IV. A encarnação

Palavras diárias de Deus Trecho 99

O significado de “encarnação” é que Deus aparece na carne; Ele opera entre os homens de Sua criação na imagem de uma carne. Assim, para Deus Se encarnar, Ele precisa primeiro ser carne, carne com humanidade normal; esse é o pré-requisito mais básico. De fato, a implicação da encarnação de Deus é que Deus vive e opera na carne, Deus, em Sua essência, Se torna carne, Se torna um homem. Sua vida e obra encarnadas podem ser divididas em dois estágios. Primeiro vem a vida que Ele vive antes de exercer o Seu ministério. Ele vive numa família humana comum, numa humanidade totalmente normal, obedecendo à moral e às leis normais da vida humana, com necessidades humanas normais (comida, roupas, abrigo, sono), fraquezas humanas normais e emoções humanas normais. Em outras palavras, durante esse primeiro estágio, Ele vive em humanidade não divina, completamente normal, engajando-se em todas as atividades humanas normais. O segundo estágio é a vida que Ele vive depois de começar a exercer Seu ministério. Ele ainda habita na humanidade comum, com uma casca humana normal, não mostrando qualquer sinal exterior do sobrenatural. Contudo, Ele vive puramente para o bem do Seu ministério, e, durante esse tempo, Sua humanidade normal existe inteiramente para sustentar a obra normal de Sua divindade; pois, até então, a Sua humanidade normal amadureceu a ponto de ser capaz de exercer o Seu ministério. Assim, o segundo estágio de Sua vida é exercer o Seu ministério em Sua humanidade normal; é uma vida tanto de humanidade normal quanto de completa divindade. A razão pela qual, durante o primeiro estágio de Sua vida, Ele vive em humanidade completamente comum é que Sua humanidade ainda não é capaz de manter a totalidade da obra divina, ainda não está madura; somente depois que Sua humanidade amadurece, torna-se capaz de assumir o Seu ministério, Ele pode começar a exercer o ministério que deve realizar. Uma vez que, como carne, Ele precisa crescer e amadurecer, o primeiro estágio de Sua vida é o de humanidade normal, enquanto no segundo estágio, porque a Sua humanidade é capaz de empreender a Sua obra e exercer o Seu ministério, a vida que o Deus encarnado vive é tanto de humanidade como de completa divindade. Se, a partir do momento de Seu nascimento, o Deus encarnado começasse seriamente o Seu ministério, fazendo sinais e maravilhas sobrenaturais, então Ele não teria essência corpórea. Portanto, Sua humanidade existe para o bem de Sua essência corpórea; não pode haver carne sem humanidade, e uma pessoa sem humanidade não é um ser humano. Dessa forma, a humanidade da carne de Deus é uma propriedade intrínseca da carne encarnada de Deus. Dizer que “quando Deus Se torna carne, Ele é totalmente divino, mas de forma alguma humano” é uma blasfêmia, porque essa declaração simplesmente não existe e viola o princípio da encarnação. Mesmo depois que começa a realizar o Seu ministério, Ele ainda vive em Sua divindade com uma casca humana exterior quando Ele faz a Sua obra; é só que, na época, Sua humanidade serve o propósito único de permitir que Sua divindade realize a obra na carne normal. Então, o agente da obra é a divindade que habita Sua humanidade. É a Sua divindade, não Sua humanidade, que opera, mas é uma divindade escondida dentro de Sua humanidade; Sua obra é, em essência, feita por Sua completa divindade, não por Sua humanidade. Mas o executor da obra é a Sua carne. Pode-se dizer que Ele é um homem e também é Deus, pois Deus Se torna um Deus que vive na carne, com uma casca humana e uma essência humana, mas também com a essência de Deus. Porque Ele é um homem com a essência de Deus, Ele está acima de qualquer um dos humanos criados, acima de qualquer homem que pode realizar a obra de Deus. E assim, entre todos aqueles que possuem uma casca humana como a Dele, entre todos aqueles que possuem humanidade, somente Ele é o Próprio Deus encarnado — todos os outros são humanos criados. Ainda que todos tenham humanidade, os humanos criados não têm nada além de humanidade, enquanto o Deus encarnado é diferente: em Sua carne Ele não apenas tem humanidade, mas, o que é mais importante, tem divindade. Sua humanidade pode ser vista na aparência externa de Sua carne e em Sua vida diária, mas Sua divindade é difícil de perceber. Porque Sua divindade somente é expressa quando Ele tem humanidade e não é tão sobrenatural quanto as pessoas a imaginam ser, é extremamente difícil que as pessoas a vejam. Mesmo hoje é muito difícil que as pessoas entendam a verdadeira essência do Deus encarnado. Mesmo após ter falado sobre isso tão extensamente, Eu espero que isso ainda seja um mistério para a maioria de vocês. Na verdade, essa questão é muito simples: uma vez que Deus Se torna carne, Sua essência é uma combinação de humanidade e divindade. Essa combinação é chamada de Próprio Deus, o Próprio Deus na terra.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 100

A vida que Jesus viveu na terra era uma vida normal da carne. Ele viveu na humanidade normal da Sua carne. Sua autoridade — para fazer Sua obra e pronunciar Sua palavra, ou para curar enfermos e expulsar demônios, para fazer tais coisas maravilhosas — não se manifestou, em sua maioria, até que Ele começou o Seu ministério. Sua vida antes dos vinte e nove anos de idade, antes de Ele exercer o Seu ministério, foi prova suficiente de que Ele era simplesmente uma carne normal. Por causa disso, e porque Ele ainda não tinha começado a realizar o Seu ministério, as pessoas não viam nada divino Nele, não viam nada mais do que um ser humano normal, um homem comum — assim como, naquele tempo, algumas pessoas acreditavam que Ele era o filho de José. As pessoas pensavam que Ele era o filho de um homem comum, não tinham como saber que Ele era a carne de Deus em pessoa; mesmo quando, no decorrer de realizar o Seu ministério, Ele operou muitos milagres, a maioria das pessoas ainda dizia que Ele era o filho de José, pois Ele era o Cristo com a casca exterior de humanidade normal. Tanto a Sua humanidade normal como a Sua obra existiram para cumprir o significado da primeira encarnação, para provar que Deus havia entrado totalmente na carne, que Ele tinha-Se tornado um homem totalmente comum. O fato de que Ele teve humanidade normal antes de começar Sua obra era prova de que Ele era carne comum; e o fato de que Ele operou posteriormente também provou que Ele era carne comum, pois Ele realizou sinais e maravilhas, curou doentes e expulsou demônios na carne com humanidade normal. A razão pela qual Ele podia operar milagres era que Sua carne tinha a autoridade de Deus, era a carne da qual o Espírito de Deus estava revestido. Ele possuía essa autoridade por causa do Espírito de Deus, e isso não significava que Ele não era uma carne. Curar doentes e expulsar demônios era a obra que Ele precisava realizar em Seu ministério, uma expressão de Sua divindade escondida em Sua humanidade, e não importava quais sinais Ele mostrasse ou como Ele demonstrasse Sua autoridade, Ele ainda vivia em humanidade normal e continuava a ser carne normal. Até o ponto em que Ele foi ressurreto depois de ter morrido na cruz, Ele habitou dentro de uma carne normal. Conceder graça, curar enfermos e expulsar demônios, tudo isso fazia parte de Seu ministério, era tudo obra que Ele realizou em Sua carne normal. Antes de ir para a cruz, Ele nunca Se apartou de Sua carne humana normal, independentemente do que estivesse fazendo. Ele era o Próprio Deus, fazendo a própria obra de Deus, mas porque Ele era a carne encarnada de Deus, Ele comia alimentos, usava roupas, tinha necessidades humanas normais, tinha razão humana normal e uma mente humana normal. Tudo isso era prova de que Ele era um homem normal, o que provou que a carne encarnada de Deus era uma carne com humanidade normal, não sobrenatural. Sua tarefa era completar a obra da primeira encarnação de Deus, cumprir o ministério que primeira encarnação tinha de realizar. A importância da encarnação é que um homem comum e normal realiza a obra do Próprio Deus; isto é, que Deus realiza a Sua obra divina na humanidade e assim derrota Satanás. Encarnação significa que o Espírito de Deus Se torna carne, isto é, Deus Se torna carne; a obra que a carne faz é a obra do Espírito, que é realizada na carne, expressa pela carne. Ninguém, exceto a carne de Deus, pode cumprir o ministério do Deus encarnado; isto é, somente a carne encarnada de Deus, essa humanidade normal — e ninguém mais — pode expressar a obra divina. Se, durante a Sua primeira vinda, Deus não tivesse humanidade normal antes da idade dos vinte e nove anos — se, assim que nascesse, Ele pudesse fazer milagres, se, tão logo aprendesse a falar, pudesse falar a língua do céu, se, no momento em que pusesse os pés na terra pela primeira vez, Ele pudesse apreender todos os assuntos mundanos, discernir os pensamentos e intenções de cada pessoa — então tal pessoa não poderia ser chamada um homem normal, e tal carne não poderia ser chamada carne humana. Se esse fosse o caso com Cristo, então o significado e a essência da encarnação de Deus estariam perdidos. Que Ele possui a humanidade normal prova que Ele é Deus encarnado na carne; o fato de que Ele passa por um processo de crescimento humano normal demonstra ainda que Ele é uma carne normal; além disso, Sua obra é prova suficiente de que Ele é a Palavra de Deus, o Espírito de Deus que tornou-Se carne. Deus Se torna carne por causa das necessidades da obra; em outras palavras, este estágio da obra precisa ser feito na carne, feito na humanidade normal. Esse é o pré-requisito para “o Verbo Se tornar carne”, para “a Palavra Se manifestar na carne”, e é a verdadeira história por trás das duas encarnações de Deus. As pessoas podem acreditar que Jesus realizou milagres por toda a Sua vida, que Ele não demonstrou nenhum sinal de humanidade até que Sua obra na terra terminasse, que Ele não tinha necessidades humanas normais ou fraquezas ou emoções humanas, não exigia as necessidades básicas da vida nem entretinha os pensamentos humanos normais. Elas imaginam que Ele tinha apenas uma mente sobre-humana, uma humanidade transcendente. Elas acreditam que, uma vez que Ele é Deus, Ele não deveria pensar e viver como fazem os humanos normais, que apenas uma pessoa normal, um ser humano genuíno, pode pensar pensamentos humanos normais e viver uma vida humana normal. Todas essas são ideias e noções do homem que vão contra as intenções originais da obra de Deus. O pensamento humano normal sustenta a razão humana normal e a humanidade normal; a humanidade normal sustenta as funções normais da carne; e as funções normais da carne permitem a vida normal da carne em sua totalidade. Somente ao operar nesta carne é que Deus pode cumprir o propósito de Sua encarnação. Se o Deus encarnado possuísse apenas a casca exterior da carne, mas não raciocinasse com pensamentos humanos normais, então essa carne não possuiria a razão humana, muito menos a humanidade genuína. Como uma carne assim, sem humanidade, poderia cumprir o ministério que o Deus encarnado deve realizar? Uma mente normal sustenta todos os aspectos da vida humana; sem uma mente normal, não se seria humano. Em outras palavras, uma pessoa que não tem pensamentos normais está mentalmente doente. E um Cristo que não tem humanidade, mas apenas divindade, não pode ser considerado carne encarnada de Deus. Então, como poderia a carne encarnada de Deus não ter uma humanidade normal? Não é blasfêmia dizer que Cristo não tem humanidade? Todas as atividades em que os humanos normais se envolvem dependem do funcionamento de uma mente humana normal. Sem ela, os humanos se comportariam de maneira aberrante; eles seriam até incapazes de diferenciar entre preto e branco, bem e mal; não teriam ética e princípios morais humanos. Semelhantemente, se o Deus encarnado não pensasse como um humano normal, então Ele não seria carne genuína, uma carne normal. Tal carne não pensante não seria capaz de assumir a obra divina. Ele não seria capaz de se envolver normalmente nas atividades normais da carne, muito menos conviver com os humanos na terra. E assim, o significado da encarnação de Deus, a própria essência de Deus entrar na carne, teria sido perdido. A humanidade de Deus encarnado existe para manter a obra divina normal na carne; Seu pensamento humano normal sustenta Sua humanidade normal e todas as Suas atividades corporais normais. Pode-se dizer que Seu pensamento humano normal existe para sustentar toda a obra de Deus na carne. Se essa carne não possuísse uma mente humana normal, então Deus não poderia operar na carne, e o que Ele precisa fazer na carne nunca poderia ser realizado. Embora o Deus encarnado possua uma mente humana normal, Sua obra não é adulterada pelo pensamento humano; Ele empreende a obra na humanidade com uma mente normal, sob a precondição de que Ele possui a humanidade com uma mente, não pelo exercício do pensamento humano normal. Não importa quão elevados sejam os pensamentos de Sua carne, Sua obra não carrega a marca da lógica ou do raciocínio. Em outras palavras, Sua obra não é concebida pela mente de Sua carne, mas é uma expressão direta da obra divina em Sua humanidade. Toda a Sua obra é o ministério que Ele precisa cumprir, e nada disso é concebido pelo Seu cérebro. Por exemplo, curar enfermos, expulsar demônios e a crucificação não eram produtos de Sua mente humana, não poderiam ter sido alcançados por qualquer homem com uma mente humana. Semelhantemente, a obra de conquista de hoje é um ministério que deve ser realizado pelo Deus encarnado, mas não é a obra da vontade humana, é a obra que Sua divindade deve fazer, obra da qual nenhum humano carnal é capaz. Assim, o Deus encarnado deve possuir uma mente humana normal, deve possuir humanidade normal, porque Ele deve realizar Sua obra na humanidade com uma mente normal. Essa é a essência da obra do Deus encarnado, a própria essência do Deus encarnado.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 101

Antes de realizar a obra, Jesus simplesmente viveu em Sua humanidade normal. Ninguém conseguia notar que Ele era Deus, ninguém descobriu que Ele era o Deus encarnado; as pessoas apenas O conheciam como um homem completamente comum. Sua humanidade totalmente ordinária e normal era prova de que Deus estava encarnado em pessoa e que a Era da Graça era a era da obra do Deus encarnado, não a era da obra do Espírito. Isso era prova de que o Espírito de Deus foi realizado completamente na carne, que, na era da encarnação de Deus, Sua carne realizaria toda a obra do Espírito. O Cristo com humanidade normal é uma carne na qual o Espírito é realizado, possuindo humanidade normal, senso normal e pensamento humano. “Ser realizado” significa Deus Se tornando homem, o Espírito se tornando carne. Para ser claro, é quando o Próprio Deus habita uma carne com humanidade normal e através dela expressa a Sua obra divina — isso é o que significa ser realizado ou encarnado. Durante a Sua primeira encarnação, foi necessário que Deus curasse os doentes e expulsasse os demônios, porque a Sua obra era redimir. A fim de redimir toda a raça humana, Ele precisava ser compassivo e perdoador. A obra que Ele fez antes de ser crucificado foi curar os enfermos e expulsar os demônios, o que pressagiava a Sua salvação do homem do pecado e da imundície. Por ser a Era da Graça, foi necessário que Ele curasse os doentes, mostrando por meio disso sinais e maravilhas, que eram representativos da graça naquela época; pois a Era da Graça centrava-se em torno da concessão da graça, simbolizada pela paz, pela alegria e pelas bênçãos materiais, todos sinais da fé das pessoas em Jesus. Quer dizer, curar os doentes, expulsar os demônios e conceder graça eram habilidades instintivas da carne de Jesus na Era da Graça, eles eram a obra do Espírito realizada na carne. Mas enquanto Ele estava realizando tal obra, Ele estava vivendo na carne, Ele não a transcendeu. Não importa que curas tenha Ele realizado, Ele ainda possuía a humanidade normal, ainda vivia uma vida humana normal. A razão pela qual Eu digo que, durante a era da encarnação de Deus, a carne realizou toda a obra do Espírito é que, não importa qual obra Ele fez, Ele a fez na carne. Mas por causa de Sua obra, as pessoas não consideravam Sua carne como tendo uma essência completamente corpórea, pois essa carne podia operar maravilhas e, em certos momentos especiais, podia fazer coisas que transcendiam a carne. Naturalmente, todos esses acontecimentos ocorreram depois que Ele iniciou Seu ministério, como quando foi testado por quarenta dias ou quando foi transfigurado no monte. Assim, com Jesus, o significado da encarnação de Deus não foi completado, mas apenas parcialmente cumprido. A vida que Ele viveu na carne antes de iniciar Sua obra foi absolutamente normal em todos os aspectos. Depois que Ele começou a obra, Ele reteve apenas a casca exterior de Sua carne. Porque Sua obra era uma expressão da divindade, ela excedia as funções normais da carne. Afinal, a carne de Deus em pessoa era diferente dos humanos de carne e osso. Naturalmente, em Sua vida diária, Ele precisava de comida, roupa, sono e abrigo, Ele precisava de todas as necessidades normais, tinha a razão de um ser humano normal e pensava como tal. As pessoas ainda O consideravam um homem normal, exceto que a obra que Ele fazia era sobrenatural. Na verdade, não importa o que Ele fazia, Ele vivia numa humanidade comum e normal, e na medida em que realizava a obra, Seu raciocínio era particularmente normal, Seus pensamentos eram especialmente lúcidos, mais do que os de qualquer outro homem normal. Era necessário que o Deus encarnado pensasse e raciocinasse dessa maneira, pois a obra divina precisava ser expressa por uma carne cujo raciocínio era muito normal e cujos pensamentos eram muito lúcidos — somente assim Sua carne podia expressar a obra divina. Ao longo dos trinta e três anos e meio que Jesus viveu na terra, Ele reteve Sua humanidade normal, mas, por causa de Sua obra durante Seu ministério de três anos e meio, as pessoas pensavam que Ele era muito transcendente, que Ele era muito mais sobrenatural do que antes. Na verdade, a humanidade normal de Jesus permaneceu inalterada antes e depois de Ele começar Seu ministério; Sua humanidade foi a mesma durante todo o tempo, mas por causa da diferença entre antes e depois de começar Seu ministério, dois pontos de vista diferentes surgiram a respeito de Sua carne. Não importa o que as pessoas pensavam, o Deus encarnado reteve Sua humanidade original e normal o tempo todo, pois já que Deus era encarnado, Ele viveu na carne, na carne que tinha humanidade normal. Independentemente de Ele estar realizando Seu ministério ou não, a humanidade normal de Sua carne não podia ser apagada, pois a humanidade é a essência básica da carne. Antes de Jesus realizar Seu ministério, Sua carne permaneceu completamente normal, engajando-se em todas as atividades humanas comuns; Ele não parecia nem um pouco sobrenatural, não mostrou nenhum sinal milagroso. Naquele tempo, Ele era simplesmente um homem muito comum que adorava a Deus, embora Sua busca fosse mais honesta, mais sincera do que a de qualquer outra pessoa. Foi assim que Sua humanidade totalmente normal se manifestou. Porque Ele não fez nenhuma obra antes de assumir Seu ministério, ninguém estava ciente de Sua identidade, ninguém tinha como saber que Sua carne era diferente de todas as outras, pois Ele não operou nem mesmo um único milagre, não executou nem um pouco da obra própria de Deus. No entanto, depois que Ele começou a realizar Seu ministério, Ele reteve a casca externa da humanidade normal e ainda vivia com a razão humana normal, mas porque Ele havia começado a fazer a obra do Próprio Deus, a assumir o ministério de Cristo e fazer coisas que os seres mortais humanos de carne e osso eram incapazes de fazer, as pessoas supuseram que Ele não tinha humanidade normal e não era uma carne completamente normal, mas uma carne incompleta. Por causa da obra que Ele realizou, as pessoas disseram que Ele era um Deus na carne que não tinha humanidade normal. Essa é uma compreensão errônea, pois as pessoas não captaram o significado da encarnação de Deus. Esse engano surgiu do fato de que a obra expressa por Deus na carne era a obra divina, expressa em uma carne que tinha humanidade normal. Deus estava vestido em carne, Ele habitou dentro da carne, e Sua obra em Sua humanidade obscureceu a normalidade de Sua humanidade. Por essa razão, as pessoas acreditavam que Deus não tinha humanidade, mas apenas divindade.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 102

Deus em Sua primeira encarnação não completou a obra da encarnação; Ele apenas completou o primeiro passo da obra que era necessário que Deus fizesse na carne. Então, para terminar a obra da encarnação, Deus voltou para a carne mais uma vez, vivendo toda a normalidade e realidade da carne, isto é, fazendo a Palavra de Deus manifesta em uma carne inteiramente normal e comum, concluindo assim a obra que Ele deixou incompleta na carne. A segunda encarnação é, em essência, semelhante à primeira, mas é ainda mais real, ainda mais normal do que a primeira. Como consequência, o sofrimento que a segunda encarnação suporta é maior do que o do primeiro, mas esse sofrimento é um resultado de Seu ministério na carne, que é diferente do sofrimento do homem corrompido. Ele também provém da normalidade e realidade de Sua carne. Porque Ele realiza Seu ministério em carne totalmente normal e real, a carne deve suportar muitas dificuldades. Quanto mais normal e real for essa carne, mais Ele sofrerá no desempenho de Seu ministério. A obra de Deus se expressa em uma carne muito comum, que não é nada sobrenatural. Porque Sua carne é normal e deve também suportar a obra de salvar o homem, Ele sofre em medida ainda maior do que uma carne sobrenatural sofreria — todo esse sofrimento deriva da realidade e da normalidade de Sua carne. A partir do sofrimento que as duas encarnações experimentaram enquanto realizavam Seus ministérios, pode-se ver a essência da encarnação. Quanto mais normal a carne, maior a dificuldade que Ele deve suportar enquanto empreende a obra; quanto mais real a carne que empreende a obra, mais duras são as noções que as pessoas obtêm, e mais numerosos os perigos que são prováveis de O acometer. E, no entanto, quanto mais real é a carne e quanto mais a carne possui as necessidades e o senso completo de um ser humano normal, mais capaz é de assumir a obra de Deus na carne. Foi a carne de Jesus que foi pregada à cruz, Sua carne que Ele deu como oferta pelo pecado; foi por meio de uma carne com humanidade normal que Ele derrotou Satanás e salvou completamente o homem da cruz. E é como uma carne completa que Deus em Sua segunda encarnação realiza a obra de conquista e derrota Satanás. Apenas uma carne que é completamente normal e real pode realizar a obra de conquista em sua totalidade e dar um testemunho vigoroso. Isso quer dizer que a conquista do homem é efetivada através da realidade e da normalidade de Deus na carne, não através de milagres e revelações sobrenaturais. O ministério deste Deus encarnado é falar e, assim, conquistar e aperfeiçoar o homem; em outras palavras, a obra do Espírito realizada na carne, o dever da carne, é falar e assim conquistar, revelar, aperfeiçoar e eliminar o homem completamente. E assim, é na obra de conquista que a obra de Deus na carne será realizada na íntegra. A obra redentora inicial foi apenas o começo da obra de encarnação; a carne que faz a obra de conquista completará toda a obra de encarnação. Em gênero, um é masculino e o outro feminino, completando, assim, o significado da encarnação de Deus e dissipando as noções do homem sobre Deus: Deus pode Se tornar tanto masculino quanto feminino e, em essência, o Deus encarnado é sem gênero. Ele fez tanto o homem como a mulher e, para Ele, não há divisão de gênero. Neste estágio da obra, Deus não realiza sinais e maravilhas, para que a obra alcance seus resultados por meio de palavras. A razão disso, além do mais, é que a obra de Deus encarnado desta vez não é curar os doentes e expulsar os demônios, mas conquistar o homem por meio da fala, o que equivale a dizer que a habilidade inata possuída por essa encarnação de Deus é falar palavras e conquistar o homem, não curar os doentes e expulsar os demônios. Sua obra em humanidade normal não é realizar milagres, não é curar doentes e expulsar demônios, mas falar, e assim a segunda encarnação parece às pessoas muito mais normal que a primeira. As pessoas veem que a encarnação de Deus não é mentira; mas esse Deus encarnado é diferente de Jesus encarnado, e embora ambos sejam Deus encarnado, Eles não são completamente os mesmos. Jesus possuía humanidade normal, humanidade comum, mas Ele estava acompanhado por muitos sinais e maravilhas. Neste Deus encarnado, os olhos humanos não verão sinais ou maravilhas, nem cura de enfermos nem expulsão de demônios, nem a caminhada sobre o mar, nem jejum por quarenta dias… Ele não faz a mesma obra que Jesus fez, não porque Sua carne é em essência diferente da de Jesus, mas porque não é Seu ministério curar enfermos e expulsar demônios. Ele não destrói a Sua própria obra, não perturba Sua própria obra. Já que Ele conquista o homem através de Suas palavras reais, não há necessidade de subjugá-lo com milagres, e assim este estágio é para completar a obra da encarnação. O Deus encarnado que você vê hoje é completamente uma carne, e não há nada de sobrenatural Nele. Ele fica doente como os outros, precisa de comida e roupas exatamente como os outros, sendo completamente uma carne. Se, desta vez, Deus encarnado realizasse sinais e maravilhas sobrenaturais, se Ele curasse os doentes, expulsasse os demônios, ou pudesse matar com uma palavra, como a obra de conquista poderia ser realizada? Como a obra poderia ser espalhada entre as nações gentias? Curar doentes e expulsar demônios foi a obra da Era da Graça, o primeiro passo na obra redentora, e agora que Deus salvou o homem da cruz, Ele não realiza mais essa obra. Se, nos últimos dias, aparecesse um “Deus” igual a Jesus, que curasse doentes, expulsasse demônios e fosse crucificado pelo homem, esse “Deus”, embora idêntico à descrição de Deus na Bíblia e de fácil aceitação pelo homem, não seria, em sua essência, a carne usada pelo Espírito de Deus, mas por um espírito maligno. Pois é o princípio da obra de Deus nunca repetir o que Ele já completou. E assim a obra da segunda encarnação de Deus é diferente da obra da primeira. Nos últimos dias, Deus realiza a obra de conquista numa carne comum e normal; Ele não cura os doentes, não será crucificado para o homem, mas simplesmente fala palavras na carne, conquista o homem na carne. Somente essa carne é carne de Deus em pessoa; somente essa carne pode completar a obra de Deus na carne.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 103

