2. O objetivo e significado de cada um dos três estágios da obra de Deus

(1) O objetivo e significado da obra de Deus na Era da Lei

Palavras de Deus relevantes:

A obra que Jeová fez sobre os israelitas estabeleceu em meio à humanidade o local terreno de origem de Deus, que também era o local sagrado onde Ele estava presente. Ele confinou Sua obra ao povo de Israel. Inicialmente, Ele não operou fora de Israel, mas, em vez disso, escolheu pessoas que considerou adequadas a fim de restringir o escopo da Sua obra. Israel é o lugar onde Deus criou Adão e Eva, e do pó desse lugar Jeová fez o homem; esse lugar se tornou a base da Sua obra na terra. Os israelitas, que eram descendentes de Noé e também descendentes de Adão, foram a fundação humana da obra de Jeová na terra.

Naquele momento, o significado, o propósito e as fases da obra de Jeová em Israel foram para iniciar a Sua obra em toda a terra, que, tomando Israel como centro, se espalhou gradualmente às nações gentias. Este é o princípio segundo o qual Ele opera em todo o universo — estabelecer um modelo e depois ampliá-lo até que todas as pessoas do universo tenham recebido o Seu evangelho. Os primeiros israelitas eram os descendentes de Noé. Essas pessoas eram dotadas somente do sopro de Jeová e entendiam o suficiente para cuidar das necessidades básicas da vida, mas não sabiam que tipo de Deus era Jeová, nem qual era a Sua vontade para o homem; muito menos sabiam como deveriam reverenciar o Senhor de toda a criação. Quanto a se havia regras e leis a obedecer,[a] ou se havia um dever que os seres criados deveriam desempenhar para o Criador, os descendentes de Adão nada sabiam sobre essas coisas. Tudo o que sabiam era que o marido deveria suar e labutar para prover para sua família, e que a esposa deveria se submeter a seu marido e perpetuar a raça de humanos que Jeová havia criado. Em outras palavras, tais pessoas, que tinham apenas o sopro de Jeová e a Sua vida, nada sabiam sobre como seguir as leis de Deus ou sobre como satisfazer o Senhor de toda criação. O que entendiam era bem pouco. Assim, mesmo que não houvesse nada de tortuoso ou desonesto em seus corações, e mesmo que ciúme e discórdia raramente surgissem em seu meio, elas não tinham conhecimento ou entendimento de Jeová, o Senhor de toda criação. Esses ancestrais do homem sabiam apenas comer as coisas de Jeová e desfrutar as coisas de Jeová, mas não sabiam reverenciar Jeová; não sabiam que Jeová é Aquele a quem deveriam adorar de joelhos dobrados. Então, como eles poderiam ser chamados Suas criaturas? Se assim fosse, como ficariam as palavras “Jeová é o Senhor de toda a criação” e “Ele criou o homem a fim de que o homem pudesse manifestá-Lo, glorificá-Lo e representá-Lo” — elas não teriam sido faladas em vão? Como um povo que não tinha reverência por Jeová poderia se tornar um testemunho da Sua glória? Como poderiam se tornar manifestações da Sua glória? As palavras de Jeová, “Eu criei o homem à Minha imagem”, não se tornariam, então, uma arma nas mãos de Satanás, o maligno? Essas palavras não se tornariam, então, um marco de humilhação à criação do homem por Jeová? A fim de concluir esse estágio da obra, Jeová, após criar a humanidade, não os instruiu nem os guiou da época de Adão até a época de Noé. Ao contrário, foi somente depois que o dilúvio destruiu o mundo que Ele começou a guiar formalmente os israelitas, que eram descendentes de Noé e também de Adão. Sua obra e Suas declarações em Israel proveram direção a todo o povo israelita enquanto eles viviam sua vida por toda a terra de Israel, mostrando assim à humanidade que Jeová não só era capaz de soprar fôlego no homem, para que ele pudesse ter vida proveniente Dele e se erguer do pó como ser humano criado, mas que Ele também poderia incinerar a humanidade, amaldiçoar a humanidade e usar Seu cajado para governar a humanidade. Assim também eles viram que Jeová podia dirigir a vida do homem na terra, bem como falar e operar em meio à humanidade de acordo com as horas do dia e da noite. Ele fez a obra somente para que Suas criaturas soubessem que o homem veio do pó que Ele apanhou e, além disso, que o homem havia sido feito por Ele. Não apenas isso, mas a obra que Ele começou em Israel tinha por propósito que outros povos e nações (que na verdade não estavam apartados de Israel, mas haviam se ramificado dos israelitas, embora fossem ainda descendentes de Adão e Eva) pudessem receber o evangelho de Jeová a partir de Israel, a fim de que todos os seres criados do universo pudessem ser capazes de reverenciar Jeová e tê-Lo como grandioso. Se Jeová não tivesse começado a Sua obra em Israel, mas, em vez disso, tendo criado a humanidade, a deixasse viver uma vida despreocupada sobre a terra, então, nesse caso, devido à natureza física do homem (natureza significa que o homem nunca é capaz de saber das coisas que não consegue ver, isto é, que ele não saberia que foi Jeová quem criou a humanidade, tampouco saberia por que Ele o fez), ele nunca saberia que foi Jeová quem criou a humanidade, nem que Ele é o Senhor de toda a criação. Se Jeová tivesse criado o homem e o colocado na terra e simplesmente tivesse removido o pó das Suas mãos e ido embora, em vez de permanecer em meio à humanidade para orientá-la por um período de tempo, então, nesse caso, toda a humanidade teria voltado ao nada; até o céu e a terra e toda a miríade de coisas por Ele criadas e toda a humanidade teriam voltado ao nada e, além disso, teriam sido espezinhados por Satanás. Dessa forma, o desejo de Jeová de que “Sobre a terra, isto é, em meio a Sua criação, Ele deveria ter um lugar para ficar, um lugar santo” teria sido destruído. E assim, após criar a humanidade, que Ele fosse capaz de permanecer em seu meio para guiá-la em sua vida e falar a ela estando em seu meio — tudo isso foi para cumprir Seu desejo e para realizar Seu plano. A obra que Ele fez em Israel foi destinada somente a executar o plano que Ele havia instituído antes de criar todas as coisas, portanto Sua obra, inicialmente entre os israelitas, e Sua criação de todas as coisas não estavam em discordância uma com a outra, mas foram ambas feitas em prol de Seu gerenciamento, da Sua obra e da Sua glória, e também a fim de aprofundar o significado da Sua criação da humanidade. Ele guiou a vida da humanidade sobre a terra por dois mil anos depois de Noé, período durante o qual ensinou a humanidade a entender como reverenciar Jeová, o Senhor de toda a criação, como conduzir suas vidas, como prosseguir vivendo e, principalmente, como agir como testemunha de Jeová, prestar obediência a Ele e reverenciá-Lo, louvando-O com música, como Davi e seus sacerdotes faziam.

