Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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Declarações de Deus Todo-Poderoso (O caminho para conhecer a Deus)

Declarações de Deus Todo-Poderoso
Declarações de Deus Todo-Poderoso (O caminho para conhecer a Deus)

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Declarações de Cristo dos últimos dias (Seleções)
Declarações de Cristo dos Últimos Dias (Seleções)

O testemunho de Jó traz conforto a Deus

Se Eu lhes disser agora que Jó é um homem amável, vocês podem não ser capazes de apreciar o significado dentro dessas palavras, e podem não ser capazes de compreender o sentimento por trás do porquê de Eu ter falado todas essas coisas; mas espere até o dia em que vocês tenham experimentado provações iguais ou parecidas com as de Jó, quando vocês tiverem passado por adversidades, quando vocês passarem por provações pessoalmente arranjadas para vocês por Deus, quando derem tudo de si e aguentarem humilhações e dificuldades, a fim de prevalecer sobre Satanás e dar testemunho de Deus em meio às tentações — então você poderá apreciar o significado dessas palavras que Eu falo. Naquele momento, você sentirá que é muito inferior a Jó, sentirá quão adorável Jó é e que é digno de imitação; quando chegar a hora, você perceberá como aquelas palavras clássicas faladas por Jó são importantes para quem é corrupto e quem vive nestes tempos e você perceberá como é difícil para as pessoas de hoje alcançar o que foi alcançado por Jó. Quando você sentir que é difícil, você apreciará quão ansioso e preocupado está o coração de Deus, você apreciará quão alto é o preço pago por Deus para ganhar tais pessoas, e quão precioso é aquilo que é feito e gasto por Deus para a humanidade. Agora que vocês ouviram essas palavras, vocês têm uma compreensão precisa e uma avaliação correta de Jó? Aos seus olhos, Jó era um homem verdadeiramente perfeito e reto que temia a Deus e se desviava do mal? Eu acredito que a maioria das pessoas certamente dirão: sim. Pois os fatos do que Jó agiu e revelou são inegáveis por qualquer homem ou por Satanás. São a prova mais poderosa do triunfo de Jó sobre Satanás. Essa prova foi produzida em Jó e foi o primeiro testemunho recebido por Deus. Assim, quando Jó triunfou nas tentações de Satanás e deu testemunho de Deus, Deus viu a esperança em Jó e Seu coração foi consolado por Jó. Desde a criação até Jó, essa foi a primeira vez que Deus realmente experimentou o que era conforto, e o que significava ser consolado pelo homem, e foi a primeira vez que Ele viu, e ganhou, o verdadeiro testemunho que foi dado a Ele.

Eu confio que, tendo ouvido o testemunho de Jó e os registros dos vários aspectos de Jó, a maioria das pessoas terá planos para o caminho diante delas. Assim, também, Eu confio que a maioria das pessoas que estão cheias de ansiedade e medo começará lentamente a relaxar tanto no corpo como na mente, e começará a sentir alívio, pouco a pouco...

As passagens abaixo também são registros sobre Jó. Vamos continuar lendo.

4. Jó ouviu falar de Deus pela audição do ouvido

(Jó 9:11) Eis que ele passa junto a mim, e, nao o vejo; sim, vai passando adiante, mas não o percebo.

(Jó 23:8-9) Eis que vou adiante, mas não está ali; volto para trás, e não o percebo; procuro-o à esquerda, onde ele opera, mas não o vejo; viro-me para a direita, e não o diviso.

(Jó 42:2-6) Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido. Quem é este que sem conhecimento obscurece o conselho? por isso falei do que não entendia; coisas que para mim eram demasiado maravilhosas, e que eu não conhecia. Ouve, pois, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me responderas. Com os ouvidos eu ouvira falar de ti; mas agora te veem os meus olhos. Pelo que me abomino, e me arrependo no pó e na cinza.

