Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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Palavras clássicas de Deus Todo-Poderoso, o Cristo dos últimos dias

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X Palavras clássicas sobre a realidade da verdade em que as pessoas escolhidas por Deus precisam entrar

(X) Palavras clássicas sobre como temer a Deus e evitar o mal

237. O que é temer a Deus? E como evitar o mal?

“Temer a Deus” não significa medo e horror indescritível, nem evadir, nem se afastar, nem é idolatração ou superstição. Antes, é admiração, estima, confiança, compreensão, cuidado, obediência, consagração, amor, bem como a adoração, a retribuição e a rendição incondicionais e submissas. Sem o conhecimento genuíno de Deus, a humanidade não terá admiração genuína, confiança genuína, compreensão genuína, cuidado ou obediência genuínos, mas apenas medo e desconforto, apenas dúvida, incompreensão, evasão e fuga; sem conhecimento genuíno de Deus, a humanidade não terá verdadeiras consagração e retribuição; sem conhecimento real de Deus, a humanidade não terá adoração e entrega genuínas, apenas idolatração cega e superstição; sem conhecimento genuíno de Deus, a humanidade não pode agir de acordo com o caminho de Deus, ou temer a Deus, ou evitar o mal. Em contrapartida, toda atividade e comportamento em que o homem se envolver serão repletos de rebeldia e desafio, com imputações caluniosas e julgamentos caluniosos sobre Ele, e com conduta maligna contrária à verdade e ao verdadeiro significado das palavras de Deus.

Tendo verdadeira confiança em Deus, a humanidade realmente saberá como seguir a Deus e depender Dele; somente com verdadeira confiança e dependência de Deus, a humanidade pode ter uma genuína compreensão e entendimento; juntamente com a real compreensão de Deus, vem o cuidado real por Ele; somente com o cuidado genuíno por Deus, a humanidade pode ter uma obediência genuína; somente com obediência genuína a Deus, a humanidade pode ter consagração genuína; somente com a consagração genuína a Deus, a humanidade pode ter uma retribuição incondicional e submissa; somente com confiança e dependência genuínas, compreensão e cuidado genuínos, obediência genuína, consagração e retribuição genuínas, a humanidade pode verdadeiramente conhecer o caráter e a essência de Deus e conhecer a identidade do Criador; somente quando ela vier a conhecer o Criador verdadeiramente, a humanidade poderá despertar em si mesma a adoração e entrega genuínas; somente quando tiver adoração verdadeira e se render verdadeiramente ao Criador, a humanidade será realmente capaz de deixar seus maus caminhos, isto é, evitar o mal.

Isso constitui todo o processo de “temer a Deus e evitar o mal” e é também o conteúdo em sua totalidade de temer a Deus e evitar o mal, bem como o caminho que deve ser percorrido para chegar a temer a Deus e evitar o mal.

de ‘Conhecer Deus é a senda para temer a Deus e evitar o mal’ em “A Palavra manifesta em carne”

238. Em todas as eras, Deus concede algumas palavras ao homem quando Ele opera no mundo, dizendo-lhe algumas verdades. Essas verdades servem como caminho a ser seguido pelo homem, o caminho que deve ser percorrido pelo homem, o caminho que permite ao homem temer a Deus e evitar o mal, e o caminho que as pessoas devem colocar em prática e seguir em sua vida e no decorrer do curso de sua jornada de vida. É por essas razões que Deus confere essas palavras ao homem. Essas palavras que vêm de Deus devem ser seguidas pelo homem e, aderir a elas é receber vida. Se uma pessoa não as seguir, não as colocar em prática e não viver as palavras de Deus em sua vida, então, essa pessoa não está colocando a verdade em prática. E, se ela não está colocando a verdade em prática, então, ela não está temendo a Deus e evitando o mal, nem consegue satisfazer a Deus. Se uma pessoa não consegue satisfazer a Deus, então, ela não consegue receber o elogio de Deus; esse tipo de pessoa não tem desfecho.

de ‘Como conhecer o caráter de Deus e o resultado de Sua obra’ em “A Palavra manifesta em carne”

239. Andar no caminho de Deus não se trata de observar regras superficialmente. Pelo contrário, significa que, ao se deparar com uma questão, antes de tudo, você a vê como uma circunstância que foi arranjada por Deus, uma responsabilidade conferida a você por Ele, ou algo que Ele lhe confiou e que, quando estiver enfrentando essa questão, você ainda deve vê-la como uma provação de Deus. Ao enfrentar essa questão, você deve ter um padrão, você deve pensar que ela veio de Deus. Você deve pensar em como lidar com ela de modo que consiga cumprir sua responsabilidade e ser fiel a Deus; em como realizá-la e não enfurecer a Deus, nem ofender o Seu caráter.

de ‘Como conhecer o caráter de Deus e o resultado de Sua obra’ em “A Palavra manifesta em carne”

240. “Temer a Deus e evitar o mal” e conhecer a Deus estão indivisivelmente conectados por uma miríade de fios, e a conexão entre eles é evidente. Se alguém deseja alcançar o repúdio ao mal, deve primeiro ter verdadeiro temor a Deus; se alguém deseja atingir o real temor a Deus, deve primeiro ter conhecimento real de Deus; se alguém deseja alcançar o conhecimento de Deus, deve primeiro experimentar as palavras de Deus, entrar na realidade das palavras de Deus, experimentar repreensão e disciplina de Deus, Seu castigo e julgamento; se alguém deseja experimentar as palavras de Deus, deve primeiro ficar face a face com as palavras de Deus, ficar face a face com Deus e pedir a Deus que forneça oportunidades para experimentar as palavras Dele na forma de ambientes diversos envolvendo pessoas, eventos e objetos; se alguém deseja ficar face a face com Deus e com as palavras de Deus, primeiro deve possuir um coração simples e honesto, prontidão para aceitar a verdade, vontade para suportar o sofrimento, a resolução e a coragem para evitar o mal, e a aspiração de tornar-se um ser criado genuíno... Deste modo, avançando passo a passo, você se aproximará cada vez mais de Deus, seu coração se tornará cada vez mais puro, e sua vida e o valor de estar vivo serão, junto com seu conhecimento de Deus, cada vez mais significativos e brilharão cada vez mais radiantemente.

de ‘Conhecer Deus é a senda para temer a Deus e evitar o mal’ em “A Palavra manifesta em carne”

241. A fim de andarmos no caminho de Deus, nós não podemos deixar passar nada com relação a nós mesmos, nem alguma coisa que aconteça ao nosso redor, nem mesmo as pequenas coisas. Não importa se achamos que devemos ou não prestar atenção nela, uma vez que alguma questão esteja nos confrontando, nós não devemos deixá-la passar. Tudo isso deve ser visto como um teste de Deus para nós. Como é esse tipo de atitude? Se você tem esse tipo de atitude, então, confirma-se um fato: o seu coração teme a Deus, e o seu coração está disposto a evitar o mal. Se você tem esse desejo de satisfazer a Deus, então, o que você coloca em prática, não está distante do padrão de temer a Deus e evitar o mal.