Extraído de ‘A obra na Era da Lei’ em “A Palavra manifesta em carne”

No início, orientar o homem durante a Era da Lei do Antigo Testamento era como orientar a vida de uma criança. A mais antiga humanidade era recém-nascida de Jeová; eles eram os israelitas. Eles não tinham entendimento de como reverenciar a Deus ou de como viver na terra. Em outras palavras, Jeová criou a humanidade, isto é, criou Adão e Eva, mas não lhes deu as faculdades para entender como reverenciar a Jeová ou seguir as leis de Jeová na terra. Sem a orientação direta de Jeová, ninguém poderia saber disso diretamente, pois no princípio o homem não possuía tais faculdades. O homem sabia apenas que Jeová era Deus, mas no que diz respeito a reverenciá-Lo, que tipo de conduta poderia ser chamada de reverenciá-Lo, com que tipo de mente alguém deveria reverenciá-Lo, ou o que oferecer em reverência a Ele, o homem não fazia ideia. O homem sabia apenas como desfrutar daquilo que poderia ser desfrutado entre todas as coisas criadas por Jeová, mas quanto a que tipo de vida na terra era digno de uma criatura de Deus, o homem não tinha a menor ideia. Sem alguém para instruí-la, sem alguém para guiá-la pessoalmente, essa humanidade nunca teria levado uma vida apropriadamente adequada à humanidade, mas teria sido apenas furtivamente mantida em cativeiro por Satanás. Jeová criou a humanidade, isto é, criou os antepassados da humanidade, Eva e Adão, mas não lhes concedeu qualquer intelecto ou sabedoria a mais. Embora já estivesse vivendo na terra, ela não entendia quase nada. E assim, a obra de Jeová de criar a humanidade havia sido realizada apenas pela metade, e estava longe de estar completa. Ele havia apenas formado um modelo do homem a partir do barro e lhe dado Seu fôlego, mas sem conceder ao homem disposição suficiente para reverenciá-Lo. No início, o homem não pensava em reverenciá-Lo ou temê-Lo. O homem só sabia ouvir Suas palavras, mas ignorava o conhecimento básico da vida na terra e das regras normais para a vida humana. Assim, embora Jeová tenha criado homem e mulher e concluído o projeto de sete dias, Ele de modo algum completou a criação do homem, pois o homem era apenas uma casca, e carecia da realidade de ser humano. O homem sabia apenas que foi Jeová quem criou a humanidade, mas não tinha a menor ideia de como obedecer às palavras ou às leis de Jeová. Assim, depois que a humanidade surgiu, a obra de Jeová estava longe de terminar. Ele ainda tinha que guiar a humanidade por completo para vir diante Dele, para que eles pudessem ser capazes de viver juntos na terra e reverenciá-Lo, e para que eles pudessem, com Sua orientação, entrar no caminho certo de uma vida humana normal na terra. Só dessa forma a obra que tinha sido realizada principalmente sob o nome de Jeová foi totalmente completada; isto é, só dessa forma a obra de Jeová de criar o mundo foi totalmente concluída. E assim, tendo criado a humanidade, Ele teve que guiar a vida da humanidade na terra por vários milhares de anos, a fim de que a humanidade pudesse cumprir Seus decretos e leis e participar de todas as atividades de uma vida humana normal na terra. Só então a obra de Jeová foi totalmente concluída.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Então, vocês leram esses regulamentos e princípios da Era da Lei, não leram? Os regulamentos abrangem uma ampla gama? Primeiro, eles cobrem os Dez Mandamentos, depois dos quais estão os regulamentos de como construir altares e assim por diante. Esses são seguidos por regulamentos para guardar o sábado e observar as três festas, depois dos quais estão os regulamentos para as ofertas. Vocês viram quantos tipos de ofertas existem? Há ofertas queimadas, ofertas de cereais, ofertas pacíficas, ofertas pelo pecado e assim por diante. Elas são seguidas por regulamentos para as ofertas dos sacerdotes, incluindo ofertas queimadas e ofertas de cereais pelos sacerdotes e outros tipos de ofertas. O oitavo conjunto de regras é para o consumo de ofertas pelos sacerdotes. Depois há regulamentos para o que deve ser observado durante a vida das pessoas. Há estipulações para muitos aspectos da vida das pessoas, tais como os regulamentos para o que podem ou não comer, para a purificação das mulheres após o parto e para aqueles que foram curados da lepra. Nesses regulamentos, Deus vai até o ponto de falar sobre doenças, e há até regras para o abate de ovelhas e bois e assim por diante. Ovelhas e bois foram criados por Deus, e você deve abatê-los como Deus lhe disser; há, sem dúvida, razão para as palavras de Deus, sem dúvida, é certo agir conforme decretado por Deus e, certamente, de benefício para as pessoas! Há também festas e regras a serem observadas, como o Dia de Sábado, a Páscoa e muito mais — Deus falou sobre tudo isso. Vejamos os finais: outros regulamentos — acender as lâmpadas, o ano do jubileu, a redenção da terra, fazer votos, a oferta de dízimos e assim por diante. Esses abrangem uma ampla gama? A primeira coisa a ser falada é a questão das ofertas das pessoas. Então há regulamentos para o roubo e compensação e a observação do dia de sábado…; cada um dos detalhes da vida está envolvido. Isso significa, quando Deus começou a obra oficial de Seu plano de gerenciamento, Ele estabeleceu muitos regulamentos que deveriam ser seguidos pelo homem. Esses regulamentos eram para permitir que o homem conduzisse a vida normal do homem na terra, uma vida normal do homem que é inseparável de Deus e de Sua direção. Deus primeiro disse ao homem como fazer altares, como erguer os altares. Depois disso, Ele disse ao homem como fazer ofertas, e estabeleceu como o homem deveria viver — a que ele deveria prestar atenção na vida, ao que ele deveria obedecer e o que ele deveria e não deveria fazer. O que Deus estabeleceu para o homem foi todo-abrangente e, com esses costumes, regulamentos e princípios Ele padronizou o comportamento das pessoas, guiou suas vidas, guiou sua inicialização às leis de Deus, guiou-as para ir diante do altar de Deus, guiou-as a ter uma vida entre todas as coisas que Deus fez para o homem que era possuidor de ordem, regularidade e moderação. Deus primeiro usou esses regulamentos e princípios simples para estabelecer limites para o homem, de modo que na terra o homem tivesse uma vida normal de adorar a Deus, tivesse a vida normal do homem; tal é o conteúdo específico do início de Seu plano de gerenciamento de seis mil anos. Os regulamentos e regras cobrem um conteúdo muito amplo, são os detalhes da orientação de Deus para a humanidade durante a Era da Lei, eles tiveram que ser aceitos e obedecidos pelas pessoas que vieram antes da Era da Lei, são um registro da obra feita por Deus durante a Era da Lei e são uma prova real da liderança e orientação de Deus para toda a humanidade.

