Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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Uma seleção extraída de As três passagens da palavra de Deus sobre “A visão da obra de Deus”

1. João trabalhou sete anos para Jesus e já havia preparado o caminho quando Jesus chegou. Antes disso, o evangelho do reino dos céus pregado por João foi ouvido em toda a terra, de modo que se espalhou pela Judeia, e todos o chamaram de profeta. Na época, o Rei Herodes queria matar João, mas não ousou, pois o povo tinha grande consideração por João, e Herodes temia que, se matasse João, as pessoas se revoltariam contra ele. A obra feita por João se enraizou entre as pessoas comuns, e ele fez crentes dos judeus. Ele preparou o caminho para Jesus por sete anos, até o momento em que Jesus começou a realizar Seu ministério. E, assim, João foi o maior de todos os profetas. Jesus só iniciou Sua obra oficial depois da prisão de João. Antes de João, nunca houve um profeta que preparou o caminho para Deus, porque antes de Jesus, Deus nunca havia Se tornado carne. E assim, de todos os profetas até João, ele foi o único a pavimentar o caminho para o Deus encarnado e, assim, João se tornou o maior profeta dos Antigo e Novo Testamentos. João começou a espalhar o evangelho do reino dos céus sete anos antes do batismo de Jesus. Para as pessoas, a obra que ele fez parecia superior à obra subsequente de Jesus, contudo ele ainda foi apenas um profeta. Ele operou e falou, não dentro do templo, mas nas cidades e aldeias fora dele. Isso ele fez, é claro, entre a nação judaica, particularmente entre os empobrecidos. João raramente entrava em contato com pessoas dos escalões superiores da sociedade, propagando o evangelho apenas entre as pessoas comuns da Judeia, a fim de preparar as pessoas certas para o Senhor Jesus e para preparar os lugares adequados para que Ele operasse. Com um profeta como João para preparar o caminho, o Senhor Jesus foi capaz de embarcar diretamente em Seu caminho de cruz assim que chegou. Quando Deus Se fez carne para fazer Sua obra, Ele não teve que fazer a obra de escolher pessoas, e não precisou buscar pessoalmente pessoas ou um lugar no qual operar. Ele não fez tal obra quando veio; a pessoa certa já havia preparado para Ele antes de Ele chegar. João já havia concluído essa obra antes de Jesus iniciar a Sua, pois quando Deus encarnado chegou para fazer Sua obra, Ele foi direto trabalhar naqueles que há muito esperavam por Ele. Jesus não veio para fazer a obra do homem ou a obra de retificação que caiu para o homem. Ele veio apenas para realizar o ministério que era Seu para realizar, e todo o resto não tinha relação alguma com Ele. Quando João veio, ele nada fez além de trazer para fora do templo e dentre os judeus um grupo daqueles que aceitaram o evangelho do reino dos céus, a fim de que pudessem se tornar os objetos da obra do Senhor Jesus. João operou por sete anos, o que significa dizer que ele disseminou o evangelho por sete anos. Durante sua obra, João não realizou muitos milagres, pois sua obra era preparar o caminho, era a obra de preparação. Todas as outras obras, a obra que Jesus iria fazer, não tinham relação com ele; ele só pediu ao homem que confessasse seus pecados e se arrependessem e batizou as pessoas para que pudessem ser salvas. Embora ele tenha feito uma obra nova e aberto um caminho em que o homem nunca havia pisado antes, ele apenas preparou o caminho para Jesus. Ele foi apenas um profeta que fez a obra de preparação, e ele não era capaz de fazer a obra de Jesus. Embora Jesus não tenha sido o primeiro a pregar o evangelho do reino dos céus, e embora Ele tenha continuado no caminho que João havia empreendido, ainda não havia mais ninguém que pudesse fazer Sua obra, e ela estava acima da obra de João. Jesus não pôde preparar Seu próprio caminho; Sua obra foi realizada diretamente em nome de Deus. Assim, não importa por quantos anos João tenha trabalhado, ele ainda foi um profeta e ainda aquele que preparou o caminho. Os três anos de obra realizados por Jesus superaram os sete anos de obra de João, pois a substância de Sua obra não era a mesma. Quando Jesus começou a realizar Seu ministério, que é também quando a obra de João chegou ao fim, João tinha preparado pessoas e lugares suficientes para uso pelo Senhor Jesus, e eles foram suficientes para o Senhor Jesus iniciar três anos de obra. E assim, tão logo a obra de João foi concluída, o Senhor Jesus começou oficialmente Sua própria obra, e as palavras proferidas por João foram deixadas de lado. Isso porque a obra feita por João era apenas pelo bem da transição, e suas palavras não eram as palavras da vida que levariam o homem a um novo crescimento; em última análise, suas palavras foram apenas de uso temporário.

de ‘A visão da obra de Deus (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

2. Na época, parte da obra de Jesus estava de acordo com o Antigo Testamento, bem como com as leis de Moisés e as palavras de Jeová durante a Era da Lei. Jesus utilizou tudo isso para fazer parte de Sua obra. Ele pregou para o povo e ensinou a eles nas sinagogas, e Ele empregou as predições dos profetas no Antigo Testamento para repreender os fariseus que estavam em inimizade com Ele, e usou as palavras nas Escrituras para revelar sua desobediência e, assim, condená-los. Pois eles desprezavam o que Jesus fizera; em particular, muita da obra de Jesus não estava de acordo com as leis das Escrituras e, além disso, o que Ele ensinava era superior às suas próprias palavras e ainda mais superior daquilo que foi previsto pelos profetas nas Escrituras. A obra de Jesus foi apenas em prol da redenção do homem e da crucificação. Assim, não havia necessidade de Ele dizer mais palavras a fim de conquistar qualquer homem. Muito do que Ele ensinou ao homem foi extraído das palavras das Escrituras, e mesmo que Sua obra não excedesse às Escrituras, ainda assim Ele pôde realizar a obra da crucificação. Sua obra não era a da palavra, nem para conquistar a humanidade, mas para redimir a humanidade. Ele só agiu como a oferta pelo pecado para a humanidade, e não agiu como a fonte da palavra para a humanidade. Ele não fez a obra dos gentios, que foi a de conquistar o homem, mas fez a obra da crucificação, a que foi feita entre aqueles que acreditavam que havia um Deus. Embora Sua obra tenha sido realizada sobre o fundamento das Escrituras, e Ele utilizou aquilo que havia sido previsto pelos profetas antigos para condenar os fariseus, isso foi suficiente para completar a obra da crucificação. Se a obra de hoje ainda fosse realizada sobre o fundamento das previsões dos antigos profetas nas Escrituras, seria impossível conquistar vocês, pois o Antigo Testamento não contém nenhum registro da desobediência e pecados de vocês chineses, não há história dos seus pecados. E assim, se esta obra ainda permanecesse na Bíblia, vocês nunca se renderiam. A Bíblia registra apenas uma história limitada dos israelitas, uma que é incapaz de estabelecer se vocês são maus ou bons, ou de julgar vocês. Imagine se Eu fosse julgá-los de acordo com a história dos israelitas — vocês ainda Me seguiriam como o fazem hoje? Vocês sabem o quão difíceis vocês são? Se nenhuma palavra fosse proferida durante este estágio, então seria impossível completar a obra de conquista. Porque Eu não vim para ser pregado na cruz, devo falar palavras separadas da Bíblia, para que vocês sejam conquistados.

