Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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Palavras clássicas de Deus Todo-Poderoso, o Cristo dos últimos dias

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V Palavras clássicas sobre a relação entre cada estágio da obra de Deus e o nome de Deus

1. A obra realizada pelo Próprio Deus em cada era contém a expressão de Seu verdadeiro caráter, e tanto Seu nome quanto a obra que Ele faz mudam juntamente com a era; são todos novos. Durante a Era da Lei, a obra de guiar a humanidade foi feita sob o nome de Jeová, e a primeira etapa da obra foi iniciada na terra. Nessa fase, a obra consistia em construir o templo e o altar, em usar a lei para guiar o povo de Israel e trabalhar no meio deles. Ao guiar o povo de Israel, Ele estabeleceu uma base para Sua obra na terra. A partir dessa base, Ele expandiu Sua obra para além de Israel, o que significa que, partindo de Israel, Ele expandiu Sua obra para fora, para que gerações posteriores gradualmente soubessem que Jeová era Deus, e que foi Jeová quem criou os céus e a terra e todas as coisas, e que foi Jeová quem fez todas as criaturas. Por meio do povo de Israel, Ele espalhou Sua obra para além deles. A terra de Israel foi o primeiro lugar sagrado da obra de Jeová na terra, e foi na terra de Israel que Deus iniciou Sua obra na terra. Essa foi a obra da Era da Lei. […] Durante a Era da Graça, o nome de Deus era Jesus, isto é, Deus foi um Deus que salvou o homem, e Ele foi um Deus compassivo e amoroso. Deus estava com o homem. Seu amor, Sua compaixão e Sua salvação acompanharam cada pessoa. Somente ao aceitar o nome de Jesus e Sua presença o homem era capaz de ganhar paz e alegria, receber Sua bênção, Suas vastas e numerosas graças e Sua salvação. Através da crucificação de Jesus, todos aqueles que O seguiram receberam a salvação e foram perdoados pelos seus pecados. Durante a Era da Graça, Jesus foi o nome de Deus. Em outras palavras, a obra da Era da Graça foi feita principalmente sob o nome de Jesus. Durante a Era da Graça, Deus foi chamado de Jesus. Ele empreendeu um estágio da nova obra além do Antigo Testamento e Sua obra terminou com a crucificação. Essa foi a totalidade de Sua obra. Portanto, durante a Era da Lei, Jeová era o nome de Deus e, na Era da Graça, o nome de Jesus representava Deus. Durante os últimos dias, Seu nome é Deus Todo-Poderoso — o Todo-Poderoso, que utiliza Seu poder para guiar o homem, conquistar o homem e ganhar o homem e, no final, trazer a era ao seu fim. Em cada era, em todas as etapas de Sua obra, o caráter de Deus é evidente.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

2. “Jeová” é o nome que usei durante Minha obra em Israel, e significa o Deus dos israelitas (o povo escolhido de Deus) que pode se apiedar do homem, amaldiçoar o homem e guiar a vida do homem. Significa o Deus que possui grande poder e é cheio de sabedoria. “Jesus” é Emanuel, e significa a oferta pelo pecado que é repleta de amor, repleta de compaixão e que redime o homem. Ele fez a obra da Era da Graça, e representa a Era da Graça, e só pode representar uma parte do plano de gestão. Isto é, somente Jeová é o Deus do povo escolhido de Israel, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, o Deus de Moisés e o Deus de todo o povo de Israel. Assim, na presente era, todos os israelitas exceto os da tribo de Judá adoram Jeová. Eles fazem sacrifícios a Ele no altar e O servem usando vestes sacerdotais no templo. O que eles esperam é a reaparição de Jeová. Somente Jesus é o Redentor da humanidade. Ele é a oferta pelo pecado que redimiu do pecado a humanidade. Ou seja, o nome de Jesus veio da Era da Graça, e existiu por causa da obra da redenção na Era da Graça. O nome de Jesus existiu para permitir que as pessoas da Era da Graça renasçam e sejam salvas, e é um nome específico para a redenção de toda a humanidade. Assim, o nome de Jesus representa a obra da redenção e denota a Era da Graça. O nome Jeová é um nome específico para o povo de Israel que viveu sob a lei. Em cada era e em cada estágio da obra, Meu nome não é infundado, mas tem um significado representativo: cada nome representa uma era. “Jeová” representa a Era da Lei, e é o título honorífico para o Deus adorado pelo povo de Israel. “Jesus” representa a Era da Graça, e é o nome do Deus de todos aqueles que foram redimidos durante a Era da Graça.

de ‘O Salvador já voltou sobre uma “nuvem branca”’ em “A Palavra manifesta em carne”

3. Quando Jesus veio para fazer Sua obra, foi sob a direção do Espírito Santo; Ele fez o que o Espírito Santo desejava e ela não estava de acordo com a Era da Lei do Antigo Testamento ou com a obra de Jeová. Embora a obra que Jesus veio fazer não fosse obedecer às leis de Jeová ou aos mandamentos de Jeová, Sua fonte era única e a mesma. A obra que Jesus fez representou o nome de Jesus e representou a Era da Graça; quanto à obra feita por Jeová, ela representava a Jeová e representava a Era da Lei. Sua obra foi a obra de um Espírito em duas eras diferentes. A obra que Jesus fez só representou a Era da Graça, e a obra que Jeová fez só podia representar a Era da Lei do Antigo Testamento. Jeová apenas orientou o povo de Israel e do Egito e de todas as nações além de Israel. […] Embora fossem chamados por dois nomes diferentes, foi o mesmo Espírito que realizou ambos os estágios das obras, e a obra que foi feita foi contínua. Como o nome era diferente e o conteúdo da obra era diferente, a era era diferente. Quando Jeová chegou, aquela foi a era de Jeová, e quando Jesus veio, aquela foi a era de Jesus. Assim, a cada vinda, Deus é chamado por um nome, Ele representa uma era e Ele abre um novo caminho; e em cada novo caminho, Ele assume um novo nome, que mostra que Deus é sempre novo e nunca velho, e que Sua obra nunca deixa de progredir. A história está sempre seguindo em frente, e a obra de Deus está sempre seguindo em frente. Para que Seu plano de gestão de seis mil anos chegue ao fim, ele deve continuar avançando. Cada dia Ele deve fazer uma nova obra, a cada ano Ele deve fazer uma nova obra; Ele deve abrir novos caminhos, deve lançar novas eras, começar uma obra nova e maior e, junto com elas, trazer novos nomes e novas obras.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

