A transcendência e grandiosidade da força vital de Deus

29 de Outubro de 2019

Por Lin Ling, Província de Shandong

Nasci em uma família rural pobre e, como nossa família carecia de poder ou status, eu fui desprezada pelos outros desde jovem e, com frequência, maltratada. Sempre que isso acontecia, eu me sentia especialmente humilhada e infeliz e ansiava pelo dia em que um salvador viria para mudar meu destino. Depois que me casei, porque a vida era difícil e meu filho ficava doente com frequência, meus vizinhos falaram comigo sobre crer em Jesus. Quando eu descobri que o Senhor Jesus podia salvar os que se encontravam em tormento de seus sofrimentos e problemas, fiquei muito comovida. Senti que finalmente havia encontrado meu Salvador e, a partir de então, passei a crer em Jesus, a participar fervorosamente de reuniões e a ouvir sermões em todos os lugares possíveis. Mas depois percebi que as igrejas estavam cada vez mais desoladas e que a inveja, as discussões e as intrigas em meio aos crentes estavam se tornando cada vez mais sérias. Não era diferente da sociedade em geral. Não pude deixar de ficar imensamente decepcionada. A fé que senti a princípio desapareceu gradualmente, e eu deixei de ir às reuniões.

No ano 2000, uma irmã pregou o evangelho dos últimos dias de Deus Todo-Poderoso para mim. Quando aprendi que Deus Todo-Poderoso é o Senhor Jesus que retornou, não tive palavras para expressar a alegria que senti em meu coração. Todos os dias, sempre que tinha tempo, eu segurava a palavra de Deus na mão e a lia como um homem faminto que se alimenta. A sinceridade nas palavras de Deus aquecia-me e consolava-me. Eu sentia o cuidado, a misericórdia e a salvação do Criador por mim, e meu espírito sedento recebia rega e provisão. Depois disso, passei a viver em meio à grande família da Igreja de Deus Todo-Poderoso, onde participava de reuniões e cumpria meus deveres ao lado de meus irmãos e irmãs. Todos nós nos esforçávamos para buscar a verdade em meio à rega e à provisão da palavra de Deus Todo-Poderoso. Havia amor entre meus irmãos e irmãs, e todos ajudávamos uns aos outros. Não havia conspirações, engano nem desdém pela pobreza ou amor pela riqueza, muito menos abuso ou opressão. Na Igreja de Deus Todo-Poderoso, eu genuinamente gozava de uma felicidade e alegria que nunca havia experimentado antes. No entanto, porque eu cria em Deus Todo-Poderoso, fui presa, brutalmente torturada pelo governo do Partido Comunista Chinês (PCC) e encarcerada por um ano. Naquele covil sombrio do demônio, foi a palavra de Deus Todo-Poderoso que me deu fé e força e que, passo a passo, me levou a superar Satanás e elevar-me acima das amarras da morte.

Na noite de 24 de agosto de 2009, eu tinha acabado de me deitar, quando, de repente, fui acordada por uma batida furiosa na porta. Antes que eu tivesse tempo de reagir, 7 ou 8 policiais arrombaram a porta e entraram na sala. Assim que entraram, eles gritaram: “Não se mexa! Saia da cama e venha conosco!” Antes que eu sequer tivesse tempo de vestir minhas roupas, ouvi o clique do obturador da câmera que tirava minha foto. A polícia, então, revirou o lugar de cabeça para baixo ao revistá-lo, sem deixar passar um único pedaço de papel. Em pouco tempo, o lugar estava uma bagunça, como se tivesse sido vasculhado por bandidos. Tudo estava no chão, e não havia lugar para andar. Depois, três policiais me levaram à força para uma van que aguardava do lado de fora.