Extraído de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Durante a Era da Lei, a obra de guiar a humanidade foi feita sob o nome de Jeová, e a primeira etapa da obra foi iniciada na terra. Nessa fase, a obra consistia em construir o templo e o altar, em usar a lei para guiar o povo de Israel e trabalhar no meio deles. Ao guiar o povo de Israel, Ele estabeleceu uma base para Sua obra na terra. A partir dessa base, Ele expandiu Sua obra para além de Israel, o que significa que, partindo de Israel, Ele expandiu Sua obra para fora, para que gerações posteriores gradualmente soubessem que Jeová era Deus, e que foi Jeová quem criou os céus e a terra e todas as coisas, e que foi Jeová quem fez todas as criaturas. Por meio do povo de Israel, Ele espalhou Sua obra para além deles. A terra de Israel foi o primeiro lugar sagrado da obra de Jeová na terra, e foi na terra de Israel que Deus iniciou Sua obra na terra. Essa foi a obra da Era da Lei.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Durante a Era da Lei, Jeová estabeleceu muitos mandamentos para Moisés transmitir aos israelitas que o seguiram ao sair do Egito. Esses mandamentos foram dados por Jeová aos israelitas e não tinham nenhuma relação com os egípcios; eles eram destinados a restringir os israelitas, e Ele usou os mandamentos para exigir deles. Se eles observavam o Sábado, se respeitavam seus pais, se adoravam ídolos, e assim por diante — esses eram os princípios pelos quais eles eram julgados pecadores ou justos. Entre eles, houve alguns que foram atingidos pelo fogo de Jeová, alguns que foram apedrejados até a morte, e alguns que receberam a bênção de Jeová, e isso era determinado segundo se obedeciam ou não a esses mandamentos. Aqueles que não observassem o Sábado seriam apedrejados até a morte. Os sacerdotes que não observassem o Sábado seriam atingidos pelo fogo de Jeová. Aqueles que não mostrassem respeito aos pais também seriam apedrejados até a morte. Tudo isso era elogiado por Jeová. Jeová estabeleceu os Seus mandamentos e leis para que, enquanto Ele os conduzia em suas vidas, o povo ouviria e obedeceria à Sua palavra e não se rebelaria contra Ele. Ele usou essas leis para manter a raça humana recém-nascida sob controle, para melhor estabelecer a fundação de Sua futura obra. Assim, com base na obra que Jeová fez, a primeira era foi chamada Era da Lei. Embora Jeová tenha feito muitas declarações e operado muito, Ele só guiou o povo positivamente, ensinando essas pessoas ignorantes a ser humanas, a viver, a entender o caminho de Jeová. Em sua maior parte, a obra que Ele realizou foi fazer com que as pessoas observassem o Seu caminho e seguissem as Suas leis. A obra foi feita nas pessoas que eram superficialmente corrompidas, não se estendendo a ponto de transformar o caráter ou o progresso na vida delas. Ele estava interessado apenas em usar as leis para restringir e controlar as pessoas. Para os israelitas daquela época, Jeová era simplesmente um Deus no templo, um Deus nos céus. Ele era uma coluna de nuvens, uma coluna de fogo. Tudo o que Jeová requeria que eles fizessem era obedecer àquilo que as pessoas conhecem hoje como Suas leis e Seus mandamentos — poder-se-ia até dizer regras — porque o que Jeová fez não pretendia transformá-los, mas dar a eles mais coisas que o homem deve ter, instruí-los de Sua própria boca, porque, após ser criado, o homem não tinha nada do que deveria possuir. Assim, Jeová deu ao povo as coisas que eles deveriam possuir para suas vidas na terra, fazendo as pessoas que Ele havia conduzido superar seus ancestrais, Adão e Eva, porque o que Jeová deu a eles excedia o que Ele havia dado a Adão e Eva no início. Não obstante, a obra que Jeová fez em Israel foi apenas guiar a humanidade e fazê-la reconhecer seu Criador. Ele não os conquistou nem os transformou, simplesmente os guiou. Esta é a suma da obra de Jeová na Era da Lei. É o pano de fundo, a história verdadeira, a essência da Sua obra em toda a terra de Israel e o início dos Seus seis mil anos de obra — manter a humanidade sob o controle da mão de Jeová. Fruto disso, sobreveio mais obra em Seu plano de gestão de seis mil anos.

Extraído de ‘A obra na Era da Lei’ em “A Palavra manifesta em carne”

Nota de rodapé:

a. O texto original não contém a frase “a obedecer”.

(2) O objetivo e significado da obra de Deus na Era da Graça

Versos da Bíblia para referência:

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (João 3:17).

Palavras de Deus relevantes:

Jesus representa toda a obra da Era da Graça; Ele foi encarnado em pessoa, pregado na cruz e também iniciou a Era da Graça. Ele foi crucificado a fim de completar a obra da redenção, para terminar a Era da Lei e iniciar a Era da Graça e, assim, Ele foi chamado de “Comandante Supremo”, a “Oferta pelo Pecado” e o “Redentor”. Como resultado, a obra de Jesus diferiu em conteúdo da obra de Jeová, embora em princípio elas fossem as mesmas. Jeová começou a Era da Lei, estabelecendo a base — o ponto de origem — para a obra de Deus na terra e decretando as leis e os mandamentos. Essas são as duas partes da obra que Ele executou e representam a Era da Lei. A obra que Jesus realizou na Era da Graça não foi a de decretar leis, mas cumpri-los, dessa forma introduzindo a Era da Graça e concluindo a Era da Lei, que tinha durado dois mil anos. Ele foi o pioneiro, que veio a fim de iniciar a Era da Graça, mas a parte principal de Sua obra estava na redenção. E, assim, Sua obra também foi dupla: abrir uma nova era e completar a obra da redenção por meio de Sua crucificação, após a qual, Ele partiu. A partir daí, a Era da Lei estava encerrada e começou a Era da Graça.

A obra que Jesus fez estava de acordo com as necessidades do homem naquela era. Sua tarefa era redimir a humanidade, perdoá-la de seus pecados, e assim Seu caráter era totalmente de humildade, paciência, amor, piedade, tolerância, misericórdia e benignidade. Ele trouxe à humanidade graça e bênçãos abundantes e todas as coisas de que as pessoas poderiam desfrutar, Ele lhes deu para o seu deleite: paz e felicidade, Sua tolerância e Seu amor, Sua misericórdia e benignidade. Naquele tempo, a abundância de coisas para desfrutar com as quais as pessoas se deparavam — a sensação de paz e segurança dentro de seu coração, o sentimento de tranquilidade dentro de seu espírito e a dependência em Jesus, o Salvador — eram todas devidas à era em que viviam. Na Era da Graça, o homem já havia sido corrompido por Satanás e, assim, alcançar a obra de redimir toda a humanidade requereu uma abundância de graça, tolerância e paciência infinitas e, ainda mais do que isso, uma oferta suficiente para expiar os pecados da humanidade, a fim de ter um resultado. O que a humanidade viu na Era da Graça foi meramente Minha oferta de expiação pelos pecados da humanidade: Jesus. Tudo que as pessoas sabiam era que Deus poderia ser misericordioso e tolerante, e tudo que elas viram foi a misericórdia e a benignidade de Jesus. Isso ocorreu totalmente porque elas nasceram na Era da Graça. E assim, antes que pudessem ser redimidas, tinham que desfrutar dos muitos tipos de graça que Jesus lhes concedia para se beneficiar disso. Dessa forma, elas poderiam ser perdoadas de seus pecados pelo gozo da graça e também poderiam ter a chance de ser redimidas por desfrutar da tolerância e paciência de Jesus. Somente por meio da tolerância e paciência de Jesus é que elas ganharam o direito de receber perdão e desfrutar da abundância da graça concedida por Jesus. Exatamente como Ele disse: Eu vim não para redimir os justos, mas os pecadores, para permitir que os pecadores sejam perdoados de seus pecados. Se, quando Ele Se tornou carne, Jesus tivesse trazido o caráter do julgamento, da maldição e da intolerância às ofensas do homem, o homem nunca teria tido a chance de ser redimido e teria permanecido pecador para sempre. Se assim fosse, o plano de gerenciamento de seis mil anos teria parado na Era da Lei, e a Era da Lei teria sido prolongada por seis mil anos. Os pecados do homem só teriam se tornado mais numerosos e mais dolorosos, e a criação da humanidade teria sido por nada. Os homens só teriam sido capazes de servir a Jeová sob a lei, mas seus pecados teriam excedido os dos primeiros seres humanos criados. Quanto mais Jesus amava a humanidade, perdoando-a de seus pecados e trazendo-lhe misericórdia e benignidade suficientes, mais as pessoas tinham o direito de serem salvas por Jesus e de serem chamadas de os cordeiros perdidos que Jesus comprou de volta por um grande valor. Satanás não conseguiu se intrometer nessa obra, pois Jesus tratava Seus seguidores como uma mãe amorosa trata o bebê em seu seio. Ele não ficava irado nem desdenhoso para com eles, mas estava repleto de consolo; Ele nunca ficava furioso entre eles, mas tolerava os pecados deles e fazia vista grossa à sua insensatez e ignorância, a ponto de dizer: “Perdoe os outros setenta vezes sete”. Dessa forma, o coração dos outros era transformado pelo Seu coração, e só dessa maneira é que as pessoas receberam o perdão dos seus pecados através da Sua tolerância.

