302 Os feitos de Deus são insondáveis

Vemos Tua majestade bem alto acima dos céus.

Nunca iremos a Ti sem reverência.

Quem conhece Tua vontade, quem ousa sentir Tua ira?

Quem deseja Tua majestade, quando ela virá?

Aqui estamos, embalados por Tuas mãos,

banhados em Teu amor, comoo de mãe,

mas Tua ira nos amedronta.

Oh, és a mãe que adoramos,

o pai que amamos e respeitamos.

Nossos corações de Ti se escondem, mas não vamos longe.

E oh, em nossos corações sentimos Tua presença,

sentimos-Te oh tão perto.

Inconscientes sentimos: não podes ser sondado.

Oh, só podemos de longe Te respeitar.

Oh, simplesmente de longe Te respeitar.


Nossos corações Te amam, mas também temem,

de que servem as palavras?

Como paixões humanas podem expressar tais sentimentos?

Só podemos ir de mãos vazias a Ti,

e pedir humildes, como crianças com medo.

Tu supres nossas necessidades, sejam quais forem.

Louvor sem fim se ergue de nosso peito feliz.

Oh, sem egoísmo, deste tudo, sem exigir ou reclamar.

Raramente vemos Tua face, mas ganhamos tudo de Ti.

Oh, nós temos muitas impurezas em nós,

mas há muito tempo ganhaste todo o nosso ser.

Oh, como podem olhos carnais ver antigos fatos realizados,

oh, fatos que realizaste há tanto tempo?


Desde muito tempo, de pólo a pólo,

tudo fica exposto aos Teus olhos.

Ficamos em silêncio, ninguém ousa a Ti se comparar.

Por todos os tempos Tua palavra flui sem cessar.

A vastidão de Tuas riquezas, ninguém conhece.

Quem ousa louvar Tua beleza com palavras fáceis?

E quem ousa cantar levianamente Tua mansidão?

Oh, num instante estás longe de nós e logo perto,

longe, depois se aproxima, distante e então perto.

Oh, ninguém viu Tuas pegadas nem viu Tua sombra.

Lembranças felizes são só o que temos.

Oh, doce, tão doce é o gosto que permanece.

Oh, doce é o gosto da Tua presença que permanece.


Atemporais como céu e terra,

quem conhece o alcance dos Teus atos?

Só vemos um grão de areia na praia,

esperamos quietos à Tua disposição.

Humildes feito formigas,

como podemos nos comparar a Tua majestade?

Oh, nos refinas com rica, rica piedade.

Vemos Tua justiça oculta em Tua misericórdia, oh,

oh, justiça oculta em Tua majestade santa,

oculta em Teu amor e em Teus atos.

Oh, quem pode contar Teus atos, são muito numerosos.

Oh, quem pode contá-los, são tantos.

Oh, quem pode contar Teus atos, são muito numerosos.

Oh, quem pode contá-los, são tantos, tantos.

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