147. Os princípios para tratar parentes biológicos

(1) Se todos, esposa, marido e seus filhos, creem em Deus, devem ler Suas palavras frequentemente, ter comunhão na verdade, apoiar um ao outro e reverenciar Cristo como o Senhor;

(2) Se a esposa, o marido ou os filhos de alguém não creem em Deus, mas não se opõem à crença, eles devem receber testemunho de Deus e comunicação da verdade, contanto que estejam de acordo com os princípios de difundir o evangelho;

(3) A esposa, o marido ou o filho que se opõem à fé em Deus e odeiam a verdade devem ser tratados com sabedoria. Pessoas más não devem ser recrutadas para a fé em Deus;

(4) Se alguém deve deixar a família, isso deve ser decidido com base no fato de os familiares incrédulos resistirem a ele ou o perseguirem, bem como na intensidade dessa perseguição.

Palavras de Deus relevantes:

Nas palavras de Deus, que princípio é mencionado em relação a como as pessoas deveriam tratar umas às outras? Amar o que Deus ama e odiar o que Deus odeia. Isto é, as pessoas que Deus ama, que verdadeiramente buscam a verdade e que fazem a vontade de Deus, são aquelas mesmas que você deveria amar. As que não fazem a vontade de Deus, que odeiam Deus, que desobedecem a Ele e a quem Ele despreza são as que nós também deveríamos desprezar e rejeitar. É isso que a palavra de Deus exige. Se seus pais não creem em Deus, então eles O odeiam; e se eles O odeiam, então Deus certamente os despreza. Assim, se lhe dissessem para odiar seus pais, você poderia fazer isso? Se eles resistem a Deus e O insultam, então certamente são pessoas que Ele odeia e amaldiçoa. Sob tais circunstâncias, como você deve tratar seus pais se eles obstruem sua fé em Deus ou se não o fazem? Durante a Era da Graça, o Senhor Jesus disse: “Quem é Minha mãe? E quem são Meus irmãos? […] Pois qualquer que fizer a vontade de Meu Pai que está nos céus, esse é Meu irmão, irmã e mãe”. Esse dito já existia no tempo da Era da Graça, e agora as palavras de Deus são ainda mais adequadas: “Ame o que Deus ama e odeie o que Deus odeia”. Essas palavras vão direto ao ponto, mas em geral as pessoas são incapazes de apreciar seu significado verdadeiro. Se uma pessoa é amaldiçoada por Deus, mas a partir de todas as aparências exteriores parece estar muito bem, seja um progenitor ou parente seu, então você pode se achar incapaz de odiar essa pessoa, e pode até haver uma boa dose de intimidade e um relacionamento próximo entre vocês. Quando ouve tais palavras de Deus, você fica chateado e incapaz de endurecer seu coração para com essa pessoa ou abandoná-la. Isso ocorre porque existe uma noção tradicional aqui que o está amarrando. Você pensa que, se fizer isso, incorrerá na ira do Céu, será punido pelo Céu e até será rejeitado pela sociedade e condenado no tribunal da opinião pública. Ademais, um problema ainda mais pragmático é que isso estará em sua consciência. Essa consciência vem do que seus pais lhe ensinaram desde a infância, ou da influência e contaminação da cultura social, uma das quais plantou dentro de você uma raiz e uma maneira de pensar segundo a qual você não consegue praticar a palavra de Deus e amar o que Ele ama e odiar o que Ele odeia. Mas, no fundo, você sabe que deveria odiar e rejeitar isso, pois sua vida veio de Deus e não foi dada por seus pais. O homem deve adorar a Deus e se voltar para Ele. Mesmo que você diga e pense isso, você simplesmente não consegue voltar e simplesmente é incapaz de pôr isso em prática. O que está acontecendo aqui? É que essas coisas amarraram você firme e profundamente. Satanás usa essas coisas para amarrar seus pensamentos, sua mente e seu coração, de modo que você não consegue aceitar as palavras de Deus. Tais coisas o preencheram completamente, a ponto de não ter espaço para as palavras de Deus. Além disso, se você tentar pôr Suas palavras em prática, essas coisas então terão efeito dentro de você e o farão rebater Suas palavras e exigências, tornando-o, assim, incapaz de se livrar desses nós e incapaz de se libertar desse cativeiro. Não haverá esperança e, sem força para lutar, você desistirá depois de um tempo. Algumas pessoas conseguem lutar pela liberdade, enquanto outras desistem. “O que importa são as noções tradicionais e os padrões morais”, pensam elas. “Vamos deixar as palavras de Deus de lado. Afinal, vivemos neste mundo e temos de contar com essas pessoas.” Em vez de enfrentar a opinião pública negativa e a censura, o que seriam incapazes de suportar, elas optam por ofender a Deus, abandonar a verdade e as palavras de Deus e se entregar à escravidão da opinião pública ou de noções tradicionais. O homem não é deplorável? Ele não precisa da salvação de Deus?