4. Em cada era, Deus faz uma nova obra e é chamado por um novo nome; como Ele poderia fazer a mesma obra em diferentes épocas? Como Ele poderia Se agarrar ao velho? O nome de Jesus foi usado pelo bem da obra da redenção, então Ele ainda seria chamado pelo mesmo nome quando retornasse nos últimos dias? Ele ainda estaria fazendo a obra da redenção? Por que Jeová e Jesus são um, todavia Eles são chamados por nomes diferentes em eras diferentes? Não é porque as eras de sua obra são diferentes? Poderia um único nome representar Deus em Sua totalidade? Sendo assim, Deus deve ser chamado por um nome diferente em uma era diferente, e Ele deve utilizar o nome para alterar a era e representar a era. Pois nenhum nome pode representar totalmente o Próprio Deus, e cada nome só é capaz de representar o aspecto temporal do caráter de Deus em uma determinada era; tudo que ele precisa fazer é representar Sua obra. Portanto, Deus pode escolher qualquer nome apropriado a Seu caráter para representar a era inteira.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

5. Supondo que a obra de Deus em todas as eras seja sempre a mesma, e Ele é sempre chamado pelo mesmo nome, como o homem O conheceria? Deus deve ser chamado de Jeová e, exceto por um Deus chamado de Jeová, qualquer um que seja chamado por outro nome não é Deus. Do contrário, Deus só pode ser Jesus e, exceto pelo nome de Jesus, Ele não pode ser chamado por nenhum outro nome; além de Jesus, Jeová não é Deus, e Deus Todo-Poderoso também não é Deus. O homem acredita ser verdade que Deus é todo-poderoso, mas Deus é um Deus que está com o homem e Ele deve ser chamado de Jesus, pois Deus está com o homem. Fazer isso é conformar-se à doutrina e confinar Deus a um determinado escopo. Assim, em cada era, a obra que Deus faz, o nome pelo qual Ele é chamado e a imagem que Ele assume — que obra Ele faz em cada estágio até hoje — estes não seguem um único regulamento, e não estão sujeitos a quaisquer limitações. Ele é Jeová, mas Ele também é Jesus, assim como o Messias e Deus Todo-Poderoso. Sua obra pode sofrer uma transformação gradual, com mudanças correspondentes em Seu nome. Nenhum nome único pode representá-Lo plenamente, mas todos os nomes pelos quais Ele é chamado são capazes de representá-Lo, e a obra que Ele faz em cada a era representa Seu caráter.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

6. Poderia o nome de Jesus — “Deus conosco” — representar o caráter de Deus em sua totalidade? Poderia ele expressar Deus completamente? Se o homem diz que Deus só pode ser chamado de Jesus e não pode ter outro nome porque Deus não pode mudar Seu caráter, essas palavras são blasfêmia de fato! Você acredita que o nome Jesus, Deus conosco, sozinho, pode representar Deus em Sua totalidade? Deus pode ser chamado por muitos nomes, mas entre esses muitos nomes, não há um que seja capaz de resumir tudo de Deus, nem um que possa representar totalmente a Deus. Assim, Deus tem muitos nomes, mas esses muitos nomes não podem expressar completamente o caráter de Deus, pois o caráter de Deus é tão rico que simplesmente excede a capacidade do homem de conhecê-Lo. Não há como o homem, utilizando a linguagem da humanidade, resumir Deus completamente. A humanidade tem apenas um vocabulário limitado para resumir tudo o que ela sabe a respeito do caráter de Deus: grande, honrado, maravilhoso, insondável, supremo, santo, justo, sábio e assim por diante. Palavras demais! Este vocabulário limitado é incapaz de descrever o pouco que o homem testemunhou do caráter de Deus. Com o tempo, muitos outros acrescentaram palavras que acharam mais capazes de descrever o fervor em seus corações: Deus é grande demais! Deus é santo demais! Deus é amável demais! Hoje, dizeres humanos como esses chegaram ao seu ponto máximo, mas o homem ainda é incapaz de se expressar claramente. E assim, para o homem, Deus tem muitos nomes, mas Ele não tem um único nome, e isso é porque o ser de Deus é abundante demais, e a linguagem do homem é pobre demais. Uma palavra ou nome em particular não é capaz de representar Deus em Sua totalidade, então você acha que o nome Dele pode ser fixo? Deus é tão grande e tão santo, mas você não permitirá que Ele mude Seu nome em cada nova era? Portanto, em todas as eras em que Deus faz Sua própria obra pessoalmente, Ele utiliza um nome que convém à era de forma a resumir a obra que Ele pretende fazer. Ele utiliza esse nome em particular, que possui significado temporal, para representar Seu caráter naquela era. Isso é Deus utilizando a linguagem da humanidade para expressar Seu próprio caráter. Mesmo assim, muitas pessoas que tiveram experiências espirituais e viram Deus pessoalmente ainda sentem que esse nome em particular é incapaz de representar Deus em Sua totalidade — infelizmente, não é possível evitar isso — assim, o homem não mais se dirige a Deus por qualquer nome, mas simplesmente O chama de “Deus”. É como se o coração do homem estivesse cheio de amor e, no entanto, também atormentado por contradições, pois o homem não sabe explicar Deus. O que Deus é, é generoso demais, simplesmente não há como descrevê-lo. Não existe um único nome que possa resumir o caráter de Deus, e não há um único nome que possa descrever tudo o que Deus tem e é. Se alguém Me perguntar: “Que nome, exatamente, Você utiliza?” Eu direi: “Deus é Deus!” Não é esse o melhor nome para Deus? Essa não é o melhor encapsulamento do caráter de Deus? Sendo assim, por que vocês gastam tanto esforço buscando o nome de Deus? Por que você deveria quebrar a cabeça, ficar sem comer e dormir, tudo por causa de um nome? Chegará o dia em que Deus não será chamado de Jeová, Jesus ou de Messias — Ele será simplesmente o Criador. Naquele tempo, todos os nomes que Ele assumiu na terra chegarão ao fim, pois Sua obra na terra terá terminado, e depois disso Seus nomes não existirão mais. Quando todas as coisas estiverem sob o domínio do Criador, que necessidade Ele terá de ter um nome altamente apropriado, ainda que incompleto? Você ainda está buscando o nome de Deus agora? Você ousa ainda dizer que Deus é chamado apenas de Jeová? Você ousa ainda dizer que Deus pode ser chamado apenas de Jesus? Você pode suportar o pecado da blasfêmia contra Deus? Você deve saber que, originalmente, Deus não tinha nome. Ele só assumiu um, dois ou muitos nomes porque tinha obra a fazer e tinha que gerenciar a humanidade. Seja qual for o nome pelo qual Ele é chamado — Ele não o escolheu Ele mesmo livremente? Ele precisaria de você — uma de Suas criaturas — para decidir isso? O nome pelo qual Deus é chamado é um nome que está de acordo com o que o homem é capaz de apreender, com a linguagem da humanidade, mas esse nome não é algo que o homem possa abranger. Você só pode dizer que existe um Deus no céu, que Ele é chamado de Deus, que Ele é o Próprio Deus com grande poder, que é sábio demais, exaltado demais, maravilhoso demais, misterioso demais e todo-poderoso demais, e então você não consegue dizer mais nada; esse pouquinho é tudo que você consegue saber. Sendo assim, o mero nome de Jesus pode representar o Próprio Deus? Quando os últimos dias chegarem, embora ainda seja Deus quem faz Sua obra, Seu nome tem que mudar, pois é uma era diferente.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