Se, neste estágio, Deus encarnado está suportando dificuldades ou realizando Seu ministério, Ele o faz para completar o significado da encarnação, pois essa é a última encarnação de Deus. Deus só pode encarnar duas vezes. Não pode haver uma terceira vez. A primeira encarnação era masculina, a segunda feminina, e assim a imagem da carne de Deus é completada na mente do homem; além disso, as duas encarnações já terminaram a obra de Deus na carne. A primeira vez, Deus encarnado possuía humanidade normal a fim de completar o significado da encarnação. Desta vez, Ele também possui uma humanidade normal, mas o significado desta encarnação é diferente: é mais profundo, e Sua obra é de importância mais profunda. A razão pela qual Deus Se tornou carne novamente é completar o significado da encarnação. Quando Deus tiver terminado completamente essa etapa de Sua obra, todo o significado da encarnação, isto é, a obra de Deus na carne, estará completo, e não haverá mais obra a ser feita na carne. Isto é, a partir de agora, Deus nunca mais entrará na carne para fazer a Sua obra. Deus faz a obra de encarnação só para salvar e aperfeiçoar a humanidade. Em outras palavras, não é de modo algum usual Deus entrar na carne, exceto pelo bem da obra. Ao entrar na carne para operar, Ele mostra a Satanás que Deus é uma carne, uma pessoa normal, uma pessoa comum — e ainda assim Ele pode reinar triunfante sobre o mundo, pode vencer Satanás, redimir a humanidade, conquistar a humanidade! O objetivo do trabalho de Satanás é corromper a humanidade, enquanto o objetivo de Deus é salvá-la. Satanás prende o homem em um abismo sem fundo, enquanto Deus o resgata de lá. Satanás faz com que todos os homens o adorem, enquanto Deus os faz sujeitos ao Seu domínio, pois Ele é o Senhor da criação. Toda essa obra é alcançada através das duas encarnações de Deus. Sua carne é em essência a união de humanidade e divindade e possui humanidade normal. Assim, sem a carne de Deus em pessoa, Deus não poderia alcançar os resultados de salvar a humanidade e, sem a humanidade normal de Sua carne, Sua obra na carne ainda não poderia alcançar esses resultados. A essência da encarnação de Deus é que Ele deve possuir humanidade normal; pois ser de outro modo contrariaria a intenção original de Deus de ser encarnado.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 104

Por que digo que o significado da encarnação não foi completado na obra de Jesus? Porque o Verbo não Se tornou inteiramente carne. O que Jesus fez foi apenas uma parte da obra de Deus na carne; Ele só fez a obra redentora e não fez a obra de ganhar completamente o homem. Por essa razão, Deus Se tornou carne novamente nos últimos dias. Esse estágio da obra também é feito em uma carne comum, feito por um ser humano totalmente normal, cuja humanidade não é nem um pouco transcendente. Em outras palavras, Deus Se tornou um ser humano completo, e é uma pessoa cuja identidade é a de Deus, um ser humano completo, uma carne completa que está realizando a obra. Os olhos humanos veem um corpo de carne que não é nem um pouco transcendente, uma pessoa muito comum que pode falar a língua do céu, que não mostra sinais milagrosos, não faz milagres, muito menos expõe a verdade interior sobre religião em grandes salas de reunião. Para as pessoas, a obra da segunda encarnação parece totalmente diferente da obra da primeira, tanto que as duas parecem não ter nada em comum, e nada da obra da primeira pode ser visto desta vez. Embora a obra da segunda encarnação seja diferente da obra da primeira, isso não prova que a fonte das encarnações não é exatamente a mesma. Se a fonte Delas é a mesma depende da natureza da obra feita pelas carnes e não das Suas cascas externas. Durante os três estágios de Sua obra, Deus encarnou duas vezes, e ambas as vezes a obra de Deus encarnado inaugura uma nova era, inicia uma nova obra; as encarnações se complementam. É impossível ao olho humano saber que as duas carnes realmente vêm da mesma fonte. Nem é preciso dizer que isso está além da capacidade do olho humano ou da mente humana. Mas, em Sua essência, Elas são as mesmas, pois a Sua obra se origina do mesmo Espírito. Se as duas encarnações surgem da mesma fonte não pode ser julgado pela era e pelo lugar em que nasceram, ou por outros fatores semelhantes, mas pela obra divina expressa por Elas. A segunda encarnação não realiza nenhuma das obras que Jesus fez, pois a obra de Deus não adere à convenção, mas a cada vez abre um novo caminho. A segunda encarnação não visa aprofundar ou solidificar a impressão da primeira carne na mente das pessoas, mas complementá-la e aperfeiçoá-la, aprofundar o conhecimento do homem sobre Deus, quebrar todas as regras que existem no coração das pessoas e apagar as imagens falaciosas de Deus em seu coração. Pode-se dizer que nenhum estágio individual da própria obra de Deus pode dar ao homem um conhecimento completo Dele; cada um dá apenas uma parte, não o todo. Embora Deus tenha expressado Seu caráter na totalidade, por causa das faculdades limitadas de compreensão do homem, seu conhecimento de Deus ainda permanece incompleto. É impossível, usando a linguagem humana, transmitir a totalidade do caráter de Deus; quanto menos pode um único estágio de Sua obra expressar plenamente a Deus? Ele opera na carne sob o manto de Sua humanidade normal, e só se pode conhecê-Lo pelas expressões de Sua divindade, não por Sua casca corporal. Deus entra na carne para permitir que o homem O conheça por meio de Sua variada obra, e não há dois estágios de Sua obra parecidos. Só assim o homem pode ter um conhecimento completo da obra de Deus na carne, não confinada a uma única faceta. Embora a obra das duas encarnações seja diferente, a essência das carnes e a fonte de Sua obra são idênticas; é apenas que Elas existem para realizar dois estágios diferentes da obra e que surgem em duas eras diferentes. Não importa o que seja, as carnes encarnadas de Deus compartilham a mesma essência e a mesma origem — essa é uma verdade que ninguém pode negar.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 105

O Deus encarnado é chamado de Cristo, e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus. Seja Sua humanidade ou divindade, ambas se submetem à vontade do Pai celestial. A substância de Cristo é o Espírito, isto é, a divindade. Portanto, Sua substância é a do Próprio Deus; essa substância não interromperá Sua obra, e Ele não poderia fazer qualquer coisa que destrua Sua obra, e jamais pronunciaria palavras que fossem contra Sua vontade. Portanto, o Deus encarnado absolutamente nunca realizaria nenhuma obra que interrompesse o Seu próprio gerenciamento. Isso é o que todas as pessoas deveriam entender. A essência da obra do Espírito Santo é salvar o homem, e é pelo bem do próprio gerenciamento de Deus. Da mesma forma, a obra de Cristo também é salvar o homem, e é pelo bem da vontade de Deus. Dado que Se torna carne, Deus alcança Sua substância dentro de Sua carne, de modo que ela é suficiente para cumprir Sua obra. Portanto, toda a obra do Espírito de Deus é substituída pela obra de Cristo durante o tempo da encarnação, e no cerne de cada obra durante o tempo da encarnação está a obra de Cristo. Ela não pode ser misturada à obra de qualquer outra era. E já que Se torna carne, Deus opera na identidade de Sua carne; uma vez que vem na carne, Ele termina, na carne, a obra que deve realizar. Seja o Espírito de Deus ou o de Cristo, ambos são o Próprio Deus, e Ele realiza a obra que deve realizar e desempenha o ministério que deve desempenhar.

Extraído de ‘A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai celestial’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 106

A própria substância de Deus exerce autoridade, mas Ele é capaz de submeter-Se plenamente à autoridade que vem Dele. Seja a obra do Espírito ou a da carne, nenhuma entra em conflito com a outra. O Espírito de Deus é a autoridade sobre toda a criação. A carne com a substância de Deus é também possuída de autoridade, mas Deus na carne pode realizar toda obra que obedece à vontade do Pai celestial. Isso não pode ser alcançado ou concebido por qualquer homem. O Próprio Deus é autoridade, mas Sua carne pode submeter-se a Sua autoridade. É isso que se implica quando se diz que “Cristo obedece a vontade de Deus, o Pai”. Deus é um Espírito e pode realizar a obra da salvação, da mesma forma que Deus pode tornar-Se homem. De qualquer maneira, Deus Mesmo realiza Sua obra; Ele não interrompe nem interfere, muito menos realiza obra que contradiz a si mesma, pois a substância da obra realizada pelo Espírito e pela carne é semelhante. Seja o Espírito ou a carne, ambos operam para cumprir uma vontade e gerenciar a mesma obra. Embora o Espírito e a carne tenham duas qualidades díspares, Suas substâncias são as mesmas; ambos têm a substância e a identidade do Próprio Deus. O Próprio Deus não possui elementos de desobediência; Sua substância é bondade. Ele é a expressão de toda beleza e bondade e também de todo amor. Mesmo na carne, Deus não realiza nada que desobedece a Deus, o Pai. Ainda que fosse à custa de sacrificar Sua vida, Ele Se comprometeria de todo coração e não faria qualquer outra escolha. Deus não possui elementos de hipocrisia e de importância, ou prepotência e arrogância; Ele não tem elementos de desonestidade. Tudo que desobedece a Deus vem de Satanás; este é a fonte de tudo que é feio e de toda maldade. A razão pela qual o homem tem qualidades semelhantes às de Satanás é porque foi corrompido e processado por Satanás. Cristo não foi corrompido por Satanás e por isso tem apenas as características de Deus, e nenhuma das características de Satanás. Não importa quão árdua a obra ou fraca a carne, Deus, enquanto vive na carne, nunca realizará qualquer coisa que interrompa a obra do Próprio Deus e muito menos abandonará a vontade de Deus, o Pai, em desobediência. Ele preferiria sofrer as dores da carne a trair a vontade de Deus, o Pai; como Jesus disse na oração: “Pai, se for possível, afasta de Mim esse cálice: mas não seja como Eu quero, mas como Tu queres”. As pessoas fazem suas escolhas, mas Cristo não. Embora tenha a mesma identidade do Próprio Deus, Ele ainda procura a vontade de Deus, o Pai, e cumpre o que Lhe foi confiado por Deus, o Pai, da perspectiva da carne. Isso é algo inalcançável para o homem. O que vem de Satanás não pode ter a substância de Deus, apenas uma substância que desobedece e resiste a Deus. Ele não pode obedecer completamente a Deus, muito menos voluntariamente obedecer à vontade de Deus. Todos os homens separados de Cristo são capazes de fazer algo que resiste a Deus, e nem um homem sequer pode empreender diretamente a obra confiada por Deus; ninguém pode considerar o gerenciamento de Deus como obrigação própria a desempenhar. A substância de Cristo é submissão à vontade de Deus, o Pai; desobedecer a Deus é a característica de Satanás. Essas duas qualidades são incompatíveis, e qualquer um que tenha as qualidades de Satanás não pode ser chamado de Cristo. A razão pela qual o homem não pode realizar a obra de Deus em Seu lugar é porque não possui nada da substância de Deus. O homem trabalha para Deus por causa de seus interesses pessoais e de suas perspectivas futuras, mas Cristo opera para fazer a vontade de Deus Pai.

Extraído de ‘A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai celestial’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 107

A humanidade de Cristo é regida por Sua divindade. Embora Ele esteja na carne, Sua humanidade não é inteiramente semelhante à de um homem de carne. Ele tem Seu caráter único, e isso também é regido por Sua divindade. Sua divindade não tem fraqueza; a fraqueza de Cristo refere-se à Sua humanidade. Até certo ponto, essa fraqueza restringe Sua divindade, mas esses limites estão dentro de certo escopo e tempo, e não são ilimitados. Quando chega a hora de realizar a obra de Sua divindade, ela é feita independentemente de Sua humanidade. A humanidade de Cristo é inteiramente dirigida por Sua divindade. Além da vida normal de Sua humanidade, todas as outras ações de Sua humanidade são influenciadas, afetadas e dirigidas pela divindade de Deus. Embora Cristo tenha humanidade, ela não interfere na obra de Sua divindade, e isso é precisamente porque a humanidade de Cristo é dirigida por Sua divindade; embora Sua humanidade não seja madura em Sua conduta perante os outros, isso não afeta a obra normal de Sua divindade. Quando digo que a humanidade Dele não foi corrompida, quero dizer que a humanidade de Cristo pode ser diretamente comandada por Sua divindade e que Ele possui um sentido superior ao do homem comum. Sua humanidade é mais adequada para ser dirigida pela divindade em Sua obra; Sua humanidade é mais capaz de expressar a obra da divindade, e mais capaz de Se submeter a essa obra. Enquanto opera na carne, Deus nunca perde de vista a obrigação que um homem na carne deve cumprir; Ele é capaz de adorar a Deus no céu com um coração verdadeiro. Ele tem a substância de Deus, e Sua identidade é a do Próprio Deus. É só que Ele veio à terra e Se tornou um ser criado com a casca exterior de um ser criado, porém agora tendo uma humanidade que não tinha antes. Ele é capaz de adorar a Deus no céu; esse é o ser do Próprio Deus e é inimitável para o homem. Sua identidade é o Próprio Deus. É da perspectiva da carne que Ele adora Deus, e, portanto, as palavras “Cristo adora Deus no céu” não estão incorretas. O que Ele pede ao homem é precisamente o Seu próprio ser; Ele já alcançou tudo o que pede aos homens antes de lhes pedir. Ele nunca faria exigências aos outros enquanto Ele Mesmo é livre delas, pois tudo isso constitui Seu ser. Independentemente de como realiza Sua obra, Ele não agiria de maneira que desobedecesse a Deus. Não importa o que Ele peça ao homem, nenhuma demanda excede o que o homem é capaz de alcançar. Tudo o que Ele faz é aquilo que faz a vontade de Deus para o bem de Sua gestão. A divindade de Cristo está acima de todos os homens; portanto, Ele é a mais elevada autoridade de todos os seres vivos. Essa autoridade é Sua divindade, isto é, o caráter e o ser do Próprio Deus que determina Sua identidade. Portanto, não importa quão normal seja Sua humanidade, é inegável que Ele tem a identidade do Próprio Deus; não importa de que perspectiva Ele fala e de como obedece a vontade de Deus, não se pode dizer que Ele não é o Próprio Deus. Homens insensatos e ignorantes geralmente consideram a humanidade normal de Cristo como uma falha. Não importa como Ele expressa e revela o ser de Sua divindade, o homem é incapaz de reconhecer que Ele é Cristo. E quanto mais Cristo demonstra Sua obediência e humildade, mais os homens tolos consideram a Cristo levianamente. Existem até aqueles que adotam uma atitude de exclusão e desprezo em relação a Ele, porém colocam aqueles “grandes homens” de imagens sublimes sobre o pedestal para serem adorados. A resistência e a desobediência do homem a Deus vêm do fato de que a substância do Deus encarnado Se submete à vontade de Deus, bem como da humanidade normal de Cristo; essa é a fonte da resistência do homem e de sua desobediência a Deus. Se Cristo não tivesse a aparência de Sua humanidade nem buscasse a vontade de Deus, o Pai, da perspectiva de um ser criado, mas fosse revestido de uma super-humanidade, então provavelmente não haveria desobediência entre os homens. A razão pela qual o homem está sempre disposto a acreditar em um Deus invisível no céu é porque Deus no céu não tem humanidade e não possui nenhuma qualidade sequer de ser criado. Portanto, o homem sempre O considera com a maior estima, mas mantém uma atitude de desprezo em relação a Cristo.

Extraído de ‘A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai celestial’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 108

Embora Cristo na terra seja capaz de operar em nome do Próprio Deus, Ele não vem com a intenção de mostrar a todos os homens Sua imagem na carne. Ele não vem para que todos os homens O vejam; Ele vem para permitir que o homem seja conduzido por Sua mão, e assim o homem entra na nova era. A função da carne de Cristo é para a obra do Próprio Deus, isto é, para a obra de Deus na carne, e não para permitir que o homem compreenda plenamente a substância de Sua carne. Não importa como Ele opera, nada que Ele faz vai além daquilo que a carne é capaz de alcançar. Não importa como Ele opera, Ele o faz na carne com uma humanidade normal e não revela completamente ao homem o verdadeiro semblante de Deus. Além disso, Sua obra na carne nunca é tão sobrenatural ou inestimável como o homem concebe. Embora Cristo represente o Próprio Deus na carne e execute pessoalmente a obra que o Próprio Deus deve realizar, Ele não nega a existência de Deus no céu, nem proclama febrilmente as próprias obras. Em vez disso, Ele permanece humildemente oculto dentro de Sua carne. Exceto Cristo, aqueles que afirmam falsamente ser Cristo não possuem Suas qualidades. Quando justaposto contra o caráter arrogante, que exalta a si mesmo, daqueles falsos cristos, torna-se evidente que tipo de carne é verdadeiramente a de Cristo. Quanto mais falsos, mais esses falsos cristos se exibem, e mais capazes são de realizar sinais e maravilhas para enganar o homem. Os falsos cristos não têm as qualidades de Deus; Cristo não está contaminado por qualquer elemento pertencente aos falsos cristos. Deus Se torna carne apenas para completar a obra da carne, não apenas para permitir que todos os homens O vejam. Em vez disso, Ele deixa Sua obra afirmar Sua identidade e permite que o que Ele revela comprove Sua substância. Sua substância não é sem fundamento; Sua identidade não foi tomada pela mão Dele, ela é determinada por Sua obra e Sua substância. Embora tenha a substância do Próprio Deus e seja capaz de realizar a obra do Próprio Deus, Ele ainda é, apesar de tudo, carne diferente do Espírito. Ele não é Deus com as qualidades do Espírito; Ele é Deus com uma casca de carne. Portanto, não importa quão normal e quão fraco Ele seja e de que maneiras busque a vontade de Deus, o Pai, Sua divindade é inegável. Dentro do Deus encarnado, existe não apenas uma humanidade normal e suas fraquezas; existe também a maravilha e a insondabilidade de Sua divindade, assim como todos os Seus feitos na carne. Portanto, tanto a humanidade quanto a divindade existem de fato e praticamente dentro de Cristo. Isso não é de nenhuma forma algo vazio ou sobrenatural. Ele vem à terra com o objetivo principal de executar uma obra; é imperativo ser revestido de uma humanidade normal para realizar a obra na terra; caso contrário, por maior que seja o poder de Sua divindade, Sua função original não pode ser bem utilizada. Embora Sua humanidade seja de grande importância, não é Sua substância. Sua substância é a divindade, e, portanto, o momento em que Ele começa a realizar Seu ministério na terra é o momento em que Ele começa a expressar o ser de Sua divindade. Sua humanidade existe unicamente para sustentar a vida normal de Sua carne, de modo que Sua divindade possa executar uma obra igualmente normal na carne; é a divindade que norteia inteiramente Sua obra. Quando completar Sua obra, Ele terá cumprido Seu ministério. O que o homem deve conhecer é a totalidade de Sua obra, e é por meio dessa obra que Ele permite ao homem conhecê-Lo. Ao longo de Sua obra, Ele expressa plenamente o ser de Sua divindade, que não é um caráter manchado pela humanidade, ou um ser manchado pelo pensamento e o comportamento humano. Quando chegar a hora em que todo o Seu ministério terá chegado ao fim, Ele já terá expressado perfeita e plenamente o caráter que deveria expressar. Sua obra não é guiada pelas instruções de homem nenhum; a expressão de Seu caráter é também bastante livre, e não é controlada pela mente ou processada pelo pensamento, mas revelada naturalmente. Isso é algo que nenhum homem pode alcançar. Mesmo que o ambiente seja duro, ou as condições, desfavoráveis, Ele pode expressar Seu caráter no momento apropriado. Aquele que é o Cristo expressa o ser de Cristo, enquanto os que não são não têm o caráter de Cristo. Portanto, mesmo que todos resistam a Ele ou tenham noções Dele, ninguém pode negar, com base nessas noções, que o caráter expressado por Cristo é o de Deus. Todos aqueles que buscam a Cristo com um coração verdadeiro ou buscam Deus com intenção admitirão que Ele é Cristo de acordo com a expressão de Sua divindade. Eles nunca negariam a Cristo com base em qualquer aspecto Dele que não esteja de acordo com as noções do homem. Embora o homem seja muito tolo, todos sabem exatamente o que é a vontade do homem e o que é originário de Deus. É simplesmente que muitas pessoas deliberadamente resistem a Cristo, como resultado de suas intenções. Se não fosse por isso, nenhum homem teria razão para negar a existência de Cristo, pois a divindade expressa por Cristo realmente existe e Sua obra pode ser testemunhada por todos a olhos nus.

Extraído de ‘A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai celestial’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 109

A obra e a expressão de Cristo determinam Sua substância. Ele é capaz de completar, com um coração verdadeiro, o que Lhe foi confiado. Ele é capaz de adorar a Deus no céu com um coração verdadeiro e com um verdadeiro coração buscar a vontade de Deus, o Pai. Tudo isso é determinado por Sua substância. E assim também é Sua revelação natural determinada por Sua substância; a razão pela qual Sua “revelação natural” é assim chamada é porque Sua expressão não é uma imitação ou o resultado da educação dada pelo homem ou o resultado de muitos anos de cultivo pelo homem. Ele não a aprendeu nem Se adornou com ela; ao contrário, ela é inerente a Ele. O homem pode negar Sua obra, expressão, humanidade e a vida inteira de Sua humanidade normal, mas ninguém pode negar que Ele adora Deus no céu com um coração verdadeiro, ninguém pode negar que Ele veio para cumprir a vontade do Pai celestial, e ninguém pode negar a sinceridade com que Ele busca a Deus, o Pai. Embora Sua imagem não seja agradável aos sentidos, Seu discurso não possua um ar extraordinário e Sua obra não surpreenda nem abale os céus tanto quanto o homem imagina, Ele é de fato Cristo que cumpre a vontade do Pai celestial com um coração verdadeiro, Se submete completamente ao Pai e é obediente até a morte. Isso é porque Sua substância é a substância de Cristo. É difícil para o homem acreditar nessa verdade, mas ela é fato. Quando o ministério de Cristo for completamente concluído, o homem poderá ver a partir de Sua obra que Seu caráter e Seu ser representam o caráter e o ser de Deus no céu. Naquele dia, a soma de toda Sua obra poderá declarar que Ele é de fato a carne em que o Verbo Se torna, e não é semelhante àquela de um homem de carne e sangue. Cada etapa da obra de Cristo na terra tem seu significado representativo, mas o homem que experimenta a obra verdadeira de cada etapa é incapaz de compreender o significado de Sua obra. Isso vale especialmente para as várias etapas da obra realizada por Deus em Sua segunda encarnação. A maioria daqueles que só ouviram ou viram as palavras de Cristo, mas nunca O viram, não tem noção de Sua obra; aqueles que viram Cristo e ouviram Suas palavras e também experimentaram Sua obra acham difícil aceitá-la. Isso não é porque a aparência e a humanidade normal de Cristo não são agradáveis para o homem? Aqueles que aceitam Sua obra depois que Cristo Se foi não terão tais dificuldades, pois apenas aceitam Sua obra e não entram em contato com a humanidade normal de Cristo. O homem não consegue abandonar suas noções de Deus e, em vez disso, O examina intensamente; isso é porque o homem se concentra apenas em Sua aparência e é incapaz de reconhecer Sua substância com base em Sua obra e Suas palavras. Se o homem fechar os olhos para a aparência de Cristo ou evitar discutir a humanidade de Cristo e falar apenas de Sua divindade, cuja obra e palavras são inalcançáveis para qualquer homem, então as noções do homem diminuirão pela metade, a ponto de todas as dificuldades do homem serem resolvidas.

