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Quando o Senhor Jesus viveu com a humanidade, Ele via lavradores cuidando dos seus campos, Ele sabia o que era o joio e o que era o fermento; Ele compreendia que os seres humanos gostam de tesouros, então usou as metáforas do tesouro e da pérola; Ele via com frequência pescadores lançando suas redes; e assim por diante. O Senhor Jesus via essas atividades na vida humana, e também experimentava esse tipo de vida. Ele era o mesmo que qualquer outra pessoa normal, vivenciando as três refeições diárias e a rotina diária dos humanos. Ele experimentou pessoalmente a vida de uma pessoa comum e testemunhou a vida dos outros. Quando Ele testemunhou e experimentou pessoalmente tudo isso, o que Ele pensava não era como ter uma boa vida ou como Ele poderia viver com mais liberdade, mais conforto. Quando Ele estava experimentando uma vida humana autêntica, o Senhor Jesus via a dificuldade na vida das pessoas, via a dureza, a miséria e a tristeza das pessoas sob a corrupção de Satanás, vivendo sob o império de Satanás, e vivendo em pecado. Enquanto Ele vivenciava pessoalmente a vida humana, Ele também experimentava o quanto as pessoas eram desamparadas, vivendo em meio à corrupção, e Ele via e vivenciava o sofrimento dos que viviam em pecado, que estavam perdidos na tortura por Satanás, pelo mal. Quando o Senhor Jesus via essas coisas, Ele as via com Sua divindade ou com Sua humanidade? A Sua humanidade realmente existia — estava bem viva — Ele podia experimentar e ver tudo isso, e é claro que Ele também via isso na Sua essência, na Sua divindade. Isto é, o Próprio Cristo, o Senhor Jesus, o homem, viu isso, e tudo o que viu fez com que Ele sentisse a importância e a necessidade da obra que Ele havia realizado na carne nessa época. Embora Ele Mesmo soubesse que a responsabilidade que Ele precisava assumir na carne era tão imensa e quão cruel seria a dor que Ele haveria de enfrentar, quando Ele viu a humanidade impotente no pecado, quando Ele viu a desgraça da vida dela e suas débeis lutas sob a lei, Ele sentiu mais e mais pesar e ficou cada vez mais ansioso para salvar a humanidade do pecado. Não importa que tipo de dificuldades Ele haveria de enfrentar ou que tipo de dor Ele haveria de sofrer, Ele Se tornou cada vez mais decidido a redimir a humanidade vivendo em pecado. Durante este processo, se poderia dizer que o Senhor Jesus começou a entender cada vez mais claramente a obra que Ele precisava fazer e o que Lhe tinha sido confiado. Ele também Se tornou cada vez mais ansioso para completar a obra que deveria assumir, assumir todos os pecados da humanidade, expiar a humanidade de forma que eles não mais vivessem em pecado e que Deus seria capaz de esquecer os pecados do homem devido a esse oferecimento em troca do pecado, permitindo-Lhe continuar Sua obra de salvar a humanidade. Pode-se dizer que, no coração do Senhor Jesus, Ele estava disposto a Se oferecer pela humanidade, a Se sacrificar. Ele também estava disposto a agir como uma oferta pelo pecado, a ser pregado na cruz, e estava ansioso para concluir essa obra. Quando Ele viu as condições miseráveis da vida humana, Ele desejou ainda mais cumprir a Sua missão o mais rápido possível, sem atrasar nem um só minuto ou segundo. Quando Ele teve esse sentimento de urgência, Ele não estava pensando em quão grande seria Sua própria dor, nem pensou mais em quanta humilhação Ele teria que suportar — Ele mantinha apenas uma convicção no Seu coração: contanto que Ele Se oferecesse, contanto que fosse pregado na cruz como oferecimento em troca do pecado, a vontade de Deus seria cumprida e Ele poderia começar uma nova obra. A vida da humanidade em pecado, o estado de existir em pecado seria completamente mudado. Sua convicção e o que Ele estava decidido a fazer se relacionavam à salvação do homem, e Ele tinha apenas um objetivo: cumprir a vontade de Deus, de modo que pudesse começar com sucesso o próximo estágio na Sua obra. É isso que estava na mente do Senhor Jesus na época.

Extraído de “A Palavra manifesta em carne”

O Deus encarnado é mais amável

I

Após Deus encarnar e viver entre a humanidade, Ele viu a depravação do homem, a sua situação de vida. Deus sentiu profundamente o desamparo do homem e sua situação lamentável. Ele sentiu a tristeza deles. Deus teve compaixão da condição humana e afeto por Seus seguidores pelo Seus instintos na carne.

II

Em Seu coração, Ele valoriza aqueles que Ele quer gerenciar e salvar. Ele os valoriza demais. Grande preço Ele pagou; traição e mágoa Ele suportou. Mas Ele nunca desiste, Sua obra é incessante. Ele não tem arrependimentos ou queixas. Deus teve compaixão da condição humana e afeto por Seus seguidores pelo Seus instintos na carne.

III

Ele nunca desiste, Sua obra é incessante. Porque Ele sabe que cedo ou tarde, as pessoas despertarão para o Seu chamado, serão movidas pelas Suas palavras, reconhecerão que Ele é o Senhor da criação e voltarão pra Ele. Deus teve compaixão da condição humana e afeto por Seus seguidores pelo Seus instintos. Deus teve compaixão da condição humana e afeto por Seus seguidores pelo Seus instintos na carne.

de Seguir o Cordeiro e cantar cânticos novos

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