de ‘A visão da obra de Deus (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

3. A obra feita por Jesus foi meramente um estágio mais elevado que o Antigo Testamento; foi utilizada para iniciar uma era e conduzir essa era. Por que Ele disse: “Eu não vim para destruir a lei, mas para cumprir”? No entanto, em Sua obra havia muito que diferia das leis praticadas e dos mandamentos seguidos pelos israelitas do Antigo Testamento, pois Ele não veio para obedecer à lei, mas para cumpri-la. O processo de cumprimento incluiu muitas coisas reais: Sua obra era mais prática e real e, além disso, estava viva e não era adesão cega à doutrina. Os israelitas não guardavam o sábado? Quando Jesus veio, Ele não guardou o sábado, pois Ele disse que o Filho do homem era o Senhor do sábado, e quando o Senhor do sábado chegasse, Ele faria o que quisesse. Ele veio para cumprir as leis do Antigo Testamento e mudar as leis. Tudo o que é feito hoje baseia-se no presente, mas ainda descansa no fundamento da obra de Jeová na Era da Lei e não transgride esse escopo. Tomar cuidado com sua língua e não cometer adultério, por exemplo — não são essas as leis do Antigo Testamento? Hoje, o que é exigido de vocês não se limita apenas aos Dez Mandamentos, mas são mandamentos, mas consistem em mandamentos e leis de uma ordem mais elevada do que as que vieram antes, mas isso não significa que o que veio antes tenha sido abolido, pois cada estágio da obra de Deus é realizado sobre a fundação do estágio anterior. Quanto àquilo que Jeová apresentou a Israel, como exigir que o povo oferecesse sacrifícios, honrasse seus pais, não adorasse ídolos, não agredisse os outros, não amaldiçoasse os outros, não cometesse adultério, não fumasse nem bebesse, e não comesse coisas mortas nem bebesse sangue: isso não forma a base de sua prática ainda hoje? É sobre a fundação do passado que a obra foi realizada até hoje. Embora as leis do passado não sejam mais mencionadas e novas demandas tenham sido feitas a você, essas leis, longe de ser abolidas, foram, ao contrário, elevadas a um status mais alto. Dizer que foram abolidas significa que a era anterior está desatualizada, enquanto há alguns mandamentos que você deve sempre honrar por toda a eternidade. Os mandamentos do passado já foram colocados em prática, já se tornaram o ser do homem, e não há necessidade de reiterar os mandamentos de não fumar, não beber e assim por diante. Sobre esse fundamento, novos mandamentos são estabelecidos de acordo com suas necessidades de hoje, de acordo com sua estatura e de acordo com a obra de hoje. Decretar os mandamentos para a nova era não significa abolir os mandamentos da era antiga, mas elevá-los acima dessa fundação, para tornar as ações do homem mais completas e mais alinhadas com a realidade. Se, hoje, vocês só fossem obrigados a seguir os mandamentos e respeitar as leis do Antigo Testamento, da mesma forma que os israelitas, e se fosse até mesmo exigido que vocês decorassem as leis estabelecidas por Jeová, não haveria possibilidade alguma de que vocês pudessem mudar. Se vocês fossem apenas obedecer a esses poucos mandamentos limitados ou decorar inúmeras leis, sua velha natureza permaneceria profundamente enraizada, e não haveria como desarraigá-la. Assim, vocês se tornariam cada vez mais depravados, e nenhum de vocês se tornaria obediente. Isto significa dizer que alguns mandamentos simples ou inúmeras leis são incapazes de ajudá-los a conhecer as obras de Jeová. Vocês não são iguais aos israelitas: ao seguir as leis e decorar os mandamentos, eles puderam testemunhar as obras de Jeová e dar sua devoção somente a Ele, mas vocês são incapazes de conseguir isso, e alguns mandamentos da era do Antigo Testamento não são apenas incapazes de fazer vocês entregarem seu coração, ou de proteger vocês, mas em vez disso tornarão vocês negligentes, e abaixarão vocês até o Hades. Pois Minha obra é a obra de conquista e é dirigida à sua desobediência e natureza antiga. As amáveis palavras de Jeová e Jesus ficam muito aquém das severas palavras de julgamento de hoje. Sem tais palavras severas, seria impossível conquistar vocês “especialistas”, que foram desobedientes por milhares de anos. As leis do Antigo Testamento perderam seu poder sobre vocês há muito tempo, e o julgamento de hoje é muito mais formidável do que as antigas leis. O mais adequado para vocês é o julgamento, e não as restrições insignificantes das leis, pois vocês não são a humanidade do começo, mas uma humanidade corrupta há milhares de anos. O que o homem deve alcançar agora está de acordo com o estado real do homem de hoje, de acordo com o calibre e estatura atual do homem do presente, e não requer que você siga a doutrina. Isto é para que mudanças possam ser alcançadas em sua antiga natureza, e para que você possa deixar de lado suas concepções.

de ‘A visão da obra de Deus (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

