119. Os princípios para identificar os fariseus

(1) Os fariseus são essencialmente hipócritas, aparentemente humildes e pacientes, mas, por natureza, insidiosos e maliciosos. Eles odeiam a verdade e se opõem a Deus;

(2) Os fariseus são especialmente arrogantes e hipócritas. Frequentemente pregam letras e doutrinas para seduzir os outros e fazer com que os outros os adorem e lhes obedeçam, mas não aceitam a verdade de forma alguma;

(3) Os fariseus sofrem e pagam um preço apenas para que recebam bênçãos e sejam coroados. Eles se concentram na adesão a regras e rituais religiosos, sem jamais praticar a verdade;

(4) Os fariseus buscam apenas uma falsa espiritualidade. Eles falam palavras vazias de autoconhecimento, enganando e enredando os outros e nunca se arrependem ou mudam verdadeiramente.

Versos da Bíblia para referência:

“E, quando orardes, não sejais como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens” (Mateus 6:5).

“Na cadeira de Moisés se assentam os escribas e fariseus. Portanto, tudo o que vos disserem, isso fazei e observai; mas não façais conforme as suas obras; porque dizem e não praticam. Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; mas eles mesmos nem com o dedo querem movê-los. Todas as suas obras eles fazem a fim de serem vistos pelos homens; pois alargam os seus filactérios, e aumentam as franjas dos seus mantos; gostam do primeiro lugar nos banquetes, das primeiras cadeiras nas sinagogas, das saudações nas praças, e de serem chamados pelos homens: Rabi” (Mateus 23:2-7).

“Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque fechais aos homens o reino dos céus; pois nem vós entrais, nem aos que entrariam permitis entrar. [Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque devorais as casas das viúvas e sob pretexto fazeis longas orações; por isso recebereis maior condenação.]

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o tornais duas vezes mais filho do inferno do que vós.

Ai de vós, guias cegos, que dizem: aquele que jurar pelo templo não é nada; mas aquele que jurar pelo ouro do templo é um devedor! Insensatos e cegos! Pois qual é o maior; o ouro, ou o santuário que santifica o ouro? E: Quem jurar pelo altar, isso nada é; mas quem jurar pela oferta que está sobre o altar, esse fica obrigado ao que jurou. Cegos! Pois qual é maior: a oferta, ou o altar que santifica a oferta? Portanto, quem jurar pelo altar jura por ele e por tudo quanto sobre ele está; e quem jurar pelo santuário jura por ele e por Aquele que nele habita; e quem jurar pelo céu jura pelo trono de Deus e por Aquele que nele está assentado.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas. Guias cegos! que coais um mosquito, e engolis um camelo.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque limpais o exterior do copo e do prato, mas por dentro estão cheios de rapina e de intemperança. Fariseu cego! limpa primeiro o interior do copo, para que também o exterior se torne limpo.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque edificais os sepulcros dos profetas e adornais os monumentos dos justos, e dizeis: Se tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido cúmplices no derramar o sangue dos profetas. Assim, vós testemunhais contra vós mesmos que sois filhos daqueles que mataram os profetas. Enchei vós, pois, a medida de vossos pais. Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do inferno? Portanto, eis que Eu vos envio profetas, sábios e escribas: e a uns deles matareis e crucificareis; e a outros os perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que mataste entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que todas essas coisas hão de vir sobre esta geração” (Mateus 23:13-36).