Embora Deus não tenha se revelado a Jó, Jó acredita na soberania de Deus

Qual é o enfoque dessas palavras? Algum de vocês percebeu que há um fato aqui? Primeiro, como Jó sabia que há um Deus? E como ele sabia que os céus e a terra e todas as coisas são governadas por Deus? Há uma passagem que responde a essas duas perguntas: Com os ouvidos eu ouvira falar de ti; mas agora te veem os meus olhos. Pelo que me abomino, e me arrependo no pó e na cinza (Jó 42:5-6). Com essas palavras, aprendemos que, em vez de ter visto Deus com seus próprios olhos, Jó havia aprendido sobre Deus a partir da lenda. Foi nessas circunstâncias que ele começou a trilhar a senda de seguir a Deus, depois do que ele confirmou a existência de Deus em sua vida e entre todas as coisas. Há um fato inegável aqui — e o que é? Apesar de ser capaz de seguir o caminho de temer a Deus e se desviar do mal, Jó nunca tinha visto a Deus. Nisso, ele não era igual às pessoas de hoje? Jó nunca tinha visto Deus, a implicação disso é que, embora ele tivesse ouvido falar de Deus, ele não sabia onde Deus estava, ou como Deus era, ou o que Deus estava fazendo, que são fatores subjetivos; objetivamente falando, embora ele seguisse a Deus, Deus nunca aparecera para ele ou falara com ele. Isso não é um fato? Embora Deus não tivesse falado com Jó nem lhe dado quaisquer ordens, Jó tinha visto a existência de Deus e contemplado Sua soberania entre todas as coisas e em lendas nas quais Jó tinha ouvido falar de Deus pela audição do ouvido, após o qual ele começou a vida de temer a Deus e se desviar do mal. Tais foram as origens e o processo pelo qual Jó seguiu a Deus. Mas não importa o quanto ele temesse a Deus e se desviasse do mal, não importa como ele se mantivesse firme em sua integridade, ainda assim Deus nunca apareceu para ele. Vamos ler esta passagem. Ele disse: “Eis que ele passa junto a mim, e, nao o vejo; sim, vai passando adiante, mas não o percebo” (Jó 9:11). O que essas palavras estão dizendo é que Jó pode ter sentido Deus ao seu redor ou não — mas nunca foi capaz de ver a Deus. Houve momentos em que ele imaginou Deus passando diante dele, ou agindo, ou guiando o homem, mas ele nunca soube. Deus vem sobre o homem quando ele não está esperando; o homem não sabe quando Deus vem sobre ele, ou onde Ele vem sobre ele, porque o homem não pode ver Deus, e assim, para o homem, Deus está escondido dele.