4. Na época, a obra de Jesus foi a redenção de toda a humanidade. Os pecados de todos que acreditavam Nele foram perdoados; contanto que você acreditasse Nele, Ele o redimiria; se você acreditasse Nele, não era mais pecador e estava aliviado de seus pecados. É isso que significava ser salvo e ser justificado pela fé. No entanto, naqueles que acreditavam ainda restava o que era rebelde e se opunha a Deus e o que ainda precisava ser removido lentamente. A salvação não significava que o homem havia sido completamente ganho por Jesus, mas sim que o homem não era mais do pecado, que ele havia sido perdoado de seus pecados: se você acreditasse, nunca mais seria do pecado. À época, Jesus fez muitas obras que eram incompreensíveis para Seus discípulos, e Ele disse muitas coisas que as pessoas não entenderam. Isso porque, na época, Ele não deu explicações. Assim, vários anos depois que Ele partiu, Mateus criou Sua genealogia, e outros também fizeram muitas obras que eram da vontade do homem. Jesus não veio para aperfeiçoar e ganhar o homem, mas sim para realizar um estágio da obra: dar origem ao evangelho do reino dos céus e completar a obra da crucificação — e, assim, assim que Jesus foi crucificado, Sua obra chegou ao fim completo. Entretanto, no estágio atual — a obra de conquista — mais palavras devem ser ditas, mais obra deve ser feita, e deve haver muitos processos. Assim também devem os mistérios da obra de Jesus e Jeová ser revelados, para que todas as pessoas possam ter entendimento e clareza em suas crenças, pois esta é a obra dos últimos dias, e os últimos dias são o fim da obra de Deus, o momento da conclusão desta obra. Esta etapa da obra elucidará para você a lei de Jeová e a redenção de Jesus, e é principalmente para que você entenda toda a obra do plano de gestão de seis mil anos de Deus e entenda todo o significado e substância desse plano e compreenda o propósito de toda a obra feita por Jesus, as palavras que Ele falou, e até mesmo sua crença cega e adoração da Bíblia. Permitirá que você perceba tudo isso. Você passará a entender tanto a obra feita por Jesus quanto a obra de Deus hoje; você entenderá e contemplará toda a verdade, a vida e o caminho. No estágio da obra feita por Jesus, por que Jesus partiu sem concluir a obra de Deus? Porque o estágio da obra de Jesus não foi a obra de conclusão. Quando Ele foi pregado na cruz, as palavras Dele também chegaram ao fim; depois de Sua crucificação, Sua obra terminou completamente. O estágio atual é diferente: somente depois das palavras serem ditas até o fim e toda a obra de Deus ser concluída terá Sua obra terminado. Durante o estágio da obra de Jesus, muitas palavras permaneceram não ditas ou não foram plenamente articuladas. No entanto, Jesus não se importava com o que Ele disse ou não, pois Seu ministério não era um ministério de palavras e, assim, depois de ser pregado na cruz, Ele partiu. Aquele estágio da obra foi principalmente pela questão da crucificação, e é diferente do estágio atual. Este estágio da obra é principalmente para completar, esclarecer e concluir toda a obra. Se as palavras não forem ditas até o fim, não haverá como concluir esta obra, pois nesta etapa da obra toda a obra é concluída e realizada utilizando palavras. Na época, Jesus fez muita obra que era incompreensível para o homem. Ele partiu em silêncio, e ainda hoje há muitos que não entendem Suas palavras, cujo entendimento é errôneo, mas ainda acreditam, baseados nisso, estar corretos, que não sabem que estão errados. No final, este estágio atual trará a obra de Deus a um final completo e levará à sua conclusão. Todos entenderão e conhecerão o plano de gestão de Deus. As concepções dentro do homem, suas intenções, sua compreensão errônea, suas concepções em relação à obra de Jeová e de Jesus, suas visões sobre os gentios e todos seus outros desvios e erros serão corrigidos. E o homem entenderá todos os caminhos corretos da vida, toda a obra feita por Deus e toda a verdade. Quando isso acontecer, este estágio da obra chegará ao fim.

de ‘A visão da obra de Deus (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

5. A obra de Jeová foi a criação do mundo, foi o início; este estágio da obra é o fim e a conclusão da obra. No início, a obra de Deus foi realizada entre os escolhidos de Israel e ela foi o alvorecer de uma nova época no mais santo de todos os lugares. O último estágio da obra é realizado no mais impuro de todos os países, para julgar o mundo e acabar com a era. No primeiro estágio, a obra de Deus foi feita no mais brilhante de todos os lugares, enquanto o último estágio é realizado no mais escuro de todos os lugares, e essa escuridão será expulsa, a luz surgirá e todo o povo conquistado. Quando as pessoas desse lugar mais impuro e mais escuro de todos tiverem sido conquistadas e toda a população tiver reconhecido que existe um Deus, que é o verdadeiro Deus, quando cada pessoa tiver sido totalmente convencida, esse fato será utilizado para realizar a obra de conquista em todo o universo. Este estágio da obra é simbólico: uma vez concluída a obra desta era, a obra de seis mil anos de gestão chegará a um fim completo. Uma vez que aqueles que estão no mais escuro de todos os lugares tiverem sido conquistados, é evidente que também será assim em todos os outros lugares. Como tal, apenas a obra de conquista na China carrega um simbolismo significativo. A China incorpora todas as forças das trevas, e o povo da China representa todos aqueles que são da carne, de Satanás e de carne e sangue. O povo chinês foi o mais corrompido pelo grande dragão vermelho, que tem a mais forte oposição a Deus, cuja humanidade é mais baixa e impura e, por isso, ele é o arquétipo de toda a humanidade corrupta. Isso não quer dizer que os outros países não tenham problema nenhum; as concepções do homem são todas iguais e, embora as pessoas desses países possam ser de bom calibre, se não conhecem a Deus, então devem se opor a Ele. Por que os judeus também se opuseram e desafiaram a Deus? Por que os fariseus também se opuseram a Ele? Por que Judas traiu Jesus? Na época, muitos dos discípulos não conheciam Jesus. Por que, depois que Jesus foi crucificado e ressuscitou, as pessoas ainda não acreditaram Nele? A desobediência do homem não é toda igual? É só que as pessoas da China são utilizadas como exemplo, e quando elas forem conquistadas, se tornarão modelo e espécime e servirão de referência para os outros. Por que Eu sempre disse que vocês são um adjunto do Meu plano de gestão? É nas pessoas da China que a corrupção, a impureza, a injustiça, a oposição e a rebeldia se manifestam mais completamente e se revelam em todas as suas variadas formas. Por um lado, elas são de baixo calibre e, por outro, suas vidas e mentalidades são atrasadas, e seus hábitos, ambiente social, família de nascimento — todos são ruins e os mais atrasados. Seu status também é baixo. A obra é simbólica neste lugar, e após esta obra de teste ter sido realizada em sua totalidade, Sua obra subsequente será muito melhor. Se este estágio da obra puder ser concluído, então a obra subsequente, nem é preciso dizer. Uma vez que esta etapa da obra tiver sido realizada, muito sucesso terá sido alcançado com plenitude, e a obra de conquista terá chegado a um fim completo em todo o universo. De fato, assim que a obra entre vocês tiver sido bem-sucedida, isso será equivalente a um sucesso em todo o universo. Essa é a importância do porquê faço vocês servirem de modelos e exemplos. Rebelião, oposição, impureza, injustiça — tudo isso é encontrado nessas pessoas, e nelas está representada toda a rebeldia da humanidade. Elas são realmente demais. Assim, elas são apresentadas como o epítome da conquista e, uma vez conquistadas, se tornarão, naturalmente, exemplo e modelo para as outras pessoas.

de ‘A visão da obra de Deus (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