Extraído de ‘A verdadeira história por trás da obra da Era da Redenção’ em “A Palavra manifesta em carne”

Embora estivesse totalmente sem emoção em Sua encarnação, Jesus sempre consolou Seus discípulos, proveu para eles, os ajudou e os apoiou. Por mais obra que fizesse ou por mais sofrimento que suportasse, Ele nunca fez exigências excessivas às pessoas, mas sempre foi paciente e tolerante com seus pecados, de modo que as pessoas da Era da Graça O chamavam carinhosamente de “o amável Salvador Jesus”. Para as pessoas daquele tempo — para todas as pessoas — o que Ele tinha e era foram misericórdia e benignidade. Ele nunca Se lembrou das transgressões das pessoas, e o tratamento que lhes deu nunca se baseava nas transgressões delas. Porque aquela foi uma era diferente, Ele frequentemente dava comida abundante às pessoas para que elas se saciassem. Ele tratava todos os Seus seguidores com graça, curando os doentes, expulsando os demônios, ressuscitando os mortos. Para que as pessoas pudessem acreditar Nele e ver que tudo que Ele fazia era feito com sinceridade e de coração aberto, Ele chegou até o ponto de ressuscitar um cadáver em decomposição, mostrando-lhes que em Suas mãos até os mortos poderiam voltar à vida. Desse modo, Ele resistiu silenciosamente e executou a Sua obra de redenção entre elas. Mesmo antes de ser pregado na cruz, Jesus já havia tomado sobre Si os pecados da humanidade e Se tornara uma oferta pelo pecado do homem. Mesmo antes de ser crucificado, Ele havia aberto o caminho para a cruz a fim de redimir a humanidade. Por fim, Ele foi pregado na cruz, sacrificando-Se por causa da cruz, e concedeu toda a Sua misericórdia, benignidade e santidade à humanidade. Para com a humanidade, Ele sempre foi tolerante, nunca vingativo, perdoando-a de seus pecados, exortando-a a se arrepender e a ensinando a ter paciência, tolerância e amor, a seguir Seus passos e sacrificar a si mesma por causa da cruz. Seu amor por irmãos e irmãs excedia o Seu amor por Maria. A obra que Ele fez tinha como princípio curar os doentes e expulsar os demônios, tudo por causa de Sua redenção. Não importa aonde Ele fosse, tratava a todos os que O seguiam com graça. Ele fazia os pobres ficarem ricos, os coxos andarem, os cegos verem e os surdos ouvirem. Ele até convidava os mais humildes, os destituídos, os pecadores, a sentarem à mesma mesa com Ele, nunca os evitando, mas sempre sendo paciente, até dizendo: quando um pastor perde uma das cem ovelhas, ele deixará para trás as noventa e nove para buscar a única ovelha perdida e, quando a encontrar, se alegrará muito. Ele amava Seus seguidores como uma ovelha ama seus cordeiros. Embora fossem insensatos e ignorantes, fossem pecadores aos Seus olhos e, além disso, fossem os membros mais humildes da sociedade, Ele considerava esses pecadores — homens que os outros desprezavam — como a menina dos Seus olhos. Como os favoreceu, Ele deu a vida por eles, como um cordeiro que era oferecido sobre o altar. Ele andava dentre eles como se fosse seu servo, permitindo que O usassem e O abatessem, submetendo-Se a eles incondicionalmente. Para Seus seguidores Ele era o amável Salvador Jesus, mas para os fariseus, que instruíam as pessoas de um pedestal alto, Ele não mostrava misericórdia nem benignidade, mas aversão e ressentimento. Ele não fez muita obra entre os fariseus, só ocasionalmente os instruindo e repreendendo. Ele não andou no meio deles fazendo a obra da redenção, nem realizou sinais e maravilhas. Ele concedeu toda a Sua misericórdia e benignidade aos Seus seguidores, sofrendo pelo bem desses pecadores até o fim, quando foi pregado na cruz, e sofrendo toda humilhação até que Ele tivesse redimido completamente toda a humanidade. Essa foi a soma total de Sua obra.

Sem a redenção de Jesus, os seres humanos sempre teriam vivido em pecado e se tornariam a progenitura do pecado, os descendentes de demônios. Continuando desse modo, a terra inteira teria se tornado a terra onde Satanás mora, o lugar de sua habitação. A obra de redenção, no entanto, requeria mostrar misericórdia e benignidade para com a humanidade; só por esses meios, a humanidade poderia receber perdão e, finalmente, ganhar o direito de ser completada e plenamente ganha por Deus. Sem esse estágio da obra, o plano de gerenciamento de seis mil anos não teria sido capaz de prosseguir. Se Jesus não tivesse sido crucificado, se tivesse apenas curado doentes e exorcizado demônios, as pessoas não poderiam ter sido completamente perdoadas de seus pecados. Nos três anos e meio que Jesus passou fazendo Sua obra na terra, Ele completou apenas metade de Sua obra de redenção; depois, ao ser pregado na cruz e Se tornar a semelhança da carne pecaminosa, ao ser entregue ao maligno, Ele completou a obra da crucificação e dominou o destino da humanidade. Somente depois de ser entregue nas mãos de Satanás é que Ele redimiu a humanidade. Por trinta e três anos e meio Ele sofreu na terra, sendo ridicularizado, caluniado e abandonado, até o ponto de não ter onde reclinar a cabeça, nem um lugar de descanso, e mais tarde Ele foi crucificado, com todo o Seu ser — um corpo santo e inocente — pregado na cruz. Ele suportou todo tipo de sofrimento que há. Aqueles que estavam no poder zombaram Dele e O chicotearam, e os soldados até cuspiram em Seu rosto; todavia, Ele permaneceu em silêncio e aguentou até o fim, submetendo-Se incondicionalmente até o ponto de morrer, momento em que redimiu toda a humanidade. Só então foi-Lhe permitido descansar. A obra que Jesus fez representa apenas a Era da Graça; não representa a Era da Lei, nem é uma substituta para a obra dos últimos dias. Essa é a essência da obra de Jesus na Era da Graça, a segunda era pela qual a humanidade passou — a Era da Redenção.

Extraído de ‘A verdadeira história por trás da obra da Era da Redenção’ em “A Palavra manifesta em carne”

Quando Jesus veio, Ele também fez parte da obra de Deus e proferiu algumas palavras, mas qual foi a principal obra que Ele realizou? Sua principal realização foi a obra da crucificação. Ele Se tornou a semelhança da carne pecaminosa para concluir a obra de crucificação e redimir toda a humanidade, e foi por causa de todo o pecado da humanidade que Ele serviu como oferta pelo pecado. Essa é a principal obra que Ele realizou. No fim, Ele forneceu o caminho da cruz para guiar os que vieram depois. Quando Jesus veio, foi principalmente para completar a obra de redenção. Ele redimiu toda a humanidade e trouxe o evangelho do reino dos céus ao homem; além disso, criou a senda para o reino dos céus. Como resultado, todos aqueles que vieram depois disseram: “Deveríamos percorrer a senda da cruz e nos sacrificar pela cruz”. Claro que, no início, Jesus também fez algumas outras obras e proferiu algumas palavras para fazer o homem se arrepender e confessar seus pecados. Mas Seu ministério ainda era a crucificação, e os três anos e meio que Ele passou pregando o caminho foram em preparação para a crucificação que veio depois. As várias vezes que Jesus orou também foram em prol da crucificação. A vida de homem normal que Ele levou e os trinta e três anos e meio que Ele viveu na terra foram principalmente para concluir a obra da crucificação; eles serviram para dar-Lhe força para empreender essa obra; como resultado disso, Deus confiou a obra da crucificação a Ele.