A fé de Jó em Deus não é abalada porque Deus está escondido dele

Na seguinte passagem das escrituras, Jó diz: “Eis que vou adiante, mas não está ali; volto para trás, e não o percebo; procuro-o à esquerda, onde ele opera, mas não o vejo; viro-me para a direita, e não o diviso” (Jó 23:8-9). Nesse registro, aprendemos que, nas experiências de Jó, Deus esteve oculto para ele por todo o tempo; Deus não tinha aparecido abertamente para ele, nem falado abertamente nenhuma palavra para ele, mas em seu coração Jó estava confiante da existência de Deus. Ele sempre acreditou que Deus poderia estar caminhando diante dele, ou poderia estar agindo ao seu lado, e que, embora ele não pudesse ver Deus, Deus estava ao lado dele governando tudo. Jó nunca tinha visto Deus, mas ele foi capaz de permanecer fiel à sua fé, que nenhuma outra pessoa foi capaz de fazer. E por que não puderam? Porque Deus não falou com Jó, nem apareceu para ele, e se ele não tivesse realmente crido, ele não poderia ter continuado, nem poderia ter se apegado ao caminho de temer a Deus e se desviar do mal. Não é verdade? Como você se sente quando lê Jó dizendo essas palavras? Você acha que a perfeição e retidão de Jó e sua justiça diante de Deus são verdadeiras e não um exagero da parte de Deus? Embora Deus tenha tratado Jó da mesma forma que às outras pessoas e não aparecesse nem falasse com ele, Jó ainda mantinha firme sua integridade, ele ainda acreditava na soberania de Deus e, além disso, frequentemente oferecia holocaustos e orava diante de Deus como um resultado de seu temor de ofender a Deus. Na capacidade de Jó de temer a Deus sem ter visto a Deus, vemos o quanto ele amava coisas positivas e quão firme e real era sua fé. Ele não negou a existência de Deus porque Deus estava escondido dele, nem perdeu sua fé e abandonou a Deus porque nunca o havia visto. Em vez disso, em meio à obra oculta de Deus de governar todas as coisas, ele percebeu a existência de Deus e sentiu a soberania e o poder de Deus. Ele não desistiu de ser justo porque Deus estava oculto, nem abandonou o caminho de temer a Deus e se desviar do mal porque Deus nunca lhe aparecera. Jó nunca pedira que Deus lhe aparecesse abertamente para provar sua existência, pois já havia contemplado a soberania de Deus entre todas as coisas e acreditava ter ganhado as bênçãos e graças que os outros não haviam ganhado. Embora Deus permanecesse oculto para ele, a fé de Jó em Deus nunca foi abalada. Assim, ele colheu o que ninguém mais tinha: a aprovação de Deus e a bênção de Deus.

