Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

Ouça a voz de Deus e dê as boas vindas ao retorno do Senhor Jesus!

Declarações de Deus Todo-Poderoso (O caminho para conhecer a Deus)

Declarações de Deus Todo-Poderoso
Declarações de Deus Todo-Poderoso (O caminho para conhecer a Deus)

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Declarações de Cristo dos últimos dias (Seleções)
Declarações de Cristo dos Últimos Dias (Seleções)

Não tenha dúvidas sobre as provações de Deus

Depois de receber o testemunho de Jó após o fim de suas provações, Deus determinou que Ele ganharia um grupo — ou mais de um grupo — de pessoas como Jó, mas determinou nunca mais permitir que Satanás atacasse ou abusasse de qualquer outra pessoa usando os meios pelo qual tentara, atacara e abusara de Jó, apostando com Deus; Deus não permitiu que Satanás voltasse a fazer tais coisas ao homem, que é fraco, tolo e ignorante — foi o bastante que Satanás tivesse tentado Jó! Não permitir que Satanás abuse das pessoas de qualquer maneira que quiser é a misericórdia de Deus. Para Deus, foi o bastante que Jó tivesse sofrido a tentação e o abuso de Satanás. Deus não permitiu que Satanás voltasse a fazer tais coisas, pois a vida e tudo das pessoas que seguem a Deus são regidos e orquestrados por Deus, e Satanás não tem o direito de manipular os escolhidos de Deus à vontade — vocês devem estar claros sobre esse ponto! Deus se importa com a fraqueza do homem e entende sua tolice e ignorância. Embora, para que o homem pudesse ser completamente salvo, Deus tivesse que entregá-lo a Satanás, Deus não está disposto a ver o homem como um brinquedo de Satanás e abusado por Satanás e Ele não quer ver o homem sempre sofrendo. O homem foi criado por Deus e é perfeitamente justificado que Deus governe e arrange tudo do homem; essa é a responsabilidade de Deus e a autoridade pela qual Deus governa todas as coisas! Deus não permite que Satanás abuse e maltrate o homem à vontade, Ele não permite que Satanás empregue vários meios para desviar o homem e, além disso, Ele não permite que Satanás intervenha na soberania de Deus sobre o homem, nem permite que Satanás atropele e destrua as leis pelas quais Deus governa todas as coisas, para não falar da grande obra de Deus de gerenciar e salvar a humanidade! Aqueles que Deus deseja salvar, e aqueles que são capazes de testemunhar de Deus, são o núcleo e a cristalização da obra do plano de gerenciamento de seis mil anos de Deus, bem como o preço de Seus esforços em Seus seis mil anos de obra. Como Deus poderia casualmente dar essas pessoas a Satanás?

As pessoas frequentemente se preocupam e temem as provações de Deus, mas em todos os momentos estão vivendo na armadilha de Satanás e vivendo em perigoso território no qual são atacadas e abusadas por Satanás — ainda assim, não conhecem o medo e estão tranquilas. O que está acontecendo? A fé do homem em Deus é limitada apenas às coisas que ele pode ver. Ele não tem o menor apreço pelo amor e preocupação de Deus pelo homem, ou por Sua ternura e consideração pelo homem. A não ser um pouco de tremor e medo das provações, julgamento, castigo, majestade e ira de Deus, o homem não tem a menor compreensão das boas intenções de Deus. À menção de provações, as pessoas sentem como se Deus tivesse motivos ocultos, e algumas até acreditam que Deus guarda maus desígnios, inconscientes do que Deus realmente fará com eles; assim, ao mesmo tempo em que clamam obediência à soberania e arranjos de Deus, elas fazem tudo o que podem para resistir e opor-se à soberania de Deus sobre o homem e os arranjos humanos, pois acreditam que se não forem cuidadosos serão enganados por Deus que, se eles não mantiverem o controle sobre seu próprio destino, tudo o que eles possuírem poderia ser tomado por Deus, e a vida delas poderia até ser terminada. O homem está no acampamento de Satanás, mas ele nunca se preocupa em ser abusado por Satanás, e ele é abusado por Satanás, mas nunca tem temor de ser levado cativo por Satanás. Ele continua dizendo que aceita a salvação de Deus, mas nunca confiou em Deus ou acreditou que Deus realmente salvará o homem das garras de Satanás. Se, como Jó, o homem é capaz de se submeter às orquestrações e arranjos de Deus, e pode entregar todo o seu ser às mãos de Deus, então o fim do homem não será o mesmo de Jó — o recebimento das bênçãos de Deus? Se o homem é capaz de aceitar e se submeter ao governo de Deus, o que há a perder? E assim, sugiro que vocês sejam cuidadosos em suas ações, e cauteloso em relação a tudo o que está prestes a vir sobre vocês. Não seja precipitado ou impulsivo, e não trate Deus e as pessoas, assuntos e objetos que Ele arranjou para você, dependendo de seu sangue quente ou de sua naturalidade, ou de acordo com suas imaginações e concepções; vocês devem ser cautelosos em suas ações, e devem orar e buscar mais, para evitar incitar a ira de Deus. Lembrem-se disso!