Há, muitas vezes, aqueles que acreditam que as questões nas quais as pessoas não prestam muita atenção, as questões que, geralmente, não são mencionadas são meramente insignificantes e não têm nada a ver com colocar a verdade em prática. Quando essas pessoas se deparam exatamente com essa questão, elas não dão muita atenção e a deixam passar. Mas, na realidade, essa questão é uma lição para a qual você deve estar estudando, uma lição sobre como temer a Deus, sobre como evitar o mal. Além disso, aquilo com o que você deve se preocupar mais é em saber o que Deus está fazendo quando essa questão surge para confrontá-lo. Deus está bem ao seu lado, observando cada uma de suas palavras e feitos, observando suas ações, suas mudanças de opinião – essa é a obra de Deus.

de ‘Como conhecer o caráter de Deus e o resultado de Sua obra’ em “A Palavra manifesta em carne”

242. Todas as questões que envolvem percorrer o caminho de Deus não estão divididas em grandes ou pequenas. [...] Em termos de questões cotidianas, há algumas que as pessoas veem como muito grandes e significativas, e outras que são vistas como insignificantes. As pessoas frequentemente veem essas grandes questões como sendo as de muita importância e as consideram enviadas por Deus. Todavia, no decorrer do curso do desenrolar dessas grandes questões, devido a estatura imatura do homem, e devido ao pequeno calibre do homem, ele, muitas vezes, não está à altura das intenções de Deus, não consegue obter quaisquer revelações e não consegue adquirir nenhum conhecimento real de valor. No que diz respeitos às questões pequenas, elas são simplesmente ignoradas pelo homem, deixadas escapar pouco a pouco. Sendo assim, elas perderam muitas oportunidades de serem examinadas perante Deus, de serem testadas por Ele. Se você sempre ignorar as pessoas, as coisas, as questões e as circunstâncias que Deus arranja para você, o que isso significará? Significa que, todos os dias, até em todos os momentos, você está sempre renunciando a que Deus aperfeiçoe você e à liderança de Deus.

de ‘Como conhecer o caráter de Deus e o resultado de Sua obra’ em “A Palavra manifesta em carne”

243. In your everyday lives, in what things, and in how many things, do you have God-fearing hearts, and in what things do you not? Can you hate people? (Yes.) When you hate someone, you think to yourselves, “I want to make that person suffer, punish that person, and take my revenge against that person”—can you do that? (Yes.) Well then, you are quite scary! You do not have God-fearing hearts. That you could act on those impulses is way too frightening; this disposition is quite vile and very serious! One can hate another person—that is a part of normal humanity; however, actually being able to act on that hate and exact vengeance to achieve one’s own goals and purposes is pretty scary. Some people just hate, and leave it at that. After a while, if they cannot get along with the people they hate, they will start to distance themselves from them and avoid them; however, they do not let this affect their duty or influence their normal interpersonal relationships. They do not act on their hate because they have God in their hearts. Even though they have this idea of hate, this evil thought, they do not act upon it. Because they fear God, do not want to offend God, are afraid to offend God, and they possess God-fearing hearts, they therefore do not utter a word that is out of line. They feel they cannot get along with someone, or have some thoughts and views about them, but they never take any actions, and would not offend God on this matter. What kind of behavior is this? It is conducting oneself and handling things with principle and impartiality. “Although I am incompatible with this person’s humanity and personality, when we work together, I remain impartial, and won’t take my frustrations out on my duty, sacrifice my duty, or take them out on the interests of God’s family.” You may not like this person, but you can still do things according to principle. As such, you have a basic God-fearing heart. If you have a bit more than that, you will be able to help them. When you see they have some faults or weaknesses, even if they have offended you or affronted you, or harmed your interests, you can still help them. This would be even better; this would mean that you are a person who possesses humanity, the reality of truth, and a God-fearing heart.

from “The Five Conditions People Have Before They Enter the Right Track of Believing in God” in The Word Appears in the Flesh

244. People with hearts that revere God behave the same way whether toward God or other people; this is a matter of the heart. Why is it that one who reveres God in his heart does not treat other people in this way? In his heart he does not want to offend God, saying, “Behaving this way toward people offends God and displeases Him. I cannot behave that way.” He has a heart that reveres God, so, even though at times he may feel a little hatred or displeasure toward others, upon pondering he thinks, “I cannot do anything that would offend God. I cannot hurt God’s feelings. Doing so is not consistent with truth, so I will not do it.” His thinking and acting in this way is governed by his God-revering heart. When it comes to God, sometimes he will see God do this or that which is inconsistent with man’s conceptions, and he will ponder, “He is God. I should have a heart that reveres God. I should have a heart that fears God. I cannot do anything that disobeys God.” In this way, a thought can protect you from doing things that resist God, from doing things that hurt God’s feelings.

from “A Person Can Live Life With Dignity Only by Submitting to and Revering God” in Records of Christ’s Talks

245. Being practical in your behavior and actions, not departing from prayer in all you do, often coming before God, not straying from God—these are the fundaments of the fundaments! No matter how great our lives, how great our statures, how much of the reality of the truth we have entered, in our hearts we cannot leave God, we cannot stray from God. You say: “I won’t go too far from God, but let me wander a while, OK?” What words are these? This isn’t a matter of near or far—if you are without God in your heart, then you have already strayed far from God; it is not a matter of real distance. And what is the outcome when people stray far from God? … When people stray from God, they can fall captive to Satan at any time. And after that, what will be revealed in their words and actions? (The corrupt disposition of Satan.) At this time, people will likely make mistakes, they will reveal their rebelliousness, and will interrupt; at any time, there is the risk that they will be used and taken captive by Satan—how frightful that is! Thus, not straying from God in your heart and being able to come before God at all times is an attitude of reverence toward God, and only when you possess this attitude can God protect you from taking the wrong path.

from “Only With the Truth as Their Life Can People Live a Life of Value” in Records of Christ’s Talks

246. If, in their belief in God, people don’t frequently live before God, they have no fear for God in their hearts, and so are incapable of shunning evil. These are connected. If your heart often lives before God, you will be held in check, and will fear God in many things. You will not go too far, or do anything that is dissolute. You will not do that which is loathed by God, and will not speak words that have no sense. … if you are incapable of being at peace before God, and don’t pray when something happens to you, if you’re often impulsive, often act according to your own will, often reveal your naturalness and arrogant disposition, and if you do not accept God’s observation of you, nor God’s discipline of you, and you do not obey God, the hearts of people like this commonly live before Satan; their hearts are controlled by Satan and their own corrupt dispositions. And so, such people are without the slightest reverence for God. They are fundamentally incapable of shunning evil, and even if they don’t do evil things, everything they think is still evil, and unconnected to the truth or the way of God.

