Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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VIII. É preciso comunicar claramente o aspecto da verdade acerca da diferença entre a obra de Deus e o trabalho do homem

1. Qual é a diferença essencial entre a obra de Deus e o trabalho do homem?

Palavras de Deus relevantes:

A própria obra de Deus envolve a obra de toda a humanidade e também representa a obra da era inteira. Em outras palavras, a própria obra de Deus representa o movimento e tendência de toda a obra do Espírito Santo, enquanto a obra dos apóstolos segue a própria obra de Deus e não lidera a era nem representa a tendência da obra do Espírito Santo na era inteira. Eles realizam apenas a obra que o homem deve realizar, sem nenhuma relação com a obra de gestão. A própria obra de Deus é o projeto dentro da obra de gestão. A obra do homem é apenas o dever dos homens que são usados e não tem qualquer relação com a obra de gestão. Devido às diferentes identidades e representações da obra, embora ambas sejam obra do Espírito Santo, há diferenças claras e substanciais entre a própria obra de Deus e a obra do homem.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

As palavras do Deus encarnado iniciam uma nova era, guiam toda a humanidade, revelam mistérios, e mostram ao homem a direção à frente em uma nova era. O esclarecimento obtido pelo homem não é mais do que simples prática ou conhecimento. Ele não pode guiar a humanidade inteira rumo à uma nova era ou revelar mistérios do próprio Deus. Deus, afinal, é Deus, e o homem é homem. Deus tem a substância divina, e o homem a substância humana.

de ‘Prefácio’ em “A Palavra manifesta em carne”

A obra do Deus encarnado inicia uma nova era e aqueles que derem continuidade a Sua obra são os homens que são usados por Ele. A obra realizada pelo homem é toda dentro do ministério de Deus na carne e é incapaz de seguir além desse escopo. Se Deus encarnado não vier realizar Sua obra, o homem não é capaz de dar fim à era antiga, tampouco de introduzir uma nova era. A obra realizada pelo homem é meramente dentro do alcance de seu dever que é humanamente possível, e não representa a obra de Deus. Somente o Deus encarnado pode vir e completar a obra que Ele devia fazer e, fora Ele, ninguém pode fazer essa obra em Seu lugar. Claro, o que Eu falo é em relação à obra de encarnação.

de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

O Deus encarnado é substantivamente diferente das pessoas usadas por Deus. O Deus encarnado pode realizar a obra da divindade, mas as pessoas usadas por Deus, não. No princípio de cada era, o Espírito de Deus fala pessoalmente para lançar a nova era e trazer o homem a um novo começo. Quando Ele termina Sua fala, significa que a obra de Deus na divindade está feita. Depois disso, todas as pessoas seguem a liderança daqueles que são usados por Deus para entrarem na experiência de vida.

de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

As palavras e obra dos profetas e dos que foram usados pelo Espírito Santo foram todas em cumprimento do dever do homem, realizando sua função como um ser criado, fazendo o que o homem deve fazer. Entretanto, as palavras e a obra do Deus encarnado foram para executar Seu ministério. Embora a Sua forma externa fosse a de um ser criado, a Sua obra não foi executar a Sua função, mas o Seu ministério. O termo "dever" é usado em relação aos seres criados, ao passo que "ministério" é usado em relação à carne do Deus encarnado. Existe uma diferença essencial entre os dois, e os dois não são intercambiáveis. A obra do homem é apenas cumprir seu dever, ao passo que a obra de Deus é gerenciar e executar Seu ministério. Portanto, embora muitos apóstolos tenham sido usados pelo Espírito Santo e muitos profetas estavam cheios do Espírito, suas obras e palavras foram apenas para cumprir o dever deles como seres criados. Embora as profecias deles pudessem ser maiores do que o caminho da vida falado pelo Deus encarnado, e até a humanidade deles mais transcendente do que a do Deus encarnado, eles ainda estavam fazendo seu dever e não cumprindo o ministério deles. O dever do homem se refere à função do homem e é algo alcançável para o homem. Entretanto, o ministério executado pelo Deus encarnado está relacionado à Sua gestão, sendo inalcançável pelo homem. Seja falando, operando ou manifestando maravilhas, o Deus encarnado está fazendo uma grande obra dentro da Sua gestão, e tal obra não pode ser feita pelo homem no lugar de Deus. A obra do homem é apenas cumprir seu dever como um ser criado em um determinado estágio da obra de gerenciamento de Deus. Sem o gerenciamento de Deus, isto é, se o ministério do Deus encarnado se perdesse, então também se perderia o dever de um ser criado. A obra de Deus em executar Seu ministério é para gerenciar o homem, ao passo que a do homem ao cumprir seu dever é a realização das suas próprias obrigações para atender as exigências do Criador, e não pode, de forma alguma, ser considerada como a execução do ministério de alguém. Para a essência inerente de Deus, isto é, Seu Espírito, a obra de Deus é Seu gerenciamento, mas para o Deus encarnado, que veste a forma externa de um ser criado, Sua obra é a execução do Seu ministério. Qualquer obra que Ele faça é para executar Seu ministério, e tudo o que o homem pode fazer é dar o melhor de si dentro do âmbito da Sua gestão e sob a Sua liderança.