Extraído de ‘A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai celestial’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 110

Aquele que é Deus encarnado há de possuir a essência de Deus e Aquele que é Deus encarnado há de possuir a expressão de Deus. Uma vez que Se torna carne, Deus há de levar adiante a obra que intenciona fazer, e, já que Deus Se torna carne, Ele há de expressar o que Ele é e de ser capaz de trazer a verdade ao homem, de conceder-lhe vida e de lhe indicar o caminho. A carne que não contém a essência de Deus decididamente não é o Deus encarnado; disso não há dúvida. Se o homem pretende inquirir se é a carne de Deus em pessoa, então deve corroborar isso a partir do caráter que Ele expressa e das palavras que Ele profere. O que quer dizer que, para corroborar se é ou não a carne de Deus em pessoa e se é ou não o verdadeiro caminho, é preciso discriminar com base em Sua essência. E assim, ao determinar se é a carne do Deus em pessoa, a chave está em Sua essência (Sua obra, Suas declarações, Seu caráter e muitos outros aspectos), em vez de na aparência exterior. Se o homem examina apenas a Sua aparência exterior e, como resultado, ignora a Sua essência, isso demonstra que o homem é inculto e ignorante. A aparência exterior não pode determinar a essência; e mais, a obra de Deus nunca pode se conformar às noções do homem. A aparência exterior de Jesus não ia contra as noções do homem? Seu semblante e Suas roupas não eram incapazes de fornecer quaisquer pistas quanto à Sua verdadeira identidade? Os primeiros fariseus não se opuseram a Jesus exatamente porque só olharam para a Sua aparência externa e não levaram a sério as palavras de Sua boca? É Minha esperança que cada irmão e irmã que busca a aparição de Deus não repita a tragédia da história. Vocês não devem se tornar os fariseus dos tempos modernos nem pregar Deus na cruz novamente. Vocês deveriam considerar cuidadosamente como receber o retorno de Deus e deveriam ter uma mente clara a respeito de como ser alguém que se submete à verdade. Essa é a responsabilidade de todos que estão esperando que Jesus retorne montado em uma nuvem. Deveríamos esfregar nossos olhos espirituais para torná-los claros e não ficar atolados nas palavras de fantasia exagerada. Deveríamos refletir sobre a obra prática de Deus e dar uma olhada no aspecto prático de Deus. Não se deixem levar nem se percam em devaneios, sempre ansiando pelo dia em que o Senhor Jesus, montado numa nuvem, desça subitamente entre vocês e leve vocês que nunca O conheceram nem O viram e que não sabem como fazer a Sua vontade. É melhor pensar em questões mais práticas!

Extraído do Prefácio em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 111

O Deus tornado carne só Se manifesta a uma porção das pessoas que O seguem durante este período em que Ele executa Sua obra pessoalmente, e não para todas as criaturas. Ele Se tornou carne apenas para completar um estágio da obra, não para mostrar ao homem Sua imagem. No entanto, Sua obra deve ser realizada por Ele Mesmo, portanto, é necessário que Ele faça isso na carne. Quando esta obra terminar, Ele partirá do mundo humano; Ele não pode permanecer por longo prazo entre a humanidade por medo de atrapalhar a obra por vir. O que Ele manifesta à multidão é apenas Seu justo caráter e todas as Suas ações, e não a imagem de quando Ele Se tornou carne duas vezes, pois a imagem de Deus só pode ser demonstrada por Seu caráter, e não substituída pela imagem de Sua carne encarnada. A imagem de Sua carne só é mostrada a um pequeno número de pessoas, somente para aqueles que O seguem enquanto Ele opera na carne. É por isso que a obra que está sendo realizada agora é feita tão secretamente. Da mesma forma, Jesus só Se mostrou aos judeus quando fez Sua obra, e nunca Se mostrou publicamente a nenhuma outra nação. Dessa forma, assim que Ele concluiu Sua obra, partiu prontamente do mundo humano e não permaneceu; depois, não foi Ele, essa imagem de homem, que mostrou a Si Mesmo ao homem, mas o Espírito Santo, que executou a obra diretamente. Uma vez que a obra do Deus tornado carne estiver terminada por completo, Ele partirá do mundo mortal e nunca mais fará qualquer obra semelhante àquela que fez quando Ele estava na carne. Depois disso, a obra é toda feita diretamente pelo Espírito Santo. Durante este período, o homem dificilmente é capaz de ver a imagem de Seu corpo carnal; Ele não Se mostra ao homem de modo algum, mas permanece para sempre escondido. O tempo para a obra do Deus tornado carne é limitado. Ela é executada em uma era, período, nação e povo específicos. Esta obra representa apenas a obra durante o período da encarnação de Deus, e é particular à era; ela representa a obra do Espírito de Deus em uma era particular, e não a totalidade de Sua obra. Portanto, a imagem do Deus tornado carne não será mostrada para todos os povos. O que é mostrado para a multidão é a justiça de Deus e Seu caráter em sua totalidade, em vez da Sua imagem quando Ele Se tornou carne duas vezes. Não é nem a única imagem que é mostrada ao homem, nem as duas imagens combinadas. Portanto, é imperativo que a carne encarnada de Deus deixe a terra após a conclusão da obra que Ele precisa fazer, pois Ele vem apenas para fazer a obra que deve fazer e não para mostrar às pessoas Sua imagem. Muito embora o significado da encarnação já tenha sido cumprido por Deus tornar-Se carne duas vezes, ainda assim Ele não Se manifestará abertamente a qualquer nação que nunca O tenha visto antes. Jesus nunca mais Se mostrará aos judeus como o Sol da justiça, nem subirá ao Monte das Oliveiras e aparecerá a todos os povos; tudo que os judeus viram é o retrato Dele durante Seu tempo na Judeia. Isso é porque a obra de Jesus em Sua encarnação terminou dois mil anos atrás; Ele não retornará à Judeia na imagem de um judeu, muito menos mostrará a Si Mesmo na imagem de um judeu para qualquer uma das nações gentias, pois a imagem do Jesus tornado carne é meramente a imagem de um judeu, e não a imagem do Filho do homem que João viu. Embora Jesus tenha prometido aos Seus seguidores que Ele retornaria, Ele não Se mostrará simplesmente na imagem de um judeu para todos aqueles nas nações gentias. Vocês devem saber que a obra do Deus tornado carne é abrir uma era. Essa obra é limitada a alguns anos, e Ele não pode realizar toda a obra do Espírito de Deus. Da mesma forma, a imagem de Jesus como judeu pode representar apenas a imagem de Deus enquanto Ele operava na Judeia, e Ele só podia fazer a obra da crucificação. Durante o período em que Jesus esteve na carne, Ele não pôde fazer a obra de terminar uma era, nem de destruir a humanidade. Portanto, depois de ser crucificado e concluir Sua obra, Ele ascendeu ao alto e para sempre Se ocultou do homem. A partir de então, aqueles crentes fiéis das nações gentias foram incapazes de ver a manifestação do Senhor Jesus, mas apenas o retrato Dele que eles tinham colado na parede. Esse retrato é apenas um desenho feito pelo homem, e não a imagem que o Próprio Deus mostrou ao homem. Deus não Se mostrará abertamente à multidão na imagem de quando Ele Se tornou carne duas vezes. A obra que Ele faz entre a humanidade é para permitir que ela entenda Seu caráter. Tudo isso é mostrado ao homem por meio da obra das eras diferentes; isso é realizado por meio do caráter que Ele tornou conhecido e da obra que Ele fez, em vez de através da manifestação de Jesus. Isto quer dizer que a imagem de Deus é dada a conhecer ao homem não através da imagem encarnada, mas sim pela obra realizada pelo Deus encarnado que tem tanto imagem como forma; e através de Sua obra, Sua imagem é mostrada e Seu caráter é dado a conhecer. Esse é o significado da obra que Ele deseja fazer na carne.

Quando a obra das duas encarnações de Deus chegar ao fim, Ele começará a mostrar Seu justo caráter por todas as nações gentias, permitindo que a multidão veja Sua imagem. Ele manifestará Seu caráter e, por esse meio, tornará claro os fins das diferentes categorias dos homens, desse modo dando fim, por completo, à velha era. A razão por que Sua obra na carne não se estende por uma grande expansão (assim como Jesus operou somente na Judeia, e hoje opero somente entre vocês) é porque Sua obra na carne tem demarcações e limites. Ele está meramente realizando um curto período de obra à imagem de uma carne normal e comum; Ele não está usando essa carne encarnada para fazer a obra da eternidade ou a obra de aparecer a todos os povos das nações gentias. A obra na carne só pode ser limitada em sua abrangência (como operar apenas na Judeia ou apenas entre vocês), e então, por meio da obra executada dentro desses limites, sua abrangência pode ser expandida. É claro que a obra de expansão é para ser realizada diretamente pelo Seu Espírito e não será mais, então, a obra de Sua carne encarnada. Pois a obra na carne tem limites e não se estende a todos os cantos do universo — isso ela não pode realizar. Através da obra na carne, Seu Espírito realiza a obra que está para seguir. Portanto, a obra feita na carne é de uma natureza inaugural que é executada dentro de certos limites; depois disso, é o Seu Espírito que continua com essa obra e Ele o faz, além do mais, numa abrangência expandida.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 112

A obra que Deus vem fazer nesta terra é apenas para guiar a era; para abrir uma nova era e acabar com a antiga. Ele não veio para viver o curso da vida de um homem na terra, para experimentar por Si Mesmo as alegrias e tristezas da vida do mundo humano, ou para aperfeiçoar uma certa pessoa pelas Suas mãos ou observar pessoalmente alguém à medida que ela cresce. Essa não é Sua obra; Sua obra é apenas iniciar a nova era e dar fim à antiga. Isto é, Ele iniciará, em pessoa, uma era, em pessoa acabará com a outra e derrotará Satanás realizando Sua obra em pessoa. Cada vez que Ele realiza Sua obra pessoalmente, é como se estivesse colocando um pé no campo de batalha. Ele primeiro derrota o mundo e prevalece sobre Satanás enquanto na carne; Ele toma posse de toda a glória e revela toda a obra dos dois mil anos, fazendo com que todas as pessoas na terra tenham a senda certa para trilhar e uma vida de paz e alegria para viver. Contudo, Deus não pode viver com o homem na terra por muito tempo, pois, afinal das contas, Deus é Deus e diferente do homem. Ele não pode viver o tempo de vida de uma pessoa normal, isto é, Ele não pode residir na terra como uma pessoa que não é nada fora do comum, pois Ele tem apenas uma parte mínima da humanidade normal de uma pessoa normal para sustentar Sua vida humana. Em outras palavras, como Deus poderia começar uma família, ter uma carreira e criar filhos na terra? Isso não seria uma desgraça para Ele? Que Ele possua uma humanidade normal é apenas com o propósito de realizar a obra de uma maneira normal, não para capacitá-Lo a ter uma família e uma carreira como uma pessoa normal faria. Seu sentido normal, mente normal, o alimentar e o vestir Sua carne são suficientes para provar que Ele tem uma humanidade normal; não há necessidade de que Ele tenha uma família nem uma carreira para provar que Ele é provido de uma humanidade normal. Isso seria totalmente desnecessário! A vinda de Deus à terra é o Verbo Se tornando carne; Ele está simplesmente permitindo que o homem entenda Sua palavra e veja Sua palavra, isso é, permitindo que o homem veja a obra realizada pela carne. Sua intenção não é que as pessoas tratem Sua carne de uma determinada maneira, mas somente que o homem seja obediente até o fim, isso é, obedeça a todas as palavras que saem de Sua boca e se submeta a toda a obra que Ele faz. Ele está meramente operando na carne; Ele não está intencionalmente pedindo ao homem para exaltar a grandeza e a santidade de Sua carne, mas, em vez disso, está simplesmente mostrando ao homem a sabedoria de Sua obra e toda a autoridade que Ele exerce. Portanto, muito embora tenha uma humanidade extraordinária, Ele não faz anúncios e foca apenas na obra que deve fazer. Vocês devem saber por que Deus Se tornou carne, mas não publica nem testifica Sua humanidade normal, mas, sim, simplesmente realiza a obra que Ele deseja fazer. Portanto, tudo o que vocês podem ver do Deus encarnado é o que Ele é divinamente; isso é porque Ele nunca proclama o que Ele é humanamente para o homem imitar. Somente quando o homem lidera as pessoas, ele fala do que Ele é humanamente, para melhor ganhar a admiração e submissão deles e, por meio disso, alcançar a liderança de outros. Em contraste, Deus conquista o homem por meio de Sua obra somente (ou seja, obra inatingível para o homem); não há a menor questão de Ele ser admirado pelo homem, nem de fazer com que o homem O adore. Tudo o que Ele faz é incutir no homem um sentimento de reverência por Ele ou um sentido de Sua inescrutabilidade. Deus não precisa impressionar o homem. Tudo o que Ele precisa é que você O reverencie uma vez que tenha testemunhado Seu caráter. A obra que Deus faz é só Dele; não pode ser feita pelo homem em Seu lugar, nem pode ser alcançada pelo homem. Somente o Próprio Deus pode fazer Sua própria obra e inaugurar uma nova era para levar o homem a uma nova vida. A obra que Ele faz é para capacitar o homem para vir a possuir uma nova vida e entrar em uma nova era. O restante da obra é entregue àqueles com uma humanidade normal que são admirados pelos outros. Portanto, na Era da Graça, Ele concluiu a obra de dois mil anos em apenas três anos e meio dos Seus trinta e três anos na carne. Quando Deus vem à terra para realizar a Sua obra, Ele sempre completa a obra de dois mil anos ou de uma era inteira dentro do período mais curto de uns poucos anos. Ele não Se atrasa e não para; Ele simplesmente condensa a obra de muitos anos para que ela seja concluída em apenas alguns anos curtos. Isso ocorre porque a obra que Ele faz pessoalmente é inteiramente pelo bem de abrir uma nova saída e guiar uma nova era.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 113

Quando Deus realiza Sua obra, Ele não vem Se envolver em nenhuma construção ou movimento, mas para cumprir Seu ministério. Cada vez que Ele Se torna carne, é apenas para realizar um estágio de obra e lançar uma nova era. Agora a Era do Reino chegou, como também o treinamento para o reino. Esse estágio da obra não é a obra do homem e não é para operar no homem até um certo ponto, mas é apenas para completar uma porção da obra de Deus. O que Ele faz não é a obra do homem, não é para alcançar um certo resultado em operar no homem antes de deixar a terra; é para cumprir Seu ministério e terminar a obra que Ele deve fazer, que é fazer os arranjos apropriados para Sua obra na terra, tornando-Se assim glorificado. A obra do Deus encarnado é diferente da obra das pessoas usadas pelo Espírito Santo. Quando Deus vem fazer Sua obra na terra, Ele está preocupado apenas com o cumprimento do Seu ministério. Quanto a todos os outros assuntos não relacionados ao Seu ministério, Ele praticamente não participa, chegando até ao ponto de fazer vista grossa para eles. Ele simplesmente realiza a obra que deve fazer e, menos ainda está Ele preocupado com o trabalho que o homem deve fazer. A obra que Ele faz é apenas aquilo que está relacionado à era em que Ele está e ao ministério que Ele deve cumprir, como se todos os outros assuntos estivessem fora de Sua competência. Ele não provê para Si mesmo mais conhecimento básico sobre como viver como alguém entre a humanidade, e Ele não aprende mais habilidades sociais nem qualquer outra coisa que o homem entenda. Tudo o que o homem deve possuir não Lhe diz respeito de modo algum e Ele simplesmente faz a obra que é Seu dever. E assim, como o homem o vê, o Deus encarnado é tão deficiente que Ele nem presta atenção a muitas das coisas que o que o homem deve possuir e Ele não tem compreensão de tais assuntos. Tais coisas como o conhecimento comum sobre a vida, assim como os princípios que governam a conduta pessoal e a interação com os outros, parecem não ter relação com Ele. Mas você simplesmente não consegue sentir no Deus encarnado a menor indicação de anormalidade. Em outras palavras, Sua humanidade só mantém Sua vida como uma pessoa normal e o raciocínio normal do cérebro Dele, dando a Ele a habilidade de discernir entre certo e errado. No entanto, Ele não é provido de qualquer outra coisa, tudo isso é o que somente o homem (seres criados) deveria possuir. Deus Se torna carne apenas para cumprir Seu próprio ministério. Sua obra é voltada para uma era inteira, não para qualquer pessoa ou lugar, mas para o universo inteiro. Essa é a direção de Sua obra e o princípio pelo qual Ele opera. Ninguém pode alterar isso, e o homem não tem como se tornar envolvido nisso. Cada vez que Deus Se torna carne, Ele traz Consigo a obra daquela era e não a intenção de viver ao lado do homem por vinte, trinta, quarenta ou mesmo setenta, ou oitenta anos, para que o homem possa entender melhor e ganhar discernimento sobre Ele. Não há necessidade disso! Fazer isso em nada aprofundaria o conhecimento que o homem tem do caráter inerente de Deus; ao contrário, isso só acrescentaria a suas noções e faria com que suas noções e pensamentos se tornassem fossilizados. Portanto, cabe a todos vocês entender exatamente qual é a obra do Deus encarnado. Certamente que vocês não podem ter deixado de entender as palavras que lhes disse: “Não foi para experimentar a vida de um humano normal que Eu vim”? Vocês esqueceram as palavras: “Deus vem à terra não para viver a vida de um humano normal”? Vocês não entendem o propósito de Deus em Se tornar carne, nem conhecem o significado de “como Deus poderia vir à terra com a intenção de experimentar a vida de um ser criado?”. Deus vem à terra apenas para completar Sua obra, e assim Sua obra na terra é de curta duração. Ele vem à terra não com a intenção de fazer com que o Espírito de Deus cultive Seu corpo carnal para Se tornar uma pessoa superior que liderará a igreja. Quando Deus vem à terra, é o Verbo tornado carne; o homem, no entanto, não sabe de Sua obra e forçosamente atribui coisas a Ele. Mas todos vocês devem perceber que Deus é o Verbo tornado carne, não um corpo carnal cultivado pelo Espírito de Deus para assumir o papel de Deus para este momento. O Próprio Deus não é o produto do cultivo, mas é o Verbo, a Palavra tornada carne, e hoje Ele realiza oficialmente Sua obra entre todos vocês. Todos vocês conhecem e reconhecem que a encarnação de Deus é uma verdade factual, mas agem como se a entendessem. Da obra do Deus encarnado ao significado e à substância de Sua encarnação, vocês são incapazes de entender o mínimo sobre isso e apenas seguem os outros em recitar fluentemente as palavras ditas de memória. Você acredita que o Deus encarnado é como você imagina?

Extraído de ‘O mistério da encarnação (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 114

Deus Se torna carne apenas para liderar a era e colocar em movimento uma nova obra. É necessário que você entenda esse ponto. Isso é muito diferente da função do homem, e os dois não podem ser mencionados no mesmo fôlego. O homem precisa ser cultivado e aperfeiçoado por um longo período antes que possa ser utilizado para realizar a obra, e o tipo de humanidade que é necessária é de uma ordem especialmente elevada. Não apenas o homem deve ser capaz de sustentar seu senso de humanidade normal, mas ele deve também entender melhor muitos dos princípios e regras que governam sua conduta em relação aos outros e, além disso, deve dedicar-se a estudar ainda mais sobre a sabedoria e o conhecimento ético do homem. É disso que o homem deve ser provido. No entanto, isso não é assim para o Deus tornado carne, pois Sua obra não representa o homem nem é o trabalho do homem; é, ao contrário, uma expressão direta de Seu ser e uma implementação direta da obra que Ele deve fazer. (Naturalmente, Sua obra é realizada no tempo apropriado, não casual nem aleatoriamente, e é iniciada quando é hora de cumprir Seu ministério.) Ele não participa da vida do homem ou do trabalho do homem, isso é, Sua humanidade não é provida de nada disso (embora isso não afete Sua obra). Ele só cumpre Seu ministério quando chega a hora de fazê-lo; qualquer que seja Seu status, Ele simplesmente segue em frente com a obra que Ele deve fazer. Seja o que for que o homem saiba sobre Ele ou qualquer que seja sua opinião sobre Ele, Sua obra não é afetada de modo algum. Por exemplo, quando Jesus executou Sua obra, ninguém sabia exatamente quem Ele era, mas Ele simplesmente seguiu em frente em Sua obra. Nada disso O impediu de realizar a obra que Ele deveria fazer. Portanto, a princípio, Ele não confessou ou proclamou Sua própria identidade, e apenas fez com que o homem O seguisse. Naturalmente, essa não foi apenas a humildade de Deus, mas foi também o modo como Deus operou na carne. Ele só podia operar dessa maneira, pois o homem não tinha como reconhecê-Lo a olho nu. E mesmo se o homem O tivesse reconhecido, não teria sido capaz de ajudar em Sua obra. Além disso, Ele não Se tornou carne para que o homem conhecesse Sua carne; foi para realizar a obra e cumprir Seu ministério. Por essa razão, Ele não deu importância a tornar pública a Sua identidade. Quando Ele completou toda a obra que Ele deveria fazer, toda a Sua identidade e status naturalmente se tornaram claros para o homem. O Deus tornado carne Se mantém em silêncio e nunca faz qualquer proclamação. Ele não presta atenção nem ao homem nem a como o homem está se dando em segui-Lo, mas Ele simplesmente avança no cumprimento do Seu ministério e na realização da obra que Ele deve fazer. Ninguém pode ficar no caminho da Sua obra. Quando chegar a hora de que Ele conclua a Sua obra, ela será certamente concluída e levada ao fim. Ninguém pode ditar o contrário. Somente depois que Ele Se afastar do homem após a conclusão de Sua obra, o homem entenderá a obra que Ele faz, embora ainda não de forma inteiramente clara. E levará muito tempo para o homem compreender plenamente a intenção com a qual Ele realizou Sua obra em primeiro lugar. Em outras palavras, a obra da era do Deus encarnado é dividida em duas partes. Uma parte consiste na obra que a carne encarnada do Próprio Deus faz e nas palavras que a carne encarnada do Próprio Deus profere. Uma vez que o ministério de Sua carne esteja completamente cumprido, a outra parte da obra permanece para ser realizada por aqueles que são utilizados pelo Espírito Santo. É nessa hora que o homem deveria cumprir sua função, pois Deus já abriu o caminho, e ele necessita ser percorrido pelo próprio homem. Isso quer dizer que o Deus tornado carne realiza uma parte de Sua obra, e então o Espírito Santoe aqueles utilizados pelo Espírito Santo sucederão nessa obra. Assim, o homem deveria saber qual é a obra que deve ser realizada primariamente pelo Deus tornado carne neste estágio, deve entender exatamente qual é o significado de Deus Se tornar carne e qual é a obra que Ele deve fazer, e não fazer exigências a Deus de acordo com as demandas feitas ao homem. Aqui encontram-se o erro do homem, sua noção e, mais ainda, sua desobediência.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 115

Deus Se torna carne não com a intenção de permitir ao homem conhecer a Sua carne, ou de permitir ao homem distinguir as diferenças entre a carne do Deus encarnado e a do homem; nem Deus Se torna carne para treinar o poder de discernimento do homem, muito menos com a intenção de permitir ao homem adorar a carne encarnada de Deus, dessa forma ganhando grande glória. Nenhuma dessas coisas é a intenção original de Deus em Se tornar carne. Nem Deus Se torna carne para condenar o homem, nem deliberadamente para revelar o homem nem para dificultar as coisas para ele. Nenhuma dessas coisas é a intenção original de Deus. Toda vez que Deus Se torna carne, é uma forma de operar que é inevitável. É pelo bem de Sua obra maior e Sua gestão maior que Ele age como faz, e não pelas razões que o homem imagina. Deus vem à terra apenas conforme Sua obra exige, e somente quando necessário. Ele não vem à terra com a intenção de simplesmente olhar ao redor, mas para realizar a obra que Ele deve fazer. Por que outro motivo Ele assumiria um fardo tão pesado e assumiria tamanhos riscos para realizar essa obra? Deus Se torna carne somente quando Ele tem que fazê-lo, e sempre com uma importância única. Se fosse apenas pelo bem de permitir que as pessoas olhassem para Ele e abrissem seus horizontes, então Ele, com absoluta certeza, nunca viria tão levianamente entre as pessoas. Ele vem à terra pelo bem de Sua gestão e de Sua obra maior e para que Ele possa obter mais da humanidade. Ele vem para representar a era, Ele vem para derrotar Satanás e Ele se reveste de carne para derrotar Satanás. Sobretudo, Ele vem para guiar toda a raça humana em como viver sua vida. Tudo isso diz respeito à Sua gestão, e diz respeito à obra do universo inteiro. Se Deus Se tornou carne meramente para permitir que o homem conheça Sua carne e para abrir os olhos das pessoas, por que Ele não viajaria para todas as nações? Essa não seria uma questão de extrema facilidade? Mas Ele não o fez. Em vez disso, escolheu um lugar adequado para Se estabelecer e começar a obra que Ele deveria fazer. Apenas essa carne sozinha é de grande significado. Ele representa uma era inteira e também realiza a obra de uma era inteira; Ele tanto traz o fim da era anterior como introduz a nova. Tudo isso é o assunto importante que diz respeito ao gerenciamento de Deus, e tudo isso é o significado de um estágio da obra que Deus vem à terra para realizar.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 116