from “Only If You Live Before God at All Times Can You Walk the Path of Salvation” in Records of Christ’s Talks

246. You must also often come before God, and accept God’s discipline and guidance of you. What is the main topic that we’ve frequently talked about over this period of time? Is it the lesson of obedience? (Yes.) This is something that’s very important. You must be able to submit to all the environments God sets out for you and all the people, things, and matters that He arranges for you. You must often pray, live with fear before God, and scrupulously do what you ought to do; you must scrupulously live before God, and often be at peace before God, and not be indulgent or dissolute. At the very least, when something happens to you, your first reaction should be to calm down. And what do you calm down in order to do? (Pray and seek.) When you’ve calmed yourself, hurry up and pray! Pray, wait, seek, and attain an understanding of God’s will. Is this the attitude of fearing God? Is this a good state, a good start, for the fear of God? (Yes.) With this mind, by cooperating like this, and practicing thus, you can be protected. You will not encounter temptation, and will not offend God, and will not do things that interrupt God’s management work, nor will you go so far as to provoke God’s loathing. Only by practicing thus, often living in this kind of state, and often being at peace and coming before God in this state, will you be able to unconsciously depart from temptation and evil. Yes? (Yes.)

from “Only If You Live Before God at All Times Can You Walk the Path of Salvation” in Records of Christ’s Talks

248. You are living with dignity and character when you truly have a God-revering heart. If you do not have a God-revering heart and do not genuinely submit to God, never understanding truth when you act, always being woolly-headed and off toward the left or right, not understanding any principle, then it’s of no use no matter how much you care about face: You still have no dignity and are a dimwit. Is a person with total enthusiasm and no understanding of truth worth anything? He is not worth anything, and it doesn’t matter how much he cares about face. What does this mean? What is most important? (Pursuing truth; having a heart that submits to God; having a heart that reveres God.) Yes, pursuing these things is most important; it is fundamental. No matter how high of preaching you have heard, no matter how much doctrine you understand, in the end you must come back to the pursuit of truth and be able to be a person who submits to God and reveres God. This is the most important thing and the key point.

from “A Person Can Live Life With Dignity Only by Submitting to and Revering God” in Records of Christ’s Talks

249. Antes de você ter qualquer um de seus pontos de vista ou conclusões, você deve, primeiro, entender a atitude de Deus para com você, o que Deus está pensando, e, então, decidir se a sua própria ideia é ou não correta. [...] contanto que não seja o padrão do próprio pensamento de Deus, então, ele vem da imaginação do homem e é tudo concepção do homem. Qual é a consequência de insistir cegamente em sua própria concepção e imaginação? Obviamente, a consequência só pode ser Deus rejeitando você. Isso se dá porque você sempre ostenta as suas qualificações diante de Deus, compete com Deus e disputa com Deus, e você não tenta verdadeiramente compreender o pensamento de Deus, nem tenta verdadeiramente compreender as intenções de Deus e a atitude de Deus para com a humanidade. Proceder dessa maneira é honrar a si mesmo sobre todas as coisas, não honrar a Deus. Você acredita em si mesmo; você não acredita em Deus. Deus não quer esse tipo de pessoa e Deus não salvará esse tipo de pessoa. Se você conseguir se livrar desse tipo de ponto de vista e, depois, retificar esses pontos de vista incorretos do passado; se você puder proceder de acordo com as demandas de Deus; começar a praticar o caminho de temer a Deus e evitar o mal desse ponto em diante; conseguir honrar a Deus como grande em todas as coisas; não usar suas próprias fantasias pessoais, pontos de vista ou crenças para definir a si mesmo, definir a Deus. E, em vez disso, você buscar as intenções de Deus em todos os aspectos, você alcançar uma realização e entendimento da atitude de Deus para com a humanidade e você usar o padrão de Deus para satisfazer a Deus – isso seria maravilhoso! Isso significaria que você está prestes a embarcar no caminho de temer a Deus e evitar o mal.

de ‘Como conhecer o caráter de Deus e o resultado de Sua obra’ em “A Palavra manifesta em carne”

250. Eu incentivo cada um e todos vocês aqui a serem cuidadosos e prudentes em suas ações. Sejam cuidadosos e prudentes em seu falar. E, com relação a como vocês tratam a Deus, quanto mais cuidadoso e prudente vocês forem, melhor! Quando você não entender qual é a atitude de Deus, não fale de modo descuidado, não seja descuidado em suas ações e não empregue rótulos de maneira descuidada. Mais ainda, não chegue a conclusões de forma arbitrária. Em vez disso, você deve esperar e busca; isso também é uma manifestação do temer a Deus e evitar o mal. Se você puder alcançar esse ponto acima de tudo e possuir essa atitude acima de tudo, então, Deus não o culpará por sua estupidez, sua ignorância e irracionalidade. Pelo contrário, devido ao seu medo de ofender a Deus, seu respeito pelas intenções de Deus e sua atitude de disposição para obedecê-Lo, Deus Se lembrará de você, o guiará e o esclarecerá, ou tolerará a sua imaturidade e ignorância. Contrariamente, se a sua atitude para com Ele for irreverente – julgando a Deus de modo arbitrário, adivinhando e definindo, de modo arbitrário, as ideias de Deus – Deus lhe dará uma condenação, disciplina e até uma punição; ou Ele lhe dará uma declaração. Talvez, essa declaração envolva o seu desfecho. Portanto, Eu ainda quero enfatizar isso mais uma vez e informar a todos os presentes para que sejam cuidadosos e prudentes com todas as coisas que vêm de Deus. Não fale de maneira descuidada e não seja descuidado em suas ações. Antes de você dizer alguma coisa, você deve pensar: fazer isso enfureceria a Deus? Fazer isso é temer a Deus? Mesmo para assuntos simples, você ainda deve realmente tentar decifrar essas perguntas, deve considerá-las de fato.

de ‘Como conhecer o caráter de Deus e o resultado de Sua obra’ em “A Palavra manifesta em carne”