de ‘A diferença entre o ministério do Deus Encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Jesus representou o Espírito de Deus e era o Espírito de Deus trabalhando diretamente. Ele fez a obra da nova era, a obra que ninguém havia feito antes. Ele abriu um novo caminho, representou a Jeová e representou o Próprio Deus. Enquanto que no caso de Pedro, Paulo e Davi, independentemente de como fossem chamados, representavam apenas a identidade de uma criatura de Deus, ou foram enviados por Jesus ou por Jeová. Portanto, não importa quantas obras fizeram, por maiores que fossem os milagres realizados, eles ainda eram criaturas de Deus e incapazes de representar o Espírito de Deus. Trabalharam em nome de Deus ou depois de serem enviados por Deus; além disso, trabalharam nas eras iniciadas por Jesus ou Jeová, e a obra que fizeram não foi separada. Eram, afinal de contas, apenas criaturas de Deus.

de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

João fez apenas a obra do início; mais da nova obra foi feito por Jesus. João fez nova obra também, mas não foi ele que introduziu a nova era. […] Embora João também dissesse: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”. e também pregasse o evangelho do Reino do Céu, sua obra não era profunda e constituiu apenas um começo. Em contraste, Jesus introduziu uma nova era e trouxe fim à antiga, mas Ele também cumpriu a lei do Antigo Testamento. A obra que Ele fez foi maior do que a de João e Ele veio para redimir toda a humanidade – Ele cumpriu aquela etapa da obra. João só preparou o caminho. Embora sua obra tivesse sido grande, proferisse muitas palavras e fossem numerosos os discípulos que o seguiam, sua obra não fez mais do que trazer o homem para um novo começo. Os homens nunca receberam dele a vida, o caminho ou verdades mais profundas e nem ganharam, por intermédio dele, uma compreensão da vontade de Deus. João foi um grande profeta (Elias) que inaugurou um novo terreno para a obra de Jesus e preparou os escolhidos; ele foi o precursor da Era da Graça. Tais assuntos não podem ser entendidos simplesmente pela observação de suas aparências humanas normais. Em especial, João realizou uma obra muito grandiosa; além do mais, ele nasceu pela promessa do Espírito Santo e sua obra foi sustentada pelo Espírito Santo. Sendo assim, determinar a diferença entre as suas respectivas identidades só pode ser feito através de suas obras, pois a aparência externa de um homem não fala de sua substância e o homem é incapaz de garantir o testemunho verdadeiro do Espírito Santo. A obra feita por João e a feita por Jesus não foram semelhantes e de naturezas distintas. É isso o que deveria determinar se ele é ou não Deus. A obra de Jesus foi começar, continuar, concluir e realizar. Cada um desses passos foi executado por Jesus, enquanto a obra de João não foi mais do que a de um começo. No princípio, Jesus divulgou o evangelho e pregou o caminho do arrependimento, depois batizou homens, curou enfermidades e expulsou demônios. No final, Ele redimiu a humanidade do pecado e completou a Sua obra para a era inteira. Ele pregou ao homem e divulgou o evangelho do reino do céu em todos os lugares. Foi o mesmo com João, com a diferença de que Jesus introduziu uma nova era e trouxe a Era da Graça para o homem. De Sua boca saiu a palavra sobre o que o homem deveria praticar e o caminho que o homem deveria seguir na Era da Graça, e no fim, Ele terminou a obra de redenção. Tal obra jamais poderia ter sido executada por João. Assim, foi Jesus quem fez a obra do Próprio Deus e é Ele que é o Próprio Deus e diretamente representa Deus.