Depois de me levarem à delegacia, eles me forçaram a ficar de frente para uma parede. Um policial me interrogou com voz ríspida, dizendo: “Conte-nos a verdade sobre sua crença em Deus Todo-Poderoso! Qual é o seu papel na igreja? Quem é o seu líder? Onde ele está? Conte-nos tudo!” Falei, sem medo: “Não sei de nada!” A frustração deles imediatamente se transformou em raiva. Eles me chutavam enquanto gritavam injúrias contra mim e me ameaçavam violentamente: “Se você nos disser, vamos deixá-la ir embora, mas se não nos disser, vamos espancá-la até a morte!” Enquanto falavam, eles me empurraram para uma cadeira de metal com uma grande barra de retenção, a qual travaram no lugar. Ao ver a maneira como aqueles policiais malignos me prenderam com tamanha demonstração de força, bem como as expressões diabólicas e os olhares irados que eles me dirigiam e a forma como tratavam uma mulher indefesa, como se eu tivesse cometido um crime horrendo, eu não pude deixar de sentir pânico e medo. Eu pensei: “Como eles planejam me atormentar? Se realmente me torturarem ou espancarem, o que eu farei?” Eu não pude deixar de orar freneticamente a Deus em meu coração: “Deus Todo-Poderoso! Minha estatura é realmente muito pequena e, cercada pelas forças malignas de Satanás, fiquei amedrontada. Imploro que me dês fé e força. Protege-me para que eu não curve minha cabeça a Satanás e esses demônios e para que eu possa permanecer firme e testificar de Ti!” Foi então que me lembrei das palavras de Deus: “Você deve saber que todas as coisas no ambiente que o cerca existem por permissão Minha, Eu arranjo tudo isso. Veja claramente e satisfaça ao Meu coração no ambiente que Eu dei a você. Não tema, Deus Todo-Poderoso das hostes certamente estará com você. Ele os defende e Ele é o escudo de vocês” (de ‘Capítulo 26’ das Declarações de Cristo no princípio em “A Palavra manifesta em carne”). Sim, tudo o que estava acontecendo comigo naquele dia tinha a permissão do trono de Deus. Portanto, embora eu estivesse presa no covil de um demônio e enfrentasse um bando de demônios cruéis e diabólicos, eu não estava lutando sozinha; Deus Todo-Poderoso estava comigo. Eu podia confiar Nele, e Ele era meu forte apoio, então o que eu tinha a temer? Pensando nessas coisas, eu não mais me senti tímida ou amedrontada. Eu tinha forças para combater Satanás até o fim e jurei que permaneceria firme e testificaria de Deus, mesmo que isso me custasse a vida!