A salvação do homem por Deus não é feita diretamente usando o método do Espírito e a identidade do Espírito, pois o Seu Espírito não pode ser tocado nem visto pelo homem, nem pode o homem se aproximar. Se Ele tentasse salvar o homem diretamente, na maneira do Espírito, o homem seria incapaz de receber Sua salvação. E Deus não se vestisse com a forma externa de um homem criado, não haveria como o homem receber essa salvação. Pois o homem não tem como se aproximar Dele, assim como ninguém podia chegar perto da nuvem de Jeová. Somente por Se tornar um ser humano criado, isto é, colocando Sua palavra no corpo de carne em que Ele está para Se tornar, pode Ele pessoalmente introduzir a palavra em todos os que O seguem. Só então o homem pode ver e ouvir pessoalmente Sua palavra e, além disso, entrar na posse de Sua palavra, e por esse meio, ser totalmente salvo. Se Deus não Se tornasse carne, ninguém de carne e osso seria capaz de receber tal grande salvação, nem uma única pessoa seria salva. Se o Espírito de Deus operasse diretamente entre os homens, toda a humanidade seria golpeada, senão, sem ter como entrar em contato com Deus, ela seria levada cativa por completo por Satanás. A primeira encarnação foi para redimir o homem do pecado, para redimi-lo por meio do corpo de carne de Jesus, isto é, Ele salvou o homem da cruz, mas o caráter satânico corrupto ainda permaneceu dentro do homem. A segunda encarnação não é mais para servir como uma oferta pelo pecado, mas, em vez disso, salvar totalmente aqueles que foram redimidos do pecado. Isso é feito de modo que aqueles que são perdoados possam ser libertos de seus pecados e ser completamente limpos, e por alcançar um caráter transformado, libertar-se da influência das trevas de Satanás e retornar para diante do trono de Deus. Só dessa maneira o homem pode ser plenamente santificado. Depois que a Era da Lei tinha terminado e começando com a Era da Graça, Deus começou a obra da salvação, a qual continua até os últimos dias quando, ao julgar e castigar a raça humana por sua rebeldia, Ele purificará completamente a humanidade. Só então Deus concluirá Sua obra de salvação e entrará em descanso. Portanto, nos três estágios da obra, somente duas vezes Deus Se tornou carne para realizar Ele Mesmo Sua obra entre os homens. Isso porque apenas um dos três estágios da obra é para guiar o homem em levar sua vida, enquanto os outros dois consistem na obra da salvação. Somente por Se tornar carne Deus pode viver ao lado do homem, experimentar o sofrimento do mundo e viver num corpo normal de carne. Só assim Ele pode suprir os homens com o caminho prático de que eles necessitam como seres criados. É por meio da encarnação de Deus que o homem recebe a salvação completa de Deus e não diretamente do céu em resposta às suas orações. Pois, sendo o homem da carne, ele não tem como ver o Espírito de Deus e muito menos como se aproximar de Seu Espírito. Tudo com que o homem pode entrar em contato é com a carne encarnada de Deus; e somente por meio disso o homem é capaz de entender todos os caminhos e todas as verdades e receber a salvação completa. A segunda encarnação será suficiente para remover os pecados do homem e purificá-lo completamente. Daí, com a segunda encarnação, toda a obra de Deus na carne será concluída e a importância da encarnação de Deus será completada. Daí em diante, a obra de Deus na carne terá chegado completamente ao fim. Após a segunda encarnação, Ele não Se tornará carne uma terceira vez para Sua obra. Pois toda Sua gestão terá chegado a um fim. A encarnação dos últimos dias terá ganhado plenamente Seu povo escolhido, e a humanidade nos últimos dias terá toda sido classificada de acordo com o tipo. Ele não fará mais a obra da salvação, nem retornará à carne para realizar qualquer obra.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 117

O que o homem alcançou agora — a estatura do homem hoje, seu conhecimento, amor, lealdade, obediência, e percepção — esses são os resultados alcançados por meio do julgamento da palavra. Que você seja capaz de ter lealdade e permanecer em pé até que este dia é alcançado através da agência da palavra. Agora, o homem vê que a obra de Deus encarnado é de fato extraordinária e há muito nela que não pode ser alcançado pelo homem e que são mistérios e maravilhas. Portanto, muitos se submeteram. Alguns nunca se submeteram a nenhum homem desde o dia de seu nascimento, mas quando veem as palavras de Deus hoje, submetem-se completamente sem perceber que o fizeram, e não se arriscam a escrutinar ou dizer qualquer outra coisa. A humanidade caiu sob a palavra e jaz prostrada sob o julgamento da palavra. Se o Espírito de Deus falasse diretamente aos homens, toda a humanidade se submeteria à voz, caindo sem palavras de revelação, algo muito parecido com o modo como Paulo caiu no chão em meio à luz em sua jornada para Damasco. Se Deus continuasse a trabalhar dessa maneira, o homem nunca seria capaz de conhecer sua própria corrupção através do julgamento da palavra e, por meio disso, de alcançar a salvação. Somente por meio de tornar-Se carne, Deus pode entregar pessoalmente Suas palavras aos ouvidos de cada e de todos os seres humanos, para que todos os que têm ouvidos possam ouvir Suas palavras e receber Sua obra de julgamento pela palavra. Somente isso é o resultado alcançado por Sua palavra, ao invés de o Espírito Se tornar manifesto para assustar o homem para que ele fique em submissão. É somente através dessa obra prática, mas extraordinária, que o velho caráter do homem, oculto por muitos anos dentro dele, pode ser plenamente revelado para que o homem possa reconhecê-lo e o faça mudar. Essas coisas são todas a obra prática do Deus encarnado, na qual, falando e executando o juízo de maneira prática, Ele alcança os resultados do julgamento sobre o homem pela palavra. Essa é a autoridade do Deus encarnado e o significado da encarnação de Deus. Ela é feita para tornar conhecida a autoridade do Deus encarnado, tornar conhecidos os resultados alcançados pela obra da palavra e tornar conhecido que o Espírito veio na carne e demonstra Sua autoridade por meio de julgar o homem pela palavra. Embora Sua carne seja a forma exterior de uma humanidade comum e normal, são os resultados que Suas palavras alcançam que mostram ao homem que Ele está repleto de autoridade, que Ele é o Próprio Deus e que Suas palavras são a expressão do Próprio Deus. Por este meio mostra-se a toda a humanidade que Ele é o Próprio Deus, o Próprio Deus que Se tornou carne, que Ele não deve ser ofendido por ninguém e que ninguém pode superar Seu julgamento pela palavra, e nenhuma força das trevas pode prevalecer sobre Sua autoridade. O homem se submete a Ele inteiramente porque Ele é o Verbo que Se tornou carne, por causa de Sua autoridade e por causa de Seu julgamento pela palavra. A obra trazida por Sua carne encarnada é a autoridade que Ele possui. Ele Se torna carne porque a carne também pode possuir autoridade, e Ele é capaz de realizar Sua obra entre os homens de uma maneira prática, de tal modo que é visível e tangível ao homem. Essa obra é muito mais realista do que a obra feita diretamente pelo Espírito de Deus, que possui toda a autoridade, e seus resultados também são aparentes. Isso é porque a carne encarnada de Deus pode falar e operar de maneira prática; a forma externa de Sua carne não tem autoridade e o homem pode se aproximar dela, enquanto a Sua substância carrega autoridade, mas Sua autoridade não é visível por ninguém. Quando Ele fala e opera, o homem é incapaz de detectar a existência de Sua autoridade; isso facilita que Ele faça uma obra de natureza prática. Toda essa obra prática pode alcançar resultados. Embora nenhum homem perceba que Ele detém autoridade, ou veja que Ele não deve ser ofendido, ou veja Sua ira, Ele alcança os resultados pretendidos de Suas palavras através de Sua autoridade velada, de Sua ira oculta e das palavras que diz abertamente. Em outras palavras, através de Seu tom de voz, a severidade do discurso e toda a sabedoria de Suas palavras, o homem é totalmente convencido. Desse modo, o homem se submete à palavra do Deus encarnado, que aparentemente não tem autoridade, atingindo, assim, o objetivo de Deus de salvar o homem. Este é outro aspecto da importância de Sua encarnação: falar de maneira mais realista e permitir que a realidade de Suas palavras tenha efeito sobre os homens, de modo que eles testemunhem o poder da palavra de Deus. Portanto, se essa obra não fosse feita por meio da encarnação, ela não alcançaria os menores resultados e não seria capaz de salvar totalmente os pecadores. Se Deus não Se tornasse carne, Ele permaneceria o Espírito que é tanto invisível como intangível para o homem. O homem, sendo uma criatura de carne, ele e Deus pertencem a dois mundos diferentes e possuem naturezas diferentes. O Espírito de Deus é incompatível com o homem, que é de carne, e simplesmente não há como estabelecer relações entre eles, sem mencionar que o homem é incapaz de se transformar em um espírito. Sendo assim, o Espírito de Deus deve Se tornar um ser criado para fazer Sua obra original. Deus pode tanto ascender ao lugar mais alto quanto Se humilhar tornando-Se uma criatura humana, operando entre a humanidade e vivendo em seu meio, mas o homem não pode ascender ao lugar mais alto e se tornar um espírito e, muito menos, descer ao lugar mais baixo. Essa é a razão pela qual Deus deve Se tornar carne para realizar Sua obra. Do mesmo modo, durante a primeira encarnação, somente a carne do Deus encarnado poderia redimir o homem através da Sua crucificação, ao passo que não haveria como o Espírito de Deus ser crucificado como oferta pelo pecado pelo homem. Deus poderia Se tornar carne diretamente para servir como oferta pelo pecado do homem, mas o homem não poderia ascender diretamente ao céu para receber a oferta pelo pecado que Deus preparara para ele. Sendo assim, tudo o que é possível seria pedir a Deus que viajasse de um lado para o outro umas poucas vezes entre o céu e a terra, não fazer o homem ascender ao céu para tomar essa salvação, pois o homem havia caído e, além do mais, simplesmente não poderia ascender ao céu, muito menos obter a oferta pelo pecado. Portanto, era necessário que Jesus viesse entre a humanidade e fizesse pessoalmente a obra que simplesmente não poderia ser realizada pelo homem. Toda vez que Deus Se torna carne, é de absoluta necessidade. Se qualquer um dos estágios pudesse ser realizado diretamente pelo Espírito de Deus, Ele não teria Se submetido à indignidade de ser encarnado.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 118

Deus Se tornou carne porque o objeto de Sua obra não é o espírito de Satanás, ou qualquer coisa incorpórea, mas o homem, que é da carne e tem sido corrompido por Satanás. Exatamente porque a carne humana tem sido corrompida é que Deus fez do homem carnal o objeto de Sua obra; mais ainda, porque o homem é o objeto da corrupção, Ele fez do homem o único objeto de Sua obra através de todos os estágios da obra de Salvação. O homem é um ser mortal, é feito de carne e sangue, e Deus é o único que pode salvar o homem. Dessa forma, Deus deve Se tornar uma carne que possua os mesmos atributos que o homem com o intuito de realizar Sua obra, para que Sua obra possa atingir melhores resultados. Deus deve Se tornar carne para fazer Sua obra exatamente porque o homem é da carne, incapaz de superar o pecado ou despojar-se da carne. Embora a essência e a identidade do Deus encarnado difiram grandemente da essência e da identidade do homem, ainda assim Sua aparência é idêntica à do homem. Ele tem a aparência de uma pessoa normal, leva a vida de uma pessoa normal, e aqueles que O veem não conseguem discernir diferença alguma de uma pessoa normal. Essa aparência e humanidade normais são suficientes para Ele realizar Sua obra divina na humanidade normal. Sua carne Lhe permite realizar Sua obra na humanidade normal e O ajuda a realizar Sua obra entre os homens, e Sua humanidade normal O ajuda, ainda mais, a realizar a obra de salvação entre os homens. Embora Sua humanidade normal tenha causado muito tumulto entre os homens, tal tumulto não impactou os resultados normais de Sua obra. Em suma, a obra de Sua carne normal é de benefício supremo ao homem. Embora muitas pessoas não aceitem Sua humanidade normal, Sua obra ainda pode alcançar resultados, e esses resultados são alcançados graças à Sua humanidade normal. Quanto a isso não há dúvidas. Com base em Sua obra na carne, o homem ganha dez ou doze vezes mais coisas do que as noções que há entre os homens a respeito de Sua humanidade normal, e tais noções serão no final tragadas por Sua obra. E o resultado que Sua obra tem alcançado, ou seja, o conhecimento que o homem tem a respeito Dele, supera em muito as noções do homem a respeito Dele. Não há como imaginar ou mensurar a obra que Ele faz na carne, pois Sua carne é diferente de qualquer carne humana; embora a casca exterior seja semelhante, a essência não é a mesma. Sua carne produz entre os homens muitas noções a respeito de Deus, entretanto Sua carne pode também permitir que o homem adquira muito conhecimento e pode até mesmo conquistar qualquer homem possuidor de uma casca exterior semelhante. Pois Ele não é meramente um homem, mas é Deus com a casca de um homem, e ninguém pode sondá-Lo ou entendê-Lo completamente. Um Deus invisível e intangível é amado e bem-vindo por todos. Se Deus fosse apenas um espírito invisível ao homem, seria tão fácil para o homem crer em Deus. O homem pode dar rédeas soltas à sua imaginação, pode escolher qualquer imagem de Deus que queira e que mais lhe agrade e o faça feliz. Desse modo, o homem pode fazer o que quer que seu próprio Deus mais goste e deseje que ele faça, sem escrúpulos. Ademais, o homem pode acreditar que ninguém é mais devoto e leal do que ele em relação a Deus, e que todos os demais são cães gentios e desleais a Deus. Pode-se dizer que isso é o que é buscado por aqueles cuja crença em Deus é vaga e baseada em doutrina; o que eles buscam é a mesma coisa, com pequenas variações. Isso acontece porque as imagens de Deus em suas imaginações são diferentes, no entanto sua substância é na verdade a mesma.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 119

O único motivo pelo qual o Deus encarnado Se faz carne são as necessidades do homem corrupto. É por causa das necessidades do homem, não de Deus, e todos os Seus sacrifícios e sofrimentos são em favor da humanidade, e não em benefício do Próprio Deus. Não existem prós e contras ou recompensas para Deus; Ele não colherá alguma colheita futura, exceto aquilo que Lhe é originalmente devido. Tudo o que Ele faz e sacrifica pela humanidade não é para que Ele possa ganhar grandes recompensas, mas simplesmente para o bem da humanidade. Embora a obra do Deus na carne envolva muitas dificuldades inimagináveis, os resultados que finalmente alcança excedem, em muito, as obras realizadas diretamente pelo Espírito. As obras da carne implicam muita dificuldade, e a carne não pode possuir a mesma grande identidade do Espírito e não pode realizar os mesmos feitos sobrenaturais do Espírito, muito menos pode possuir a mesma autoridade do Espírito. Entretanto, a substância da obra realizada por essa carne sem importância é muito superior à obra realizada diretamente pelo Espírito, e essa carne por Si mesma é a resposta para as necessidades de toda a humanidade. Para aqueles que serão salvos, o valor de uso do Espírito é bem inferior ao valor da carne: a obra do Espírito é capaz de cobrir todo o universo, através de todas as montanhas, rios, lagos e oceanos, no entanto a obra da carne relaciona-se de maneira mais eficaz a todas as pessoas com a quais Ele tem contato. Além disso, a carne de Deus com forma tangível, o homem a entende melhor e confia mais nela, ela pode aprofundar o conhecimento que o homem tem de Deus e pode deixar no homem uma impressão mais profunda dos feitos reais de Deus. A obra do Espírito é envolta em mistério, é difícil para seres mortais compreenderem, ainda mais difícil para eles verem, e por isso eles podem apenas confiar em imaginações vãs. A obra da carne, contudo, é normal, baseada na realidade, possui uma rica sabedoria e é um fato que pode ser visto pelo olho físico do homem; um homem pode pessoalmente experimentar a sabedoria da obra de Deus, e não há necessidade de aplicar sua imaginação generosa. Esse é o valor real e preciso da obra de Deus na carne. O Espírito somente pode fazer coisas que são invisíveis para o homem, difíceis de imaginar para o homem, por exemplo, o esclarecimento do Espírito, o mover do Espírito e a direção do Espírito, mas para um homem que tem uma mente, essas coisas não fornecem nenhum significado claro. Apenas fornecem mobilização, ou um significado amplo, e não são capazes de dar instruções com palavras. A obra de Deus na carne, contudo, é deveras diferente: ela envolve a orientação precisa e clara das palavras, tem vontade clara e metas necessárias claras. E assim o homem não precisa tatear ou empregar sua imaginação, muito menos tentar adivinhar. Essa é a clareza da obra da carne, sua grande diferença da obra do Espírito. A obra do Espírito é apenas adequada para um escopo limitado e não pode substituir a obra da carne. A obra da carne dá ao homem metas muito mais exatas e necessárias e conhecimentos muito mais reais e valiosos do que a obra do Espírito. A obra que é de maior valor para o homem corrupto é aquela que fornece palavras precisas, metas claras a serem seguidas, e que podem ser vistas e tocadas. Somente obras realísticas e orientações oportunas são adequadas ao gosto do homem, somente uma obra verdadeira pode salvar o homem de seu caráter corrupto e depravado. Isso pode somente ser alcançado pelo Deus encarnado; somente o Deus encarnado pode salvar o homem de seu caráter anteriormente corrupto e depravado. Embora o Espírito seja a substância inerente de Deus, obras como esta podem somente ser realizadas por Sua carne. Se o Espírito operasse sozinho, então não seria possível que Sua obra fosse eficaz — essa é uma verdade plena. Embora a maioria das pessoas tenha se tornado inimiga de Deus por causa dessa carne, quando Ele concluir Sua obra, aqueles que são contra Ele não apenas deixarão de ser Seus inimigos, mas, ao contrário, tornar-se-ão Suas testemunhas. Tornar-se-ão as testemunhas que foram conquistadas por Ele, testemunhas compatíveis com Ele e inseparáveis Dele. Ele fará com que o homem saiba da importância de Sua obra na carne para o homem, e o homem conhecerá a importância dessa carne para o significado da existência do homem, conhecerá Seu verdadeiro valor para o crescimento da vida do homem, mais ainda, saberá que essa carne tornar-se-á uma fonte de vida da qual o homem não suportará se afastar. Embora a encarnação de Deus esteja longe de corresponder à identidade e à posição de Deus e pareça ao homem ser incompatível com Seu status verdadeiro, essa carne, que não possui a verdadeira imagem de Deus ou a verdadeira identidade de Deus, pode fazer a obra que o Espírito de Deus é incapaz de fazer diretamente. Tais são a verdadeira importância e o valor da encarnação de Deus, e são essa importância e esse valor que o homem é incapaz de apreciar e reconhecer. Embora todos os homens admirem o Espírito de Deus e desprezem a carne de Deus, não importa como veem ou pensam, o real significado e o valor da carne excedem em muito os do Espírito. Claro, isso é somente com relação à humanidade corrupta. Para todo aquele que busca a verdade e anseia pela aparição de Deus, a obra do Espírito pode fornecer somente mobilização ou revelação, e um senso de deslumbramento que é inexplicável, inimaginável, um senso que é grande, transcendente, admirável, no entanto, também inalcançável e inacessível a todos. O homem e o Espírito de Deus só podem se olhar de longe, como se houvesse uma grande distância entre eles e nunca pudessem ser semelhantes, como se o homem e Deus estivessem separados por uma barreira invisível. Na verdade, isso é uma ilusão dada ao homem pelo Espírito, porque o Espírito e o homem não são da mesma espécie, e o Espírito e o homem nunca coexistirão no mesmo mundo, e porque o Espírito não possui nada do homem. Então, o homem não necessita do Espírito, pois o Espírito não pode realizar diretamente a obra de que o homem mais necessita. A obra da carne oferece ao homem objetivos reais para perseguir, palavras claras e um senso de que Ele é real e normal, que Ele é humilde e corriqueiro. Embora o homem possa temê-Lo, para a maioria das pessoas, é fácil se relacionar com Ele: o homem pode contemplar Sua face e ouvir Sua voz e não necessita olhar para Ele de longe. Essa carne parece acessível ao homem, não distante ou insondável, mas visível e palpável, pois essa carne está no mesmo mundo que o homem.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 120

Para todos aqueles que vivem na carne, mudar seu caráter exige metas para perseguir, e conhecer Deus exige testemunhar os fatos reais e a verdadeira face de Deus. Ambos podem somente ser alcançados pela carne encarnada de Deus, ambos podem apenas ser realizados pela carne normal e verdadeira. É por isso que a encarnação é necessária, e por isso toda a humanidade corrupta precisa dela. Uma vez que se requer que as pessoas conheçam a Deus, as imagens de deuses vagos e sobrenaturais devem ser dissipadas de seu coração, e uma vez que se lhes exige que abandonem seu caráter corrupto, elas devem primeiro conhecer seu caráter corrupto. Se somente o homem fizer a obra para dissipar as imagens dos deuses vagos do coração das pessoas, então ele não alcançará o resultado esperado. As imagens dos deuses vagos no coração das pessoas não podem ser expostas, banidas ou completamente expulsas apenas com palavras. Ao fazer isso, no fim, ainda não seria possível dissipar das pessoas essas coisas que estão profundamente arraigadas. Somente pela substituição dessas coisas vagas e sobrenaturais pelo Deus prático e a imagem verdadeira de Deus, e fazendo as pessoas gradualmente as conhecerem, pode o devido resultado ser alcançado. O homem reconhece que o Deus que ele buscou no passado é vago e sobrenatural. O que pode alcançar esse efeito não é a liderança direta do Espírito, muito menos os ensinamentos de certo indivíduo, mas o Deus encarnado. As noções do homem são descobertas quando o Deus encarnado realiza Sua obra, porque a normalidade e a realidade do Deus encarnado são a antítese do Deus vago e sobrenatural na imaginação do homem. As noções originais do homem somente podem ser reveladas quando contrastadas com o Deus encarnado. Sem a comparação do Deus encarnado, as noções do homem não poderiam ser reveladas; em outras palavras, sem o contraste da realidade, as coisas vagas não poderiam ser reveladas. Ninguém é capaz de usar palavras para fazer essa obra e ninguém é capaz de enunciar essa obra usando palavras. Somente o Próprio Deus pode fazer Sua Própria obra e ninguém mais pode fazer essa obra no lugar Dele. Não importa quão rica seja a linguagem do homem, ele é incapaz de enunciar a realidade e a normalidade de Deus. O homem apenas pode conhecer a Deus mais praticamente e vê-Lo mais claramente se Deus operar pessoalmente entre os homens e mostrar-lhes de forma completa Sua imagem e Seu ser. Esse resultado não pode ser alcançado por nenhum homem carnal. Claro, o Espírito de Deus é também incapaz de alcançar esse resultado. Deus pode salvar o homem corrupto da influência de Satanás, mas essa obra não pode ser completamente realizada pelo Espírito de Deus; ao contrário, pode ser realizada apenas pela carne que o Espírito de Deus veste, pela carne encarnada de Deus. Essa carne é um homem e é também Deus, é um homem possuído da humanidade normal, e é também Deus possuído da divindade plena. E assim, embora essa carne não seja o Espírito de Deus e difira grandemente do Espírito, ainda assim é o Próprio Deus encarnado que salva o homem, que é o Espírito e também a carne. Não importa como Ele é chamado, afinal, ainda é o Próprio Deus quem salva a humanidade. Pois o Espírito de Deus é indivisível da carne, e a obra da carne é também a obra do Espírito de Deus; é que essa obra não é realizada apenas usando a identidade do Espírito, mas é realizada usando a identidade da carne. A obra que necessita ser realizada diretamente pelo Espírito não exige a encarnação, e a obra que exige que a carne a faça não pode ser realizada diretamente pelo Espírito, e só pode ser realizada pelo Deus encarnado. Isso é o que se exige para essa obra e o que é exigido para a humanidade corrupta. Nos três estágios da obra de Deus, somente um estágio foi realizado diretamente pelo Espírito; os dois estágios restantes são realizados pelo Deus encarnado, e não diretamente pelo Espírito. A obra da Era da Lei realizada pelo Espírito não envolveu mudar o caráter corrupto do homem, tampouco teve qualquer relação com o conhecimento que o homem tem de Deus. A obra da carne de Deus na Era da Graça e na Era do Reino, contudo, envolve o caráter corrupto do homem e seu conhecimento de Deus, e é uma parte importante e crucial da obra de salvação. Portanto, a humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado e necessita ainda mais da obra direta do Deus encarnado. A humanidade necessita que o Deus encarnado a pastoreie, a apoie, a regue, a alimente, a julgue e castigue, ela necessita de mais graça e uma redenção maior do Deus encarnado. Somente o Deus na carne pode ser o confidente do homem, o pastor do homem, a ajuda sempre presente do homem. Tudo isso é a necessidade da encarnação hoje e em tempos passados.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 121

O homem foi corrompido por Satanás e é superior a todas as criaturas de Deus, então o homem precisa da salvação de Deus. O objeto da salvação de Deus é o homem, e não Satanás, e aquilo que será salvo é a carne do homem e a alma do homem, e não o diabo. Satanás é objeto da aniquilação de Deus, o homem é objeto da salvação de Deus, e a carne do homem foi corrompida por Satanás, portanto a primeira a ser salva deve ser a carne do homem. A carne do homem foi profundamente corrompida, se tornou algo que se opõe a Deus, tanto que se opõe abertamente e nega a existência de Deus. Essa carne corrupta é simplesmente intratável demais, e nada é mais difícil de lidar e mudar do que o caráter corrupto da carne. Satanás entra na carne do homem para provocar perturbações, usa a carne do homem para perturbar a obra de Deus, prejudicar o plano de Deus, dessa forma o homem se tornou Satanás e o inimigo de Deus. Para que o homem seja salvo, deve primeiro ser conquistado. É por causa disso que Deus enfrenta o desafio e vem na carne para fazer a obra que pretende fazer e lutar contra Satanás. Seu objetivo é a salvação da humanidade que foi corrompida e a derrota e a aniquilação de Satanás, que se rebela contra Ele. Ele derrota Satanás por meio de Sua obra de conquista do homem, enquanto, ao mesmo tempo, salva o homem corrupto. Dessa forma, é uma obra que alcança dois alvos de uma vez. Ele opera na carne, fala na carne, empreende toda obra na carne a fim de melhor Se envolver com o homem e melhor conquistá-lo. Na última vez em que Deus Se tornar carne, Sua obra dos últimos dias será concluída na carne. Ele classificará todos os homens de acordo com a espécie, concluirá todo o Seu gerenciamento e também toda a Sua obra na carne. Após finalizar toda a Sua obra na terra, Ele será completamente vitorioso. Operando na carne, Deus terá conquistado plenamente a humanidade e terá ganhado a raça humana por completo. Isso não significa que todo o Seu gerenciamento terá chegado ao fim? Quando Deus concluir Sua obra na carne, tendo derrotado Satanás completamente e sido vitorioso, Satanás não mais terá a oportunidade de corromper o homem. A obra da primeira encarnação de Deus foram a redenção e o perdão dos pecados do homem. Agora, é a obra de conquistar e ganhar plenamente a humanidade, de forma que Satanás não mais tenha maneira alguma de fazer sua obra, tenha perdido definitivamente, e que Deus tenha sido completamente vitorioso. Essa é a obra da carne e é a obra realizada pelo Próprio Deus.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 122