Jó abençoa o nome de Deus e não pensa em bênçãos ou desastre

Há um fato que nunca é mencionado nas histórias das escrituras de Jó, que será nosso foco hoje. Embora Jó nunca tivesse visto Deus ou ouvido as palavras de Deus com seus próprios ouvidos, Deus tinha um lugar no coração de Jó. E qual era a atitude de Jó para com Deus? Era, como mencionado anteriormente, “bendito seja o nome de Jeová”. Sua bendição ao nome de Deus era incondicional, irrestrita e sem motivo. Vemos que Jó havia entregado seu coração a Deus, permitindo que ele fosse controlado por Deus; tudo o que ele pensava, tudo o que ele decidia, e tudo o que ele planejava em seu coração estava aberto a Deus e não impedido de Deus. Seu coração não estava em oposição a Deus, e ele nunca pedira a Deus para fazer qualquer coisa por ele ou dar-lhe qualquer coisa, e ele não abrigava desejos extravagantes de que ele iria ganhar qualquer coisa com base em sua adoração a Deus. Jó não falava de barganhas com Deus e não fazia pedidos ou exigências a Deus. Seu louvor ao nome de Deus era por causa do grande poder e autoridade de Deus em governar todas as coisas, e não dependia de se ele recebesse bênçãos ou fosse atingido por um desastre. Ele acreditava que, independentemente de Deus abençoar as pessoas ou trazer desastre sobre elas, o poder e a autoridade de Deus não mudarão e, portanto, independentemente das circunstâncias de uma pessoa, o nome de Deus deve ser louvado. O fato de o homem ser abençoado por Deus é por causa da soberania de Deus, e quando o desastre acontece ao homem, também é por causa da soberania de Deus. O poder e a autoridade de Deus governam e arranjam tudo concernente ao homem; os caprichos da sorte do homem são a manifestação do poder e autoridade de Deus e, independentemente do ponto de vista da pessoa, o nome de Deus deve ser louvado. Foi isso que Jó experimentou e conheceu durante os anos de sua vida. Todos os pensamentos e ações de Jó alcançaram os ouvidos de Deus e chegaram diante de Deus e foram vistos como importantes por Deus. Deus apreciou esse conhecimento de Jó e valorizou Jó por ter tal coração. Esse coração aguardava a ordem de Deus sempre, e em todos os lugares e, não importava a hora ou o lugar, recebia de bom grado o que quer que acontecesse com ele. Jó não fez exigências a Deus. O que ele exigia de si mesmo era esperar, aceitar, encarar e obedecer a todos os arranjos que vieram de Deus; Jó acreditava que esse era seu dever, e era exatamente o que era desejado por Deus. Jó nunca tinha visto Deus, nem O ouvido falar qualquer palavra, emitir qualquer ordem, dar ensinamentos ou instruí-lo de qualquer coisa. Nas palavras de hoje, para ele ser capaz de possuir tal conhecimento e atitude para com Deus quando Deus não lhe deu nenhum esclarecimento, orientação ou provisão com respeito à verdade — isso era precioso, e que ele demonstrasse tais coisas era o suficiente para Deus, e seu testemunho foi elogiado por Deus e estimado por Deus. Jó nunca tinha visto Deus ou ouvido Deus pessoalmente proferir quaisquer ensinamentos para ele, mas, para Deus, seu coração e ele mesmo eram muito mais preciosos do que aquelas pessoas que, diante de Deus, só podiam falar de teoria profunda, que só podiam se gabar e falar em oferecer sacrifícios, mas que nunca tiveram um verdadeiro conhecimento de Deus e nunca verdadeiramente temeram a Deus. Pois o coração de Jó era puro e não oculto a Deus, e sua humanidade era honesta e bondosa, e ele amava a justiça e aquilo que era positivo. Somente um homem assim, possuidor de tal coração e humanidade, era capaz de seguir o caminho de Deus e capaz de temer a Deus e se desviar do mal. Tal homem podia ver a soberania de Deus, podia ver Sua autoridade e poder, e era capaz de alcançar obediência à Sua soberania e arranjos. Apenas um homem como esse poderia realmente louvar o nome de Deus. Isso era porque ele não olhava se Deus o abençoaria ou traria um desastre, porque ele sabia que tudo é controlado pela mão de Deus, e que o homem se preocupar é um sinal de tolice, ignorância e irracionalidade, de dúvida do fato da soberania de Deus sobre todas as coisas e de não temer a Deus. O conhecimento de Jó era exatamente o que Deus queria. Então, Jó tinha um maior conhecimento teórico de Deus do que vocês? Porque a obra e as declarações de Deus naquela época eram poucos, não era fácil obter o conhecimento de Deus. Tal realização de Jó foi algo notável. Ele não tinha experimentado a obra de Deus, nem alguma vez havia ouvido Deus falar, nem visto a face de Deus. O fato de ter sido capaz de ter tal atitude para com Deus foi inteiramente o resultado de sua humanidade e sua busca pessoal, uma humanidade e busca que não são possuídas pelas pessoas hoje. Assim, naquela era, Deus disse: “ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto”. Naquela era, Deus já havia feito tal avaliação dele e chegado a tal conclusão. Quanto mais verdadeiro isso seria hoje?

Embora Deus esteja oculto do homem, Seus feitos entre todas as coisas são suficientes para que o homem O conheça