Palavras de Deus relevantes:

Qual é a definição do apelativo “fariseus”? São pessoas que são hipócritas, completamente falsas e encenam tudo que fazem, enquanto fingem ser boas, gentis e positivas. É isso que essas pessoas são de fato? Dado que são hipócritas, tudo que é manifestado e revelado nelas é falso; é tudo fingimento — não é a sua face verdadeira. A verdadeira face delas está oculta no seu coração; está fora de vista. Se as pessoas não buscam a verdade e se não entendem a verdade, então o que se tornam aquelas teorias que elas ganharam? Não se tornam as letras e as doutrinas às quais as pessoas frequentemente se referem? As pessoas usam essas doutrinas chamadas corretas para camuflar e embalar a si mesmas tão lindamente. Aonde quer que elas vão, as coisas sobre as quais falam, as coisas que dizem e o comportamento externo, tudo parece correto e bom para os outros; elas estão todas alinhadas com as noções e os gostos humanos. Aos olhos dos outros, elas são tanto devotas quanto humildes, capazes de indulgência e tolerância, e podem amar os outros e amar Deus. Na verdade, entretanto, tudo isso é falso; tudo é só fingimento e uma maneira na qual embalam a si mesmas. Por fora, elas parecem leais a Deus, mas na verdade estão só desempenhando para os outros verem. Quando ninguém está olhando, elas não são nem um pouco leais e tudo o que fazem é superficial. Aparentemente, abriram mão da família e da carreira, parecendo trabalhar muito e se despender; o fato real, no entanto, é que elas estão lucrando secretamente da igreja e roubando as ofertas. Tudo que revelam por fora — todo o comportamento delas — é falso. É isso que significa um fariseu hipócrita. De onde os “fariseus” — essas pessoas — vêm? Emergem dentre os incrédulos? Todos eles emergem dentre os crentes. Por que esses crentes se transformam assim? As palavras de Deus poderiam tê-los feito dessa maneira? (Não.) Qual é a razão? É por causa da senda que tomaram. Eles tomaram as palavras de Deus como uma ferramenta com a qual se armar; eles se armam com essas palavras, tratando-as como um capital com o qual assegurar uma vida e obter algo do nada. Eles simplesmente pregam doutrinas, mas nunca puseram essas palavras em prática. Que tipo de pessoas são as que continuam a pregar palavras e doutrinas apesar de nunca terem seguido o caminho de Deus? Elas são os fariseus hipócritas. Esse pouco de comportamento supostamente bom e boas maneiras de se expressar, e o pouco de que abriram mão e que despenderam, são inteiramente forçados; todos eles são apenas atos que eles encenam. Eles são inteiramente falsos; todas essas ações são fingidas. No coração dessas pessoas, não existe a menor reverência a Deus, elas nem sequer têm fé genuína em Deus. Mais que isso, pertencem ao grupo dos descrentes. Se não buscarem a verdade, então as pessoas trilharão esse tipo de senda e se tornarão fariseus. Isso não é assustador? Em que lugar os fariseus se reúnem? É um mercado. Aos olhos de Deus, isso é religião; não é a igreja de Deus, tampouco é um lugar em que Ele é adorado. Assim, se as pessoas não buscarem a verdade, então, não importa quantas palavras literais e doutrinas superficiais sobre as declarações de Deus elas absorvam, isso não adiantará.