7. Há quem diga que Deus é imutável. Isso está correto, mas tem a ver com a imutabilidade do caráter de Deus e Sua substância. Mudanças em Seu nome e obra não provam que Sua substância mudou; em outras palavras, Deus sempre será Deus, e isso nunca mudará. Se você dissesse que a obra de Deus é imutável, Ele poderia terminar Seu plano de gestão de seis mil anos? Você só sabe que Deus é para sempre imutável, mas você sabe que Deus é sempre novo e nunca velho? Se a obra de Deus é imutável, Ele poderia ter conduzido a humanidade até os dias de hoje? Se Deus é imutável, por que Ele já fez a obra de duas eras? Sua obra nunca deixa de avançar, o que significa dizer que Seu caráter é revelado gradualmente ao homem, e o que é revelado é Seu caráter inerente. No início, o caráter de Deus estava oculto do homem; Ele nunca revelou abertamente Seu caráter ao homem, e o homem simplesmente não tinha conhecimento Dele. Por isso, Ele utiliza Sua obra para revelar gradualmente Seu caráter ao homem, mas trabalhar dessa maneira não significa que o caráter de Deus muda em todas as eras. Não é o caso de que o caráter de Deus mude constantemente porque Sua vontade está sempre mudando. Pelo contrário, porque as eras de Sua obra são diferentes, Deus toma Seu caráter inerente em sua totalidade e o revela ao homem passo a passo para que o homem seja capaz de conhecê-Lo. Mas isso não é de forma alguma prova de que Deus não tem um caráter em particular originalmente, ou que Seu caráter tenha mudado gradativamente com o passar dos séculos — tal entendimento seria errado. Deus revela ao homem Seu caráter inerente e particular — o que Ele é — de acordo com o passar dos séculos; a obra de uma única era não pode expressar todo o caráter de Deus. Assim, as palavras “Deus é sempre novo e nunca velho” referem-se à Sua obra, e as palavras “Deus é imutável” ao que Deus tem e é inerentemente. Independentemente disso, você não pode fazer a obra de seis mil anos depender de um único ponto, ou circunscrevê-la com palavras mortas. Tal é a estupidez do homem. Deus não é tão simples como o homem imagina, e Sua obra não pode permanecer em uma só era. Jeová, por exemplo, não pode sempre significar o nome de Deus; Deus também pode fazer Sua obra sob o nome de Jesus. Esse é um sinal de que a obra de Deus está sempre progredindo adiante.

Deus sempre será Deus e nunca se tornará Satanás; Satanás sempre será Satanás e nunca se tornará Deus. A sabedoria de Deus, a maravilha de Deus, a justiça de Deus e a majestade de Deus nunca mudarão. Sua essência e o que Ele tem e é nunca mudarão. Sua obra, no entanto, está sempre seguindo adiante e sempre indo mais fundo, pois Ele é sempre novo e nunca velho. Em cada era Deus assume um nome novo, em cada era Ele faz uma obra nova e em cada era Ele permite que Suas criaturas vejam Sua nova vontade e Seu novo caráter. Se não virem a expressão do caráter novo de Deus na nova era, as pessoas não O pregariam na cruz para sempre? E, ao fazer isso, não definiriam Deus?

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

8. Se o homem ainda deseja a volta de Jesus, o Salvador, durante os últimos dias, e ainda espera que Ele chegue à imagem que Ele tinha na Judeia, então todo o plano de gestão de seis mil anos pararia na Era da Redenção, e não poderia prosseguir. Os últimos dias, além disso, jamais chegariam, e a era jamais seria encerrada. Isto se dá porque Jesus, o Salvador, é somente para a redenção e a salvação da humanidade. Assumi o nome de Jesus por causa de todos os pecadores da Era da Graça, e não é esse o nome pelo qual porei fim a toda humanidade. Embora todos, Jeová, Jesus, e o Messias, representem Meu Espírito, tais nomes apenas denotam as diferentes eras de Meu plano de gestão e não Me representam em Minha totalidade. Os nomes pelos quais as pessoas da terra Me chamam não podem articular Meu caráter todo e tudo o que sou. Eles são simplesmente nomes distintos pelos quais Eu sou chamado durante diferentes eras. Assim, quando a era final, a era dos últimos dias, chegar, Meu nome irá mudar novamente. Não serei chamado de Jeová, nem de Jesus, e menos ainda de Messias, mas serei chamado de o Próprio Deus Todo-Poderoso forte, e sob tal nome porei fim a toda a era. Já fui conhecido como Jeová. Também já fui chamado de Messias, e as pessoas uma vez Me chamaram de Jesus, o Salvador, porque elas Me amavam e respeitavam. Mas hoje não sou o Jeová ou o Jesus que as pessoas conheceram nos tempos passados; sou o Deus que voltou nos últimos dias, o Deus que irá colocar fim a esta era. Sou o Próprio Deus que Se ergue nos confins da terra, repleto de todo o Meu caráter e pleno de autoridade, honra e glória. As pessoas nunca se envolveram Comigo, nunca Me conheceram e sempre foram ignorantes de Meu caráter. Desde a criação do mundo até hoje, nem uma só pessoa Me viu. Este é o Deus que aparece ao homem durante os últimos dias, mas que está oculto entre os homens. Ele reside entre os homens, verdadeiro e real, como o sol que arde e o fogo que flameja, cheio de poder e transbordante de autoridade. Não há uma única pessoa ou coisa que não vá ser julgada por Minhas palavras, e nem uma única pessoa ou coisa que não irá ser purificada pelo fogo ardente. Por fim, todas as nações serão abençoadas por causa de Minhas palavras, e também esmagadas em pedaços por causa de Minhas palavras. Assim, todas as pessoas durante os últimos dias irão ver que Eu sou o Salvador que voltou, Eu sou o Deus Todo-Poderoso que conquista toda a humanidade, e uma vez Eu fui a oferta pelo pecado para o homem, mas nos últimos dias, Eu também Me torno as chamas do sol que queima todas as coisas, bem como o Sol da justiça que revela todas as coisas. Tal é a Minha obra dos últimos dias. Eu assumi este nome e possuo deste caráter para que todas as pessoas possam ver que Eu sou um Deus justo, e sou o sol que arde e o fogo que flameja. Assim é para que todos possam Me adorar, o único Deus verdadeiro, e assim é para que possam ver Minha verdadeira face: não sou apenas o Deus dos israelitas e não sou apenas o Redentor; Eu sou o Deus de todas as criaturas no céu, na terra e no mar.

de ‘O Salvador já voltou sobre uma “nuvem branca”’ em “A Palavra manifesta em carne”

(Passagem selecionada da palavra de Deus)

A Trindade existe?

