XIII. Palavras sobre revelar as noções religiosas, heresias e falácias da humanidade corrupta

391. Em sua fé em Deus, como você deveria conhecê-Lo? Você deveria vir a conhecer Deus com base em Suas palavras e Sua obra atuais, sem desvio nem falácia, e antes de qualquer outra coisa, deveria conhecer a obra de Deus. Esse é o alicerce do conhecimento de Deus. Todas as diversas falácias que não têm uma pura aceitação das palavras de Deus são noções religiosas, são uma aceitação pervertida e errônea. A maior habilidade das figuras religiosas é tomar as palavras de Deus que eram aceitas no passado e compará-las com as palavras atuais de Deus. Se, ao servir ao Deus de hoje, você se apegar às coisas que o Espírito Santo iluminou no passado, seu serviço causará uma interrupção e sua prática será ultrapassada, e não será nada mais que uma cerimônia religiosa. Se você acredita que os que servem a Deus devem ser externamente humildes e pacientes… e se você põe em prática esse tipo de conhecimento hoje, então, tal conhecimento é noção religiosa e tal prática transformou-se em uma representação hipócrita. “Noções religiosas” referem-se a coisas antiquadas e obsoletas (inclusive a aceitação de palavras previamente faladas por Deus e de luz diretamente revelada pelo Espírito Santo) e, se postas em prática hoje, resultam na interrupção da obra de Deus sem benefício para o homem. Se um homem não for capaz de expurgar de seu interior essas coisas que pertencem às noções religiosas, então elas se tornarão um grande obstáculo ao serviço do homem a Deus. As pessoas com noções religiosas não têm como acompanhar os passos da obra do Espírito Santo, vão ficando um passo atrás, depois dois — porque essas noções religiosas tornam o homem extraordinariamente presunçoso e arrogante. Deus não tem saudade do que falou e fez no passado; se é coisa obsoleta, então Ele a elimina. Com certeza você é capaz de desfazer-se de suas noções? Se você se apegar às palavras que Deus falou no passado, isso prova que você conhece a obra de Deus? Se você não consegue aceitar a luz do Espírito Santo hoje e prefere aferrar-se à luz do passado, isso pode provar que você segue os passos de Deus? Você ainda é incapaz de abrir mão de noções religiosas? Se esse for o caso, você acabará sendo alguém que se opõe a Deus.

Extraído de ‘Somente aqueles que conhecem a obra de Deus hoje podem servir a Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

392. Porque sempre há novos desenvolvimentos na obra de Deus, há obra que se torna obsoleta e velha, quando surge uma nova obra. Esses tipos diferentes de obra, velha e nova, não são contraditórios, mas complementares; cada passo segue-se ao último. Porque há obra nova, é claro que as coisas velhas têm de ser eliminadas. Por exemplo, algumas das antigas práticas e dos dizeres habituais do homem, junto com seus muitos anos de experiência e ensinamentos, formaram todo tipo de noções na mente humana. O fato de Deus ainda ter de revelar plenamente a Sua verdadeira face e Seu caráter inerente ao homem, com a disseminação, ao longo de muitos anos, de teorias tradicionais dos tempos antigos, foram ainda mais propícios à formação de tais noções pelo homem. Pode-se dizer que, durante o curso da fé do homem em Deus, a influência de diversas noções levou à contínua formação e evolução de todo tipo de noções de entendimento de Deus nas pessoas, o que fez com que muitas pessoas religiosas que servem a Deus se tornassem Seus inimigos. Assim, quanto mais fortes forem as noções religiosas das pessoas, mais elas se opõem a Deus e mais elas são Suas inimigas. A obra de Deus é sempre nova, nunca é velha e nunca forma doutrina, e, em vez disso, está sempre mudando e renovando-se em maior ou menor medida. Essa obra é a expressão do caráter inerente do Próprio Deus. É também o princípio inerente da obra de Deus e um dos meios pelos quais Ele realiza a Sua gestão. Se Deus não operasse dessa forma, o homem não mudaria nem seria capaz de conhecê-Lo, e Satanás não seria derrotado. Assim, em Sua obra constantemente acontecem mudanças que parecem erráticas, mas na verdade são periódicas. No entanto, o modo em que o homem acredita em Deus é muito diferente. Ele aferra-se a doutrinas e sistemas antigos e bem conhecidos que, quanto mais velhos, mais palatáveis são para ele. Como poderia a mente tola do homem, uma mente intransigente que nem pedra, aceitar tanta obra e palavras novas e insondáveis de Deus? O homem abomina o Deus que é sempre novo e nunca velho; ele só gosta do Deus antigo, que é velhinho, de cabelos brancos e não pode se mover. Logo, como Deus e o homem têm seus gostos diferentes, o homem virou inimigo de Deus. Muitas dessas contradições existem ainda hoje, quando Deus já tem feito uma nova obra por quase seis mil anos. Por conseguinte, elas são irremediáveis. Talvez seja por causa da teimosia humana ou porque os decretos administrativos de Deus não podem ser violados por nenhum homem — mas esses clérigos ainda se aferram a livros e papéis velhos e bolorentos, enquanto Deus prossegue a Sua obra de gestão incompleta como se não tivesse ninguém a Seu lado. Embora essas contradições tornem Deus e os homens inimigos e sejam mesmo irreconciliáveis, Deus não as leva em consideração, como se elas ali estivessem, mas não estivessem ali. No entanto, o homem ainda permanece fiel às suas crenças e noções e não abre mão delas. Mas uma coisa é óbvia: mesmo que o homem não se afaste da sua postura, os pés de Deus estão sempre em movimento e Ele está sempre mudando Sua postura conforme o ambiente e, no fim, o homem é que será vencido sem luta. Deus é, enquanto isso, o maior inimigo de todos os Seus adversários que foram derrotados, como é também o campeão daqueles dentre a humanidade que têm sido derrotados e daqueles que ainda têm de ser derrotados. Quem pode competir com Deus e sair vitorioso? As noções do homem parecem vir de Deus porque muitas delas nasceram como resultado da obra de Deus. No entanto, Deus não perdoa o homem por causa disso, além do mais, tampouco o cobre de elogios por fabricar lote após lote de produtos “para Deus”, dando seguimento à Sua obra, que estão fora da Sua obra. Pelo contrário, Ele está sumamente aborrecido com as noções e as velhas crenças piedosas do homem, e não tem nem ideia de reconhecer a data em que essas noções surgiram pela primeira vez. Ele não admite de modo algum que essas noções sejam causadas por Sua obra, pois quem difunde as noções humanas é o homem, e sua fonte são os pensamentos e a mente do homem, não é Deus, mas Satanás. Tem sido sempre intenção de Deus que Sua obra seja nova e viva, não velha e morta, e aquela que Ele faz o homem defender com firmeza varia conforme a era e o período, não é perpétua nem imutável. Isso porque Ele é um Deus que faz o homem viver e ser novo, ao contrário de um diabo, que faz o homem morrer e ser velho. Vocês ainda não compreendem isso? Você tem noções a respeito de Deus e é incapaz de abrir mão delas devido à sua estreiteza mental. Não é porque haja pouco sentido na obra de Deus, ou porque a obra de Deus não esteja alinhada com os desejos humanos — nem, além do mais, porque Deus seja sempre negligente em Seus deveres. Você não consegue abrir mão de suas noções porque é muito escasso de obediência e porque não tem a mínima semelhança com uma criatura de Deus, e não porque Deus esteja dificultando as coisas para você. Quem provocou tudo isso foi você, e não tem a menor relação com Deus; todo sofrimento e infortúnio é causado pelo homem. As intenções de Deus são sempre boas: Ele não deseja fazer com que você produza noções, mas sim que você mude e se renove com o transcurso das eras. Ocorre que você não sabe a diferença entre alhos e bugalhos e vive analisando ou escrutinando. Não é que Deus esteja dificultando as coisas para você, mas que você não tem reverência por Ele e é desobediente demais. Um ser criado diminuto que ousa pegar uma parte insignificante daquilo que foi previamente concedido por Deus e, então, dar meia-volta e usar isso para atacar Deus — isso não é desobediência do homem? Os humanos, é justo dizer isso, são totalmente desqualificados para expressar suas opiniões diante de Deus e, menos ainda, são qualificados para desfilar por aí suas palavras inúteis, fedorentas, pútridas e floridas como desejarem — para não falar daquelas noções bolorentas. Não são elas ainda mais inúteis?