Extraído de ‘Só reconhecendo seus pontos de vista equivocados você pode se conhecer’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Toda pessoa que vive em nossa sociedade atual, não importa quanta educação tenha recebido, tem muitas coisas em seu pensamento e em sua visão. As mulheres chinesas tradicionais, em particular, acreditam que o lugar da mulher é em casa, que as mulheres devem ser boas esposas e mães que despendem toda sua vida na dedicação a seus maridos e filhos. Três refeições por dia para a família, limpeza, lavar e passar a roupa — elas devem fazer tudo na casa e fazê-lo excepcionalmente bem. Esse, é claro, constitui o padrão em nossa sociedade para uma “boa esposa e mãe”. Toda mulher acredita que é assim que ela deve agir e que, se não o fizer, não será uma boa mulher e terá contrariado sua consciência e violado padrões de moralidade. Há até algumas que, tendo desempenhado esse papel mal ou sem consideração pelos padrões da sociedade, são atormentadas pela consciência e sentem que desapontaram seus filhos e seu marido. Passar a crer em Deus e ser chamada para cumprir seu dever cria um conflito com o fato de você ser uma boa esposa e mãe, uma mãe exemplar, uma mulher que segue os padrões? Se você deseja ser uma boa esposa e mãe, não poderá gastar cem por cento de seu tempo em seu dever. Quando surge um conflito entre seu papel de esposa e mãe e seu dever, qual deles você escolhe? Se você escolhesse cumprir seu dever e se responsabilizar pela obra da casa de Deus, fazer tudo o que pode, com absoluta devoção a Deus e, ao fazê-lo, fosse obrigada a deixar de lado suas obrigações de esposa e de mãe, como se sentiria? O que reverberaria em sua mente? Você sentiria que falhou com seus filhos? De onde vem essa sensação de fracasso, esse mal-estar? Você se sente desconfortável quando não cumpre bem o dever de um ser criado? Você não se incomoda, nem se sente culpada, porque essa coisa positiva não está instilada em seus pensamentos, opiniões e consciência. O que então está instilado neles? Ser uma boa esposa e mãe. Se você não for boa esposa e mãe, não será uma boa mulher, não será uma mulher “decente”. Não é esse o seu padrão? Esse padrão prende você; você é feita para carregá-lo com você ao crer em Deus e cumprir seu dever. Quando surgir um conflito entre cumprir seu dever e ser uma boa mulher e uma mãe amorosa, embora você possa relutantemente escolher cumprir seu dever ou ser leal a Deus, haverá um bocado de inquietação em seu coração e um bocado maior de culpa. Quando não está cumprindo seu dever, você vai para casa e cuida bem de seus filhos ou de seu marido, tentando compensar sua ausência, embora, ao fazer isso, enfrente maiores adversidades da carne. É uma injunção mental que a faz fazer isso. Contudo, temos cumprido nossa responsabilidade, nossa obrigação e nosso dever perante Deus? Quando somos descuidados e superficiais em nosso dever ou quando não queremos cumpri-lo, há um sentimento de culpa no nosso coração ou de reprovação? Não sentimos a menor reprovação, pois tal coisa não existe na humanidade das pessoas. Por isso, embora você possa estar cumprindo algo do seu dever, você permanece muito distante dos padrões da verdade e de Deus. Deus disse: “Deus é a fonte da vida do homem”. Qual é o significado dessas palavras? Elas têm o objetivo de permitir que todas as pessoas saibam disto: nossa vida e nosso espírito vêm de Deus, não de nossos pais e certamente não da humanidade nem dessa nossa sociedade nem da natureza. Elas nos foram dadas por Deus e, embora nossos corpos carnais tenham nascido de nossos pais, é Deus quem controla nossos destinos. Poder crer em Deus é uma oportunidade que Ele nos deu; é ordenado por Ele e é a Sua graça. Por isso, você não tem obrigação de aceitar obrigações nem de assumir responsabilidade por qualquer outra pessoa; sua única obrigação é cumprir para com Deus o dever que um ser criado deve cumprir. Isso é o que o homem mais deve fazer e, entre todos os grandes assuntos na vida de uma pessoa, é o que ela mais deveria executar — é a questão principal da vida de alguém. Se você não cumprir bem seu dever, você não é um verdadeiro ser criado. Aos olhos do homem, você pode ser uma boa esposa e mãe, uma dona de casa maravilhosa, uma filha zelosa e um membro honesto da sociedade civil, mas, perante Deus, você é aquela que se rebela contra Ele, aquela que não cumpre nenhuma de suas obrigações ou seus deveres e aquela que não cumpriu a incumbência que aceitou de Deus. Essa pessoa ainda estaria em pé perante Deus? Essa pessoa não vale um tostão furado.