Depois disso, a polícia começou a tentar extorquir uma confissão minha por meio de tortura. Na manhã do primeiro dia, eles me algemaram, e, quando os policiais me levaram para fazer um exame de sangue, me puxaram com força pelo caminho, fazendo com que as bordas afiadas das algemas cortassem minha carne. Em pouco tempo, a pele dos meus pulsos estava perfurada, e a dor era cortante e intensa. Depois disso, eles me algemaram a um radiador e, temendo que eu fugisse, apertaram tanto as algemas que meus pulsos viraram uma massa sangrenta. Esses policiais malignos me questionaram várias vezes, tentando, em vão, forçar-me a divulgar informações sobre a igreja. Mas porque eu disse que não sabia de nada em cada uma das vezes, eles ficaram furiosos e perderam a paciência. Um deles avançou furiosamente e me deu um forte tapa no rosto. Imediatamente, vi estrelas, quase desmaiei, meus dentes chacoalharam na gengiva, e lágrimas involuntariamente escorreram dos meus olhos. Quando o policial me viu chorando, mas ainda me recusando a falar, seu rosto se contorceu de raiva, e ele agarrou rispidamente vários fios de cabelo da minha testa, enrolou-os em sua mão e bateu com força a parte de trás da minha cabeça contra a parede. Esta pancada cruel me deixou tonta e fez meus ouvidos zumbirem. Sua fúria ainda não estava saciada, e ele me deu vários tapas seguidos e gritou com raiva: “Eu vou fazer você chorar! É isso o que você ganha por não falar!” Enquanto falava, ele pisou ferozmente no meu pé com seu sapato. Depois de ser submetida aos espancamentos e tormentos cruéis desses demônios, eu estava sentindo dor e fraqueza por toda parte. Deitei no chão, imóvel, como se estivesse prestes a morrer. Vendo minha condição, os policiais soltaram uma série de palavrões e marcharam em retirada, batendo a porta ao sair. À tarde, eles me submeteram a mais espancamentos cruéis do mesmo tipo ao tentar me forçar a divulgar informações sobre a igreja. Depois de várias rodadas disso, eu me sentia tonta e enjoada, e meu corpo doía tanto, que parecia simplesmente pronto a se desintegrar. Eu tinha a sensação de que poderia morrer a qualquer momento. Mas aqueles policiais malignos não diminuíram em nada o seu interrogatório. Com total falta de humanidade, eles usaram um isqueiro para queimar meus pés, provocando a formação imediata de duas bolhas grandes. Doía tanto, que eu não conseguia parar de chorar. Com dor, sentei-me no chão e olhei para aqueles policiais malignos, cada um deles olhando para mim com fúria bestial como demônios das profundezas que nada mais queriam senão me despedaçar, e eu não pude deixar de começar a me sentir fraca. Eu silenciosamente me queixei com Deus: “Deus Todo-Poderoso, quando é que esses policiais malignos pararão de me atormentar? Eu realmente não aguento mais…”. Eu me sentia tão fraca, que estava pronta para desmoronar e não pude deixar de pensar: “E se eu lhes disser apenas uma coisa? Então eu não precisarei sofrer…”. Mas então pensei imediatamente: “Se eu disser uma única coisa, serei um Judas, o que significa que estarei traindo Deus”. Uma luta amarga era travada em meu coração, e foi então que me lembrei das palavras de Deus: “Vocês deveriam fazer o que é agradável para todos, o que traz benefício para todos os homens e o que é benéfico a seu próprio destino, do contrário, quem há de sofrer em meio ao desastre não será ninguém além de você mesmo” (de ‘Prepare boas ações suficientes para o seu destino’ em “A Palavra manifesta em carne”). “Não terei mais misericórdia daqueles que não Me ofereceram sequer um pingo de lealdade em tempos de adversidade, pois Minha misericórdia vai só até esse ponto. Além disso, não tenho apreço algum por quem quer que já tenha Me traído e gosto ainda menos de Me associar com quem trai os interesses de seus amigos. Esse é Meu caráter, seja quem for a pessoa” (de ‘Prepare boas ações suficientes para o seu destino’ em “A Palavra manifesta em carne”). As palavras de Deus foram um repentino lampejo de consciência. Não pude deixar de me assustar com meus pensamentos anteriores. Eu refleti: “A perseguição de Satanás me sobreveio hoje e, em vez de pensar em como confiar em Deus para dominar esses demônios e permanecer firme e testemunhar Dele, eu me preocupei com minha própria carne. Isso não me torna egoísta e desprezível? Deus é justo e santo, e, se eu traísse meus irmãos e irmãs e me tornasse um Judas deplorável, não estaria ofendendo o caráter de Deus e, assim, condenando-me à destruição? A vontade de Deus em permitir que esses policiais malignos me torturem hoje é para permitir que eu veja claramente a essência demoníaca do governo do PCC de resistir a Deus violentamente e de ser inimigo Dele, a fim de que eu seja mais capaz de voltar meu coração para Deus, de manter minha lealdade a Deus e de permanecer firme e testemunhar de Deus”. Tendo chegado a essas conclusões, senti arrependimento e culpa por minha desobediência. Eu queria me arrepender a Deus. Independentemente de como a polícia me machucasse ou torturasse, eu me recusaria a ceder à minha carne. Eu só queria obedecer às orquestrações e aos arranjos de Deus, suportar todo sofrimento, permanecer firme e testemunhar de Deus para provar minha lealdade a Ele por meio de minhas ações. Mesmo que me custasse a vida, eu não me tornaria um Judas e trairia Deus! Enquanto ainda houvesse um único fôlego dentro de mim, eu nunca me renderia ou cederia a Satanás! Naquela noite, aqueles policiais malignos ordenaram que eu me sentasse no chão com as pernas estendidas e, em seguida, levantaram meus braços atrás das costas à força e os algemaram, e eu imediatamente senti uma dor intensa nos braços e nos pulsos já feridos. Os policiais, loucos de raiva, ligaram um ventilador no alto e o apontaram para mim, soprando uma corrente de ar frio sobre o meu corpo. Eu estava com tanto frio que tremia incessantemente, e meus dentes rangiam na boca. Eu estava menstruada, e, em vez de me permitir trocar o absorvente, os policiais malignos exigiram que eu “resolvesse” isso nas minhas calças. Mas, mesmo com isso, eles não pararam. Trouxeram uma chibata feita de galho flexível e me chicotearam com ela por todo lugar, deixando uma marca de sangue a cada golpe. Era tão doloroso, que eu me contorcia, tentando escapar. Mas, quando viram que eu estava me esquivando dos golpes, o policial me espancou ainda mais violentamente, dizendo: “Vamos ver se você vai falar agora! Vou te deixar estropiada hoje à noite!” A crueldade e a depravação daqueles policiais malignos eram abomináveis, mas, graças à orientação e proteção de Deus, eu não me submeti a eles, e eles não conseguiram nada com essa rodada de interrogatório.