6. Nada foi mais simbólico do que o primeiro estágio ser realizado em Israel: os israelitas eram os mais santos e menos corruptos de todos os povos, e assim a aurora da nova época nessa terra foi de máxima importância. Pode-se dizer que os antepassados da humanidade vieram de Israel e que Israel foi o local de nascimento da obra de Deus. No início, essas pessoas eram as mais santas, e todas adoravam a Jeová, e a obra de Deus nelas foi capaz de produzir os maiores resultados. A Bíblia inteira registra a obra de duas eras: uma foi a obra da Era da Lei, a outra a obra da Era da Graça. O Antigo Testamento registra as palavras de Jeová aos israelitas e Sua obra em Israel; o Novo Testamento registra a obra de Jesus na Judeia. Mas por que a Bíblia não contém nomes chineses? Porque as duas primeiras partes da obra de Deus foram realizadas em Israel, porque as pessoas de Israel eram as escolhidas — o que equivale a dizer que elas foram as primeiras a aceitar a obra de Jeová. Elas eram as menos corruptas de toda a humanidade e, no início, estavam decididas a admirar e reverenciar a Deus. Elas obedeceram às palavras de Jeová, sempre serviram no templo e usavam vestes sacerdotais ou coroas. Elas foram as primeiras pessoas a adorar a Deus e o primeiro objeto de Sua obra. Essas pessoas foram exemplo e modelo para toda a humanidade. Foram exemplos e modelos de santidade e justiça. Pessoas como Jó, Abraão, Ló, ou Pedro e Timóteo — foram todos israelitas e os mais santos dos exemplos e modelos. Israel foi o primeiro país a adorar a Deus entre a humanidade, e mais pessoas justas vieram de lá do que de qualquer outro lugar. Deus trabalhou nelas para que pudesse gerenciar melhor a humanidade em toda a terra no futuro. Suas realizações e a justiça de sua adoração a Jeová foram registradas para que pudessem servir de exemplo e modelo para pessoas além de Israel durante a Era da Graça; suas ações sustentaram vários milhares de anos de obra, perdurando até hoje.

de ‘A visão da obra de Deus (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

7. A Era da Graça começou com o nome de Jesus. Quando Jesus começou a realizar Seu ministério, o Espírito Santo começou a testemunhar o nome de Jesus, e o nome de Jeová não foi mais mencionado; em vez disso, o Espírito Santo empreendeu a nova obra principalmente sob o nome de Jesus. O testemunho dado por aqueles que Nele criam foi de Jesus Cristo, e o trabalho que fizeram também foi por Jesus Cristo. A conclusão da Era da Lei do Antigo Testamento significava que a obra conduzida principalmente sob o nome de Jeová havia chegado ao fim. Dali em diante, o nome de Deus já não era mais Jeová; em vez disso, Ele foi chamado de Jesus e, a partir disso o Espírito Santo iniciou a obra principalmente sob o nome de Jesus. Assim, hoje, o homem que ainda come e bebe as palavras de Jeová, e ainda faz tudo de acordo com a obra da Era da Lei — você não está seguindo cegamente os regulamentos nesse caso? Você não está preso no passado? Agora vocês sabem que os últimos dias chegaram. Será que quando Jesus vier, Ele ainda será chamado de Jesus? Jeová disse ao povo de Israel que um Messias viria e, no entanto, quando Ele veio, Ele não foi chamado de Messias, mas de Jesus. Jesus disse que Ele voltaria e que Ele chegaria da forma como Ele havia partido. Essas foram as palavras de Jesus, mas você viu a maneira pela qual Jesus partiu? Jesus saiu em uma nuvem branca, mas será que Ele retornará pessoalmente para entre os homens em uma nuvem branca? Se assim fosse, Ele ainda não seria chamado de Jesus? Quando Jesus voltar, a era já terá mudado, então Ele ainda poderia ser chamado de Jesus? É possível que Deus só possa ser conhecido pelo nome de Jesus? Ele não pode ser chamado por um novo nome em uma nova era? Pode a imagem de uma pessoa e um nome em particular representar Deus em Sua totalidade? Em cada era, Deus faz uma nova obra e é chamado por um novo nome; como Ele poderia fazer a mesma obra em diferentes épocas? Como Ele poderia Se agarrar ao velho? O nome de Jesus foi usado pelo bem da obra da redenção, então Ele ainda seria chamado pelo mesmo nome quando retornasse nos últimos dias? Ele ainda estaria fazendo a obra da redenção? Por que Jeová e Jesus são um, todavia Eles são chamados por nomes diferentes em eras diferentes? Não é porque as eras de sua obra são diferentes? Poderia um único nome representar Deus em Sua totalidade? Sendo assim, Deus deve ser chamado por um nome diferente em uma era diferente, e Ele deve utilizar o nome para alterar a era e representar a era. Pois nenhum nome pode representar totalmente o Próprio Deus, e cada nome só é capaz de representar o aspecto temporal do caráter de Deus em uma determinada era; tudo que ele precisa fazer é representar Sua obra. Portanto, Deus pode escolher qualquer nome apropriado a Seu caráter para representar a era inteira. Não importa se é a era de Jeová ou a era de Jesus, cada era é representada por um nome. No final da Era da Graça, a era final chegou, e Jesus já veio. Como Ele ainda poderia ser chamado de Jesus? Como Ele ainda poderia assumir a forma de Jesus entre os homens? Você esqueceu que Jesus não passava da imagem de um nazareno? Você esqueceu que Jesus foi apenas o Redentor da humanidade? Como Ele poderia assumir a obra de conquistar e aperfeiçoar o homem nos últimos dias?