de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

A obra do homem tem certo alcance e limitações. Uma pessoa só é capaz de realizar a obra de uma determinada fase e não a obra da era inteira – caso contrário, ela conduzirá as pessoas a regras. A obra do homem só pode ser aplicada a um determinado período ou fase. Isso porque a experiência do homem tem um âmbito. Não se pode comparar a obra do homem à obra de Deus. Os caminhos de prática do homem e seu conhecimento da verdade só são aplicáveis em um âmbito específico. Não é possível dizer que o caminho que o homem percorre é integralmente a vontade do Espírito Santo, porque o homem só pode ser iluminado pelo Espírito Santo e não pode ser completamente preenchido pelo Espírito Santo. As coisas que o homem é capaz de vivenciar se restringem ao âmbito da humanidade normal e não podem exceder a capacidade dos pensamentos da mente humana normal. Todos aqueles que têm expressão prática a vivenciam dentro desse limite.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Durante um período de tempo, Deus pode ter vários tipos de obra diferentes e maneiras diferentes de liderar, permitindo que as pessoas tenham sempre novas entradas e novas mudanças. É impossível descobrir as leis de Sua obra porque Ele sempre a está realizando de novas maneiras. Só assim os seguidores de Deus não se apegam a regras. A própria obra de Deus sempre evita as noções das pessoas e se opõe a essas noções. Somente aqueles que O seguem e perseguem com um coração sincero podem ter seu caráter transformado e são capazes de viver livremente sem estarem sujeitos a regras ou limitados por noções religiosas de qualquer espécie. As exigências que a obra do homem faz às pessoas são baseadas em sua própria experiência e no que ele mesmo pode alcançar. O grau dessas exigências está restrito a um determinado âmbito e os modos de prática também são muito limitados. Assim, os seguidores vivem inconscientemente dentro desse âmbito limitado; com o passar do tempo, eles se transformam em regras e rituais.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

A obra na corrente do Espírito Santo, seja a própria obra de Deus ou a obra de homens sendo usados, é a obra do Espírito Santo. […] a própria obra de Deus é a obra do Espírito Santo; a obra do Deus encarnado é nada menos do que o Espírito Santo em ação. A obra dos homens que são usados também é a obra do Espírito Santo. É que a obra de Deus é a expressão completa do Espírito Santo, e não há diferença, enquanto a obra dos homens que são usados é misturada com muitas coisas humanas e não é a expressão direta do Espírito Santo, muito menos a expressão completa.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