Depois que aconteceu a verdade de Jesus tornar-Se carne é que o homem creu nisto: não é apenas o Pai no Céu, mas também o Filho, e até mesmo o Espírito. Esta é a noção convencional que o homem sustenta, de que existe um Deus como este no Céu: uma Trindade que é o Pai, o Filho e o Espírito Santo, todos em um. Toda a humanidade tem essas noções: Deus é um Deus, mas compreende três partes, o que todos aqueles extremamente arraigados em noções convencionais consideram ser o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Somente aquelas três partes tornadas em uma são Deus todo. Sem o Santo Pai, Deus não seria completo. Da mesma forma, tampouco Deus seria completo sem o Filho ou o Espírito Santo. Na noção deles, acreditam que nem o Pai isolado nem o Filho isolado podem ser considerados Deus. Somente o Pai, o Filho e o Espírito Santo juntos podem ser considerados o Próprio Deus. Agora, todos os crentes religiosos, incluindo todo e qualquer seguidor entre vocês, defendem essa crença. No entanto, quanto a ser essa crença correta ou não, ninguém pode explicar, pois vocês estão sempre num nevoeiro de confusão sobre as questões do Próprio Deus. Embora essas sejam noções, vocês não sabem se estão certas ou erradas, pois vocês se tornaram gravemente infectados por noções religiosas. Vocês aceitaram muito profundamente essas noções convencionais de religião, e esse veneno penetrou fundo demais em vocês. Portanto, também nesta questão, vocês sucumbiram a essa influência perniciosa, pois a Trindade simplesmente não existe. Isto é, a Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo simplesmente não existe. Tudo isso são noções convencionais do homem e crenças equivocadas do homem. Ao longo de muitos séculos, o homem tem acreditado nessa Trindade, evocada por noções na mente do homem, fabricada pelo homem e nunca antes vista pelo homem. Ao longo de tantos anos, houve muitas grandes figuras espirituais que explicaram o “verdadeiro significado” da Trindade, mas tais explicações da Trindade como três pessoas consubstanciais distintas foram vagas e obscuras, e as pessoas estão todas confusas com a “construção” de Deus. Nenhum grande homem jamais conseguiu dar uma explicação completa; a maioria das explicações atinge um padrão aceitável em termos de raciocínio e no papel, mas nem um único homem tem uma compreensão totalmente clara do seu significado. Isso porque essa grandiosa Trindade que o homem mantém no coração simplesmente não existe. Pois ninguém jamais viu o verdadeiro semblante de Deus nem teve sorte o suficiente para ascender à morada de Deus para uma visita, a fim de examinar que itens estão presentes no lugar onde Deus está, para determinar exatamente quantas dezenas de milhares ou centenas de milhões de gerações estão na “casa de Deus” ou para investigar quantas partes compõem a inerente construção de Deus. O que, especialmente, precisa ser examinado é: a idade do Pai e do Filho, assim como do Espírito Santo; os respectivos aspectos de cada pessoa; exatamente como Eles se separam, e como Eles são feitos um. Infelizmente, em todos esses anos, nem um único homem conseguiu determinar a verdade sobre esses assuntos. Todos eles simplesmente conjecturam, pois nem um homem jamais subiu ao Céu para uma visita e retornou com um “relatório investigativo” para toda a humanidade, a fim de apresentar uma explicação sobre a verdade da questão a todos aqueles fervorosos e devotos crentes religiosos preocupados com a Trindade. Naturalmente, a culpa não pode ser atribuída ao homem por formar tais noções, pois, por que Jeová, o Pai, não teve Jesus, o Filho, como companhia quando criou a humanidade? Se, no começo, tudo tivesse passado pelo nome de Jeová, teria sido melhor. Se a culpa deve ser posta em alguém, que seja no lapso momentâneo de Deus Jeová, que não chamou o Filho e o Espírito Santo diante Dele no momento da criação e, em vez disso, executou Sua obra sozinho. Se todos Eles tivessem trabalhado simultaneamente, não teriam Se tornado um? Se, do início ao fim, houvesse apenas o nome Jeová e não o de Jesus da Era da Graça, ou se Ele ainda tivesse sido chamado Jeová, então Deus não teria sido poupado do sofrimento dessa divisão pela humanidade? Certamente, não se pode lamentar por Jeová por tudo isso; se a culpa deve ser colocada sobre alguém, que seja sobre o Espírito Santo, que por milhares de anos continuou a Sua obra pelo nome de Jeová, de Jesus, e até mesmo do Espírito Santo, desorientando e confundindo o homem para que ele não pudesse saber quem exatamente é Deus. Se o Próprio Espírito Santo tivesse trabalhado sem forma ou imagem e, além disso, sem um nome como Jesus, e o homem não pudesse tocá-Lo nem vê-Lo, apenas ouvindo os sons do trovão, não seria esse tipo de obra mais benéfica para a humanidade? Então, o que pode ser feito agora? As noções do homem se acumularam, elevadas como uma montanha e amplas como o mar, na medida em que o Deus dos dias atuais não pode mais suportá-las e está em completa perda. No passado, quando era apenas Jeová, Jesus e o Espírito Santo entre os dois, o homem já estava perdido quanto a como lidar, e agora há a adição do Todo-Poderoso, de quem se diz ser, também, uma parte de Deus. Quem sabe quem Ele é e em qual pessoa da Trindade Ele esteve entremeado ou escondido por tantos anos? Como o homem pode suportar isso? A Trindade sozinha já bastou para tomar uma vida inteira do homem para explicar, mas agora existe “um Deus em quatro pessoas”. Como isso pode ser explicado? Você pode explicar? Irmãos e irmãs! Como vocês acreditaram em tal Deus até hoje? Eu tiro Meu chapéu para vocês. A Trindade já era suficiente para suportar, e mesmo assim agora vocês continuam a ter tal fé inabalável neste único Deus em quatro pessoas. Vocês foram impelidos a sair, mas se recusam. Que inconcebível! Vocês são impressionantes! Uma pessoa pode de fato ir tão longe a ponto de acreditar em quatro Deuses e não fazer nada a respeito; vocês não acham que isso é um milagre? Eu não sabia que vocês são capazes de fazer um grande milagre como esse! Deixe-Me dizer-lhes que, na verdade, a Trindade não existe em nenhum lugar deste universo. Deus não tem Pai nem Filho, menos ainda existe o conceito de instrumento usado conjuntamente pelo Pai e pelo Filho: o Espírito Santo. Tudo isso é a maior falácia e simplesmente não existe neste mundo! Contudo, mesmo tal falácia tem sua origem e não é inteiramente sem base, pois a mente de vocês não é tão simples e seus pensamentos não são sem razão. Pelo contrário, eles são bastante apropriados e engenhosos, tanto que são inexpugnáveis até mesmo para qualquer Satanás. A pena é que esses pensamentos são todos falácias e simplesmente não existem! Vocês não viram a real verdade de forma alguma; vocês estão apenas fazendo conjecturas e concepções, então fabricando tudo em uma história para enganosamente ganhar a confiança dos outros e dominar os homens mais tolos, sem inteligência ou razão, para que acreditem em seus grandes e renomados “ensinamentos especializados”. Isso é verdade? É este o caminho de vida que o homem deveria receber? É tudo bobagem! Nem uma única palavra é apropriada! Ao longo de todos esses anos, Deus foi separado por vocês dessa maneira, de modo cada vez mais refinado a cada geração, na medida em que um Deus foi abertamente separado em três Deuses. E agora é simplesmente impossível para o homem reintegrar a Deus como um só, pois vocês O separaram de forma refinada demais! Se não fosse pela Minha rápida obra antes que fosse tarde demais, é difícil dizer quanto tempo vocês teriam continuado descaradamente dessa maneira! Para continuar separando a Deus dessa maneira, como Ele ainda pode ser o Deus de vocês? Vocês ainda reconheceriam a Deus? Vocês ainda retornariam a Ele? Se Eu tivesse chegado mais tarde, é possível que vocês teriam enviado o “Pai e o Filho”, Jeová e Jesus de volta a Israel e afirmado que vocês mesmos são uma parte de Deus. Felizmente, agora são os últimos dias. Finalmente, chegou este dia que Eu tenho esperado há muito tempo, e somente depois que Eu realizei esta etapa da obra por Minha própria mão, sua separação do Próprio Deus foi interrompida. Se não fosse por isso, vocês teriam se agravado, até colocando todos os Satanases entre vocês em altares para adoração. Este é o artifício de vocês! O modo de vocês separarem a Deus. Vocês continuarão a fazer isso agora? Deixe-Me perguntar-lhes: quantos Deuses existem? Qual Deus trará a salvação a vocês? É ao primeiro Deus, ao segundo ou ao terceiro que vocês sempre oram? Em qual Deles vocês sempre acreditam? É o Pai? Ou o Filho? Ou é o Espírito? Diga-Me em quem você acredita. Embora com cada palavra vocês digam que acreditam em Deus, o que vocês realmente acreditam é em seu próprio cérebro! Vocês simplesmente não têm Deus no coração! E ainda, na mente de vocês há diversas dessas “Trindades”! Vocês não concordam?