251. Deus está sempre no coração daqueles que genuinamente creem Nele e que sempre levam dentro de si um coração reverente a Deus, um coração que ama a Deus. Aqueles que creem em Deus deveriam fazer as coisas com um coração prudente e cauteloso, e tudo o que fazem deveria ser de acordo com os requisitos de Deus e ser capaz de satisfazer o coração de Deus. Eles não deveriam ser teimosos, fazendo o que bem lhes agrada; isso não condiz à santa decência. As pessoas não podem ostentar o estandarte de Deus e correr de maneira descontrolada com ele por todo lugar, arrogantes e falsas em todo lugar; agir assim é a mais rebelde conduta.

de ‘Alerta para aqueles que não praticam a verdade’ em “A Palavra manifesta em carne”

252. Em primeiro lugar, nós sabemos que o caráter de Deus é majestade, é ira. Ele não é uma ovelha para ser abatido por alguém; ainda mais, Ele não é uma marionete para ser controlado pelas pessoas da maneira que quiserem. Ele também não é ar vazio para ser mandado pelas pessoas. Se você realmente acredita que Deus existe, você deve ter um coração que teme a Deus e deve saber que a essência de Deus não deve ser irritada. Essa ira pode ser causada por uma palavra; talvez, um pensamento; talvez algum tipo de comportamento vil; talvez, um comportamento moderado admissível aos olhos e à ética do homem; ou, talvez, ela seja causada por uma doutrina, uma teoria. Todavia, uma vez que você tenha enfurecido Deus, sua oportunidade se perde e seus últimos dias chegaram. Isso é algo terrível! Se você não entender que Deus não pode ser ofendido, então, talvez, você não tema a Deus e, talvez, você O ofenda o tempo todo. Se você não souber como temer a Deus, então, você é incapaz de temer a Deus e não sabe como colocar-se na senda de andar no caminho de Deus — temendo a Deus e evitando o mal. Quando você se torna consciente, você pode estar ciente de que Deus não pode ser ofendido, então, você saberá o que é temer a Deus e evitar o mal.

de ‘Como conhecer o caráter de Deus e o resultado de Sua obra’ em “A Palavra manifesta em carne”

253. Você deve perfeitamente esclarecido quanto a isso e compreender que a essência de Deus é imutável, e o Seu caráter aparecerá em diferentes momentos e em diferentes contextos. Você pode não achar que esse é um assunto sério, e você usa as suas próprias concepções pessoais para imaginar como Deus deve fazer as coisas. Contudo, há vezes quando o oposto total de seu ponto de vista é verdadeiro e que, ao usar as suas próprias concepções para tentar avaliar Deus, você já O enfureceu. Isso se dá porque Deus não opera como você acha que Ele opera e Deus não tratará essa questão como você diz que Ele o fará. E então, Eu o lembro que seja cuidadoso e prudente em sua abordagem a tudo ao seu redor e aprenda como seguir o princípio de andar no caminho de Deus em todas as coisas – temendo a Deus e evitando o mal. Você deve desenvolver um entendimento firme quanto a questões relacionadas à vontade de Deus e à atitude de Deus; encontre pessoas esclarecidas para comunicar isso a você e busque com sinceridade. Não veja o Deus de sua crença como uma marionete – julgando de forma arbitrária, chegando a conclusões arbitrárias, não tratando Deus com o respeito que Ele merece.

de ‘Como conhecer o caráter de Deus e o resultado de Sua obra’ em “A Palavra manifesta em carne”

254. Deus é um Deus vivo e, assim como as pessoas desempenham de maneiras diferentes em diferentes situações, a atitude de Deus para com esses desempenhos difere porque Ele não é uma marionete nem é ar vazio. Conhecer a atitude de Deus é uma busca digna para a humanidade. As pessoas devem aprender como, conhecendo a atitude de Deus, elas podem conhecer o caráter de Deus e entender o Seu coração pouco a pouco. Quando você passar a entender o coração de Deus pouco a pouco, você não achará que temer a Deus e evitar o mal é algo difícil de realizar. Além disso, quando você entende a Deus, é menos provável você fazer conclusões a respeito Dele. Quando você para de fazer conclusões sobre Deus, você fica menos propenso a ofendê-Lo e involuntariamente Deus o levará a ter um conhecimento Dele e, assim, você temerá a Deus em seu coração. Você irá parar de definir a Deus usando as doutrinas, as letras e as teorias que você dominava. Pelo contrário, ao buscar sempre as intenções de Deus em todas as coisas, você, de forma inconsciente, se tornará uma pessoa que é segundo o coração de Deus.

de ‘Como conhecer o caráter de Deus e o resultado de Sua obra’ em “A Palavra manifesta em carne”

255. Jó era disciplinado em seu estilo de vida, e não era ganancioso ou hedonista, nem se fixava na qualidade de vida, como resultado das bênçãos de Deus para ele. Em vez disso, ele era humilde e modesto, e cauteloso e cuidadoso diante de Deus, ele frequentemente pensava nas graças e bênçãos de Deus e era continuamente temeroso a Deus. Em sua vida diária, Jó frequentemente se levantava cedo para oferecer holocaustos a seus filhos e filhas. Em outras palavras, não só o próprio Jó temia a Deus, mas também esperava que seus filhos também tivessem temor a Deus e não pecassem contra Deus. A riqueza material de Jó não ocupava lugar em seu coração, nem substituía a posição ocupada por Deus; fosse para o bem de si mesmo ou de seus filhos, as ações diárias de Jó estavam todas ligadas a temer a Deus e se desviar do mal. Seu temor a Deus Jeová não parou em sua boca, mas foi posto em ação e refletido em cada parte de sua vida diária. Essa conduta real de Jó nos mostra que ele era honesto e possuía uma substância que amava a justiça e coisas que eram positivas. Que Jó frequentemente enviou e santificou seus filhos e filhas significa que ele não sancionou ou aprovou o comportamento de seus filhos; em vez disso, em seu coração, ele estava farto do comportamento deles e os condenou. Ele havia concluído que o comportamento de seus filhos e filhas não era agradável a Deus Jeová, e assim ele frequentemente os chamava para ir diante de Deus Jeová e confessar seus pecados. As ações de Jó nos mostram um outro lado de sua humanidade: uma em que ele nunca andou com aqueles que muitas vezes pecavam e ofendiam a Deus, mas, ao invés disso, se desviava deles e os evitava. Mesmo que essas pessoas fossem seus filhos e filhas, ele não abandonou seus próprios princípios porque eles eram seus próprios parentes, nem cedeu aos pecados deles por causa de seus próprios sentimentos. Antes, ele os incitou a confessar e ganhar a tolerância de Deus Jeová, e ele os advertiu a não abandonar a Deus por causa de seu próprio prazer ganancioso. Os princípios de como Jó tratava os outros são inseparáveis dos princípios de seu temor a Deus e do afastamento do mal. Ele amava aquilo que era aceito por Deus e abominava aquilo que repelia Deus, e amava aqueles que temiam a Deus em seu coração e abominava os que cometiam o mal ou pecavam contra Deus. Tal amor e abominação foram demonstrados em sua vida cotidiana, e foi a própria retidão de Jó vista pelos olhos de Deus. Naturalmente, essa é também a expressão e a vivência da verdadeira humanidade de Jó em suas relações com os outros em sua vida diária, sobre as quais devemos aprender.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