Em meio a vários dias de interrogatório brutal, um oficial da Brigada de Segurança Nacional fingia ser um “policial bom”, tentando, em vão, fazer-me trair a igreja com táticas brandas. Com uma expressão doce e gentil, ele me deu água, me trouxe uma maçã e, com bondade falsa, disse: “É uma pena sofrer assim sendo tão jovem. Basta dizer-nos o que queremos saber, e isto pode acabar. Você pode ir para casa. Seu marido e seu filho estão ansiosos para vê-la!” No começo, eu achei que ele parecia gentil, mas ele era mais cruel e maléfico do que qualquer um deles. Quando viu que eu não iria falar, sua expressão se transformou em um rosnado feroz, revelando completamente sua verdadeira natureza bestial, e ele começou a me torturar de forma ainda mais cruel e impiedosa. Ele me levou para a sala principal da delegacia, onde me forçou a ficar sentada sozinha no canto por duas horas no ar congelante. Depois, quando voltou e gritou meu nome, ele achou que eu não havia respondido alto o suficiente. Então me obrigou a esticar as pernas e pisoteou cruelmente as rótulas dos meus joelhos e, depois, levantou bruscamente minhas mãos, que estavam algemadas nas minhas costas. Ouvi um estalo na minha cintura e, então, senti uma dor lancinante e gritei. Depois disso, perdi toda a sensibilidade na cintura. Eu nunca imaginei que meu grito enfureceria aquele diabo. Ele berrou furiosamente para um de seus lacaios: “Pegue um pano e enfie na boca dela para que ela não grite de novo!” Eles trouxeram um pano malcheiroso e imundo e o enfiaram na minha boca, o que me fez querer vomitar. Ele gritou comigo: “Segure isso com os dentes! Não se atreva a deixar o pano cair”, enquanto continuava a enfiá-lo na minha boca. Diante desses animais vis, nada havia em meu coração além de um ódio amargo. Eu os odiava tão profundamente que não tinha mais lágrimas. Em seguida, esse oficial diabólico continuou a me interrogar e, quando viu que eu continuaria sem falar, ele mais uma vez pressionou minhas pernas para baixo enquanto erguia meus braços algemados no ar. Foi tão doloroso que comecei a suar frio e involuntariamente gritei de novo. Ao ver que eu ainda assim não falaria, ele disse aos seus lacaios: “Levem-na embora!” Dois policiais malignos me levantaram do chão, mas, a esta altura, minha cintura não conseguia ficar reta. Eu tive de andar devagar, com as costas arqueadas, um passo de cada vez. Com dor extrema, fraqueza, desesperança e impotência novamente invadiram minha mente. Eu não sabia quanto tempo conseguiria aguentar, então orei repetidamente a Deus em meu coração, clamando pela proteção de Deus Todo-Poderoso, para que, mesmo que eu tivesse de morrer, eu não O traísse.