Extraído de ‘Só reconhecendo seus pontos de vista equivocados você pode se conhecer’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Piedade filial a seus pais: isso é a verdade? (Não.) A piedade filial para com os pais não é errada, é uma coisa positiva — mas por que digo que não é a verdade? Se seus pais acreditam em Deus e o tratam bem, você é filial? (Sim.) Como você é filial? Você os trata de maneira diferente dos outros irmãos e irmãs. Você os respeita como pais, faz tudo o que eles mandam e, se forem velhos, fica ao lado deles para cuidar deles, o que o impede de sair para cumprir seu dever. É certo fazer isso? O que você deve fazer nessas horas? Isso depende das circunstâncias. Se você ainda puder cuidar deles enquanto cumpre seu dever nas proximidades e seus pais não se opuserem à sua fé em Deus, você deve cumprir sua responsabilidade como filho ou filha e ajudar seus pais. Se estiverem doentes, cuide deles; se algo os está preocupando, console-os; se a sua situação financeira permitir, compre os alimentos adequados para eles e as coisas de que necessitam. No entanto, o que você deveria escolher se estivesse ocupado com seu dever, se não houvesse ninguém para cuidar de seus pais e se eles também acreditam em Deus? Que verdade você deve praticar? Visto que a piedade filial para com os pais não é uma verdade, mas apenas uma responsabilidade e obrigação pessoal, o que você deve fazer quando houver um conflito entre suas obrigações e seu dever? (Nosso dever tem a precedência, deve vir primeiro.) Suas obrigações não são seu dever. Cumprir seu dever é praticar a verdade; cumprir suas obrigações não é praticar a verdade. Por que digo que isso não é praticar a verdade? Se as circunstâncias permitirem e você tiver uma certa responsabilidade ou obrigação, você deve cumpri-la — mas o que você deve fazer se a situação não permitir? Você deve dizer: “Eu devo cumprir meu dever. Essa é a verdade que eu devo praticar; não a piedade filial para com meus pais”. Se você não tiver nenhum dever naquele momento, se não estiver trabalhando fora de casa e estiver com seus pais, encontre uma maneira de cuidar deles, faça o que puder para tornar a vida deles melhor e um pouco menos árdua. Mas isso também depende do tipo de pessoa que são seus pais. O que você deve fazer se eles não tiverem muita humanidade, se forem um obstáculo constante a sua fé em Deus e ao cumprimento de seu dever, e se obstruírem sua fé em Deus? Que verdade você deve praticar? (Rejeição.) Nesse momento, você deve rejeitá-los. Você cumpriu sua obrigação; eles não creem em Deus, você não tem obrigação de cuidar deles. Se eles creem em Deus, vocês são uma família, eles são seus pais. Se eles não creem em Deus, vocês trilham sendas separadas, vocês são dois tipos diferentes de pessoas. Eles acreditam em Satanás. Eles veneram Satanás. Eles trilham a senda de Satanás, a senda da adoração a Satanás, uma senda que é diferente da sua fé em Deus. Vocês são dois tipos diferentes de pessoas e, portanto, não há dúvida de que eles são seus inimigos; você não é da mesma família e, portanto, não tem a obrigação de cuidar deles. Qual é a verdade? Cumprir o dever é a verdade. Cumprir seu dever na casa de Deus não é simplesmente cumprir uma pequena obrigação, fazer um pouco do que você deve fazer — é cumprir seu dever como criatura de Deus que vive no mundo! Essa é sua obrigação, sua responsabilidade, e essa responsabilidade é a verdadeira responsabilidade, é o cumprimento de sua responsabilidade e obrigação perante o Senhor da criação. Entre cumprir o dever de criatura de Deus e a piedade filial para com seus pais, qual é a verdade? Cumprir o dever de uma criatura de Deus é a verdade, é uma vocação enviada do céu. Piedade filial aos pais é piedade filial às pessoas e não é praticar a verdade.