Se os três estágios da obra são avaliados de acordo com este conceito de Trindade, então deve haver três Deuses, pois a obra realizada por cada um não é a mesma. Se algum entre vocês disser que a Trindade realmente existe, então explique exatamente o que é este único Deus em três pessoas. O que é o Pai Santo? O que é o Filho? O que é o Espírito Santo? Jeová é o Pai Santo? Jesus é o Filho? E o Espírito Santo? Não é o Pai um Espírito? Não é a substância do Filho também um Espírito? A obra de Jesus não foi a obra do Espírito Santo? Não foi a obra de Jeová realizada na época por um Espírito igual ao de Jesus? Quantos Espíritos Deus pode ter? De acordo com a sua explicação, as três pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo são uma; se assim for, existem três Espíritos, mas ter três Espíritos significa que há três Deuses. Isso significa que não há um único Deus verdadeiro; como esse tipo de Deus ainda pode ter a substância inerente de Deus? Se você aceita que há somente um Deus, então como Ele pode ter um filho e ser pai? Tudo isso não são simplesmente suas noções? Há somente um Deus, somente uma pessoa nesse Deus, e somente um Espírito de Deus, tanto quanto está escrito na Bíblia que “existe somente um Espírito Santo e um só Deus”. Independentemente de se o Pai e o Filho de que você fala existem, há um só Deus no final das contas, e a substância do Pai, do Filho e do Espírito Santo em que você crê é a substância do Espírito Santo. Em outras palavras, Deus é um Espírito, mas Ele consegue Se tornar carne e viver entre os homens, assim como estar acima de todas as coisas. Seu Espírito é todo-inclusivo e onipresente. Ele pode estar simultaneamente na carne e em todo o universo. Já que todas as pessoas dizem que Deus é o único Deus verdadeiro, então há um único Deus, que não é divisível arbitrariamente por ninguém! Deus é um só Espírito e somente uma pessoa; e esse é o Espírito de Deus. Se é como você diz, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, então não são Eles três Deuses? O Espírito Santo é uma matéria, o Filho, outra, e o Pai, ainda outra. Eles são pessoas distintas de diferentes substâncias, então, como cada um Deles pode ser parte de um único Deus? O Espírito Santo é um Espírito; isso é fácil para o homem entender. Se assim for, então o Pai é ainda mais um Espírito. Ele nunca desceu à terra e nunca Se tornou carne; Ele é Deus Jeová no coração do homem e certamente também é um Espírito. Então, qual é a relação entre Ele e o Espírito Santo? É o relacionamento entre Pai e Filho? Ou é o relacionamento entre o Espírito Santo e o Espírito do Pai? A substância de cada Espírito é a mesma? Ou o Espírito Santo é um instrumento do Pai? Como isso pode ser explicado? E então, qual é a relação entre o Filho e o Espírito Santo? É uma relação entre dois Espíritos ou a relação entre um homem e um Espírito? Todas essas são questões que não podem ter explicação! Se Eles todos são um só Espírito, então não se pode falar de três pessoas, pois Eles são possuidores de um único Espírito. Se Eles fossem pessoas distintas, então os Espíritos Deles variariam em força, e simplesmente Eles não poderiam ser um único Espírito. Este conceito do Pai, do Filho e do Espírito Santo é muito absurdo! Isso segmenta Deus e O separa em três pessoas, cada uma com um status e Espírito; como então Ele ainda pode ser um só Espírito e um só Deus? Diga-Me, os céus e a terra e todas as coisas nela foram criadas pelo Pai, pelo Filho ou pelo Espírito Santo? Alguns dizem que Eles criaram tudo juntos. Então, quem redimiu a humanidade? Foi o Espírito Santo, o Filho ou o Pai? Alguns dizem que foi o Filho que redimiu a humanidade. Então, quem é o Filho, em substância? Ele não é a encarnação do Espírito de Deus? A encarnação chama Deus no céu pelo nome de Pai, da perspectiva de um homem criado. Você não está ciente de que Jesus nasceu da concepção por meio do Espírito Santo? Dentro Dele está o Espírito Santo; o que quer que você diga, Ele ainda é um com Deus no céu, porque Ele é a encarnação do Espírito de Deus. Essa ideia do Filho simplesmente não é verdadeira. É um Espírito que realiza toda a obra; somente o Próprio Deus, isto é, o Espírito de Deus realiza a Sua obra. Quem é o Espírito de Deus? Não é o Espírito Santo? Não é o Espírito Santo quem opera em Jesus? Se a obra não tivesse sido realizada pelo Espírito Santo (isto é, o Espírito de Deus), então Sua obra poderia representar o Próprio Deus? Quando Jesus chamou Deus no Céu pelo nome de Pai ao orar, isto foi feito somente da perspectiva de um homem criado, somente porque o Espírito de Deus havia Se vestido de uma carne comum e normal e tinha a capa exterior de um ser criado. Mesmo que dentro Dele estivesse o Espírito de Deus, Sua aparência exterior ainda era a de um homem comum; em outras palavras, Ele Se tornou o “Filho do homem”, do qual todos os homens, inclusive o Próprio Jesus, falaram. Dado que Ele é chamado o Filho do homem, Ele é uma pessoa (seja homem ou mulher, em qualquer caso, alguém com a aparência exterior de um ser humano) nascida em uma família normal de pessoas comuns. Portanto, Jesus chamar Deus no céu pelo nome de Pai era igual a como vocês inicialmente O chamavam de Pai; Ele fez isso da perspectiva de um homem da criação. Vocês ainda lembram da Oração do Senhor que Jesus lhes ensinou a memorizar? “Pai nosso que estás no céu…” Ele pediu a todo homem que chamasse Deus no céu pelo nome de Pai. E desde que Ele também O chamou de Pai, o fez da perspectiva de alguém que está em pé de igualdade com todos vocês. Desde que vocês chamaram Deus no céu pelo nome de Pai, isso mostra que Jesus viu a Si mesmo em pé de igualdade com vocês, e como um homem na terra escolhido por Deus (isto é, o Filho de Deus). Se vocês chamam Deus de “Pai”, isso não é porque vocês são seres criados? Por maior que fosse a autoridade de Jesus na terra, antes da crucificação, Ele era apenas um Filho do homem, governado pelo Espírito Santo (isto é, Deus), e um dos seres criados da terra, porque Ele ainda tinha que completar Sua obra. Portanto, Ele chamar Deus no céu de Pai era unicamente Sua humildade e obediência. O dirigir-Se a Deus (isto é, o Espírito no céu) de tal maneira, no entanto, não prova que Ele é o Filho do Espírito de Deus no céu. Pelo contrário, é simplesmente que a perspectiva Dele é diferente, não que Ele seja uma pessoa diferente. A existência de pessoas distintas é uma falácia! Antes da crucificação, Jesus era um Filho do homem, sujeito às limitações da carne, e não possuía plenamente a autoridade do Espírito. É por isso que Ele só podia buscar a vontade de Deus, o Pai, da perspectiva de um ser criado. É como Ele orou três vezes no Getsêmani: “Não como Eu quero, mas como Tu queres”. Antes de ser colocado na cruz, Ele era apenas o Rei dos Judeus; Ele era Cristo, o Filho do homem, e não um corpo de glória. É por isso que, do ponto de vista de um ser criado, Ele chamou Deus de Pai. Agora, você não pode dizer que todos os que chamam Deus de Pai são o Filho. Se fosse assim, todos vocês não teriam se tornado o Filho, uma vez que Jesus lhes ensinou a Oração do Senhor? Se ainda não estiverem convencidos, digam-Me, quem é Aquele que vocês chamam de Pai? Se vocês estão se referindo a Jesus, quem é o Pai de Jesus para vocês? Depois que Jesus foi embora, essa ideia do Pai e do Filho deixou de existir. Essa ideia só foi apropriada para os anos em que Jesus Se tornou carne; sob todas as outras circunstâncias, o relacionamento é entre o Senhor da criação e um ser criado, quando vocês chamam Deus de Pai. Não há ocasião em que essa ideia da Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo subsista; é uma falácia raramente vista através das eras, e não existe!