Em seguida, veremos como ficou Jó após suas provações.

5. Jó após suas provações

(Jó 42:7-9) Sucedeu pois que, acabando Jeová de dizer a Jó aquelas palavras, Jeová disse a Elifaz, o temanita: A minha ira se acendeu contra ti e contra os teus dois amigos, porque não tendes falado de mim o que era reto, como o meu servo Jó. Tomai, pois, sete novilhos e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e oferecei um holocausto por vós; e o meu servo Jó orará por vós; porque deveras a ele aceitarei, para que eu não vos trate conforme a vossa estultícia; porque vós não tendes falado de mim o que era reto, como o meu servo Jó. Então foram Elifaz o temanita, e Bildade o suíta, e Zofar o naamatita, e fizeram como Jeová lhes ordenara; e Jeová aceitou a Jó.

(Jó 42:10) Jeová, pois, virou o cativeiro de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e Jeová deu a Jó o dobro do que antes possuía.

(Jó 42:12) E assim abençoou Jeová o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.

(Jó 42:17) Então morreu Jó, velho e cheio de dias.

Aqueles que temem a Deus e se desviam do mal são vistos por Deus com apreço, enquanto aqueles que são tolos são vistos como desprezíveis por Deus.

Em Jó 42:7-9, Deus diz que Jó é Seu servo. Seu uso do termo “servo” para se referir a Jó demonstra a importância de Jó em Seu coração; embora Deus não tenha chamado Jó de algo mais estimado, essa denominação não teve influência na importância de Jó no coração de Deus. “Servo” aqui é o apelido de Deus para Jó. As múltiplas referências de Deus ao “meu servo Jó” mostram como Ele estava satisfeito com Jó e, embora Deus não falasse do significado por trás da palavra “servo”, a definição de Deus da palavra “servo” pode ser vista em Suas palavras nessa passagem das escrituras. Deus primeiro disse a Elifaz, o temanita: “A minha ira se acendeu contra ti e contra os teus dois amigos, porque não tendes falado de mim o que era reto, como o meu servo Jó”. Essas palavras são a primeira vez que Deus disse abertamente às pessoas que Ele aceitou tudo o que foi dito e feito por Jó após as provações de Deus a ele, e é a primeira vez que Ele confirmou abertamente a exatidão e correção de tudo o que Jó tinha feito e dito. Deus estava irado com Elifaz e os outros por causa de seu discurso incorreto e absurdo, porque, como Jó, eles não podiam ver a aparência de Deus nem ouvir as palavras que Ele falou na vida deles, mas Jó tinha um conhecimento tão preciso de Deus, enquanto eles só podiam adivinhar cegamente sobre Deus, violando a vontade de Deus e testando a paciência Dele em tudo o que faziam. Consequentemente, ao mesmo tempo em que aceitou tudo o que foi feito e dito por Jó, Deus Se tornou colérico com os outros, pois neles Ele não só não foi capaz de ver qualquer realidade de temor a Deus, mas também não ouviu nada do temor de Deus no que eles disseram. E assim, Deus fez as seguintes exigências a eles: “Tomai, pois, sete novilhos e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e oferecei um holocausto por vós; e o meu servo Jó orará por vós; porque deveras a ele aceitarei, para que eu não vos trate conforme a vossa estultícia”. Nessa passagem, Deus está dizendo a Elifaz e aos outros que façam algo que redima o pecado deles, pois sua loucura era um pecado contra Deus Jeová e, portanto, eles tinham que fazer holocaustos a fim de remediar seus erros. Ofertas queimadas são frequentemente oferecidas a Deus, mas o que é incomum sobre essas ofertas queimadas é que elas foram oferecidas a Jó. Jó foi aceito por Deus porque deu testemunho de Deus durante suas provações. Esses amigos de Jó, entretanto, foram revelados durante o tempo de suas provações; por causa de sua loucura, eles foram condenados por Deus, e incitaram a ira de Deus, e deveriam ser punidos por Deus — punidos por fazerem ofertas queimadas diante de Jó — após o que Jó orou por eles para dissipar o castigo e a ira de Deus para com eles. A intenção de Deus era trazer vergonha para eles, pois eles não eram pessoas que temiam a Deus e se desviavam do mal e haviam condenado a integridade de Jó. Em um aspecto, Deus estava dizendo a eles que Ele não aceitou suas ações, mas aceitou grandemente e se deleitou em Jó; em outro, Deus lhes dizia que ser aceito por Deus eleva o homem diante de Deus, que o homem é abominado por Deus por causa de sua loucura e ofende a Deus por causa disso, e é baixo e vil aos olhos de Deus. Essas são as definições dadas por Deus de dois tipos de pessoas, são as atitudes de Deus para com esses dois tipos de pessoas e são a articulação de Deus sobre o valor e a posição desses dois tipos de pessoas. Embora Deus chamasse Jó de Seu servo, aos olhos de Deus, esse servo era amado e recebeu a autoridade de orar pelos outros e perdoar seus erros. Esse servo podia falar diretamente com Deus e ir diretamente diante de Deus, seu status era superior e mais honrado do que o dos outros. Este é o verdadeiro significado da palavra “servo” mencionada por Deus. Jó recebeu essa honra especial por causa de seu temor a Deus e se desviar do mal, e a razão pela qual outros não foram chamados servos por Deus é porque eles não temiam a Deus e se desviavam do mal. Essas duas atitudes distintamente diferentes de Deus são suas atitudes em relação a dois tipos de pessoas: aqueles que temem a Deus e se desviam do mal são aceitos por Deus e vistos como preciosos a Seus olhos, enquanto os que são tolos não temem a Deus, e são incapazes de se desviar do mal, e não são capazes de receber o favor de Deus; são muitas vezes abominados e condenados por Deus e são desprezíveis aos olhos de Deus.

