deveria assumir; você simplesmente quer que Eu lhe diga diretamente o que deve fazer. De que servem, então, seu coração e seu cérebro? Você não quer investir seu coração nisso, não quer usar o cérebro, nem quer fazer esforço, também tem medo de assumir responsabilidade. Que tipo de pessoa é você? Você não é uma pessoa escorregadia? Seu calibre é muito ruim, mas você está cheio de esquemas! Tentar esse truque Comigo não funcionará. Já é repugnante o suficiente que você não consiga entender os princípios, mas você ainda tenta pregar peças em Mim e tem medo de assumir responsabilidade. Como você poderia colocar a verdade em prática? Qual é a natureza de ter medo de assumir responsabilidade ao desempenhar o próprio dever? Há algum coração verdadeiro em desempenhar o próprio dever dessa forma? Há alguma devoção? (Não, não há.) Se não há coração verdadeiro nem devoção, há alguma entrada na vida? Isso é desempenhar seu dever? (Não, não é.) Então, qual é a natureza de desempenhar o próprio dever dessa forma? É labutar; essa é sua natureza. Qualquer um que faça joguinhos mentais Comigo Me enoja. Se você trabalha de forma séria e realista, busca prontamente quando não entende e pratica de acordo com os princípios depois de ter perguntado sobre eles e ganhado clareza, então, mesmo que, às vezes, você pergunte mais uma vez em circunstâncias especiais, Eu não me aborrecerei com seu calibre ruim. Mas se alguém sempre compete Comigo por dentro, fazendo joguinhos mentais e tentando ser mais esperto que Eu, recusando-se a assumir qualquer responsabilidade, perguntando-Me sobre tudo o que encontra e agindo apenas depois que Eu lhe dou uma instrução, que problema é esse? Por fora, ele parece se submeter a Deus em tudo, mas, na verdade, está sendo ardiloso. Ele acha que, se algo der errado quando age dessa forma, ele não assumirá nenhuma responsabilidade; ao mesmo tempo, pode deixar que os outros vejam que ele se submete a Deus em tudo. Portanto, não importa o que faça, ele sempre quer ouvir instruções emitidas pessoalmente por Deus, como se seu relacionamento com Deus fosse particularmente próximo. Ele não percebe que isso perturba os pensamentos de Deus, perturba Sua obra e faz com que Ele seja avesso a ele e sinta repulsa por ele. Ele até acha que está desempenhando seus deveres e se despendendo por Deus, que Deus deveria guiá-los dessa forma, que a casa de Deus deveria permitir que ajam assim e que deveria mimá-lo como um bebezinho. Só então ele fica satisfeito por dentro e acha que está desfrutando. Que tipo de pensamento é esse? Essa é uma pessoa que busca a verdade? Tal pessoa tem razão? (Não, não tem.) As pessoas que entendem a verdade agem com razão. No mínimo, resolvem sozinhas os problemas que são capazes de resolver e não importunam Deus com uma pergunta atrás da outra. Mesmo que não consigam resolver um problema sozinhas, elas deveriam buscar e se comunicar com os irmãos com quem cooperam ou com pessoas que entendem a verdade. Dessa forma, elas conseguem resolver o problema e encontrar uma senda de prática. Uma pessoa com razão consegue fazer isso; pessoas sem razão são propensas a cometer malfeitos de forma imprudente. Se uma pessoa com entrada na vida entende a verdade, consegue praticá-la e entrar na verdade realidade e tem as palavras de Deus como sua vida, ela teria esse tipo de atitude em relação a Deus ou se comportaria dessa forma? Ela interagiria com Ele dessa maneira? (Não.) Ela não faria isso; isso é certo. O que, então, acontece com as pessoas que agem dessa forma? Claramente, elas nunca tiveram entrada na vida. Elas fazem tudo inteiramente de acordo com seus interesses e intenções, mas sempre alegam: “Estou disposto a ser leal a Deus, estou disposto a prestar serviço para Deus e estou disposto a morrer por Ele! Contanto que eu esteja disposto, sou alguém que ama a Deus e sou alguém que é leal e se submete a Ele!”. Sob essa bandeira, elas acham que têm vida. Elas realmente não sabem qual é seu lugar no universo! Isso não é uma manifestação de falta de razão? (É, sim.) Se alguém tem razão, ele consideraria essa “disposição” como vida? (Não.) Por que não? (Porque ele vê que ainda tem muitos caracteres corruptos que não foram resolvidos e muitas verdades que não consegue colocar em prática, e sente que fica aquém das exigências de Deus, ele não acha que tem vida.) A característica mais proeminente de uma pessoa com razão é que ela consegue refletir sobre si mesma com frequência. Quando descobre seus problemas, ela os trata racionalmente, passa a entendê-los e busca a verdade para resolvê-los. Somente tal pessoa tem verdadeira entrada na vida. As pessoas que entendem a verdade têm algum conhecimento verdadeiro de si mesmas; todas elas têm uma avaliação e apreciação precisas de si mesmas. Sabem precisamente qual é seu calibre, como é a sua humanidade, quanto das palavras de Deus e das verdades princípios elas colocaram em prática e quanto ainda têm que colocar em prática. Elas farão essas considerações e, depois de ponderá-las, obterão esses ganhos. Tendo obtido esses ganhos, elas pensam: “A disposição do homem em termos de sua intenção subjetiva não é vida. Estar meramente disposto é inútil; eu ainda não coloquei a verdade em prática. Ainda tenho corrupção e rebeldia dentro de mim, e minha humanidade não é muito boa. Sempre quero me comparar com os outros e, não importa o que eu faça, sempre quero agir de forma unilateral e arbitrária. Nunca quero discutir as questões nem cooperar com ninguém; simplesmente quero ter a última palavra. Menosprezo a todos e não tenho consideração por ninguém. Essas não são manifestações de possuir humanidade, e essas não são manifestações de praticar a verdade!”. Ao refletir sobre si mesmas e conhecer a si mesmas ao comparar-se com as palavras de Deus e com os testemunhos experienciais de seus irmãos, elas conseguem alcançar esses resultados e obter esses ganhos. Tendo obtido esses ganhos, elas chegam a uma conclusão sobre sua busca e sobre suas várias manifestações? (Chegam, sim.) A que conclusão elas chegam? (De que ainda não são uma pessoa que busca a verdade.) Elas reconhecem que não são uma pessoa que busca a verdade, que não entendem a verdade e que ainda ficam muito aquém das exigências de Deus. Elas reconhecem que, no desempenho de seu dever, meramente exerceram um pouco de esforço e ainda não colocaram a verdade em prática. Essa é a conclusão a que chegam. A intenção delas de praticar a verdade não se torna, então, mais forte? (Sim.) Depois que as pessoas com consciência e razão alcançam esses resultados por meio da reflexão, a intenção delas de praticar a verdade se torna mais forte. Quando algo acontece, elas ponderam quais pensamentos rebeldes têm, quais pensamentos e opiniões falaciosos têm, quais estados corruptos e revelações de caracteres corruptos têm, e como deveriam se rebelar contra eles e resolvê-los. Depois de ponderar essas coisas, elas buscarão o que as palavras de Deus dizem e como Deus exige que o homem pratique, e procurarão as verdades princípios. Quando encontram as verdades princípios, a intenção delas de praticar a verdade se torna ainda mais forte. Elas sabem quais são os padrões exigidos por Deus e como deveriam praticar em termos específicos. A senda é clara para elas, e o próximo passo delas é praticar.

Digam-Me, as pessoas sem racionalidade conseguem refletir sobre si mesmas? (Não, não consegem.) Elas nunca refletirão sobre si mesmas; sempre acham que, embora tenham caracteres corruptos, nunca os revelaram, que estão sempre certas e são melhores do que todos os outros em todos os sentidos e que nunca estiveram erradas e nunca fizeram nada de errado. Por que elas conseguem pensar dessa maneira? É isso que significa carecer de racionalidade. Pessoas sem racionalidade não refletirão sobre si mesmas e não se compararão com as palavras de Deus. Elas não se compararão com as palavras de Deus e não têm uma avaliação, apreciação ou conhecimento relativamente precisos de si mesmas, portanto, elas têm a intenção de praticar a verdade? Essa intenção não pode surgir nelas. Elas amarão a verdade? Virão para diante de Deus para buscar a verdade? Não. Acreditam que fizeram tudo o que deveriam fazer, assim como Paulo disse: “Guardei a fé, combati o bom combate”. Depois de meramente fazerem algum esforço, elas tiram essa conclusão sobre si mesmas e, por isso, não buscam a verdade. Pessoas sem racionalidade caracterizam a si mesmas dessa forma e não buscam a verdade, portanto, elas conseguem praticar a verdade? (Não conseguem.) Mesmo que, de vez em quando, sigam alguns regulamentos e façam as coisas por fazer e, por fora, pareça que estão praticando a verdade, na realidade estão seguindo regulamentos, mas ainda acreditam que estão praticando a verdade. Isso não é autoenganação? Por que as pessoas são tão inclinadas a seguir regulamentos? Porque não são boas em buscar a verdade. Se não buscarem a verdade, é impossível entenderem as verdades princípios e qual é a senda de praticar a verdade. Portanto, o que quer que façam, elas apenas seguem alguns regulamentos e fazem as coisas por fazer. Elas seguem regulamentos claramente, mas dizem que praticam a verdade — isso é um fingimento, é uma enganação e é falta de seriedade. Você está meramente seguindo um regulamento. É exatamente igual a Paulo: ele sofreu muito e pagou um grande preço em seu trabalho e em sua pregação, mas meramente fez as coisas por fazer e nunca seguiu o caminho de Deus. Ou seja, em tudo o que fez, ele nunca buscou as intenções de Deus, nunca guardou as palavras Dele no coração, nunca praticou de acordo com elas e simplesmente agiu de acordo com sua própria vontade. Então, ele usou seu sofrimento e despendimento como capital para exigir uma recompensa de Deus: “Concluí a corrida que deveria correr. Dê-me a coroa; dê-me a recompensa!” Alguém lhe perguntou: “Você sabe quem é o Senhor Jesus?” Ele disse: “Ele é Cristo”. Perguntaram-lhe novamente: “Então quem é você?” Ele disse: “Eu também sou cristo”. Sua face verdadeira não foi exposta? Ele teve alguma manifestação real de praticar a verdade? (Não teve.) Pessoas que nunca refletem sobre si mesmas nunca saberão praticar a verdade. Elas não têm consciência de praticar a verdade e nunca a buscarão. Elas não conseguem encontrar a senda de praticá-la, muito menos conseguem entender os detalhes de praticá-la. Portanto, quando tentam escrever um artigo de testemunho sobre a vida experiência, mesmo depois de se esforçarem com todas as suas forças, não conseguem escrever uma linha sequer. Elas querem se exibir desesperadamente e demonstrar desesperadamente o que podem fazer, mas não conseguem; ficam tão ansiosas que começam a suar, ainda assim não conseguem escrever nada. Por que isso acontece? Elas nunca praticaram a verdade e nunca passaram pelo processo de buscá-la e praticá-la. Essas são pessoas com entrada na vida? (Não, não são.) Pessoas sem entrada na vida têm vida? Elas não têm vida. Então, de que elas dependem ao desempenhar seus deveres? (Elas dependem de sua própria vontade e de suas próprias preferências.) É correto dizer que elas dependem de sua própria vontade e de suas próprias preferências, ainda assim se sentem injustiçadas e não aceitam isso. Então podemos dizer desta forma: de que elas dependem ao desempenhar seus deveres? Elas simplesmente dependem de: “Estou disposto a praticar a verdade e satisfazer a Deus; estou disposto a ser leal a Ele; estou disposto a me submeter à verdade; estou disposto a trilhar o caminho de temer a Deus e evitar o mal; estou disposto a me arrepender e admitir meus erros; estou disposto a buscar a verdade e trilhar a senda da salvação”. Elas simplesmente dependem de tais desejos de “estou disposto” enquanto desempenham seus deveres; essa é a base para que desempenhem seu dever de acordo com sua própria vontade. Para elas, essa “disposição” pode substituir tudo e realizar tudo, mas para Deus, a disposição delas não vale um centavo. Por quê? Deus observa seu coração e sabe que você está disposto a praticar e a buscar a verdade. Deus espera por sua prática e sua entrada, mas Ele nunca vê nenhuma ação prática e nenhuma entrada na vida de sua parte. Portanto, tais pessoas não têm vida; isso é certo. Pessoas sem vida têm uma característica muito óbvia: elas sempre tratam Deus com a mesma atitude com que tratariam uma pessoa. Sempre pensam em como competir com Deus e tramar contra Ele, sempre especulam sobre como Deus as vê e sempre O tratam como se estivessem interagindo com outra pessoa ou com um superior. Elas não têm um coração temente a Deus e não têm uma atitude de submissão a Ele. Essa é a característica mais óbvia de uma pessoa sem vida. Em seu coração, elas sempre especulam sobre Deus: “O que estás pensando? O que significa Teu olhar? Qual é o significado por trás do tom e do som de Tua voz? Tu estás me dizendo que devo fazer desta ou daquela maneira?” Elas não buscam as verdades princípios; não têm temor a Deus, apenas suspeita, cautela e contenda. Uma pessoa sem vida nunca pode vir a ter temor de Deus e, por isso, não tem nem mesmo o respeito mais básico pelo Deus encarnado. Talvez você sempre diga “Deus, Deus” quando ora, e isso pode soar muito agradável. Por fora, pode parecer que você respeita muito o Deus encarnado, mas, na realidade, como você não tem entrada na vida e não possui as palavras de Deus como sua vida, quando clama “Deus”, você meramente profere uma palavra. Isso não significa que você conheça a essência de Deus e Sua identidade ou que O trate verdadeiramente como Deus. É apenas uma forma de tratamento, assim como os termos que você usa para se dirigir a seus pais, avós ou qualquer pessoa mais velha. Para você, “Deus” é apenas uma forma de tratamento respeitosa porque, no que lhe diz respeito, Deus não é o objeto de sua adoração, e você não tem um coração temente a Deus. Vocês entendem? (Entendemos.) Somente depois que as palavras de Deus se tornarem a vida de uma pessoa é que um coração temente a Deus surgirá aos poucos dentro dela. O que essa afirmação lhes mostra? Um coração temente a Deus surge porque as palavras Dele se tornaram a vida dentro de uma pessoa; ele não surge da consciência e razão de uma pessoa. Ter consciência e razão não podem produzir um coração temente a Deus. Mesmo que você seja uma boa pessoa, seja uma pessoa que cumpre as regras e uma pessoa sem malícia que se mantém em seu devido lugar, se você não tem nenhum conhecimento de Deus ou nunca teve entrada na vida, então, no máximo, você tem apenas um pouco de respeito, cortesia e educação para com Deus; isso não pode ser chamado de temor. O temor de Deus de uma pessoa surge porque as palavras Dele se tornaram sua vida. Portanto, não pense que uma mera “disposição” pode abranger tudo ou pode substituir tudo. Para Deus, sua disposição não vale nada e tem pouco valor. Algumas pessoas dizem: “Tu não comunicaste que o homem deveria ter uma atitude de submissão a Deus?”. Sua atitude para com Deus e sua intenção subjetiva — o que você está disposto a fazer — são duas coisas diferentes. Ter uma atitude de submissão a Deus é a racionalidade que você deve possuir, ao passo que sua intenção subjetiva e sua disposição são meramente um desejo ou uma determinação sua. A chave é que você deve reconhecer isto claramente: sua disposição pode conduzi-lo à senda da salvação e, é claro, também é um pré-requisito para permitir que você entre na senda da salvação, mas estar disposto a praticar a verdade não significa que você já a praticou, tampouco significa que você já entrou na verdade realidade, muito menos significa que você possui a verdade realidade ou tem entrada na vida. Ou seja, se você apenas permanecer no estágio de estar disposto a praticar a verdade, não se pode dizer que você já tem vida. Então, quando você realmente tem entrada na vida? Quando consegue praticar a verdade, conhece a si mesmo e consegue praticar de acordo com as exigências de Deus — só isso significa realmente ter entrada na vida. Você tem entrada na vida porque, por meio de seu entendimento da verdade, seus pensamentos e opiniões, sua atitude para com Deus e seus caracteres corruptos mudaram em vários graus; sua atitude para com Deus e sua atitude em relação ao desempenho de seu dever foram corrigidas, e você não vive mais segundo seus caracteres corruptos nem segundo pensamentos e opiniões falaciosos; em suas opiniões sobre pessoas e coisas e em sua conduta pessoal e ações, você é capaz de tomar as palavras de Deus como sua base e a verdade como seu critério — só isso é ter vida. Vocês têm vida? Somente quando você possui essas realidades é que você tem vida; sem essas realidades, você não tem vida. Se você não tem vida, que tipo de pessoa você é? É uma besta, é um diabo e é alguém que é de Satanás. Em que as pessoas que são de Satanás confiam ao desempenhar seus deveres? Elas confiam em seus caracteres corruptos e em seu desejo por bênçãos. Qual é o resultado final? Elas agem de forma descontrolada e cometem o mal; são totalmente incapazes de praticar a verdade, incapazes de seguir o caminho de Deus e, mais ainda, incapazes de alcançar a salvação. Esse é o resultado.