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

8. Toda vez que Deus vem à terra, Ele muda Seu nome, Seu gênero, Sua imagem e Sua obra; Ele não repete Sua obra. Ele é um Deus que é sempre novo e nunca velho. Quando Ele veio anteriormente, Ele foi chamado de Jesus; Ele ainda pode ser chamado de Jesus quando voltar dessa vez? Quando Ele veio antes, Ele era do sexo masculino; Ele pode ser do sexo masculino novamente desta vez? Quando Ele veio durante a Era da Graça, Sua obra era ser pregado na cruz; quando Ele voltar, poderá Ele ainda redimir a humanidade do pecado? Ele pode ser pregado na cruz novamente? Isso não seria repetir Sua obra? Você não sabia que Deus é sempre novo e nunca velho? Há quem diga que Deus é imutável. Isso está correto, mas tem a ver com a imutabilidade do caráter de Deus e Sua substância. Mudanças em Seu nome e obra não provam que Sua substância mudou; em outras palavras, Deus sempre será Deus, e isso nunca mudará. Se você dissesse que a obra de Deus é imutável, Ele poderia terminar Seu plano de gestão de seis mil anos? Você só sabe que Deus é para sempre imutável, mas você sabe que Deus é sempre novo e nunca velho? Se a obra de Deus é imutável, Ele poderia ter conduzido a humanidade até os dias de hoje? Se Deus é imutável, por que Ele já fez a obra de duas eras? Sua obra nunca deixa de avançar, o que significa dizer que Seu caráter é revelado gradualmente ao homem, e o que é revelado é Seu caráter inerente. No início, o caráter de Deus estava oculto do homem; Ele nunca revelou abertamente Seu caráter ao homem, e o homem simplesmente não tinha conhecimento Dele. Por isso, Ele utiliza Sua obra para revelar gradualmente Seu caráter ao homem, mas trabalhar dessa maneira não significa que o caráter de Deus muda em todas as eras. Não é o caso de que o caráter de Deus mude constantemente porque Sua vontade está sempre mudando. Pelo contrário, porque as eras de Sua obra são diferentes, Deus toma Seu caráter inerente em sua totalidade e o revela ao homem passo a passo para que o homem seja capaz de conhecê-Lo. Mas isso não é de forma alguma prova de que Deus não tem um caráter em particular originalmente, ou que Seu caráter tenha mudado gradativamente com o passar dos séculos — tal entendimento seria errado. Deus revela ao homem Seu caráter inerente e particular — o que Ele é — de acordo com o passar dos séculos; a obra de uma única era não pode expressar todo o caráter de Deus. Assim, as palavras “Deus é sempre novo e nunca velho” referem-se à Sua obra, e as palavras “Deus é imutável” ao que Deus tem e é inerentemente. Independentemente disso, você não pode fazer a obra de seis mil anos depender de um único ponto, ou circunscrevê-la com palavras mortas. Tal é a estupidez do homem. Deus não é tão simples como o homem imagina, e Sua obra não pode permanecer em uma só era. Jeová, por exemplo, não pode sempre significar o nome de Deus; Deus também pode fazer Sua obra sob o nome de Jesus. Esse é um sinal de que a obra de Deus está sempre progredindo adiante.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

09. Deus sempre será Deus e nunca se tornará Satanás; Satanás sempre será Satanás e nunca se tornará Deus. A sabedoria de Deus, a maravilha de Deus, a justiça de Deus e a majestade de Deus nunca mudarão. Sua essência e o que Ele tem e é nunca mudarão. Sua obra, no entanto, está sempre seguindo adiante e sempre indo mais fundo, pois Ele é sempre novo e nunca velho. Em cada era Deus assume um nome novo, em cada era Ele faz uma obra nova e em cada era Ele permite que Suas criaturas vejam Sua nova vontade e Seu novo caráter. Se não virem a expressão do caráter novo de Deus na nova era, as pessoas não O pregariam na cruz para sempre? E, ao fazer isso, não definiriam Deus?

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

10. Em Sua obra final de concluir a era, o caráter de Deus é o de castigo e julgamento, o qual revela tudo que é injusto, julga publicamente todas as pessoas e aperfeiçoa as que O amam de verdade. Só um caráter como esse pode levar a era a um fim. Os últimos dias já chegaram. Todas as coisas serão classificadas segundo sua espécie e divididas em categorias diferentes com base em sua natureza. Esse é o momento em que Deus revela o desfecho e o destino das pessoas. Se as pessoas não passarem por castigo e julgamento, não haverá como revelar a desobediência e a injustiça delas. Só através do castigo e do julgamento é que o fim de todas as coisas pode ser revelado. O homem só mostra quem realmente é quando é castigado e julgado. O mal deve ser colocado com o mal, o bom com o bom, e as pessoas serão classificadas de acordo com a sua espécie. Através do castigo e do julgamento, o fim de todas as coisas será revelado, de modo que o mal será punido e o bem será recompensado, e todas as pessoas se tornarão submissas sob o domínio de Deus. Toda a obra deve ser realizada através de castigo e julgamento justos. Como a corrupção humana atingiu o ápice e a desobediência tem sido grave demais, só o caráter justo de Deus, que é principalmente o de castigo e julgamento e revelado durante os últimos dias, pode transformar e completar o homem plenamente. Só esse caráter pode expor o mal e dessa forma punir severamente todos os injustos. Portanto, um caráter como esse é imbuído da significância da era, e a revelação e a exibição de Seu caráter se dão por causa da obra de cada nova era. Deus não revela Seu caráter de forma arbitrária e sem significado. Se, quando o fim do homem é revelado durante os últimos dias, Deus ainda lhe conceder compaixão e amor inesgotáveis, se Ele ainda amar o homem, se não o sujeitar a um julgamento justo, mas lhe demonstrar tolerância, paciência e perdão, se Ele ainda perdoar não importando que pecados graves o homem comete, sem qualquer julgamento justo, então haveria algum dia um fim para todo o gerenciamento de Deus? Quando um caráter como esse seria capaz de levar a humanidade ao destino certo? Considere, por exemplo, um juiz sempre amoroso, bondoso e gentil. Ele ama as pessoas sem considerar os crimes que cometeram, é amoroso e tolerante seja com quem for. Quando esse juiz será capaz de chegar a um veredicto justo? Durante os últimos dias, só o julgamento justo pode classificar o homem e trazê-lo para um novo reino. Dessa forma, toda a era é levada a um fim através do justo caráter de Deus de julgar e castigar.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