Extraído de ‘Somente aqueles que conhecem a obra de Deus hoje podem servir a Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

393. A obra de Deus continua a avançar e, apesar de o propósito de Sua obra permanecer imutável, os meios pelos quais Deus opera mudam constantemente e, desse modo, também aqueles que O seguem. Quanto maior a obra de Deus mais plenamente o homem vem a conhecer a Deus, e o caráter do homem muda de acordo e juntamente com a Sua obra. No entanto, é porque a obra de Deus muda continuamente que aqueles que não conhecem a obra do Espírito Santo e aqueles homens absurdos que não conhecem a verdade se tornam oponentes de Deus. Jamais a obra de Deus se conforma às noções do homem, pois a Sua obra é sempre nova, nunca velha. Jamais Ele repete obras passadas, antes avança com obras nunca realizadas anteriormente. Visto que Deus não repete Sua obra e o homem invariavelmente julga a obra de Deus hoje na base de Sua obra do passado, é extremamente difícil para Deus realizar cada etapa da obra da nova era. O homem cria empecilhos demais! O pensamento do homem é inflexível demais! Homem algum conhece a obra de Deus; no entanto, todos definem tal obra. Longe de Deus, o homem perde vida, verdade e as bênçãos de Deus; não obstante, o homem não aceita nem vida nem verdade e muito menos as maiores bênçãos que Deus concede à humanidade. Todos os homens desejam ganhar Deus, mas são incapazes de tolerar qualquer mudança na obra de Deus. Aqueles que não aceitam a nova obra de Deus creem que a obra divina é imutável, que a obra de Deus permanece eternamente paralisada. Na crença dessas pessoas, para ganhar a salvação eterna de Deus, é necessário apenas observar a lei e, desde que se arrependam e confessem os pecados, a vontade de Deus ficará eternamente satisfeito. Elas têm a opinião de que Deus só pode ser o Deus sob a lei e o Deus que foi pregado à cruz pelo homem; também é opinião delas que Deus não deve nem pode exceder a Bíblia. São exatamente essas opiniões que as algemaram firmemente à lei do passado e que as mantiveram travadas por regulamentos rígidos. Um número ainda maior acredita que, qualquer que seja a nova obra de Deus, esta precisa ser substanciada por profecias e que, em cada etapa de tal obra, a todos aqueles que seguem a Deus com coração verdadeiro também precisam ser manifestadas revelações, caso contrário não se trataria da obra de Deus. Já não é uma tarefa fácil que o homem venha conhecer a Deus. Somando a isso o coração absurdo do homem e sua natureza rebelde de autoimportância e presunção, fica ainda mais difícil o homem aceitar a nova obra de Deus. O homem não estuda a nova obra de Deus com cuidado nem a aceita com humildade; em vez disso, o homem adota uma atitude de desprezo, esperando revelações e orientação de Deus. Esse não é o comportamento de alguém que se rebela e se opõe a Deus? Como tal homem pode ganhar a aprovação de Deus?

Extraído de ‘Como o homem que delimitou Deus em suas noções pode receber as revelações de Deus?’ em “A Palavra manifesta em carne”

394. A obra de Deus nunca cessou, Seus passos nunca pararam, e antes da conclusão de Sua obra de gerenciamento Ele esteve sempre ocupado e nunca para. Mas o homem é diferente: tendo ganhado apenas uma ínfima parcela da obra do Espírito Santo, ele a trata como se nunca mais mudará; tendo adquirido um pouco de conhecimento, ele não segue os passos da obra mais atual de Deus; tendo visto apenas um pouco da obra de Deus, ele imediatamente determina que Deus é uma certa figura de madeira e crê que Deus permanecerá para sempre nessa forma que ele vê diante de si, que foi assim no passado e assim será para sempre; tendo adquirido um conhecimento apenas superficial, o homem se sente tão orgulhoso que perde o autocontrole e começa a proclamar arbitrariamente um caráter e essência de Deus que simplesmente não existem; e tendo se tornado certo sobre um estágio da obra do Espírito Santo, seja quem for que proclame a nova obra de Deus, o homem não a aceita. Essas são pessoas que não conseguem aceitar a nova obra do Espírito Santo; são conservadoras demais e incapazes de aceitar coisas novas. Tais pessoas creem em Deus, mas também rejeitam Deus. O homem acha que os israelitas estavam errados por “crer somente em Jeová e não crer em Jesus”, mas a maioria das pessoas desempenha um papel no qual “creem somente em Jeová e rejeitam Jesus” e “anseiam pelo retorno do Messias, mas se opõem ao Messias que se chama Jesus”. Assim, não é por menos que as pessoas ainda vivam sob o império de Satanás depois de aceitarem uma etapa da obra do Espírito Santo, e ainda não tenham recebido as bênçãos de Deus. Não é isso o resultado da rebeldia do homem? Cristãos em todo o mundo que não acompanharam a nova obra dos dias atuais se apegam à crença de que são afortunados, de que Deus realizará cada um de seus desejos. No entanto, não sabem dizer com certeza por que Deus os levará para o terceiro céu, nem sabem ao certo como Jesus virá recolhê-los montado numa nuvem branca, muito menos sabem dizer com absoluta certeza se Jesus realmente chegará em uma nuvem branca no dia em que imaginam. Estão todos ansiosos e perdidos; nem ao menos sabem se Deus levará cada um deles, os pequenos e variados punhados de pessoas que vêm de todas as denominações. A obra que Deus realiza hoje, a era atual, a vontade de Deus — eles não têm compreensão alguma disso e nada podem fazer além de contar a passagem dos dias nos dedos. Somente aqueles que seguem as pegadas do Cordeiro até o fim podem ganhar a bênção final, ao passo que as “pessoas espertas”, que são incapazes de seguir até o fim e ainda assim creem que conquistaram tudo, são incapazes de testemunhar a aparição de Deus. Acreditam que são as pessoas mais espertas do mundo e interrompem o desenvolvimento constante da obra de Deus sem razão alguma, e parecem ter certeza absoluta de que Deus as levará para o céu, elas que “têm a máxima lealdade a Deus, seguem Deus e obedecem às palavras de Deus”. Embora tenham “máxima lealdade” às palavras ditas por Deus, ainda assim suas palavras e ações parecem repugnantes, pois elas se opõem à obra do Espírito Santo, são desonestas e cometem o mal. Aqueles que não seguem até o fim, que não acompanham a obra do Espírito Santo e se apegam à obra antiga não só fracassaram em sua lealdade a Deus, como, pelo contrário, se tornaram aqueles que se opõem a Deus, aqueles que são rejeitados pela nova era e que serão punidos. Há outros mais lamentáveis do que eles? Muitos até creem que todos que rejeitam a lei antiga e aceitam a nova obra não têm consciência. Essas pessoas, que falam apenas de “consciência” e não conhecem a obra do Espírito Santo, no fim das contas terão suas perspectivas interrompidas por suas próprias consciências. A obra de Deus não obedece a doutrinas, e embora a obra seja Sua, mesmo assim Deus não se apega a ela. O que deve ser negado é negado, o que deve ser eliminado é eliminado. No entanto, o homem assume uma posição de inimizade com Deus ao se apegar a apenas uma pequena parte da obra de gerenciamento de Deus. Isso não mostra o absurdo do homem? Não mostra a ignorância do homem? Quanto mais são tímidas e excessivamente cautelosas forem as pessoas por medo de não receber as bênçãos de Deus, mais incapazes são de ganhar bênçãos maiores e de receber a bênção final. Aqueles que obedecem servilmente à lei demonstram a máxima lealdade à lei, e quanto mais demonstram tal lealdade à lei, mais se tornam rebeldes que se opõem a Deus. Pois agora é a Era do Reino e não a Era da Lei, e a obra de hoje e a obra do passado não podem ser mencionadas simultaneamente, nem a obra do passado pode ser comparada à obra de hoje. A obra de Deus mudou e a prática do homem também; não consiste mais em se apegar à lei ou suportar a cruz. Assim, a lealdade à lei e à cruz não ganhará a aprovação de Deus.

