Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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Declarações de Deus Todo-Poderoso (O caminho para conhecer a Deus)

Declarações de Deus Todo-Poderoso
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Declarações de Cristo dos últimos dias (Seleções)
Declarações de Cristo dos Últimos Dias (Seleções)

continuação da (Parte 1)

A obra de gerenciamento de Deus e a salvação da humanidade começa com Abraão oferecendo Isaque

Tendo dado a Abraão um filho, as palavras que Deus havia falado a Abraão foram cumpridas. Isso não significa que o plano de Deus parou aqui; pelo contrário, o magnífico plano de Deus para o gerenciamento e salvação da humanidade estava apenas começando, e Sua bênção de um filho para Abraão não passou de um prelúdio de Seu plano geral de gerenciamento. Naquele momento, quem sabia que a batalha de Deus com Satanás havia silenciosamente começado quando Abraão ofereceu Isaque?

Deus não se importa se o homem é tolo — Ele apenas pede que o homem seja verdadeiro

A seguir, vamos ver o que Deus fez a Abraão. Em Gênesis 22: 2, Deus deu a seguinte ordem a Abraão: “Toma agora teu filho; o teu único filho, Isaque, a quem amas; vai à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um dos montes que te hei de mostrar”. A intenção de Deus era clara: Ele estava dizendo a Abraão para dar seu único filho Isaque, a quem ele amava, como uma oferta queimada. Olhando para isso hoje, a ordem de Deus ainda está em desacordo com as concepções do homem? Sim! Tudo o que Deus fez naquele tempo é totalmente contrário às concepções do homem e incompreensível ao homem. Em suas concepções, as pessoas acreditam no seguinte: quando um homem não acreditou, e achou impossível, Deus lhe deu um filho, e depois que ele ganhou um filho, Deus lhe pediu que oferecesse seu filho — que incrível! O que Deus realmente pretendia fazer? Qual foi o propósito real de Deus? Ele incondicionalmente deu a Abraão um filho, mas também pediu que Abraão fizesse uma oferta incondicional. Isso foi excessivo? Do ponto de vista de terceiros, isso não foi apenas excessivo, mas também um pouco de “criar problemas do nada”. Mas o próprio Abraão não acreditava que Deus estava pedindo demais. Embora tivesse alguns pensamentos menos importantes e suspeitasse um pouco de Deus, ele ainda estava preparado para fazer a oferta. Nesse ponto, o que você vê que prova que Abraão estava disposto a oferecer seu filho? O que está sendo dito nessas frases? O texto original apresenta o seguinte registro: “Levantou-se, pois, Abraão de manhã cedo, albardou o seu jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque, seu filho; e, tendo cortado lenha para o holocausto, partiu para ir ao lugar que Deus lhe dissera” (Gênesis 22:3). “Havendo eles chegado ao lugar que Deus lhe dissera, edificou Abraão ali o altar e pôs a lenha em ordem; o amarrou, a Isaque, seu filho, e o deitou sobre o altar em cima da lenha. E, estendendo a mão, pegou no cutelo para imolar a seu filho” (Gênesis 22:9-10). Quando Abraão estendeu a mão e tomou o cutelo para imolar seu filho, suas ações foram vistas por Deus? Foram. Todo o processo — desde o princípio, quando Deus pediu que Abraão sacrificasse Isaque, até quando Abraão de fato levantou seu cutelo para imolar seu filho — mostrou a Deus o coração de Abraão, e independentemente de sua antiga insensatez, ignorância e incompreensão de Deus, naquela época, o coração de Abraão para Deus era verdadeiro e honesto, e ele realmente devolveria Isaque, o filho dado a ele por Deus, de volta a Deus. Nele, Deus viu obediência — a própria obediência que Ele desejava.