Acabamos de comunicar algumas manifestações de pessoas que carecem de entrada na vida. Depois de ouvirem isso, algumas pessoas dizem: “Quer dizer que, mesmo depois de crer em Deus todo esse tempo, ainda não temos entrada na vida e não ganhamos a verdade e a vida. Então, em Teu coração, Tu não gostas de nós e estás muito farto de nós?”. Tais pessoas sempre se preocupam com a forma como Eu as avalio. Isso está certo? (Não, não está.) Por que não está certo? (Deus Se comunica tanto conosco hoje para que possamos reconhecer claramente nosso verdadeiro estado e ver claramente que, até agora, não entramos na senda de buscar a verdade e, no desempenho de nossos deveres, ainda estamos no estágio de labuta. Isso permite que despertemos e nos arrependamos a tempo e permite que encontremos a senda correta para praticar a verdade. Se meramente tentarmos adivinhar como Deus nos avalia e nos considera sem buscar entender as intenções minuciosas de Deus, isso é uma manifestação de não buscar a verdade e, no fim, não ganharemos a verdade.) Independentemente de como Eu o avalio ou da impressão que tenho de você, esse não é um assunto com o qual você deva se importar, e não é o foco de sua preocupação. Não é assim? (É, sim.) Você até quer que Eu goste de você e tenha uma boa impressão de você? Dado o desempenho de vocês, já é muito bom se conseguirem fazer com que Eu não sinta repulsa por vocês. Quanto a se Eu gosto de vocês, de quem tenho uma boa impressão e a quem tenho em alta estima, Eu tenho Meus princípios. Esse não é um assunto com o qual vocês devam se importar, tampouco é algo que vocês devam saber. Além disso, independentemente de Minha atitude para com vocês quando falo ou de quais opiniões tenho sobre qualquer indivíduo, não agirei de cabeça quente nem de acordo com sentimentos, muito menos de acordo com emoção; tratarei vocês de forma imparcial. Mesmo que o desempenho de vocês seja muito ruim, não fiquem negativos e constrangidos. Concentrem-se apenas em cumprir o dever que vocês devem desempenhar de acordo com os princípios exigidos pela casa de Deus. Quanto à senda em que cada um de vocês pode entrar, isso depende das buscas e escolhas de vocês. É claro que, do Meu ponto de vista, espero que cada um de vocês possa buscar e aceitar a verdade e entrar na senda da salvação. Em especial, espero que aqueles de vocês que mourejam e carregam fardos pesados e que desempenham deveres importantes, aqueles com entendimento espiritual que têm um calibre relativamente bom e boa humanidade se tornem pessoas que buscam a verdade, sejam capazes de entrar na senda da salvação o mais rápido possível e sejam capazes de praticar a verdade e ganhar entrada na vida em todas as coisas. No entanto, se vocês não estiverem dispostos a buscar a verdade e trilhar a senda da salvação, Eu não os forçarei; não os obrigarei. Essa é Minha atitude. Quando se trata de cada um de vocês, Eu sei e entendo como é seu calibre e como são suas buscas, e tenho Minhas opiniões sobre elas. Mas não tirarei conclusões sobre vocês agora. A senda que vocês trilham e até onde podem ir depende de suas próprias escolhas. A casa de Deus tem princípios para tratar as pessoas. Se você violar os decretos administrativos, a igreja lidará com você como deve, de acordo com os princípios. Eu não o protegerei; mesmo que Eu o tenha em alta estima, não o protegerei. Mesmo que você tenha feito muito esforço no passado e seja alguém que mourejou, carregou fardos pesados e contribuiu anteriormente para uma certa área do trabalho da casa de Deus, se você violar os decretos administrativos, a igreja lidará com você como deve. As bolhas em seus pés vieram de sua própria caminhada; a senda que você trilha é a que você mesmo escolheu. Essas são as consequências de tomar a senda errada. Lidar com essas questões é simples para Mim. Tenho alguns tratos com alguns indivíduos sobre assuntos gerais. A maneira como eles fazem as coisas é bastante desagradável e detestável, ainda assim consigo tratá-los corretamente. Pare de adivinhar Meus pensamentos. Sou muito avesso a pessoas que ficam lendo nas entrelinhas e observando Minha expressão, que ficam perguntando o que penso e que ficam especulando se gosto delas ou que impressão tenho delas. Sinto muito nojo dessas coisas. Nunca especule sobre Meus pensamentos nem pondere como Eu o vejo e o avalio, que planos tenho para você ou como lidarei com você. Não se preocupe com essas coisas, tampouco despenda esforço ponderando sobre elas. Quanto mais você pondera sobre elas, mais sinto nojo de você. Não importa qual de seus problemas Eu aponte ao comunicar a verdade, não é para descartá-lo completamente, não é para atacá-lo e não é para condená-lo. Em vez disso, é para ajudá-lo a resolver seus problemas para que você possa entender a verdade, ter uma senda de prática e, no fim, ser capaz de entrar na senda da salvação. Portanto, você não deve concentrar sua mente nas palavras que uso ou no tom da Minha voz. Você deve se concentrar no conteúdo daquilo que digo, comparar-se com ele e ver se o que digo aborda o seu problema e se pode resolver seu problema. Se Eu disser algumas palavras a mais para você, se Eu o tiver em alta estima ou o colocar em uma posição importante, não fique arrogante. Às vezes, as palavras que digo a você são muito severas e muito penetrantes, e mesmo que você sinta que estou muito zangado, você não deve ficar negativo. Não faço isso para atacá-lo; estou meramente lidando com o assunto de forma imparcial e avaliando a questão de forma objetiva. Faço isso para tomar a verdade e comunicá-la clara e minuciosamente, não para dificultar as coisas para você pessoalmente. Comunico seu problema porque ele envolve um aspecto da verdade ou um aspecto do estado da humanidade. Precisamos comunicar isso para que todos possam obter discernimento e aprender uma lição por meio do assunto. Não adivinhe Meus pensamentos; se você fizer isso, estará direcionando mal os seus esforços. Vocês entendem? (Entendemos.) Se você ponderar todos os dias o que Eu penso, como o vejo e o avalio, que planos tenho para você e se vou lidar com você ou fazê-lo sofrer — se você sempre pensar nessas coisas, você está errado e está direcionando mal os seus esforços. Se Eu quisesse lidar com você, não precisaria fazer isso pessoalmente; os líderes e obreiros lidariam com você diretamente de acordo com os princípios. A casa de Deus tem regras administrativas, e a igreja seguirá os procedimentos de acordo com os princípios e lidará com o assunto de forma imparcial. Se Eu quisesse lidar com você, instruiria os líderes e obreiros da igreja a comunicarem a verdade e resolverem a questão com base em suas manifestações, e então faria com que eles lidassem com você de acordo com os princípios; isso seria muito fácil. Portanto, você não precisa ler nas entrelinhas nem observar Minha expressão, e também não precisa procurar dicas no que digo, muito menos precisa prestar atenção ao Meu tom de voz. Se você tem crença genuína em Deus, se você crê que Deus escrutina o íntimo do coração do homem e que Ele é a fonte da verdade, do caminho e da vida, então você não deveria ter essas especulações sobre Mim nem deveria Me tratar dessa maneira. Vocês entendem? (Entendemos.) Não gosto que você Me trate com essa mentalidade e dessa maneira. É perfeitamente natural e justificado que Eu entenda sua essência, sua humanidade e seus caracteres corruptos. Mas se você quiser entender o que Eu penso no coração, como o vejo e o que planejo fazer com você, você está errado. Vocês sabem onde erraram? (Tomamos a posição errada.) Isso é tomar a posição errada. Se tomar a posição errada ao interagir Comigo, você estará em grande perigo. De forma alguma você deve trilhar essa senda; se fizer isso, estará em perigo.