Extraído de ‘A obra de Deus e a prática do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

395. Se, como o homem imagina, Jesus virá novamente e, nos últimos dias, ainda será chamado Jesus, e ainda virá em uma nuvem branca, descendo entre os homens à imagem de Jesus: isso não seria uma repetição de Sua obra? O Espírito Santo é capaz de se apegar ao velho? Tudo em que o homem acredita são concepções, e tudo o que o homem entende é de acordo com seu significado literal e também de acordo com sua imaginação; eles estão fora de linha com os princípios da obra do Espírito Santo e não se ajustam às intenções de Deus. Deus não trabalharia dessa maneira; Deus não é tão tolo e estúpido, e Sua obra não é tão simples como você imagina. Baseado em tudo que o homem imagina, Jesus virá montado em uma nuvem e descerá em meio a vocês. Vocês O contemplarão Aquele que, montado em uma nuvem, lhes dirá que Ele é Jesus. Vocês também haverão de contemplar as marcas dos cravos em Suas mãos, e hão de saber que Ele é Jesus. E Ele salvará vocês novamente, e será seu poderoso Deus. Ele salvará vocês, concederá a vocês um novo nome e dará a cada um de vocês uma pedra branca; depois disso lhes será permitido entrar no reino dos céus e ser recebidos no paraíso. Essas crenças não são as concepções do homem? Deus opera de acordo com as concepções do homem ou contraria as concepções do homem? As concepções do homem não derivam todas de Satanás? O homem não foi todo corrompido por Satanás? Se Deus fez Sua obra de acordo com as concepções do homem, Ele não Se tornaria Satanás? Ele não seria do mesmo tipo que Suas próprias criaturas? Já que Suas criaturas agora foram tão corrompidas por Satanás que o homem se tornou a encarnação de Satanás, se Deus fosse trabalhar de acordo com as coisas de Satanás, Ele não estaria então em aliança com Satanás? Como pode o homem sondar a obra de Deus? Portanto, Deus nunca trabalharia de acordo com as concepções do homem, nunca funcionaria da maneira como você imagina. Há quem diga que o Próprio Deus disse que Ele chegaria numa nuvem. É verdade que o Próprio Deus disse isso, mas você não sabe que nenhum homem pode sondar os mistérios de Deus? Você não sabe que nenhum homem pode explicar as palavras de Deus? Você tem certeza, sem qualquer sombra da dúvida, que você foi esclarecido e iluminado pelo Espírito Santo? Certamente não foi isso que o Espírito Santo mostrou a você de maneira tão direta? Foi o Espírito Santo quem instruiu, ou suas próprias concepções levaram você a pensar assim? Você disse: “Isso foi dito pelo Próprio Deus”. Mas não podemos usar nossas próprias concepções e mentes para medir as palavras de Deus. Quanto às palavras ditas por Isaías, você pode, com absoluta certeza, explicar suas palavras? Você ousa explicar suas palavras? Já que você não ousa explicar as palavras de Isaías, por que ousa explicar as palavras de Jesus? Quem é mais exaltado, Jesus ou Isaías? Já que a resposta é Jesus, por que você explica as palavras ditas por Jesus? Deus lhes falaria de Sua obra antecipadamente? Nem uma única criatura pode saber, nem mesmo os mensageiros no céu, nem o Filho do homem, então como você pode saber?

Extraído de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

396. Não faz muito tempo que você acredita em Deus, no entanto tem muitas noções a respeito Dele, a ponto de não ousar, nem por um segundo, pensar que o Deus dos israelitas dignar-se-ia agraciá-los com Sua presença. Menos ainda vocês ousam pensar sobre como poderiam ver Deus fazer uma aparição pessoal, uma vez que são tão insuportavelmente imundos. Vocês também nunca pensaram sobre como Deus poderia pessoalmente descer numa terra de gentios. Ele deve descer no Monte Sinai ou no Monte das Oliveiras e aparecer aos israelitas. Não são os gentios (isto é, as pessoas fora de Israel) todos objetos de Seu asco? Como Ele poderia operar pessoalmente entre eles? Todas essas são noções profundamente enraizadas que vocês vêm desenvolvendo ao longo de muitos anos. O propósito de conquistar vocês hoje é destruir essas suas noções. Desse modo, vocês viram Deus aparecer pessoalmente entre vocês, não no Monte Sinai ou no Monte das Oliveiras, mas em meio a pessoas que Ele nunca conduziu no passado. Depois de Deus ter feito dois estágios de Sua obra em Israel, os israelitas e os gentios igualmente terminaram formando esta noção: embora seja verdade que Deus criou todas as coisas, Ele está disposto a ser o Deus somente dos israelitas, não o Deus dos gentios. Os israelitas acreditam no seguinte: Deus só pode ser nosso Deus, não o Deus de vocês, gentios, porque vocês não reverenciam Jeová; Jeová — nosso Deus — detesta vocês. Os judeus ainda acreditam nisto: o Senhor Jesus assumiu nossa imagem, a imagem do povo judeu, e é um Deus que leva a marca do povo judeu. É entre nós que Deus opera. A imagem de Deus e a nossa imagem são similares; nossa imagem é próxima da de Deus. O Senhor Jesus é o Rei de nós, judeus; os gentios não estão qualificados para receber tão grande salvação. O Senhor Jesus é a oferta pelo pecado para nós, judeus. Foi simplesmente com base nesses dois estágios da obra que os israelitas e o povo judeu formaram todas essas noções. De modo dominador, reivindicam Deus para si mesmos e não permitem que Deus seja também o Deus dos gentios. Assim, Deus se tornou um vazio no coração dos gentios. Isso é porque todos passaram a acreditar que Deus não quer ser o Deus dos gentios e que Ele só gosta dos israelitas — Seu povo escolhido — e Ele gosta dos judeus, especialmente dos discípulos que O seguiram. Você não sabe que a obra que Jeová e Jesus fizeram é para a sobrevivência de toda a humanidade? Você agora reconhece que Deus é o Deus de todos vocês nascidos fora de Israel? Deus não está bem aqui, entre vocês, hoje? Isso não pode ser um sonho, pode? Vocês não aceitam essa realidade? Vocês não ousam acreditar nisso ou pensar sobre isso. Não importa como veem a questão, Deus não está bem aqui, entre vocês? Vocês ainda têm medo de acreditar nessas palavras? Deste dia em diante, não são todas as pessoas conquistadas e todos que querem ser seguidores de Deus o povo escolhido de Deus? Não são todos vocês, que hoje são seguidores, o povo escolhido fora de Israel? O seu status não é o mesmo dos israelitas? Não é isso tudo que vocês devem reconhecer? Não é esse o objetivo da obra de conquistar vocês? Uma vez que vocês podem ver Deus, então Ele será seu Deus para sempre, desde o começo e futuro adentro. Ele não os abandonará, desde que todos vocês estejam dispostos a segui-Lo e ser Suas leais e obedientes criações.