Depois disso, vi que Deus Todo-Poderoso entendia minha fraqueza em todos os aspectos e havia sido misericordioso e me protegido em segredo o tempo todo. Quando aqueles policiais malignos vieram me interrogar novamente, eles me ameaçaram: “Se você não falar, vamos levá-la para outro lugar e colocá-la em uma cadeira elétrica. Quando ligarmos a energia, você desmaiará; e, mesmo que não morra, ficará inválida!” Ao ouvir as palavras do policial maligno, não pude deixar de ter medo. Eu achei que realmente não poderia suportar um tratamento tão desumano, então orei urgentemente a Deus e, naquele momento, lembrei as palavras de Deus: “Quando as pessoas estão preparadas para sacrificar a própria vida, tudo se torna insignificante e ninguém consegue vencê-las. O que poderia ser mais importante que a vida?” (de ‘Capítulo 36’ das Interpretações dos mistérios das palavras de Deus para todo o universo em “A Palavra manifesta em carne”). Sim, minha vida estava nas mãos de Deus. Deus a controla e domina, e se eu haveria de viver ou morrer não dependia da polícia. Se eu realmente colocasse minha vida em risco, poderia vencer Satanás. Naquele momento, eu estava repleta de fé e disposta a colocar minha vida em risco, a colocá-la nas mãos de Deus e a obedecer às orquestrações e aos arranjos de Deus. Eu nunca imaginei que, justamente naquele momento, ouviria um daqueles policiais malignos dizer que a cadeira elétrica estava quebrada e que a energia não podia ser ligada. Naquele momento, senti profundamente que Deus Todo-Poderoso estava comigo a todo instante. Muito embora eu estivesse em um covil de demônios, Deus permanecia ao meu lado. Ele permitiu que eu passasse por sofrimento, mas não permitiu que aqueles demônios satânicos tirassem minha vida. Eu agradeci a Deus Todo-Poderoso por Sua proteção milagrosa e por me permitir escapar! Minha fé ficou mais firme, e eu estava disposta a suportar qualquer sofrimento para permanecer firme e testemunhar de Deus. Aqueles policiais irascíveis e malignos me torturaram e interrogaram por seis dias e cinco noites, não me permitindo comer, beber água ou dormir. Isso me possibilitou ver com clareza que o governo do PCC não passa de um grupo de criminosos e agressores. Estar em suas garras significava estar sob o domínio de demônios cruéis e violentos, e, sem o cuidado e a proteção de Deus Todo-Poderoso, eles teriam me torturado até a morte. Apesar do fato de aqueles policiais malignos não terem me permitido comer, beber ou dormir por vários dias e também de terem me torturado de todo jeito, eu nunca senti sede, fome ou cansaço. Os policiais da Brigada de Segurança Nacional disseram que nunca tinham visto alguém jovem sobreviver tantos dias. Entendi profundamente que essa era a imensa força vital de Deus Todo-Poderoso que estava sustentando minha casca carnal, concedendo-me vida e dando-me a força para persistir até o fim. Como o Senhor Jesus disse: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4:4). As palavras de Deus Todo-Poderoso dizem: “Deus usa Sua vida para prover para todas as coisas, tanto vivas quanto sem vida, colocando tudo na boa ordem pela virtude de Seu poder e autoridade. Essa é uma verdade que ninguém pode conceber ou entender facilmente e tais verdades incompreensíveis são a própria manifestação e testamento da força vital de Deus” (de ‘Deus é a fonte da vida do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”).

