Deus preside o destino de toda a humanidade (Trecho II)

Desde que o homem dispôs das ciências sociais, a mente humana foi ocupada pela ciência e pelo conhecimento. Depois, ciência e conhecimento tornaram-se ferramentas para governar a humanidade e não houve mais espaço suficiente para o homem adorar a Deus, não houve mais condições favoráveis para a adoração a Deus. A posição de Deus no coração do homem decresceu mais ainda. O mundo que não tem lugar para Deus no coração humano é escuro, vazio e sem esperança. E assim surgiram muitos cientistas sociais, historiadores e políticos para elaborar teorias que preenchem o coração e a mente humana, teorias no campo da ciência social, a teoria da evolução humana e outras que contestam a verdade de que Deus criou o homem. Dessa forma, aqueles que acreditam que Deus criou todas as coisas se reduzem a cada vez menos; já a quantidade dos que acreditam na teoria da evolução cresce cada vez mais. Mais e mais pessoas consideram como mitos e lendas os registros da obra de Deus e de Suas palavras na era do Antigo Testamento. No seu coração, essas pessoas se tornam indiferentes à dignidade e à grandeza de Deus, ao dogma de que Deus existe e mantém a soberania sobre todas as coisas. A sobrevivência da humanidade e o destino de países e nações não têm mais importância para elas. O homem vive em um mundo vazio, preocupado apenas com comer, beber e buscar o prazer… Poucas pessoas tomam para si a tarefa de procurar onde Deus realiza a Sua obra hoje ou de observar como Ele preside e organiza o destino do homem. Assim, a civilização humana inconscientemente torna-se cada vez mais incapaz de satisfazer os desejos do homem, e muitas pessoas sentem que, vivendo em tal mundo, são menos felizes que aquelas que partiram. Até pessoas de países que costumavam ser altamente civilizados expressam esse descontentamento, pois, sem a orientação de Deus, não importa o quanto governantes e sociólogos quebrem a cabeça para preservar a civilização humana, tudo é em vão. Ninguém pode preencher o vazio no coração humano, pois ninguém pode ser a vida do homem e nenhuma teoria social libertará o homem do vácuo que o aflige. A ciência, o conhecimento, a liberdade, a democracia, o lazer e o conforto representam apenas uma trégua temporária. Mesmo com essas coisas, o homem inevitavelmente pecará e lamentará as injustiças da sociedade. Tais coisas não podem aliviar a ânsia e o desejo humano pela descoberta. Porque o homem foi feito por Deus e os sacrifícios e as explorações sem sentido do homem só podem levar a mais aflição. O homem existirá em um estado constante de medo, não saberá como enfrentar o futuro da humanidade, nem como encarar a senda que tem pela frente. O homem chegará inclusive a ter medo da ciência e do conhecimento e temerá ainda mais o sentimento de vazio dentro de si. Neste mundo, independentemente de estar vivendo em um país livre ou em algum sem direitos humanos, você é totalmente incapaz de fugir do destino da humanidade. Quer seja governante ou governado, você é totalmente incapaz de fugir do desejo de explorar o destino, os mistérios e o objetivo da humanidade. Muito menos é capaz de fugir do desconcertante senso de vazio. Tais fenômenos, comuns à humanidade toda, são chamados fenômenos sociais pelos sociólogos, mas nenhum grande homem surgiu para resolver esses problemas. Afinal, o homem é apenas homem. A posição e a vida de Deus não podem ser substituídas por homem nenhum. A humanidade não só exige uma sociedade justa na qual todos sejam bem alimentados, iguais e livres, como também a salvação de Deus e Sua provisão de vida para todos. Só quando o homem recebe a salvação de Deus e Sua provisão de vida é que as necessidades, a ânsia pela descoberta e o vazio espiritual do homem podem ser resolvidos. Se as pessoas de um país ou de uma nação forem incapazes de receber a salvação e o cuidado de Deus, então tal país ou nação trilhará o caminho para a ruína, para a escuridão, e será aniquilado por Deus.

Talvez seu país seja próspero hoje em dia, mas se você permitir que o povo se desgarre de Deus, então seu país se verá cada vez mais despojado das bênçãos divinas. A civilização do seu país será cada vez mais pisoteada, e não tardará para que as pessoas se ergam contra Deus e amaldiçoem o Céu. E então o destino de um país é ser levado involuntariamente à ruína. Deus erguerá países poderosos para lidar com aqueles que foram amaldiçoados por Ele e pode até varrê-los da face da terra. A ascensão e a queda de um país ou nação estão relacionadas a se seus governantes adoram a Deus e se eles levam o povo a se aproximar Dele e adorá-Lo. E com isso, nesta era final, porque aqueles que verdadeiramente buscam e adoram a Deus são cada vez mais escassos, Deus concede um favor especial aos países nos quais o cristianismo é a religião oficial. Ele os reúne para formar o lado relativamente justo do mundo, enquanto os países ateus ou aqueles que não adoram o Deus verdadeiro se tornam oponentes do lado justo. Dessa maneira, Deus não só tem um lugar na humanidade para conduzir Sua obra, como também ganha países que podem exercer autoridade justa, de modo a impor sanções e restrições aos países que resistem a Deus. Apesar disso, porém, ainda não existem muitas pessoas que se apresentam para adorar a Deus, porque o homem se afastou muito Dele e Deus esteve ausente dos pensamentos do homem por muito tempo. Só restam na terra países que exercem a justiça e resistem à injustiça, mas isso está longe dos desejos de Deus, pois nenhum governante permitirá que Deus presida o povo de seu país e nenhum partido político reunirá o povo para adorar a Deus. Deus perdeu Seu lugar legítimo no coração de cada país, de cada nação, partido governante e até no coração de cada pessoa. Ainda que forças justas existam de fato neste mundo, um governo em que Deus não tem lugar no coração do homem é um governo frágil. Sem a bênção de Deus, a arena política cairá em desordem e se tornará vulnerável a ataques. Para a humanidade, estar sem a bênção de Deus é como não ter a luz do sol. Nada mudará as coisas ou alterará o destino da humanidade, independentemente do quanto forem assíduas as contribuições que os governantes fazem a seus povos, independentemente de quantas conferências sobre justiça a humanidade organizar. O homem acredita que um país onde as pessoas são alimentadas e vestidas, onde vivem juntas de forma pacífica, é um país bom, com boa liderança. Mas Deus não pensa assim. Ele acredita que um país onde ninguém O adora é um país que deve ser aniquilado. A forma de pensar do homem está em desacordo com a de Deus. Se o chefe de um país não adora a Deus, então o destino desse país será trágico, não haverá futuro para esse país.

Deus não participa da política do homem, ainda que o destino de um país ou nação seja controlado por Ele. Deus controla este mundo e todo o universo. O destino do homem e o plano divino estão intimamente relacionados, e nenhum homem, país ou nação está isento da soberania de Deus. Se o homem deseja conhecer seu destino, então deve apresentar-se diante de Deus, que fará prosperar aqueles que O seguem e adoram, assim como trará declínio e extinção sobre aqueles que resistem e O rejeitam.

Extraído de “A Palavra manifesta em carne

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