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Harmonia marital já não é mais um problema

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Por Wang Ran, Singapura

Um sonho lindo

Quando solteira, Wang Ran sempre se agarrou a um lindo sonho – a esperança de que, após se casarem, ela e seu marido conviveriam em harmonia, demonstrariam tolerância mútua, estariam ao lado um do outro pela vida inteira e envelheceriam juntos. Na época, Wang Ran tinha muita confiança em si mesma; sentia que era uma pessoa de bom caráter que se dava bem com os outros. Mas a realidade não se concretizou como Wang Ran queria – após o casamento, uma miríade de conflitos que surgiu em sua vida com seu marido corroeu aos poucos o seu sonho.

Um conflito conjugal após o outro

No início de seu casamento, Wang Ran e seu marido ainda conseguiram se acomodar e tolerar mutuamente, mas após algum tempo, todos os tipos de problemas e conflitos vieram à tona. Wang Ran é uma pessoa bastante limpa – ela varre várias vezes ao dia, e mesmo que haja apenas um fio de cabelo no chão, ela o retira. Todos os seus pertences são meticulosamente organizados; nunca estão bagunçados. Wang Ran acredita que isso é um bom hábito e que as pessoas não conseguem viver confortavelmente se seu espaço de vida não estiver limpo e arrumado. Assim, ela obriga também o seu marido a arrumar tudo de acordo com seus próprios padrões. Sempre que saía de casa e retornava alguns dias depois, a primeira coisa que conferia era o estado de limpeza da casa; se não estivesse à altura de seus padrões, ela, irritada, repreenderia seu marido: “Por que você não limpou a casa? O que você faz o dia inteiro em casa? Você é tão preguiçoso!” Seu marido, porém, não cedia diante das reprimendas de Wang Ran, mas respondia irritado: “A casa não está nada suja. O que tem aqui que precisaria ser limpado? Você tem uma obsessão patológica com limpeza…” Ao ouvir essas palavras de seu marido, Wang Ran se irritava ainda mais e pensava: “Só quero que o lugar seja um pouco mais limpo para que possamos viver confortavelmente. Como isso pode ser errado? É óbvio que você está sendo preguiçoso e não quer arrumar a casa, mas você joga a culpa em mim!”. Wang Ran acreditava que estava certa e não estava disposta a mostrar nenhuma fraqueza, por isso continuava a discutir com seu marido. Assim, nenhum dos dois se mostrava disposto a ceder, cada um se agarrava às suas próprias ideias, até chegarem ao ponto em que passaram a se ignorar – foi o início de uma guerra fria entre eles. Wang Ran se sentiu especialmente injustiçada, acreditando que seu marido não estava sendo atencioso e nem tentava compartilhar o peso das tarefas domésticas com ela.

Havia várias ocorrências semelhantes em seu dia a dia. Às vezes, a comida preparada por seu marido não agradava ao paladar de Wang Ran, e ela tinha algumas coisas a dizer para ele: “Por que alguém colocaria shoyu light nesse prato? Teria sido mais gostoso com shoyu temperado – o gosto não é bom com shoyu light. E neste prato aqui, você deveria ter acrescentado um pouco de açúcar…” Quanto mais falava, mais ela se achava certa, acreditando que, se a comida tivesse sido preparada do jeito que ela gostava, tudo teria ficado bem melhor. Mas ao ouvir as críticas incessantes de Wang Ran, seu marido respondeu com raiva: “Se você quiser comer, coma. Se não quiser, não coma. Como você consegue encontrar tantas coisas para reclamar?”. Suas palavras duras e desagradáveis realmente incomodaram Wang Ran. Pensou: “A comida que você faz realmente não presta. O que há de errado em mencionar isso? Além do mais, faço comida o tempo todo, portanto, sei como deveria ser feita. Você deveria me ouvir. Mas você não só não me ouve, você também diz coisas tão desagradáveis e se recusa a me entender. Como você pode me tratar assim?”. Quanto mais ela pensava nisso, mais injustiçada e irritada ela se sentia. Ela simplesmente permanecia firme contra seu marido, recusando-se a comer num ataque de indignação.