Jó não tinha visto a face de Deus, nem ouvido as palavras proferidas por Deus, muito menos pessoalmente experimentara a obra de Deus, mas seu temor a Deus e testemunho durante suas provações são testemunhados por todos, e são amados, deliciados e elogiados por Deus, e as pessoas as invejam e as admiram e, além disso, cantam louvores. Não havia nada de grande ou extraordinário em sua vida: assim como qualquer pessoa comum, ele viveu uma vida normal, saindo para trabalhar ao nascer do sol e voltando para casa para descansar ao pôr do sol. A diferença é que, durante essas várias décadas banais, ele ganhou uma percepção do caminho de Deus e percebeu e compreendeu o grande poder e soberania de Deus, como nenhuma outra pessoa jamais havia feito. Ele não era mais esperto do que qualquer pessoa comum, sua vida não era especialmente tenaz, nem, além disso, ele tinha habilidades especiais invisíveis. O que ele possuía, porém, era uma personalidade honesta, bondosa, moral, uma personalidade que amava a justiça e a retidão, e que amava coisas positivas — nenhuma das quais é possuída pela maioria das pessoas comuns. Ele diferenciava entre amor e ódio, tinha senso de justiça, era inflexível e persistente, e era diligente em seus pensamentos e, assim, durante seu tempo normal na terra, ele viu todas as coisas extraordinárias que Deus havia feito e viu a grandeza, a santidade e a justiça de Deus viu a preocupação de Deus, a benevolência e a proteção do homem, e viu a honra e autoridade do Deus supremo. A primeira razão pela qual Jó foi capaz de ganhar essas coisas que estavam além de qualquer pessoa normal foi porque ele tinha um coração puro, e seu coração pertencia a Deus e era conduzido pelo Criador. A segunda razão foi sua busca: sua busca de ser impecável e perfeito, e alguém que cumprisse a vontade do Céu, que era amado por Deus e se desviava do mal. Jó possuía e buscava essas coisas sem poder ver a Deus ou ouvir as palavras de Deus; embora nunca tivesse visto Deus, ele conheceu os meios pelos quais Deus governa sobre todas as coisas e entendeu a sabedoria com a qual Deus o faz. Embora nunca tivesse ouvido as palavras proferidas por Deus, Jó sabia que as ações de recompensar o homem e tomar do homem tudo vêm de Deus. Embora os anos de sua vida não fossem diferentes daqueles de qualquer pessoa comum, ele não permitiu que a banalidade de sua vida afetasse seu conhecimento da soberania de Deus sobre todas as coisas, ou afetasse seu modo de temer a Deus e se desviar do mal. Aos seus olhos, as leis de todas as coisas estavam cheias dos feitos de Deus, e a soberania de Deus podia ser vista em qualquer parte da vida de uma pessoa. Ele não tinha visto Deus, mas era capaz de perceber que os feitos de Deus estão em toda parte, e durante seu tempo banal na terra, em todos os cantos de sua vida ele era capaz de ver e realizar as extraordinárias e maravilhosas ações de Deus e podia ver os maravilhosos arranjos de Deus. A ocultabilidade e o silêncio de Deus não impediram que Jó percebesse os feitos de Deus, nem afetaram seu conhecimento da soberania de Deus sobre todas as coisas. Sua vida foi a percepção da soberania e arranjos de Deus, que está oculto entre todas as coisas, durante sua vida cotidiana. Em sua vida cotidiana, ele também ouviu e entendeu a voz do coração de Deus, e as palavras de Deus, que permanece em silêncio entre todas as coisas, no entanto, expressa a voz de Seu coração e Suas palavras, governando as leis de todas as coisas. Você vê, então, que se as pessoas têm a mesma humanidade e busca de Jó, então elas podem ganhar a mesma percepção e conhecimento que Jó e podem adquirir o mesmo entendimento e conhecimento da soberania de Deus sobre todas as coisas como Jó. Deus não apareceu a Jó nem falou com ele, mas Jó pôde ser perfeito e reto, temer a Deus e se desviar do mal. Em outras palavras, sem Deus ter aparecido ou falado ao homem, os feitos de Deus entre todas as coisas e Sua soberania sobre todas as coisas são suficientes para o homem se tornar consciente da existência, poder e autoridade de Deus, e o poder e autoridade de Deus são suficientes para fazer esse homem seguir o caminho de temer a Deus e se desviar do mal. Já que um homem comum como Jó foi capaz de alcançar o temor de Deus e se desviar do mal, então toda pessoa comum que segue a Deus também deveria ser capaz. Embora essas palavras possam soar como inferência lógica, isso não contraria as leis das coisas. No entanto, os fatos não correspondem às expectativas: temer a Deus e se desviar do mal, parece, é exclusividade de Jó, de Jó somente. À menção de “temer a Deus e se desviar do mal”, as pessoas pensam que isso só deveria ser feito por Jó, como se o caminho de temer a Deus e se desviar do mal tivesse sido rotulado com o nome de Jó e não estivesse relacionado com os outros. A razão para isso é clara: porque somente Jó possuía uma personalidade que era honesta, bondosa e moral, e que amava a imparcialidade, a justiça e as coisas que eram positivas, assim, somente Jó podia seguir o caminho de temer a Deus e se desviar do mal. Vocês devem ter entendido a implicação aqui — que é que, porque ninguém é possuidor de uma humanidade que é honesta, bondosa e moral, e que ama a imparcialidade e a justiça e que é positivo, ninguém pode temer a Deus e evitar o mal, e assim eles nunca podem ganhar a alegria de Deus ou permanecer firmes em meio às provações. O que também significa que, com exceção de Jó, todas as pessoas ainda estão amarradas e presas por Satanás, todas elas são acusadas, atacadas e abusadas por ele, são as que Satanás tenta tragar e estão todas sem liberdade, prisioneiras que foram levadas cativas por Satanás.