11. A obra de Deus em toda a Sua gestão é perfeitamente clara: a Era da Graça é a Era da Graça, e os últimos dias são os últimos dias. Há diferenças distintas entre cada era, pois em cada era Deus faz uma obra representativa de tal era. Para que a obra dos últimos dias seja feita, deve haver queima, julgamento, castigo, ira e destruição para pôr fim à era. Os últimos dias referem-se à era final. Durante a era final, Deus não levará a era a um final? Para terminar a era, Deus deve trazer castigo e julgamento com Ele. Apenas desta forma Ele poderá terminar a era. O propósito de Jesus era que o homem continuasse a sobreviver, a viver, e que pudesse existir de uma maneira melhor. Ele salvou o homem do pecado para que ele pudesse cessar sua queda à depravação e não mais viver no Hades e no inferno, e, ao salvar o homem do Hades e do inferno, Ele permitiu que ele continuasse vivo. Agora, os últimos dias chegaram. Ele aniquilará o homem e destruirá a raça humana por completo, isto é, Ele transformará a rebelião da humanidade. Por essa razão, seria impossível, com o caráter compassivo e amoroso do passado, que Deus terminasse a era ou levasse a bom termo Seu plano de gestão de seis mil anos. Cada era traz uma representação especial do caráter de Deus, e cada era contém uma obra que deve ser feita por Deus. Assim, a obra realizada pelo Próprio Deus em cada era contém a expressão de Seu verdadeiro caráter, e tanto Seu nome quanto a obra que Ele faz mudam juntamente com a era; são todos novos. Durante a Era da Lei, a obra de guiar a humanidade foi feita sob o nome de Jeová, e a primeira etapa da obra foi iniciada na terra. Nessa fase, a obra consistia em construir o templo e o altar, em usar a lei para guiar o povo de Israel e trabalhar no meio deles. Ao guiar o povo de Israel, Ele estabeleceu uma base para Sua obra na terra. A partir dessa base, Ele expandiu Sua obra para além de Israel, o que significa que, partindo de Israel, Ele expandiu Sua obra para fora, para que gerações posteriores gradualmente soubessem que Jeová era Deus, e que foi Jeová quem criou os céus e a terra e todas as coisas, e que foi Jeová quem fez todas as criaturas. Por meio do povo de Israel, Ele espalhou Sua obra para além deles. A terra de Israel foi o primeiro lugar sagrado da obra de Jeová na terra, e foi na terra de Israel que Deus iniciou Sua obra na terra. Essa foi a obra da Era da Lei. Quanto à obra da Era da Graça, Jesus foi o Deus que salvou o homem. O que Ele teve e era foi graça, amor, compaixão, indulgência, paciência, humildade, cuidado e tolerância, e uma boa parte da obra que Ele fez foi em benefício da redenção do homem. Quanto à Seu caráter, era de compaixão e amor, e porque Ele era compassivo e amoroso, Ele tinha que ser pregado na cruz pelo homem, a fim de mostrar que Deus amava o homem como a Ele mesmo, tanto que Ele ofereceu a Si mesmo em Sua totalidade. Satanás disse: “Visto que Você ama o homem, Você deve amá-lo ao extremo final: Você deve ser pregado na cruz, para livrar o homem da cruz, do pecado, e Você oferecerá a Si mesmo em troca por toda a humanidade”. Satanás fez a seguinte aposta: “Sendo Você um Deus amoroso e compassivo, deve amar o homem até o extremo final: Você deve então oferecer a Si mesmo até a cruz”. Jesus respondeu: “Contanto que seja para a humanidade, estou disposto a dar tudo de Mim”. E então Ele foi à cruz sem a menor consideração por Si mesmo e redimiu toda a humanidade. Durante a Era da Graça, o nome de Deus era Jesus, isto é, Deus foi um Deus que salvou o homem, e Ele foi um Deus compassivo e amoroso. Deus estava com o homem. Seu amor, Sua compaixão e Sua salvação acompanharam cada pessoa. Somente ao aceitar o nome de Jesus e Sua presença o homem era capaz de ganhar paz e alegria, receber Sua bênção, Suas vastas e numerosas graças e Sua salvação. Através da crucificação de Jesus, todos aqueles que O seguiram receberam a salvação e foram perdoados pelos seus pecados. Durante a Era da Graça, Jesus foi o nome de Deus. Em outras palavras, a obra da Era da Graça foi feita principalmente sob o nome de Jesus. Durante a Era da Graça, Deus foi chamado de Jesus. Ele empreendeu um estágio da nova obra além do Antigo Testamento e Sua obra terminou com a crucificação. Essa foi a totalidade de Sua obra. Portanto, durante a Era da Lei, Jeová era o nome de Deus e, na Era da Graça, o nome de Jesus representava Deus. Durante os últimos dias, Seu nome é Deus Todo-Poderoso — o Todo-Poderoso, que utiliza Seu poder para guiar o homem, conquistar o homem e ganhar o homem e, no final, trazer a era ao seu fim. Em cada era, em todas as etapas de Sua obra, o caráter de Deus é evidente.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

12. No início, orientar o homem durante a Era da Lei do Antigo Testamento era como orientar a vida de uma criança. A mais antiga humanidade era recém-nascida de Jeová; eles eram os israelitas. Eles não tinham entendimento de como reverenciar a Deus ou de como viver na terra. Em outras palavras, Jeová criou a humanidade, isto é, criou Adão e Eva, mas não lhes deu as faculdades para entender como reverenciar a Jeová ou seguir as leis de Jeová na terra. Sem a orientação direta de Jeová, ninguém poderia saber disso diretamente, pois no princípio o homem não possuía tais faculdades. O homem sabia apenas que Jeová era Deus, mas no que diz respeito a reverenciá-Lo, que tipo de conduta poderia ser chamada de reverenciá-Lo, com que tipo de mente alguém deveria reverenciá-Lo, ou o que oferecer em reverência a Ele: o homem não tinha ideia alguma. O homem sabia apenas como desfrutar daquilo que poderia ser desfrutado entre todas as coisas criadas por Jeová, mas em relação a que tipo de vida na terra era digno de uma criatura de Deus, ele não tinha a menor ideia. Sem alguém para instruí-la, sem alguém para guiá-la pessoalmente, essa humanidade nunca teria levado uma vida apropriadamente adequada à humanidade, mas teria sido apenas furtivamente mantida em cativeiro por Satanás. Jeová criou a humanidade, isto é, criou os antepassados da humanidade, Eva e Adão, mas não lhes concedeu qualquer intelecto ou sabedoria a mais. Embora já estivesse vivendo na terra, ela não entendia quase nada. E assim, a obra de Jeová de criar a humanidade havia sido realizada apenas pela metade, e estava longe de estar completa. Ele havia apenas formado um modelo do homem a partir do barro e lhe dado Seu fôlego, mas sem conceder ao homem disposição suficiente para reverenciá-Lo. No início, o homem não pensava em reverenciá-Lo ou temê-Lo. O homem só sabia ouvir Suas palavras, mas ignorava o conhecimento básico da vida na terra e das regras apropriadas para a vida humana. Assim, embora Jeová tenha criado homem e mulher e concluído o projeto de sete dias, Ele de modo algum completou a criação do homem, pois o homem era apenas uma casca, e carecia da realidade de ser humano. O homem sabia apenas que foi Jeová quem criou a humanidade, mas não tinha a menor ideia de como obedecer às palavras ou às leis de Jeová. Assim, depois que a humanidade surgiu, a obra de Jeová estava longe de terminar. Ele ainda tinha que guiar a humanidade por completo para vir diante Dele, para que eles pudessem ser capazes de viver juntos na terra e reverenciá-Lo, e para que eles pudessem, com Sua orientação, entrar no caminho certo de uma vida humana normal na terra. Só dessa forma a obra que tinha sido realizada principalmente sob o nome de Jeová foi totalmente completada; isto é, só dessa forma a obra de Jeová de criar o mundo foi totalmente concluída. E assim, tendo criado a humanidade, Ele teve que guiar a vida da humanidade na terra por vários milhares de anos, a fim de que a humanidade pudesse cumprir Seus decretos e leis e participar de todas as atividades de uma vida humana normal na terra. Só então a obra de Jeová foi totalmente concluída. Ele empreendeu essa obra depois de criar a humanidade e continuou até a era de Jacó, momento em que Ele tornou os doze filhos de Jacó nas doze tribos de Israel. Daquele momento em diante todo o povo de Israel tornou-se a raça humana que foi oficialmente liderada por Ele na terra, e Israel tornou-se o local específico na terra onde Ele fez Sua obra. Jeová fez desse povo o primeiro grupo de pessoas no qual Ele fez Sua obra na terra oficialmente, e Ele fez da terra inteira de Israel o ponto de origem de Sua obra, usando-os como princípio de obra ainda maior, para que todas as pessoas nascidas Dele na terra soubessem como reverenciá-Lo e como viver na terra. E assim, as ações dos israelitas tornaram-se um exemplo a ser seguido pelo povo das nações gentias, e o que foi dito entre o povo de Israel tornou-se palavras para serem ouvidas pelo povo das nações gentias. Pois eles foram os primeiros a receber as leis e os mandamentos de Jeová, e assim também eles foram os primeiros a saber reverenciar os caminhos de Jeová. Eles foram os ancestrais da raça humana que conheciam os caminhos de Jeová, bem como os representantes da raça humana escolhidos por Jeová. Quando chegou a Era da Graça, Jeová não mais orientou o homem dessa maneira. O homem pecou e abandonou a si mesmo ao pecado e, assim, Ele começou a resgatar o homem do pecado. Desta maneira, Ele reprovou o homem até o homem ser completamente liberto do pecado. Nos últimos dias, o homem afundou a tal ponto de depravação que a obra deste estágio só pode ser realizada através de julgamento e castigo. Só assim a obra pode ser realizada. Essa foi a obra de várias eras. Ao usar o nome de Deus, a obra de Deus e as diferentes imagens de Deus para separar uma era da outra e fazer a transição entre elas, o nome de Deus e Sua obra representam Sua era e representam Sua obra em todas as eras.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