Os conflitos entre os dois pioraram após o nascimento de sua filha. Wang Ran adorava arrumar sua filha e deixá-la linda e frequentemente lhe comprava roupas bonitas, mas seu marido dizia que era desperdício, que uma criança podia vestir qualquer coisa e que era desnecessário comprar tanta coisa. Wang Ran não concordava com ele de jeito nenhum; acreditava que ele era mesquinho e não suportava gastar nem mesmo um pouco de dinheiro com sua filha. Assim, ela não dava qualquer atenção à opinião dele e continuava a comprar quaisquer roupas lindas que encontrava para sua filha. Ao ver que ela continuava a comprar pilhas de roupas, seu marido se irritou com ela e até se recusava a tomar conhecimento dela. Também não conseguiam concordar no que dizia respeito à educação de sua filha. Wang Ran achava que não deveriam tratá-la com qualquer dureza nem levantar a mão contra ela e que, quando fizesse algo errado, bastaria repreendê-la, mas seu marido disse que assim a deixariam mimada e que isso não seria bom para ela. Certa vez, quando sua filha fez algo errado, o marido de Wang Ran a repreendeu duramente. Quando Wang Ran ouviu o choro da criança, ela atacou seu marido com fúria, dizendo: “Ela é tão pequena, você vai matá-la de susto gritando com ela desse jeito!” Enquanto dizia isso, ela avançou, empurrou o marido para o lado e tirou sua filha da casa.

Wang Ran e seu marido batiam cabeças com frequência por coisas pequenas desse tipo em seu dia a dia. Discutiam constantemente, sempre em guerra fria – a sua vida conjunta era exaustiva. Para Wang Ran, o mais doloroso era que, após um conflito, ambos ignoravam um ao outro, nenhum dos dois estava disposto a ceder e admitir sua culpa. Permaneciam num impasse por dias. Seus sogros e outros parentes pediam com frequência que se reconciliassem, mas isso fornecia apenas um alívio breve, e não demorava para que sua guerra fria recomeçasse. Wang Ran se sentia muito entristecida por causa disso e não sabia com quem falar sobre a miséria em seu coração. Ela pensava frequentemente: “Marido e esposa deveriam ser compreensivos e tolerantes um com o outro. Deveriam ser confidentes que conversam sobre tudo, mas meu marido e eu estamos sempre numa guerra fria. Somos como os estranhos mais íntimos, e cada dia é miserável e sufocante. O que posso fazer para conviver em harmonia com ele? Quando essa vida de sofrimento e repressão terá um fim?”.

Lendo as palavras de Deus e encontrando a raiz do sofrimento

Onde o homem termina, Deus começa. Quando Wang Ran estava sofrendo e se sentindo perdida, o evangelho de Deus dos últimos dias encontrou Wang Ran e seu marido. Quando leram as palavras de Deus, ambos determinaram que Deus é o Senhor que criou os céus, a terra e todas as coisas. Eles aceitaram a salvação de Deus e vieram diante Dele. Depois disso, em suas interações com irmãos e irmãs, Wang Ran viu que, quando eles tinham um conflito com outra pessoa em sua vida, todos eles reconheciam sua própria culpa, o tipo de caráter satânico corrompido eles viviam dentro deles e então liam as palavras de Deus para resolver seu caráter corrupto, neutralizando assim quaisquer conflitos interpessoais. Para ela, isso era inacreditável, e ela sentiu que existia uma diferença enorme entre crentes e descrentes! Ela lembrou que, antes, quando tinha um conflito com seu marido, colegas ou amigos, ela se queixava daquela pessoa e a difamava, dizendo que o problema era dela. Ela sempre procurava a causa na outra pessoa, mas nunca reconhecia sua própria culpa. Quando isso lhe veio à mente, uma dúvida surgiu no coração de Wang Ran: “Seria possível que meu marido e eu não conseguíamos conviver porque eu não era capaz de refletir sobre mim mesma e sempre me concentrava nele e em seus problemas?”.