Extraído de ‘A verdade interna da obra de conquista (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

397. Somente deixando de lado suas velhas noções, você pode adquirir novos conhecimentos, mas o conhecimento antigo não é necessariamente uma noção antiga. “Noções” referem-se às coisas imaginadas pelo homem que estão em desacordo com a realidade. Se o antigo conhecimento já estava ultrapassado na era antiga e impedia o homem de entrar na nova obra, então esse conhecimento também é uma noção. Se o homem é capaz de adotar a abordagem correta a esse conhecimento e pode vir a conhecer Deus de vários aspectos diferentes, combinando o antigo e o novo, então o conhecimento antigo se torna uma ajuda para o homem e se torna a base pela qual o homem entra na nova era. A lição de conhecer Deus requer que você domine muitos princípios: como entrar na senda para conhecer Deus, quais verdades você deve entender para conhecer Deus, e como se livrar de suas noções e antiga natureza de modo que você possa se submeter a todos os arranjos da nova obra de Deus. Se você usar esses princípios como base para adentrar na lição de conhecer Deus, então seu conhecimento se tornará cada vez mais profundo. Se você tem um conhecimento claro dos três estágios da obra — o que significa dizer, de todo o plano de gestão de Deus — e se você pode correlacionar totalmente os dois estágios anteriores da obra de Deus com o estágio atual, e pode ver que é uma obra feita por um só Deus, então você terá o fundamento mais firme. […] Se o homem pode ver nos três estágios da obra que elas foram realizadas pelo Próprio Deus em momentos diferentes, em lugares diferentes, e em pessoas diferentes, se o homem puder ver que embora a obra seja diferente, tudo é feito por um só Deus, e já que é uma obra feita por um Deus, então deve ser correta e sem erro e que, embora esteja em desacordo com as noções do homem, não há como negar que é obra de um só Deus — se o homem pode dizer com certeza que é obra de um só Deus, então as noções do homem se tornarão meras bagatelas, indignas de menção. Porque as visões do homem não são claras, e o homem só conhece Jeová como Deus, e Jesus como o Senhor, e está em duas mentes sobre o Deus encarnado de hoje, muitas pessoas permanecem devotadas à obra de Jeová e de Jesus, e são assediadas por noções sobre a obra de hoje; a maioria das pessoas está sempre desconfiada e não leva a obra de hoje a sério. O homem não tem noções sobre os dois últimos estágios da obra, que eram invisíveis. Isso porque o homem não entende a realidade dos dois últimos estágios da obra e não os presenciou pessoalmente. É porque eles não podem ser vistos que o homem imagina como lhe apetece; independentemente do que ele venha a conceber, não há fatos para provar isso e ninguém para corrigi-lo. O homem dá asas ao seu instinto natural, jogando a cautela ao vento e liberando sua imaginação, pois não há fatos para verificar isso, e assim as imaginações do homem se tornam “fatos”, independentemente de haver alguma prova para elas. Assim, o homem acredita em seu próprio Deus, imaginado em sua mente, e não busca o Deus da realidade. Se uma pessoa tem um tipo de crença, então entre cem pessoas existem cem tipos de crença. O homem é possuidor de tais crenças porque ele não viu a realidade da obra de Deus, porque ele só o ouviu com seus ouvidos e não o viu com os olhos. O homem ouviu lendas e histórias, mas raramente ouviu o conhecimento dos fatos da obra de Deus. Portanto, é através de suas próprias noções que as pessoas que foram crentes por um ano acreditam em Deus, e o mesmo é verdadeiro para aqueles que acreditaram em Deus durante toda a sua vida. Aqueles que não podem ver os fatos nunca serão capazes de escapar de uma fé na qual eles têm noções de Deus. O homem acredita que ele se libertou dos laços de suas antigas noções e entrou em novo território. O homem não sabe que o conhecimento daqueles que não podem ver a verdadeira face de Deus não é nada além de noções e boatos? O homem pensa que suas noções são corretas e sem erros, e pensa que essas noções vêm de Deus. Hoje, quando o homem testemunha a obra de Deus, ele deixa as noções que se acumularam ao longo de muitos anos. As imaginações e as ideias do passado se tornaram uma obstrução à obra desse estágio, e torna-se difícil para o homem abandonar tais noções e refutar essas ideias. As noções em relação a essa obra, que é realizada passo a passo de muitos daqueles que seguiram Deus até hoje tornaram-se cada vez mais penosas e essas pessoas gradualmente formaram uma inimizade teimosa ao Deus encarnado, e a fonte desse ódio são as noções e as imaginações do homem. É precisamente porque os fatos não permitem que o homem dê asas à sua imaginação e, além disso, não podem ser facilmente refutados pelo homem, e as noções e as imaginações do homem não toleram a existência de fatos e, além disso, porque o homem não dá atenção à exatidão e veracidade dos fatos, e simplesmente solta suas noções, e emprega sua própria imaginação, que as noções e imaginações do homem se tornaram o inimigo da obra de hoje, obra que está em desacordo com as noções do homem. Só se pode dizer que isso é culpa das noções do homem, e não se pode dizer que seja culpa da obra de Deus.

Extraído de ‘Conhecer os três estágios da obra de Deus é o caminho para conhecer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

398. Se usam as próprias noções para medir e delimitar Deus, como se Ele fosse uma estátua de argila imutável, e se delimitam Deus completamente dentro dos parâmetros da Bíblia e O restringem num escopo limitado da obra, isso prova então que vocês condenaram Deus. Porque os judeus da era do Antigo Testamento levaram Deus a ser um ídolo de forma fixa que eles guardavam em seu coração, como se Deus só pudesse ser chamado de Messias, e só Aquele que era chamado de Messias pudesse ser Deus, e porque a humanidade servia e adorava a Deus como se Ele fosse uma estátua de argila (sem vida), eles pregaram o Jesus daquele tempo na cruz, sentenciando-O à morte — o inocente Jesus foi assim condenado à morte. Deus era inocente de qualquer ofensa, mas o homem se recusou a poupá-Lo e insistiu em sentenciá-Lo à morte, e assim Jesus foi crucificado. O homem sempre acredita que Deus é imutável e O define com base em um único livro, a Bíblia, como se o homem tivesse penetrado a fundo na gestão de Deus, como se o homem tivesse tudo que Deus faz na palma da mão. As pessoas são ridículas ao extremo, arrogantes ao extremo, e todas têm uma queda pelo exagero. Independentemente de quão grande seja o seu conhecimento de Deus, ainda digo que você não conhece Deus, que você é alguém que se opõe a Deus ao extremo, que você condena Deus, porque você é totalmente incapaz de obedecer à obra de Deus e de andar na senda de ser aperfeiçoado por Deus. Por que Deus nunca está satisfeito com as ações do homem? Porque o homem não conhece Deus, porque tem noções demais e porque seu conhecimento de Deus não condiz com a realidade, mas, ao contrário, repete monotonamente o mesmo tema sem variação e usa a mesma abordagem para toda situação. Assim, tendo vindo à terra hoje, mais uma vez Deus foi pregado na cruz pelo homem.

Extraído de ‘Os perversos certamente serão punidos’ em “A Palavra manifesta em carne”

399. Saibam que vocês se opõem à obra de Deus ou usam suas próprias noções para medir a obra de hoje porque não conhecem os princípios da obra de Deus e porque não levam a obra do Espírito Santo suficientemente a sério. Sua oposição a Deus e a obstrução da obra do Espírito Santo são causadas por suas noções e por sua arrogância inerente. Não é porque a obra de Deus está errada, mas porque vocês são naturalmente muito desobedientes. Depois de encontrarem sua crença em Deus, algumas pessoas nem conseguem dizer com certeza de onde o homem veio, mas ousam fazer pronunciamentos públicos avaliando os erros e os acertos da obra do Espírito Santo. E eles até ensinam os apóstolos que têm a nova obra do Espírito Santo, passando comentários e falando fora de hora; sua humanidade é muito baixa, e não há o menor sentido neles. Não chegará o dia em que tais pessoas serão rejeitadas pela obra do Espírito Santo e queimadas pelo fogo do inferno? Elas não conhecem a obra de Deus, mas criticam a Sua obra, e também tentam instruir Deus como operar. Como pessoas tão irracionais podem conhecer Deus? O homem conhece Deus durante o processo de buscá-Lo e experimentá-Lo; não é criticando Deus por impulso que ele passa a conhecê-Lo por meio da iluminação do Espírito Santo. Quanto mais preciso o conhecimento das pessoas sobre Deus, menos elas se opõem a Ele. Em contrapartida, quanto menos as pessoas conhecem Deus, maior a probabilidade de se oporem a Ele. Suas noções, sua antiga natureza e sua humanidade, caráter e perspectiva moral são o “capital” com o qual você resiste a Deus e, quanto mais corrupto, degradado e vil você é, mais é o inimigo de Deus. Aqueles que são possuídos de noções penosas e têm um caráter de justiça própria são ainda mais inimigos de Deus encarnado, e tais pessoas são os anticristos. Se suas noções não forem corrigidas, elas sempre estarão contra Deus; você nunca será compatível com Deus e sempre estará separado Dele.

Extraído de ‘Conhecer os três estágios da obra de Deus é o caminho para conhecer Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

400. (Um capítulo selecionado da palavra de Deus)

A Trindade existe?