Deus concede autoridade a Jó

Jó orou por seus amigos e, depois, por causa das orações de Jó, Deus não lidou com eles como era adequado à sua loucura — Ele não os punia nem recebia qualquer retribuição sobre eles. E por que isso? Porque as orações por eles do servo de Deus, Jó, chegaram aos seus ouvidos; Deus os perdoou porque aceitou as orações de Jó. E o que vemos nisso? Quando Deus abençoa alguém, Ele dá a eles muitas recompensas, e não apenas materiais: Deus também lhes dá autoridade e lhes dá o direito de orar pelos outros, e Deus esquece e negligencia as transgressões dessas pessoas porque ouve essas orações. Essa é a autoridade que Deus deu a Jó. Por meio das orações de Jó para deter sua condenação, Deus Jeová envergonhou aquelas pessoas tolas — o que, naturalmente, foi Seu castigo especial para Elifaz e os outros.

Jó é mais uma vez abençoado por Deus e nunca mais é acusado por Satanás

Entre as declarações de Deus Jeová estão as palavras “porque não tendes falado de mim o que era reto, como o meu servo Jó”. O que foi que Jó havia dito? Foi sobre o que falamos anteriormente, assim como as muitas páginas de palavras do Livro de Jó que Jó registrou como tendo falado. Em todas essas muitas páginas de palavras, Jó nunca mais teve reclamações ou dúvidas sobre Deus. Ele simplesmente aguarda o resultado. É essa espera que é sua atitude de obediência, como resultado da qual, e como resultado das palavras que ele disse a Deus, Jó foi aceito por Deus. Quando ele resistiu às provações e sofreu dificuldades, Deus estava ao seu lado e, embora sua dificuldade não fosse diminuída pela presença de Deus, Deus viu o que Ele queria ver e ouviu o que desejava ouvir. Cada uma das ações e palavras de Jó alcançou os olhos e ouvidos de Deus; Deus ouviu e viu — e isso é fato. O conhecimento de Jó de Deus, e seus pensamentos sobre Deus em seu coração naquela época, durante esse período, não eram realmente tão específicos quanto os das pessoas de hoje, mas no contexto do tempo, Deus ainda reconhecia tudo o que ele havia dito porque seu comportamento e os pensamentos em seu coração, e o que ele havia expressado e revelado, eram suficientes para Suas exigências. Durante o tempo em que Jó foi submetido a provações, aquilo que ele pensou em seu coração e determinou fazer mostrou a Deus um resultado satisfatório para Deus, e depois Deus tirou as provações de Jó, Jó emergiu de seus problemas, e suas provações foram embora e nunca mais lhe sobrevieram. Como Jó já havia sido submetido a provações e permaneceu firme durante essas provações e triunfou completamente sobre Satanás, Deus lhe deu as bênçãos que ele tão legitimamente merecia. Conforme registrado em Jó 42:10, 12, Jó foi abençoado mais uma vez e foi abençoado com mais do que no primeiro momento. Naquele momento, Satanás tinha se retirado, e não mais disse ou fez nada, e desde então, Jó não mais foi perturbado ou atacado por Satanás, e Satanás não mais fez acusações contra as bênçãos de Deus sobre Jó.