256. A honestidade de Jó o fez capaz de acreditar que a mão de Deus Jeová governa sobre todas as coisas; sua crença permitiu que ele conhecesse o fato da soberania de Deus Jeová sobre todas as coisas; seu conhecimento o tornou disposto e capaz de obedecer à soberania e aos arranjos de Deus Jeová; sua obediência permitiu que ele fosse cada vez mais verdadeiro em seu temor a Deus Jeová; seu medo tornou-o cada vez mais real em se desviar do mal; no final das contas , Jó tornou-se perfeito porque temia a Deus e se desviava do mal; e sua perfeição o tornou sábio e deu a ele a máxima racionalidade.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

257. Embora a Bíblia nos conte as origens da tentação de Jó, o próprio Jó, aquele sujeito a essas tentações, estava consciente do que estava acontecendo? Jó era apenas um homem mortal; é claro que ele não sabia nada da história que se desenrolava por trás dele. No entanto, seu temor a Deus e sua perfeição e retidão o fizeram perceber que as provações de Deus haviam chegado até ele. Ele não sabia o que havia ocorrido no reino espiritual, nem quais eram as intenções de Deus por trás dessas provações. Mas ele sabia que, independentemente do que acontecesse com ele, ele deveria ser fiel à sua perfeição e retidão, e deveria obedecer ao modo de temer a Deus e se desviar do mal. A atitude e reação de Jó a esses assuntos foram claramente observados por Deus. E o que Deus viu? Ele viu o coração de Jó que temia a Deus, porque desde o princípio até quando Jó foi julgado, o coração de Jó permaneceu aberto a Deus, foi posto diante de Deus, e Jó não renunciou à sua perfeição ou retidão, nem jogou fora ou se desviou do modo de temer a Deus e se desviar do mal – e nada era mais gratificante para Deus.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

258. As Escrituras apresentam o seguinte registro: “Então Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a sua cabeça e, lançando-se em terra, adorou”. Essa foi a primeira reação de Jó depois de ouvir que ele havia perdido seus filhos e toda a sua propriedade. Acima de tudo, ele não parecia surpreso, ou em pânico, muito menos expressava raiva ou ódio. Você vê, então, que em seu coração ele já havia reconhecido que esses desastres não foram um acidente, nem que provinham da mão do homem, muito menos eram o recebimento de retribuição ou punição. Em vez disso, as provações de Deus Jeová vieram sobre ele; foi Deus Jeová quem desejou tomar seus bens e filhos. Jó estava muito calmo e lúcido então. Sua perfeita e reta humanidade permitiu-lhe racionalmente e naturalmente fazer julgamentos precisos e decisões sobre os desastres que tinham acontecido, e como consequência, ele se comportou com uma calma incomum: “Então Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a sua cabeça e, lançando-se em terra, adorou”. “Rasgou seu manto” significa que ele estava despido e não possuía nada; “rapou a cabeça” significa que ele havia retornado diante de Deus como um recém-nascido; “lançou-se em terra e adorou” significa que ele veio ao mundo nu, e ainda sem nada hoje, ele foi devolvido a Deus como um bebê recém-nascido. A atitude de Jó em relação a tudo o que aconteceu com ele não poderia ter sido alcançada por nenhuma criatura de Deus. Sua fé em Deus Jeová foi além do domínio da crença; esse era seu temor a Deus e obediência a Deus, e ele não só era capaz de dar graças a Deus por dar a ele, mas também por tirar dele. Além disso, ele foi capaz de assumir a responsabilidade de devolver tudo o que possuía, incluindo sua vida.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

259. O temor e obediência de Jó a Deus é um exemplo para a humanidade, e sua perfeição e retidão eram o ápice da humanidade que o homem deveria possuir. Embora ele não tenha visto Deus, ele percebeu que Deus realmente existiu e, por causa disso, temeu a Deus – e devido ao seu temor a Deus, ele foi capaz de obedecer a Deus. Ele deu a Deus rédea solta para pegar o que ele tinha, no entanto, ele não reclamou, e caiu diante de Deus e disse a Ele que, nesse exato momento, mesmo que Deus tomasse sua carne, ele permitiria que Ele fizesse isso sem reclamar. Toda a sua conduta deveu-se à sua humanidade perfeita e correta. O que quer dizer, como resultado de sua inocência, honestidade e bondade, Jó era inabalável em sua realização e experiência da existência de Deus, e sobre esse fundamento ele fez exigências de si mesmo e padronizou seu pensamento, comportamento, conduta e princípios de ações diante de Deus, de acordo com a orientação de Deus sobre ele e as ações de Deus que ele havia visto entre todas as coisas. Com o tempo, suas experiências causaram nele um medo real e verdadeiro de Deus e o fizeram se desviar do mal. Essa foi a fonte da integridade a que Jó se manteve firme. Jó possuía uma humanidade honesta, inocente e amável e ele realmente tinha a experiência de temer a Deus, obedecer a Deus e se desviar do mal, assim como o conhecimento de que “Jeová deu, e Jeová tirou”. Somente por causa dessas coisas ele foi capaz de permanecer firme e testemunhar em meio a ataques tão violentos de Satanás, e somente por causa deles ele foi capaz de não desapontar a Deus e apresentar uma resposta satisfatória a Deus quando as provações de Deus vieram sobre ele.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

260. Aqui lemos sobre as palavras arquetípicas faladas por Jó, palavras que são a prova de que ele havia vencido a Satanás. Ele disse: “Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá”. Essa é a atitude da obediência de Jó em relação a Deus. Em seguida, ele então disse: “Jeová deu, e Jeová tirou; bendito seja o nome de Jeová.” Essas palavras ditas por Jó provam que Deus observa as profundezas do coração do homem, que Ele é capaz de olhar para a mente do homem, e elas provam que Sua aprovação de Jó é sem erro, que esse homem que foi aprovado por Deus era justo. “Jeová deu, e Jeová tirou; bendito seja o nome de Jeová”. Essas palavras são o testemunho de Jó a Deus. Foram essas palavras comuns que intimidaram Satanás, que lhe causaram vergonha e fizeram com que ele fugisse em pânico e, além disso, acorrentou Satanás e o deixou sem recursos. Assim, também, essas palavras fizeram Satanás sentir a maravilha e a força das obras de Deus Jeová, e permitiu-lhe perceber o extraordinário carisma de alguém cujo coração era governado pelo caminho de Deus. Além disso, demonstraram a Satanás a poderosa vitalidade demonstrada por um homem pequeno e insignificante em aderir ao caminho de temer a Deus e se desviar do mal.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