A obra inicial dos três estágios da obra de Deus foi realizada diretamente pelo Espírito, e não pela carne. A obra final dos três estágios da obra de Deus, contudo, é realizada pelo Deus encarnado e não diretamente pelo Espírito. A obra da redenção do estágio intermediário foi também realizada por Deus na carne. Durante toda a obra de gerenciamento, a obra mais importante é a salvação do homem da influência de Satanás. A obra principal é a completa conquista do homem corrupto, assim restaurando a reverência original de Deus no coração do homem conquistado, permitindo-lhe alcançar uma vida normal, ou seja, a vida normal de uma criatura de Deus. Essa obra é crucial e é o cerne da obra de gerenciamento. Nos três estágios da obra de salvação, o primeiro estágio da obra da Era da Lei estava longe do cerne da obra de gerenciamento; apenas tinha uma leve aparência da obra de salvação, e não foi o início da obra de Deus de salvar o homem do império de Satanás. O primeiro estágio da obra foi feito diretamente pelo Espírito, porque, sob a lei, o homem só sabia cumprir a lei e não tinha mais verdade, porque a obra na Era da Lei dificilmente envolvia mudanças no caráter do homem, muito menos era referente à obra de como salvar o homem do império de Satanás. Assim, o Espírito de Deus completou de maneira suprema esse simples estágio da obra que não dizia respeito à disposição corrupta do homem. Esse estágio da obra teve pouca relação com o cerne do gerenciamento e não tinha grande correlação com a obra oficial da salvação do homem, assim sendo, não exigia que Deus Se tornasse carne para pessoalmente realizar Sua obra. A obra realizada pelo Espírito é implícita, insondável, e é deveras assustadora e inacessível ao homem; o Espírito não é adequado para fazer diretamente a obra da salvação e não é adequado para fornecer vida diretamente ao homem. O mais adequado para o homem é transformar a obra do Espírito em uma abordagem que seja mais próxima do homem, ou seja, o que mais se adequa ao homem é Deus Se tornar uma pessoa normal, comum, para fazer a Sua obra. Isso requer que Deus seja encarnado para substituir o Espírito em Sua obra, e, para o homem, não há um modo mais adequado para Deus operar. Entre esses três estágios da obra, dois são realizados pela carne, e esses dois estágios são as fases centrais da obra de gerenciamento. As duas encarnações são mutuamente complementares e complementam uma à outra perfeitamente. O primeiro estágio da encarnação de Deus lançou o fundamento para o segundo estágio, e pode-se dizer que as duas encarnações de Deus formam um todo e não são incompatíveis uma com a outra. Esses dois estágios da obra de Deus são realizados por Deus em Sua identidade encarnada, porque são muito importantes para todo o gerenciamento da obra. Quase se poderia dizer que, sem a obra das duas encarnações de Deus, toda a obra de gerenciamento teria estagnado e a obra de salvação da humanidade não seria nada mais do que conversa vazia. Se essa obra é ou não importante, isso se baseia nas necessidades da humanidade, a realidade da depravação dessa humanidade, a severidade da desobediência de Satanás e sua perturbação da obra. A pessoa certa que está apta para essa tarefa é baseada na natureza da obra desempenhada pelo trabalhador e na importância da obra. Quando se trata da importância dessa obra, em termos de qual método de obra adotar — obra realizada diretamente pelo Espírito de Deus, ou a obra realizada pelo Deus encarnado, ou ainda a obra realizada pelo homem — a primeira a ser eliminada é a obra realizada pelo homem, e, com base na natureza da obra e a natureza da obra do Espírito contra a da carne, é finalmente decidido que a obra realizada pela carne é mais benéfica para o homem do que a obra realizada diretamente pelo Espírito, e que ela oferece mais vantagens. Esse era o pensamento de Deus quando decidiu se a obra seria realizada pelo Espírito ou pela carne. Há uma importância e um fundamento para cada estágio da obra. Não são imaginações infundadas, tampouco são executadas de maneira arbitrária; há certa sabedoria nelas. Tal é a verdade por trás de toda a obra de Deus. De modo particular, há ainda muito mais dos planos de Deus em uma obra tão grandiosa quanto a obra do Deus encarnado operando pessoalmente no meio dos homens. Portanto, a sabedoria de Deus e a totalidade do Seu ser são refletidas em cada uma de Suas ações, pensamentos e ideias na obra Dele; esse é o ser de Deus que é mais concreto e sistemático. Esses pensamentos e ideias sutis são difíceis para o homem imaginar, também difíceis para o homem acreditar e, mais ainda, difíceis para o homem conhecer. A obra realizada pelo homem é feita de acordo com princípios gerais, o que, para o homem, é altamente satisfatório. Entretanto, se comparada com a obra de Deus, é simplesmente grande demais a disparidade; embora os feitos de Deus sejam grandes e a obra de Deus seja de uma escala magnífica, atrás deles há muitos planos e arranjos minuciosos e precisos que são inimagináveis para o homem. Cada etapa de Sua obra não é apenas executada de acordo com princípios, mas cada estágio contém também muitas coisas que não podem ser articuladas pela linguagem humana, e essas são coisas invisíveis para o homem. Não importa se é a obra do Espírito ou a obra do Deus encarnado, cada uma contém os planos de Sua obra. Ele não opera de maneira infundada e não faz uma obra insignificante. Quando o Espírito opera diretamente, é com Suas metas, e quando Ele Se torna homem (ou seja, quando Ele transforma Sua casca exterior) para operar, é ainda mais com Seu propósito. Por que razão Ele prontamente mudaria Sua identidade? Por que razão Ele prontamente Se tornaria uma pessoa considerada humilde e perseguida?

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 123

Sua obra na carne é de fundamental importância, o que é dito com respeito à obra, e Aquele que finalmente conclui a obra é o Deus encarnado, e não o Espírito. Alguns acreditam que Deus pode, daqui a algum tempo, vir à terra e aparecer ao homem, quando julgará pessoalmente toda a humanidade, testando-os, um por um, sem omitir ninguém. Aqueles que assim pensam não conhecem esse estágio da obra da encarnação. Deus não julga o homem um por um, e não o testa um por um; fazer isso não seria a obra do julgamento. A corrupção de toda a humanidade não é a mesma? A substância de toda a humanidade não é a mesma? O que é julgado é a substância corrupta da humanidade, a substância do homem corrompida por Satanás e todos os pecados do homem. Deus não julga as faltas sem valor e insignificantes do homem. A obra de julgamento é representativa e não é realizada de forma especial para certa pessoa. Ao contrário, é a obra na qual um grupo de pessoas é julgado com o intuito de representar o julgamento de toda a humanidade. Ao executar pessoalmente Sua obra em um grupo de pessoas, Deus na carne usa Sua obra para representar a obra de toda a humanidade, e depois disso ela é gradualmente espalhada. A obra do julgamento é também assim. Deus não julga certo tipo de pessoa ou certo grupo, mas julga os ímpios de toda a humanidade — a oposição do homem a Deus, por exemplo, ou a irreverência do homem contra Ele, ou a perturbação do homem contra a obra de Deus, e assim por diante. O que é julgado é a substância de oposição da humanidade a Deus, e essa obra é a obra de conquista dos últimos dias. A obra e a palavra do Deus encarnado testemunhado pelo homem são a obra do julgamento diante do grande trono branco durante os últimos dias, que foi concebido pelo homem em tempos passados. A obra que atualmente está sendo realizada pelo Deus encarnado é exatamente o julgamento diante do grande trono branco. O Deus encarnado de hoje é o Deus que julga toda a humanidade durante os últimos dias. Essa carne e Sua obra, Sua palavra e todo o Seu caráter são Sua totalidade. Embora o escopo de Sua obra seja limitado e não envolva diretamente todo o universo, a essência da obra de julgamento é o julgamento direto de toda a humanidade — não apenas para o bem do povo escolhido da China nem para o bem de um pequeno grupo de pessoas. Durante a obra de Deus na carne, embora o escopo dessa obra não envolva todo o universo, ela representa a obra de todo o universo, e depois que concluir a obra dentro do escopo da obra de Sua carne, Ele expandirá imediatamente essa obra ao universo inteiro, da mesma forma que o Evangelho de Jesus se expande por todo o universo seguindo Sua ressurreição e ascensão. Tanto se for obra do Espírito ou obra da carne, é obra que é realizada dentro de um escopo limitado, mas que representa a obra do universo inteiro. Durante os últimos dias, Deus executa Sua obra aparecendo em Sua identidade encarnada, e Deus na carne é o Deus que julga o homem diante do grande trono branco. Tanto se for o Espírito ou a carne, quem faz a obra de julgamento é o Deus que julga a humanidade durante os últimos dias. Isso é definido com base em Sua obra, e não de acordo com Sua aparência externa ou vários outros fatores. Embora o homem tenha noções sobre essas palavras, ninguém pode negar o fato do julgamento do Deus encarnado e a conquista de toda a humanidade. Tanto faz o que o homem pensa disso; fatos são, afinal, fatos. Ninguém pode dizer que “a obra é realizada por Deus, mas a carne não é Deus”. Isso é absurdo, porque essa obra não pode ser realizada por ninguém exceto Deus na carne. Como essa obra já foi concluída, após essa obra, a obra do juízo de Deus sobre o homem não aparecerá uma segunda vez; Deus em Sua segunda encarnação já concluiu toda a obra do gerenciamento inteiro, e não haverá um quarto estágio da obra de Deus. Porque quem é julgado é o homem, o homem que é da carne e foi corrompido, e não é o espírito de Satanás que é julgado diretamente, a obra do juízo não é concluída, portanto, no mundo espiritual, mas entre os homens.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 124

Ninguém está mais adequado e qualificado do que Deus na carne para a obra de julgar a corrupção da carne humana. Se o julgamento fosse realizado diretamente pelo Espírito de Deus, então não seria tão abrangente. Além do mais, tal obra seria difícil para o homem aceitar, pois o Espírito é incapaz de vir face a face com o homem, e, por causa disso, os resultados não seriam imediatos, muito menos seria o homem capaz de contemplar o caráter inofendível de Deus mais claramente. Satanás só pode ser plenamente derrotado se Deus na carne julgar a corrupção da humanidade. Sendo igual ao homem possuído de humanidade normal, o Deus na carne pode diretamente julgar a injustiça do homem; essa é a marca de Sua santidade inata e Sua extraordinariedade. Somente Deus é qualificado e tem condição para julgar o homem, pois possui toda a verdade e a justiça e, por isso, é capaz de julgar o homem. Aqueles que não possuem a verdade e a justiça não servem para julgar os outros. Se essa obra fosse realizada pelo Espírito de Deus, então não seria uma vitória sobre Satanás. O Espírito é inerentemente mais exaltado do que os seres mortais, o Espírito de Deus é inerentemente santo e triunfante sobre a carne. Se o Espírito fizesse essa obra diretamente, Ele não seria capaz de julgar toda a desobediência do homem e não poderia revelar toda a iniquidade da humanidade. Pois a obra do julgamento é também realizada através das noções do homem sobre Deus, e o homem nunca teve noção alguma sobre o Espírito, assim sendo, o Espírito é incapaz de melhor revelar a iniquidade do homem, muito menos de mostrar completamente sua iniquidade. O Deus encarnado é o inimigo de todos aqueles que não O conhecem. Ao julgar as noções e oposições do homem contra Deus, Ele revela toda a desobediência da humanidade. Os resultados de Sua obra na carne são mais aparentes do que aqueles da obra do Espírito. E assim, o julgamento de toda a humanidade não é realizado diretamente pelo Espírito, mas é a obra do Deus encarnado. Deus na carne pode ser visto e tocado pelo homem, e Deus na carne pode completamente conquistar o homem. Em sua relação com Deus na carne, o homem progride da oposição para a obediência, da perseguição para a aceitação, da noção para o conhecimento e da rejeição para o amor. Esses são os efeitos da obra do Deus encarnado. O homem só é salvo por meio da aceitação do Seu julgamento, somente vindo a conhecê-Lo, gradualmente, por meio das palavras de Sua boca, é conquistado por Ele durante sua oposição a Deus e recebe Dele o suprimento da vida durante a aceitação de Seu castigo. Toda essa obra é a obra de Deus na carne, e não a obra de Deus em Sua identidade como Espírito. A obra realizada pelo Deus encarnado é a maior e a mais profunda das obras, e a parte crucial dos três estágios da obra de Deus são os dois estágios da obra de encarnação. A profunda corrupção do homem é um grande obstáculo da obra do Deus encarnado. De maneira particular, a obra realizada nas pessoas dos últimos dias é tremendamente difícil, o ambiente é hostil e o calibre de cada tipo de pessoa é muito pobre. Entretanto, ao final dessa obra, ela ainda alcançará o resultado apropriado, sem quaisquer falhas; esse é o resultado da obra na carne, e ele é mais persuasivo do que a obra do Espírito. Os três estágios da obra de Deus serão concluídos na carne e devem ser concluídos pelo Deus encarnado. A obra mais importante e crucial é realizada na carne, e a salvação do homem deve ser pessoalmente realizada pelo Deus na carne. Embora toda a humanidade sinta que o Deus na carne parece não estar relacionado com o homem, de fato essa carne refere-se ao destino e à existência de toda a humanidade.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 125

Cada estágio da obra de Deus é implementado para o bem de toda a humanidade e é direcionado a toda a humanidade. Embora seja Sua obra na carne, mesmo assim é direcionada a toda a humanidade; Ele é o Deus de toda a humanidade, é o Deus de todos os seres criados e não criados. Embora Sua obra na carne esteja dentro de um escopo limitado e o objeto dessa obra seja também limitado, cada vez que Se torna carne para realizar Sua obra Ele escolhe um objeto de Sua obra que seja extremamente representativo; Ele não seleciona um grupo de pessoas simples e insignificantes no qual operar, mas, em vez disso, escolhe, como objeto de Sua obra, pessoas capazes de serem os representantes de Sua obra na carne. Esse grupo de pessoas é escolhido porque o escopo de Sua obra na carne é limitado, é preparado especialmente para Sua encarnação e é escolhido especialmente para Sua obra na carne. A seleção de Deus dos objetos de Sua obra não é sem base, mas feita de acordo com princípios. O objeto da obra deve ser para o benefício da obra de Deus na carne e deve ser capaz de representar toda a humanidade. Por exemplo, os judeus foram capazes de representar toda a humanidade ao aceitar a redenção pessoal de Jesus, e os chineses são capazes de representar toda a humanidade ao aceitar a conquista pessoal do Deus encarnado. Há uma base para a representação dos judeus de toda a humanidade, e há também uma base para a representação do povo chinês de toda a humanidade ao aceitar a conquista pessoal de Deus. Nada revela a importância da redenção mais do que a obra da redenção realizada no meio dos judeus, e nada revela mais a meticulosidade e o sucesso da obra da conquista do que a obra de conquista ser feita entre o povo chinês. A obra e a palavra do Deus encarnado parecem ser destinadas a um pequeno grupo de pessoas, mas, na verdade, Sua obra nesse pequeno grupo é a obra de todo o universo, e Sua palavra é dirigida a toda a humanidade. Depois que Sua obra na carne terminar, aqueles que O seguem começarão a expandir a obra que foi realizada no meio deles. A melhor coisa a respeito de Sua obra na carne é que Ele pode deixar palavras e exortações precisas, e Sua vontade específica para a humanidade àqueles que O seguem, de modo que, posteriormente, Seus seguidores possam transmitir de maneira mais precisa e concreta toda a Sua obra na carne e Sua vontade para toda a humanidade àqueles que aceitarem esse caminho. Somente a obra do Deus na carne em meio aos homens verdadeiramente cumpre o fato de Deus estar junto e viver junto com o homem. Somente essa obra preenche o desejo do homem de contemplar o rosto de Deus, testemunhar a obra de Deus e ouvir a palavra pessoal de Deus. O Deus encarnado encerra a era em que somente as costas de Jeová apareciam à humanidade, e também conclui a era da crença da humanidade no Deus vago. De modo particular, a obra do último Deus encarnado traz toda a humanidade para dentro de uma era que é mais realista, mais prática e mais bela. Ele não somente conclui a era da lei e da doutrina, mas, mais importante, Ele revela à humanidade um Deus que é verdadeiro e normal, que é justo e santo, que destrava a obra do plano de gerenciamento, e que demonstra os mistérios e o destino da humanidade, que criou a humanidade e encerra a obra do gerenciamento, e que permanece escondido há milhares de anos. Ele encerra de vez uma era de incertezas, Ele conclui a era na qual toda a humanidade desejava ver a face de Deus, mas era incapaz disso, Ele encerra a era na qual toda a humanidade servia a Satanás, e conduz toda a humanidade diretamente para uma era completamente nova. Tudo isso é o resultado da obra de Deus na carne em vez do Espírito de Deus. Quando Deus opera em Sua carne, aqueles que O seguem não mais buscam e tateiam à procura daquelas coisas que parecem tanto existir como não existir, e deixam de adivinhar a vontade do Deus vago. Quando Deus expandir Sua obra na carne, aqueles que O seguem transmitirão a obra que Ele fez na carne para todas as religiões e denominações, e elas comunicarão todas as Suas palavras aos ouvidos de toda a humanidade. Tudo que foi ouvido por aqueles que recebem Seu evangelho serão os fatos de Sua obra, serão coisas vistas e ouvidas pelo homem pessoalmente, serão fatos, e não boatos. Esses fatos são as evidências com as quais Ele expande a obra e são também as ferramentas que Ele usa para expandi-la. Sem a existência de fatos, Seu evangelho não seria expandido por todos os países e lugares; sem os fatos, mas somente com a imaginação humana, Ele nunca seria capaz de realizar a obra de conquistar todo o universo. O Espírito é intangível e invisível ao homem, e a obra do Espírito é incapaz de deixar qualquer maior evidência ou fatos da obra de Deus ao homem. O homem nunca contemplará a verdadeira face de Deus e sempre acreditará em um Deus vago que não existe. O homem nunca contemplará a face de Deus, nem ouvirá palavras ditas por Deus pessoalmente. As imaginações do homem são, afinal, vazias e não podem substituir a verdadeira face de Deus; o caráter inerente de Deus e a obra do Próprio Deus não podem ser imitados pelo homem. O Deus invisível no céu e Sua obra só podem ser trazidos à terra pelo Deus encarnado, que pessoalmente realiza Sua obra no meio dos homens. Esse é o modo mais ideal para Deus aparecer para o homem, no qual o homem vê a Deus e chega ao conhecimento da verdadeira face de Deus, e não pode ser alcançado por um Deus não encarnado. Tendo Deus executado Sua obra até este estágio, Sua obra já alcançou o efeito ótimo e foi um completo sucesso. A obra pessoal de Deus na carne já completou noventa por cento da obra de todo o Seu gerenciamento. Essa carne forneceu um melhor começo para toda a Sua obra, um resumo para toda a Sua obra, promulgou toda a Sua obra e fez o último reabastecimento completo para toda essa obra. A partir daí, não haverá outro Deus encarnado para fazer o quarto estágio da obra de Deus, e jamais haverá qualquer obra maravilhosa de uma terceira encarnação de Deus.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 126

Cada estágio da obra de Deus na carne representa Sua obra de toda a era, e não representa certo período, como o faz o trabalho do homem. E assim o fim da obra de Sua última encarnação não significa que Sua obra chegou ao fim completamente, pois Sua obra na carne representa a era toda, e não representa apenas o período no qual Ele realiza Sua obra na carne. É somente que Ele conclui Sua obra de toda uma era durante o tempo em que está na carne, após o qual ela se expande por todos os lugares. Depois que o Deus encarnado cumprir Seu ministério, Ele confiará Sua obra futura àqueles que O seguem. Desse modo, Sua obra de toda uma era continuará intacta. A obra de toda a era da encarnação só será considerada completa assim que estiver espalhada por todo o universo. A obra do Deus encarnado inicia uma nova era, e aqueles que continuam a Sua obra são aqueles que são usados por Ele. A obra realizada pelo homem é toda dentro do ministério de Deus na carne, e é incapaz de seguir além desse escopo. Se Deus encarnado não viesse realizar Sua obra, o homem não seria capaz de dar fim à era antiga, tampouco de introduzir uma nova era. A obra realizada pelo homem está meramente dentro do alcance de seu dever, que é humanamente possível de realizar, e não representa a obra de Deus. Somente o Deus encarnado pode vir e completar a obra que deveria fazer, e, fora Ele, ninguém pode fazer essa obra em Seu lugar. É claro que falo em relação à obra de encarnação. Esse Deus encarnado realiza primeiro um passo da obra que não está em conformidade com as noções humanas, e depois disso faz mais obras que não estão em conformidade com as noções do homem. O objetivo dessa obra é a conquista do homem. Por um lado, a encarnação de Deus não se conforma com as noções do homem; além disso, Ele faz mais obra que não se conforma com as noções do homem, e então o homem desenvolve opiniões ainda mais críticas sobre Ele. Ele faz apenas a obra da conquista em meio aos homens que têm miríades de noções a respeito Dele. Independentemente de como eles O tratam, uma vez que Ele tenha cumprido Seu ministério, todos os homens terão se tornado sujeitos ao Seu domínio. O fato dessa obra não é apenas refletido entre o povo chinês, mas também representa como toda a humanidade será conquistada. Os resultados alcançados nessas pessoas são um precursor dos resultados que serão alcançados em toda a humanidade, e os resultados da obra que Ele faz no futuro excederão, cada vez mais, até os resultados nessas pessoas. A obra de Deus na carne não envolve grande fanfarra, tampouco é coberta de obscuridade. Ela é verdadeira e atual, é a obra na qual um mais um é igual a dois. Ela não está oculta nem engana ninguém. O que as pessoas veem são coisas reais e genuínas, o que o homem ganha é uma verdade e um conhecimento reais. Quando a obra terminar, o homem terá novo conhecimento Dele, e aqueles que verdadeiramente buscam não mais terão quaisquer noções Dele. Isso não é apenas o resultado de Sua obra sobre o povo chinês, mas também representa o resultado de Sua obra na conquista de toda a humanidade, pois nada é mais benéfico à obra de conquista de toda a humanidade do que essa carne, a obra dessa carne bem como tudo dessa carne. Elas são benéficas à Sua obra hoje e também à Sua obra no futuro. Essa carne conquistará e ganhará toda a humanidade. Não há obra melhor por meio da qual a humanidade inteira contemplará, obedecerá e conhecerá a Deus. O trabalho realizado pelo homem apenas representa um escopo limitado, e quando Deus realiza Sua obra Ele não fala a certa pessoa, mas fala a toda a humanidade e a todos os que aceitam Suas palavras. O fim que Ele proclama é o fim de todos os homens, não apenas o fim de certa pessoa. Ele não dá tratamento especial a ninguém, tampouco vitimiza alguém, e opera e fala para toda a humanidade. Esse Deus encarnado, portanto, já classificou toda a humanidade de acordo com a espécie, já julgou toda a humanidade, já arranjou um destino adequado para toda a humanidade. Embora Deus só faça Sua obra na China, na verdade Ele já resolveu a obra de todo o universo. Ele não pode esperar até que Sua obra seja expandida por toda a humanidade antes de fazer Suas declarações e arranjos passo a passo. Não seria muito tarde para isso? Agora Ele é plenamente capaz de completar a obra futura antecipadamente. Porque Quem está operando é Deus na carne, Ele está fazendo uma obra sem limite dentro de um escopo limitado, e depois Ele fará o homem exercer a função que lhe foi incumbida — esse é o princípio de Sua obra. Ele só pode viver com o homem por um tempo e não pode acompanhá-lo até que a obra de toda a era seja concluída. É por ser Deus que Ele prevê Sua obra futura com antecedência. Depois disso, Ele classificará a humanidade inteira de acordo com a espécie por meio de Suas palavras, e a humanidade entrará em Sua obra passo a passo de acordo com Suas palavras. Ninguém escapará, e todos devem praticar de acordo com isso. Assim, a era futura será conduzida por Suas palavras, e não pelo Espírito.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 127