13. Poderia o nome de Jesus — “Deus conosco” — representar o caráter de Deus em sua totalidade? Poderia ele expressar Deus completamente? Se o homem diz que Deus só pode ser chamado de Jesus e não pode ter outro nome porque Deus não pode mudar Seu caráter, essas palavras são blasfêmia de fato! Você acredita que o nome Jesus, Deus conosco, sozinho, pode representar Deus em Sua totalidade? Deus pode ser chamado por muitos nomes, mas entre esses muitos nomes, não há um que seja capaz de resumir tudo de Deus, nem um que possa representar totalmente a Deus. Assim, Deus tem muitos nomes, mas esses muitos nomes não podem expressar completamente o caráter de Deus, pois o caráter de Deus é tão rico que simplesmente excede a capacidade do homem de conhecê-Lo. Não há como o homem, utilizando a linguagem da humanidade, resumir Deus completamente. A humanidade tem apenas um vocabulário limitado para resumir tudo o que ela sabe a respeito do caráter de Deus: grande, honrado, maravilhoso, insondável, supremo, santo, justo, sábio e assim por diante. Palavras demais! Este vocabulário limitado é incapaz de descrever o pouco que o homem testemunhou do caráter de Deus. Com o tempo, muitos outros acrescentaram palavras que acharam mais capazes de descrever o fervor em seus corações: Deus é grande demais! Deus é santo demais! Deus é amável demais! Hoje, dizeres humanos como esses chegaram ao seu ponto máximo, mas o homem ainda é incapaz de se expressar claramente. E assim, para o homem, Deus tem muitos nomes, mas Ele não tem um único nome, e isso é porque o ser de Deus é abundante demais, e a linguagem do homem é pobre demais. Uma palavra ou nome em particular não é capaz de representar Deus em Sua totalidade, então você acha que o nome Dele pode ser fixo? Deus é tão grande e tão santo, mas você não permitirá que Ele mude Seu nome em cada nova era? Portanto, em todas as eras em que Deus faz Sua própria obra pessoalmente, Ele utiliza um nome que convém à era de forma a resumir a obra que Ele pretende fazer. Ele utiliza esse nome em particular, que possui significado temporal, para representar Seu caráter naquela era. Isso é Deus utilizando a linguagem da humanidade para expressar Seu próprio caráter. Mesmo assim, muitas pessoas que tiveram experiências espirituais e viram Deus pessoalmente ainda sentem que esse nome em particular é incapaz de representar Deus em Sua totalidade — infelizmente, não é possível evitar isso — assim, o homem não mais se dirige a Deus por qualquer nome, mas simplesmente O chama de “Deus”. É como se o coração do homem estivesse cheio de amor e, no entanto, também atormentado por contradições, pois o homem não sabe explicar Deus. O que Deus é, é generoso demais, simplesmente não há como descrevê-lo. Não existe um único nome que possa resumir o caráter de Deus, e não há um único nome que possa descrever tudo o que Deus tem e é. Se alguém Me perguntar: “Que nome, exatamente, Você utiliza?” Eu direi: “Deus é Deus!” Não é esse o melhor nome para Deus? Essa não é o melhor encapsulamento do caráter de Deus? Sendo assim, por que vocês gastam tanto esforço buscando o nome de Deus? Por que você deveria quebrar a cabeça, ficar sem comer e dormir, tudo por causa de um nome? Chegará o dia em que Deus não será chamado de Jeová, Jesus ou de Messias — Ele será simplesmente o Criador. Naquele tempo, todos os nomes que Ele assumiu na terra chegarão ao fim, pois Sua obra na terra terá terminado, e depois disso Seus nomes não existirão mais. Quando todas as coisas estiverem sob o domínio do Criador, que necessidade Ele terá de ter um nome altamente apropriado, ainda que incompleto? Você ainda está buscando o nome de Deus agora? Você ousa ainda dizer que Deus é chamado apenas de Jeová? Você ousa ainda dizer que Deus pode ser chamado apenas de Jesus? Você pode suportar o pecado da blasfêmia contra Deus? Você deve saber que, originalmente, Deus não tinha nome. Ele só assumiu um, dois ou muitos nomes porque tinha obra a fazer e tinha que gerenciar a humanidade. Seja qual for o nome pelo qual Ele é chamado — Ele não o escolheu Ele mesmo livremente? Ele precisaria de você — uma de Suas criaturas — para decidir isso? O nome pelo qual Deus é chamado é um nome que está de acordo com o que o homem é capaz de apreender, com a linguagem da humanidade, mas esse nome não é algo que o homem possa abranger. Você só pode dizer que existe um Deus no céu, que Ele é chamado de Deus, que Ele é o Próprio Deus com grande poder, que é sábio demais, exaltado demais, maravilhoso demais, misterioso demais e todo-poderoso demais, e então você não consegue dizer mais nada; esse pouquinho é tudo que você consegue saber. Sendo assim, o mero nome de Jesus pode representar o Próprio Deus? Quando os últimos dias chegarem, embora ainda seja Deus quem faz Sua obra, Seu nome tem que mudar, pois é uma era diferente.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