261. Durante sua vida nas várias décadas anteriores, Jó tinha visto os feitos de Deus Jeová e recebido as bênçãos de Deus Jeová para ele. Eram bênçãos que o deixaram extremamente inquieto e endividado, pois acreditava que não havia feito nada por Deus, mas fora legado com grandes bênçãos e desfrutara de tanta graça. Por essa razão, em seu coração ele frequentemente orava, esperando que ele fosse capaz de retribuir a Deus, esperando que ele tivesse a oportunidade de prestar testemunho dos feitos e grandezas de Deus, e esperando que Deus colocasse sua obediência à prova, e além disso, que sua fé poderia ser purificada, até que sua obediência e sua fé ganhassem a aprovação de Deus. E quando a provação chegou a Jó, ele acreditou que Deus havia ouvido suas orações. Jó apreciou essa oportunidade mais do que qualquer outra coisa, e assim ele não ousou tratá-la com leviandade, pois seu maior desejo ao longo da vida poderia ser realizado. A chegada dessa oportunidade significava que sua obediência e temor a Deus poderiam ser postos à prova e poderiam ser purificados. Além disso, significava que Jó teve a chance de ganhar a aprovação de Deus, aproximando-o assim de Deus. Durante a provação, tal fé e busca permitiram que ele se tornasse mais perfeito e adquirisse uma maior compreensão da vontade de Deus. Jó também se tornou mais grato pelas bênçãos e graças de Deus, em seu coração ele derramou maiores louvores pelas obras de Deus, e ele era mais temeroso e reverente por Deus e ansiava mais pela beleza, grandeza e santidade de Deus. Naquela época, embora Jó ainda fosse alguém que temia a Deus e se desviava do mal aos olhos de Deus, em relação às suas experiências, a fé e o conhecimento de Jó vieram muito rapidamente: sua fé aumentara, sua obediência ganhara uma base forte e seu temor a Deus se tornara mais profundo. Embora esse julgamento tenha transformado o espírito e a vida de Jó, essa transformação não satisfez Jó, nem retardou seu progresso. Ao mesmo tempo em que calculava o que ganhara com a provação, e considerando suas próprias deficiências, ele orou em silêncio, esperando que a próxima provação viesse sobre ele, porque ansiava que sua fé, obediência e temor a Deus fossem elevados durante a próxima provação de Deus.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

262. Quando sua esposa o aconselhou a amaldiçoar a Deus e a morrer, […] Confrontado com o conselho de sua esposa, Jó não apenas não desistiu de sua integridade, nem renunciou a Deus, mas também disse a sua esposa: “receberemos de Deus o bem, e não receberemos o mal?” […] Nisso, o temor a Deus, a perfeição, a retidão de Jó e seu desviar-se do mal foram provados. A preciosidade de Jó estava em como, quando ele foi tentado, e mesmo quando todo o seu corpo estava coberto de tumores malignos, quando ele suportou o maior tormento, e quando sua esposa e parentes o aconselharam, ele ainda proferiu tais palavras. Para dizer de outra maneira, em seu coração ele acreditava que, não importando as tentações, ou por mais dolorosos que as tribulações ou tormentos fossem, mesmo que a morte viesse sobre ele, ele não renunciaria a Deus ou desprezaria o caminho de temer a Deus e evitar mal. Você vê, então, que Deus ocupou o lugar mais importante em seu coração, e que havia apenas Deus em seu coração. É por isso que lemos tais descrições dele nas Escrituras como: em tudo isso não pecou Jó com os seus lábios. Ele não apenas não pecou com seus lábios, mas em seu coração não se queixou de Deus. Ele não disse palavras ofensivas sobre Deus, nem pecou contra Deus. Não somente sua boca bendisse o nome de Deus, mas também bendisse em seu coração o nome de Deus; sua boca e coração eram como um só. Esse foi o verdadeiro Jó visto por Deus, e essa foi a razão pela qual Deus apreciou Jó.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

263. Quando Satanás estendeu a mão para afligir os ossos de Jó, Jó caiu em suas garras, sem meios de escapar ou força para resistir. Seu corpo e alma sofriam com enorme dor, e essa dor o tornou profundamente consciente da insignificância, fragilidade e impotência do homem que vivia na carne. Ao mesmo tempo, ele também adquiriu uma compreensão profunda de por que Deus tem a preocupação e cuidado com a humanidade. Nas garras de Satanás, Jó percebeu que o homem, que é de carne e osso, na verdade é tão impotente e fraco. Quando ele caiu de joelhos e orou a Deus, ele sentiu como se Deus estivesse cobrindo Seu rosto, e Se escondendo, pois Deus o colocou completamente nas mãos de Satanás. Ao mesmo tempo, Deus também chorou por ele e, além disso, foi magoado por ele; Deus foi afligido por sua dor e ferido por sua ferida... Jó sentiu a dor de Deus, bem como era insuportável para Deus… Jó não queria trazer mais tristeza a Deus, nem queria que Deus chorasse por ele, muito menos queria ver Deus aflito por ele. Nesse momento, Jó queria apenas despir-se de sua carne, não mais suportar a dor trazida sobre ele por essa carne, pois isso impediria que Deus fosse atormentado por sua dor – mas ele não podia, e ele tinha que tolerar não apenas a dor da carne, mas também o tormento de não querer deixar Deus ansioso. Essas duas dores – uma da carne e outra do espírito – causaram dor angustiante, de partir o coração, em Jó e o fizeram sentir como as limitações do homem que é de carne e osso podem fazer com que alguém se sinta frustrado e indefeso. Sob essas circunstâncias, seu anseio por Deus tornou-se mais intenso e sua abominação a Satanás se tornou mais intensa. Nesse momento, Jó teria preferido nunca ter nascido no mundo do homem, preferiria que ele não existisse, do que ver Deus chorar lágrimas ou sentir dor por ele. Ele começou a abominar profundamente sua carne, a ficar doente e cansado de si mesmo, do dia de seu nascimento e até de tudo o que estava ligado a ele. Ele não queria que houvesse mais menção de seu dia de nascimento ou qualquer coisa a ver com isso, e assim ele abriu a boca e amaldiçoou o dia de seu nascimento: “Pereça o dia em que nasci, e a noite que se disse: Foi concebido um homem! Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz” (Jó 3:3-4). As palavras de Jó carregam sua abominação por si mesmo: “Pereça o dia em que nasci, e a noite que se disse: Foi concebido um homem”, assim como sua reprovação de si mesmo e senso de dívida por causar dor a Deus: “Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz”. Essas duas passagens são a expressão máxima de como Jó se sentiu na época e demonstram plenamente sua perfeição e retidão para todos. Ao mesmo tempo, assim como Jó desejara, sua fé e obediência a Deus, assim como seu temor a Deus, eram realmente elevados. Naturalmente, essa elevação é exatamente o efeito que Deus esperava.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