Numa reunião, Wang Ran falou sobre sua incapacidade de conviver com seu marido, e uma irmã encontrou uma passagem nas palavras de Deus e uma passagem de uma comunicação que tratava de sua confusão. Wang Ran leu estas palavras de Deus: “Antes de ser corrompido por Satanás, o homem naturalmente seguia a Deus e obedecia às Suas palavras depois de ouvi-las. Ele tinha naturalmente bom senso, boa consciência e humanidade normal. Depois de corrompido por Satanás, seu sentido original, sua consciência e sua humanidade ficaram embotados e foram comprometidos por Satanás. Assim, o homem perdeu a obediência e o amor para com Deus. O sentido do homem tornou-se aberrante, seu caráter tornou-se o mesmo que o de um animal” (de “Ter um caráter inalterado é estar em inimizade contra Deus”). A passagem da comunicação dizia: “Os caracteres das pessoas são todos bastante arrogantes. As pessoas não ouvem ninguém, veem os erros nos outros e não conseguem ver seus pontos fortes. Além disso, cada um tem uma certa personalidade, certas características, e as pessoas depreciam todos em que veem algum erro e não querem encará-los ou lidar com eles. Elas os julgam, então ambas as pessoas se olham com desprezo. Para a maioria das pessoas, essas são questões sérias e fazem com que os relacionamentos interpessoais terminem em impasses, em tensão[…] E há algumas pessoas que sempre falam com os outros com arrogância, que gostam de controlar as pessoas e que querem que os outros as ouçam, mas que nunca ouvem os outros. Não é fácil conviver com esse tipo de pessoas” (de ‘Como construir a vida na igreja e o significado de construí-la’ em “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida I”).

Quando Wang Ran terminou de ler, sua irmã compartilhou em comunhão: “Quando Deus criou a humanidade, ela não estava corrompida por Satanás. Eram pessoas com consciência e razão, que perdoavam e eram tolerantes umas com as outras. Conseguiam conviver em harmonia com outros – tinham uma semelhança humana. Mais tarde, porém, a humanidade foi corrompida por Satanás, e nós ficamos cheios de arrogância, egoísmo, desprezo, desonestidade, enganação, ganância, maldade e outros caracteres satânicos. Também nos tornamos realmente presunçosos, querendo dominar todas as coisas e ter a última palavra. Ao lidar com outros, sempre acreditamos que nossas próprias visões e noções são corretas e sempre queremos que os outros nos ouçam e façam o que nós queremos. Quando outra pessoa expressa outra opinião, somos incapazes de deixar-nos de lado e humildemente aceitar suas sugestões. Quando temos um conflito com outra pessoa, nós nos concentramos nos erros da outra pessoa, acreditando que o problema é ela. Muitas vezes, tratamos os outros com arrogância e até nos queixamos deles ou os rejeitamos. Jamais levamos em conta os sentimentos dos outros – falta-nos completamente qualquer consciência e razão de um ser humano correto. Vivemos dependentes do nosso caráter satânico arrogante e presunçoso, como, então, poderíamos nos dar bem com os outros? Talvez consigamos domá-lo por algum tempo, mas, no decorrer do tempo, nosso caráter corrupto se manifesta, e não conseguimos conviver com ninguém por muito tempo. Você e seu marido, por exemplo, quando vocês casaram, vocês eram tolerantes e magnânimos um com o outro, mas, após certo tempo, vocês viram coisas um no outro que vocês não gostavam e partiram para a guerra um contra o outro por causa de qualquer detalhe. Ninguém estava disposto a ceder, e tudo acabou numa guerra fria em que vocês nem tomavam conhecimento um do outro. Isso resultou numa vida de dor para os dois, e vocês se sentiam constrangidos e incapazes de serem livres. É por isso que, se quisermos conviver em harmonia com outros, precisamos aceitar o julgamento e castigo das palavras de Deus, concentrando-nos em refletir e conhecer a nós mesmos, buscando mudar o caráter satânico e corrompido dentro de nós e viver uma humanidade correta. Uma vez que nosso caráter satânico for transformado, nós nos tornamos capazes de ouvir as opiniões dos outros em todas as coisas e negociar com eles. Então somos capazes de conviver em harmonia.”