A carne do homem foi corrompida por Satanás, mais profundamente cegada e seriamente ferida. A razão mais fundamental pela qual Deus opera pessoalmente na carne é porque o objeto de Sua salvação é o homem, que é da carne, e porque Satanás também usa a carne do homem para atrapalhar a obra de Deus. A luta contra Satanás é na verdade a obra da conquista do homem, ao mesmo tempo que o homem é também o objeto da salvação de Deus. Dessa maneira, a obra do Deus encarnado é fundamental. Satanás corrompeu a carne do homem, o homem tornou-se a personificação de Satanás, e tornou-se o objeto a ser derrotado por Deus. Assim, a obra de lutar contra Satanás e salvar a humanidade ocorre na terra, e Deus deve tornar-Se humano para poder lutar contra Satanás. Essa é uma obra da maior praticidade. Quando está operando na carne, Deus está realmente lutando contra Satanás na carne. Quando opera na carne, Ele está fazendo Sua obra no reino espiritual, e torna toda a Sua obra no reino espiritual real na terra. Quem é conquistado é o homem, que é desobediente a Ele, e aquele que é derrotado é a corporificação de Satanás (claro, ele também é o homem), que é o inimigo Dele, e aquele que é finalmente salvo também é o homem. Assim sendo, é ainda mais necessário para Ele tornar-Se um homem que tem uma casca de criatura para que seja capaz de ter uma luta real contra Satanás, conquistando o homem, que é desobediente a Ele e possuidor da mesma casca exterior que Ele, e salvar o homem, que é da mesma casca exterior que Ele e que foi ferido por Satanás. Seu inimigo é o homem, o objeto de Sua conquista é o homem, e o objeto de Sua salvação é o homem que foi criado por Ele. Ele deve tornar-Se homem, e, desse modo, Sua obra torna-se mais fácil. Ele é capaz de derrotar Satanás e conquistar a humanidade, e, mais ainda, é capaz de salvar a humanidade. Embora essa carne seja verdadeira e normal, Ele não é carne comum: não é carne que é só humana, mas carne que é ao mesmo tempo humana e divina. Essa é a Sua diferença para com o homem, e é a marca da identidade de Deus. Somente uma carne como essa pode realizar a obra que Ele pretende realizar, cumprir o ministério de Deus na carne e completar plenamente Sua obra no meio dos homens. Se não fosse assim, Sua obra entre os homens seria sempre vazia e falha. Mesmo que Deus possa lutar contra o espírito de Satanás e emergir vitorioso, a velha natureza corrompida do homem nunca pode ser resolvida, e aqueles que são desobedientes a Ele e se opõem a Ele nunca podem verdadeiramente sujeitar-se ao Seu domínio, quer dizer, Ele nunca pode conquistar a humanidade e ganhar a humanidade inteira. Se Sua obra na terra não puder ser resolvida, então Sua gestão nunca chegará a um fim e a humanidade inteira não será capaz de entrar no descanso. Se Deus não puder entrar no descanso com todas as Suas criaturas, então nunca haverá um resultado para tal obra de gestão, e a glória de Deus consequentemente desaparecerá. Embora Sua carne não tenha autoridade, a obra que Ele faz terá alcançado seu resultado. Essa é a direção inevitável de Sua obra. Mesmo se Sua carne possuir ou não autoridade, contanto que Ele seja capaz de fazer a obra do Próprio Deus, então Ele é o Próprio Deus. Não importa quão normal e comum é essa carne, Ele pode realizar a obra que deve realizar, pois essa carne é Deus, e não apenas um homem. O motivo pelo qual essa carne é capaz de fazer a obra que o homem não pode fazer é porque Sua essência interior é diferente da de qualquer homem, e a razão pela qual Ele pode salvar o homem é porque Sua identidade é diferente da de qualquer homem. Essa carne é tão importante à humanidade porque Ele é homem e, mais ainda, é Deus, porque Ele pode fazer a obra que nenhum homem comum na carne pode fazer e porque pode salvar o homem corrupto que vive com Ele na terra. Embora Ele seja idêntico ao homem, o Deus encarnado é mais importante para a humanidade do que qualquer pessoa de valor, pois Ele pode fazer a obra que não pode ser realizada pelo Espírito de Deus, é mais capaz do que o Espírito de Deus de dar testemunho do Próprio Deus, e é mais capaz do que o Espírito de Deus de ganhar plenamente a humanidade. Como resultado, embora essa carne seja normal e comum, Sua contribuição para a humanidade e Sua importância para a existência da humanidade O tornam altamente precioso, e o real valor e a importância dessa carne são imensuráveis para qualquer homem. Ainda que essa carne não possa destruir diretamente Satanás, Ele pode usar Sua obra para conquistar a humanidade e derrotar Satanás e fazê-lo se submeter plenamente ao Seu domínio. É pelo fato de Deus ser encarnado que Ele pode derrotar Satanás e é capaz de salvar a humanidade. Ele não destrói Satanás diretamente, mas torna-Se carne para fazer a obra de conquistar a humanidade, que foi corrompida por Satanás. Desse modo, Ele é mais capaz de dar testemunho de Si mesmo entre as criaturas e mais apto para salvar o homem corrompido. A derrota de Satanás pelo Deus encarnado dá maior testemunho e é mais persuasiva do que a destruição direta de Satanás pelo Espírito de Deus. Deus na carne é mais capaz de ajudar o homem a conhecer seu Criador e mais capaz de dar testemunho de Si Mesmo entre as criaturas.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 128

Deus veio à terra para fazer Sua obra em meio aos homens, para revelar-Se pessoalmente ao homem e permitir ao homem contemplá-Lo; isso é algo pequeno? Realmente não é nada simples! Não é como o homem imagina: que Deus veio para que o homem pudesse olhá-Lo, para que o homem pudesse compreender que Deus é real, e não vago ou vazio, e que Deus é elevado, mas também humilde. Poderia ser tão simples assim? É justamente porque Satanás corrompeu a carne do homem, e o homem é aquele que Deus pretende salvar, que Deus deve assumir a carne para lutar contra Satanás e pastorear o homem pessoalmente. Somente isso é benéfico para Sua obra. As duas encarnações de Deus existiram para derrotar Satanás e também para melhor salvar o homem. Isso acontece porque quem batalha contra Satanás só pode ser Deus, quer seja o Espírito de Deus ou o Deus encarnado. Para resumir, quem batalha contra Satanás não pode ser os anjos nem, muito menos, o homem, que foi corrompido por Satanás. Os anjos não têm o poder para travar essa batalha, e o homem é ainda mais impotente. Portanto, se Deus deseja operar na vida do homem, se Ele deseja vir pessoalmente à terra para salvar o homem, então precisa pessoalmente Se tornar carne — isto é, Ele precisa pessoalmente assumir a carne e, com Sua identidade inerente e com a obra que Ele deve realizar, vir entre os homens e salvá-los pessoalmente. Caso contrário, se fosse o Espírito de Deus ou o homem que realizasse essa obra, então nada jamais resultaria desta batalha, e ela nunca teria fim. Apenas quando Deus Se faz carne para ir pessoalmente à guerra contra Satanás em meio ao homem é que o homem tem chance de salvação. Além disso, só assim Satanás é humilhado e deixado sem oportunidades para explorar e sem planos para executar. A obra realizada pelo Deus encarnado é inalcançável para o Espírito de Deus e seria ainda mais impossível de ser realizada por qualquer homem carnal em nome de Deus, pois a obra que Ele realiza é voltada à vida humana e a transformar o caráter corrupto do homem. Se fosse participar dessa batalha, o homem simplesmente acabaria fugindo numa desordem lastimável, sendo incapaz de transformar seu caráter corrupto. Ele seria incapaz de salvar o homem da cruz ou de conquistar toda a humanidade rebelde; só seria capaz de realizar um pouco de obra antiga que não vai além dos princípios ou então uma obra não relacionada à derrota de Satanás. Portanto, por que se incomodar? Qual é o significado da obra que não é capaz de ganhar a humanidade, muito menos de derrotar Satanás? Assim, a batalha contra Satanás só pode ser travada pelo próprio Deus, e seria simplesmente impossível ao homem realiza-la. O dever do homem é obedecer e seguir, pois ele é incapaz de trabalhar de forma semelhante à criação dos céus e da terra e, muito mais, de executar a obra de batalhar contra Satanás. O homem só consegue satisfazer o Criador sob a liderança do próprio Deus, por meio da qual Satanás é derrotado; esta é a única coisa que o homem é capaz de fazer. Desse modo, sempre que uma nova batalha se inicia, quer dizer, toda vez que a obra da nova era começa, esta obra é pessoalmente realizada pelo próprio Deus, por meio da qual Ele lidera toda a era e abre um novo caminho para toda a humanidade. O amanhecer de cada nova era é um novo começo na luta contra Satanás, por meio da qual o homem entra em um reino mais novo e mais belo e em uma nova era conduzida pessoalmente pelo próprio Deus. O homem é o senhor de todas as coisas, mas aqueles que foram ganhos serão os frutos de todas as batalhas contra Satanás. Satanás é o corruptor de todas as coisas, ele é o derrotado ao final de todas as batalhas e também é aquele que será punido após estas batalhas. Entre Deus, o homem e Satanás, apenas Satanás é quem será detestado e rejeitado. Aqueles que foram ganhos por Satanás, mas não são retomados por Deus, no entanto, se tornam os que receberão a punição em nome de Satanás. Dos três, apenas Deus deve ser adorado por todas as coisas. Aqueles que foram corrompidos por Satanás, mas que são retomados por Deus e seguem o caminho de Deus, entretanto, se tornam os que receberão as promessas de Deus e julgarão os malignos para Deus. Deus decerto será vitorioso, e Satanás certamente será derrotado, mas, em meio aos homens, haverá aqueles que vencerão e aqueles que perderão. Aqueles que vencerem farão parte dos vencedores e aqueles que perderem farão parte dos perdedores; esta é a classificação de cada um de acordo com o tipo, é a conclusão final de toda a obra de Deus. Este também é o objetivo de toda a Sua obra, e isso jamais irá mudar. O cerne da obra principal do plano de gerenciamento de Deus está focado na salvação do homem, e Deus Se torna carne principalmente pelo bem deste cerne, pelo bem desta obra e para derrotar Satanás. A primeira vez que Deus Se tornou carne também foi para derrotar Satanás: Ele Se tornou carne pessoalmente e foi pessoalmente pregado à cruz para completar a obra da primeira batalha, que foi a obra da redenção da humanidade. Do mesmo modo, esta etapa da obra também é realizada pessoalmente por Deus, que Se tornou carne para realizar Sua obra em meio aos homens, para falar pessoalmente Sua palavra e permitir que o homem O veja. É claro que é inevitável que Ele também faça alguma outra obra ao longo do caminho, mas o principal motivo de Ele realizar a obra pessoalmente é derrotar Satanás, conquistar toda a humanidade e ganhar essas pessoas. Assim, a obra de encarnação de Deus realmente não é simples. Se o propósito Dele fosse apenas mostrar ao homem que Deus é humilde e oculto, e que Deus é real, ou se fosse apenas em prol de realizar essa obra, então não haveria necessidade de tornar-Se carne. Ainda que Deus não tivesse Se tornado carne, Ele poderia revelar Sua humildade e ocultação, Sua grandeza e santidade, diretamente ao homem, mas tais coisas nada têm a ver com a obra de gerenciar a humanidade. Elas são incapazes de salvar o homem ou de fazê-lo completo, tampouco de derrotar Satanás. Se a derrota de Satanás envolvesse apenas o Espírito lutando contra um espírito, então tal obra teria um valor ainda menos prático, seria incapaz de ganhar o homem e arruinaria sua sina e suas expectativas. Portanto, a obra atual de Deus tem profundo significado. Trata-se não só de permitir que o homem O veja, de permitir que os olhos do homem sejam abertos ou de dar a ele um pouco de emoção e encorajamento; uma obra assim não teria significado. Se você só consegue falar acerca desse tipo de conhecimento, isso prova que você não conhece o verdadeiro significado da encarnação de Deus.

Extraído de ‘Restaurar a vida normal do homem e levá-lo a um destino maravilhoso’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 129

Cada estágio da obra feita por Deus tem seu próprio significado prático. No passado, quando Jesus veio, Ele era homem, mas quando Deus vem desta vez, Ele é mulher. A partir disso, você pode ver que Deus criou tanto o homem quanto a mulher para o bem da Sua obra e, para Ele, não há distinção de gênero. Quando o Seu Espírito vem, Ele pode assumir qualquer tipo de carne que quiser, e tal carne pode representá-Lo; seja homem ou mulher, ela pode representar a Deus, contanto que seja a Sua carne em pessoa. Se Jesus tivesse aparecido como mulher quando Ele veio, em outras palavras, se uma menina, não um menino, tivesse sido concebida pelo Espírito Santo, aquele estágio da obra teria sido completado da mesma maneira. Se isso tivesse sido o caso, então o estágio atual da obra teria que ser completado por um homem em vez disso, porém, a obra teria sido completada da mesma maneira. A obra feita em ambos os estágios é igualmente significativa; nenhum estágio da obra é repetido nem conflita com o outro. Naquela época, Jesus, ao fazer a Sua obra, foi chamado de Filho unigênito, e “Filho” implica o gênero masculino. Por que o Filho unigênito não é mencionado neste estágio atual? Porque os requisitos da obra necessitaram uma alteração em gênero diferente do de Jesus. Para Deus, não há distinção de gênero. Ele faz a Sua obra como Ele deseja e, ao fazer a Sua obra, Ele não está sujeito a quaisquer restrições, mas é especialmente livre. Entretanto, cada estágio da obra tem seu próprio significado prático. Deus Se tornou carne duas vezes, e é evidente que a Sua encarnação durante os últimos dias é a última vez. Ele veio para tornar conhecidos todos os Seus feitos. Se, neste estágio, Ele não tivesse Se tornado carne para, de modo pessoal, fazer a obra para o homem testemunhar, o homem se agarraria para sempre à noção de que Deus é somente homem, não mulher. Antes disso, toda a humanidade cria que Deus podia ser somente homem e que uma mulher não poderia ser chamada de Deus, pois toda a humanidade considerava os homens como tendo autoridade sobre as mulheres. Eles criam que nenhuma mulher poderia assumir autoridade, somente o homem. E mais, eles até diziam que o homem era a cabeça da mulher e que a mulher devia obedecer ao homem, não podendo ultrapassá-lo. Em tempos passados, quando se dizia que o homem era a cabeça da mulher, isso se referia a Adão e Eva, que tinham sido enganados pela serpente — não ao homem e à mulher como tinham sido criados por Jeová no início. Evidentemente, a mulher deve obedecer e amar seu marido, e o marido deve aprender a alimentar e sustentar a sua família. Essas são as leis e os decretos estabelecidos por Jeová aos quais a humanidade deve obedecer durante sua vida na terra. Jeová disse à mulher: “E o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”. Ele falou assim somente para que a humanidade (isto é, tanto o homem como a mulher) pudessem viver vidas normais sob o domínio de Jeová e para que a vida da humanidade pudesse ter uma estrutura e não saísse da ordem certa. Portanto, Jeová fez regras apropriadas para como o homem e a mulher deveriam agir, embora isso tenha sido somente em relação a todos os seres criados que vivem na terra e não tivesse nenhuma relação com a carne de Deus em pessoa. Como Deus poderia ser igual aos Seus seres criados? Suas palavras se dirigiam somente à humanidade da Sua criação; foi para que a humanidade vivesse vidas normais que Ele estabeleceu regras para o homem e a mulher. No princípio, quando Jeová criou a humanidade, Ele fez dois tipos de seres humanos: homem e mulher; e, assim, existe a divisão entre homem e mulher em Suas carnes em pessoa. Ele não decidiu Sua obra com base nas palavras que Ele falou a Adão e Eva. As duas vezes em que Ele Se tornou carne foram determinadas inteiramente de acordo com o Seu raciocínio no momento em que Ele criou a humanidade pela primeira vez; isto é, Ele completou a obra das Suas duas encarnações com base no homem e na mulher, antes de serem corrompidos. Se a humanidade tomasse as palavras faladas por Jeová a Adão e Eva, que tinham sido enganados pela serpente, e as aplicassem à obra da encarnação de Deus, Jesus também não teria que amar a Sua esposa como deveria? Desse modo, Deus continuaria sendo Deus? E se assim fosse, Ele ainda seria capaz de completar a Sua obra? Se fosse errado para a carne de Deus em pessoa ser mulher, então não teria também sido um erro da maior magnitude Deus ter criado a mulher? Se as pessoas ainda acreditam que seria errado Deus encarnar como mulher, então não estaria Jesus, que não Se casou e, portanto, foi incapaz de amar a Sua esposa, tão errado quanto a encarnação presente? Uma vez que você usa as palavras faladas por Jeová a Eva para medir a verdade da encarnação de Deus no dia atual, então você deveria utilizar as palavras de Jeová a Adão para julgar o Senhor Jesus, que Se tornou carne na Era da Graça. Esses não são o mesmo? Uma vez que você toma a medida do Senhor Jesus de acordo com o homem que não tinha sido enganado pela serpente, então, você não pode julgar a verdade da encarnação de hoje de acordo com a mulher que foi enganada pela serpente. Isso seria injusto! Medir Deus dessa maneira prova que você carece de racionalidade. Quando Jeová Se tornou carne duas vezes, o gênero da Sua carne foi relacionado ao homem e à mulher que não tinham sido enganados pela serpente; foi de acordo com o homem e a mulher que não tinham sido enganados pela serpente que Ele Se tornou carne duas vezes. Não pense que a masculinidade de Jesus foi a mesma de Adão, que foi enganado pela serpente. As duas não apresentam nenhuma relação, eles são homens de duas naturezas diferentes. Com certeza, não pode ser que a masculinidade de Jesus prove que Ele é somente a cabeça de todas as mulheres, mas não de todos os homens? Ele não é o Rei de todos os judeus (incluindo os homens e as mulheres)? Ele é o Próprio Deus, não somente a cabeça das mulheres, mas a cabeça dos homens também. Ele é o Senhor de todas as criaturas e cabeça de todas as criaturas. Como você poderia determinar que a masculinidade de Jesus fosse o símbolo da cabeça das mulheres? Não seria uma blasfêmia? Jesus é um homem que não foi corrompido. Ele é Deus; Ele é Cristo; Ele é o Senhor. Como Ele poderia ser um homem como Adão, que foi corrompido? Jesus é a carne vestida pelo mais santo Espírito de Deus. Como você poderia dizer que Ele é um Deus que possui a masculinidade de Adão? Nesse caso, toda a obra de Deus não estaria errada? Teria Jeová sido capaz de incorporar dentro de Jesus a masculinidade de Adão, que foi enganado pela serpente? A encarnação do tempo atual não é outro exemplo da obra de Deus encarnado, que é diferente de Jesus em gênero, mas semelhante a Ele em natureza? Você ainda ousa dizer que Deus encarnado não poderia ser mulher porque a mulher foi a primeira a ser enganada pela serpente? Você ainda ousa dizer que, visto que a mulher é a mais impura e a fonte da corrupção da humanidade, é impossível que Deus Se tornasse carne como uma mulher? Você ousa persistir em dizer que “a mulher sempre obedecerá ao homem e nunca poderá manifestar ou diretamente representar a Deus”? Você não entendeu no passado, mas agora você pode continuar a blasfemar a obra de Deus, especialmente a carne de Deus em pessoa? Se isso não está claro para você, é melhor tomar cuidado com a sua língua para que a sua tolice e ignorância não sejam reveladas e a sua feiura não seja exposta. Não pense que você entende tudo. Eu digo a você que tudo o que você tem visto e experimentado é insuficiente para que você entenda até mesmo uma milésima parte do Meu plano de gerenciamento. Por que, então, você age com tanta soberba? Esse pouquinho de talento e pouquinho de conhecimento que você tem são insuficientes para que Jesus os utilize até mesmo num único segundo da Sua obra! Quanta experiência você realmente possui? O que você tem visto e tudo o que você tem ouvido na sua vida e o que você tem imaginado são menos do que a obra que Eu faço em um único momento! Seria melhor você não procurar defeito e encontrar falha. Você pode ser tão arrogante quanto quiser, mas você nada mais é do que uma criatura que nem chega a ser igual a uma formiga! Tudo o que você tem na sua barriga é menos do que está na barriga de uma formiga! Não pense que, só porque você ganhou alguma experiência e senioridade, isso lhe dá o direito de gesticular desenfreadamente e se gabar. A sua experiência e a sua senioridade não são produtos das palavras que Eu tenho professado? Você crê que foram em troca de sua própria labuta e esforço? Hoje, você vê que Eu Me tornei carne, e só por causa disso, existe em você um excesso de conceitos e não há fim às noções a partir deles. Se não fosse pela Minha encarnação, mesmo se possuísse talentos extraordinários, você não teria tantos conceitos; e não é deles que surgem as suas noções? Se Jesus não tivesse Se tornado carne naquela primeira vez, você saberia da encarnação? Não é porque a primeira encarnação deu a você conhecimento que você tem o descaramento de tentar julgar a segunda encarnação? Por que, em vez de ser um seguidor obediente, você a está sujeitando a estudo? Quando você tiver entrado nessa corrente e vier para diante do Deus encarnado, Ele permitirá que você O pesquise? Você pode pesquisar a história da sua própria família, mas se você tentar pesquisar a “história da família” de Deus, o Deus de hoje permitiria que você conduzisse tal estudo? Você não está cego? Você não traz desprezo sobre si mesmo?

Extraído de ‘As duas encarnações completam o significado da encarnação’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 130

Jesus e Eu viemos de um Espírito. Embora não tenhamos relação nas Nossas carnes, os Nossos Espíritos são um; mesmo que o conteúdo daquilo que fazemos e a obra que assumimos não sejam os mesmos, Nós somos iguais em essência; as Nossas carnes tomam formas diferentes, mas isso é devido à mudança na era e nos diferentes requisitos da Nossa obra; os Nossos ministérios não são semelhantes, por isso, a obra que Nós produzimos e os caracteres que Nós revelamos ao homem também são diferentes. É por isso que o que o homem vê e entende neste dia é diferente do passado, o que se dá por causa da mudança na era. Por tudo isso, Eles são diferentes no gênero e na forma das carnes Deles, e Eles não nasceram da mesma família, ainda menos no mesmo período de tempo, os Espíritos Deles são, mesmo assim, um. Embora as carnes Deles não compartilhem nem sangue nem parentesco físico de tipo algum, não pode ser negado que Eles são as carnes de Deus em pessoa em dois períodos de tempo diferentes. Que Eles são as carnes de Deus em pessoa é uma verdade irrefutável, embora não sejam da mesma linhagem e não compartilhem de uma língua humana comum (uma era um homem que falava a língua dos judeus; e a outra, uma mulher que fala somente chinês). É por essas razões que Eles viveram em diferentes países para fazerem a obra que convinha a cada um fazer e também em períodos diferentes de tempo. A despeito do fato de que Eles são o mesmo Espírito, que possuem a mesma essência, não há semelhanças absolutas, de modo algum, entre as cascas externas das carnes Deles. Tudo o que eles compartilham é a mesma humanidade, mas no que se refere à aparência externa das carnes Deles e às circunstâncias do nascimento Deles, Eles não são semelhantes. Essas coisas não têm impacto sobre a respectiva obra Deles nem sobre o conhecimento que o homem tem Deles, pois, em última análise, Eles são o mesmo Espírito, e ninguém pode separá-Los. Embora não sejam relacionados por sangue, todo o ser Deles está encarregado do Espírito Deles, que Lhes aloca diferentes obras em diferentes períodos de tempo; e à carne Deles, diferentes linhagens. O Espírito de Jeová não é o pai do Espírito de Jesus, e o Espírito de Jesus não é o filho do Espírito de Jeová: Eles são um e o mesmo Espírito. Semelhantemente, o Deus encarnado de hoje e Jesus não estão relacionados por sangue, mas Eles são um; isso se dá porque Seus Espíritos são um. Deus pode fazer a obra de misericórdia e de amabilidade, assim como a de julgamento justo e a de castigo do homem e a de invocar maldições sobre o homem; e, no final, Ele pode fazer a obra de destruir o mundo e de punir o ímpio. Ele não faz tudo isso Ele Mesmo? Essa não é a onipotência de Deus?