Para o homem, Deus faz muita coisa que é incompreensível e até incrível. Quando Deus deseja orquestrar alguém, essa orquestração é muitas vezes incompatível com as concepções do homem e incompreensível para ele, mas é exatamente essa dissonância e incompreensibilidade que constituem a provação e a prova do homem. Abraão, entretanto, foi capaz de demonstrar a obediência a Deus dentro de si mesmo, que era a condição mais fundamental de ser capaz de satisfazer a exigência de Deus. Só então, quando Abraão foi capaz de obedecer às exigências de Deus, quando ele ofereceu Isaque, Deus realmente sentiu segurança e aprovação para com a humanidade — para com Abraão, a quem Ele havia escolhido. Só então Deus teve certeza de que essa pessoa a quem Ele havia escolhido era um líder indispensável que poderia empreender Sua promessa e Seu plano de gerenciamento futuro. Embora tenha sido apenas uma provação e um teste, Deus Se sentiu gratificado, sentiu o amor do homem por Ele e Se sentiu consolado pelo homem como nunca. No momento em que Abraão levantou seu cutelo para imolar Isaque, Deus o impediu? Deus não permitiu que Abraão oferecesse Isaque, pois Deus simplesmente não tinha intenção de tirar a vida de Isaque. Assim, Deus interrompeu Abraão bem a tempo. Para Deus, a obediência de Abraão já havia passado no teste, o que ele fez foi suficiente e Deus já havia visto o resultado daquilo que pretendia fazer. Esse resultado foi satisfatório para Deus? Pode-se dizer que esse resultado foi satisfatório para Deus, que era o que Deus queria e era o que Deus desejava ver. Isso é verdade? Embora, em diferentes contextos, Deus use diferentes maneiras de provar cada pessoa, em Abraão, Deus viu o que Ele queria, Ele viu que o coração de Abraão era verdadeiro, e que sua obediência era incondicional, e era exatamente esse “incondicional” que Deus desejava. As pessoas costumam dizer: “Eu já ofereci isso, eu já perdi isso — por que Deus ainda não está satisfeito comigo? Por que Ele continua me submetendo a provas? Por que Ele continua me testando?” Isso demonstra um fato: Deus não viu seu coração e não ganhou seu coração. Ou seja, Ele não viu tanta sinceridade como quando Abraão foi capaz de levantar o cutelo para imolar seu filho por sua própria mão e oferecê-lo a Deus. Ele não viu sua obediência incondicional e não foi consolado por você. É natural, então, que Deus continue provando você. Não é verdade? Nós vamos deixar esse tema por aqui. Em seguida, leremos “A promessa de Deus para Abraão”.

3. A promessa de Deus para Abraão

Gênesis 22:16-18 e disse: Por mim mesmo jurei, diz Jeová, porquanto fizeste isto, e não me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.

Esse é um registro completo da bênção de Deus para Abraão. Embora breve, seu conteúdo é rico: inclui a razão e o pano de fundo do presente de Deus a Abraão e o que Ele deu a Abraão. Também está imbuído da alegria e do entusiasmo com que Deus proferiu essas palavras, bem como da urgência de Seu anseio em ganhar aqueles que são capazes de ouvir Suas palavras. Nisso, vemos o carinho e a ternura de Deus por aqueles que obedecem a Suas palavras e seguem Suas ordens. Assim, também vemos o preço que Ele paga para ganhar as pessoas, e o cuidado e o pensamento que Ele aplica para ganhá-las. Além disso, a passagem, que contém as palavras “Por mim mesmo jurei”, nos dá uma poderosa sensação de amargura e dor suportada por Deus, e somente Deus, nos bastidores dessa obra de Seu plano de gerenciamento. É uma passagem instigante, e que teve um significado especial, e teve um impacto de longo alcance sobre aqueles que vieram depois.