264. Quando Jó primeiro se submeteu a suas provações, ele foi destituído de todas as suas propriedades e de todos os seus filhos, mas ele não caiu ou disse qualquer coisa que fosse um pecado contra Deus como resultado. Ele tinha superado as tentações de Satanás, ele tinha superado seus bens materiais e descendentes e a provação de perder todas as suas posses terrenas, o que significa dizer que ele foi capaz de obedecer a Deus tirando dele e oferecer graças e louvor a Deus por causa disso. Essa foi a conduta de Jó durante a primeira tentação de Satanás, e esse também foi o testemunho de Jó durante a primeira provação de Deus. Na segunda provação, Satanás estendeu a mão para afligir Jó e, embora Jó sentisse uma dor maior do que jamais sentira antes, ainda assim seu testemunho foi suficiente para deixar as pessoas espantadas. Ele usou sua fortaleza, convicção e obediência a Deus, bem como seu temor a Deus, para mais uma vez derrotar Satanás, e sua conduta e seu testemunho foram mais uma vez aprovados e favorecidos por Deus. Durante essa tentação, Jó usou sua conduta real para proclamar a Satanás que a dor da carne não poderia alterar sua fé e obediência a Deus ou tirar sua devoção a Deus e o temor de Deus; ele não renunciaria a Deus nem renunciaria à sua própria perfeição e retidão porque enfrentava a morte. A determinação de Jó fez de Satanás um covarde, sua fé deixou Satanás tímido e trêmulo, a força de sua batalha de vida e morte com Satanás gerou em Satanás um profundo ódio e ressentimento, sua perfeição e retidão deixaram Satanás com nada mais que poderia fazer para ele, tal que Satanás abandonou seus ataques contra ele e desistiu de suas acusações contra Jó diante de Deus Jeová. Isso significava que Jó havia vencido o mundo, vencido a carne, vencido a Satanás e vencido a morte; ele era completa e totalmente um homem que pertencia a Deus. Durante essas duas provações, Jó permaneceu firme em seu testemunho, e realmente viveu sua perfeição e retidão e ampliou o escopo de seus princípios vivos de temer a Deus e se desviar do mal.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

265. Quando a dor carnal suportada por Jó atingiu seu apogeu, a preocupação que ele sentia de Deus Jeová não lhe deu escolha senão amaldiçoar o dia de seu nascimento. Tal conduta não foi planejada por muito tempo, mas uma revelação natural da consideração e amor a Deus de dentro de seu coração, foi uma revelação natural que veio de sua consideração e amor a Deus. Ou seja, porque ele abominava a si mesmo e ele não estava disposto a, nem podia suportar, atormentar a Deus, assim, sua consideração e amor alcançaram o ponto de abnegação. Nesse momento, Jó elevou sua adoração e anseio por Deus de longa data e devoção a Deus ao nível de consideração e amor. Ao mesmo tempo, ele também elevou sua fé e obediência a Deus e o temor de Deus ao nível de consideração e amor. Ele não se permitia fazer nada que pudesse causar dano a Deus, ele não se permitia qualquer conduta que ferisse a Deus, e não se permitia trazer qualquer tristeza, dor ou até infelicidade a Deus por suas próprias razões. Aos olhos de Deus, embora Jó ainda fosse o Jó de antes, a fé, a obediência e o temor de Jó a Deus tinham trazido a Deus satisfação e desfrute completos. Nesse momento, Jó havia atingido a perfeição que Deus esperava que ele atingisse, ele havia se tornado alguém verdadeiramente digno de ser chamado de “perfeito e reto” aos olhos de Deus. Seus atos justos lhe permitiram vencer Satanás e permanecer firme em seu testemunho a Deus. Assim, também, seus atos justos o tornaram perfeito, permitiram que o valor de sua vida fosse elevado e transcendesse mais do que nunca, e fizeram dele a primeira pessoa a não ser mais atacada e tentada por Satanás. Porque Jó era justo, ele foi acusado e tentado por Satanás; porque Jó era justo, foi entregue a Satanás; e porque Jó era justo, ele venceu e derrotou Satanás, e permaneceu firme em seu testemunho. Doravante, Jó tornou-se o primeiro homem que nunca mais seria entregue a Satanás, ele verdadeiramente veio perante o trono de Deus e viveu na luz, sob as bênçãos de Deus, sem a espionagem ou a ruína de Satanás... Ele havia se tornado um homem verdadeiro aos olhos de Deus, ele havia sido libertado...

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

266. O testemunho de Jó é uma advertência às gerações posteriores, e essa advertência diz-lhes que, se não derrotarem a Satanás, nunca poderão livrar-se das acusações e da interferência de Satanás, nem poderão escapar do abuso e dos ataques de Satanás. O testemunho de Jó esclareceu as gerações posteriores. Esse esclarecimento ensina às pessoas que, somente se elas forem perfeitas e corretas, serão capazes de temer a Deus e se desviar do mal; ensina-lhes que, somente se eles temerem a Deus e se desviarem do mal, elas poderão dar testemunho forte e retumbante de Deus; somente se derem um testemunho forte e retumbante de Deus, nunca poderão ser controlados por Satanás e viver sob a orientação e proteção de Deus – e somente então terão sido verdadeiramente salvas. A personalidade de Jó e a busca de sua vida devem ser imitadas por todos que buscam a salvação. Aquilo que ele viveu durante toda sua vida e sua conduta durante suas provações é um tesouro precioso para todos aqueles que buscam o temor de Deus e se desviam do mal.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

267. Pois o coração de Jó era puro e não oculto a Deus, e sua humanidade era honesta e bondosa, e ele amava a justiça e aquilo que era positivo. Somente um homem assim, possuidor de tal coração e humanidade, era capaz de seguir o caminho de Deus e capaz de temer a Deus e se desviar do mal. Tal homem podia ver a soberania de Deus, podia ver Sua autoridade e poder, e era capaz de alcançar obediência à Sua soberania e arranjos. Apenas um homem como esse poderia realmente louvar o nome de Deus. Isso era porque ele não olhava se Deus o abençoaria ou traria um desastre, porque ele sabia que tudo é controlado pela mão de Deus, e que o homem se preocupar é um sinal de tolice, ignorância e irracionalidade, de dúvida do fato da soberania de Deus sobre todas as coisas e de não temer a Deus. O conhecimento de Jó era exatamente o que Deus queria.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