Jó gasta a última metade de sua vida em meio às bênçãos de Deus

Embora Suas bênçãos daquela época fossem limitadas apenas a ovelhas, gado, camelos, bens materiais, e assim por diante, as bênçãos que Deus desejava conceder a Jó em Seu coração eram muito mais do que isso. Na época, havia registros de que promessas eternas Deus queria dar a Jó? Em Suas bênçãos para Jó, Deus não mencionou ou tocou em seu fim, e independentemente de qual importância ou posição Jó possuía dentro do coração de Deus, em suma Deus foi perspicaz em Suas bênçãos. Deus não anunciou o fim de Jó. O que isso significa? Naquela época, quando o plano de Deus ainda não havia chegado ao ponto da proclamação do fim do homem, o plano ainda tinha que entrar na etapa final de Sua obra, Deus não fez menção do fim, simplesmente concedendo bênçãos materiais ao homem. O que isso significa é que a segunda metade da vida de Jó foi passada em meio às bênçãos de Deus, o que o tornou diferente de outras pessoas — mas da mesma forma que elas, ele envelheceu e, como qualquer pessoa normal, chegou o dia em que ele disse adeus ao mundo. Assim está registrado que “Então morreu Jó, velho e cheio de dias” (Jó 42:17). Qual é o significado de “morreu… cheio de dias” aqui? Na era antes de Deus proclamar o fim do povo, Deus estabeleceu uma expectativa de vida para Jó e, quando essa idade foi alcançada, permitiu que Jó partisse naturalmente deste mundo. Desde a segunda bênção de Jó até sua morte, Deus não acrescentou mais dificuldades. Para Deus, a morte de Jó era natural e também necessária, era algo muito normal e não era um julgamento nem uma condenação. Enquanto ele estava vivo, Jó adorava e temia a Deus; com relação a que tipo de fim ele teve após sua morte, Deus não disse nada, nem fez nenhum comentário sobre isso. Deus é judicioso no que Ele diz e faz, e o conteúdo e os princípios de Suas palavras e ações estão de acordo com a etapa de Sua obra e o período em que Ele está operando. Que tipo de fim alguém como Jó teve no coração de Deus? Deus havia alcançado algum tipo de decisão em Seu coração? Claro que sim! É só que isso era desconhecido pelo homem; Deus não quis contar ao homem, nem teve qualquer intenção de dizer ao homem. E assim, superficialmente falando, Jó morreu cheio de dias e tal era a vida de Jó.