O homem recebe as bênçãos de Deus por causa de sua sinceridade e obediência

A bênção dada a Abraão por Deus, que lemos aqui, foi grande? Quão grande? Há uma frase chave aqui: “e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra”, o que mostra que Abraão recebeu bênçãos não concedidas a ninguém que veio antes ou depois. Quando, como solicitado por Deus, Abraão devolveu seu único filho — seu único filho amado — a Deus (nota: aqui não podemos usar a palavra “oferecido”; deveríamos dizer que ele devolveu seu filho a Deus), Deus não somente não permitiu que Abraão oferecesse Isaque, mas também o abençoou. Com que promessa Ele abençoou Abraão? A promessa de multiplicar sua descendência. E por quanto elas seriam multiplicadas? As Escrituras apresentam o seguinte registro: “como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra”. Qual foi o contexto em que Deus proferiu essas palavras? Ou seja, como Abraão recebeu as bênçãos de Deus? Ele as recebeu exatamente como Deus diz nas escrituras: “porquanto obedeceste à minha voz.” Isto é, porque Abraão seguiu a ordem de Deus, porque ele havia feito tudo o que Deus havia dito, pedido e ordenado sem a menor queixa, assim Deus lhe fez tal promessa. Há uma frase crucial nessa promessa que toca os pensamentos de Deus no momento. Vocês já viram isso? Vocês podem não ter prestado muita atenção às palavras de Deus que “Por mim mesmo jurei”. O que elas querem dizer é que, quando Deus proferiu estas palavras, Ele estava jurando por Si Mesmo. Pelo que as pessoas juram quando fazem um juramento? Elas juram pelo Céu, o que quer dizer, fazem um juramento a Deus e juram por Deus. As pessoas podem não ter muita compreensão do fenômeno pelo qual Deus jurou por Si Mesmo, mas vocês serão capazes de compreender quando Eu lhes apresentar a explicação correta. Estar diante de um homem que só podia ouvir Suas palavras, mas não compreender o Seu coração, mais uma vez fez Deus Se sentir solitário e perdido. Em desespero — e, pode-se dizer, subconscientemente — Deus fez algo muito natural: Deus colocou Sua mão em Seu coração e Se dirigiu a Si Mesmo ao conceder essa promessa a Abraão, e desse homem ouviu Deus dizer “Por mim mesmo jurei”. Através das ações de Deus, você pode pensar em si mesmo. Quando você coloca sua mão em seu coração e fala consigo mesmo, você tem uma ideia clara do que está dizendo? Sua atitude é sincera? Você fala abertamente com o seu coração? Assim, vemos aqui que quando Deus falou com Abraão, Ele foi sério e sincero. Ao mesmo tempo em que falava e abençoava a Abraão, Deus também falava para Si Mesmo. Ele estava dizendo a Si Mesmo: Abençoarei Abraão e tornarei sua descendência tão numerosa quanto as estrelas do céu, e tão abundante quanto a areia da praia do mar, porque ele obedeceu às Minhas palavras e foi ele a quem Eu escolhi. Quando Deus disse: “Por mim mesmo jurei”, Deus determinou que em Abraão Ele produziria o povo escolhido de Israel, após o qual Ele conduziria essas pessoas adiante, em ritmo acelerado com Sua obra. Isto é, Deus faria os descendentes de Abraão sustentarem a obra de gerenciamento de Deus, e a obra de Deus e aquela expressa por Deus começaria com Abraão e continuaria nos descendentes de Abraão, concretizando assim o desejo de Deus de salvar o homem. O que vocês dizem: isso não é uma benção? Para o homem, não há bênção maior que essa; essa, pode-se dizer, é a maior benção de todas. A bênção ganha por Abraão não foi a multiplicação de sua descendência, mas o cumprimento do gerenciamento de Deus, da Sua comissão e da Sua obra nos descendentes de Abraão. Isso significa que as bênçãos recebidas por Abraão não foram temporárias, mas continuaram enquanto o plano de gerenciamento de Deus progredia. Quando Deus falou, quando Deus jurou por Si Mesmo, Ele já havia feito uma determinação. O processo dessa determinação foi verdadeiro? Foi real? Deus determinou que, a partir de então, Seus esforços, o preço que Ele pagou, o que Ele tem e é, Seu tudo e até a Sua vida seriam dados a Abraão e aos descendentes de Abraão. Assim também Deus determinou que, partindo desse grupo de pessoas, Ele faria manifestar Seus atos, e permitiria ao homem ver Sua sabedoria, autoridade e poder.

Ganhar aqueles que conhecem a Deus e são capazes de testificar para Ele é o desejo imutável de Deus

Ao mesmo tempo em que falava para Si Mesmo, Deus também falou com Abraão, mas além de ouvir as bênçãos que Deus lhe deu, Abraão foi capaz de compreender os verdadeiros desejos de Deus em todas as Suas palavras naquele momento? Ele não foi! E assim, naquele momento, quando Deus jurou por Si Mesmo, Seu coração ainda estava solitário e triste. Ainda não havia uma pessoa capaz de entender ou compreender o que Ele pretendia e planejava. Naquele momento, ninguém — incluindo Abraão — foi capaz de falar com Ele em confiança, muito menos foi alguém capaz de cooperar com Ele em fazer a obra que Ele deve fazer. Na superfície, Deus ganhou Abraão e ganhou alguém que poderia obedecer a Suas palavras. Mas, na verdade, o conhecimento dessa pessoa sobre Deus era pouco mais que nada. Embora Deus tivesse abençoado Abraão, o coração de Deus ainda não estava satisfeito. O que significa que Deus não estava satisfeito? Isso significa que Seu gerenciamento estava apenas começando, significa que as pessoas que Ele queria ganhar, as pessoas que Ele desejava ver, as pessoas que Ele amava, ainda estavam distantes Dele; Ele precisava de tempo, Ele precisava esperar, Ele precisava ser paciente. Pois naquele tempo, com exceção do Próprio Deus, não havia ninguém que soubesse o que Ele precisava, ou o que Ele desejava ganhar, ou o que Ele anelava. E assim, ao mesmo tempo em que Se sentia muito animado, Deus também sentia o coração pesado. No entanto, Ele não interrompeu Seus passos e continuou a planejar o próximo passo do que Ele deveria fazer.