Extraído de ‘Tudo é realizado pela palavra de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Durante a Era da Graça, Jesus foi o Deus que salvou o homem. O que Ele tinha e era foi graça, amor, compaixão, indulgência, paciência, humildade, cuidado e tolerância, e uma boa parte da obra que Ele fez foi em benefício da redenção do homem. Seu caráter era de compaixão e amor, e porque Ele era compassivo e amoroso, Ele tinha que ser pregado na cruz pelo homem, a fim de mostrar que Deus amava o homem como a Ele mesmo, tanto que Ele ofereceu a Si mesmo em Sua totalidade. Durante a Era da Graça, o nome de Deus era Jesus, isto é, Deus foi um Deus que salvou o homem, e Ele foi um Deus compassivo e amoroso. Deus estava com o homem. Seu amor, Sua compaixão e Sua salvação acompanharam cada pessoa. Somente ao aceitar o nome de Jesus e Sua presença o homem era capaz de ganhar paz e alegria, receber Sua bênção, Suas vastas e numerosas graças e Sua salvação. Através da crucificação de Jesus, todos aqueles que O seguiram receberam a salvação e foram perdoados pelos seus pecados. Durante a Era da Graça, Jesus foi o nome de Deus. Em outras palavras, a obra da Era da Graça foi feita principalmente sob o nome de Jesus. Durante a Era da Graça, Deus foi chamado de Jesus. Ele empreendeu um estágio da nova obra além do Antigo Testamento e Sua obra terminou com a crucificação. Essa foi a totalidade de Sua obra.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Assim que a segunda etapa da obra de Deus foi completada — após a crucificação —, a obra de Deus para resgatar o homem do pecado (ou seja, recuperar o homem das mãos de Satanás) foi cumprida. E então, daquele momento em diante, a humanidade tinha apenas de aceitar o Senhor Jesus como Salvador e seus pecados seriam perdoados. Nominalmente falando, os pecados do homem não eram mais uma barreira para alcançar a salvação e chegar diante de Deus, e não eram mais o poder de influência pelo qual Satanás acusava o homem. Isso porque o Próprio Deus tinha feito uma obra real, tinha Se tornado a semelhança e o antegosto da carne pecaminosa, e o Próprio Deus foi a oferta pelo pecado. Dessa maneira, o homem desceu da cruz e foi redimido e salvo por meio da carne de Deus — a semelhança desta carne pecaminosa. E assim, depois de ter sido capturado por Satanás, o homem chegou um passo mais próximo de aceitar a Sua salvação diante de Deus. É claro que essa etapa da obra foi mais profunda e mais desenvolvida que o gerenciamento de Deus durante a Era da Lei.

Extraído de ‘O homem só pode ser salvo em meio ao gerenciamento de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

(3) O objetivo e significado da obra de Deus na Era do Reino

Palavras de Deus relevantes:

Quando veio para o mundo do homem, Jesus introduziu a Era da Graça e encerrou a Era da Lei. Durante os últimos dias, Deus mais uma vez Se tornou carne e, com esta encarnação, Ele encerrou a Era da Graça e introduziu a Era do Reino. Todos aqueles que são capazes de aceitar a segunda encarnação de Deus serão conduzidos para a Era do Reino e, além disso, se tornarão capazes de aceitar pessoalmente a orientação de Deus. Embora tenha feito muita obra entre os homens, Jesus apenas completou a redenção de toda a humanidade e tornou-Se oferta pelo pecado do homem; Ele não livrou o homem de todo o seu caráter corrupto. Salvar o homem plenamente da influência de Satanás não exigiu apenas que Jesus Se tornasse a oferta pelo pecado e carregasse os pecados do homem, mas também exigiu que Deus fizesse uma obra maior ainda para livrar o homem completamente de seu caráter satanicamente corrompido. E assim, agora que o homem teve seus pecados perdoados, Deus voltou para a carne para guiar o homem até a nova era e começou a obra de castigo e julgamento. Esta obra tem trazido o homem a um reino superior. Todo aquele que se submete ao Seu domínio há de desfrutar de uma verdade maior e de receber bênçãos maiores. Eles hão de viver verdadeiramente na luz e de ganhar a verdade, o caminho e a vida.

Extraído de ‘Prefácio’ em “A Palavra manifesta em carne”

Antes de o homem ser redimido, muitos dos venenos de Satanás já estavam plantados dentro dele e, depois de milhares de anos de ser corrompido por Satanás, o homem já tem dentro de si uma natureza estabelecida que resiste a Deus. Portanto, quando o homem foi redimido, isso não é nada mais do que um caso de redenção, na qual o homem é comprado por um alto preço, mas a natureza venenosa dentro dele não foi eliminada. O homem que é contaminado assim deve sofrer uma mudança antes de ser digno de servir a Deus. Por meio dessa obra de julgamento e castigo, o homem conhecerá por completo a substância imunda e corrupta dentro de si mesmo, e ele poderá mudar completamente e se tornar limpo. Só assim o homem pode se tornar digno de retornar diante do trono de Deus. Toda a obra feita neste dia é para que o homem possa ser limpo e mudado; através do julgamento e castigo pela palavra, bem como por meio do refinamento, o homem pode remover sua corrupção e ser purificado. Em vez de considerar este estágio da obra como sendo o da salvação, seria mais apropriado dizer que é a obra de purificação. Na verdade, este estágio é o da conquista, assim como o segundo estágio na obra da salvação. É através do julgamento e castigo pela palavra que o homem chega a ser ganho por Deus; e é através do uso da palavra para refinar, julgar e revelar, que todas as impurezas, noções, motivos e aspirações individuais dentro do coração do homem são reveladas por completo. Embora o homem possa ter sido redimido e perdoado de seus pecados, isso só pode ser considerado como Deus não Se lembrar das transgressões do homem e não tratar o homem de acordo com as suas transgressões. No entanto, quando o homem, que vive num corpo de carne, não foi liberto do pecado, ele só pode continuar pecando, revelando infinitamente o caráter satânico corrupto. Essa é a vida que o homem leva, um ciclo interminável de pecar e ser perdoado. A maioria da humanidade peca de dia apenas para confessar à noite. Desse modo, embora a oferta pelo pecado seja para sempre efetiva para o homem, ela não será capaz de salvar o homem do pecado. Apenas metade da obra da salvação já foi concluída, pois o homem ainda tem caráter corrupto. […] Não é fácil para o homem tomar consciência de seus pecados; ele não tem como reconhecer sua própria natureza profundamente enraizada e deve confiar no julgamento pela palavra para alcançar esse resultado. Só assim o homem pode ser mudado paulatinamente desse ponto em diante.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

A obra dos últimos dias é proferir palavras. Grandes mudanças podem ser efetuadas no homem por meio das palavras. As mudanças ora efetuadas nessas pessoas, na aceitação dessas palavras, são muito maiores do que as efetuadas nas pessoas na aceitação dos sinais e maravilhas da Era da Graça. Pois, na Era da Graça, os demônios eram expulsos do homem com a imposição das mãos e pela oração, mas os caracteres corruptos dentro do homem ainda permaneciam. O homem foi curado de sua doença e teve seus pecados perdoados, mas quanto a como exatamente o homem seria purificado dos caracteres satânicos corruptos dentro dele, essa obra ainda estava por ser feita. O homem foi apenas salvo e teve seus pecados perdoados por sua fé, mas a natureza pecaminosa do homem não foi extirpada e ainda permaneceu dentro dele. Os pecados do homem foram perdoados por meio da agência do Deus encarnado, mas isso não significou que o homem não tivesse mais pecado dentro de si. Os pecados do homem podiam ser perdoados através da oferta pelo pecado, mas quanto a como exatamente se pode fazer o homem não pecar mais, e como sua natureza pecaminosa pode ser extirpada completamente e transformada, ele não tem como resolver esse problema. Os pecados do homem foram perdoados, e isso foi por causa da obra da crucificação de Deus, mas o homem continuou a viver no seu caráter satânico corrupto antigo. Sendo assim, o homem deve ser completamente salvo de seu caráter satânico corrupto para que a natureza pecaminosa do homem seja completamente extirpada para nunca mais se desenvolver, permitindo, assim, que o caráter do homem seja transformado. Isso requer que o homem entenda a senda do crescimento na vida, entenda o caminho da vida e entenda o caminho para mudar seu caráter. Além disso, requer que o homem aja de acordo com essa senda, para que o caráter do homem possa ser mudado paulatinamente e que ele possa viver sob o brilho da luz, para que tudo o que ele faça esteja de acordo com a vontade de Deus, para que ele possa eliminar o seu caráter satânico corrupto e para que possa libertar-se da influência das trevas de Satanás, emergindo, assim, completamente do pecado. Só então o homem receberá a salvação completa.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