Ao ouvir a comunicação de sua irmã, Wang Ran percebeu que a razão pela qual ela e seu marido não tinham conseguido conviver bem e sempre estavam em conflito era que ela tinha sido corrompida por Satanás e estava cheia de caracteres satânicos corrompidos, como arrogância e presunção. Ela queria ser dominante em tudo e sempre sentia que ela estava certa e que a outra pessoa estava errada; ela achava muito difícil aceitar os pontos de vista ou sugestões dos outros. Ocorreu-lhe que não se tratava apenas das tarefas domésticas ou da comida, mas também da criação da filha – ela sempre achava que suas próprias noções e visões eram corretas e queria que seu marido a ouvisse e fizesse as coisas do jeito dela. Se ele não a ouvia, ela o repreendia ou se recusava a reconhecê-lo, mas ela nunca tomava a iniciativa de admitir um erro com humildade. Ela não era tolerante ou paciente com seu marido, mas sempre se queixava de que ele não levava em conta os sentimentos dela, por isso, iniciavam “batalhas” com frequência e começavam uma guerra fria. Isso lançou sua vida em sofrimento, e os membros de suas famílias também ficaram preocupados com eles, sem saber o que fazer. Wang Ran percebeu também por que tantas famílias que tinham sido felizes no passado acabaram se desintegrando. Era porque elas tinham sido corrompidas por Satanás e estavam vivendo com base em seu caráter satânico corrupto, tornando-as incrivelmente arrogantes, presunçosas, egoístas e desprezíveis. Todos estavam vivendo em função de seu benefício pessoal e não tinham como evitar conflitos frequentes nem mesmo com aqueles que lhes eram mais próximos e queridos. Ninguém cedia a ninguém, e as pessoas até se tornavam inimigas amargas, rompendo o contato pelo resto de sua vida. Foi apenas então que Wang Ran entendeu quão prejudicial um caráter satânico é às pessoas e que ela não poderia continuar vivendo se baseando nisso.

Colocando a verdade em prática e interagindo em harmonia

Mais tarde, Wang Ran leu as duas seguintes passagens da comunicação: “Para que as pessoas possam interagir normalmente umas com as outras, elas precisam possuir alguns princípios de prática. Esses princípios deveriam não só incluir não tirar vantagem dos outros, não prejudicar os outros, mas ter também algum amor. Incluem também ter uma consciência e racionalidade, ajudar uns aos outros, demonstrar tolerância uns com os outros, cuidar de outros, permitir que os outros se beneficiem em todas as situações, levar outros em consideração, não se preocupar apenas consigo mesmo, demonstrar compaixão com as fraquezas dos outros e perdoar as transgressões dos outros. Se tivermos esses poucos princípios, seremos capazes de construir um relacionamento normal com outros e de viver em harmonia uns com os outros” (de “A comunhão do alto”). E: “Marido e esposa dependem de sua consciência para manter um relacionamento correto. Sem uma consciência, não terão quaisquer sentimentos um pelo outro, e se lhes falta razão, não há como administrar um relacionamento conjugal. Se tiver consciência e razão, então suas ações demonstrarão ao seu esposo que você é uma boa pessoa, e ele admirará o seu caráter e tratará você melhor. Se ele não admirar suas ações, se ele não as aprovar, se lhe faltar amor, humanidade e consciência, ele considerará você repugnante. Assim, relacionamentos interpessoais são sustentados por consciência e razão, e sem essas coisas, as pessoas não podem ter relacionamentos corretos umas com as outras” (de ‘Apenas com a verdade é possível destruir a natureza humana corrupta e viver uma humanidade normal’ em “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida VI”).

Esses textos compartilharam de maneira muito clara uma comunicação sobre a senda da prática para alcançar relacionamentos harmoniosos com outros. Wang Ran aprendeu que a chave mais importante para se relacionar com outros era ter uma consciência e razão, abandonar seu próprio caráter satânico de arrogância e presunção, ser tolerante e paciente com os erros dos outros e ser amorosa e atenciosa com os outros e perdoá-los. Ela devia pensar nos outros em todas as coisas e ver as questões do ponto de vista da outra pessoa. Amor e perdão mútuos eram especialmente importantes entre marido e mulher – eles não podiam simplesmente só ver os problemas que a outra pessoa tinha, mas precisavam aprender a se deixar de lado e aceitar as visões e perspectivas de seu esposo. Apenas isso era o que devia ser vivido com humanidade correta. Em silêncio, Wang Ran decidiu: “Em conflitos futuros com meu marido, eu virei primeiro diante de Deus para orar e refletir sobre mim mesma. Não agirei ou tratarei meu marido mais com base em meu caráter arrogante, mas colocarei em prática as palavras de Deus e viverei uma humanidade correta para que possamos conviver em harmonia.”