Extraído de ‘O que é a realidade da verdade?’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Os parentes que não são da fé (seus filhos, seu marido ou sua esposa, suas irmãs ou seus pais etc.) não deveriam ser forçados a entrar na igreja. A casa de Deus não tem falta de membros, e não há necessidade de aumentar seu número com pessoas sem serventia. Todos aqueles que não creem alegremente não devem ser conduzidos à igreja. Este decreto se dirige a todas as pessoas. Vocês devem conferir, monitorar e lembrar uns aos outros dessa questão; ninguém pode violar este decreto. Mesmo que parentes que não são da fé entrem com relutância na igreja, eles não devem receber livros nem um novo nome; tais pessoas não são da casa de Deus e sua entrada na igreja deve ser impedida por quaisquer meios necessários. Se ocorrerem perturbações na igreja devido à invasão de demônios, você mesmo será expulso ou sofrerá a imposição de restrições. Em suma, todos têm uma responsabilidade nessa questão, embora não devam ser imprudentes nem usá-la para ajustar contas pessoais.

Extraído de ‘Os dez decretos administrativos que devem ser obedecidos pelo povo escolhido de Deus na Era do Reino’ em “A Palavra manifesta em carne”

Aqueles que arrastam seus filhos e parentes totalmente incrédulos para a igreja são extremamente egoístas, e estão apenas exibindo sua bondade. Essas pessoas só se concentram em ser amáveis, independentemente de crerem ou não e independentemente de isso ser ou não a vontade de Deus. Alguns trazem sua esposa para diante de Deus ou arrastam seus pais para diante de Deus e, sem se importar se o Espírito Santo concorda com isso ou está operando nelas, eles cegamente continuam a “adotar pessoas talentosas” para Deus. Que benefício pode ser ganho ao estender bondade a esses incrédulos? Ainda que eles, que estão sem a presença do Espírito Santo, lutem para seguir a Deus, eles não podem ser salvos como se poderia acreditar. Aqueles que podem receber a salvação, na verdade, não são tão fáceis de serem obtidos. Pessoas que não foram submetidos à obra e às provações do Espírito Santo e que não foram aperfeiçoadas por Deus encarnado são totalmente incapazes de serem completadas. Portanto, a partir do momento em que começam a seguir nominalmente a Deus, essas pessoas carecem da presença do Espírito Santo. À luz de suas condições e estados atuais, elas simplesmente não podem ser completadas. Assim, o Espírito Santo não decide despender muita energia com elas nem oferecer esclarecimento ou guiá-las de alguma forma; Ele simplesmente lhes permite seguir adiante e, no final, revelará o desfecho delas — isso basta. O entusiasmo e as intenções da humanidade vêm de Satanás e, de modo algum, essas coisas podem completar a obra do Espírito Santo. Não importa como as pessoas sejam, elas devem ter a obra do Espírito Santo. Os humanos podem completar humanos? Por que o marido ama a esposa? Por que a esposa ama o marido? Por que os filhos são obedientes aos pais? Por que os pais amam cegamento os filhos? Que tipo de intenções as pessoas abrigam de fato? Sua intenção não é satisfazer seus próprios planos e desejos egoístas? Elas realmente pretendem agir em prol do plano de gerenciamento de Deus? Estão realmente agindo em prol da obra de Deus? Sua intenção é cumprir o dever de um ser criado? Aqueles que, desde o momento em que começaram a crer em Deus, têm sido incapazes de alcançar a presença do Espírito Santo nunca podem ganhar a obra do Espírito Santo; essas pessoas foram designadas como objetos a serem destruídos. Não importa quanto amor alguém sinta por elas, ele não pode substituir a obra do Espírito Santo. O entusiasmo e o amor das pessoas representam as intenções humanas, mas não podem representar as intenções de Deus nem podem ser um substituto para a obra de Deus. Mesmo que alguém estenda o maior amor ou misericórdia a essas pessoas que nominalmente acreditam em Deus e fingem segui-Lo sem saber o que realmente significa acreditar em Deus, ainda assim elas não obterão a simpatia de Deus nem ganharão a obra do Espírito Santo. Mesmo que sejam de baixo calibre e não sejam capazes de compreender muitas verdades, as pessoas que sinceramente seguem a Deus ainda podem, ocasionalmente, ganhar a obra do Espírito Santo; no entanto, aquelas que são de calibre relativamente bom, mas não acreditam com sinceridade, simplesmente não podem ganhar a presença do Espírito Santo. Não há absolutamente nenhuma possibilidade de salvação para tais pessoas. Mesmo que leiam as palavras de Deus ou ocasionalmente ouçam sermões ou até cantem louvores a Deus, no fim, elas não serão capazes de sobreviver até o tempo do descanso.