A obra dos últimos dias é separar todos de acordo com sua espécie e concluir o plano de gerenciamento de Deus, pois o tempo está próximo e o dia de Deus chegou. Deus leva todos os que entram em Seu reino, isto é, todos aqueles que são leais a Ele até o fim, à era do Próprio Deus. Entretanto, até a vinda da era do Próprio Deus, a obra de Deus não é observar os feitos do homem ou investigar sua vida, mas julgar a sua desobediência, pois Deus há de purificar todos aqueles que vierem diante de Seu trono. Todos os que seguiram os passos de Deus até hoje são aqueles que se colocam diante do trono de Deus e, sendo assim, toda e qualquer pessoa que aceitar a obra de Deus em sua fase final é objeto de purificação de Deus. Em outras palavras, todos os que aceitarem a fase final da obra de Deus serão objeto do julgamento de Deus.

Extraído de ‘Cristo realiza a obra do julgamento com a verdade’ em “A Palavra manifesta em carne”

A obra de Deus na encarnação presente é expressar Seu caráter primeiramente por meio de castigo e julgamento. Edificando sobre esse fundamento, Ele traz mais verdade ao homem e lhe indica mais caminhos de prática, alcançando assim Seu objetivo de conquistar o homem e salvá-lo de seu caráter corrupto próprio. Isso é o que está por trás da obra de Deus na Era do Reino.

Extraído de ‘Prefácio’ em “A Palavra manifesta em carne”

Nos últimos dias, Cristo usa uma variedade de verdades para ensinar o homem, expor a essência do homem e dissecar suas palavras e ações. Essas palavras abrangem várias verdades: o dever do homem, como o homem deveria obedecer a Deus, como o homem deveria ser leal a Deus, como o homem deve viver a humanidade normal, bem como a sabedoria e o caráter de Deus e assim por diante. Essas palavras são todas dirigidas à essência do homem e ao seu caráter corrupto. Em especial, essas palavras que expõem como o homem desdenha de Deus são faladas em relação a como o homem é a corporificação de Satanás e uma força inimiga contra Deus. Ao realizar Sua obra de julgamento, Deus não torna clara a natureza do homem simplesmente com algumas palavras; Ele também expõe, trata e poda a longo prazo. Esses métodos de exposição, tratamento e poda não podem ser substituídos por palavras comuns, mas pela verdade que o homem absolutamente não possui. Apenas métodos desse tipo podem ser chamados de julgamento; só por meio de julgamento desse tipo é que o homem pode ser subjugado e completamente convencido a se submeter a Deus e, além disso, ganhar verdadeiro conhecimento de Deus. O que a obra de julgamento produz é o entendimento do homem da verdadeira face de Deus e da verdade sobre a própria rebelião. A obra de julgamento permite que o homem ganhe bastante entendimento da vontade de Deus, do propósito da obra de Deus e dos mistérios que lhe são incompreensíveis. Também permite que o homem reconheça e conheça sua substância corrupta e as raízes de sua corrupção, bem como descubra a fealdade do homem. Esses efeitos são todos produzidos pela obra de julgamento, pois a substância dessa obra é, de fato, a obra de revelar a verdade, o caminho e a vida de Deus a todos aqueles que têm fé Nele. Essa obra é a obra de julgamento realizada por Deus.

Extraído de ‘Cristo realiza a obra do julgamento com a verdade’ em “A Palavra manifesta em carne”

Deus realiza a obra de julgamento e castigo para que o homem possa ganhar conhecimento Dele e em favor de Seu testemunho. Sem o Seu julgamento do caráter corrupto do homem, o homem não poderia quiçá conhecer o Seu caráter justo, que não tolera ofensa, nem seria capaz de transformar seu antigo conhecimento de Deus em um novo. Para o bem de Seu testemunho e para o bem de Seu gerenciamento, Ele torna pública a Sua totalidade, assim permitindo ao homem, por meio de Sua aparição pública, chegar ao conhecimento de Deus, ser transformado em seu caráter e dar testemunho retumbante de Deus. A transformação do caráter do homem é alcançada por meio de diferentes tipos de obra de Deus; sem tais mudanças em seu caráter, o homem seria incapaz de dar testemunho de Deus e de ser segundo o coração de Deus. A transformação do caráter do homem significa que ele se libertou da escravidão de Satanás e da influência das trevas e se tornou verdadeiramente um modelo e uma amostra da obra de Deus, uma testemunha de Deus e alguém que é segundo o coração de Deus. Hoje, Deus encarnado veio para realizar a Sua obra na terra e Ele exige que o homem alcance conhecimento Dele, obediência a Ele, testemunho Dele, que conheça Sua obra prática e normal, obedeça a todas as Suas palavras e obra que não estejam de acordo com as noções do homem e dê testemunho de toda a obra que Ele realiza para salvar o homem, bem como de todos os feitos que Ele realiza para conquistar o homem. Aqueles que dão testemunho de Deus devem ter conhecimento Dele; somente esse tipo de testemunho é preciso e real e somente esse tipo de testemunho pode envergonhar Satanás. Deus usa aqueles que vieram a conhecê-Lo por submeter-se ao Seu julgamento e castigo, a Seu tratamento e poda, para dar testemunho Dele. Ele usa aqueles que foram corrompidos por Satanás para dar testemunho Dele e também usa aqueles cujo caráter mudou, e que, assim, ganharam Suas bênçãos, para dar testemunho Dele. Ele não precisa que o homem O louve com sua boca, tampouco precisa do louvor e testemunho dos da laia de Satanás, que não foram salvos por Ele. Somente aqueles que conhecem a Deus são qualificados para dar testemunho de Dele e somente aqueles que foram transformados em seu caráter são qualificados para dar testemunho Dele. Deus não permitirá que o homem envergonhe intencionalmente o Seu nome.

Extraído de ‘Somente aqueles que conhecem a Deus podem dar testemunho Dele’ em “A Palavra manifesta em carne”

Na Era do Reino, Deus usa palavras para introduzir a nova era, mudar o meio pelo qual Ele opera e fazer a obra de toda a era. Esse é o princípio pelo qual Deus opera na Era da Palavra. Ele Se tornou carne para falar de diferentes perspectivas, de modo que o homem pudesse verdadeiramente ver Deus, que é a Palavra manifesta na carne, e pudesse contemplar Sua sabedoria e maravilha. Tal obra é feita para melhor atingir os objetivos de conquistar, aperfeiçoar e eliminar o homem, que é o verdadeiro significado do uso de palavras para operar na Era da Palavra. Por meio dessas palavras, as pessoas chegam a conhecer a obra de Deus, o caráter de Deus, a essência do homem e aquilo em que o homem deve entrar. Por meio de palavras, a obra que Deus deseja fazer na Era da Palavra é trazida à consecução em sua totalidade. Por meio dessas palavras, as pessoas são expostas, eliminadas e provadas. As pessoas viram as palavras de Deus, ouviram essas palavras e reconheceram a existência dessas palavras. Como resultado, elas vieram a acreditar na existência de Deus, na onipotência e sabedoria de Deus, bem como no amor de Deus pelo homem e em Seu desejo de salvar o homem. O termo “palavras” pode ser simples e comum, mas as palavras ditas pela boca do Deus encarnado sacodem o universo, transformam o coração das pessoas, transformam suas noções e seus velhos caracteres, e transformam o modo como o mundo inteiro costumava parecer. Através das eras, somente o Deus de hoje tem operado dessa forma e só Ele fala assim e dessa maneira vem salvar o homem. Desde então, o homem vive sob a orientação das palavras de Deus, pastoreado e suprido por Suas palavras. As pessoas vivem no mundo das palavras de Deus, em meio às maldições e às bênçãos das palavras de Deus, e há ainda mais seres humanos que vieram viver sob o julgamento e castigo de Suas palavras. Essas palavras e essa obra são todas para a salvação do homem, para o cumprimento da vontade de Deus e para mudar a aparência original do mundo da velha criação. Deus criou o mundo utilizando palavras, Ele conduz as pessoas por todo o universo utilizando palavras e Ele as conquista e as salva utilizando palavras. Finalmente, Ele usará palavras para levar o mundo inteiro de outrora ao fim, assim completando todo o Seu plano de gerenciamento.