Depois disso, quando seu marido não limpava ou arrumava as coisas como ela queria, Wang Ran passou a aceitar que todos têm padrões diferentes de limpeza. Ela não podia exigir que ele seguisse os padrões dela, tampouco podia ficar remoendo como as coisas estavam limpas ou repreender seu marido. Em vez disso, ela orava a Deus para que ela pudesse abandonar seu próprio caráter arrogante, e quando a casa estava suja, ela fazia um pouco mais. Quando seu marido preparava a comida, ela não o criticava mais – ela simplesmente comia o que ele cozinhava e não ficava de nariz empinado só porque não era bom o bastante. Já que os gostos e estilos de cozinhar de cada um eram diferentes, seu marido não precisava fazer comida com base nas preferências dela. Nas ocasiões em que os dois entravam em conflito e seu marido a culpava, ela corria para orar a Deus e refletir sobre o que ela tinha feito de errado. Depois disso, ela conseguia se deixar de lado e tomar a iniciativa para pedir perdão a ele e não discutir mais com ele. No que dizia respeito à criação de sua filha e à compra de roupas para ela, contanto que seu marido estivesse correto, Wang Ran passou a aceitar suas opiniões e a não insistir em seu jeito de fazer as coisas. Quando ela colocou as exigências de Deus em prática, ela descobriu que seu marido também tinha passado por uma mudança. Uma vez, após falar alto, ele repentinamente pediu desculpas a Wang Ran, dizendo: “Sinto muito. Eu não devia ter explodido daquele jeito. Sou tão arrogante e só pensei em desabafar. Eu não levei em conta os seus sentimentos – não fui nem um pouco tolerante com você…” Ao ver a transformação de seu marido, Wang Ran se sentiu surpresa e confortada. Ela pensou no fato de que ela não era mais tão arrogante ou presunçosa quanto tinha sido no passado e que seu marido também tinha mudado, até pedindo desculpas a ela – essas coisas nunca tinham acontecido entre eles antes. Certamente, essas coisas tinham sido alcançadas pelas palavras de Deus! Naquele momento, a determinação de Wang Ran de colocar a verdade em prática se tornou ainda mais forte. No futuro, ao interagir com seu marido, ela faria as coisas de acordo com as exigências de Deus e abandonaria seu próprio caráter arrogante. Dessa forma, seus conflitos se tornariam cada vez mais raros, e mesmo que houvesse momentos em que eles surgiriam em sua vida, depois disso, eles seriam capazes de ler as palavras de Deus juntos, orar a Deus, cada um refletindo sobre o que tinha feito de errado, sobre que caráter corrupto tinha provocado aquilo, e compartilhar em comunhão de coração aberto. Então, eles praticariam de acordo com as exigências de Deus. Quando Wang Ran e seu marido praticaram de acordo com as palavras de Deus, suas interações se tornaram cada vez mais suaves – isso se devia completamente às palavras de Deus que os transformava, e era a obra de Deus tendo efeito neles. Wang Ran só pôde oferecer sua gratidão e seu louvor a Deus!

Wang Ran leu outra passagem das palavras de Deus: “Elas têm um relacionamento normal entre si, não ficam sozinhas e sua vida não é medíocre, nem decadente. Assim, também, Deus é exaltado entre todos, Suas palavras permeiam os homens, as pessoas vivem em paz umas com as outras; e, sob o cuidado e a proteção de Deus, a terra é repleta de harmonia, sem a interferência de Satanás, e a glória de Deus possui a maior importância entre os homens. Tais pessoas são como anjos: puras, vibrantes, nunca reclamando de Deus e devotando todos os seus esforços unicamente à glória de Deus na terra” (de ‘Capítulo 16’ das interpretações dos mistérios das palavras de Deus para todo o universo em “A Palavra manifesta em carne”). Wang Ran se comoveu muito com essas palavras; ela entendeu que, apenas se ela refletisse e reconhecesse seu próprio caráter corrupto a partir das palavras de Deus, fosse capaz de abandonar a carne de maneira prática, praticasse de acordo com as palavras de Deus e vivesse uma humanidade correta, ela seria capaz de conviver em harmonia com os outros e manter relacionamentos interpessoais corretos. Sem vir diante de Deus ou sem a rega e a orientação das palavras de Deus, o que quer que façamos para fazer as pazes, jamais seremos capazes de resolver a incapacidade de um casal de conviver um com o outro. As palavras de Deus são a única panaceia para curar conflitos conjugais! Graças a Deus!

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