O que vocês veem na promessa de Deus para Abraão? Deus concedeu grandes bênçãos a Abraão simplesmente porque ele ouviu as palavras de Deus. Embora, aparentemente, isso pareça normal e lógico, nisso vemos o coração de Deus: Deus especialmente valoriza a obediência do homem a Ele e aprecia a compreensão do homem sobre Ele e a sinceridade para com Ele. O quanto Deus aprecia essa sinceridade? Vocês podem não compreender o quanto Ele aprecia isso, e pode muito bem ser que ninguém perceba isso. Deus deu a Abraão um filho e, quando esse filho cresceu, Deus pediu a Abraão que oferecesse seu filho a Deus. Abraão seguiu a ordem de Deus ao pé da letra, ele obedeceu à palavra de Deus e sua sinceridade comoveu a Deus e foi valorizado por Deus. O quanto Deus valorizou isso? E por que Ele valorizou isso? Numa época em que ninguém entendia as palavras de Deus ou compreendia Seu coração, Abraão fez algo que abalou o Céu e tremeu a terra, e fez Deus ter uma sensação de satisfação inaudita, e trouxe alegria a Deus de ganhar alguém que fosse capaz de obedecer Suas palavras. Essa satisfação e alegria vieram de uma criatura feita pela própria mão de Deus, e foi o primeiro “sacrifício” que o homem ofereceu a Deus e que foi muito valorizado por Deus, desde que o homem foi criado. Deus teve dificuldade em esperar por esse sacrifício e Ele o tratou como o primeiro presente mais importante da parte do homem, a quem Ele criou. Mostrou a Deus o primeiro fruto de Seus esforços e o preço que Ele pagou e permitiu que Ele visse a esperança na humanidade. Depois, Deus teve um desejo ainda maior de que um grupo de tais pessoas o acompanhasse, tratasse-O com sinceridade, se preocupasse com Ele com sinceridade. Deus até esperava que Abraão continuasse vivo, pois Ele desejava que tal coração o acompanhasse e permanecesse com Ele enquanto continuava em Seu gerenciamento. Não importa o que Deus quisesse, era apenas um desejo, apenas uma ideia — pois Abraão foi apenas um homem capaz de obedecê-Lo e não tinha o menor entendimento ou conhecimento de Deus. Ele era alguém que estava muito aquém dos padrões das exigências de Deus para o homem: conhecer a Deus, ser capaz de dar testemunho de Deus e ser de uma só mente com Deus. E assim, ele não poderia andar com Deus. Deus viu a sinceridade e obediência de Abraão na oferta que Abraão fez de Isaque, e viu que ele havia resistido à prova de Deus sobre ele. Embora Deus aceitasse sua sinceridade e obediência, ele ainda era indigno de se tornar confidente de Deus, de se tornar alguém que conhecia a Deus, e entendia a Deus, e foi informado do caráter de Deus; ele estava longe de ser uma mente com Deus e fazer a vontade de Deus. E assim, em Seu coração, Deus ainda estava só e ansioso. Quanto mais só e ansioso Deus ficasse, mais Ele precisaria dar continuidade ao Seu gerenciamento o mais rápido possível e poder selecionar e ganhar um grupo de pessoas para realizar Seu plano de gerenciamento e alcançar Sua vontade o mais rápido possível. Esse foi o forte desejo de Deus, e permaneceu imutável desde o começo até hoje. Desde que Ele criou o homem no princípio, Deus ansiava por um grupo de vencedores, um grupo que andasse com Ele e fosse capaz de entender, compreender e conhecer Seu caráter. Esse desejo de Deus nunca mudou. Independentemente de quanto tempo Ele ainda tem que esperar, não importando quão difícil seja o caminho a seguir, não importa quão longe estejam os objetivos pelos quais Ele anseia, Deus nunca mudou ou desistiu de Suas expectativas para o homem. Agora que Eu disse isso, vocês percebem algo do desejo de Deus? Talvez o que vocês tenham percebido não seja muito profundo — mas vai chegar gradualmente!

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