Extraído de ‘A Era do Reino é a Era da Palavra’ em “A Palavra manifesta em carne”

Durante a Era do Reino, Deus encarnado profere palavras para conquistar todos aqueles que Nele creem. Esta é “a Palavra que aparece na carne”; Deus veio durante os últimos dias para fazer esta obra, o que significa dizer que Ele veio para realizar o real significado da Palavra que aparece na carne. Ele só profere palavras, e raramente há o advento de fatos. Esta é a própria substância da Palavra que aparece na carne, e quando Deus encarnado profere Suas palavras, esta é a aparição da Palavra encarnada, e é a Palavra que vem em carne. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus, e o Verbo Se fez carne.” Esta (a obra do aparecimento da Palavra na carne) é a obra que Deus realizará nos últimos dias, é o capítulo final de todo o Seu plano de gerenciamento e, assim, Deus tem de vir à terra e manifestar Suas palavras encarnado. Aquilo que é feito hoje, aquilo que será feito no futuro, aquilo que é realizado por Deus, o destino final do homem, aqueles que serão salvos, aqueles que serão destruídos, e assim por diante — esta obra que deve ser alcançada no final foi declarada com clareza, e é tudo para realizar o verdadeiro significado da Palavra que aparece na carne. Os decretos administrativos e a constituição que foram emitidos anteriormente, aqueles que serão destruídos, aqueles que entrarão em repouso — essas palavras devem todas ser cumpridas. Esta é principalmente a obra realizada por Deus encarnado durante os últimos dias. Ele faz as pessoas entenderem onde pertencem os predestinados por Deus e onde pertencem aqueles que não são predestinados por Deus, como Seu povo e filhos serão classificados, o que acontecerá com Israel, o que acontecerá com o Egito — no futuro, cada uma dessas palavras será cumprida. O ritmo da obra de Deus está-se acelerando. Deus usa a palavra como o meio para revelar ao homem o que deve ser feito em cada era, o que deve ser feito pelo Deus encarnado dos últimos dias e Seu ministério que deve ser realizado, e estas palavras são todas para realizar o verdadeiro significado da Palavra que aparece na carne.

Extraído de ‘Tudo é realizado pela palavra de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Nos últimos dias, Deus usa principalmente a palavra para tornar o homem perfeito. Ele não usa sinais e maravilhas para oprimir ou convencer o homem; isso não pode tornar claro o poder de Deus. Se Deus apenas mostrasse sinais e maravilhas, então seria impossível tornar clara a realidade de Deus e, assim, impossível tornar o homem perfeito. Deus não torna o homem perfeito por meio de sinais e maravilhas, mas usa a palavra para regar e pastorear o homem, e depois disso é alcançada a completa obediência do homem e o conhecimento do homem sobre Deus. Esse é o objetivo da obra que Ele faz e das palavras que Ele profere. Deus não usa o método de mostrar sinais e maravilhas para tornar o homem perfeito — Ele usa palavras e muitos métodos diferentes de operar para tornar o homem perfeito. Quer seja o refinamento, o lidar, a poda ou provisão de palavras, Deus fala a partir de muitas perspectivas diferentes para tornar o homem perfeito e para dar ao homem um conhecimento maior da obra, sabedoria e maravilha de Deus. […] Eu disse anteriormente que se ganha um grupo de vencedores no Oriente, vencedores que saíram da grande tribulação. Qual é o significado de tais palavras? Elas querem dizer que essas pessoas que foram ganhas só obedeceram verdadeiramente depois de passarem por julgamento e castigo e depois de serem lidadas e podadas e de passarem por todos os tipos de refinamento. A crença de tais pessoas não é vaga e abstrata, mas real. Elas não viram sinais e maravilhas, nem milagres; elas não falam de letras e doutrinas abstrusas, nem de percepções profundas; em vez disso, têm a realidade e as palavras de Deus e um verdadeiro conhecimento da realidade de Deus. Um grupo assim não é mais capaz de tornar claro o poder de Deus?

Extraído de ‘Tudo é realizado pela palavra de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Os últimos dias já chegaram. Todas as coisas serão separadas segundo sua espécie e divididas em categorias diferentes com base em sua natureza. Esse é o momento em que Deus revela o desfecho e o destino das pessoas. Se as pessoas não passarem por castigo e julgamento, não haverá como revelar a desobediência e a injustiça delas. Só através do castigo e do julgamento é que o fim de todas as coisas pode ser revelado. O homem só mostra quem realmente é quando é castigado e julgado. O mal deve ser colocado com o mal, o bom com o bom, e as pessoas serão separadas de acordo com a sua espécie. Através do castigo e do julgamento, o fim de todas as coisas será revelado, de modo que o mal será punido e o bem será recompensado, e todas as pessoas se tornarão submissas sob o domínio de Deus. Toda a obra deve ser realizada através de castigo e julgamento justos. Como a corrupção humana atingiu o ápice e a desobediência tem sido grave demais, só o caráter justo de Deus, que é principalmente o de castigo e julgamento e revelado durante os últimos dias, pode transformar e completar o homem plenamente. Só esse caráter pode expor o mal e dessa forma punir severamente todos os injustos.