Ao crer em Deus, não há necessidade de ler nas entrelinhas e observar a expressão de Deus, tampouco vocês devem ser cautelosos ou desconfiados em relação a Ele. Vocês sabem claramente no coração o que devem fazer e como devem agir? (Tenho um pouco mais de clareza agora. Devemos ser abertos e honestos com Deus e investir esforço nas palavras que Deus expressa e nas verdades que Ele comunica.) Essas palavras são fáceis de dizer, mas são fáceis de colocar em prática? (Não, não são.) Quando exponho e disseco os estados e problemas de algumas pessoas, se Eu falo com brandura, isso entra por um ouvido de algumas pessoas e sai pelo outro; se Eu falo de forma mais forte ou severa, algumas pessoas ficam chateadas e se tornam negativas, dizendo: “Deus está tão zangado ao falar comigo. Ele definitivamente não gosta mais de mim e está insatisfeito comigo, então eu não perdi toda a esperança de salvação? Deus nem me quer mais, então qual é o sentido de viver? É melhor eu morrer!”. Essa é a maneira certa de entender isso? (Não, não é.) Vocês pensariam dessa maneira? (Não.) Algumas pessoas têm casca grossa. Não importa como sejam expostas ou podadas, elas não se importam. Não importa o que você lhes diga, elas não ficam chateadas no coração e pensam: “Tu podes dizer o que quiseres. Se eu não aceitar isso no coração, não há nada que possas fazer. Podes me podar, mas contanto que não me removas nem me expulses, não ficarei negativo nem fraco. Continuarei fazendo as coisas como fazia antes. Simplesmente não praticarei a verdade. Contanto que eu não cometa o mal, o que podes fazer comigo?”. Isso é problemático. Se elas não aceitam nem praticam a verdade, ainda podem alcançar a salvação? (Não, não podem.) Veja bem, é muito difícil lidar com as pessoas. O que as torna difícil lidar com elas? Por um lado, elas têm todos os tipos de pensamentos e opiniões falaciosos; por outro lado, possuem algo fatal — seus caracteres corruptos. Pensamentos e opiniões falaciosos fazem com que você tenha entendimentos, compreensões e atitudes falaciosos quando se trata de certas coisas. Com base nisso, você também expressa seus pensamentos e opiniões falaciosos por meio de seus caracteres corruptos, somando um erro a outro. Não é difícil lidar com isso? (É, sim.) Suas opiniões e atitudes são falaciosas por si mesmas, mas você ainda se apega a elas, ainda tenta se explicar e se justificar e se recusa a aceitar a verdade. Você até usa certas táticas e inventa todos os tipos de razões e desculpas para se exonerar e se esquivar da responsabilidade. Isso não é revelar caracteres corruptos enquanto ainda se apega a suas opiniões falaciosas? (É, sim.) Ter caracteres corruptos já é muito problemático, mas você ainda se apega a pensamentos e opiniões falaciosos. Isso não torna o problema sério? Isso expõe que você é intransigente no coração, avesso à verdade, arrogante e enganoso, e que não deixa brechas em nada do que diz. Isso não é um satanás vivo? (É, sim.) Se você se conduzir dessa maneira, nunca ganhará a verdade e a vida. Se, depois de reconhecer isso, você conseguir largar seus pensamentos e opiniões falaciosos, parar de usá-los para abordar as coisas, reverter sua atitude errada e, de acordo com as palavras de Deus e da maneira que Deus ensina o homem, resolver honesta e sinceramente os problemas que encontrar com um coração temente a Deus, você terá entrada na vida. Uma vez que tenha entrada na vida, uma vez que tenha se rebelado contra seus pensamentos e opiniões falaciosos, os tenha resolvido e largado, e uma vez que tenha se rebelado contra seus caracteres satânicos, os tenha resolvido e largado no processo de praticar a verdade e ganhar entrada na vida, o que é que você viverá e revelará? Coisas que estão alinhadas com as verdades princípios e com as exigências de Deus. O que você vive é, portanto, a vida da verdade que Deus exige. Não é assim? (É, sim.) Qual é a chave para alcançar entrada na vida? (Não basta só ter o desejo e a intenção subjetiva de praticar a verdade; é preciso ter manifestações reais de praticá-la.) Todos sabem e entendem isso como doutrina, mas não é tão fácil colocar isso em prática; é difícil. Até certo ponto, isso está relacionado ao fato de a humanidade de uma pessoa ser boa ou ruim. Pessoas com consciência e razão conseguem aceitar a verdade, portanto, para elas, é menos difícil praticá-la; se fizerem um esforço, conseguem colocá-la em prática. Pessoas sem consciência e razão não amam a verdade, portanto, para elas, é muito difícil praticá-la; elas simplesmente não conseguem fazê-lo. Somente aqueles que conseguem praticar a verdade têm entrada na vida. Ao praticar a verdade regularmente, aos poucos, eles ganham vida. Aqueles que não conseguem praticar a verdade se afastam cada vez mais da entrada na vida e não conseguem ganhar vida, certo? (Certo.) Esse aspecto é uma questão muito simples; é uma questão frequentemente discutida na vida diária das pessoas. Alguns indivíduos podem ter um pouco de entendimento perceptivo na mente, mas ainda carecem de experiência pessoal e compreensão profunda dessa questão. Se solicitados a falar sobre seu entendimento, eles não conseguem explicá-lo com clareza e lucidez. Por meio dessa comunhão, isso ficou claro para vocês agora? (Ficou.) Então resumam: Deus escrutina o íntimo do coração do homem, por que, então, Ele ainda testa o homem? (Porque o homem precisa experienciar de forma prática a obra de Deus, conhecer seus próprios caracteres corruptos e ganhar a verdade como sua vida por meio dos ambientes que Deus estabelece. Esse também é um processo no qual Deus toma a verdade e Suas palavras e as opera no homem. Nesse processo, o homem batalha repetidamente contra seus caracteres corruptos, nega repetidamente seus pensamentos e opiniões errôneos e, aos poucos, se torna capaz de se rebelar contra a carne e praticar as palavras de Deus; no fim, ele consegue praticar a verdade e ganhá-la.) Esse processo foi explicado claramente. Todos vocês entendem? (Entendemos.) Dito dessa forma, a questão parece muito simples. A explicação em palavras pode parecer simples, mas há muitos detalhes envolvidos em colocá-la em prática. É assim que funciona na teoria, conforme estabelecido em palavras. Basicamente, essa questão foi comunicada claramente agora: o fato de Deus testar o homem é um processo pelo qual Deus toma Suas palavras e as opera no homem para que essas palavras se tornem sua vida; é uma maneira de Deus operar e é um processo que o homem deve experienciar a fim de alcançar a salvação. Isso conclui nossa comunhão sobre esse tópico.

Vou contar-lhes como alguém se comportou, e vocês podem ouvir e ver qual era o problema. Naquele inverno, nevou, e Eu disse às pessoas que elas deveriam ir remover a neve. Alguém perguntou se ela deveria ser removida por pessoas ou por uma máquina. Eu disse: “Se a neve estiver muito funda, usem uma máquina; se as pessoas conseguirem removê-la, não usem uma máquina”. Embora Eu não tenha dito qual deveria ser a profundidade da neve para se usar uma máquina ou sob quais circunstâncias as pessoas deveriam removê-la, Eu lhe disse o princípio. Mas ele não conseguia entender de jeito nenhum e simplesmente não sabia como remover a neve. Digam-Me, Minhas palavras não foram fáceis de entender? Se pedissem a vocês que colocassem isso em prática, como vocês fariam? (Primeiro, eu veria qual era a profundidade da neve acumulada e decidiria com base na situação real.) Em alguns lugares, a neve acumulada tinha um metro de profundidade, em outros, tinha apenas cinco polegadas de profundidade. O que você faria? (Se a neve tivesse menos de cinco polegadas de profundidade na maioria dos lugares, as pessoas deveriam removê-la, e uma máquina poderia ser usada para limpar os poucos pontos isolados.) O que vocês acham desse princípio? (É apropriado.) Algumas pessoas não sabem executar nem mesmo algo tão simples quanto isso. O que significa não saber executá-lo? Significa não saber lidar nem mesmo com situações comuns. Quando a neve tinha uma profundidade de uma polegada, ele perguntou: “Deveríamos sair e remover a neve? As pessoas deveriam removê-la ou deveríamos usar uma máquina?” Eu disse: “Você só pode tirar a neve depois que parar de nevar. Se a neve ficar funda demais para que as pessoas a removam, use uma máquina para lidar com isso. Esse é o princípio”. Ele disse que entendeu. Quando a neve alcançou duas polegadas de profundidade, ele veio novamente perguntar se ela deveria ser removida, e Eu repeti o princípio mais uma vez. Quando a neve alcançou sete polegadas de profundidade, ele veio perguntar de novo. Digam-Me, essa pessoa tem algum calibre? (Não, não tem.) Eu expliquei o princípio várias vezes, mas ele não conseguia entendê-lo e perguntava repetidamente o que deveria ser feito. Ele não conseguia entender quando a neve deveria ser removida, sob quais circunstâncias as pessoas deveriam removê-la ou sob quais circunstâncias deveriam usar uma máquina. Quão pobre deve ser o calibre dele? Quanto mais teria que ser dito ao atribuir um trabalho para uma pessoa assim antes que ela conseguisse entender? Uma pessoa assim não consegue ver nada com clareza. Então, qual era o problema com esse seu comportamento? Ele entendia o que Eu dizia? (Ele não entendia; ele seguia regulamentos.) Se estivesse seguindo regulamentos, ele deveria ter se apressado para remover a neve. Independentemente de ele arranjar pessoas para tirá-la ou de mandar tirá-la com uma máquina, ele deveria pelo menos ter se atido a um ou a outro. Mas ele se ateve a algum deles? Ele não foi remover a neve; ele apenas perguntou repetidamente se ela deveria ser removida e se as pessoas deveriam removê-la ou se deveriam usar uma máquina. Por que ele continuou perguntando em vez de fazer alguma coisa? (Na verdade, ele queria usar uma máquina para removê-la, mas não queria tomar a decisão sozinho; ele simplesmente esperava que Deus desse a ordem.) Ele esperava que Eu desse a ordem. Essa atitude dele demonstrou alguma intenção de se submeter? (Não.) Primeiro, vejamos se ele conseguia entender o princípio que expliquei. Ele entendeu o que Eu disse? (Não.) Ele não entendeu. Ele só queria que Eu lhe dissesse diretamente o que deveria fazer, o que não deveria fazer e como deveria fazê-lo. Esses eram os únicos tipos de palavras que ele conseguia entender; ele simplesmente não conseguia entender princípios. Depois de ouvir o princípio, ele ficou completamente perplexo, como se estivesse lendo um livro celestial sem palavras e achasse que tudo era um mistério. Ele não conseguia entender o princípio e não sabia o que fazer, então, quando se tratava de lidar com a neve acumulada, tudo o que ele sabia fazer era continuar perguntando se as pessoas deveriam removê-la ou se deveriam usar uma máquina. Digam-Me, lidar com esse tipo de pessoa não faz com que vocês se sintam desconfortáveis e chateados? (Sim, isso me deixa chateado e muito cansado.) Como é lidar com uma pessoa assim? Descrevam. (É um pouco como falar com as paredes; não importa o que você diga, ela não entende.) Falar com esse tipo de pessoa não é como lidar com uma criança de três a cinco anos de idade? Não é como falar com uma besta? (É, sim.) Digam-Me, é exaustivo lidar com esse tipo de pessoa? Isso deixa vocês com raiva? (Sim, isso me deixa com raiva.) Lidar com esse tipo de pessoa é exasperante e exaustivo. Então, como se deveria lidar com esse tipo de pessoa? Basta mandá-la embora de uma vez e acabar logo com isso. Usem quem consegue entender esse princípio e, depois de ouvi-lo, consegue praticar e realizar a tarefa de acordo com esse princípio e resolver o assunto. Dizer qualquer coisa a alguém que não consegue entender o princípio é inútil. Não importa como você explique, ele ainda não entenderá e o incomodará com perguntas intermináveis, como um tolo. Ele até acha que fazer perguntas dessa forma é muito razoável e pensa: “Veja, não estou fazendo esse trabalho de uma forma muito específica e muito meticulosa? Quando a neve estava com uma polegada de profundidade, apressei-me a perguntar se ela deveria ser removida, e quando alcançou duas polegadas, não ousei demorar e me apressei a perguntar de novo. Veja, eu não ajo de forma imprudente. Não tenho submissão e lealdade? Não estou sendo responsável? Faço perguntas prontamente e dou um retorno em tempo hábil, sem atrasar nada nem um pouco!”. Ele não fica bastante impressionado consigo mesmo? (Fica.) Se você o mandar embora, o que ele pensará? Ele até se sentirá injustiçado e pensará: “Eu me preocupei tanto e corri tanto por causa desse assunto! Tem sido fácil para mim? Como eu pude ser mandado embora no fim?”. Ele aceitaria isso no coração? (Não.) O calibre desse tipo de pessoa é pobre demais. Sem falar que as verdades princípios estão fora do alcance dela; até os princípios para realizar uma tarefa comum são incompreensíveis e estão fora do alcance dela. Ela não possui o QI de uma pessoa normal, portanto, como a verdade poderia estar ao seu alcance? Mandá-la embora está, na verdade, de acordo com os princípios, no entanto, ela não entende isso e até se sente injustiçada e fica magoada. Esse tipo de pessoa não consegue compreender os princípios nem mesmo em questões menores, então as questões maiores, questões que envolvem a verdade, estão ao seu alcance? (Não estão.) Estão menos ainda. Portanto, para algumas pessoas que não conseguem entender a verdade, as verdades princípios estão fora de seu alcance. Tais pessoas conseguem colocar a verdade em prática? (Não conseguem.) Algumas pessoas dizem: “De acordo com o que dizes, já que esse tipo de pessoa não consegue colocar a verdade em prática, isso não significa que ela não pode alcançar a salvação?”. É assim? O que você deveria fazer se as verdades princípios estiverem fora de seu alcance? Há uma maneira simples que permitirá que você desempenhe seu dever até o fim. Se as verdades princípios estiverem fora de seu alcance, siga um regulamento: ao desempenhar seu dever, você deve ter um coração verdadeiro e sincero, confiar em sua consciência e razão para fazer o que puder da melhor maneira possível e, de forma alguma, deve fazer joguinhos mentais. Dado que seu calibre já é muito pobre e você não tem a capacidade de entender a verdade, se, ao desempenhar seu dever, você não tiver um coração verdadeiro e ainda fizer joguinhos mentais, isso não é uma natureza diabólica? Uma pessoa assim está perdida. Então, o que significa ter um coração verdadeiro ao desempenhar seu dever? Significa fazer o máximo de que você é capaz. Tomemos como exemplo remover a neve. De acordo com o princípio dado, as pessoas deveriam removê-la se puderem e usar uma máquina se não puderem. Se você vir que caiu uma polegada de neve e não souber se ela deveria ser tirada à mão ou com uma máquina, você poderá começar a removê-la primeiro pessoalmente e usar uma máquina apenas se realmente não conseguir dar conta disso à mão. Embora não saiba se fazer isso é certo, você o faz com todas as suas forças, sem ser dissimulado nem fazer corpo mole. Mesmo que o esforço que você fez se mostre inútil, no mínimo, seu coração é sincero diante de Deus. Quando Deus vir que você tem um coração sincero e que não foi dissimulado nem fez corpo mole e não fez joguinhos mentais com Ele, Deus aceitará seu bom comportamento. Mas se você for dissimulado, fizer corpo mole e fizer joguinhos mentais com Deus, Ele o detestará e, se você não se arrepender, Ele o condenará e o eliminará. Quais são algumas manifestações de fazer joguinhos mentais com Deus? Você pensa consigo mesmo: “Não entendo o princípio que acabou de ser dado. Caiu uma polegada de neve, então ela deveria ser removida à mão ou se deveria usar uma máquina? Se não deveria ser removida à mão e eu fizer exatamente isso, isso não significará fazer um esforço extra? Se eu usar uma máquina, então, e se a neve não for funda e devesse ser removida à mão, mas eu usar uma máquina — eu não seria repreendido por usar a máquina de forma imprudente e desperdiçar combustível? Definitivamente não posso agir de forma imprudente. Se eu o fizer, não apenas todo o meu esforço poderá ser desperdiçado, mas também serei repreendido. Posso até ser podado e obrigado a compensar as perdas. Devo obter uma resposta clara antes de agir”. Você tem esse tipo de maquinação em mente. Como isso se chama? (Enganação.) Isso é fazer joguinhos mentais. Quando essa pessoa fez joguinhos mentais dessa forma, por fora, ela pode ter parecido submissa e ter fingido que estava buscando e não agindo de forma imprudente, mas, na verdade, tinha segundas intenções. As pessoas não conseguiam perceber, mas Deus já tinha visto há muito tempo que essa pessoa tinha malícia. Ela não queria trabalhar, por isso sempre encontrava desculpas para fazer perguntas. Ela usou uma forma de bom comportamento como disfarce para ocultar sua própria intenção. Quando alguém faz joguinhos mentais e se envolve em enganação dessa forma, isso constitui uma transgressão aos olhos de Deus. Vocês entendem? (Sim, entendemos.) Então, você tem clareza agora sobre como deveria praticar? Embora você não entenda as verdades princípios, você não deveria fazer joguinhos mentais com Deus. Você deveria dizer: “Meu pensamento é confuso, meu calibre é pobre e as verdades princípios estão fora do meu alcance. Então, farei algo prático: farei um pouco mais de esforço e eu mesmo farei um pouco mais. Quando estiver cansado, descansarei um pouco e depois continuarei trabalhando”. Mesmo que alguém acabe reclamando que o esforço que você fez foi desnecessário e em vão, Deus verá que seu coração é verdadeiro e é honesto. Deus o reconhecerá, e você não terá cometido uma transgressão. Isso é fácil de alcançar? (É, sim.) Esse é o princípio de prática mais simples. Embora seja simples, a preocupação é que você não consiga fazê-lo. Aqueles que entendem a verdade têm maneiras de resolver o que quer que encontrem e têm princípios para tratar cada tipo de pessoa: ao tratar as pessoas tolas, eles têm princípios para tratar tais pessoas, e ao tratar as pessoas malignas, têm princípios para tratar tais pessoas. Se você entende a verdade, mas não a pratica e, em vez disso, faz joguinhos mentais, isso constitui uma transgressão. Se você tem um coração verdadeiro e, uma vez que entende um princípio, consegue colocá-lo em prática adequadamente, sem cometer uma transgressão diante de Deus, então o que você faz será aceito por Deus. Qual é o ponto-chave aqui? (Não fazer joguinhos mentais e primeiro praticar de acordo com o que conseguimos entender.) Não faça joguinhos mentais; tenha um coração verdadeiro em relação a Deus. Tenha um coração verdadeiro em relação ao trabalho, às tarefas e à missão que Deus lhe dá. Pratique o quanto você entender. Mesmo que não entenda, você ainda pode se ater ao significado básico das palavras de Deus; mesmo que esteja seguindo regulamentos, ainda assim tem de se ater a ele. Certo? (Certo.) Qual é o princípio aqui? Qual é o padrão exigido por Deus para o homem? As exigências de Deus ao homem não são altas; isto é, você precisa ter um coração verdadeiro. Embora Deus sinta repulsa e não goste de pessoas que não entendam os princípios e que tenham calibre pobre, se você tiver um coração verdadeiro, Deus ainda o aceitará e o tratará de forma justa. Se você não tiver um coração verdadeiro e sempre fizer joguinhos mentais com Deus, então, não importa quão bom seja o seu calibre ou quão alta seja a sua compreensão, Deus o detestará da mesma forma e registrará as transgressões que você cometer. Vocês entendem? (Sim, entendemos.) Todas essas são coisas comumente encontradas na vida diária. Agora vocês deveriam ter uma senda para ver tais coisas, não deveriam? (Sim.) Concluiremos nossa comunhão sobre esse aspecto aqui.