O preço vivido por Jó durante sua vida

Jó viveu uma vida de valor? Onde estava o valor? Por que se diz que ele viveu uma vida de valor? Para o homem, qual era o seu valor? Do ponto de vista do homem, ele representou a humanidade que Deus deseja salvar, ao dar um testemunho retumbante de Deus perante Satanás e as pessoas do mundo. Ele cumpriu o dever que deveria ser cumprido por uma criatura de Deus, e estabeleceu um modelo, e agiu como um modelo, para todos aqueles a quem Deus deseja salvar, permitindo que as pessoas vejam que é inteiramente possível triunfar sobre Satanás confiando em Deus. E qual foi o seu valor para Deus? Para Deus, o valor da vida de Jó está em sua capacidade de temer a Deus, adorar a Deus, testificar as obras de Deus e louvar as obras de Deus, trazendo conforto a Deus e algo para desfrutar; para Deus, o valor da vida de Jó era também em como, antes de sua morte, Jó experimentou provações e triunfou sobre Satanás, e deu um testemunho retumbante de Deus perante Satanás e as pessoas do mundo, glorificando a Deus entre os homens, consolando o coração de Deus; permitindo que o coração ansioso de Deus contemplasse um resultado e visse esperança. Seu testemunho estabeleceu um precedente para a capacidade de se manter firme no testemunho que se dá de Deus e para ser capaz de envergonhar Satanás em nome de Deus, na obra de Deus de gerenciar a humanidade. Não é esse o valor da vida de Jó? Jó trouxe conforto ao coração de Deus, ele deu a Deus uma amostra do prazer de ser glorificado e proporcionou um começo maravilhoso para o plano de gerenciamento de Deus. E desse ponto em diante o nome de Jó tornou-se um símbolo da glorificação de Deus e um sinal do triunfo da humanidade sobre Satanás. O que Jó viveu durante sua vida e seu notável triunfo sobre Satanás será para sempre apreciado por Deus, e sua perfeição, retidão e temor a Deus serão venerados e imitados pelas gerações vindouras. Ele será eternamente estimado por Deus como uma pérola luminosa e sem defeito, e assim também vale a pena ele ser valorizado pelo homem!

Em seguida, vamos considerar a obra de Deus durante a Era da Lei.

d. O regulamento da era da Lei

Os dez Mandamentos

Os princípios para construir altares

Regulamento para o tratamento dos servos

Regulamentos para roubo e compensação

Guardar o ano sabático e as três festas

Regulamentos para o dia de sábado

Regulamentos para Ofertas

Ofertas queimadas

Ofertas de grãos

Ofertas pacíficas

Ofertas pelo pecado

Ofertas pela transgressão

Regulamentos para ofertas de sacerdotes (Aarão e seus filhos são ordenados a cumprir)

Ofertas queimadas pelos sacerdotes

Ofertas de grãos pelos sacerdotes

Ofertas pelo pecado pelos sacerdotes

Ofertas pela transgressão pelos sacerdotes

Ofertas pela paz pelos sacerdotes

Regulamentos para o consumo de oferendas pelos sacerdotes

Animais limpos e imundos (aqueles que podem e não podem ser comidos)

Regulamentos para a purificação das mulheres após o parto

Padrões para o exame da lepra

Regulamentos para aqueles que foram curados da lepra

Regulamentos para limpeza de casas infectadas

Regulamentos para aqueles que sofrem de secreções anormais

O dia da expiação que deve ser observado uma vez por ano

Regras para o abate de bovinos e ovinos

A proibição de seguir práticas detestáveis dos gentios (não cometer incesto e assim por diante)

Regulamentos que devem ser seguidos pelo povo (“Sereis santos, porque Eu Jeová, teu Deus, sou santo”).

A execução daqueles que sacrificam seus filhos a Moloque

Regulamentos para a punição do crime de adultério

Regras que devem ser observadas pelos sacerdotes (regras para o comportamento diário, regras para o consumo das coisas sagradas, regras para fazer as ofertas, e assim por diante)

Festas que devem ser observadas (o dia do Senhor, a páscoa, o pentecostes, o dia da expiação e assim por diante)

Outros regulamentos (acender as lâmpadas, o ano do jubileu, a redenção da terra, fazer votos, a oferta dos dízimos e assim por diante)

Os regulamentos da era da lei são a prova real da direção de Deus para toda a humanidade