O que Deus expressa é o que o Próprio Deus é e isso está fora do alcance do homem, isto é, fora do alcance do pensamento do homem. Ele expressa Sua obra de liderança de toda a humanidade, e isso não é relevante para os detalhes da experiência humana, mas sim para Sua própria gestão. O homem expressa sua experiência enquanto Deus expressa Seu ser – esse ser é Seu caráter inerente e está fora do alcance do homem. A experiência do homem é a visão e o conhecimento que ele adquire baseado na expressão de Deus de Seu ser. Essa visão e esse conhecimento são chamados de ser do homem. São expressos com base no caráter inerente do homem e em seu real calibre, por isso são chamados também de ser do homem. […] O que os homens dizem é o que eles vivenciaram. É o que eles viram, o que suas mentes conseguem alcançar e o que seus sentidos conseguem sentir. Isso é o que são capazes de comunicar. As palavras proferidas pela carne encarnada de Deus são a expressão direta do Espírito e expressam a obra que foi realizada pelo Espírito. A carne não a vivenciou ou viu, mas ainda assim expressa Seu ser porque a substância da carne é o Espírito, e Ele expressa a obra do Espírito. Embora a carne seja incapaz de alcançá-la, é a obra já realizada pelo Espírito. Depois da encarnação, através da expressão da carne, Ele permite que as pessoas conheçam o ser de Deus e vejam o caráter de Deus e a obra que Ele realizou. A obra de homem permite que as pessoas entendam mais claramente em que devem entrar e o que devem compreender; ela leva as pessoas a compreender e vivenciar a verdade. A obra do homem é amparar as pessoas; a obra de Deus é abrir novos caminhos e novas eras para a humanidade e revelar às pessoas aquilo que não é do conhecimento dos mortais, permitindo que conheçam Seu caráter. A obra de Deus é liderar toda a humanidade.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Vocês precisam saber diferenciar a obra de Deus da obra do homem. O que conseguem enxergar na obra do homem? Há diversos elementos da experiência do homem na obra do homem; o homem expressa o que ele é. A própria obra de Deus também expressa o que Ele é, mas o que Ele é é diferente do que o homem é. O que o homem é representa a experiência e a vida do homem (o que o homem vivencia ou encontra em sua vida, ou suas filosofias de vida), e pessoas que vivem em ambientes diferentes expressam seres diferentes. Se você tem ou não experiências sociais e a maneira como você vive e experimenta em família podem ser vistos naquilo que você expressa, ao passo que você não consegue ver na obra de Deus encarnado se Ele tem ou não experiências sociais. Ele tem plena ciência da essência do homem, Ele é capaz de revelar todos os tipos de práticas relativas a todos os tipos de pessoas. Ele é ainda mais habilidoso em revelar o caráter corrupto e o comportamento rebelde dos homens. Ele não vive entre as pessoas mundanas, mas está ciente da natureza dos mortais e de todas as corrupções das pessoas mundanas. Isso é o que Ele é. Embora Ele não lide com o mundo, Ele conhece as regras de lidar com o mundo porque Ele entende plenamente a natureza humana. Ele conhece a obra do Espírito que os olhos do homem não podem ver e que os ouvidos do homem não podem ouvir, tanto de hoje quanto do passado. Isso inclui sabedoria que não é uma filosofia de vida e admiração que as pessoas acham difícil de entender. Isso é o que Ele é, aberto às pessoas e também oculto das pessoas. O que Ele expressa não é o que uma pessoa extraordinária é, mas os atributos e o ser inerentes do Espírito. Ele não viaja pelo mundo, mas sabe tudo sobre ele. Ele interage com os “antropoides” que não têm conhecimento ou discernimento, mas Ele expressa palavras que são superiores ao conhecimento e acima dos grandes homens. Ele vive entre um grupo de pessoas obtusas e entorpecidas que não têm humanidade e que não entendem as convenções e vidas humanas, mas Ele pode pedir aos homens que vivam a humanidade normal, revelando ao mesmo tempo a humanidade abjeta e inferior dos homens. Tudo isso é o que Ele é, superior a qualquer pessoa de carne e osso. Para Ele, é desnecessário vivenciar uma vida social complicada, incômoda e sórdida para realizar a obra que Ele precisa realizar e revelar plenamente a essência da humanidade corrupta. A vida social sórdida não edifica Sua carne. Sua obra e palavras revelam somente a desobediência do homem e não fornecem ao homem a experiência e os ensinamentos para lidar com o mundo. Ele não precisa investigar a sociedade ou a família do homem ao dar vida ao homem. A exposição e o julgamento do homem não são uma expressão das experiências de Sua carne; servem para revelar a injustiça do homem após tanto tempo conhecendo a desobediência do homem e abominando a corrupção da humanidade. A obra que Ele realiza é inteiramente para revelar Seu caráter ao homem e expressar Seu ser. Só Ele pode realizar essa obra, não é algo que uma pessoa de carne e osso possa realizar. Em relação à Sua obra, o homem não é capaz de dizer que tipo de pessoa Ele é. O homem também é incapaz de classificá-Lo como uma pessoa criada baseado em Sua obra. O que Ele é também não permite classificá-Lo como uma pessoa criada. O homem só pode considerá-Lo não humano, mas não sabe em qual categoria colocá-Lo, portanto é forçado a incluí-Lo na categoria de Deus. Não é despropositado o homem fazer isso, pois Ele já realizou muito da obra entre as pessoas que o homem é incapaz de realizar.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