Depois que aconteceu a verdade de Jesus tornar-Se carne é que o homem creu nisto: não é apenas o Pai no céu, mas também o Filho, e até mesmo o Espírito. Esta é a noção convencional que o homem sustenta, de que existe um Deus como este no céu: uma Trindade que é o Pai, o Filho e o Espírito Santo, todos em um. Toda a humanidade tem essas noções: Deus é um Deus, mas compreende três partes, o que todos aqueles extremamente arraigados em noções convencionais consideram ser o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Somente aquelas três partes tornadas em uma são Deus todo. Sem o Santo Pai, Deus não seria completo. Da mesma forma, tampouco Deus seria completo sem o Filho ou o Espírito Santo. Na noção deles, acreditam que nem o Pai isolado nem o Filho isolado podem ser considerados Deus. Somente o Pai, o Filho e o Espírito Santo juntos podem ser considerados o Próprio Deus. Agora, todos os crentes religiosos e até cada seguidor entre vocês, defendem essa crença. No entanto, quanto a ser essa crença correta ou não, ninguém pode explicar, pois vocês estão sempre num nevoeiro de confusão sobre as questões do Próprio Deus. Embora essas sejam noções, vocês não sabem se estão certas ou erradas, pois vocês se tornaram gravemente infectados por noções religiosas. Vocês aceitaram muito profundamente essas noções convencionais de religião, e esse veneno penetrou fundo demais em vocês. Portanto, também nesta questão, vocês sucumbiram a essa influência perniciosa, pois a Trindade simplesmente não existe. Isto é, a Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo simplesmente não existe. Tudo isso são noções convencionais do homem e crenças equivocadas do homem. Ao longo de muitos séculos, o homem tem acreditado nessa Trindade, evocada por noções na mente do homem, fabricada pelo homem e nunca antes vista pelo homem. Ao longo desses muitos anos, houve muitos expositores da Bíblia que explicaram o “verdadeiro significado” da Trindade, mas tais explicações do Deus trino como três pessoas consubstanciais distintas foram vagas e obscuras, e as pessoas estão todas confusas com a “construção” de Deus. Nenhum grande homem jamais conseguiu dar uma explicação completa; a maioria das explicações atinge um padrão aceitável em termos de raciocínio e no papel, mas nem um único homem tem uma compreensão totalmente clara do seu significado. Isso porque essa grandiosa Trindade que o homem mantém no coração simplesmente não existe. Pois ninguém jamais viu o verdadeiro semblante de Deus nem teve sorte o suficiente para ascender à morada de Deus para uma visita, a fim de examinar que itens estão presentes no lugar onde Deus está, para determinar exatamente quantas dezenas de milhares ou centenas de milhões de gerações estão na “casa de Deus” ou para investigar quantas partes compõem a inerente construção de Deus. O que, especialmente, precisa ser examinado é: a idade do Pai e do Filho, assim como do Espírito Santo; os respectivos aspectos de cada pessoa; exatamente como Eles se separam, e como Eles são feitos um. Infelizmente, em todos esses anos, nem um único homem conseguiu determinar a verdade sobre esses assuntos. Todos eles simplesmente conjecturam, pois nem um homem jamais subiu ao céu para uma visita e retornou com um “relatório investigativo” para toda a humanidade, a fim de apresentar uma explicação sobre a verdade da questão a todos aqueles fervorosos e devotos crentes religiosos preocupados com a Trindade. Naturalmente, a culpa não pode ser atribuída ao homem por formar tais noções, pois, por que Jeová, o Pai, não teve Jesus, o Filho, como companhia quando criou a humanidade? Se, no começo, tudo tivesse passado pelo nome de Jeová, teria sido melhor. Se a culpa deve ser posta em alguém, que seja no lapso momentâneo de Deus Jeová, que não chamou o Filho e o Espírito Santo diante Dele no momento da criação e, em vez disso, executou Sua obra sozinho. Se todos Eles tivessem trabalhado simultaneamente, não teriam Se tornado um? Se, do início ao fim, houvesse apenas o nome Jeová e não o de Jesus da Era da Graça, ou se Ele ainda tivesse sido chamado Jeová, então Deus não teria sido poupado do sofrimento dessa divisão pela humanidade? Certamente, Jeová não pode ser culpado por tudo isso; se a culpa deve ser colocada sobre alguém, que seja sobre o Espírito Santo, que por milhares de anos continuou a Sua obra pelo nome de Jeová, de Jesus, e até mesmo do Espírito Santo, desorientando e confundindo o homem para que ele não pudesse saber quem exatamente é Deus. Se o Próprio Espírito Santo tivesse trabalhado sem forma ou imagem e, além disso, sem um nome como Jesus, e o homem não pudesse tocá-Lo nem vê-Lo, apenas ouvindo os sons do trovão, não seria esse tipo de obra mais benéfica para a humanidade? Então, o que pode ser feito agora? As noções do homem se acumularam, elevadas como uma montanha e amplas como o mar, na medida em que o Deus dos dias atuais não pode mais suportá-las e está em completa perda. No passado, quando era apenas Jeová, Jesus e o Espírito Santo entre os dois, o homem já estava perdido quanto a como lidar, e agora há a adição do Todo-Poderoso, de quem se diz ser, também, uma parte de Deus. Quem sabe quem Ele é e em qual pessoa da Trindade Ele esteve entremeado ou escondido por tantos anos? Como o homem pode suportar isso? A Trindade sozinha já bastou para tomar uma vida inteira do homem para explicar, mas agora existe “um Deus em quatro pessoas”. Como isso pode ser explicado? Você pode explicar? Irmãos e irmãs! Como vocês acreditaram em tal Deus até hoje? Eu tiro Meu chapéu para vocês. O Deus trino já era suficiente para suportar; como vocês puderam continuar a ter tal fé inabalável neste único Deus em quatro pessoas? Vocês foram impelidos a sair, mas se recusam. Que inconcebível! Vocês são impressionantes! Uma pessoa pode de fato ir tão longe a ponto de acreditar em quatro Deuses e não fazer nada a respeito; vocês não acham que isso é um milagre? Eu não sabia que vocês são capazes de fazer um grande milagre como esse! Deixe-Me dizer-lhes que, na verdade, a Trindade não existe em nenhum lugar deste universo. Deus não tem Pai nem Filho, e menos ainda existe um conceito de que Pai e Filho usem juntos o Espírito Santo como instrumento. Tudo isso é a maior falácia e simplesmente não existe neste mundo! Contudo, mesmo tal falácia tem sua origem e não é inteiramente sem base, pois a mente de vocês não é tão simples e seus pensamentos não são sem razão. Pelo contrário, eles são bastante apropriados e engenhosos, tanto que são inexpugnáveis até mesmo para qualquer Satanás. A pena é que esses pensamentos são todos falácias e simplesmente não existem! Vocês não viram a real verdade de forma alguma; vocês estão apenas fazendo conjecturas e concepções, então fabricando tudo em uma história para enganosamente ganhar a confiança dos outros e dominar os homens mais tolos, sem inteligência ou razão, para que acreditem em seus grandes e renomados “ensinamentos especializados”. Isso é verdade? É este o caminho de vida que o homem deveria receber? É tudo bobagem! Nem uma única palavra é apropriada! Ao longo de todos esses anos, Deus foi separado por vocês dessa maneira, de modo cada vez mais refinado a cada geração, na medida em que um Deus foi abertamente separado em três Deuses. E agora é simplesmente impossível para o homem reintegrar a Deus como um só, pois vocês O separaram de forma refinada demais! Se não fosse pela Minha rápida obra antes que fosse tarde demais, é difícil dizer quanto tempo vocês teriam continuado descaradamente dessa maneira! Para continuar separando a Deus dessa maneira, como Ele ainda pode ser o Deus de vocês? Vocês ainda reconheceriam a Deus? Vocês ainda O reconheceriam como seu pai e retornariam a Ele? Se Eu tivesse chegado mais tarde, é possível que vocês teriam enviado o “Pai e o Filho”, Jeová e Jesus de volta a Israel e afirmado que vocês mesmos são uma parte de Deus. Felizmente, agora são os últimos dias. Finalmente, chegou este dia que Eu tenho esperado há muito tempo, e somente depois que Eu realizei esta etapa da obra por Minha própria mão, sua separação do Próprio Deus foi interrompida. Se não fosse por isso, vocês teriam se agravado, até colocando todos os Satanases entre vocês em suas mesas para adoração. Este é o artifício de vocês! O modo de vocês separarem a Deus. Vocês continuarão a fazer isso agora? Deixe-Me perguntar-lhes: quantos Deuses existem? Qual Deus trará a salvação a vocês? É ao primeiro Deus, ao segundo ou ao terceiro que vocês sempre oram? Em qual Deles vocês sempre acreditam? É o Pai? Ou o Filho? Ou é o Espírito? Diga-Me em quem você acredita. Embora com cada palavra vocês digam que acreditam em Deus, o que vocês realmente acreditam é em seu próprio cérebro! Vocês simplesmente não têm Deus no coração! E ainda, na mente de vocês há diversas dessas “Trindades”! Vocês não concordam?