Extraído de ‘As duas encarnações completam o significado da encarnação’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 131

Deus, sendo o maior em todo o universo e no reino acima, poderia Ele Se explicar completamente utilizando a imagem de uma carne? Deus Se veste com essa carne para fazer um estágio de Sua obra. Não há um significado especial nessa imagem da carne, ela não tem relação com a passagem das eras, nem tem algo a ver com o caráter de Deus. Por que Jesus não permitiu que a imagem Dele permanecesse? Por que Ele não deixou o homem pintar Sua imagem para que ela pudesse ser passada às gerações posteriores? Por que Ele não permitiu que as pessoas reconhecessem que Sua imagem era a imagem de Deus? Embora a imagem do homem tenha sido criada à imagem de Deus, teria sido possível a aparência do homem representar a imagem exaltada de Deus? Quando Deus Se torna carne, Ele simplesmente desce do céu para uma determinada carne. É o Seu Espírito que desce em uma carne, através da qual Ele faz a obra do Espírito. É o Espírito que é expresso na carne, e é o Espírito que faz Sua obra na carne. A obra feita na carne representa plenamente o Espírito, e a carne é para o bem da obra, mas isso não significa que a imagem da carne seja um substituto da verdadeira imagem do Próprio Deus; esse não é o propósito ou a importância de Deus Se tornar carne. Ele Se torna carne somente para que o Espírito possa encontrar um lugar para residir que seja adequado para Sua obra, para melhor realizar Sua obra na carne, para que as pessoas possam ver Seus feitos, entender Seu caráter, ouvir Suas palavras e conhecer a maravilha de Sua obra. Seu nome representa Seu caráter, Sua obra representa Sua identidade, mas Ele nunca disse que Sua aparência na carne representa Sua imagem; isso é meramente uma noção do homem. E assim, os aspectos cruciais da encarnação de Deus são Seu nome, Sua obra, Seu caráter e Seu gênero. Estes são utilizados para representar Sua gestão nesta era. Sua aparência na carne não tem relação com Sua gestão, sendo meramente por causa de Sua obra na época. No entanto, é impossível Deus encarnado não ter nenhuma aparência em particular, assim Ele escolhe a família apropriada para determinar Sua aparência. Se a aparência de Deus tivesse importância representativa, todos aqueles que possuem características faciais semelhantes a Ele também representariam a Deus. Esse não seria um erro notório? O retrato de Jesus foi pintado pelo homem para que o homem pudesse adorá-Lo. Na época, o Espírito Santo não deu instruções especiais, e assim o homem repassou aquele retrato imaginado até hoje. Na verdade, de acordo com a intenção original de Deus, o homem não deveria ter feito isso. É apenas o zelo do homem que fez com que o retrato de Jesus permanecesse até hoje. Deus é Espírito, e o homem nunca será capaz de abranger o que Sua imagem é em última análise. Sua imagem só pode ser representada por Seu caráter. Quanto ao aspecto do Seu nariz, de Sua boca, de Seus olhos e de Seus cabelos, esses estão além da sua capacidade de cobrir. Quando a revelação veio a João, ele viu a imagem do Filho do homem: De Sua boca saía uma afiada espada de dois gumes, Seus olhos eram como chamas de fogo, Sua cabeça e cabelo eram brancos como lã, Seus pés eram como bronze polido, e havia uma faixa dourada ao redor de Seu peito. Embora suas palavras fossem extremamente vívidas, a imagem de Deus que ele descreveu não era a imagem de um ser criado. O que ele viu foi apenas uma visão, e não a imagem de uma pessoa do mundo material. João havia tido uma visão, mas não havia testemunhado a verdadeira aparência de Deus. A imagem da carne encarnada de Deus, sendo a imagem de um ser criado, é incapaz de representar o caráter de Deus em sua totalidade. Quando Jeová criou a humanidade, Ele disse que Ele fez isso à Sua imagem e criou homens e mulheres. Naquela época, Ele disse que Ele fez homem e mulher à imagem de Deus. Embora a imagem do homem se assemelhe à imagem de Deus, isso não pode ser interpretado como a aparência do homem ser a imagem de Deus. Nem pode você utilizar a linguagem da humanidade para sintetizar totalmente a imagem de Deus, pois Deus é tão exaltado, tão grande, tão maravilhoso e insondável!

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 132

Desta vez, Deus vem para operar não em um corpo espiritual, mas em um corpo muito comum. Além disso, não somente é o corpo da segunda encarnação de Deus, como também é o corpo por meio do qual Deus retorna à carne. É uma carne muito comum. Você não consegue ver nada que O faça Se destacar dos outros, mas pode ganhar Dele verdades jamais ouvidas. Esta carne insignificante é o que incorpora todas as palavras da verdade que vem de Deus, que assume a obra de Deus nos últimos dias e expressa todo o caráter de Deus para que o homem entenda. Você não deseja imensamente ver o Deus no céu? Não deseja imensamente entender o Deus no céu? Não deseja imensamente ver o destino da humanidade? Ele lhe contará todos esses segredos — segredos que nenhum homem tem sido capaz de lhe contar, e Ele lhe contará também as verdades que você não entende. Ele é a sua porta para o reino e seu guia para a nova era. Uma carne tão comum comporta muitos mistérios insondáveis. Seus feitos podem ser inescrutáveis para você, mas todo o objetivo da obra que Ele faz é suficientemente bastante para permitir que você veja que Ele não é, como as pessoas creem, uma simples carne. Pois Ele representa a vontade de Deus e o cuidado demonstrado por Deus para com a humanidade nos últimos dias. Embora você não possa ouvir Suas palavras que parecem abalar céus e terra nem ver os Seus olhos como chamas flamejantes e embora não consiga sentir a disciplina de Sua vara de ferro, mesmo assim, você pode ouvir de Suas palavras que Deus está irado e saber que Deus está demonstrando compaixão pela humanidade; você pode ver o caráter justo de Deus e Sua sabedoria e, mais ainda, perceber como Deus é solícito para com toda a humanidade. A obra de Deus nos últimos dias é para permitir que o homem veja o Deus no céu vivendo entre os homens na terra e capacitar o homem para que conheça, obedeça, reverencie e ame a Deus. É por isso que Ele voltou à carne pela segunda vez. Embora o que o homem veja hoje seja um Deus que é igual a um homem, um Deus com um nariz e dois olhos e um Deus pouco notável, no final, Deus mostrará a vocês que, se este homem não existisse, o céu e a terra sofreriam uma tremenda mudança; se este homem não existisse, os céus se escureceriam, a terra afundaria no caos e a humanidade toda viveria em meio a fome e pragas. Ele mostrará a vocês que, se Deus encarnado não viesse para salvá-los nos últimos dias, então, Deus teria, há muito tempo, destruído toda humanidade no inferno; se esta carne não existisse, vocês seriam arquipecadores para sempre e seriam sempre cadáveres. Vocês deveriam saber que, se esta carne não existisse, toda a humanidade enfrentaria uma inelutável calamidade e acharia impossível escapar da ainda mais severa punição que Deus infligirá à humanidade nos últimos dias. Se esta carne comum não tivesse nascido, vocês todos estariam em um estado em que implorariam pela vida sem ser capazes de viver e orariam pedindo a morte sem poder morrer; se essa carne não existisse, vocês não seriam capazes de ganhar a verdade e se colocar diante do trono de Deus hoje. Em vez disso, seriam punidos por Deus devido a seus pecados atrozes. Vocês sabiam que, se não fosse pela volta de Deus à carne, ninguém teria uma chance de salvação? Que, se não fosse pela vinda desta carne, Deus teria há muito tempo dado fim à era antiga? Assim sendo, vocês ainda conseguem rejeitar a segunda encarnação de Deus? Já que vocês podem tirar tantos benefícios deste homem comum, então por que não O aceitariam de bom grado?

Extraído de ‘Você sabia? Deus fez uma grande coisa entre os homens’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 133

A obra de Deus é algo que você não pode compreender. Se você não consegue nem captar plenamente se sua escolha é correta nem saber se a obra de Deus pode prosperar, por que então não tentar a sorte e ver se este homem comum pode ser de grande ajuda para você e se Deus tem feito, de fato, uma grande obra? No entanto, tenho de dizer-lhe que, na época de Noé, os homens comiam e bebiam, se casavam e se davam em casamento a tal ponto que isso se tornou insuportável para Deus testemunhar, então Ele fez descer um grande dilúvio para destruir a humanidade, poupando somente as oito pessoas da família de Noé e todos os tipos de pássaros e animais. Nos últimos dias, porém, serão poupados por Deus todos aqueles que forem leais a Ele até o fim. Embora ambas as eras tenham sido épocas de grande corrupção insuportável para Deus testemunhar e embora a humanidade em ambas as eras se tornasse tão corrupta a ponto de negar que Deus era seu Senhor, Deus só destruiu o povo na época de Noé. A humanidade nas duas eras causou grande tristeza a Deus, mas Ele se manteve paciente com os homens dos últimos dias até agora. Por quê? Vocês nunca se perguntaram por quê? Se vocês verdadeiramente não sabem, então deixem-Me dizer-lhes. A razão por que Deus consegue conceder graça aos homens nos últimos dias não é por serem menos corruptos do que as pessoas na época de Noé, nem por terem mostrado arrependimento a Deus e, menos ainda, porque a tecnologia nos últimos dias seja tão avançada que Deus não tenha a determinação para destruir os homens. Antes, é porque Deus tem uma obra a realizar em um grupo de pessoas nos últimos dias e porque Deus deseja fazer esta obra Ele Mesmo, em Sua encarnação. Além disso, Ele deseja escolher uma parte desse grupo para que se torne objetos de Sua salvação e o fruto de Seu plano de gerenciamento e levar essas pessoas para a próxima era. Portanto, não importa o que aconteça, esse preço pago por Deus foi inteiramente em preparação para a obra que Sua carne encarnada fará nos últimos dias. O fato de vocês terem chegado ao dia de hoje é graças a essa carne. É porque Deus vive na carne que vocês têm a chance de sobreviver. Todas essas bem-aventuranças foram ganhas por conta deste homem comum. Não apenas isso, mas, no fim, todas as nações adorarão este homem comum, bem como darão graças e obedecerão a este homem insignificante, porque é a verdade, a vida e o caminho que Ele trouxe que salvou toda a humanidade, atenuou o conflito entre o homem e Deus, encurtou a distância entre eles e abriu uma conexão entre os pensamentos de Deus e o homem. Também é Ele quem obteve glória ainda maior para Deus. Um homem comum como este não é digno de sua confiança e adoração? Uma carne assim comum não está apta a ser chamada de Cristo? Um homem comum assim não pode se tornar a expressão de Deus entre os homens? Tal homem, que poupou a humanidade de sofrer desastre, não merece seu amor e seu desejo de se apegar a Ele? Se vocês rejeitarem as verdades expressadas pela Sua boca e detestarem a Sua existência no meio de vocês, então o que será de vocês no fim?

Toda a obra de Deus nos últimos dias é feita por meio deste homem comum. Ele concederá tudo a você e, mais ainda, Ele poderá decidir tudo a seu respeito. Pode tal homem ser como vocês acreditam que Ele seja: um homem tão simples que não seja digno de menção? Sua verdade não é suficiente para convencê-los completamente? O testemunho de Seus feitos não é suficiente para convencê-los completamente? Ou a senda pela qual Ele os conduz não é digna de que vocês andem nela? No final das contas, o que é que faz com que vocês O abominem, O rejeitem e se mantenham distantes Dele? É este homem quem expressa a verdade, é este homem quem provê a verdade e é este homem quem lhes oferece uma senda a seguir. Será que vocês ainda não conseguem encontrar os traços da obra de Deus nessas verdades? Sem a obra de Jesus, a humanidade jamais poderia ter descido da cruz, mas, sem a encarnação de hoje, aqueles que descem da cruz jamais poderiam ganhar a aprovação de Deus ou entrar na nova era. Sem a vinda deste homem comum, vocês jamais teriam a oportunidade de ver o verdadeiro semblante de Deus nem seriam qualificados para tanto, pois todos vocês são objetos que deveriam ter sido destruídos há muito tempo. Por causa da vinda da segunda encarnação de Deus, Deus lhes perdoou e mostrou misericórdia para com vocês. De qualquer maneira, as palavras que devo deixar para vocês no final ainda são estas: este homem comum, que é Deus encarnado, é de vital importância para vocês. Essa é a coisa mais grandiosa que Deus já fez entre os homens.

Extraído de ‘Você sabia? Deus fez uma grande coisa entre os homens’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 134

O que você deveria saber sobre o Deus prático? O Espírito, a Pessoa e a Palavra constituem o Próprio Deus prático, e esse é o verdadeiro significado do Próprio Deus prático. Se você conhece apenas a Pessoa — se conhece Seus hábitos e Sua personalidade —, mas não conhece a obra do Espírito nem o que o Espírito faz na carne, e se só presta atenção no Espírito e na Palavra e apenas ora ante o Espírito, mas não conhece a obra do Espírito de Deus no Deus prático, então isso ainda assim prova que você não conhece o Deus prático. O conhecimento do Deus prático inclui conhecer e experimentar Suas palavras e compreender as regras e os princípios da obra do Espírito Santo, e como o Espírito de Deus opera na carne. Também inclui saber que toda ação de Deus na carne é dirigida pelo Espírito e que as palavras que Ele fala são a expressão direta do Espírito. Assim, para conhecer o Deus prático, é fundamental saber como Deus opera em humanidade e em divindade; isso, por sua vez, diz respeito às expressões do Espírito com as quais todo mundo se envolve.

Quais são os aspectos das expressões do Espírito? Às vezes, Deus opera em humanidade e outras vezes em divindade — mas, em ambos os casos, o Espírito está no comando. Seja qual for o espírito dentro das pessoas, assim será a expressão exterior delas. O Espírito opera normalmente, mas há duas partes para Sua direção pelo Espírito: uma parte é Sua obra em humanidade e a outra é Sua obra em divindade. Você deveria saber isso com clareza. A obra do Espírito varia de acordo com as circunstâncias: quando Sua obra humana é exigida, o Espírito dirige essa obra humana, e quando Sua obra divina é exigida, a divindade aparece diretamente para realizá-la. Porque Deus opera na carne e aparece na carne, Ele opera tanto em humanidade quanto em divindade. A Sua obra em humanidade é dirigida pelo Espírito e feita de modo a satisfazer as necessidades carnais das pessoas, facilitar seu envolvimento com Ele, permitir que elas contemplem a realidade e a normalidade de Deus e permitir que elas vejam que o Espírito de Deus veio na carne e está entre os homens, vive junto com os homens e Se engaja com os homens. A Sua obra em divindade é feita de modo a prover a vida das pessoas e guiá-las em tudo no lado positivo, modificando seu caráter e permitindo-lhes contemplar verdadeiramente a manifestação do Espírito na carne. Em sua maior parte, o crescimento na vida do homem é alcançado diretamente por meio da obra e das palavras de Deus em divindade. Apenas se as pessoas aceitarem a obra de Deus em divindade, elas poderão alcançar as mudanças em seu caráter, só então elas poderão ser saciadas no espírito; só se, acrescentada a isso, houver a obra em humanidade — o pastoreio, o apoio e a provisão de Deus em humanidade — os resultados da obra de Deus podem ser alcançados plenamente. O Próprio Deus prático a respeito do qual hoje se fala opera tanto em humanidade quanto em divindade. Por meio da aparição do Deus prático, Sua obra e Sua vida humanas normais e Sua obra completamente divina são alcançados. Sua humanidade e divindade combinam-se como uma e a obra de ambas é realizada mediante palavras; quer em humanidade, quer em divindade, Ele profere palavras. Quando Deus opera em humanidade, Ele fala a língua da humanidade de modo que as pessoas possam se envolver e compreender. Suas palavras são ditas com simplicidade e são fáceis de entender, de tal modo que podem ser transmitidas a todas as pessoas; independentemente de elas possuírem conhecimento ou serem pouco educadas, todas podem receber as palavras de Deus. A obra de Deus em divindade também é realizada por meio das palavras, mas é plena de provisão, plena de vida, não é contaminada por ideias humanas, não envolve preferências humanas e é sem limites humanos, está fora das fronteiras de qualquer humanidade normal; ela também é realizada na carne, mas é a expressão direta do Espírito. Se as pessoas aceitarem somente a obra de Deus em humanidade, então elas se confinarão a um certo escopo e, assim, precisarão de tratamento, poda e disciplina perenes, para que haja uma ligeira mudança nelas. Sem a obra ou a presença do Espírito Santo, contudo, elas sempre recorrerão aos seus velhos caminhos; somente por meio da obra de divindade é possível retificar essas mazelas e deficiências, só então as pessoas podem ser feitas completas. Em lugar de tratamento e poda constantes, o que é necessário é provisão positiva, usar palavras para compensar toda imperfeição, usar palavras para revelar todo estado das pessoas, usar palavras para dirigir suas vidas, todas as suas declarações, todas as suas ações, para expor suas intenções e motivações; essa é a verdadeira obra do Deus prático. Sendo assim, em sua atitude para com o Deus prático, você deveria submeter-se imediatamente ante Sua humanidade, reconhecendo-O e admitindo-O e, além do mais, deveria também aceitar a obra e as palavras divinas e obedecer a elas. A aparição de Deus na carne significa que a totalidade da obra e das palavras do Espírito de Deus é feita por intermédio de Sua humanidade normal e por meio de Sua carne encarnada. Em outras palavras, o Espírito de Deus ao mesmo tempo dirige Sua obra humana e realiza a obra de divindade na carne, e no Deus encarnado você pode ver tanto a obra de Deus em humanidade quanto Sua obra completamente divina. Esse é o significado real da aparição do Deus prático na carne. Se puder ver isso claramente, você conseguirá conectar todas as diversas partes de Deus e deixará de atribuir valor em demasia à Sua obra em divindade e de ser tão indiferente à Sua obra em humanidade, e também não irá a extremos nem tomará quaisquer desvios. No geral, o significado do Deus prático é que a obra de Sua humanidade e de Sua divindade, como dirigida pelo Espírito, se expressa através de Sua carne, para que as pessoas possam ver que Ele é vívido e realístico, real e verdadeiro.

A obra do Espírito de Deus em humanidade tem fases de transição. Ao tornar a humanidade perfeita, Ele capacita Sua humanidade a receber a orientação do Espírito, após o que Sua humanidade é capaz de prover e pastorear as igrejas. Essa é uma expressão da obra normal de Deus. Assim, se você puder ver claramente os princípios da obra de Deus em humanidade, então será improvável que venha a ter noções sobre a obra de Deus em humanidade. Independentemente de qualquer outra coisa, o Espírito de Deus não pode estar errado. Ele é correto e isento de erro; Ele não faria nada de forma incorreta. A obra divina é a expressão direta da vontade de Deus sem interferência da humanidade. Ela não é submetida a aperfeiçoamento, mas vem diretamente do Espírito. No entanto, o fato de Ele poder operar em divindade resulta de Sua humanidade normal; não é sobrenatural de modo algum e parece ser realizada por uma pessoa normal; Deus veio do céu à terra principalmente para expressar as palavras de Deus mediante a carne, para concluir a obra do Espírito de Deus usando a carne.

Extraído de ‘Você deveria saber que o Deus prático é o Próprio Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 135

Hoje, o conhecimento das pessoas sobre o Deus prático continua a ser muito unilateral e a compreensão que elas têm do significado da encarnação ainda é parca demais. Com a carne de Deus, as pessoas veem por meio de Sua obra e de Suas palavras que o Espírito de Deus inclui muita coisa, que Ele é muito rico. Porém, independentemente, o testemunho de Deus vem, finalmente, do Espírito de Deus: o que Deus faz na carne, os princípios pelos quais Ele opera, o que Ele faz em humanidade e o que faz em divindade. As pessoas devem ter conhecimento disso. Hoje, você é capaz de adorar essa pessoa, embora na verdade esteja adorando o Espírito. Isso é o mínimo que se deveria alcançar quanto ao conhecimento das pessoas sobre o Deus encarnado: conhecer a substância do Espírito por meio da carne, conhecer a obra divina do Espírito na carne e a obra humana na carne, aceitar todas as palavras e declarações do Espírito na carne e ver como o Espírito de Deus dirige a carne e demonstra Seu poder na carne. Ou seja, o homem conhece o Espírito no céu por intermédio da carne; a aparição do Próprio Deus prático entre os homens dissipou o Deus vago nas noções das pessoas; a adoração das pessoas ao Próprio Deus prático aumentou sua obediência a Deus; e, por meio da obra divina do Espírito de Deus na carne e de Sua obra humana na carne, o homem recebe revelação e é pastoreado, e ocorrem mudanças em seu caráter de vida. É esse o significado real do advento do Espírito na carne, cujo principal objetivo é que as pessoas possam se envolver com Deus, contar com Deus e atingir o conhecimento de Deus.

Qual é a atitude que as pessoas deveriam ter, em geral, com relação ao Deus prático? O que você sabe da encarnação, da aparição da Palavra na carne, da aparição de Deus na carne, dos feitos do Deus prático? Quais são hoje os principais tópicos de discussão. A encarnação, o advento da Palavra na carne e a aparição de Deus na carne — são questões que devem ser todas entendidas. Com base em sua estatura e na era, ao longo de suas experiências de vida, vocês devem chegar paulatinamente a compreender essas questões e a ter um conhecimento claro delas. O processo pelo qual as pessoas experimentam as palavras de Deus é o mesmo pelo qual elas ficam cientes da aparição das palavras de Deus na carne. Quanto mais as pessoas experimentam as palavras de Deus, mais elas conhecem o Espírito de Deus; ao experimentar as palavras de Deus, as pessoas entendem os princípios da obra do Espírito e passam a conhecer o Próprio Deus prático. Com efeito, quando Deus aperfeiçoa as pessoas e as ganha, Ele está fazendo com que elas conheçam os feitos do Deus prático; Ele está usando a obra do Deus prático para mostrar às pessoas o significado real da encarnação e para lhes mostrar que o Espírito de Deus realmente apareceu perante o homem. Quando as pessoas são ganhas por Deus e aperfeiçoadas por Ele, as expressões do Deus prático as conquistaram, as palavras do Deus prático as modificaram e lhes deram Sua vida interiormente, preenchendo-as com o que Ele é (quer seja o que Ele é em Sua humanidade ou em Sua divindade), preenchendo-as com a substância de Suas palavras e fazendo as pessoas viverem Suas palavras. Quando Deus ganha as pessoas, Ele o faz principalmente usando as palavras e declarações do Deus prático como forma de lidar com as deficiências delas e para julgar e revelar seu caráter rebelde, fazendo com que ganhem o que precisam e mostrando-lhes que Deus veio entre os homens. O mais importante de tudo é que a obra feita pelo Deus prático está salvando todas as pessoas da influência de Satanás, tirando-as do território da imundície e dissipando seu caráter corrupto. O significado mais profundo de ser ganho pelo Deus prático é viver a humanidade normal tendo o Deus prático como exemplo e modelo, ser capaz de praticar de acordo com as palavras e exigências do Deus prático sem o mínimo desvio ou afastamento, praticando não importa em que caminho Ele disser e sendo capaz de conseguir o que Ele pedir. Assim, você terá sido ganho por Deus. Quando você é ganho por Deus, você não só possui a obra do Espírito Santo; principalmente, você é capaz de viver as exigências do Deus prático. Meramente ter a obra do Espírito Santo não significa que você tem vida. O ponto crucial é você ser capaz de agir conforme o que o Deus prático exige de você, o que está relacionado a você ser ou não capaz de ser ganho por Deus. Essas coisas são o significado maior da obra do Deus prático na carne. Ou seja, Deus ganha um grupo de pessoas aparecendo de forma real e concreta em carne e sendo vívido e realístico, sendo visto pelas pessoas, fazendo realmente a obra do Espírito na carne e servindo como exemplo para pessoas na carne. O advento de Deus na carne visa em primeiro lugar permitir que as pessoas vejam os reais feitos de Deus, materializar o Espírito informe na carne e permitir que as pessoas O vejam e toquem. Assim, aqueles que são feitos completos por Ele O viverão, serão ganhos por Ele e serão segundo Seu coração. Se Deus só falasse no céu e não viesse realmente à terra, as pessoas continuariam incapazes de conhecê-Lo, conseguiriam apenas pregar Seus feitos valendo-se de teoria vazia e não teriam as palavras de Deus como realidade. Deus veio à terra principalmente para agir como exemplo e modelo para aqueles a quem ganhará; somente assim as pessoas podem de fato conhecer Deus, tocar Deus, e ver Deus, e só então elas podem ser verdadeiramente ganhas por Ele.

Extraído de ‘Você deveria saber que o Deus prático é o Próprio Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 136

A obra de Deus encarnado inclui duas partes. Quando Ele Se tornou carne pela primeira vez, as pessoas não acreditaram Nele e nem O conheceram e pregaram Jesus na cruz. Então, quando se tornou carne pela segunda vez, as pessoas também não acreditaram, muito menos O conheceram e, mais uma vez, pregaram Cristo na cruz. O homem não é inimigo de Deus? Se o homem não O conhece, como pode ser íntimo de Deus? E como pode ser qualificado para dar testemunho de Deus? As alegações de que ele ama a Deus, serve a Deus e glorifica a Deus não são todas mentiras enganosas? Se você dedica sua vida a essas coisas pouco realistas e impraticáveis, você não está trabalhando em vão? Como você pode ser íntimo de Deus quando nem mesmo sabe quem é Deus? Essa busca não é vaga e abstrata? Não é enganosa? Como alguém pode ser íntimo de Deus? Qual é o significado prático de ser íntimo de Deus? Você pode ser íntimo do Espírito de Deus? Você consegue ver o quão grande e exaltado é o Espírito? Ser íntimo de um Deus invisível e intangível — isso não é vago e abstrato? Qual é o significado prático dessa busca? Não é tudo mentira enganosa? O que você busca é tornar-se íntimo de Deus, no entanto, você é o cachorrinho de colo de Satanás, pois você não conhece Deus e busca o inexistente “Deus de todas as coisas”, que é invisível, intangível e produto de suas próprias noções. Vagamente falando, tal “Deus” é Satanás, e praticamente falando, é você mesmo. Você procura ser íntimo de si mesmo, mas ainda diz que busca tornar-se íntimo de Deus — isso não é blasfêmia? Qual é o valor dessa busca? Se o Espírito de Deus não Se tornar carne, a substância de Deus é meramente um espírito de vida invisível e intangível, sem forma e amorfo, do tipo não material, inacessível e incompreensível para o homem. Como o homem poderia ser íntimo de um Espírito incorpóreo, maravilhoso e insondável como esse? Isso não é uma piada? Tal raciocínio absurdo é inválido e impraticável. O homem criado é de um tipo inerentemente diferente do Espírito de Deus, como, então, os dois poderiam ser íntimos? Se o Espírito de Deus não se realizasse na carne, se Deus não Se tornasse carne e Se humilhasse tornando-Se um ser criado, o homem criado seria desqualificado e incapaz de ser íntimo Dele, e fora aqueles crentes piedosos que podem ter a possibilidade de ser íntimos de Deus depois que suas almas entrarem no céu, a maioria das pessoas não conseguiria se tornar íntima do Espírito de Deus. E se as pessoas desejam tornar-se íntimas de Deus no céu sob a orientação de Deus encarnado, não são elas não humanos incrivelmente tolos? As pessoas buscam apenas “fidelidade” a um Deus invisível e não prestam a mínima atenção ao Deus que pode ser visto, pois é tão fácil buscar um Deus invisível, A pessoa que busca podem fazê-lo como lhes interessar, mas a busca do Deus visível não é tão fácil assim. A pessoa que busca um Deus vago é absolutamente incapaz de ganhar Deus, pois as coisas vagas e abstratas são todas imaginadas pelo homem e incapazes de ser ganhas por ele. Se o Deus que veio entre vocês fosse um Deus elevado e exaltado, inacessível para vocês, como vocês poderiam entender Sua vontade? E como poderiam conhecê-Lo e entendê-Lo? Se Ele apenas realizasse a Sua obra e não tivesse contato normal com o homem, ou não possuísse humanidade normal e fosse inacessível aos meros mortais, mesmo que Ele tenha operado muito para vocês e vocês não tivessem contato com Ele e não conseguissem vê-Lo, como vocês poderiam conhecê-Lo? Se não fosse por essa carne possuída de humanidade normal, o homem não teria como conhecer Deus; é somente por causa da encarnação de Deus que o homem está qualificado para ser íntimo desse Deus na carne. As pessoas se tornam íntimas de Deus porque entram em contato com Ele, porque vivem junto com Ele e Lhe fazem companhia e assim vêm a conhecê-Lo gradualmente. Se não fosse assim, a busca do homem não seria em vão? Ou seja, não é completamente devido à obra de Deus que o homem pode ser íntimo de Deus, mas por causa da realidade e da normalidade de Deus encarnado. É somente porque Deus Se torna carne que as pessoas têm a chance de cumprir seu dever e de adorar o verdadeiro Deus. Essa não é a verdade mais realista e prática? Agora, você ainda deseja ser íntimo de Deus no céu? Somente quando Deus Se humilha até certo ponto, isto é, somente quando Deus Se torna carne, o homem pode ser íntimo e confidente Dele. Deus é do Espírito: como as pessoas são qualificadas para serem íntimas desse Espírito, que é tão exaltado e insondável? Somente quando o Espírito de Deus desce na carne e Se torna uma criatura com a mesma forma exterior que o homem, as pessoas podem entender Sua vontade e, de fato, ser ganhas por Ele. Ele fala e opera na carne, compartilha as alegrias, tristezas e tribulações da humanidade, vive no mesmo mundo que a humanidade, protege a humanidade e a orienta, e, por meio disso, Ele a purifica e lhe permite ganhar a Sua salvação e Sua bênção. Tendo ganhado essas coisas, as pessoas realmente entendem a vontade de Deus, e só então elas podem ser íntimas de Deus. Somente isso é prático. Se Deus fosse invisível e intangível para as pessoas, como elas poderiam ser íntimas Dele? Isso não é doutrina vazia?