Anteriormente, comunicamos bastante as noções e imaginações a respeito do Deus encarnado. Também comunicamos extensivamente como largar e como resolver as noções e imaginações a respeito do Deus encarnado. Com base nesse conteúdo, concluiremos comunicando como alcançar um entendimento tácito com Deus. É claro que, no estágio atual, isso se refere a ter um entendimento tácito com o Deus encarnado. É fácil alcançar um entendimento tácito com Deus? (Não, não é fácil.) Dentro do escopo do que vocês conseguem entender, o que se deve possuir, no mínimo, para alcançar um entendimento tácito com Deus? O que a pessoa deve possuir em termos de calibre, humanidade, busca, senda que trilha e assim por diante, a fim de alcançar um entendimento tácito com Deus? (Em termos de calibre, deve-se possuir habilidade de compreensão; em termos de humanidade, deve-se possuir pelo menos consciência e razão; também se deve ser capaz de entender algumas verdades. Só então é possível alcançar um entendimento tácito com Deus.) (Para alcançar um entendimento tácito com Deus, primeiro, deve-se ter um coração verdadeiro e ser sincero com Deus. Em outro aspecto, deve-se ter calibre e entender as intenções de Deus e Suas exigências ao homem. Outro aspecto é que as opiniões da pessoa sobre as coisas e as perspectivas por trás de sua busca devem se tornar compatíveis com as de Deus. Só assim será fácil alcançar um entendimento tácito com Deus.) Há mais alguma coisa? (Consigo pensar em um aspecto: como Deus é muito sincero quando fala com as pessoas, se as pessoas desejam ter um entendimento tácito com Deus, elas também devem ter uma atitude sincera.) Esse também é um aspecto; no mínimo, é um ponto de vista. Como alcançar um entendimento tácito com Deus é um tópico muito amplo. É também um tópico muito profundo. Comunicar-lhes esse conteúdo é como ensinar matérias universitárias a crianças do jardim de infância. A julgar pelo entendimento que vocês acabaram de compartilhar, muitos de vocês não têm a menor ideia sobre esse aspecto. Isso confirma ainda mais o quanto vocês estão aquém: vocês não entendem esse aspecto da verdade, nunca refletiram sobre esse tópico, e esse tópico está fora de seu alcance. Como alcançar um entendimento tácito com Deus é o tópico final a respeito de largar as noções e imaginações sobre o Deus encarnado. Esse é um tópico muito importante. É uma meta que se pode alcançar no fim ao seguir o Deus encarnado e é também uma expressão da vida essência que se pode viver quando se crê em Deus e se ganha a verdade como vida. Largar as noções e imaginações sobre o Deus encarnado não é meramente uma questão de não ter noções sobre Deus. Esse aspecto da verdade envolve muitas noções e imaginações sobre o Deus encarnado e envolve também as várias atitudes das pessoas em relação ao Deus encarnado, seus vários entendimentos Dele e suas várias maneiras de praticar na forma de lidar com Ele. O melhor resultado que pode ser alcançado no fim ao praticar esse aspecto de largar as noções e imaginações sobre o Deus encarnado é que as pessoas tenham um entendimento tácito com o Deus encarnado. Esse “ter um entendimento tácito” é uma maneira humana de falar; em palavras que usamos com frequência, significa estar de acordo com Deus e ser compatível com Ele. Mas, dada a estatura, dados os atributos e dada a essência do homem, e a julgar por todos os aspectos de seu histórico e de suas condições, é, de fato, totalmente impossível que o homem alcance o ponto de estar de acordo com Deus ou de ser compatível com Ele. Usar a expressão “ser compatível com Deus” seria, portanto, um tanto irrealista e um tanto vazio e não objetivo. Então, Eu refleti cuidadosamente sobre isso e achei o termo “entendimento tácito” mais objetivo e mais apropriado, e ele pode ser considerado relativamente adequado. Não é assim? (É, sim.) Largar as noções e imaginações sobre o Deus encarnado, em última análise, não exige que você se torne compatível com Deus. Como a vida do homem e a de Deus diferem em essência e por causa dos problemas do homem em todos os aspectos, é impossível que o homem se torne compatível com Deus. Apenas se exige uma coisa: deve-se alcançar um entendimento tácito com Deus. O que significa esse entendimento tácito? Significa que, sempre que algo surge, você consegue ficar do lado de Deus, compartilhar os mesmos pensamentos e opiniões e usar os mesmos padrões que estão alinhados com as verdades princípios para ver, entender e lidar com qualquer pessoa, evento ou coisa. Isso é o que se chama entendimento tácito. Em termos simples, entendimento tácito significa saber o que o outro está pensando sem que nenhum dos dois fale e ter a mesma opinião sobre a mesma coisa, sem nenhuma necessidade de se comunicar com palavras. Qual é outra maneira de descrever um entendimento tácito? (Estar em sintonia.) Certo, estar em sintonia. Mesmo que os dois não vivam na mesma região ou no mesmo espaço, por terem os mesmos pensamentos e opiniões, a mesma postura e perspectiva e a mesma atitude em relação a tudo, sem precisarem se comunicar e sem precisarem trocar nenhuma palavra, eles conseguem chegar aos mesmos métodos e sendas para lidar com qualquer problema, como também conseguem passar a ter as mesmas metas e propósitos ao lidar com ele. Isso é o que se chama entendimento tácito; é como o que as pessoas chamam de estar em sintonia. Se alguém consegue estar em sintonia com Deus, isso se chama entendimento tácito. O que se deve possuir para alcançar um entendimento tácito com Deus — ou, no mínimo, com o Deus encarnado? Vocês acabaram de dizer algumas coisas. Alguns de vocês falaram com mais precisão, enquanto outros não acertaram muito bem. Aqueles que falaram com precisão têm esperança de alcançar um entendimento tácito com Deus.

Quais condições se deve possuir para alcançar um entendimento tácito com Deus? Primeiro, deve-se possuir crença genuína. Isso é importante? (É, sim.) Especificamente, crença genuína significa ter fé genuína em Deus. Isto é, você reconhece que Ele é o Criador, você crê que Ele pode ter soberania sobre todas as coisas e entende qual é a atitude Dele em relação à humanidade e em relação a todos os eventos e coisas. Você tem algum senso e conhecimento no coração do que Ele diz e faz, de Sua essência, Sua identidade, Sua onipotência, Seu poder, Sua autoridade e assim por diante. Isso é crença genuína. Essa crença genuína se refere à fé. No entanto, essa fé não é apenas uma questão de reconhecer verbalmente que o Deus encarnado é o Criador e que Ele é Deus; não é meramente reconhecer e admitir Sua identidade, Seu status e Sua essência. Em vez disso, significa ter um entendimento e conhecimento básicos ou profundos de Sua identidade, Seu status e Sua essência. Isso é crença genuína. Somente depois de ter um entendimento, conhecimento e experiência genuínos e básicos é que você pode ter fé genuína no Criador. Essa é uma condição que se deve possuir para alcançar um entendimento tácito com Deus. Em outro aspecto, deve-se ter um coração verdadeiro. Ter um coração verdadeiro significa que seu coração em relação a Deus é genuíno. Você não crê em Deus nem O segue de forma confusa, tampouco está apenas brincando. Sua crença em Deus e sua forma de segui-Lo não se comparam à maneira como você trataria uma pessoa comum; também não é uma crença religiosa, não é um ritual, não é um ato de prestar homenagem, muito menos é um ato de veneração. Em vez disso, você tem um coração verdadeiro. Ter um coração verdadeiro significa que, no mínimo, você deve ser capaz de oferecer a Deus tudo o que tem; deve pelo menos estar preparado para fazer isso. Se Deus lhe disser que deve morrer, você reflete sobre isso: “Deus me disse que devo morrer, então irei e morrerei. Embora não esteja disposto no coração, ainda assim devo me oferecer a Deus”. Você deve ter esse tipo de coração verdadeiro. Além disso, não importa o que Deus exija de você, o que Ele peça que você ofereça ou o que Ele o instrua a fazer, você consegue se submeter a Ele e não barganhar com Ele; sua atitude em relação a Deus é séria e sincera. Mesmo que você tenha caracteres corruptos e mesmo que ainda tenha muitas noções e imaginações sobre Deus, no mínimo, esse seu coração é verdadeiro, e você é sincero em relação a Ele. Ter um coração verdadeiro em relação a Deus é a segunda condição que se deve possuir para alcançar um entendimento tácito com Deus.