Então, vocês leram esses regulamentos e princípios da Era da Lei, certo? Os regulamentos abrangem uma ampla gama? Primeiro, eles cobrem os Dez Mandamentos, depois dos quais estão os regulamentos de como construir altares e assim por diante. Esses são seguidos por regulamentos para guardar o sábado e observar as três festas, depois dos quais estão os regulamentos para as ofertas. Vocês viram quantos tipos de ofertas existem? Há ofertas queimadas, ofertas de cereais, ofertas pacíficas, ofertas pelo pecado e assim por diante que são seguidas por regulamentos para as ofertas dos sacerdotes, incluindo ofertas queimadas e ofertas de cereais pelos sacerdotes e outros tipos de ofertas. A oitava regra é para o consumo de ofertas pelos sacerdotes e depois há regulamentos para o que deve ser observado durante a vida das pessoas. Há estipulações para muitos aspectos da vida das pessoas, tais como os regulamentos para o que podem ou não comer, para a purificação das mulheres após o parto e para aqueles que foram curados da lepra. Nesses regulamentos, Deus vai até o ponto de falar sobre doenças, e há até regras para o abate de ovelhas e bois e assim por diante. Ovelhas e bois foram criados por Deus, e você deve abatê-los como Deus lhe disser; há, sem dúvida, razão para as palavras de Deus, sem dúvida, é certo agir conforme decretado por Deus e, certamente, de benefício para as pessoas! Há também festas e regras a serem observadas, como o Dia de Sábado, a Páscoa e muito mais — Deus falou sobre tudo isso. Vejamos os finais: outros regulamentos — acender as lâmpadas, o Ano do Jubileu, a redenção da terra, fazer votos, a oferta de dízimos e assim por diante. Esses abrangem uma ampla gama? A primeira coisa a ser falada é a questão das ofertas das pessoas, então há regulamentos para o roubo e compensação, e a observação do dia de sábado (…); cada um dos detalhes da vida está envolvido. Ou seja, quando Deus começou a obra oficial de Seu plano de gerenciamento, Ele estabeleceu muitos regulamentos que deveriam ser seguidos pelo homem. Esses regulamentos eram para permitir que o homem conduzisse a vida normal do homem na terra, uma vida normal do homem que é inseparável de Deus e de Sua direção. Deus primeiro disse ao homem como fazer altares, como erguer os altares. Depois disso, Ele disse ao homem como fazer ofertas, e estabeleceu como o homem deveria viver — a que ele deveria prestar atenção na vida, ao que ele deveria obedecer, o que ele deveria e não deveria fazer. O que Deus estabeleceu para o homem foi todo-abrangente e, com esses costumes, regulamentos e princípios Ele padronizou o comportamento das pessoas, guiou suas vidas, guiou sua inicialização às leis de Deus, guiou-as para ir diante do altar de Deus, guiou-as a ter uma vida entre todas as coisas que Deus fez para o homem que era possuidor de ordem, regularidade e moderação. Deus primeiro usou esses regulamentos e princípios simples para estabelecer limites para o homem, de modo que na terra o homem tivesse uma vida normal de adorar a Deus, tivesse a vida normal do homem; tal é o conteúdo específico do início de seu plano de gerenciamento de seis mil anos. Os regulamentos e regras cobrem um conteúdo muito amplo, são os detalhes da orientação de Deus para a humanidade durante a Era da Lei, eles tiveram que ser aceitos e honrados pelas pessoas que vieram antes da Era da Lei, são um registro da obra feita por Deus durante a Era da Lei e são uma prova real da liderança e orientação de Deus para toda a humanidade.