Isto pode lembrar, para a maioria das pessoas, as palavras de Deus em Gênesis: “Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança”. Dado que Deus diz “façamos” o homem à “nossa” imagem, “nós” indica dois ou mais; já que Ele afirmou “nós”, então não há apenas um Deus. Deste modo, o homem começou a pensar no abstrato de pessoas distintas, e dessas palavras surgiu a ideia do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Então, como é o Pai? Como é o Filho? E como é o Espírito Santo? Seria possível que a humanidade de hoje tivesse sido feita à imagem de uma unidade de três? Então, a imagem do homem é como a do Pai, a do Filho ou a do Espírito Santo? O homem é a imagem de qual das pessoas de Deus? Essa ideia do homem é simplesmente incorreta e sem sentido! Ela pode apenas dividir um Deus em vários Deuses. A época em que Moisés escreveu o Gênesis foi depois que a humanidade foi criada, após a criação do mundo. No início, quando o mundo começou, Moisés não existia. E foi só muito tempo depois que Moisés escreveu a Bíblia, então como ele poderia saber o que o Deus no céu falou? Ele não tinha nenhum indício de como Deus criou o mundo. No Antigo Testamento da Bíblia, não há menção ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, somente do único Deus verdadeiro, Jeová, realizando Sua obra em Israel. Ele é chamado por nomes diferentes à medida que a era muda, mas isso não pode provar que cada nome se refere a uma pessoa diferente. Se assim fosse, não haveria inúmeras pessoas em Deus? O que está escrito no Antigo Testamento é a obra de Jeová, uma etapa da obra do Próprio Deus para instauração na Era da Lei. Foi a obra de Deus, em que Ele falou, e tudo se fez; Ele ordenou, e tudo passou a existir. Em nenhum momento Jeová disse que Ele era o Pai que vindo para realizar a obra, ou profetizou o Filho vindo para redimir a humanidade. Quando chegou a época de Jesus, dizia-se apenas que Deus havia Se tornado carne para redimir toda a humanidade, e não que era o Filho que havia vindo. Como as eras não são iguais e a obra que o Próprio Deus faz também varia, Ele precisa realizar Sua obra dentro de diferentes reinos. Desta forma, a identidade que Ele representa também varia. O homem acredita que Jeová é o Pai de Jesus, mas isso na verdade não foi reconhecido por Jesus, que disse: “Nós nunca fomos distinguidos como Pai e Filho; Eu e o Pai no céu somos um. O Pai está em Mim e Eu estou no Pai; quando os seres humanos veem o Filho, eles estão vendo o Pai celestial”. Quando tudo já foi dito, seja o Pai ou o Filho, Eles são um só Espírito, não divididos em pessoas separadas. Uma vez que o homem tenta explicar, as questões são complicadas com a ideia de pessoas distintas, assim como a relação entre Pai, Filho e Espírito. Quando o homem fala de pessoas separadas, isso não materializa Deus? O homem até classifica as pessoas como primeira, segunda e terceira; esses são apenas conceitos do homem, não merecedores de referência, e totalmente irreais! Se você lhe perguntasse: “Quantos Deuses existem?”, ele diria que Deus é a Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo: o único Deus verdadeiro. Se você perguntasse novamente: “Quem é o Pai?”, ele diria: “O Pai é o Espírito de Deus no céu; Ele é o responsável por tudo e é o Mestre do Céu”. “Então, Jeová é o Espírito?”, ele diria: “Sim!” Se você perguntasse a ele: “Quem é o Filho?”, ele diria que Jesus é o Filho, claro. “Então, qual é a história de Jesus? De onde Ele veio?”, ele diria: “Jesus nasceu de Maria por meio da concepção do Espírito Santo”. Então a Sua substância também não é o Espírito? Não é a Sua obra, também, representante do Espírito Santo? Jeová é o Espírito, e assim também é a substância de Jesus. Agora, nos últimos dias, não é preciso dizer que é, ainda, o Espírito operando;[a] como Eles poderiam ser pessoas diferentes? Não é simplesmente o Espírito de Deus realizando a obra do Espírito sob diferentes perspectivas? Como tal, não há distinção entre pessoas. Jesus foi concebido pelo Espírito Santo e, indubitavelmente, a Sua obra foi precisamente a do Espírito Santo. Na primeira etapa da obra realizada por Jeová, Ele não Se fez carne nem apareceu ao homem. Então, o homem nunca viu Sua aparência. Não importa quão grande e alto Ele fosse, Ele ainda era o Espírito, o Próprio Deus que primeiro criou o homem. Isto é, Ele era o Espírito de Deus. Quando Ele falou ao homem dentre as nuvens, era somente um Espírito. Ninguém testemunhou Sua aparência; apenas na Era da Graça, quando o Espírito de Deus entrou na carne e foi encarnado na Judeia, é que o homem viu pela primeira vez a imagem da encarnação como judeu. O sentimento de Jeová não pôde ser sentido. No entanto, Ele foi concebido pelo Espírito Santo, isto é, concebido pelo Espírito do Próprio Jeová, e Jesus ainda nasceu como a incorporação do Espírito de Deus. O que o homem viu primeiro foi o Espírito Santo descendo como uma pomba sobre Jesus; não era o Espírito exclusivo de Jesus, e sim, o Espírito Santo. Logo, o Espírito de Jesus pode ser separado do Espírito Santo? Se Jesus é Jesus, o Filho, e o Espírito Santo é o Espírito Santo, como Eles poderiam ser um? A obra não poderia ser realizada, se fosse assim. O Espírito dentro de Jesus, o Espírito no céu e o Espírito de Jeová são todos um. Pode ser chamado o Espírito Santo, o Espírito de Deus, o Espírito sete vezes intensificado e o Espírito todo-inclusivo. O Espírito de Deus pode realizar muita obra. Ele é capaz de criar o mundo e de destruí-lo inundando a terra; Ele pode redimir toda a humanidade e, além disso, conquistar e destruir toda a humanidade. Toda essa obra é realizada pelo Próprio Deus e não pode ter sido feita por qualquer outra das pessoas de Deus em Seu lugar. Seu Espírito pode ser chamado pelos nomes de Jeová e Jesus, bem como de Todo-Poderoso. Ele é o Senhor, e Cristo. Ele também pode se tornar o Filho do homem. Ele está nos céus e também na terra; Ele está no alto, acima dos universos e entre a multidão. Ele é o único Mestre dos céus e da terra! Desde o tempo da criação até agora, essa obra foi realizada pelo Espírito do Próprio Deus. Seja a obra nos céus ou na carne, tudo é realizado pelo Seu próprio Espírito. Todas as criaturas, no céu ou na terra, estão na palma de Sua mão todo-poderosa; tudo isso é obra do Próprio Deus e não pode ser feita por nenhum outro em Seu lugar. Nos céus, Ele é o Espírito, mas também o Próprio Deus; entre os homens, Ele é carne, mas permanece o Próprio Deus. Embora Ele possa ser chamado por centenas de milhares de nomes, Ele ainda é Ele Mesmo, e toda a obra[b] é a expressão direta de Seu Espírito. A redenção de toda a humanidade por meio de Sua crucificação foi a obra direta de Seu Espírito, e assim também é a proclamação para todas as nações e todas as terras durante os últimos dias. Em todos os momentos, Deus só pode ser chamado o todo-poderoso e o único Deus verdadeiro, o Próprio Deus todo-inclusivo. As pessoas distintas não existem, muito menos essa ideia do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Existe apenas um Deus no Céu e na terra!