Se alguém quiser alcançar um entendimento tácito com o Deus encarnado, depois de possuir as duas condições de crença genuína e um coração verdadeiro, a terceira condição que ele deve possuir é consideração. A palavra “consideração” é um pouco abstrata; o que significa mostrar consideração? Significa que o que Deus quer dizer e o que Deus quer fazer, aquilo que deixa Deus ansioso e preocupado e aquilo com que Deus Se alegra conseguem mexer com seu coração e afetar seu humor e suas emoções. Você consegue pensar no que Deus pensa e se preocupar com aquilo com que Deus Se preocupa; isso se chama mostrar consideração. Mostrar consideração significa que, quando você vê o significado do que Deus diz e cada movimento Seu, você consegue entender o coração Dele e cooperar positiva e proativamente com Ele, fazer tudo o que pode e cumprir o dever que deveria cumprir, satisfazendo e confortando o coração de Deus. Isso é mostrar consideração. Além disso, com relação às exigências de Deus, você consegue aceitá-las e se submeter a elas, satisfazendo-O assim; você tem o desejo de seguir a vontade Dele e consegue cooperar proativamente. Isso se chama mostrar consideração. Por exemplo, quando você lê as palavras de Deus: “Quem pode apascentar Minhas ovelhas? Quem é o Meu Pedro? Quem é aquele que segue a Minha vontade?”, essas palavras de Deus o tocam. Depois de ouvir essas palavras de Deus, você consegue sentir a ansiedade e a tristeza Dele; seu coração se comove, e você guarda as palavras de Deus no coração e as pondera. Sempre que vê essas palavras de Deus, você se comove; essas palavras de Deus ocupam um lugar em seu coração, e você tem o desejo de satisfazer a Deus, de satisfazer as intenções Dele e Lhe trazer conforto. Isso é mostrar consideração? (É, sim.) Por exemplo, Deus diz: “Quero ganhar um grupo de pessoas na terra que esteja de acordo com Minhas intenções”. Você pondera no coração: “Deus quer ganhar um grupo de pessoas na terra que esteja de acordo com as intenções Dele. Como Deus faz isso? Por quais meios isso será realizado? Como eu deveria cooperar para satisfazer a Deus?”. Isso se chama mostrar consideração. Você deve ter clareza no coração sobre como deveria experienciar a obra de Deus para se tornar uma pessoa que está de acordo com as intenções Dele e como deveria buscar e praticar a verdade a fim de ser aperfeiçoado por Deus e passar a estar de acordo com as intenções Dele. Se você tiver tais pensamentos, estará disposto a cooperar proativamente com Ele. Isso se chama mostrar consideração. É uma atitude e é também uma escolha na forma como alguém se conduz. Isso é consideração. É exatamente como as pessoas honram seus pais — quando seus pais têm dificuldades, elas estão dispostas a ajudar; quando veem que seus pais estão com a saúde debilitada, elas se preocupam no coração e tentam todos os meios possíveis para conseguir tratamento médico e cuidados de saúde para os pais, para que os pais possam recuperar a saúde o mais rápido possível e a doença e a dor deles possam ser aliviadas. Essa é uma manifestação de honrar os pais. Ou seja, se você não tem conhecimento das dificuldades, da doença e da dor de seus pais, isso é uma coisa; uma vez que você tenha conhecimento delas, você se preocupa particularmente e dá atenção especial e faz de tudo para reduzir o sofrimento de seus pais. Isso se chama mostrar consideração. E quanto à forma como você trata a Deus? As exigências de Deus ao homem não são altas. Os filhos conseguem mostrar consideração pelos pais, então o homem também consegue mostrar consideração por Deus. Vocês entendem esse aspecto de mostrar consideração por Deus agora? (Entendemos.)

Se alguém quer alcançar um entendimento tácito com o Deus encarnado, a quarta condição que deve possuir é que ele deve entender as intenções de Deus. Se você quer mostrar consideração pelo coração de Deus, quer satisfazê-Lo, quer que os desejos Dele sejam cumpridos e que Ele receba conforto, então você deve ponderar: “Quais são as intenções de Deus? O que Deus quer fazer? O que Deus quer? O que deixa Deus ansioso? Com o que Ele Se preocupa? O que O deixa triste? Com o que Ele sofre? Pelo que Deus paga um preço? Qual é o padrão exigido por Deus? Quais são as exigências de Deus? O que Deus expressou? O que Deus disse à humanidade?”. Se você quiser mostrar consideração pelas intenções de Deus, você deve entender quais são as intenções Dele. Para entender as intenções Dele, você deve buscar e ponderar frequentemente nas várias coisas que encontrar. Independentemente de você ser um líder ou obreiro, um supervisor de um item de trabalho ou um crente comum, você deve buscar quais são as intenções de Deus e qual é o padrão que Ele exige nas várias pessoas, eventos e coisas que encontrar. Você deve contemplá-los incansavelmente e buscá-los e ponderá-los sem se restringir a nenhuma forma. No fim, uma vez que entender as intenções de Deus e o padrão exigido por Ele, será fácil você alcançar um entendimento tácito com Deus e você possuirá as condições básicas. Então, digam-Me, quais condições básicas se deveria possuir para alcançar um entendimento tácito com Deus? (Uma pessoa deveria possuir condições em quatro áreas: em primeiro lugar, uma crença genuína em Deus; em segundo lugar, um coração verdadeiro em relação a Deus; em terceiro lugar, consideração por Deus; e, em quarto lugar, um entendimento das intenções de Deus.) Vocês se lembram delas? São essas quatro? (Sim.) Nenhuma dessas quatro condições pode faltar; uma vez que atender a essas quatro condições, você poderá ter um entendimento tácito com Deus. Cada uma parece muito simples, mas alcançá-las realmente não é fácil. Então, quais dessas quatro condições vocês possuem? (A rigor, ainda não alcançamos nenhuma delas.) A rigor, vocês não possuem nenhuma delas. Se não formos tão rigorosos, a maioria das pessoas tem um pouco de um coração verdadeiro em relação a Deus. É apropriado dizer isso? (É apropriado.) Quanto às outras três condições — crença genuína, consideração por Deus e um entendimento das intenções de Deus — as pessoas não as possuem nem um pouco, certo? (Certo.) Quer você as possua ou não, você deve se esforçar em direção a esses aspectos e se aproximar o máximo que puder. Se você tiver feito tudo que puder, então, não importa qual nível você consiga alcançar no fim, no mínimo você terá a consciência limpa e não terá decepcionado a si mesmo. Mas se você não se esforçar para melhorar e, no fim, ficar com arrependimentos, você só poderá lamentar amargamente e culpar a si mesmo. Independentemente de você conseguir ou não estar à altura dessas quatro condições, e não importa qual nível você consiga alcançar, no mínimo você deve se esforçar para melhorar. Isso ocorre porque agora o padrão foi reduzido, e um passo atrás já foi dado. Não se exige que você seja compatível com Deus. O padrão de ser compatível com Deus é muito alto, e você não consegue estar à altura dele. Agora só se exige que você alcance um entendimento tácito com Deus. Você deveria fazer de tudo para se esforçar para melhorar em direção a isso — não desista — e, no fim, passar a ter crença genuína em Deus, ter um coração verdadeiro em relação a Deus, ter consideração por Deus e ser capaz de entender as intenções de Deus. O processo de alcançar essas quatro condições é também o processo de alcançar um entendimento tácito com Deus. É claro que, uma vez que você alcance totalmente essas quatro condições, você terá um entendimento tácito completo com Deus.

Terminamos de comunicar essas quatro condições que se deve possuir para alcançar um entendimento tácito com Deus. Como de costume, não deveríamos dar alguns exemplos? É o que vocês mais gostam de ouvir e é também um caminho e um método necessários pelos quais vocês passam a entender as várias verdades. Dar alguns exemplos positivos e negativos permitirá que vocês entendam a verdade sobre ter um entendimento tácito com Deus e os princípios de prática a esse respeito. Na opinião de vocês, entre as pessoas próximas de vocês ou as pessoas que vocês conhecem, há alguém que já alcançou essas quatro condições — isto é, que já alcançou um entendimento tácito com Deus? No mínimo, aos olhos de vocês, essa pessoa tem um entendimento tácito com Deus, consegue assumir um fardo pesado e completar a missão dada por Deus. Deem alguns exemplos. Quem é tal pessoa? (O homem usado pelo Espírito Santo.) Além do homem usado pelo Espírito Santo, vocês podem dar mais alguns exemplos de pessoas que têm um entendimento tácito com Deus? Vejamos o que pessoas desse tipo têm em comum. Por meio de alguns exemplos delas, que todos vejam quais características pessoas desse tipo têm: suas palavras, ações e conduta, seus pensamentos e opiniões em como agem e lidam com as questões, suas atitudes em relação Deus e à verdade, suas atitudes em relação a suas próprias missões e deveres — as manifestações e as características comuns que têm nesses aspectos. Além do homem usado pelo Espírito Santo, existem pessoas assim? (Não.) Então, comuniquemos como o homem usado pelo Espírito Santo alcançou um entendimento tácito com Deus ou, em outras palavras, quais coisas o homem usado pelo Espírito Santo fez que são manifestações de um entendimento tácito com Deus. Algumas pessoas podem saber essas coisas, outras não. Quer vocês as saibam ou não, de qualquer forma, vocês devem tentar ganhar entendimento e fazer comparações com base no tópico comunicado hoje.

Para comunicar as manifestações do entendimento tácito que o homem usado pelo Espírito Santo tem com Deus, devemos começar com as declarações e palavras do Espírito Santo às igrejas. A primeira declaração do Espírito Santo às igrejas marcou o ponto a partir do qual Deus começou formalmente a falar palavras e a fazer declarações à humanidade na identidade do Próprio Deus, iniciando Seu terceiro estágio de obra — a obra da Era do Reino, a saber, a obra de falar a toda a humanidade para realizar castigo e julgamento. A partir da primeira declaração do Espírito Santo, o homem usado pelo Espírito Santo as leu, mas ele não as leu apenas para si mesmo e depois as distribuiu na igreja. Ele pensou consigo mesmo: “Essas palavras não são comuns nem usuais; elas parecem vir do Espírito Santo. Já que vêm do Espírito Santo, todos os irmãos na igreja têm o direito de vê-las. Esta é a declaração de Deus, e esta notícia maravilhosa deve ser levada ao conhecimento de todos”. Então, para que todos na igreja soubessem dessa notícia e vissem as palavras e declarações do Espírito Santo, o que deveria ser feito? As pessoas comuns realmente não tinham esse fardo nem sabiam fazer isso. Então o homem usado pelo Espírito Santo começou a fazer isso; isto é, ele tomou as palavras do Espírito Santo e as espalhou dentro da igreja para que mais membros do povo escolhido de Deus pudessem ler as palavras de Deus. Naquela época, devido a uma limitação — a impossibilidade de imprimir abertamente livros sobre a crença em Deus no ambiente da China continental, onde a crença era perseguida — o homem usado pelo Espírito Santo organizou os jovens da igreja que escreviam de forma legível e eram conscienciosos ao fazer as coisas para copiar e fazer cópias em papel-carbono das palavras do Espírito Santo. Depois de copiadas, as cópias foram enviadas para cada região e distrito; então os distritos as enviaram às igrejas em vários lugares, e as igrejas então as enviaram aos indivíduos. No mínimo, cada igreja tinha que ter pelo menos uma cópia manuscrita das palavras do Espírito Santo às igrejas. Sempre que uma das últimas declarações de Deus era expressa, o homem usado pelo Espírito Santo providenciava que as pessoas fizessem cópias em papel-carbono dela. Quando as palavras que haviam sido expressas atingiram certa quantidade, ele organizou as pessoas para imprimi-las como livros. Em um lugar como a China, que resiste tão freneticamente a Deus, até crer em Deus envolvia riscos, quanto mais imprimir livros sobre a crença em Deus. Uma vez preso, a pena de morte era certa. Portanto, comprar maquinário e equipamento de impressão naquela época também envolvia riscos. Mesmo sob essas circunstâncias, o homem usado pelo Espírito Santo organizou as pessoas para fazerem bem esse trabalho, fazendo com que elas comprassem alguns maquinários e equipamentos e organizando as pessoas para digitar e aprender a diagramar e para que os irmãos se encarregassem de imprimir e encadernar as palavras de Deus em livros. Desde a digitação, diagramação, revisão e impressão até a encadernação e, em seguida, a distribuição dos livros às igrejas em vários lugares — o homem usado pelo Espírito Santo organizou as pessoas para fazerem todo esse trabalho. Digam-Me, se o homem usado pelo Espírito Santo não tivesse organizado isso, quem teria tomado a frente para fazer esse trabalho? (Ninguém o teria feito.) Ao fazer esse trabalho, por um lado, a segurança tinha que ser garantida; por outro, as pessoas selecionadas para cada fase do trabalho tinham que ser adequadas. Por meio desse processo, esses livros foram, por fim, enviados um após o outro às igrejas em vários lugares. Embora a qualidade de impressão dos livros naquela época fosse muito pior do que é agora, a julgar pelo ambiente da época, pelas condições financeiras da igreja e pelas condições das pessoas em todos os aspectos, conseguir uma cópia por pessoa de “As palavras do Espírito Santo para as igrejas” e “Seguir o Cordeiro e cantar cânticos novos” já era muito bom e muito difícil. Se ninguém tivesse organizado isso e não houvesse uma pessoa correta para fazer esse trabalho, então, não importa quantas palavras houvesse do Espírito Santo para as igrejas, elas não poderiam ter sido enviadas às igrejas a tempo e poderiam nem ter chegado aos irmãos e alcançado uma cópia por pessoa. Desde a época em que Deus começou a expressar Sua primeira declaração até agora, o homem usado pelo Espírito Santo tem persistido em fazer esse trabalho. O trabalho de impressão de livros tem uma longa história e, depois que se alcançou uma cópia por pessoa, pôde-se considerar que o trabalho de impressão alcançou resultados.