A obra que Deus realiza não representa a experiência da Sua carne; a obra que o homem realiza representa a experiência do homem. Todos falam sobre suas experiências pessoais. Deus é capaz de expressar a verdade diretamente, enquanto o homem só é capaz de expressar a experiência correspondente depois de vivenciar a verdade. A obra de Deus não tem regras e não está sujeita a restrições temporais ou geográficas. Ele pode expressar o que Ele é a qualquer hora, em qualquer lugar. Ele realiza a obra como quer. A obra do homem tem condições e contexto; caso contrário, ele é incapaz de realizá-la e expressar seu conhecimento de Deus ou sua experiência da verdade. Basta comparar as diferenças entre elas para identificar se é a obra de Deus ou a obra do homem. Se não houver a própria obra de Deus e houver apenas a obra do homem, você saberá que os ensinamentos dos homens são elevados, além da capacidade de qualquer outra pessoa; seu tom de voz, seus princípios ao lidar com as coisas e sua maneira experiente e segura estão além do alcance dos outros. Todos vocês admiram essas pessoas de humanidade elevada, mas vocês são incapazes de enxergar com base na obra e nas palavras de Deus quão elevada é Sua humanidade. Em vez disso, Ele é comum, e quando está realizando a obra é normal e real, mas é também incomensurável para os mortais, o que faz com que as pessoas sintam uma espécie de reverência por Ele. Talvez a experiência de uma pessoa em sua obra seja particularmente elevada, ou sua imaginação e raciocínio sejam particularmente elevados e sua humanidade seja particularmente boa; esses só podem ganhar a admiração das pessoas, mas não despertar sua reverência e medo. As pessoas admiram aqueles que têm capacidade para realizar a obra, que têm experiência particularmente profunda e são capazes de praticar a verdade, mas eles nunca conseguem despertar reverência, apenas admiração e inveja. Mas as pessoas que vivenciaram a obra de Deus não admiram Deus, ao contrário, sentem que Sua obra está além do alcance humano e é incompreensível para o homem, e que é fresca e maravilhosa. Quando as pessoas vivenciam a obra de Deus, a primeira coisa que aprendem é que Ele é insondável, sábio e maravilhoso, e, inconscientemente, elas O reverenciam e sentem o mistério da obra que Ele realiza, que está além do alcance da mente humana. As pessoas querem apenas satisfazer Suas exigências, satisfazer Seus desejos; não desejam superá-Lo, pois a obra que Ele realiza vai além do pensamento e da imaginação do homem e não pode ser realizada pelo homem. O homem nem ao menos conhece suas próprias imperfeições, enquanto Ele abriu um novo caminho e veio conduzir o homem a um mundo mais novo e mais belo, de modo que a humanidade fez novos progressos e teve um novo começo. O que o homem sente por Ele não é admiração, ou melhor, não é apenas admiração. Seus sentimentos mais profundos são reverência e amor, ele sente que Deus é de fato maravilhoso. Deus realiza a obra que o homem é incapaz de fazer, Ele diz coisas que o homem é incapaz de dizer. As pessoas que vivenciam Sua obra têm sempre um sentimento indescritível. Pessoas com experiências mais profundas amam particularmente a Deus. Sentem sempre Sua amabilidade, sentem que Sua obra é extremamente sábia, extremamente maravilhosa, e isso gera um poder infinito entre eles. Não é medo ou amor e respeito eventuais, mas um sentimento profundo da compaixão e tolerância de Deus com o homem. No entanto, as pessoas que vivenciaram Seu castigo e julgamento sentem que Ele é majestoso e inviolável.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Se coubesse ao homem realizar tal obra, isso seria demasiadamente limitado: poderia levar o homem até certo ponto, mas não conseguiria trazê-lo ao destino eterno. O homem não é capaz de decidir o destino do homem, muito menos é capaz de garantir as perspectivas e destino futuro do homem. A obra realizada por Deus, no entanto, é diferente. Já que criou o homem, Deus também o conduz; já que salva o homem, Ele o salvará completamente e o ganhará completamente; já que Ele conduz o homem, o trará até o destino adequado; e já que criou e gerencia o homem, Ele deve assumir a responsabilidade da sina e das expectativas do homem. É essa a obra realizada pelo Criador.

de ‘Restaurar a vida normal do homem e levá-lo a um destino maravilhoso’ em “A Palavra manifesta em carne”

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