O plano de gestão de Deus se estende por seis mil anos e é dividido em três eras, com base nas diferenças de Sua obra: a primeira, é a Era da Lei do Antigo Testamento; a segunda, é a Era da Graça; e a terceira, é a que pertence aos últimos dias: a Era do Reino. Em cada era, uma identidade diferente é representada. Isso é apenas por causa da diferença na obra, ou seja, as exigências da obra. A primeira etapa da obra durante a Era da Lei foi realizada em Israel, e a segunda etapa da conclusão da obra de redenção foi realizada na Judeia. Para a obra da redenção, Jesus nasceu da concepção por meio do Espírito Santo e como o único Filho. Tudo isso foi devido às exigências da obra. Nos últimos dias, Deus deseja expandir Sua obra nas nações gentias e conquistar as pessoas ali, para que Seu nome seja grande entre elas. Ele deseja guiar o homem na compreensão de toda a verdade e na entrada em toda a verdade. Toda essa obra é realizada por um Espírito. Embora Ele possa fazer isso de diferentes pontos de vista, a natureza e os princípios da obra permanecem os mesmos. Assim que você observar os princípios e a natureza da obra que Eles têm realizado, saberá que tudo é feito por um Espírito. Alguns ainda podem dizer: “O Pai é o Pai; o Filho é o Filho; o Espírito Santo é o Espírito Santo e, no final, eles serão feitos um”. Logo, como você deve torná-Los um? Como o Pai e o Espírito Santo podem ser feitos um? Se Eles fossem inerentemente dois, então não importa como sejam unidos, Eles não permaneceriam duas partes? Quando se diz torná-Los um, isso não significa simplesmente juntar duas partes separadas para formar um todo? Mas Eles não eram duas partes antes de serem feitos um todo? Cada Espírito tem uma substância distinta e dois Espíritos não podem ser transformados em um único. O Espírito não é um objeto material e é diferente de qualquer outra coisa no mundo material. Da maneira como os homens veem, o Pai é um Espírito, o Filho, outro, e o Espírito Santo, ainda outro, logo, os três Espíritos se misturam como três copos de água em um todo. Isso não é, então, os três feitos um? Essa é puramente uma explicação errônea! Isso não é dividir Deus? Como o Pai, o Filho e o Espírito Santo podem todos ser feitos um? Eles não são três partes, cada qual de uma natureza diferente? Ainda há aqueles que dizem: “Deus não declarou expressamente que Jesus era Seu Filho amado?” Jesus é o amado Filho de Deus, em quem Ele Se compraz — isso foi certamente declarado pelo Próprio Deus. Isso foi Deus testemunhando de Si Mesmo, apenas de uma perspectiva diferente, aquela do Espírito no Céu testemunhando de Sua própria encarnação. Jesus é Sua encarnação, não Seu Filho no céu. Você compreende? As palavras de Jesus “Eu estou no Pai, e o Pai está em Mim”, não indicam que Eles são um só Espírito? E não é por causa da encarnação que Eles foram separados entre o Céu e a terra? Na verdade, Eles ainda são um; não importa o que aconteça, é simplesmente Deus testemunhando de Si Mesmo. Devido à mudança nas eras, às exigências da obra e às diferentes etapas de Seu plano de gestão, o nome pelo qual o homem O chama também varia. Quando Ele veio para realizar a primeira etapa da obra, Ele só poderia ser chamado de Jeová, pastor dos israelitas. Na segunda etapa, o Deus encarnado só poderia ser chamado de Senhor e Cristo. Mas naquela época, o Espírito no céu declarou apenas que Ele era o Filho amado de Deus, e não fez menção de Ele ser o único Filho de Deus. Isso simplesmente não aconteceu. Como Deus poderia ter um filho único? Então, Deus não teria Se tornado homem? Porque Ele era a encarnação, foi chamado o amado Filho de Deus e, com isso, veio o relacionamento entre Pai e Filho. Foi simplesmente por causa da separação entre o céu e a terra. Jesus orou da perspectiva da carne. Como Ele Se revestiu de uma carne de humanidade tão normal, é da perspectiva da carne que Ele disse: “Minha casca exterior é a de um ser criado. Desde que Eu me revesti de uma carne para vir a esta terra, estou agora muito, muito distante do céu”. Por esta razão, Ele só podia orar a Deus, o Pai, da perspectiva da carne. Esse era Seu dever e aquilo de que o Espírito encarnado de Deus deveria ser dotado. Não se pode dizer que Ele não é Deus simplesmente porque orou ao Pai a partir da perspectiva da carne. Embora Ele seja chamado de Filho amado de Deus, Ele ainda é o Próprio Deus, pois é apenas a encarnação do Espírito, e Sua substância ainda é o Espírito. Na visão dos homens, eles se perguntam por que Ele ora, se é o Próprio Deus. É porque Ele é o Deus encarnado, o Deus que vive dentro da carne, e não o Espírito no céu. Na visão do homem, o Pai, o Filho e o Espírito Santo são todos Deus. Somente os três, todos feitos como um, podem ser considerados o único Deus verdadeiro e, desta forma, o Seu poder é excepcionalmente grande. Ainda há aqueles que dizem que somente assim Ele é o Espírito sete vezes intensificado. Quando o Filho orou após a Sua vinda, é ao Espírito que Ele orou. Na verdade, Ele estava orando da perspectiva de um ser criado. Pois a carne não é completa, Ele não era completo e tinha muitas fraquezas quando veio em carne e Ele ficou muito perturbado quando realizou Sua obra na carne. É por isso que Ele, três vezes, orou a Deus, o Pai, antes de Sua crucificação, bem como muitas vezes até antes disso. Ele orou entre Seus discípulos; orou sozinho em uma montanha; orou a bordo do barco de pesca; orou entre a multidão; orou ao partir o pão; e orou ao abençoar os outros. Por que Ele fez isso? Foi ao Espírito que Ele orou; Ele estava orando ao Espírito, a Deus no céu, da perspectiva da carne. Portanto, do ponto de vista do homem, Jesus se tornou o Filho naquele estágio da obra. Neste estágio, porém, Ele não ora. Por quê? Porque o que Ele apresenta é a obra da palavra, e o julgamento e o castigo da palavra. Ele não precisa de orações, pois Seu ministério é falar. Ele não é colocado na cruz e não é entregue pelo homem aos que estão no poder. Ele simplesmente realiza Sua obra e pronto. Na época em que Jesus orou, Ele orava a Deus, o Pai, pela descida do reino dos céus, para que a vontade do Pai fosse feita e para que a obra viesse. Neste estágio, o reino dos céus já desceu, logo, Ele ainda precisa orar? Sua obra é encerrar a era e não há mais eras novas, logo, há necessidade de orar pelo próximo estágio? Receio que não!