Extraído de ‘Deus e o homem entrarão em descanso juntos’ em “A Palavra manifesta em carne”

Jó era disciplinado em seu estilo de vida, não era ganancioso nem hedonista como resultado das bênçãos de Deus para ele e ele não se fixou na qualidade de vida. Em vez disso, ele era humilde e modesto, não era dado à ostentação, era cauteloso e cuidadoso diante de Deus. Ele frequentemente pensava nas graças e bênçãos de Deus e era continuamente temeroso a Deus. Em sua vida diária, Jó frequentemente se levantava cedo para oferecer holocaustos a seus filhos e filhas. Em outras palavras, não só o próprio Jó temia a Deus, mas também esperava que seus filhos também tivessem temor a Deus e não pecassem contra Deus. A riqueza material de Jó não ocupava lugar em seu coração nem substituía a posição ocupada por Deus; fosse para seu próprio bem ou para o bem de seus filhos, as ações diárias de Jó estavam todas ligadas a temer a Deus e se desviar do mal. Seu temor a Deus Jeová não parou em sua boca, mas foi algo que ele pôs em ação e refletia em cada parte de sua vida diária. Essa conduta real de Jó nos mostra que ele era honesto e possuía uma essência que amava a justiça e coisas que eram positivas. Que Jó frequentemente enviou e santificou seus filhos e filhas significa que ele não sancionou ou aprovou o comportamento de seus filhos; em vez disso, em seu coração, ele estava frustrado com o comportamento deles e os condenou. Ele havia concluído que o comportamento de seus filhos e filhas não era agradável a Deus Jeová, e assim ele frequentemente os chamava para ir diante de Deus Jeová e confessar seus pecados. As ações de Jó nos mostram um outro lado de sua humanidade, uma em que ele nunca andou com aqueles que muitas vezes pecavam e ofendiam a Deus, mas, ao invés disso, se desviava deles e os evitava. Mesmo que essas pessoas fossem seus filhos e filhas, ele não abandonou seus próprios princípios de conduta porque eles eram seus próprios parentes, nem cedeu aos pecados deles por causa de seus próprios sentimentos. Antes, ele os incitou a confessar e ganhar a tolerância de Deus Jeová, e ele os advertiu a não abandonar a Deus por causa de seu próprio prazer ganancioso. Os princípios de como Jó tratava os outros são inseparáveis dos princípios de seu temor a Deus e do afastamento do mal. Ele amava aquilo que era aceito por Deus e abominava aquilo que repelia Deus; ele amava aqueles que temiam a Deus em seu coração e abominava os que cometiam o mal ou pecavam contra Deus. Tal amor e abominação foram demonstrados em sua vida cotidiana, e foi a própria retidão de Jó vista pelos olhos de Deus. Naturalmente, essa é também a expressão e a vivência da verdadeira humanidade de Jó em suas relações com os outros em sua vida diária, sobre as quais devemos aprender.