Além de providenciar que as pessoas imprimissem “As palavras do Espírito Santo para as igrejas” e as distribuíssem em tempo hábil, outro item de trabalho que o homem usado pelo Espírito Santo fez foi estabelecer igrejas em vários lugares. Naquela época, todas as igrejas em vários lugares eram compostas por pessoas que tinham acabado de aceitar este estágio de obra. Muitas igrejas não tinham líderes nem obreiros adequados. As igrejas estavam caóticas internamente, as estruturas administrativas estavam caóticas e as questões referentes ao pessoal também estavam caóticas — isto é, todos os aspectos estavam caóticos. Então o homem usado pelo Espírito Santo começou a retificar as coisas, estabelecendo estruturas administrativas e cultivando líderes e obreiros. Então, passo a passo, ele encontrou todos aqueles que tinham algum zelo, podiam se despender, ser cultivados e renunciar à família, e fez com que fizessem o trabalho da igreja. Naquela época, as pessoas em alguns lugares se casavam cedo. Aos dezesseis, ou dezessete, ou dezoito, ou dezenove anos de idade, elas pensavam em se casar, ter filhos e gerar descendentes. Os irmãos na igreja não eram exceção e também eram influenciados por esses costumes locais. Muitos irmãos que eram zelosos em sua crença em Deus também tinham alcançado essa idade. Se a igreja não os tivesse promovido e cultivado, regado frequentemente, colocado fardos sobre eles e feito com que fizessem o trabalho em vários lugares, essas pessoas poderiam ter se casado e já poderiam ser avós ou avôs a essa altura. Naquela época, podia-se considerar que alguns desses jovens tinham ganhado um favor especial. Algumas igrejas não conseguiam encontrar pessoas de calibre bom entre as pessoas mais velhas para servir como líderes e obreiros. Algumas pessoas de calibre ainda melhor não conseguiam renunciar à família, enquanto outras tinham calibre baixo, eram simplesmente incapazes de fazer trabalho real e só tinham algum zelo e estavam dispostas a correr de um lado para o outro e se despender. O que, então, deveria ser feito? O homem usado pelo Espírito Santo cultivou alguns jovens de calibre bom e os promoveu para viajar entre as igrejas em vários lugares e fazer o trabalho, porque eles podiam renunciar à família e eram relativamente livres. Depois que essas pessoas foram cultivadas, pelo menos a vida da igreja nas igrejas em vários lugares pôde ser garantida. Junto com as palavras do Espírito Santo para as igrejas, a vida de igreja e o trabalho nas igrejas em vários lugares se tornaram um pouco mais normais. Alguns desses jovens têm agora cerca de cinquenta anos de idade. Tendo seguido a Deus até o presente, pode-se dizer que eles experienciaram muita coisa. Talvez o que faça com que se sintam mais afortunados seja o fato de não terem perdido a oportunidade de serem promovidos e cultivados pela casa de Deus naquela época nem terem, como os não crentes, começado a discutir sobre casamento quando chegaram àquela idade e não terem subido ao altar. Embora permaneçam solteiros hoje, eles ganharam muita coisa e entenderam muitas verdades. Estabelecer igrejas em vários lugares e cultivar líderes e obreiros era um aspecto do trabalho. Outro aspecto era que a vida de igreja não era apenas uma questão de ser capaz de ler as palavras de Deus e ter a obra do Espírito Santo. A vida de igreja exigia muito conteúdo. Ao crer em Deus, além de ler as palavras de Deus, as pessoas também precisavam comunicar a verdade e falar sobre suas experiências. Elas também tinham algumas necessidades em termos de formas de entretenimento, como cantar hinos e dançar. Portanto, o homem usado pelo Espírito Santo estabeleceu uma equipe de hinos, organizou algumas pessoas para escrever hinos experienciais, como também escreveu hinos pessoalmente. O propósito era dar aos irmãos canções para cantar e enriquecer a vida de igreja. Depois que os hinos foram escritos, como eles poderiam ser distribuídos uniformemente às igrejas para que todos os e irmãs pudessem aprender a cantá-los? O homem usado pelo Espírito Santo organizou pessoas para cantar os hinos e encontrou pessoas para gravá-los. Na época, todos os cantores e músicos eram amadores. Eles não tinham passado por treinamento profissional e começaram a praticar sem muito conhecimento musical. Quando as canções foram gravadas, não havia um bom equipamento de gravação, tampouco havia instrumentos de ponta para o acompanhamento musical. Um erhu era considerado um instrumento relativamente prático, e ter um podia ser contado como ter acompanhamento. Alguns indivíduos também sabiam tocar um pouco de acordeão ou teclado eletrônico. Em suma, todos eles eram amadores, mas chegar àquele nível, na época, já não era uma tarefa fácil. É claro que, independentemente de as obras produzidas terem sido boas ou não, esse assunto precisava de uma pessoa que o organizasse. O que quer que as igrejas precisassem, o que quer que os irmãos precisassem e qualquer cooperação que a obra de Deus exigisse do homem, o homem usado pelo Espírito Santo conseguia pensar em tudo isso e continuava acompanhando essas questões. Isto é, dentro do que era capaz, ele tomou tudo o que o homem conseguia pensar e transformou em realidade e fez o que pôde para fazer tudo o que o homem pudesse fazer. Dessa forma, o homem usado pelo Espírito Santo organizou e acompanhou esse trabalho, enviando os livros impressos das palavras de Deus, hinários e fitas cassete e CDs gravados a todas as igrejas, para que todos os irmãos pudessem ler as palavras de Deus e aprender hinos e tivessem uma boa vida de igreja. Embora a vida d igreja naquela época fosse relativamente simples em comparação com agora e as condições fossem relativamente difíceis, sem equipamentos modernos ou maquinário de ponta e sem líderes e obreiros ou pessoal técnico que fossem aptos para o trabalho, já que o homem usado pelo Espírito Santo organizou e acompanhou esse trabalho e melhorou constantemente cada item de trabalho, as pessoas ainda foram capazes de desfrutar de uma boa vida de igreja sob as circunstâncias daquela época. Essa boa vida de igreja significava que as pessoas podiam ler as últimas palavras de Deus, sentir prazer e ganhar libertação. Todos podiam ler as últimas declarações de Deus para a humanidade e conhecer Suas intenções naquele exato momento, Seus pensamentos sobre o homem e Suas exigências ao homem. Melhor ainda, algumas pessoas conseguiam entender a verdade nas palavras de Deus e ter alguma entrada. Visto que o homem usado pelo Espírito Santo organizava e arranjava as coisas dessa forma, por um lado, igrejas foram estabelecidas e, por outro, todas as pessoas passaram a viver uma vida de igreja normal e ordenada. A casa de Deus não é um grupo religioso. A vida de igreja não pratica rituais religiosos, muito menos pratica pregação monológica. A vida de igreja da casa de Deus deve incluir comer e beber as palavras de Deus, deve incluir a obra do Espírito Santo; deve incluir comunicar a verdade e falar sobre testemunhos experienciais, e deve também incluir cantar hinos de louvor a Deus. Esse tipo de vida de igreja é a vida de igreja sob a liderança e direção, rega e provisão, orientação e ajuda de Deus; é a verdadeira vida de igreja. Embora, em comparação com a vida de igreja de agora, ela fosse muito superficial, muito unilateral e muito simples, era disso que os seres humanos precisavam na época e servia também para que os seres humanos pudessem desfrutar do esclarecimento e da iluminação do Espírito Santo — isto é, para que todo o povo escolhido de Deus pudesse desfrutar das palavras de Deus na vida de igreja e ouvir a voz de Deus com os próprios ouvidos. Esse foi um bom começo para a vida de igreja. Sem ela, vocês não poderiam ter chegado até hoje. Precisamente porque havia esse tipo de vida de igreja regular e estável com resultados práticos, as pessoas puderam, passo a passo, chegar onde estão hoje, ser trazidas aonde estão hoje e ter a estatura que têm hoje, bem como ter os ganhos que têm hoje em todos os aspectos. Esse é o trabalho que o homem usado pelo Espírito Santo fez em termos de administração da igreja, pessoal e trabalho específico da igreja. O homem usado pelo Espírito Santo também fez um trabalho importante em outra área, que foi pregar sermões logo após as palavras do Espírito Santo para as igrejas. Ele convocava líderes e obreiros regular ou irregularmente para reuniões e comunicava as intenções de Deus, as verdades princípios às quais as pessoas deveriam aderir em sua vida diária e no desempenho de seus deveres, como também comunicava como estabelecer e regar igrejas e como servir a Deus. O homem usado pelo Espírito Santo fez o que pôde para fazer bem esse trabalho, comunicando tópicos sobre a entrada na vida e verdades a respeito de servir a Deus. Foi isso que deixou a impressão mais profunda em Mim.