A humanidade é sempre inseparável dos ensinamentos e provisões de Deus

Nesses regulamentos, vemos que a atitude de Deus para com o Sua obra, para com o Seu gerenciamento e para com a humanidade é séria, conscienciosa, rigorosa e responsável. Ele faz a obra que deve fazer entre os homens de acordo com Suas etapas, sem a menor discrepância, falando as palavras que Ele deve falar à humanidade sem o menor erro ou omissão, permitindo ao homem ver que ele é inseparável da liderança de Deus e mostrando-lhe quão importante tudo o que Deus faz e diz é para a humanidade. Independentemente de como é o homem na próxima era, em suma, logo no início — durante a Era da Lei — Deus fez essas coisas simples. Para Deus, os conceitos das pessoas sobre Deus, o mundo e a humanidade, naquela era, eram abstratos e opacos, e embora tivessem algumas ideias e intenções conscientes, todos eles estavam obscuros e incorretos, e assim a humanidade estava inseparável dos ensinamentos e provisões de Deus para eles. A humanidade mais antiga não sabia nada, e assim Deus teve que começar a ensinar ao homem os princípios mais superficiais e básicos de sobrevivência e regulamentos necessários para viver, impregnando essas coisas no coração do homem pouco a pouco e dando ao homem um entendimento gradual de Deus, uma apreciação e entendimento graduais da liderança de Deus, e um conceito básico da relação entre o homem e Deus, através desses regulamentos, e através dessas regras, que eram de palavras. Depois de alcançar esse efeito, só então Deus pôde, pouco a pouco, fazer a obra que faria mais tarde, e assim esses regulamentos e a obra feito por Deus durante a Era da Lei são o alicerce de Sua obra de salvar a humanidade, e a primeira etapa da obra no plano de gerenciamento de Deus. Embora, antes da obra da era da lei, Deus tivesse falado com Adão, Eva e seus descendentes, essas ordens e ensinamentos não eram tão sistemáticos ou específicos a ponto de serem emitidos um a um para o homem, e não foram anotados, nem se tornaram regulamentos. Isso porque, naquele momento, o plano de Deus não havia ido tão longe; somente quando Deus conduziu o homem a essa etapa, Ele poderia começar a falar desses regulamentos da Era da Lei e começar a fazer com que o homem os cumprisse. Foi um processo necessário e o resultado foi inevitável. Esses costumes e regulamentos simples mostram ao homem os passos da obra de gerenciamento de Deus e a sabedoria de Deus revelada em Seu plano de gerenciamento. Deus sabe que conteúdo e meios usar para começar, que meios usar para continuar e que meios usar para terminar a fim de que Ele pudesse ganhar um grupo de pessoas que dão testemunho Dele, poderia ganhar um grupo de pessoas que são da mesma mente que Ele. Ele sabe o que está dentro do homem e sabe o que está faltando no homem, Ele sabe o que Ele tem que prover e como Ele deve liderar o homem e, assim também, Ele sabe o que o homem deve e não deve fazer. O homem é como um fantoche: embora não tivesse entendimento da vontade de Deus, ele não pôde deixar de ser guiado pela obra de gerenciamento de Deus, passo a passo, até hoje. Não havia nebulosidade no coração de Deus sobre o que ele deveria fazer; em Seu coração, havia um plano muito claro e vívido, e Ele realizou a obra que Ele Mesmo desejava fazer de acordo com Seus passos e Seu plano, progredindo do superficial para o profundo. Mesmo que Ele não tivesse indicado a obra que Ele deveria fazer mais tarde, Sua obra subsequente ainda continuou a ser realizada e a progredir em estrita conformidade com Seu plano, o que é uma manifestação do que Deus tem e é e, também, é a autoridade de Deus. Independentemente de qual etapa de Seu plano de gerenciamento Ele esteja fazendo, Seu caráter e Sua substância representam a Si Mesmo. Isso é absolutamente verdade. Independentemente da era, ou da etapa da obra, que tipo de pessoas Deus ama, que tipo de pessoas Ele abomina, Seu caráter e tudo o que Ele tem e é nunca mudarão. Mesmo que esses regulamentos e princípios que Deus estabeleceu durante a obra da era da Lei pareçam muito simples e superficiais para as pessoas hoje em dia, mesmo que sejam fáceis de compreender e alcançar, neles ainda há a sabedoria de Deus e há ainda o caráter de Deus e o que Ele tem e é. Pois dentro dessas regras aparentemente simples são expressas a responsabilidade e cuidado de Deus para com a humanidade, e a substância primorosa de Seus pensamentos, permitindo que o homem realmente perceba o fato de que Deus governa sobre todas as coisas e todas as coisas são controladas por Suas mãos. Não importa quanto conhecimento a humanidade domine, ou quantas teorias ou mistérios ele entenda, para Deus, nenhum deles é capaz de substituir Sua provisão e liderança da humanidade; a humanidade será para sempre inseparável da orientação de Deus e da obra pessoal de Deus. Tal é o relacionamento inseparável entre o homem e Deus. Independentemente de Deus lhe dar um mandamento, ou regulamento, ou oferecer a verdade para que você compreenda a Sua vontade, não importa o que Ele faça, o objetivo de Deus é guiar o homem para um belo amanhã. As palavras proferidas por Deus e a obra que Ele faz são tanto a revelação de um aspecto de Sua substância quanto a revelação de um aspecto de Seu caráter e sabedoria, constituem um passo indispensável de Seu plano de gerenciamento. Isso não deve ser ignorado! A vontade de Deus está em tudo o que Ele faz; Deus não tem temor a observações equivocadas, nem tem temor a nenhuma das concepções ou pensamentos do homem sobre Ele. Ele simplesmente faz a Sua obra e continua o seu gerenciamento, de acordo com o Seu plano de gerenciamento, sem restrições de qualquer pessoa, matéria ou objeto.

Ok, isso é tudo por hoje. Até a próxima!

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