Se o coração do homem está em inimizade com Deus, como ele pode temer a Deus e se desviar do mal

Já que as pessoas de hoje não possuem a mesma humanidade que Jó, o que dizer da substância de sua natureza e da sua atitude para com Deus? Elas temem a Deus? Eles se desviam do mal? Aqueles que não temem a Deus ou evitam o mal só podem se resumir em quatro palavras: os inimigos de Deus. Vocês costumam dizer essas quatro palavras, mas nunca conheceram seu verdadeiro significado. As palavras “os inimigos de Deus” têm substância em si: elas não estão dizendo que Deus vê o homem como o inimigo, mas que o homem vê Deus como o inimigo. Primeiro, quando as pessoas começam a acreditar em Deus, quem não tem seus próprios objetivos, motivações e ambições? Mesmo que uma parte delas acredite na existência de Deus e tenha visto a existência de Deus, sua crença em Deus ainda contém essas motivações, e seu objetivo final em acreditar em Deus é receber Suas bênçãos e as coisas que elas querem. Nas experiências de vida das pessoas, elas geralmente pensam em si mesmas: “Eu abandonei minha família e minha carreira para Deus, e o que Ele me deu? Devo fazer as contas e confirmar — recebi alguma bênção recentemente? Eu dei muito durante esse período, corri, corri e sofri muito — Deus me deu alguma promessa em troca? Ele Se lembrou das minhas boas ações? Qual será o meu fim? Posso receber as bênçãos de Deus?” ... Toda pessoa constante e frequentemente faz tais cálculos em seu coração e elas fazem exigências a Deus que trazem em si suas motivações, ambições e negócios. O que quer dizer que, em seu coração, o homem está constantemente colocando Deus a prova, constantemente concebendo planos para Deus, e constantemente argumentando a favor do seu fim com Deus, e tentando extrair uma declaração de Deus, vendo se Deus pode ou não dar a ele o que ele quer. Ao mesmo tempo em que busca a Deus, o homem não trata Deus como Deus. Ele sempre tentou fazer acordos com Deus, fazendo exigências incessantes a Ele, e até mesmo pressionando-O a cada passo, tentando tomar um quilômetro depois de receber um centímetro. Ao mesmo tempo em que tenta fazer acordos com Deus, o homem também discute com Ele, e há até mesmo pessoas que, quando as provações lhes sobrevêm ou se encontram em certas situações, frequentemente se tornam fracas, passivas e negligentes em Sua obra, e cheias de reclamações sobre Deus. Desde quando começou a acreditar em Deus, o homem considera que Deus é uma cornucópia, um canivete suíço, e considera-se o maior credor de Deus, como se tentar receber bênçãos e promessas de Deus fosse seu direito intrínseco e obrigação, enquanto a responsabilidade de Deus fosse proteger e cuidar do homem e prover para ele. Essa é a compreensão básica da “crença em Deus” de todos aqueles que acreditam em Deus e da sua compreensão mais profunda do conceito de crença em Deus. Da substância da natureza humana à sua busca subjetiva, não há nada que se relacione ao temor de Deus. O objetivo do homem em acreditar em Deus não poderia ter nada a ver com a adoração a Deus. Ou seja, o homem nunca considerou nem entendeu que a crença em Deus requer temer a Deus e adorar a Deus. À luz de tais condições, a