O trabalho feito pelo homem usado pelo Espírito Santo estava intimamente relacionado às intenções e ao propósito de Deus em estabelecer igrejas na terra e estava inextricavelmente ligado à obra que Deus estava prestes a fazer em Seu povo escolhido. A rigor, o que o homem usado pelo Espírito Santo disse, em que se concentrou, o que acompanhou, o que supervisionou e o que fez na igreja durante cada período estava tudo em estreita cooperação com a obra do Espírito Santo; ele se esforçou para cooperar ao máximo em colocar em prática qualquer liderança que o Espírito Santo fornecesse, quaisquer revelações que Deus desse e quaisquer significados e exigências que houvesse nas palavras de Deus, para que elas não fossem em vão, para que as intenções de Deus não fossem em vão e para que todas as pessoas da época pudessem conhecer e entender as intenções e as palavras de Deus. Embora não tenha chegado ao ponto de ser conhecido por todas as famílias, no mínimo, sob a liderança do homem usado pelo Espírito Santo, todas as pessoas da época puderam seguir de perto essa corrente e sentir que ela tinha a obra do Espírito Santo, a obra de Deus, as palavras e as intenções de Deus. Elas tinham certeza de que essa corrente vinha de Deus, de que essa corrente estava certa e, no mínimo, de que o homem usado pelo Espírito Santo era uma pessoa correta. Não importa que lacuna houvesse entre tudo o que ele fez na época e o que está sendo feito agora, em suma, tudo o que ele fez serviu para apoiar e cooperar com a obra feita pelo Espírito Santo. Em termos do nível em que as pessoas na igreja entendiam a verdade na época, o homem usado pelo Espírito Santo foi capaz de fazer essas coisas e de elevar a igreja ao patamar que havia alcançado então — qual das quatro manifestações de ter um entendimento tácito com Deus vocês diriam que ele possuía? (Sinto que ele possuía todas as quatro.) Seria um tanto menos que objetivo dizer que ele também possuía a quarta, o “entendimento das intenções de Deus”, mas, aos Meus olhos, ele possuía pelo menos as outras três: crença genuína, um coração verdadeiro e consideração, sendo “consideração” a mais evidente. Ele era uma pessoa que mostrava consideração pelo fardo de Deus e, ao fazer tanto trabalho, nunca maquinou para obter para si mesmo nada relacionado a dinheiro ou benefício pessoal. Vocês podem não entender o que quero dizer com isso, por isso Eu lhes darei um exemplo. Desde que o homem usado pelo Espírito Santo começou a organizar a impressão de livros e até o presente, nem um único centavo foi cobrado dos irmãos por qualquer um dos livros que nossa igreja distribuiu. O que aconteceu não foi que só paramos de cobrar por eles mais tarde, quando a igreja teve os recursos; nem mesmo no início, quando as finanças estavam particularmente apertadas, não cobramos um único centavo. Por quê? Embora a igreja não estivesse muito bem financeiramente na época, dados os limitados recursos financeiros disponíveis na época, ela conseguia basicamente cobrir despesas como o custo da impressão de livros, de modo que os irmãos não foram cobrados pelos livros distribuídos a eles e podiam lê-los gratuitamente. À medida que os livros continuavam a ser impressos, o valor total dos fundos da igreja diminuía cada vez mais. Naquela época, a maioria dos irmãos que criam em Deus há muitos anos não tinha fonte de renda porque vinha desempenhando seus deveres o tempo todo e eles não tinham muito dinheiro em mãos. Consequentemente, às vezes, o dinheiro ofertado não conseguia cobrir os gastos e as várias despesas da igreja. Lembro-Me muito claramente de que, em uma ocasião, um lote de livros precisava ser impresso, mas a igreja tinha apenas alguns milhares de yuans. Depois que o custo de impressão dos livros fosse pago, não sobraria dinheiro para o trabalho da igreja. Se os líderes e obreiros tivessem despesas de viagem que precisassem ser cobertas ao ir a algum lugar ou se despesas de subsistência precisassem ser cobertas ao hospedar irmãos para uma grande reunião, o dinheiro poderia não estar disponível. O que deveria ser feito? Sob essas circunstâncias, os livros ainda deveriam ser impressos? (Sim, deveriam.) Os livros ainda tinham que ser impressos, e o dinheiro ainda tinha que ser pago. O homem usado pelo Espírito Santo pensou em uma solução. Ele disse que alguns yuans deveriam primeiro ser arrecadados antecipadamente para cada livro desse lote — apenas o suficiente para cobrir o custo de impressão do lote. Nesse contexto, o dinheiro foi arrecadado antecipadamente naquela única ocasião. Mas, depois de um tempo, os irmãos na igreja voltaram a fazer ofertas, e houve dinheiro suficiente para cobrir os custos de impressão do próximo lote de livros. A partir de então, as finanças da igreja deram uma guinada, e nunca mais cobramos dinheiro pela impressão de livros. Esse incidente foi apenas um breve interlúdio. Por que menciono isso? Porque, mesmo quando as finanças estavam mais apertadas, não paramos de imprimir nossos livros. O homem usado pelo Espírito Santo tentou todos os meios possíveis e, como o chefe de uma família, se preocupou, ponderou e fez planos para esse assunto. A maioria das pessoas não sabe dessas coisas. Quando esses livros das palavras de Deus foram distribuídos às igrejas, o máximo que as pessoas diziam ao receber um livro era: “Este livro é tão bom! Nós mesmos o imprimimos — como deve ter sido difícil!”. Alguns nem sequer valorizavam esse livro ou o liam adequadamente. No entanto, as pessoas não sabiam quantas dificuldades o alto enfrentou nos bastidores ao fazer esse trabalho e imprimir esse livro. Muitas pessoas em nossa igreja vinham da igreja local ou de outras denominações. Anteriormente, os líderes e apóstolos da China continental dessas denominações não faziam o trabalho de impressão de livros. Eles levavam a maior parte do dinheiro ofertado pelos irmãos nas várias igrejas, mas não imprimiam livros nem tornavam os hinos amplamente disponíveis. Quaisquer gravações de sermões que existissem nos níveis superiores nunca eram distribuídas para os de baixo. Eles não faziam nada desse trabalho. O povo escolhido de Deus não tinha nada além de uma Bíblia. Se você quisesse ler uma coleção de sermões ou testemunhos experienciais, não conseguiria obtê-la; se quisesse ouvir alguns bons hinos, isso era ainda mais difícil. Ninguém fazia esse trabalho. Se quisesse ler livros espirituais, você tinha que ter um relacionamento pessoal com eles antes que lhe emprestassem um para ler. O povo escolhido de Deus simplesmente não conseguia ganhar provisão de vida, e não havia pessoas boas para liderar e gerenciar a vida de igreja. Aqueles apóstolos e líderes não faziam nenhum trabalho real. Uma coisa que eles faziam regularmente era realizar uma reunião de cooperadores de vez em quando, onde comiam e bebiam fartamente. Esse pode ter sido o “trabalho” que faziam. Eu era jovem naquela época, tinha apenas dezessete ou dezoito anos, e quando ouvi essas coisas, pensei: “Que bagunça! Essas são pessoas que creem em Deus? Como isso se assemelha a algo que os crentes em Deus fariam?”. Fiquei muito indignado quando ouvi isso. Não estamos preocupados com o que eles comiam ou com o que desfrutavam. Em suma, no mínimo, eles não organizavam a vida de igreja adequadamente, não distribuíam o alimento espiritual de que as pessoas precisavam — livros e hinos — e não cultivavam líderes e obreiros. Eles não faziam nada desse trabalho. A igreja recebia uma quantia grande em ofertas, mas quando eles iam às igrejas em vários lugares, só se importavam em comer, beber e se divertir. Eles não faziam nenhum trabalho real e nunca usavam as ofertas para o trabalho da igreja. Nas reuniões, eles apenas falavam sobre algumas doutrinas e gritavam alguns chavões, e isso era tudo; eles nunca resolviam problemas reais. Depois que o homem usado pelo Espírito Santo começou a trabalhar, ele pôs fim a esses fenômenos. Ele começou a resolver cada problema e a fazer um trabalho concreto pouco a pouco, de modo que a vida de igreja e o trabalho de gerenciar o pessoal da igreja mudaram gradualmente e entraram nos trilhos, e isso tem continuado até o presente. As ofertas de Deus são o que as pessoas ofertam a Deus. Se você observar o gerenciamento e o uso das ofertas, as despesas de subsistência do Deus encarnado representam apenas uma porção muito pequena. A maioria do restante das ofertas é usada para o trabalho de pregação do evangelho, as despesas de subsistência de líderes e obreiros e de pessoas que desempenham seus deveres em tempo integral e para a compra de maquinário e equipamento necessários para o trabalho da igreja e assim por diante. Em suma, todos esses gastos são razoáveis e são usados para o trabalho da casa de Deus, em vez de sustentar pessoas inúteis que não conseguem desempenhar seus deveres. Falando do trabalho da casa de Deus, o escopo é amplo. O homem usado pelo Espírito Santo usou essas ofertas de forma razoável, edificou a vida da igreja e organizou o trabalho administrativo pouco a pouco. Os vários tipos de pessoas na igreja também foram categorizados: aqueles que desempenhavam seus deveres foram distinguidos daqueles que não o faziam, e aqueles que amavam a verdade foram distinguidos daqueles que eram avessos à verdade. Aqueles que deveriam ser expurgados foram expurgados, e pessoas adequadas para serem cultivadas em diferentes períodos também foram promovidas. Essas são coisas que todos vocês viram e experienciaram. Ao longo dessa jornada, é claro, o homem usado pelo Espírito Santo passou gradualmente a entender a verdade e a captar os princípios para fazer o trabalho ao experienciar essas coisas. Por um lado, ele recebeu o esclarecimento do Espírito Santo ao fazer o trabalho. Por outro, por meio da obra e das palavras de Deus, ele gradualmente passou a entender cada vez mais as intenções de Deus. Seu entendimento não permaneceu meramente no nível de doutrinas, tampouco permaneceu meramente dentro de regulamentos e práticas. Em vez disso, seu entendimento se tornou cada vez mais prático, e ele se tornou cada vez mais capaz de fazer bem o trabalho da igreja de acordo com as exigências de Deus, tornando a vida de igreja mais estável, mais normal e mais benéfica para a entrada na vida das pessoas. Portanto, foi no processo de buscar e explorar constantemente que o homem usado pelo Espírito Santo passou a entender as intenções de Deus, a cooperar intimamente com Deus, a mostrar consideração pelas intenções de Deus e a fazer o máximo para fazer bem o trabalho da igreja, esforçando-se para garantir com maior precisão que as intenções de Deus não fossem em vão e que a vontade Dele pudesse ser executada. Em cada coisa que faz, quer diga respeito a pessoal ou à entrada na vida e quer diga respeito a assuntos externos ou questões internas, ele se esforça para estar de acordo com os princípios e para estar de acordo com as intenções de Deus sem se desviar para a esquerda nem para a direita. O homem usado pelo Espírito Santo realiza seu trabalho possuindo estas quatro condições: crença genuína, um coração verdadeiro, consideração e um entendimento das intenções de Deus. Para vocês, isso não é apenas extremamente benéfico e útil; é sua bênção! Se essa pessoa não fosse uma pessoa correta, mas uma pessoa que buscasse fama e ganho e cobiçasse os benefícios do status, uma pessoa enganosa, uma pessoa que estivesse concentrada apenas no lucro e cujos olhos brilhassem ao ver dinheiro, ou se fosse um descrente, digam-Me, ela poderia fazer esse trabalho? Ela poderia cooperar de todas essas maneiras? Ela poderia alcançar tal entendimento tácito com o Deus encarnado? (Não, não poderia.) Portanto, essa pessoa é extremamente crucial! É principalmente porque o homem usado pelo Espírito Santo possui as quatro condições que acabamos de citar que ele consegue fazer bem esse trabalho da igreja. Quando se trata do mesmo assunto, as pessoas têm tanto o direito de escolher quanto margem de escolha. Elas podem escolher lidar mal com isso e, é claro, também podem escolher lidar bem com isso. Se lidarem bem com isso, inúmeras pessoas se beneficiarão, e as palavras que Deus fala e a obra que Ele faz alcançarão resultados gradualmente nas pessoas. Mas se uma pessoa não escolher o bom caminho e, em vez disso, cometer malfeitos de forma imprudente, que tipo de coisas ela fará? Ela usará todas as ofertas de Deus para desfrute pessoal, comprando carros e casas de luxo e até comprando aviões particulares e navios de cruzeiro para viajar por países ao redor do mundo, aproveitando para comer, beber e se divertir. No máximo, pregará alguns sermões de vez em quando, e isso será tudo. Ela não fará nenhum trabalho da igreja e ignorará a igreja mesmo que ela esteja em completa desordem, importando-se apenas com seu próprio desfrute. Se tal pessoa liderasse a igreja, seria fácil para vocês terem uma boa vida de igreja e um bom ambiente para desempenhar seus deveres? (Não, não seria.) Portanto, é realmente necessário ter uma boa pessoa como o homem usado pelo Espírito Santo liderando vocês. Algumas pessoas veem o trabalho feito pelo homem usado pelo Espírito Santo e, ainda assim, não dão importância a isso, pensando: “Isso é fácil. Quem não conseguiria fazer isso? Desde que a pessoa entenda as intenções de Deus e seja a pessoa usada por Ele, a pessoa designada por Ele, fazer esse trabalho é fácil”. Digam-Me, é fácil? (Não, não é.) Não é fácil fazer bem esse trabalho, muito menos em um ambiente de perseguição religiosa como o da China continental. O homem usado pelo Espírito Santo era procurado pelas autoridades; não importava aonde ele fosse para participar de reuniões ou qual item de trabalho ele fizesse, ele arriscava a vida, e ser preso significava a morte. Ele desistiu de seu dever? Ele recuou? Ele tentou ser dissimulado e fazer corpo mole? (Não.) Não importava quão temeroso ou quão fraco ele estivesse no coração, ele nunca desistiu de seu dever. Algumas pessoas não assumem um trabalho importante e não enfrentam grande perigo aonde quer que vão. Quando dizem: “Não desisti de desempenhar meu dever”, isso é fácil de dizer e fácil de fazer. Mas, considerando as circunstâncias em que o homem usado pelo Espírito Santo se encontrava, para que ele fosse capaz de não desistir em um ambiente tão perigoso e cuidar de todos os aspectos do trabalho da igreja — ele tinha que pensar em cada área de trabalho e em cada assunto e tinha que pensar neles antes de qualquer outra pessoa — vocês diriam que foi fácil fazer isso? (Não, não foi.) A energia do homem e o que a capacidade natural do homem pode suportar são limitados. Parece fácil quando você o vê fazendo isso, mas se pedissem que você o fizesse, você saberia quão difícil e quão longe de ser fácil isso é. Entre vocês, pessoas que têm ouvido sermões por tantos anos, não encontrei uma segunda pessoa igual a essa, nem encontrei ninguém que possa assumir esse trabalho. Muitas pessoas começaram a seguir quando o Espírito Santo começou a falar às igrejas e continuaram até o presente. Elas deveriam saber e ter clareza sobre pelo que a igreja passou ao se desenvolver até seu estado atual e como chegou até aqui passo a passo. Se não fosse pela consideração e pelo entendimento que o homem usado pelo Espírito Santo mostrou pelo fardo de Deus, então, falando a partir de uma perspectiva humana, a igreja não poderia ter se desenvolvido até seu estado atual. É claro que algumas pessoas dirão: “Não foram a obra e a liderança do Espírito Santo que lhe permitiram alcançar tais resultados em seu trabalho?”. O Espírito Santo também quer operar em você, mas você tem esse coração verdadeiro e essa consideração? Você consegue fazer isso? Não acho que você conseguiria fazer isso necessariamente. Isso não é menosprezar você; ao contrário, fundamentalmente você não consegue fazer isso. Tanto o homem usado pelo Espírito Santo como você são seres humanos, no entanto, ele consegue fazer isso e você não. Isso prova que há diferenças entre as pessoas. Deus o escolheu para fazer esse trabalho, e Deus não errou na pessoa que escolheu. No mínimo, essa pessoa possui essa condição e tem essa qualificação, enquanto você não as tem. Você não possui as condições que Deus exige, então Deus o escolheu e não escolheu você. Você não tem escolha senão se dar por vencido. Isso é um fato, e ninguém pode negar isso, certo? (Certo.)

Agora que terminamos de falar sobre a vida de igreja, a impressão de livros e todos os aspectos da igreja, falemos agora sobre a pregação do evangelho a partir de 1995. Naquela época, o homem usado pelo Espírito Santo Me perguntou: “Tudo bem pregar o evangelho agora? Algumas pessoas dizem que querem sair e pregar o evangelho”, e Eu concordei. Depois disso, o homem usado pelo Espírito Santo começou a fazer arranjos para esse trabalho. Ele não se limitou a organizar as equipes evangelísticas de forma simples e depois enviar pessoas específicas para lugares específicos para pregar o evangelho, fazer aquele único arranjo simples e considerar que tudo estava resolvido. Ao organizar as equipes evangelísticas, ele ponderou sobre como pregar para as várias religiões e denominações, de quais verdades do evangelho as pessoas nas várias religiões e denominações precisavam e quais passagens e conteúdos das palavras de Deus ele deveria selecionar para incluí-los nos livros do evangelho. Em seguida, selecionou e compilou algumas palavras essenciais de Deus sobre os vários aspectos das verdades do evangelho e mandou imprimi-las como livros especificamente para a pregação do evangelho. Depois que os livros foram impressos, o homem usado pelo Espírito Santo também organizou o treinamento dos trabalhadores evangelísticos e elaborou pessoalmente os princípios para pregar o evangelho. Esse foi o trabalho concreto que ele fez. Ou seja, quando Eu falo com ele sobre um assunto, ele vai e o coloca em prática sem dizer mais nada e sem qualquer concessão. Ele não Me incomoda nem Me importuna com perguntas sobre como fazer isso; Eu não preciso Me preocupar com isso. Se um assunto é confiado a vocês, Eu ainda tenho de Me preocupar com ele e verificá-lo. Mas quando se trata do homem usado pelo Espírito Santo, Eu digo uma única frase para lhe dizer o que fazer, e ele vai, faz e coloca em prática. O que deixou em Mim a impressão mais profunda foi que o homem usado pelo Espírito Santo elaborou muitos princípios para pregar o evangelho, tais como: como pregar o evangelho, a quem se pode e a quem não se pode pregar, e quais métodos usar para pregá-lo e quais métodos não usar para pregá-lo. Ele elaborou as maneiras e os métodos específicos, item por item, em muitos detalhes. Em seguida, ele frequentemente realizava reuniões para as equipes evangelísticas, fazia com que elas levantassem perguntas e se comunicava com elas para prover respostas. Ele também identificou quais noções e perguntas as pessoas religiosas tinham sobre a obra de Deus dos últimos dias, como deveriam ser enfrentadas, quais verdades deveriam ser comunicadas e quais métodos deveriam ser usados para resolver as perguntas delas. Ele cuidava de todos os assuntos, grandes ou pequenos, lidando com eles pouco a pouco, como formigas que roem um osso. Como vê, Eu dizia uma única frase e ele ia e a colocava em prática, e Eu podia ser um gerente que não precisa intervir. Por que digo isso? Com o homem usado pelo Espírito Santo fazendo o trabalho, Eu não precisava Me preocupar, porque ele era totalmente capaz de assumir esse trabalho. Ele mostrava consideração e buscava; é claro, ele também era submisso e realmente pagava um preço. Ou seja, ele era capaz de pegar as palavras que Eu falava e Minhas exigências e colocá-las em prática. Dessa forma, o evangelho foi espalhado pouco a pouco. Independentemente de quantas pessoas estivessem pregando o evangelho, de qualquer forma, foi com o homem usado pelo Espírito Santo que esse trabalho foi lançado e começou a progredir. Foi ele quem o organizou, acompanhou, colocou em prática e supervisionou, trazendo o trabalho pouco a pouco até onde está hoje. Pode-se dizer que as realizações atuais no trabalho foram alcançadas com base naqueles arranjos de trabalho iniciais, nas estipulações dos detalhes do trabalho e nos arranjos de assuntos gerais. Todas essas coisas foram o trabalho feito pelo homem usado pelo Espírito Santo. Ele tem um coração verdadeiro e paga um preço real. Esses não são fatos? (São, sim.)