Se os três estágios da obra são avaliados de acordo com este conceito de Trindade, então deve haver três Deuses, pois a obra realizada por cada um não é a mesma. Se algum entre vocês disser que a Trindade realmente existe, então explique exatamente o que é este único Deus em três pessoas. O que é o Pai Santo? O que é o Filho? O que é o Espírito Santo? Jeová é o Pai Santo? Jesus é o Filho? E o Espírito Santo? Não é o Pai um Espírito? Não é a substância do Filho também um Espírito? A obra de Jesus não foi a obra do Espírito Santo? Não foi a obra de Jeová realizada na época por um Espírito igual ao de Jesus? Quantos Espíritos Deus pode ter? De acordo com a sua explicação, as três pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo são uma; se assim for, existem três Espíritos, mas ter três Espíritos significa que há três Deuses. Isso significa que não há um único Deus verdadeiro; como esse tipo de Deus ainda pode ter a substância inerente de Deus? Se você aceita que há somente um Deus, então como Ele pode ter um filho e ser pai? Tudo isso não são simplesmente suas noções? Há somente um Deus, somente uma pessoa nesse Deus, e somente um Espírito de Deus, tanto quanto está escrito na Bíblia que “existe somente um Espírito Santo e um só Deus”. Independentemente de se o Pai e o Filho de que você fala existem, há um só Deus no final das contas, e a substância do Pai, do Filho e do Espírito Santo em que você crê é a substância do Espírito Santo. Em outras palavras, Deus é um Espírito, mas Ele consegue Se tornar carne e viver entre os homens, assim como estar acima de todas as coisas. Seu Espírito é todo-inclusivo e onipresente. Ele pode estar simultaneamente na carne e dentro e acima do universo. Já que todas as pessoas dizem que Deus é o único Deus verdadeiro, então há um único Deus, que não é divisível arbitrariamente por ninguém! Deus é um só Espírito e somente uma pessoa; e esse é o Espírito de Deus. Se é como você diz, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, então não são Eles três Deuses? O Espírito Santo é uma matéria, o Filho, outra, e o Pai, ainda outra. Suas pessoas são diferentes e Suas substâncias são diferentes, então, como cada um Deles pode ser parte de um único Deus? O Espírito Santo é um Espírito; isso é fácil para o homem entender. Se assim for, então o Pai é ainda mais um Espírito. Ele nunca desceu à terra e nunca Se tornou carne; Ele é Deus Jeová no coração do homem e certamente também é um Espírito. Então, qual é a relação entre Ele e o Espírito Santo? É o relacionamento entre Pai e Filho? Ou é o relacionamento entre o Espírito Santo e o Espírito do Pai? A substância de cada Espírito é a mesma? Ou o Espírito Santo é um instrumento do Pai? Como isso pode ser explicado? E então, qual é a relação entre o Filho e o Espírito Santo? É uma relação entre dois Espíritos ou a relação entre um homem e um Espírito? Todas essas são questões que não podem ter explicação! Se Eles todos são um só Espírito, então não se pode falar de três pessoas, pois Eles são possuidores de um único Espírito. Se Eles fossem pessoas distintas, então os Espíritos Deles variariam em força, e simplesmente Eles não poderiam ser um único Espírito. Este conceito do Pai, do Filho e do Espírito Santo é muito absurdo! Isso segmenta Deus e O separa em três pessoas, cada uma com um status e Espírito; como então Ele ainda pode ser um só Espírito e um só Deus? Diga-Me, os céus e a terra e todas as coisas nela foram criadas pelo Pai, pelo Filho ou pelo Espírito Santo? Alguns dizem que Eles criaram tudo juntos. Então, quem redimiu a humanidade? Foi o Espírito Santo, o Filho ou o Pai? Alguns dizem que foi o Filho que redimiu a humanidade. Então, quem é o Filho, em substância? Ele não é a encarnação do Espírito de Deus? A encarnação chama Deus no céu pelo nome de Pai, da perspectiva de um homem criado. Você não está ciente de que Jesus nasceu da concepção por meio do Espírito Santo? Dentro Dele está o Espírito Santo; o que quer que você diga, Ele ainda é um com Deus no céu, porque Ele é a encarnação do Espírito de Deus. Essa ideia do Filho simplesmente não é verdadeira. É um Espírito que realiza toda a obra; somente o Próprio Deus, isto é, o Espírito de Deus realiza a Sua obra. Quem é o Espírito de Deus? Não é o Espírito Santo? Não é o Espírito Santo quem opera em Jesus? Se a obra não tivesse sido realizada pelo Espírito Santo (isto é, o Espírito de Deus), então Sua obra poderia representar o Próprio Deus? Quando Jesus chamou Deus no céu pelo nome de Pai ao orar, isto foi feito somente da perspectiva de um homem criado, somente porque o Espírito de Deus havia Se vestido de uma carne comum e normal e tinha a capa exterior de um ser criado. Mesmo que dentro Dele estivesse o Espírito de Deus, Sua aparência exterior ainda era a de um homem normal; em outras palavras, Ele Se tornou o “Filho do homem”, do qual todos os homens, inclusive o Próprio Jesus, falaram. Dado que Ele é chamado o Filho do homem, Ele é uma pessoa (seja homem ou mulher, em qualquer caso, alguém com a aparência exterior de um ser humano) nascida em uma família normal de pessoas comuns. Portanto, Jesus chamar Deus no céu pelo nome de Pai era igual a como vocês inicialmente O chamavam de Pai; Ele fez isso da perspectiva de um homem da criação. Vocês ainda lembram da Oração do Senhor que Jesus lhes ensinou a memorizar? “Pai nosso que estás no céu…” Ele pediu a todo homem que chamasse Deus no céu pelo nome de Pai. E desde que Ele também O chamou de Pai, o fez da perspectiva de alguém que está em pé de igualdade com todos vocês. Desde que vocês chamaram Deus no céu pelo nome de Pai, isso mostra que Jesus viu a Si mesmo em pé de igualdade com vocês, e como um homem na terra escolhido por Deus (isto é, o Filho de Deus). Se vocês chamam Deus de “Pai”, isso não é porque vocês são seres criados? Por maior que fosse a autoridade de Jesus na terra, antes da crucificação, Ele era apenas um Filho do homem, governado pelo Espírito Santo (isto é, Deus), e um dos seres criados da terra, porque Ele ainda tinha que completar Sua obra. Portanto, Ele chamar Deus no céu de Pai era unicamente Sua humildade e obediência. O dirigir-Se a Deus (isto é, o Espírito no céu) de tal maneira, no entanto, não prova que Ele é o Filho do Espírito de Deus no céu. Pelo contrário, é simplesmente que a perspectiva Dele é diferente, não que Ele seja uma pessoa diferente. A existência de pessoas distintas é uma falácia! Antes da crucificação, Jesus era um Filho do homem, sujeito às limitações da carne, e não possuía plenamente a autoridade do Espírito. É por isso que Ele só podia buscar a vontade de Deus, o Pai, da perspectiva de um ser criado. É como Ele orou três vezes no Getsêmani: “Não como Eu quero, mas como Tu queres”. Antes de ser colocado na cruz, Ele era apenas o Rei dos Judeus; Ele era Cristo, o Filho do homem, e não um corpo de glória. É por isso que, do ponto de vista de um ser criado, Ele chamou Deus de Pai. Agora, você não pode dizer que todos os que chamam Deus de Pai são o Filho. Se fosse assim, todos vocês não teriam se tornado o Filho, uma vez que Jesus lhes ensinou a Oração do Senhor? Se ainda não estiverem convencidos, digam-Me, quem é Aquele que vocês chamam de Pai? Se vocês estão se referindo a Jesus, quem é o Pai de Jesus para vocês? Depois que Jesus foi embora, essa ideia do Pai e do Filho deixou de existir. Essa ideia só foi apropriada para os anos em que Jesus Se tornou carne; sob todas as outras circunstâncias, o relacionamento é entre o Senhor da criação e um ser criado, quando vocês chamam Deus de Pai. Não há ocasião em que essa ideia da Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo subsista; é uma falácia raramente vista através das eras, e não existe!