Extraído de ‘Somente aqueles que conhecem Deus e Sua obra podem satisfazer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 137

Quando vem à terra, Deus só faz a Sua obra dentro da divindade, que é o que o Espírito celestial confiou ao Deus encarnado. Quando vem, Ele apenas fala através da terra, para dar voz às Suas declarações por meios diferentes e de perspectivas diferentes. Ele adota principalmente suprir o homem e instruir o homem como Seus objetivos e princípio de operar e não Se preocupa com coisas como relacionamentos interpessoais ou detalhes da vida das pessoas. Seu ministério principal é falar pelo Espírito. Isto é, quando aparece de modo tangível na carne, o Espírito de Deus só provê para a vida do homem e libera a verdade. Ele não Se envolve no trabalho do homem, o que significa que Ele não compartilha do trabalho da humanidade. Os humanos não podem fazer a obra divina e Deus não compartilha da obra humana. Em todos os anos desde que veio para esta terra realizar Sua obra, Deus sempre a fez por meio de pessoas. Essas pessoas, porém, não podem ser consideradas Deus encarnado — apenas aquelas que são usadas por Deus. O Deus de hoje, entretanto, pode falar diretamente da perspectiva da divindade, enviando a voz do Espírito e operando em nome do Espírito. Todas aquelas que Deus tem usado ao longo das eras são, igualmente, exemplos do Espírito de Deus operando dentro de um corpo carnal — por que, então, não podem ser chamadas de Deus? Mas o Deus de hoje é também o Espírito de Deus operando diretamente na carne e Jesus também foi o Espírito de Deus operando na carne; Eles dois são chamados de Deus. Qual, então, é a diferença? As pessoas que Deus tem usado ao longo das eras todas foram capazes de pensamento e raciocínio normais. Todas elas entenderam os princípios da conduta humana. Tiveram ideias humanas normais e apossaram-se de todas as coisas que as pessoas normais deveriam possuir. A maioria teve um talento excepcional e uma inteligência inata. Ao operar nessas pessoas, o Espírito de Deus aproveita seus talentos, que são seus dons dados por Deus. O Espírito de Deus põe os talentos delas em jogo, usando suas qualidades no serviço de Deus. Mas a substância de Deus é sem ideias ou pensamento, não adulterada por intenções humanas, e até carece do que os humanos normais possuem. O que significa que Ele nem está familiarizado com os princípios da conduta humana. É assim que é quando o Deus de hoje vem à terra. Sua obra e Suas palavras não são adulteradas por intenções humanas ou pelo pensamento humano, mas são uma manifestação direta das intenções do Espírito, e Ele opera diretamente em nome de Deus. Isso significa que o Espírito fala diretamente, isto é, a divindade faz a obra diretamente, sem misturar nem um pouco das intenções humanas. Em outras palavras, o Deus encarnado incorpora a divindade diretamente, está sem ideias ou pensamento humanos e não tem entendimento dos princípios da conduta humana. Se apenas a divindade estivesse operando (ou seja, se apenas o Próprio Deus estivesse operando), não haveria como a obra de Deus ser executada na terra. Assim, quando vem à terra, Deus precisa ter um pequeno número de pessoas que Ele usa para operar dentro da humanidade em conjunto com a obra que Deus faz na divindade. Em outras palavras, Ele usa o trabalho humano para sustentar Sua obra divina. Se não, não haveria como o homem se engajar diretamente com a obra divina. Foi assim com Jesus e Seus discípulos. Durante Seu tempo no mundo, Jesus aboliu as leis antigas e estabeleceu novos mandamentos. Ele também falou muitas palavras. Toda essa obra foi feita na divindade. Os outros, como Pedro, Paulo e João, todos basearam seu trabalho subsequente no fundamento das palavras de Jesus. O que significa que Deus lançou Sua obra naquela era, marcando o início da Era da Graça; isto é, Ele marcou o início de uma nova era, abolindo a antiga, e também cumprindo as palavras: “Deus é o Início e o Fim”. Em outras palavras, o homem precisa executar o trabalho humano sobre o fundamento da obra divina. Uma vez que disse tudo que precisava dizer e encerrou Sua obra na terra, Jesus deixou o homem. Depois disso, todas as pessoas, ao trabalhar, o faziam de acordo com os princípios expressos em Suas palavras e praticaram de acordo com as verdades das quais Ele falou. Todas essas pessoas trabalharam para Jesus. Se tivesse sido só Jesus fazendo a obra, não importa quantas palavras falasse, as pessoas não teriam tido meios de se engajar com Suas palavras, porque Ele estava operando na divindade e só podia falar palavras de divindade, e Ele não poderia ter explicado as coisas ao ponto de as pessoas normais poderem entender Suas palavras. E assim Ele precisou ter apóstolos e profetas que vieram depois Dele para suplementar Sua obra. Esse é o princípio de como Deus encarnado faz a Sua obra — usando a carne encarnada para falar e operar a fim de completar a obra da divindade, para então usar algumas poucas, ou talvez mais, pessoas segundo o próprio coração de Deus para suplementar Sua obra. Isto é, Deus usa pessoas segundo o Seu coração para fazer a obra de pastorear e regar a humanidade de modo que o povo escolhido de Deus possa entrar na verdade-realidade.

Se, quando veio para a carne, Deus só fizesse a obra da divindade e não houvesse pessoas segundo Seu coração para trabalhar em conjunto com Ele, então o homem seria incapaz de entender a vontade de Deus ou se engajar com Deus. Deus precisa usar pessoas normais que sejam segundo o Seu coração para completar essa obra, para proteger e pastorear as igrejas, de modo que o nível que os processos cognitivos do homem, seu cérebro, sejam capazes de imaginar possa ser alcançado. Em outras palavras, Deus usa um pequeno número de pessoas que são segundo o Seu coração para “traduzir” a obra que Ele faz dentro de Sua divindade para que ela possa ser aberta — transformar a língua divina em língua humana, para que as pessoas possam compreendê-la e entendê-la. Se Deus não fizesse isso, ninguém entenderia a língua divina de Deus, pois as pessoas segundo o coração de Deus são, afinal de contas, uma pequena minoria, e a capacidade do homem de compreender é fraca. É por isso que Deus escolhe esse método apenas quando opera na carne encarnada. Se houvesse apenas obra divina, não haveria como o homem conhecer ou se engajar com Deus, porque o homem não entende a língua de Deus. O homem é capaz de entender essa língua apenas pela mediação das pessoas segundo o coração de Deus, que esclarecem Suas palavras. No entanto, se houvesse apenas tais pessoas operando dentro da humanidade, isso só conseguiria manter a vida normal do homem; não conseguiria transformar o caráter do homem. A obra de Deus não poderia ter um novo ponto de partida; haveria apenas os mesmos cânticos antigos, as mesmas trivialidades velhas. Apenas pela mediação do Deus encarnado, que diz tudo que precisa ser dito e faz tudo que precisa ser feito durante o período de Sua encarnação, após a qual as pessoas trabalham e experimentam de acordo com as Suas palavras, apenas assim seu caráter de vida será capaz de mudar e apenas assim elas serão capazes de fluir com os tempos. Aquele que opera dentro da divindade representa Deus, enquanto aqueles que trabalharam dentro da humanidade são pessoas usadas por Deus. O que significa que o Deus encarnado é substancialmente diferente das pessoas usadas por Deus. O Deus encarnado é capaz de fazer a obra da divindade, enquanto as pessoas usadas por Deus não são. No início de cada era, o Espírito de Deus fala pessoalmente e lança a nova era para trazer o homem a um novo início. Quando Ele termina de falar, isso significa que a obra de Deus dentro de Sua divindade está feita. Depois disso, todas as pessoas seguem a direção daquelas usadas por Deus para entrar em sua experiência de vida. Da mesma forma, essa é também a etapa em que Deus traz o homem para a nova era e dá às pessoas um novo ponto de partida — momento em que a obra de Deus na carne termina.

Extraído de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 138

Deus não vem à terra para aperfeiçoar Sua humanidade normal, nem para executar a obra da humanidade normal. Ele vem apenas para fazer a obra da divindade na humanidade normal. O que Deus fala da humanidade normal não é como as pessoas imaginam. O homem define a “humanidade normal” como ter uma esposa, ou um marido, e filhos e filhas, que são a prova de que alguém é uma pessoa normal; Deus, no entanto, não o vê dessa forma. Ele vê a humanidade normal como tendo pensamentos humanos normais, vidas humanas normais e nascer de pessoas normais. Mas Sua normalidade não inclui ter uma esposa, ou um marido, e filhos no sentido que o homem fala da normalidade. Isto é, para o homem, a humanidade normal da qual Deus fala é aquilo que o homem consideraria a ausência de humanidade, quase carente de emoção e aparentemente desprovida de necessidades carnais, como Jesus, que tinha apenas o exterior de uma pessoa normal e assumiu a aparência de uma pessoa normal, mas, em essência, não possuía inteiramente tudo que uma pessoa normal deveria possuir. A partir disso pode-se ver que a substância do Deus encarnado não abrange a totalidade da humanidade normal, mas apenas uma porção das coisas que as pessoas deveriam possuir, a fim de suportar as rotinas da vida humana normal e sustentar os poderes de raciocínio humano normais. Mas essas coisas nada têm a ver com o que o homem considera uma humanidade normal. São o que Deus encarnado deveria possuir. Existem, porém, aqueles que afirmam que só se pode dizer que Deus encarnado possui uma humanidade normal apenas se Ele tiver uma esposa, filhos e filhas, uma família; sem essas coisas, dizem eles, Ele não é uma pessoa normal. Então pergunto a você: “Deus tem uma esposa? É possível que Deus tenha um marido? Deus pode ter filhos?”. Essas não são falácias? Mas o Deus encarnado não pode brotar de uma fenda entre rochas ou cair do céu. Ele só pode nascer de uma família humana normal. É por isso que Ele tem pais e irmãs. Essas são as coisas que a humanidade normal do Deus encarnado deveria ter. Esse foi o caso com Jesus; Jesus teve um pai e uma mãe, irmãs e irmãos, e tudo isso era normal. Mas se Ele tivesse tido uma esposa e filhos e filhas, então Ele não teria tido a humanidade normal que Deus pretendia que o Deus encarnado possuísse. Se esse fosse o caso, Ele não teria sido capaz de operar em nome da divindade. Foi precisamente por não ter uma esposa ou filhos, mas ter nascido de pessoas normais numa família normal, que Ele foi capaz de fazer a obra da divindade. Para esclarecer isso ainda mais, o que Deus considera uma pessoa normal é uma pessoa nascida numa família normal. Apenas tal pessoa é qualificada para fazer a obra divina. Se, por outro lado, a pessoa tivesse uma esposa, filhos, ou um marido, essa pessoa não seria capaz de fazer a obra divina, pois possuiria apenas a humanidade normal que os humanos exigem, mas não a humanidade normal que Deus exige. O que é considerado por Deus e o que as pessoas entendem são, muitas vezes, muito diferentes, milhas distantes um do outro. Nessa etapa da obra de Deus, existe muito que vai contra e diverge completamente das noções das pessoas. Pode-se dizer que esta etapa da obra de Deus consiste inteiramente de a divindade operar de forma ativa, com a humanidade representando um papel coadjuvante. Porque Deus vem à terra para executar Ele Mesmo a Sua obra, em vez de permitir que o homem coloque sua mão nela, Ele Se encarna na carne (numa pessoa normal e incompleta) para fazer a Sua obra. Ele usa essa encarnação para presentear a humanidade com uma nova era, para falar à humanidade sobre o próximo passo em Sua obra e para pedir que as pessoas pratiquem em acordo com a senda descrita em Suas palavras. Assim a obra de Deus na carne é concluída; Ele está prestes a partir da humanidade, não residindo mais na carne da humanidade normal, mas, ao contrário, Se afastando do homem para proceder com outra parte de Sua obra. Então, usando pessoas segundo o Seu coração, Ele continua Sua obra na terra entre esse grupo de pessoas, mas na humanidade delas.

Extraído de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 139

O Deus encarnado não pode permanecer com o homem para sempre porque Deus tem muita outra obra a fazer. Ele não pode ficar amarrado à carne; Ele precisa Se despir da carne para fazer a obra que precisa fazer, mesmo que Ele faça essa obra na imagem da carne. Quando vem à terra, Deus não espera até alcançar a forma que uma pessoa normal deveria atingir antes de morrer e deixar a humanidade. Não importa a idade de Sua carne, quando Sua obra estiver terminada, Ele vai e deixa o homem. Não existe tal coisa como idade para Ele, Ele não conta Seus dias segundo a duração da vida humana; em vez disso, Ele termina Sua vida na carne de acordo com os passos de Sua obra. Pode haver aqueles que sentem que Deus, ao entrar na carne, precisa amadurecer até determinado nível, precisa tornar-Se adulto, alcançar a idade avançada e partir apenas quando aquele corpo definhar. Essa é a imaginação do homem; Deus não opera assim. Ele entra na carne apenas para fazer a obra que deveria fazer, não para viver a vida de um homem normal de nascer de pais, crescer, formar uma família, iniciar uma carreira, ter e criar filhos ou experimentar os altos e baixos da vida — todas as atividades de um homem normal. Quando Deus vem à terra, esse é o Espírito de Deus revestindo-Se de carne, entrando na carne, mas Deus não vive a vida de uma pessoa normal. Ele só vem para realizar uma parte de Seu plano de gestão. Depois disso, Ele deixará a humanidade. Quando entra na carne, o Espírito de Deus não aperfeiçoa a humanidade normal da carne. Antes, numa hora predeterminada por Deus, a divindade passa a operar diretamente. Então, após fazer tudo que precisa fazer e completar plenamente o Seu ministério, a obra do Espírito de Deus nessa etapa está feita, momento em que a vida do Deus encarnado também termina, independentemente de Seu corpo carnal ter esgotado sua duração de longevidade. Isso significa que qualquer que seja a fase de vida que o corpo carnal alcance, qualquer que seja o tempo que ele viva na terra, tudo é decidido pela obra do Espírito. Isso nada tem a ver com o que o homem considera ser humanidade normal. Tome Jesus como exemplo. Ele viveu na carne por trinta e três anos e meio. Em termos de duração de vida de um corpo humano, Ele não deveria ter morrido naquela idade, Ele não deveria ter partido. Mas essa não era uma preocupação para o Espírito de Deus. Tendo encerrado Sua obra, àquela altura Seu corpo foi retirado, desaparecendo com o Espírito. Esse é o princípio pelo qual Deus opera na carne. E assim, em termos estritos, a humanidade de Deus encarnado não é de importância primordial. Para reiterar, Ele vem à terra não para viver a vida de um ser humano normal. Ele não estabelece primeiro uma vida humana normal para então começar a operar. Antes, contanto que nasça de uma família humana normal, Ele é capaz de fazer obra divina, obra que não está manchada pelas intenções do homem, que não é carnal, que certamente não adota os caminhos da sociedade nem envolve os pensamentos ou as noções do homem e, mais que isso, que não envolve as filosofias de viver do homem. Essa é a obra que Deus encarnado pretende fazer e é também o significado prático de Sua encarnação. Deus entra na carne primariamente para fazer uma etapa da obra que precisa ser feita na carne, sem passar por outros processos triviais, e, no que diz respeito às experiências de um homem normal, Ele não as tem. A obra que a carne encarnada de Deus precisa fazer não inclui experiências humanas normais. Assim, Deus entra na carne para o bem de realizar a obra que Ele precisa realizar na carne. O resto nada tem a ver com Ele; Ele não passa por tantos processos triviais. Uma vez que Sua obra está feita, a importância de Sua encarnação também termina. Encerrar essa etapa significa que a obra que Ele precisa fazer na carne foi concluída e que o ministério de Sua carne está completo. Mas Ele não pode continuar operando indefinidamente na carne. Ele precisa passar para outro lugar para operar, para um lugar fora da carne. Apenas assim Sua obra pode ser executada plenamente e avançar para um efeito maior. Deus opera segundo Seu plano original. A obra que precisa fazer e a obra que concluiu, Ele as conhece tão bem quanto a palma da Sua mão. Deus guia cada indivíduo a trilhar uma senda que Ele já predeterminou. Ninguém pode escapar disso. Apenas aqueles que seguem a orientação do Espírito de Deus serão capazes de entrar em descanso. É possível que, numa obra posterior, não será Deus falando na carne para guiar o homem, mas um Espírito com forma tangível que guiará a vida do homem. Apenas então o homem será capaz de tocar Deus concretamente, olhar para Deus e entrar melhor na realidade que Deus exige, de modo a ser aperfeiçoado pelo Deus prático. Essa é a obra que Deus pretende realizar e o que Ele planejou há muito tempo. A partir disso, todos vocês deveriam ver a senda que devem seguir!

Extraído de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Palavras diárias de Deus Trecho 140

Deus tornado carne é chamado de Cristo, e assim o Cristo que pode dar a verdade às pessoas é chamado de Deus. Não há nada de excessivo nisso, pois Ele possui a substância de Deus e possui o caráter de Deus e sabedoria em Sua obra, que não podem ser alcançadas pelo homem. Aqueles que chamam a si mesmos de Cristo, mas não podem fazer a obra de Deus são fraudes. Cristo não é meramente a manifestação de Deus na terra, mas também a carne específica assumida por Deus enquanto Ele realiza e conclui Sua obra entre os homens. Essa carne não pode ser suplantada por qualquer homem, mas é uma carne capaz de suportar adequadamente a obra de Deus na terra, de expressar o caráter de Deus, de representar bem a Deus e de fornecer vida ao homem. Cedo ou tarde, todos aqueles que personificam Cristo cairão porque, embora aleguem ser Cristo, nada possuem da substância de Cristo. E assim Eu digo que a autenticidade de Cristo não pode ser definida pelo homem, mas é respondida e decidida pelo Próprio Deus. Desse modo, se você deseja verdadeiramente buscar o caminho de vida, deve primeiro reconhecer que é vindo para a terra que Deus realiza a obra de conceder o caminho de vida ao homem, e deve reconhecer que é durante os últimos dias que Ele vem para a terra para conceder o caminho de vida ao homem. Isso não é o passado, isso está acontecendo hoje.

Cristo dos últimos dias traz vida e traz o duradouro e perpétuo caminho de verdade. Essa verdade é a senda pela qual o homem ganha vida e a única senda pela qual o homem há de conhecer Deus e ser aprovado por Deus. Se você não busca o caminho de vida providenciado por Cristo dos últimos dias, então jamais ganhará a aprovação de Jesus e nunca estará qualificado para adentrar a porta do reino dos céus, pois é tanto um fantoche quanto um prisioneiro da história. As pessoas controladas por regulamentos, pela letra, e agrilhoadas pela história jamais serão capazes de ganhar vida e de ganhar o caminho perpétuo de vida. Isso porque tudo o que elas têm é água turva à qual se agarraram por milhares de anos em vez da água de vida que flui do trono. Aqueles que não são abastecidos de água de vida continuarão a ser cadáveres para sempre, brinquedos de Satanás e filhos do inferno. Como, então, podem contemplar Deus? Se você só tenta se agarrar ao passado, se só tenta manter as coisas do jeito que estão ficando parado e não tenta mudar o status quo e descartar a história, não estará sempre contra Deus? Os passos da obra de Deus são vastos e poderosos, como vagalhões e trovões encapelados — ainda assim você senta e espera passivamente a destruição, persistindo na sua tolice e nada fazendo. Desse modo, como você pode ser considerado alguém que segue os passos do Cordeiro? Como pode justificar o Deus ao qual você se apega como um Deus que é sempre novo e nunca velho? E como as palavras de seus livros amarelados podem transportá-lo para uma nova era? Como elas podem levá-lo a buscar os passos da obra de Deus? E como podem elevá-lo aos céus? O que você tem em suas mãos é a letra que só pode proporcionar conforto passageiro, não as verdades capazes de dar vida. As escrituras que você lê são aquelas que só podem enriquecer sua língua, e não são palavras de sabedoria capazes de ajudar você a conhecer a vida humana, muito menos as sendas que podem levá-lo à perfeição. Essa discrepância não lhe dá motivo para reflexão? Ela não lhe permite compreender os mistérios contidos no interior? Você é capaz de, por si próprio, levar a si mesmo ao céu para encontrar Deus? Sem a vinda de Deus, você pode levar a si mesmo ao céu para desfrutar a felicidade de família com Ele? Você ainda está sonhando agora? Então, Eu sugiro que pare de sonhar e olhe para quem está operando agora, para quem está realizando a obra de salvar o homem nos últimos dias. Se não o fizer, você jamais ganhará a verdade e jamais ganhará vida.

Aqueles que querem ganhar vida sem depender da verdade dita por Cristo são as pessoas mais ridículas na terra, e aqueles que não aceitam o caminho de vida trazido por Cristo estão perdidos na fantasia. Por isso, Eu digo que quem não aceitar Cristo dos últimos dias será eternamente desprezado por Deus. Cristo é a porta de entrada do homem para o reino durante os últimos dias, e não há ninguém que possa se desviar Dele. Ninguém pode ser aperfeiçoado por Deus, exceto por meio de Cristo. Você crê em Deus, então deve aceitar as palavras Dele e obedecer ao Seu caminho. Não deve pensar só em ganhar bênçãos enquanto se mostra incapaz de receber a verdade e incapaz de aceitar a provisão de vida. Cristo vem durante os últimos dias para que todos que acreditam verdadeiramente Nele possam ser supridos com vida. Sua obra é dedicada a concluir a era antiga e a entrar na nova, e Sua obra é a senda que deve ser tomada por todos aqueles que entrarem na nova era. Se você é incapaz de reconhecê-Lo e, em vez disso, O condena, blasfema ou até O persegue, está fadado a queimar pela eternidade e nunca entrará no reino de Deus. Pois esse Cristo é Ele Próprio a expressão do Espírito Santo, a expressão de Deus, Aquele que Deus incumbiu de fazer a Sua obra na terra. E assim Eu digo que, se você não pode aceitar tudo o que é feito por Cristo dos últimos dias, então você blasfema contra o Espírito Santo. A retribuição a ser recebida por todos que blasfemam contra o Espírito Santo é autoexplicativa para todos. Eu também lhe digo que, se você se opõe a Cristo dos últimos dias e O nega, não há quem possa suportar as consequências em seu lugar. Além do mais, desse dia em diante você não terá outra oportunidade de ganhar a aprovação de Deus; mesmo se você tentar redimir a si mesmo, nunca mais contemplará a face de Deus. Pois ao que você se opõe não é um homem, o que você nega não é qualquer ser insignificante, mas Cristo. Você está ciente dessas consequências? Você não terá cometido um pequeno erro, mas um crime atroz. E assim recomendo a todos a não mostrar as presas diante da verdade nem fazer críticas imprudentes, pois só a verdade pode lhe trazer vida, e nada exceto a verdade pode permitir que você renasça e contemple novamente a face de Deus.

Extraído de ‘Só Cristo dos últimos dias pode dar ao homem o caminho de vida eterna’ em “A Palavra manifesta em carne”

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