Existem muitas contradições nas explicações do homem. De fato, todas elas são as noções do homem; sem mais escrutínio, todos vocês acreditariam que estão corretas. Vocês não sabem que essa ideia de Deus como uma Trindade é apenas a noção do homem? Nenhum conhecimento do homem é pleno e completo. Sempre há impurezas e o homem tem ideias demais; isso demonstra que um ser criado simplesmente não pode explicar a obra de Deus. Há coisas demais na mente do homem, tudo vindo da lógica e do pensamento, que entram em conflito com a verdade. Sua lógica pode dissecar completamente a obra de Deus? Você consegue ganhar uma visão de toda a obra de Jeová? É você como um homem que pode ver através de toda ela, ou é o Próprio Deus que consegue ver de eternidade a eternidade? É você que pode ver desde a eternidade, muito tempo atrás, até a eternidade vindoura, ou é Deus quem pode fazer isso? O que você diz? Como você é digno de explicar Deus? Sobre que fundamento está a sua explicação? Você é Deus? Os céus e a terra, e todas as coisas neles, foram criadas pelo Próprio Deus. Não foi você quem os fez, então por que você está dando explicações incorretas? Agora, você continua a acreditar na Trindade? Você não acha que é muito pesado desse modo? Seria melhor para você acreditar em um só Deus, não em três. É melhor ser leve, pois o fardo do Senhor é leve.

de “A Palavra manifesta em carne”

Notas de rodapé:

a. O texto original não contém a palavra “operando”.

b. O texto original não contém a frase “a obra”.

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