À medida que o evangelho do reino se espalhava cada vez mais, e cada vez mais pessoas aceitavam este estágio da obra, que questão isso envolvia? Envolvia a questão de estabelecer igrejas. Vocês conseguiriam fazer bem o trabalho de estabelecer igrejas? Ainda seriam incapazes de fazê-lo bem. O homem usado pelo Espírito Santo ainda teve de fazer pessoalmente os arranjos de trabalho, mobilizar e realizar esse trabalho, e supervisionar, acompanhar e impulsionar pessoalmente esse trabalho. Portanto, ele frequentemente convocava reuniões para líderes e obreiros e para as pessoas responsáveis pelo trabalho evangelístico, dizendo-lhes como deveriam estabelecer igrejas, quantas pessoas deveriam formar uma igreja, quantas igrejas deveriam formar um distrito, quantos distritos deveriam formar uma região, quantos líderes de igreja e quantos diáconos deveriam ser nomeados em cada igreja e assim por diante. Ele fez estipulações específicas a respeito de cada detalhe envolvido no trabalho da igreja, incluindo arranjos específicos para o gerenciamento e o uso das ofertas. Tudo isso foi um trabalho feito pelo homem usado pelo Espírito Santo. Digam-Me, ele tem um entendimento tácito com o Deus encarnado? (Tem, sim.) Se ele não tivesse consideração pelas intenções de Deus no coração ou tivesse apenas um pouquinho de consideração, se a consideração que ele mostrou fosse comprometida em algum grau, esse trabalho poderia ter sido colocado em prática? (Não.) Que situação teria surgido na igreja? (A vida da igreja teria se tornado caótica.) Não apenas a vida da igreja teria sido caótica, mas todos os aspectos do trabalho da igreja teriam sido caóticos. As pessoas malignas também teriam sido capazes de causar interrupções e perturbações e até teriam sido capazes de ter poder e a última palavra na igreja. O trabalho de estabelecer igrejas em todos os lugares teria sido caótico, e vários itens de trabalho, como os arranjos de pessoal e o gerenciamento das ofertas, teriam sido caóticos. Se a pessoa que servia como líder não tivesse um coração que realmente mostrasse consideração por Deus e, ao ver que a igreja estava se desenvolvendo bem, crescendo em escala e aumentando em número, começasse a desfrutar dos benefícios do status, a viver das realizações passadas e a passar seus anos restantes com conforto — se esse tipo de pessoa fosse o líder, o trabalho da igreja não seria bem feito. No entanto, o homem usado pelo Espírito Santo sempre deu tudo de si no trabalho da igreja até o presente. Uma frase frequentemente usada por pessoas com determinação é: “Enquanto a vida continuar, a luta continuará”. Para o homem usado pelo Espírito Santo, enquanto a vida continuar, o trabalho continuará. Ele continua trabalhando o tempo todo. Mesmo quando você pede que ele descanse, ele não descansa; ele trabalha dessa forma todos os dias e persiste em trabalhar, não importa o quão cansado esteja. Isso é algo que pode ser alcançado simplesmente por entender as intenções de Deus? Ele trabalhou apenas porque alguém o supervisionava e cobrava? Não. O coração das pessoas não é igual. Essa pessoa tem um coração temente a Deus e mostra consideração pelo coração de Deus. Isso é extremamente crucial! Não importa o quão cansado fique, ele não se torna negativo, e não importa qual dificuldade encontre, ele não recua; ele persiste em trabalhar o tempo todo. Portanto, todos os itens do trabalho da igreja entraram agora na trilha certa passo a passo, estão prosseguindo de forma cada vez mais tranquila e estão alcançando resultados cada vez melhores. Como é ter uma pessoa assim liderando vocês na realização de cada item do trabalho concreto? Se não tivessem essa pessoa liderando vocês, o que aconteceria com vocês? Não lhes faltaria muita coisa? (Faltaria.) Ter essa pessoa é crucial para vocês. Ele colocou cada item do trabalho da igreja na trilha certa. Os problemas que surgem a cada passo do trabalho e os problemas que precisam ser resolvidos se tornaram cada vez menos numerosos, e as verdades princípios que as pessoas entendem se tornaram cada vez mais claras. Esses resultados foram produzidos não apenas porque essa pessoa está presente, mas, o que é o mais importante, porque ele tem um entendimento tácito com Deus. E se ele tomasse uma senda diferente? E se ele se envolvesse em empreendimentos próprios e gerenciasse seu próprio status? Então os resultados produzidos não seriam assim. É precisamente porque a natureza de todo o trabalho que ele faz é cooperar intimamente com a obra de Deus, é mostrar consideração pelas intenções de Deus e é ter um entendimento tácito com Deus que vocês são os que se beneficiam no fim. Quanto benefício vocês receberam? Sem ir muito longe, no mínimo, vocês passaram a entender bastante sobre as várias áreas de especialização, fizeram progresso em sua especialização e, aos poucos, passaram de amadores a profissionais. Além disso, quanto mais detalhado e específico ele é ao falar sobre as verdades princípios e quanto mais rigorosas são as exigências dele para vocês e, em particular, quanto mais duras são as palavras com as quais ele poda vocês, mais capazes vocês são de gravá-las no coração, de lembrá-las profundamente, de entender claramente quais são as verdades princípios e quais são as intenções de Deus. Vocês realmente são tão vis. Não importa quantas vezes as verdades princípios lhes sejam comunicadas, vocês não conseguem se lembrar delas. Somente quando o homem usado pelo Espírito Santo frequentemente expõe e poda vocês com essa severidade e até repreende vocês é que vocês passam a entender algumas verdades princípios, tornam-se muito mais cumpridores das regras e bem-comportados em sua conduta pessoal e em suas ações e corrigem suas atitudes. É claro que, no processo de serem podados, vocês também tremem de medo, sempre temem que o homem usado pelo Espírito Santo perceba bem quem vocês são e remova vocês. Eu vejo isso como uma coisa boa, não ruim. No mínimo, algumas pessoas agora têm uma atitude muito melhor em relação ao desempenho de seus deveres e são muito mais bem-comportadas do que antes. Isso teve um efeito positivo. Embora repreender as pessoas possa parecer errado e, visto de fora, não seja tão refinado em termos de aparências e as palavras não sejam tão agradáveis de ouvir, os resultados alcançados são bons. Para alcançar esse resultado, qual foi o preço que o homem usado pelo Espírito Santo pagou? Quantas vezes ele tem de ficar bravo com vocês? Digam-Me, quando ele poda vocês, ele não fica bravo? Ele não fica com raiva? Isso também não prejudicaria a saúde dele? Ele não quer podar vocês. Às vezes, ele fica tão bravo que repreende vocês, e as palavras que ele diz podem não soar muito refinadas. Mas, a julgar pelas manifestações de vocês em Minhas interações com vocês, o que ele diz está correto e de acordo com a situação real de vocês; não é nem um pouco excessivo. O que foi que vocês fizeram para deixar essa pessoa tão brava? É que as coisas que vocês fazem são enfurecedoras demais. As verdades princípios lhes foram comunicadas por tantos anos, mas vocês ainda não as entendem e ainda cometem malfeitos de forma imprudente, de acordo com a própria vontade de vocês. Só então ele é forçado a falar dessa forma. Depois de dizer isso, ele mesmo até se arrepende e diz: “Somos todos irmãos; por que eu fico com tanta raiva?”. Eu o conforto e o encorajo: “É exatamente assim que eles deveriam ser podados. Não há nada de errado nisso. Na próxima vez que você se deparar com esse tipo de situação, você deve continuar a podá-los”. Digam-Me, é certo encorajá-lo assim? (É, sim.) É precisamente porque as pessoas são corrompidas demais, entorpecidas demais e de estatura lamentavelmente baixa que até mesmo um assunto muito simples exige repreensão e gritos para alcançar resultados. Do contrário, o trabalho não pode ser feito. Todos acham que são capazes, e todos querem agir de forma arbitrária e imprudente de acordo com a própria vontade. Digam-Me, seria aceitável não ter uma pessoa assim mantendo as coisas sob controle? (Não.) Todas as pessoas dizem que creem em Deus, mas nenhuma delas tem um coração temente a Deus; todas elas são pessoas cheias de caracteres corruptos. Se não houvesse ninguém que mantivesse as coisas sob controle, a situação que resultaria seria que todos desejariam ter a última palavra e todos desejariam exercer poder igual a um rei, recusando-se a permitir que a verdade estivesse no comando e que Deus estivesse no comando. Se a verdade deve estar no comando e deve ter poder, então deve haver alguém que vigie vocês, e essa pessoa deve ser usada para restringir vocês. É fácil alcançar esse efeito? (Não, não é.) À medida que o homem usado pelo Espírito Santo trabalha, quanto mais ele trabalha, mais bravo ele fica; quanto mais ele trabalha, mais ansioso ele fica; quanto mais ele trabalha, mais duras se tornam suas palavras; quanto mais ele trabalha, mais frequentemente ele poda vocês; e quanto mais ele trabalha, pior se torna sua atitude em relação a vocês. Só isso reflete quão pobre é o calibre de vocês, quão intransigentes vocês são, quão entorpecidos são e quão baixa é a estatura de vocês. Digam-Me, visto que o trabalho é tão difícil, o homem usado pelo Espírito Santo desistiu? Ele não desistiu. Não importa quantas vezes vocês cometam os mesmos erros básicos, ele desistiu de vocês? (Não.) Sempre que qualquer equipe busca a respeito de um problema, o irmão, sem dizer mais nada e sem qualquer concessão, imediatamente comunica isso e o resolve. Às vezes, ele está comendo ou está prestes a descansar, mas ele larga sua tigela ou adia o descanso e responde imediatamente. Ele diz: “Assim que eu tiver respondido, eles poderão começar a trabalhar rapidamente. O trabalho não deve ser atrasado; o trabalho é urgente. Assim que tiver respondido, eu me sentirei tranquilo e poderei descansar com a mente tranquila”. Vejam, a mentalidade dele para resolver problemas está correta? (Está, sim.) Ele sempre supervisiona e insta vocês e também os poda com frequência. Ele também sempre verifica o trabalho de vocês, mantém vocês com uma carga de trabalho completa para que não fiquem ociosos, e ele vigia vocês todos os dias. Digam-Me, é bom ter uma pessoa assim liderando vocês? (Sim, é bom.) Eu acho que ter essa pessoa é muito bom. Ele é muito útil para vocês na busca da verdade e no bom desempenho dos seus deveres. Não desgostem dele e não reclamem. Eu sou responsável por comunicar a verdade, e Eu realmente não tenho a força física nem a energia para fazer esse trabalho de assuntos gerais e esse trabalho administrativo. Além disso, visto que o irmão faz isso, não há necessidade alguma de Eu fazê-lo. Se fosse Eu quem estivesse operando em vocês, Eu seria consideravelmente mais brando. Isso daria a vocês uma oportunidade de se aproveitar, e vocês não poderiam ser tão bem-comportados como são agora. Eu conheço essa situação. O fato de Eu ser tão leniente com vocês não é totalmente apropriado para vocês. Quando Eu não trato algumas pessoas com rigor, elas se tornam dissolutas e desenfreadas, e até abusam da sorte, fazendo seu trabalho de forma descuidada e perfunctória. Pessoas desse tipo não precisam ser podadas? (Precisam.) O que vocês mais precisam é da maneira severa de trabalhar do irmão — quanto mais severa, melhor. Quando chegar o dia em que vocês entenderem a verdade e souberem mostrar consideração pelas intenções de Deus, conseguirem praticar com precisão de acordo com as verdades princípios, desempenharem seus deveres cada vez melhor, desempenharem seus deveres de uma maneira cada vez mais adequada, tornarem-se cada vez mais eficazes no desempenho de seus deveres, souberem vir para diante de Deus, souberem praticar a verdade e agir de acordo com as intenções de Deus, digam-Me, isso não será uma coisa boa? (Será.) Isso é uma coisa boa. Ter uma pessoa assim é tão benéfico para vocês. Essa pessoa faz todas essas coisas precisamente porque tem um entendimento tácito com Deus. Esse entendimento tácito significa mostrar consideração por Deus e ser capaz de executar e praticar as palavras Dele sem concessões e então trazer vocês pouco a pouco para a trilha certa de crer em Deus, para que, ao desempenhar seus deveres, vocês gradualmente fiquem de acordo com o padrão e entrem na trilha certa, e para que vocês possam concluir com sucesso a missão que Deus lhes deu e prestar contas a Ele. Isso é uma coisa boa. Então, digam-Me, nesse processo, qual papel o homem usado pelo Espírito Santo desempenha? Qual papel vocês consideram que ele está desempenhando? (O papel de chefe de uma família.) Como o chefe desta família, certo? Ao longo de todo o caminho, ele lidera vocês para seguirem em frente. Não importa quais dificuldades surjam no trabalho, ele nunca reclama da dificuldade, nunca reclama do sofrimento; se alguém retrocede, ele o puxa e o golpeia para impulsioná-lo para frente.

Ainda há muito mais a ser dito sobre o tópico de ter um entendimento tácito com Deus, e alguns detalhes ainda não foram discutidos. Se vocês quiserem ouvi-los, em nossa próxima reunião discutiremos esses detalhes específicos para que vocês possam ganhar algum entendimento do que significa ter um entendimento tácito com Deus e, com relação às pessoas que conseguem alcançar um entendimento tácito com Deus, como Deus as vê e como Ele as caracteriza e define. Nós comunicaremos todas essas coisas. Vamos encerrar nossa comunhão por aqui hoje. Adeus!

21 de dezembro de 2024

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