substância do homem é óbvia. E qual é essa substância? É que o coração do homem é malicioso, abriga traição e engano, não ama a equidade e a justiça, ou o que é positivo, e é desprezível e ganancioso. O coração do homem não poderia estar mais fechado a Deus; ele não o entregou absolutamente a Deus. Deus nunca viu o verdadeiro coração do homem, nem jamais foi adorado pelo homem. Não importa quão grande seja o preço que Deus paga, ou quanta obra Ele executa, ou quanto Ele provê ao homem, o homem permanece cego a isso, e totalmente indiferente. O homem nunca entregou seu coração a Deus, ele só quer se importar com seu próprio coração, tomar suas próprias decisões — cujo significado implícito é que o homem não quer seguir o caminho de temer a Deus e se desviar do mal, nem de obedecer a soberania e arranjos de Deus, nem quer adorar a Deus como Deus. Tal é o estado do homem hoje. Agora vamos olhar novamente para Jó. Primeiramente, ele fez um acordo com Deus? Ele tinha algum motivo velado para manter firme o caminho de temer a Deus e se desviar do mal? Naquela época, Deus havia falado com alguém do fim por vir? Naquela época, Deus não havia feito promessas a ninguém sobre o fim, e foi com esse pano de fundo que Jó pôde temer a Deus e se desviar do mal. As pessoas de hoje estão em nível de comparação com Jó? Há demasiada disparidade, eles estão em diferentes níveis. Embora Jó não tivesse muito conhecimento de Deus, ele havia entregado seu coração a Deus e pertencia a Deus. Ele nunca fez um acordo com Deus e não tinha desejos ou exigências extravagantes para com Deus; em vez disso, ele acreditava que “Jeová deu, e Jeová tirou”. Isso foi o que ele havia visto e ganho por se manter fiel ao caminho de temer a Deus e se desviar do mal durante muitos anos de vida. Da mesma forma, ele também obteve o resultado de “receberemos de Deus o bem, e não receberemos o mal?” Essas duas frases foram o que ele viu e veio a conhecer como resultado de sua atitude de obediência a Deus durante as experiências de sua vida, e elas também foram suas armas mais poderosas com as quais ele triunfou nas tentações de Satanás e a fundação de sua posição firme em testemunho a Deus. Neste ponto, vocês imaginam Jó como uma pessoa adorável? Vocês esperam ser uma pessoa assim? Vocês temem passar pelas tentações de Satanás? Vocês decidem orar a Deus para os sujeitar as mesmas provações que Jó? Sem dúvida, a maioria das pessoas não ousariam orar por tais coisas. É evidente, então, que a fé de vocês é lamentavelmente pequena; comparada à de Jó, a fé de vocês é simplesmente indigna de menção. Vocês são os inimigos de Deus, vocês não temem a Deus, vocês são incapazes de permanecer firmes no testemunho que vocês dão de Deus e incapazes de triunfar sobre os ataques, acusações e tentações de Satanás. O que os torna qualificados para receber as promessas de Deus? Tendo ouvido a história de Jó e entendido a intenção de Deus em salvar o homem e o significado da salvação do homem, vocês agora têm fé para aceitar as mesmas provações que Jó? Vocês não devem ter uma pequena determinação para permitir-se seguir o caminho de temer a Deus e se desviar do mal?

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