Depois disso, quando os policiais viram que táticas severas não estavam funcionando, eles decidiram tentar táticas brandas. O chefe da Brigada de Segurança Nacional veio me interrogar pessoalmente. Ele tirou minhas algemas de forma cortês e gentil, convidou-me a sentar e disse com uma voz “suave”: “Você é muito tola. Você não é nenhum tipo de oficial ou autoridade na igreja. Eles a traíram, e você está aqui resistindo a nós em favor deles. Vale realmente a pena? Além disso, se você crê em Deus Todo-Poderoso, no futuro, seu filho será impedido de ingressar na universidade, de se unir ao exército ou de se tornar funcionário público. E seu marido não se importa com você. Ele já pode ter encontrado outra pessoa e abandonado você… O fato é que já sabemos tudo sobre sua situação. Mesmo se você não nos disser nada, nós podemos acusá-la de um crime mesmo assim, pois este é o país do PCC. Nós decidimos o que acontece. Nós também decidimos quantos dias devemos mantê-la presa. Mesmo se você morrer aqui, nada acontecerá conosco, então é melhor confessar! A China é diferente de outros países. Mesmo que você não nos conte nada, ainda podemos acusá-la de um crime e sentenciá-la”. Ao ouvir todas as maneiras diferentes com que ele procurava me seduzir com bondade, meu coração ora disparava ora desfalecia, e eu estava especialmente infeliz. Como não sabia o que fazer, clamei em meu coração: “Deus Todo-Poderoso! Tu sabes que minha estatura é muito pequena e que tanto me falta. Não sei como passar por tais circunstâncias ou como enfrentá-las. Eu imploro por Tua orientação”. Foi então que eu novamente encontrei direção nas palavras de Deus: “Em todos os momentos, Meu povo deve estar alerta aos ardilosos esquemas de Satanás, […] o que impedirá que vocês caiam na armadilha de Satanás, quando então será tarde demais para arrependimentos” (de ‘Capítulo 3’ das Palavras de Deus para todo o universo em “A Palavra manifesta em carne”). “Por Minha causa, também não deve se render a qualquer força das trevas. Confie na Minha sabedoria para trilhar o caminho perfeito; não permita que as conspirações de Satanás se consolidem” (de ‘Capítulo 10’ das Declarações de Cristo no princípio em “A Palavra manifesta em carne”). As palavras de Deus iluminaram meu coração, e eu encontrei o caminho da prática. Pensei comigo mesma: “É claro! Isso foi Satanás usando ganchos emocionais para me desencaminhar e enganar. Eu deveria perceber seus truques, derrotá-lo com sabedoria e não me deixar enganar. Todas as coisas e todos os assuntos estão nas mãos de Deus. Mesmo que eu fique na prisão até que as barras enferrujem, nunca devo me submeter a Satanás e trair Deus!” Agora eu tinha muito mais clareza quanto ao que fazer. Diante de suas provocações e tentações, eu permaneci sentada em silêncio, orei e acalmei meu coração na presença de Deus. Então, eu lhe disse com raiva: “Eu vou processar você! Você não somente tentou me torturar para obter uma confissão, como também me acusou falsamente de um crime!” Com uma risada sinistra, ele disse: “Bem, eu não bati em você. Vá em frente e processe. Este é o país do PCC. Ninguém irá defender você”. As palavras dele me fizeram desprezar o governo maligno do PCC com todo o meu ser. E aquele demônio velho realmente não tinha consideração alguma pela lei ou pela moral. Depois disso, ele trouxe uma grande pilha de documentos de identidade de meus irmãos e irmãs para que eu os identificasse, perguntando-me se eu os conhecia e esperando, em vão, que eu os traísse. Respondi asperamente: “Não conheço nenhum deles!” Ao ouvir isso, seu rosto ficou roxo de raiva. Ele viu que eu realmente não diria nada e saiu zangado. Naquela tarde, eles me levaram para a casa de detenção e me ameaçaram violentamente, dizendo: “Na casa de detenção, faremos você se agachar junto à água para ficar descascando alho. Depois de alguns dias, suas mãos estarão apodrecidas!” Eles zombaram e riram com orgulho enquanto falavam, e, em suas expressões bestiais, eu vi o rosto demoníaco de Satanás, cruel e malévolo!