Isto pode lembrar, para a maioria das pessoas, as palavras de Deus em Gênesis: “Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança”. Dado que Deus diz “façamos” o homem à “nossa” imagem, “nós” indica dois ou mais; já que Ele afirmou “nós”, então não há apenas um Deus. Deste modo, o homem começou a pensar no abstrato de pessoas distintas, e dessas palavras surgiu a ideia do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Então, como é o Pai? Como é o Filho? E como é o Espírito Santo? Seria possível que a humanidade de hoje tivesse sido feita à imagem de uma unidade de três? Então, a imagem do homem é como a do Pai, a do Filho ou a do Espírito Santo? O homem é a imagem de qual das pessoas de Deus? Essa ideia do homem é simplesmente incorreta e sem sentido! Ela pode apenas dividir um Deus em vários Deuses. A época em que Moisés escreveu o Gênesis foi depois que a humanidade foi criada, após a criação do mundo. No início, quando o mundo começou, Moisés não existia. E foi só muito tempo depois que Moisés escreveu a Bíblia, então como ele poderia saber o que o Deus no céu falou? Ele não tinha nenhum indício de como Deus criou o mundo. No Antigo Testamento da Bíblia, não há menção ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, somente do único Deus verdadeiro, Jeová, realizando Sua obra em Israel. Ele é chamado por nomes diferentes à medida que a era muda, mas isso não pode provar que cada nome se refere a uma pessoa diferente. Se assim fosse, não haveria inúmeras pessoas em Deus? O que está escrito no Antigo Testamento é a obra de Jeová, uma etapa da obra do Próprio Deus para instauração na Era da Lei. Foi a obra de Deus, em que Ele falou, e tudo se fez; Ele ordenou, e tudo passou a existir. Em nenhum momento Jeová disse que Ele era o Pai que vindo para realizar a obra, ou profetizou o Filho vindo para redimir a humanidade. Quando chegou a época de Jesus, dizia-se apenas que Deus havia Se tornado carne para redimir toda a humanidade, e não que era o Filho que havia vindo. Como as eras não são iguais e a obra que o Próprio Deus faz também varia, Ele precisa realizar Sua obra dentro de diferentes reinos. Desta forma, a identidade que Ele representa também varia. O homem acredita que Jeová é o Pai de Jesus, mas isso na verdade não foi reconhecido por Jesus, que disse: “Nós nunca fomos distinguidos como Pai e Filho; Eu e o Pai no céu somos um. O Pai está em Mim e Eu estou no Pai; quando os seres humanos veem o Filho, eles estão vendo o Pai celestial”. Quando tudo já foi dito, seja o Pai ou o Filho, Eles são um só Espírito, não divididos em pessoas separadas. Uma vez que o homem tenta explicar, as questões são complicadas com a ideia de pessoas distintas, assim como a relação entre Pai, Filho e Espírito. Quando o homem fala de pessoas separadas, isso não materializa Deus? O homem até classifica as pessoas como primeira, segunda e terceira; esses são apenas conceitos do homem, não merecedores de referência, e totalmente irreais! Se você lhe perguntasse: “Quantos Deuses existem?”, ele diria que Deus é a Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo: o único Deus verdadeiro. Se você perguntasse novamente: “Quem é o Pai?”, ele diria: “O Pai é o Espírito de Deus no céu; Ele é o responsável por tudo e é o Mestre do céu”. “Então, Jeová é o Espírito?”, ele diria: “Sim!” Se você perguntasse a ele: “Quem é o Filho?”, ele diria que Jesus é o Filho, claro. “Então, qual é a história de Jesus? De onde Ele veio?”, ele diria: “Jesus nasceu de Maria por meio da concepção do Espírito Santo”. Então a Sua substância também não é o Espírito? Não é a Sua obra, também, representante do Espírito Santo? Jeová é o Espírito, e assim também é a substância de Jesus. Agora, nos últimos dias, não é preciso dizer que é, ainda, o Espírito operando; como Eles poderiam ser pessoas diferentes? Não é simplesmente o Espírito de Deus realizando a obra do Espírito sob diferentes perspectivas? Como tal, não há distinção entre pessoas. Jesus foi concebido pelo Espírito Santo e, indubitavelmente, a Sua obra foi precisamente a do Espírito Santo. Na primeira etapa da obra realizada por Jeová, Ele não Se fez carne nem apareceu ao homem. Então, o homem nunca viu Sua aparência. Não importa quão grande e alto Ele fosse, Ele ainda era o Espírito, o Próprio Deus que primeiro criou o homem. Isto é, Ele era o Espírito de Deus. Quando Ele falou ao homem dentre as nuvens, era somente um Espírito. Ninguém testemunhou Sua aparência; apenas na Era da Graça, quando o Espírito de Deus entrou na carne e foi encarnado na Judeia, é que o homem viu pela primeira vez a imagem da encarnação como judeu. O sentimento de Jeová não pôde ser sentido. No entanto, Ele foi concebido pelo Espírito Santo, isto é, concebido pelo Espírito do Próprio Jeová, e Jesus ainda nasceu como a incorporação do Espírito de Deus. O que o homem viu primeiro foi o Espírito Santo descendo como uma pomba sobre Jesus; não era o Espírito exclusivo de Jesus, e sim, o Espírito Santo. Logo, o Espírito de Jesus pode ser separado do Espírito Santo? Se Jesus é Jesus, o Filho, e o Espírito Santo é o Espírito Santo, como Eles poderiam ser um? A obra não poderia ser realizada, se fosse assim. O Espírito dentro de Jesus, o Espírito no céu e o Espírito de Jeová são todos um. Pode ser chamado o Espírito Santo, o Espírito de Deus, o Espírito sete vezes intensificado e o Espírito todo-inclusivo. O Espírito de Deus pode realizar muita obra. Ele é capaz de criar o mundo e de destruí-lo inundando a terra; Ele pode redimir toda a humanidade e, além disso, conquistar e destruir toda a humanidade. Toda essa obra é realizada pelo Próprio Deus e não pode ter sido feita por qualquer outra das pessoas de Deus em Seu lugar. Seu Espírito pode ser chamado pelos nomes de Jeová e Jesus, bem como de Todo-Poderoso. Ele é o Senhor, e Cristo. Ele também pode se tornar o Filho do homem. Ele está nos céus e também na terra; Ele está no alto, acima dos universos e entre a multidão. Ele é o único Mestre dos céus e da terra! Desde o tempo da criação até agora, essa obra foi realizada pelo Espírito do Próprio Deus. Seja a obra nos céus ou na carne, tudo é realizado pelo Seu próprio Espírito. Todas as criaturas, no céu ou na terra, estão na palma de Sua mão todo-poderosa; tudo isso é obra do Próprio Deus e não pode ser feita por nenhum outro em Seu lugar. Nos céus, Ele é o Espírito, mas também o Próprio Deus; entre os homens, Ele é carne, mas permanece o Próprio Deus. Embora Ele possa ser chamado por centenas de milhares de nomes, Ele ainda é Ele Mesmo, e toda a obra é a expressão direta de Seu Espírito. A redenção de toda a humanidade por meio de Sua crucificação foi a obra direta de Seu Espírito, e assim também é a proclamação para todas as nações e todas as terras durante os últimos dias. Em todos os momentos, Deus só pode ser chamado o todo-poderoso e o único Deus verdadeiro, o Próprio Deus todo-inclusivo. As pessoas distintas não existem, muito menos essa ideia do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Existe apenas um Deus no Céu e na terra!