Extraído de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Outro lado da humanidade de Jó é demonstrado neste diálogo entre ele e sua esposa: “Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua integridade? Blasfema de Deus, e morre. Mas ele lhe disse: Como fala qualquer doida, assim falas tu; receberemos de Deus o bem, e não receberemos o mal?” (Jó 2:9-10). Vendo o tormento que sofria, a esposa de Jó tentou dar-lhe conselhos para ajudá-lo a escapar de seu tormento — mas suaas “boas intenções” não obtiveram a aprovação de Jó; ao contrário, despertaram sua ira, pois ela negou sua fé e obediência a Deus Jeová, e também negou a existência de Deus Jeová. Isso foi intolerável para Jó, pois ele nunca se permitiu fazer nada que opusesse ou ferisse a Deus, para não falar dos outros. Como ele poderia permanecer indiferente quando viu outros falarem palavras que blasfemavam e insultavam a Deus? Assim, ele chamou sua esposa de “mulher doida”. A atitude de Jó para com sua esposa era de raiva e ódio, bem como de reprovação e repreensão. Essa era a expressão natural da humanidade de Jó — diferenciar entre amor e ódio — e era uma verdadeira representação de sua humanidade correta. Jó possuía um senso de justiça — que o fazia odiar os ventos e as marés da iniquidade, abominava, condenava e rejeitava heresias absurdas, argumentos ridículos e afirmações ridículas, e permitia que ele se mantivesse fiel aos seus próprios e corretos princípios e postura quando ele foi rejeitado pelas massas e abandonado por aqueles que estavam perto dele.

Extraído de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Embora algumas pessoas acreditem em Deus, e possam parecer muito espirituais por fora, no que diz respeito às opiniões e atitudes dos pais em relação aos filhos e dos filhos em relação aos pais, elas não fazem ideia de como colocar esse aspecto da verdade em prática, nem de quais princípios deveriam ser aplicados ao tratar e lidar com esses assuntos. Aos olhos de um pai, o pai sempre é um pai, e o filho é sempre um filho; assim, o relacionamento entre pais e filhos se torna muito difícil de lidar. Na verdade, em muitas coisas, os pais se recusam a ceder seu status de pais. Eles sempre se veem como os mais velhos e pensam que, em todos os momentos, os filhos devem ouvir os pais, e que esse fato nunca mudará. Isso leva a uma resistência constante da parte de seus filhos. Tais pontos de vista deixam ambos os lados miseráveis, deploráveis e exaustos. Isso não é uma manifestação de não entender a verdade? Quando não entendem a verdade, as pessoas são sempre restringidas pelo status. Como poderiam não sofrer em decorrência disso? Em tais casos, então, como a verdade deve ser praticada? (Renunciando a si mesmo.) O que significa renunciar? Com que tipo de ponto de vista e atitude você deveria tratar essa questão a fim de renunciar genuinamente? Como você implementa essa renúncia? Na verdade, é bem simples. Você deve ser uma pessoa comum, não restringida por status. Trate seus filhos e outros membros de sua família da mesma maneira com que você trataria irmãos e irmãs comuns. Embora você tenha uma responsabilidade e uma relação de carne com eles, mesmo assim, a posição e a perspectiva que você deveria ter são iguais às que você deveria ter com amigos ou irmãos e irmãs comuns. De forma alguma você deve assumir a posição de um pai, e não deve conter seus filhos, restringi-los ou tentar controlar tudo sobre eles. Você deve tratá-los como iguais. Você deve permitir que cometam erros, que digam coisas erradas, que façam coisas infantis e imaturas, e que façam coisas estúpidas. Não importa o que aconteça, você deve se sentar e conversar calmamente com eles e buscar a verdade. Dessa forma, você estará conversando com eles com a atitude correta, e o problema será resolvido. Do que você está abrindo mão aqui? Você está abrindo mão da posição e do status de um pai, dos ares de um pai e de toda a responsabilidade que você acredita que deveria assumir como um pai; em vez disso, basta que você faça o melhor que pode em termos de responsabilidade como um irmão ou irmã comum. […] Quantos pais acham que, contanto que seja para o bem de seus filhos, o que quer que façam é certo. Eles realmente têm tais pensamentos e pontos de vista. Como poderia você não cometer erros? Você também é um ser humano corrompido, como, então, você pode determinar que é isento de erros? Contanto que você admita que não possui a verdade e que é um humano corrompido, então você tem falhas e é passível de cometer erros. Você é capaz de cometer erros — ainda assim, como é que, a cada passo, você tenta se responsabilizar por seus filhos e fazer com que eles lhe obedeçam constantemente? Isso não é um caráter arrogante? Este é um caráter arrogante e feroz.