Depois de ficar um mês na casa de detenção, a polícia alegou que, se pagasse 20.000 yuans, eu poderia voltar para casa. Eu disse que não tinha tanto dinheiro, e, como se estivessem barganhando, disseram que 10.000 também serviriam. Quando eu disse que não tinha um centavo, o aborrecimento deles imediatamente se transformou em raiva, e eles disseram, com um sorriso de escárnio: “Se você não tem dinheiro, então passará por reeducação pelo trabalho! Quando sair, seu marido nem a quererá mais!” Eu disse resolutamente: “Tudo bem, eu não me importo!” Então, sem pensar duas vezes, eles me acusaram dos crimes de “perturbação da ordem social” e “obstrução da aplicação da lei” e me sentenciaram a um ano de reeducação pelo trabalho. Isso me mostrou com ainda mais uma clareza, que o governo do PCC é um demônio satânico sem consideração pelas vidas humanas, um inimigo de Deus! Neste inferno na terra governado por demônios, onde Deus é visto como um inimigo mortal, o partido no poder é decreto e lei divinos, e aqueles que vivem sob seu poder não têm direitos humanos ou liberdade, sem falar em liberdade religiosa! Naquele momento, não pude deixar de me lembrar das palavras de Deus Todo-Poderoso: “É para dar vazão, sem reserva, ao ódio que incha seu peito, para erradicar aqueles germes bolorentos, para permitir que vocês abandonem essa vida que não é diferente da de um boi ou de um cavalo, para que não sejam mais escravos, para que não sejam mais livremente pisoteados ou comandados pelo grande dragão vermelho; vocês não farão mais parte dessa nação falida, já não pertencerão mais ao odioso grande dragão vermelho, já não serão mais escravizados por ele. O ninho dos demônios certamente será despedaçado por Deus, e vocês estarão ao lado de Deusvocês pertencem a Deus e não pertencem a esse império de escravos. Há muito tempo Deus tem abominado essa sociedade obscura até os ossos. Ele range os dentes, desesperado para fincar os pés nessa velha serpente perversa e odiosa, de modo que nunca mais volte a se erguer e nunca mais volte a abusar do homem; Ele não perdoará suas ações do passado, Ele não tolerará seu engano do homem, Ele acertará as contas para cada um de seus pecados ao longo das eras; Deus não será nem um pouco leniente com o líder de todo o mal,[1] Ele o destruirá completamente” (de ‘Obra e entrada (8)’ em “A Palavra manifesta em carne”). Naquele momento, fiquei cheia de tristeza e raiva, pois vi como o governo chinês era verdadeiramente insidioso, astuto e enganoso. Ele alega seguir lemas como “liberdade de crença religiosa, protegendo os direitos e interesses legítimos dos cidadãos”, mas, por baixo, perturba e destrói inescrupulosamente a obra de Deus, prende, espanca, multa e mata quando quer aqueles que creem em Deus Todo-Poderoso e obriga impiedosamente as pessoas a rejeitar a Deus, a traí-Lo e a submeter-se ao seu governo sombrio. A humanidade foi feita por Deus, e o natural e correto é crer em Deus e adorá-Lo, mas o governo reacionário do PCC vai contra o Céu e a natureza, tentando afastar a vinda do Deus verdadeiro. Ele persegue desumanamente os crentes em Deus, usando ameaças, persuasões, incriminações falsas, confissões extorquidas e tortura. Seus crimes são hediondos, horríveis e odiosos! Sua baixeza e maldade me fizeram detestá-lo até o âmago, e fiquei mais determinada do que nunca a morrer antes de segui-lo, e minha fé e determinação para seguir Deus Todo-Poderoso e trilhar a senda correta na vida estavam mais firmes do que nunca.