268. Jó não tinha visto a face de Deus, nem ouvido as palavras proferidas por Deus, muito menos pessoalmente experimentara a obra de Deus, mas seu temor a Deus e testemunho durante suas provações são testemunhados por todos, e são amados, deliciados e elogiados por Deus, e as pessoas as invejam e as admiram e, além disso, cantam louvores. Não havia nada de grande ou extraordinário em sua vida: assim como qualquer pessoa comum, ele viveu uma vida normal, saindo para trabalhar ao nascer do sol e voltando para casa para descansar ao pôr do sol. A diferença é que, durante essas várias décadas banais, ele ganhou uma percepção do caminho de Deus e percebeu e compreendeu o grande poder e soberania de Deus, como nenhuma outra pessoa jamais havia feito. Ele não era mais esperto do que qualquer pessoa comum, sua vida não era especialmente tenaz, nem, além disso, ele tinha habilidades especiais invisíveis. O que ele possuía, porém, era uma personalidade honesta, bondosa, moral, uma personalidade que amava a justiça e a retidão, e que amava coisas positivas – nenhuma das quais é possuída pela maioria das pessoas comuns. Ele diferenciava entre amor e ódio, tinha senso de justiça, era inflexível e persistente, e era diligente em seus pensamentos e, assim, durante seu tempo normal na terra, ele viu todas as coisas extraordinárias que Deus havia feito e viu a grandeza, a santidade e a justiça de Deus viu a preocupação de Deus, a benevolência e a proteção do homem, e viu a honra e autoridade do Deus supremo. A primeira razão pela qual Jó foi capaz de ganhar essas coisas que estavam além de qualquer pessoa normal foi porque ele tinha um coração puro, e seu coração pertencia a Deus e era conduzido pelo Criador. A segunda razão foi sua busca: sua busca de ser impecável e perfeito, e alguém que cumprisse a vontade do Céu, que era amado por Deus e se desviava do mal. Jó possuía e buscava essas coisas sem poder ver a Deus ou ouvir as palavras de Deus; embora nunca tivesse visto Deus, ele conheceu os meios pelos quais Deus governa sobre todas as coisas e entendeu a sabedoria com a qual Deus o faz. Embora nunca tivesse ouvido as palavras proferidas por Deus, Jó sabia que as ações de recompensar o homem e tomar do homem tudo vêm de Deus. Embora os anos de sua vida não fossem diferentes daqueles de qualquer pessoa comum, ele não permitiu que a banalidade de sua vida afetasse seu conhecimento da soberania de Deus sobre todas as coisas, ou afetasse seu modo de temer a Deus e se desviar do mal. Aos seus olhos, as leis de todas as coisas estavam cheias dos feitos de Deus, e a soberania de Deus podia ser vista em qualquer parte da vida de uma pessoa. Ele não tinha visto Deus, mas era capaz de perceber que os feitos de Deus estão em toda parte, e durante seu tempo banal na terra, em todos os cantos de sua vida ele era capaz de ver e realizar as extraordinárias e maravilhosas ações de Deus e podia ver os maravilhosos arranjos de Deus. A ocultabilidade e o silêncio de Deus não impediram que Jó percebesse os feitos de Deus, nem afetaram seu conhecimento da soberania de Deus sobre todas as coisas. Sua vida foi a percepção da soberania e arranjos de Deus, que está oculto entre todas as coisas, durante sua vida cotidiana. Em sua vida cotidiana, ele também ouviu e entendeu a voz do coração de Deus, e as palavras de Deus, que permanece em silêncio entre todas as coisas, no entanto, expressa a voz de Seu coração e Suas palavras, governando as leis de todas as coisas. Você vê, então, que se as pessoas têm a mesma humanidade e busca de Jó, então elas podem ganhar a mesma percepção e conhecimento que Jó e podem adquirir o mesmo entendimento e conhecimento da soberania de Deus sobre todas as coisas como Jó. Deus não apareceu a Jó nem falou com ele, mas Jó pôde ser perfeito e reto, temer a Deus e se desviar do mal. Em outras palavras, sem Deus ter aparecido ou falado ao homem, os feitos de Deus entre todas as coisas e Sua soberania sobre todas as coisas são suficientes para o homem se tornar consciente da existência, poder e autoridade de Deus, e o poder e autoridade de Deus são suficientes para fazer esse homem seguir o caminho de temer a Deus e se desviar do mal. Já que um homem comum como Jó foi capaz de alcançar o temor de Deus e se desviar do mal, então toda pessoa comum que segue a Deus também deveria ser capaz. Embora essas palavras possam soar como inferência lógica, isso não contraria as leis das coisas.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

269. Jó viveu uma vida de valor? Onde estava o valor? […] Do ponto de vista do homem, ele representou a humanidade que Deus deseja salvar, ao dar um testemunho retumbante de Deus perante Satanás e as pessoas do mundo. Ele cumpriu o dever que deveria ser cumprido por uma criatura de Deus, e estabeleceu um modelo, e agiu como um modelo, para todos aqueles a quem Deus deseja salvar, permitindo que as pessoas vejam que é inteiramente possível triunfar sobre Satanás confiando em Deus. E qual foi o seu valor para Deus? Para Deus, o valor da vida de Jó está em sua capacidade de temer a Deus, adorar a Deus, testificar as obras de Deus e louvar as obras de Deus, trazendo conforto a Deus e algo para desfrutar; para Deus, o valor da vida de Jó era também em como, antes de sua morte, Jó experimentou provações e triunfou sobre Satanás, e deu um testemunho retumbante de Deus perante Satanás e as pessoas do mundo, glorificando a Deus entre os homens, consolando o coração de Deus; permitindo que o coração ansioso de Deus contemplasse um resultado e visse esperança. Seu testemunho estabeleceu um precedente para a capacidade de se manter firme no testemunho que se dá de Deus e para ser capaz de envergonhar Satanás em nome de Deus, na obra de Deus de gerenciar a humanidade. Não é esse o valor da vida de Jó? Jó trouxe conforto ao coração de Deus, ele deu a Deus uma amostra do prazer de ser glorificado e proporcionou um começo maravilhoso para o plano de gerenciamento de Deus. E desse ponto em diante o nome de Jó tornou-se um símbolo da glorificação de Deus e um sinal do triunfo da humanidade sobre Satanás. O que Jó viveu durante sua vida e seu notável triunfo sobre Satanás será para sempre apreciado por Deus, e sua perfeição, retidão e temor a Deus serão venerados e imitados pelas gerações vindouras. Ele será eternamente estimado por Deus como uma pérola luminosa e sem defeito, e assim também vale a pena ele ser valorizado pelo homem!

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