Extraído da comunhão de Deus

Cada pessoa tem um destino, que é designado por Deus. Ninguém pode controlar o destino do outro; assim, quando se trata da sua família, relaxe e aprenda a abrir mão e pôr tudo de lado. Como fazer isso? Em parte, é orando a Deus. Você também deve ponderar o seguinte: os incrédulos da sua família buscam o mundo, buscam gratificações materiais e riqueza — que tipo de senda eles trilham? Se você não cumprir o seu dever e viver com eles, não estará sujeito a sofrer dor e tormento? Se viver com eles, será que você conseguirá conviver com eles? Você pensará igual a eles? À parte a afeição uns pelos outros, existe algo mais? Não. Então qual é a profundidade dessa afeição? Você se importa tanto com eles, mas o que eles sentem por você? Será que você realmente consegue encontrar paz e felicidade vivendo com eles? Isso só pode lhe trazer tristeza e solidão. Você não trilha a mesma senda que eles; sua perspectiva sobre o mundo, a vida, a trilha da sua vida, o que você busca — tudo isso é diferente. Hoje, quando você está separado da sua família, seus laços de sangue ainda o fazem sentir sempre um parentesco com eles, que são sua família. Mas quando você está realmente com eles, não demora nem um ano — depois de um mês, você não aguenta mais. Não consegue mais suportar ouvir seus pontos de vista, sua maneira de lidar com as pessoas, suas filosofias de vida, as mentiras que enchem suas bocas, as vias e meios de fazer as coisas, suas perspectivas sobre a vida ou seus valores, e você pensa consigo mesmo: “Eu sentia falta deles o tempo todo, sempre temia que a vida deles fosse difícil. Mas agora que vivo com eles, minha vida é insuportável!” Você desenvolveu uma aversão a eles. Neste momento, ainda não está claro para você que tipo de pessoas eles são, por isso ainda pensa que laços de sangue são mais importantes que qualquer outra coisa, mais reais. Você ainda é dominado pela emoção. Se conseguir deixar as questões da emoção de lado, faça isso completamente; se não conseguir fazer isso, então ponha o seu dever em primeiro lugar, sua missão e sua comissão são o que há de mais importante; primeiro complete sua comissão, sua missão e seu dever e ignore o resto por enquanto. Uma vez que as pessoas tenham realizado bem sua comissão e seu dever, a verdade se torna cada vez mais clara para elas, a relação com Deus se torna cada vez mais normal, o desejo de obedecer a Deus se torna ainda maior e mais evidente e acontece uma mudança no estado interior delas. Assim que o seu estado mudar, suas visões e paixões mundanas começarão a se dissipar, e você não mais buscará tais coisas. Seu coração buscará como amar a Deus, como satisfazer a Deus, como viver uma semelhança que satisfaça a Deus e como viver uma vida com verdade. E quando seu coração se empenhar nesse sentido, aquelas outras coisas lentamente esvanecerão e não o acorrentarão nem controlarão mais.