Em agosto de 2010, fui liberada após cumprir minha sentença. Quando voltei para casa, descobri que, enquanto eu cumpria minha sentença, meu marido também esteve sob vigilância policial por um ano. Durante aquele ano, à noite, frequentemente havia policiais à paisana monitorando as ações dele atrás de nossa casa, espionando-o e vigiando a casa, impedindo-o de voltar para lá ou ter um lugar onde pudesse se sentir seguro. Durante o dia, ele tinha de trabalhar fora e, à noite, tinha de dormir na pilha de lenha perto de casa, o que lhe impossibilitava dormir profundamente. Depois que fui liberta, descobri que aqueles lacaios policiais também espalharam rumores sobre mim no povoado, incitaram todos ali a me abandonar e enviaram a diretora das Mulheres do Povoado para me vigiar. Eles também me mandaram escrever uma declaração prometendo que não deixaria a cidade. Eles me negaram toda liberdade pessoal. Depois de ficar em casa por um mês, fui novamente forçada por 3 ou 4 policiais a ir à Brigada de Segurança Nacional para um interrogatório. Eles novamente me prenderam em uma cadeira de metal e tentaram me obrigar a revelar informações sobre a Igreja de Deus Todo-Poderoso. Quando meus familiares foram me tirar de lá, eles declararam arrogantemente: “Se vocês a quiserem libertar, precisarão pagar uma multa de 20.000 yuans ou fazer com que ela nos dê informações sobre a Igreja de Deus Todo-Poderoso. Caso contrário, ela será condenada a cinco anos de reeducação pelo trabalho!” Minha família não tinha tanto dinheiro, então teve de voltar para casa frustrada e impotente. Eu entendi, em meu íntimo, que aqueles demônios queriam usar a prisão de novo para forçar-me a trair Deus. Então, em meu coração, clamei urgentemente a Deus em oração: “Deus Todo-Poderoso, Satanás está usando suas artimanhas hoje novamente, esperando, em vão, forçar-me a trair-Te, mas eu não permitirei que eles me enganem. Não importa quantos anos de trabalho eu tenha de enfrentar, eu darei testemunho para satisfazer a Ti”. Assim que fiz o juramento em meu coração para dar testemunho independentemente do quanto tivesse de sofrer, eu vi as obras milagrosas de Deus: quando os policiais malignos viram que nada ganhariam com o interrogatório, eles me libertaram naquela noite. Eu agradeci a Deus Todo-Poderoso por abrir-me uma senda e, mais uma vez, salvar-me das garras de Satanás.

Em meio a perseguições cruéis do governo do PCC, eu nunca ousei imaginar que sairia viva daquilo. Sem a orientação da palavra de Deus Todo-Poderoso, sem o cuidado e a proteção de Deus Todo-Poderoso e sem a força infinita que me foi dada por Deus, minha vida frágil poderia ter sido apagada e engolida a qualquer momento por aqueles demônios desumanos, e eu nunca teria sido capaz de permanecer firme diante de Satanás. Isso me fez entender genuinamente a autoridade e o poder das palavras de Deus Todo-Poderoso e possibilitou-me sentir a transcendência e a grandiosidade da força vital de Deus Todo-Poderoso, bem como experimentar o amor verdadeiro de Deus e Sua provisão abnegada de vida para mim! Foi Deus Todo-Poderoso que me levou, vez após vez, a vencer as tentações de Satanás, a superar meu medo da morte e a emergir daquele inferno na terra. Eu experimentei profundamente que apenas o amor de Deus Todo-Poderoso pela humanidade é genuíno, que Deus Todo-Poderoso é o Único em quem posso confiar e que Ele é minha única salvação. Eu fiz um juramento mortal de abandonar e rejeitar Satanás, de buscar a verdade, de seguir eternamente Deus Todo-Poderoso e de trilhar a senda resplandescente e correta da vida!

Nota de rodapé:

1. “Líder de todo o mal” se refere ao velho diabo. Esta frase expressa aversão extrema.

Quando o desastre vem, como nós cristãos devemos lidar com ele? Convidamos você a participar da nossa reunião online, onde podemos explorar juntos e encontrar o caminho.
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Nasci em uma parte pobre e atrasada do interior e vivi uma vida difícil e empobrecida quando criança. Para alcançar uma vida melhor assim que possível, depois que me casei, comecei a trabalhar feito louca.