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Aqueles que forem capazes de permanecer firmes durante a obra de julgamento e castigo de Deus durante os últimos dias — quer dizer, durante a obra final de purificação — serão aqueles que entrarão no descanso final juntamente com Deus; como tais, todos aqueles que entrarão no descanso terão se libertado da influência de Satanás e terão sido obtidos por Deus depois de terem sido submetidos à Sua obra final de purificação. Esses humanos que terão sido finalmente obtidos por Deus entrarão no descanso final. O propósito essencial da obra de castigo e julgamento de Deus é purificar a humanidade e prepará-la para seu descanso final; sem tal purificação, ninguém da humanidade poderia ser classificado em categorias diferentes de acordo com sua espécie nem de entrar no descanso. Essa obra é a única senda da humanidade para entrar no descanso. Somente a obra de purificação de Deus purificará os humanos de sua injustiça, e somente Sua obra de castigo e julgamento trará à luz aqueles elementos desobedientes da humanidade, separando, dessa maneira, os que podem ser salvos dos que não podem ser salvos, os que permanecerão dos que não permanecerão. Quando findar essa obra, aquelas pessoas que receberem a permissão de permanecer serão todas purificadas e entrarão em um estado de humanidade mais elevado, no qual desfrutarão de uma segunda vida humana mais maravilhosa sobre a terra; em outras palavras, elas iniciarão seu dia do descanso humano e coexistirão com Deus. Depois que aqueles que não tiverem a permissão de permanecer tiverem sido castigados e julgados, suas cores verdadeiras serão totalmente expostas, depois disso, todos eles serão destruídos e, como Satanás, não terão mais permissão para sobreviver na terra. A humanidade do futuro não incluirá mais ninguém desse tipo de pessoas; tais pessoas não são aptas a entrar na terra do último descanso nem são aptas a se unir no dia do descanso que Deus e a humanidade compartilharão, pois elas são o alvo da punição e são pessoas perversas e, injustas. Elas foram redimidas uma vez e também foram julgadas e castigadas; elas também prestaram serviço a Deus no passado. No entanto, quando vier o dia final, ainda assim serão eliminadas e destruídas devido à sua maldade e como resultado de sua desobediência e incapacidade de serem remidas; elas nunca mais voltarão a existir no mundo do futuro e não viverão mais entre a raça humana do futuro. Não importa se sejam espíritos dos mortos ou pessoas que ainda vivem na carne, todos os malfeitores e todos aqueles que não foram salvos serão destruídos uma vez que os santos dentre a humanidade entrarem no descanso. Quanto àqueles espíritos e humanos malfeitores ou aos espíritos das pessoas justas e àqueles que praticam a justiça, independentemente da era em que estejam, todos aqueles que cometem o mal serão destruídos no fim, e todos aqueles que são justos sobreviverão. Se uma pessoa ou um espírito receberá a salvação não é decidido inteiramente com base na obra da era final; ao contrário, isso é determinado por terem ou não resistido a Deus ou terem sido desobedientes ou não a Deus. Pessoas da era anterior que cometeram o mal e não puderam alcançar a salvação serão, sem dúvida alguma, alvos da punição, e aquelas na era atual que cometem o mal e não podem ser salvas certamente também serão alvos da punição. Os humanos são categorizados com base no bem e no mal, não com base na época em que vivem. Uma vez categorizadas dessa forma, elas não serão punidas ou recompensadas imediatamente; ao contrário, Deus apenas executará Sua obra de punir o mal e recompensar o bem depois que Ele tiver terminado de executar Sua obra de conquista nos últimos dias. Na realidade, Ele tem separado os humanos em bons e maus desde que começou a fazer a Sua obra entre eles. É só que Ele recompensará os justos e punirá os iníquos apenas após Sua obra tiver chegado ao fim; não é que Ele os seapará em categorias ao completar Sua obra e então se dedicará imediatamente à tarefa de punir os maus e recompensar os bons Todo o propósito por trás da obra final de Deus de punir o mal e recompensar o bem é inteiramente para purificar completamente todos os humanos, para que Ele possa levar uma humanidade puramente santa ao descanso eterno. Esse estágio de Sua obra é a mais crucial de todas; é o estágio final de toda a Sua obra de gerenciamento. Se Deus não destruísse os maus, mas, em vez disso, permitisse que permanecessem, então cada humano ainda seria incapaz de entrar no descanso, e Deus não seria capaz de levar toda a humanidade para um reino melhor. Tal obra não estaria completa. Quando Sua obra terminar, a humanidade inteira será completamente santa; somente dessa maneira Deus será capaz de viver em descanso pacificamente.

Extraído de ‘Deus e o homem entrarão em descanso juntos’ em “A Palavra manifesta em carne”

Como Deus criou os humanos, Ele fará com que eles O adorem; Como Ele deseja restaurar a função original da humanidade, Ele a restaurará completamente e sem nenhuma adulteração. Restaurar Sua autoridade significa fazer os humanos adorarem e se submeterem a Ele; significa que Ele fará os humanos viverem por causa Dele e fará Seus inimigos perecerem como resultado de Sua autoridade. Isso significa que Ele fará com que tudo Dele persista entre os humanos sem resistência de ninguém. O reino que Deus deseja estabelecer é o Seu próprio reino. A humanidade que Ele deseja é uma humanidade que O adorará, que se submeterá completamente a Ele e manifeste a Sua glória. Se Deus não salvar a humanidade corrupta, então o significado por trás de Sua criação da humanidade nadasse perderá; Ele não terá mais autoridade entre os humanos, e Seu reino não será mais capaz de existir na terra. Se Deus não destruir aqueles inimigos que são desobedientes a Ele, Ele não será capaz de obter Sua glória completa, nem será capaz de estabelecer Seu reino na terra. Esses serão os marcos da conclusão de Sua obra e de Sua grande realização: destruir totalmente aqueles dentre a humanidade que são desobedientes a Ele e levar para o descanso aqueles que foram completados.

Extraído de ‘Deus e o homem entrarão em descanso juntos’ em “A Palavra manifesta em carne”

Enquanto Minhas palavras são consumadas, o reino é gradualmente formado na terra e o homem retorna gradualmente à normalidade e, portanto, está estabelecido na terra o reino em Meu coração. No reino, todo o povo de Deus recupera a vida do homem normal. Foi-se o inverno gelado, substituído por um mundo de cidades de primavera, onde a primavera dura o ano todo. As pessoas já não são confrontadas com o triste, miserável mundo do homem e já não suportam o frio do mundo do homem. As pessoas não lutam umas com as outras, os países não entram em guerra uns contra os outros, já não há a carnificina e o sangue que flui da carnificina; todas as terras estão cheias de felicidade, e todos os lugares estão repletos de calor entre os homens. Eu ando em todo o mundo, Eu desfruto do alto do Meu trono e vivo entre as estrelas. Os anjos Me oferecem novas músicas e novas danças. Suas próprias fragilidades já não fazem com que lágrimas corram de seus rostos. Já não ouço, diante de Mim, o som dos anjos chorando, e ninguém mais se queixa de dificuldades para Mim. Hoje, todos vocês vivem diante de Mim; amanhã, todos vocês vão existir em Meu reino. Não é essa a maior bênção que Eu concedo ao homem?

Extraído de ‘Capítulo 20’ das Palavras de Deus para todo o universo em “A Palavra manifesta em carne”

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5. Por que se diz que a humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado

O Deus encarnado é chamado de Cristo e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus. Seja Sua humanidade ou divindade, ambas se submetem à vontade do Pai celestial. A substância de Cristo é o Espírito, isto é, a divindade. Portanto, Sua substância é a do Próprio Deus, essa substância não interromperá Sua própria obra e Ele não poderia fazer qualquer coisa que destrua Sua própria obra, nem jamais pronunciaria palavras que fossem contra Sua própria vontade.

4. As diferenças essenciais entre Deus encarnado e aqueles que são usados por Deus

A obra de julgamento é a própria obra de Deus, portanto ela deve ser naturalmente realizada pelo Próprio Deus; não pode ser realizada pelo homem em Seu lugar. Como o julgamento é a conquista da raça humana por meio da verdade, é inquestionável que Deus ainda apareça como imagem encarnada para realizar essa obra entre os homens. Isto é, nos últimos dias, Cristo irá usar a verdade para ensinar os homens do mundo todo e revelar todas as verdades a eles. Essa é a obra de julgamento de Deus.

3. Por que Deus não usa o homem para fazer Sua obra de julgamento nos últimos dias, mas Se torna carne e a faz Ele Próprio

A obra do Espírito é capaz de cobrir todo o universo, através de todas as montanhas, rios, lagos e oceanos, no entanto a obra da carne relaciona-se de maneira mais eficaz a todas as pessoas com a quais Ele tem contato. Além disso, a carne de Deus com uma forma tangível pode ser melhor entendida, confiada pelo homem, pode aprofundar o conhecimento que o homem tem de Deus e pode deixar no homem uma impressão mais profunda dos feitos reais de Deus. A obra do Espírito é envolta em mistério, é difícil para seres mortais compreenderem, ainda mais difícil para eles verem e então podem apenas confiar em imaginações vãs. A obra da carne, contudo, é normal, baseada na realidade, possui uma rica sabedoria e é um fato que pode ser visto pelo olho físico do homem;

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