Extraído de ‘Os princípios da prática de se submeter a Deus’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Aquelas palavras ditas no passado: “Quando alguém acredita no Senhor, a sorte sorri para toda a família” são adequadas para a Era da Graça, mas não estão relacionadas ao destino da humanidade. Elas foram apropriadas para um estágio da Era da Graça. A conotação dessas palavras se dirigia à paz e às bênçãos materiais que as pessoas desfrutavam; elas não significavam que toda a família de alguém que acredita no Senhor será salva, nem significavam que, quando alguém obtém uma boa sorte, a família inteira também pode levada ao descanso. Se alguém recebe bênçãos ou sofre infortúnios é determinado de acordo com a essência da pessoa, não de acordo com qualquer essência comum que se possa compartilhar com outros. Esse tipo de dito popular ou de regra simplesmente não tem lugar no reino. Se, por fim, uma pessoa é capaz de sobreviver, é porque ela satisfez as exigências de Deus, e se, no final, ela é incapaz de permanecer até o tempo do descanso, é porque essa ela foi desobediente a Deus e não satisfez Suas exigências. Todos têm um destino adequado. Esses destinos são determinados de acordo com a essência de cada indivíduo e absolutamente nada têm a ver com outras pessoas. O comportamento mau de um filho não pode ser transferido para os pais, tampouco a justiça de um filho não pode ser compartilhada com seus pais. O comportamento mau de um pai não pode ser transferido para seus filhos, tampouco a justiça dos pais não pode ser compartilhada com seus filhos. Todos carregam seus respectivos pecados, e todos desfrutam de sua respectiva sorte. Ninguém pode ser um substituto para outra pessoa; isso é justiça. Humanado ponto de vista do homem, se os pais obtêm uma boa sorte, então seus filhos também deveriam ser capazes de obtê-la, e, se os filhos cometem o mal, então seus pais devem expiar aqueles pecados. Essa é uma perspectiva humana e um jeito humano de fazer as coisas; não é a perspectiva de Deus. O fim de todos é determinado de acordo com a essência que vem de sua conduta e sempre é determinado de forma apropriada. Ninguém pode carregar os pecados do outro; muito menos pode receber punição no lugar do outro. Isso é absoluto. O cuidado excessivamente amoroso de um pai por seus filhos não indica que ele possa realizar ações justas no lugar dos filhos, assim como o afeto obediente de um filho para com os pais não significa que ele possa realizar ações justas no lugar dos pais. É isso que estas palavras realmente pretendem dizer: “Então, estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro; estando duas mulheres a trabalhar no moinho, será levada uma e deixada a outra”. As pessoas não podem levar seus filhos malfeitores para o descanso com base em seu profundo amor por eles, tampouco alguém pode levar a esposa (ou o marido) para o descanso com base em sua própria conduta justa. Essa é uma regra administrativa; não pode haver exceções para ninguém. No fim, praticantes da justiça são praticantes da justiça, e malfeitores são malfeitores. Eventualmente, os justos terão a permissão de sobreviver, enquanto os malfeitores serão destruídos. Os santos são santos, não são imundos. Os imundos são imundos, e nenhuma parte deles é santa. As pessoas que serão destruídas são todas más, e aquelas que sobreviverão são todas justas — mesmo que os filhos das pessoas más realizem ações justas e mesmo que os pais dos justos cometam atos maus. Não há relação entre um marido crente e uma esposa incrédula, assim como não há relação entre filhos crentes e pais incrédulos; esses dois tipos de pessoas são completamente incompatíveis. Antes de entrar no descanso, a pessoa tem parentes físicos, mas, uma vez que tenha entrado no descanso, ela não terá mais nenhum parente físico. Aqueles que cumprem seu dever são inimigos daqueles não o cumprem; aqueles que amam a Deus e os que O odeiam estão em oposição uns aos outros. Aqueles que entram no descanso e os que terão sido destruídos são dois tipos incompatíveis de criaturas. As criaturas que cumprirem seus deveres serão capazes de sobreviver, enquanto aquelas que não cumprirem seus deveres serão objetos da destruição; mais ainda, isto durará por toda a eternidade. Você ama seu marido a fim de cumprir seu dever como ser criado? Você ama sua esposa a fim de cumprir seu dever como ser criado? Você é obediente a seus pais incrédulos a fim de cumprir seu dever como ser criado? Está certa ou errada a visão humana sobre acreditar em Deus? Por que você acredita em Deus? O que você deseja ganhar? Como você ama a Deus? Aqueles que não conseguirem cumprir seus deveres como seres criados e que não conseguirem fazer um esforço total se tornarão objetos da destruição. Existem relações físicas que existem entre as pessoas de hoje como também associações de sangue, mas, no futuro, todas elas serão destruídas. Crentes e incrédulos não são compatíveis; elas se opõem uns aos outros. Aqueles que estão no descanso acreditarão que existe um Deus e se submeterão a Ele, enquanto aqueles que são desobedientes terão todos sido destruídos. As famílias não existirão mais na terra; como poderia haver pais e filhos ou relacionamentos conjugais? A própria incompatibilidade entre crença e descrença terá rompido totalmente esses relacionamentos físicos!

Extraído de ‘Deus e o homem entrarão em descanso juntos’ em “A Palavra manifesta em carne”

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