O plano de gestão de Deus se estende por seis mil anos e é dividido em três eras, com base nas diferenças de Sua obra: a primeira, é a Era da Lei do Antigo Testamento; a segunda, é a Era da Graça; e a terceira, é a que pertence aos últimos dias: a Era do Reino. Em cada era, uma identidade diferente é representada. Isso é apenas por causa da diferença na obra, ou seja, as exigências da obra. A primeira etapa da obra durante a Era da Lei foi realizada em Israel, e a segunda etapa da conclusão da obra de redenção foi realizada na Judeia. Para a obra da redenção, Jesus nasceu da concepção por meio do Espírito Santo e como o único Filho. Tudo isso foi devido às exigências da obra. Nos últimos dias, Deus deseja expandir Sua obra nas nações gentias e conquistar as pessoas ali, para que Seu nome seja grande entre elas. Ele deseja guiar o homem na compreensão de toda a verdade e na entrada em toda a verdade. Toda essa obra é realizada por um Espírito. Embora Ele possa fazer isso de diferentes pontos de vista, a natureza e os princípios da obra permanecem os mesmos. Assim que você observar os princípios e a natureza da obra que Eles têm realizado, saberá que tudo é feito por um Espírito. Alguns ainda podem dizer: “O Pai é o Pai; o Filho é o Filho; o Espírito Santo é o Espírito Santo e, no final, eles serão feitos um”. Logo, como você deve torná-Los um? Como o Pai e o Espírito Santo podem ser feitos um? Se Eles fossem inerentemente dois, então não importa como sejam unidos, Eles não permaneceriam duas partes? Quando se diz torná-Los um, isso não significa simplesmente juntar duas partes separadas para formar um todo? Mas Eles não eram duas partes antes de serem feitos um todo? Cada Espírito tem uma substância distinta e dois Espíritos não podem ser transformados em um único. O Espírito não é um objeto material e é diferente de qualquer outra coisa no mundo material. Da maneira como os homens veem, o Pai é um Espírito, o Filho, outro, e o Espírito Santo, ainda outro, logo, os três Espíritos se misturam como três copos de água em um todo. Isso não é, então, os três feitos um? Essa é puramente uma explicação errônea! Isso não é dividir Deus? Como o Pai, o Filho e o Espírito Santo podem todos ser feitos um? Eles não são três partes, cada qual de uma natureza diferente? Ainda há aqueles que dizem: “Deus não declarou expressamente que Jesus era Seu Filho amado?” Jesus é o amado Filho de Deus, em quem Ele Se compraz — isso foi certamente declarado pelo Próprio Deus. Isso foi Deus testemunhando de Si Mesmo, apenas de uma perspectiva diferente, aquela do Espírito no céu testemunhando de Sua própria encarnação. Jesus é Sua encarnação, não Seu Filho no céu. Você compreende? As palavras de Jesus “Eu estou no Pai, e o Pai está em Mim”, não indicam que Eles são um só Espírito? E não é por causa da encarnação que Eles foram separados entre o céu e a terra? Na verdade, Eles ainda são um; não importa o que aconteça, é simplesmente Deus testemunhando de Si Mesmo. Devido à mudança nas eras, às exigências da obra e às diferentes etapas de Seu plano de gestão, o nome pelo qual o homem O chama também varia. Quando Ele veio para realizar a primeira etapa da obra, Ele só poderia ser chamado de Jeová, pastor dos israelitas. Na segunda etapa, o Deus encarnado só poderia ser chamado de Senhor e Cristo. Mas naquela época, o Espírito no céu declarou apenas que Ele era o Filho amado de Deus, e não fez menção de Ele ser o único Filho de Deus. Isso simplesmente não aconteceu. Como Deus poderia ter um filho único? Então, Deus não teria Se tornado homem? Porque Ele era a encarnação, foi chamado o amado Filho de Deus e, com isso, veio o relacionamento entre Pai e Filho. Foi simplesmente por causa da separação entre o céu e a terra. Jesus orou da perspectiva da carne. Como Ele Se revestiu de uma carne de humanidade tão normal, é da perspectiva da carne que Ele disse: “Minha casca exterior é a de um ser criado. Desde que Eu me revesti de uma carne para vir a esta terra, estou agora muito, muito distante do céu”. Por esta razão, Ele só podia orar a Deus, o Pai, da perspectiva da carne. Esse era Seu dever e aquilo de que o Espírito encarnado de Deus deveria ser dotado. Não se pode dizer que Ele não é Deus simplesmente porque orou ao Pai a partir da perspectiva da carne. Embora Ele seja chamado de Filho amado de Deus, Ele ainda é o Próprio Deus, pois é apenas a encarnação do Espírito, e Sua substância ainda é o Espírito. Na visão dos homens, eles se perguntam por que Ele ora, se é o Próprio Deus. É porque Ele é o Deus encarnado, o Deus que vive dentro da carne, e não o Espírito no céu. Na visão do homem, o Pai, o Filho e o Espírito Santo são todos Deus. Somente os três, todos feitos como um, podem ser considerados o único Deus verdadeiro e, desta forma, o Seu poder é excepcionalmente grande. Ainda há aqueles que dizem que somente assim Ele é o Espírito sete vezes intensificado. Quando o Filho orou após a Sua vinda, é ao Espírito que Ele orou. Na verdade, Ele estava orando da perspectiva de um ser criado. Pois a carne não é completa, Ele não era completo e tinha muitas fraquezas quando veio em carne e Ele ficou muito perturbado quando realizou Sua obra na carne. É por isso que Ele, três vezes, orou a Deus, o Pai, antes de Sua crucificação, bem como muitas vezes até antes disso. Ele orou entre Seus discípulos; orou sozinho em uma montanha; orou a bordo do barco de pesca; orou entre a multidão; orou ao partir o pão; e orou ao abençoar os outros. Por que Ele fez isso? Foi ao Espírito que Ele orou; Ele estava orando ao Espírito, a Deus no céu, da perspectiva da carne. Portanto, do ponto de vista do homem, Jesus se tornou o Filho naquele estágio da obra. Neste estágio, porém, Ele não ora. Por quê? Porque o que Ele apresenta é a obra da palavra, e o julgamento e o castigo da palavra. Ele não precisa de orações, e Seu ministério é falar. Ele não é colocado na cruz e não é entregue pelo homem aos que estão no poder. Ele simplesmente realiza Sua obra e pronto. Na época em que Jesus orou, Ele orava a Deus, o Pai, pela descida do reino dos céus, para que a vontade do Pai fosse feita e para que a obra viesse. Neste estágio, o reino dos céus já desceu, logo, Ele ainda precisa orar? Sua obra é encerrar a era e não há mais eras novas, logo, há necessidade de orar pelo próximo estágio? Receio que não!

Existem muitas contradições nas explicações do homem. De fato, todas elas são as noções do homem; sem mais escrutínio, todos vocês acreditariam que estão corretas. Vocês não sabem que essa ideia de Deus como uma Trindade é apenas a noção do homem? Nenhum conhecimento do homem é pleno e completo. Sempre há impurezas e o homem tem ideias demais; isso demonstra que um ser criado simplesmente não pode explicar a obra de Deus. Há coisas demais na mente do homem, tudo vindo da lógica e do pensamento, que entram em conflito com a verdade. Sua lógica pode dissecar completamente a obra de Deus? Você consegue ganhar uma visão de toda a obra de Jeová? É você como um homem que pode ver através de toda ela, ou é o Próprio Deus que consegue ver de eternidade a eternidade? É você que pode ver desde a eternidade, muito tempo atrás, até a eternidade vindoura, ou é Deus quem pode fazer isso? O que você diz? Como você é digno de explicar Deus? Sobre que fundamento está a sua explicação? Você é Deus? Os céus e a terra, e todas as coisas neles, foram criadas pelo Próprio Deus. Não foi você quem os fez, então por que você está dando explicações incorretas? Agora, você continua a acreditar na Trindade? Você não acha que é muito pesado desse modo? Seria melhor para você acreditar em um só Deus, não em três. É melhor ser leve, pois o fardo do Senhor é leve.

de “A Palavra manifesta em carne”

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