14. Quando Jesus veio para fazer Sua obra, foi sob a direção do Espírito Santo; Ele fez o que o Espírito Santo desejava e ela não estava de acordo com a Era da Lei do Antigo Testamento ou com a obra de Jeová. Embora a obra que Jesus veio fazer não fosse obedecer às leis de Jeová ou aos mandamentos de Jeová, Sua fonte era única e a mesma. A obra que Jesus fez representou o nome de Jesus e representou a Era da Graça; quanto à obra feita por Jeová, ela representava a Jeová e representava a Era da Lei. Sua obra foi a obra de um Espírito em duas eras diferentes. A obra que Jesus fez só representou a Era da Graça, e a obra que Jeová fez só podia representar a Era da Lei do Antigo Testamento. Jeová apenas orientou o povo de Israel e do Egito e de todas as nações além de Israel. A obra de Jesus na Era da Graça do Novo Testamento foi obra de Deus sob o nome de Jesus enquanto Ele orientava a era. Se você disser que a obra de Jesus foi baseada na de Jeová, que Ele não iniciou nenhuma nova obra, e que tudo o que Ele fez foi segundo as palavras de Jeová, segundo a obra de Jeová e as profecias de Isaías, então Jesus não seria Deus Se tornando carne. Se Ele tivesse conduzido Sua obra dessa maneira, Ele teria sido um apóstolo ou um trabalhador da Era da Lei. Se é como você diz, então Jesus não poderia ter iniciado uma era, nem poderia ter feito qualquer outra obra. Da mesma forma, o Espírito Santo deve principalmente fazer Sua obra através de Jeová, e exceto através de Jeová, o Espírito Santo não poderia ter feito qualquer nova obra. É errado o homem entender a obra de Jesus dessa maneira. Se o homem acreditar que a obra feita por Jesus foi de acordo com as palavras de Jeová e as profecias de Isaías, então Jesus era o Deus encarnado ou Ele foi um dos profetas? Segundo essa visão, não haveria a Era da Graça, e Jesus não seria a encarnação de Deus, pois a obra que Ele realizou não poderia representar a Era da Graça e só poderia representar a Era da Lei do Antigo Testamento. Só poderia haver uma nova era quando Jesus viesse para fazer uma nova obra, para lançar uma nova era, romper a obra feita anteriormente em Israel e conduzir Sua obra não de acordo com a obra feita por Jeová em Israel, ou com Suas antigas regras, ou em conformidade com quaisquer regulamentos, mas sim para fazer a nova obra que Ele deveria fazer. O Próprio Deus vem para abrir uma era, e o Próprio Deus vem para levar a era ao fim. O homem é incapaz de fazer o trabalho de começar uma era e concluir a era. Se Jesus não levasse a obra de Jeová a um fim depois que Ele veio, isso seria prova de que Ele era apenas um homem e incapaz de representar a Deus. Precisamente porque Jesus veio e concluiu a obra de Jeová, dando sequência à obra de Jeová por iniciar Sua própria obra, nova obra, isso prova que se tratava de uma nova era e que Jesus era o Próprio Deus. Eles fizeram dois estágios distintamente diferentes da obra. Um foi realizado no templo e o outro fora do templo. Um estágio era levar a vida de homem de acordo com a lei, e o outro era oferecer uma oferta pelo pecado. Esses dois estágios da obra eram marcadamente diferentes; isso divide a nova era da antiga, e é absolutamente correto dizer que são duas eras diferentes. A localização da obra deles era diferente, e o conteúdo da obra deles era diferente e o objetivo da obra deles era diferente. Assim, eles podem ser divididos em duas eras: o Novo e o Antigo Testamentos, isto é, a nova e antiga eras. Quando Jesus veio, Ele não entrou no templo, o que prova que a era de Jeová havia terminado. Ele não entrou no templo porque a obra de Jeová no templo havia terminado e não precisava ser feita novamente, e fazê-la novamente seria repeti-la. Somente saindo do templo, iniciando uma nova obra e abrindo um novo caminho para fora do templo, Ele conseguiu levar a obra de Deus até o zênite. Se Ele não tivesse saído do templo para fazer Sua obra, a obra de Deus teria estagnado nas fundações do templo, e nunca teriam ocorrido novas mudanças. Assim, quando Jesus veio, Ele não entrou no templo e não fez Sua obra no templo. Ele fez Sua obra fora do templo e, conduzindo os discípulos, realizou Sua obra livremente. A partida de Deus do templo para fazer Sua obra significou que Deus tinha um novo plano. Sua obra deveria ser realizada fora do templo, e deveria ser uma nova obra, uma que fosse irrestrita na maneira de sua implementação. Assim que Jesus chegou, Ele levou a obra de Jeová durante a era do Antigo Testamento a um fim. Embora fossem chamados por dois nomes diferentes, foi o mesmo Espírito que realizou ambos os estágios das obras, e a obra que foi feita foi contínua. Como o nome era diferente e o conteúdo da obra era diferente, a era era diferente. Quando Jeová chegou, aquela foi a era de Jeová, e quando Jesus veio, aquela foi a era de Jesus. Assim, a cada vinda, Deus é chamado por um nome, Ele representa uma era e Ele abre um novo caminho; e em cada novo caminho, Ele assume um novo nome, que mostra que Deus é sempre novo e nunca velho, e que Sua obra nunca deixa de progredir. A história está sempre seguindo em frente, e a obra de Deus está sempre seguindo em frente. Para que Seu plano de gestão de seis mil anos chegue ao fim, ele deve continuar avançando. Cada dia Ele deve fazer uma nova obra, a cada ano Ele deve fazer uma nova obra; Ele deve abrir novos caminhos, deve lançar novas eras, começar uma obra nova e maior e, junto com elas, trazer novos nomes e novas obras.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

15. Da obra de Jeová à obra de Jesus e da obra de Jesus àquela deste estágio atual, esses três estágios abrangem de forma contínua toda a gama da gestão de Deus, e são todos obra de um só Espírito. Desde a criação do mundo, Deus sempre esteve trabalhando na gestão da humanidade. Ele é o Princípio e o Fim, Ele é o Primeiro e o Último, e Ele é Aquele que inicia uma era e Aquele que encerra a era. Os três estágios da obra, em diferentes eras e diferentes locais, são inequivocamente a obra de um só Espírito. Todos aqueles que separam esses três estágios estão em oposição a Deus. Agora, cabe a você entender que toda a obra, desde o primeiro estágio até hoje, é a obra de um só Deus, a obra de um só Espírito. Disso não pode haver dúvidas.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

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