Extraído de ‘Seis indicadores de crescimento na vida’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Em Israel, “fariseu” costumava ser um tipo de título. Por que, agora, passou a ser um rótulo? Isso é porque os fariseus se tornaram representantes de um tipo de pessoa. Quais são as características desse tipo de pessoa? Elas entoam slogans e são hábeis em fingir, em ornamentar-se, em esconder seu ser verdadeiro, e aparentam grande nobreza, grande santidade e retidão, grande imparcialidade e honra. Como resultado, não praticam nem um pouco a verdade. Como agem? Elas leem as escrituras, pregam, ensinam os outros a fazer o bem, a não fazer o mal, a não resistir a Deus e se comportar bem na frente dos outros, no entanto, quando os outros viram as costas, elas roubam ofertas. O Senhor disse que elas “coam um mosquito e engolem um camelo”. Isso significa que todo o seu comportamento parece bom na superfície — elas entoam slogans de forma ostentativa, falam de teorias altivas, e suas palavras têm um som agradável, mas seus atos são uma confusão desordenada e resistem totalmente a Deus. Seus comportamentos e aparências exteriores são apenas fingimento e fraude; em seu coração, elas não têm um mínimo de amor pela verdade nem pelas coisas positivas. Detestam a verdade, detestam tudo que vem de Deus e detestam coisas positivas. O que elas amam? Amam imparcialidade e justiça? (Não.) Como você pode saber que elas não amam essas coisas? (O Senhor Jesus espalhou o evangelho do reino dos céus, que eles não só se recusaram a aceitar, mas também condenaram.) Se sua condenação estivesse ausente, vocês saberiam dizer? Antes da vinda do Senhor Jesus para operar, o que poderia ter dito a vocês que elas não amam a imparcialidade e a justiça? Vocês não teriam sido capazes de ver, ou teriam? Todo o comportamento delas é fingimento, e elas usam esse pretexto do bom comportamento para defraudar os outros de sua confiança. Isso não é hipocrisia e enganação? Esse tipo de enganador pode amar a verdade? Qual é o propósito oculto desse seu bom comportamento? Uma parte de seu propósito é trapacear os outros; a outra parte é enganar os outros, conquistá-los e ser adorado por eles e, no fim, receber recompensas. Quão espertas devem ser suas técnicas para ter êxito com tamanha falcatrua? Tais pessoas amam a imparcialidade e a justiça? É claro que não. Elas amam status, amam fama e fortuna, e desejam receber recompensas. Elas de forma alguma colocam as palavras de ensinamento de Deus para as pessoas em prática. Elas não vivem nem um pouco delas; elas simplesmente usam ornamentação e disfarce para enganar e conquistar as pessoas, para sustentar o próprio status e reputação. Uma vez que essas coisas estão garantidas, elas as usam para obter capital e uma fonte de renda. Isso não é desprezível? Pode-se ver em todos esses comportamentos seus que sua essência é não amar a verdade, pois elas jamais colocam a verdade em prática. Qual é o sinal de que elas não colocam a verdade em prática? Este foi o maior sinal: o Senhor Jesus veio para operar, e tudo que Ele dizia era correto, tudo que dizia era a verdade. Como elas trataram isso? (Elas não aceitaram.) Elas não aceitaram as palavras do Senhor Jesus porque acreditavam que eram erradas, ou não as aceitaram a despeito de saberem que eram corretas? (Elas não as aceitaram a despeito de saberem que eram corretas.) E o que poderia causar isso? Elas não amam a verdade e detestam coisas positivas. Tudo que o Senhor Jesus disse era correto, sem qualquer erro, e apesar de não conseguirem encontrar nenhum erro nas palavras do Senhor Jesus para usá-lo contra Ele, elas O condenaram e então conspiraram: “Crucifiquem-No. Será Ele, ou seremos nós”. Dessa forma, elas se colocaram contra o Senhor Jesus. Embora não acreditassem que o Senhor Jesus era o Senhor, Ele era uma pessoa boa que não quebrou nem leis jurídicas nem as leis de Jeová[a]; por que, então, condenariam o Senhor Jesus? Por que trataram o Senhor Jesus dessa forma? Isso pode ser visto em quão perversas e maliciosas essas pessoas são — são malignas ao extremo! O semblante maligno que os fariseus expõem não poderia ser mais diferente do que sua camuflagem de bondade. Há muitos que não conseguem discernir qual é o semblante verdadeiro deles e qual é a falsidade, mas a aparição e a obra do Senhor Jesus revelaram todos eles. Quão bem os fariseus se disfarçam, quão bondosos parecem por fora — se os fatos não tivessem sido revelados, ninguém teria sido capaz de ver o que eles realmente são.

Extraído de ‘A parte mais importante de crer em Deus é colocar a verdade em prática’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Qual foi a principal manifestação da hipocrisia dos fariseus? Eles apenas estudaram a fundo as Escrituras e não buscaram a verdade. Quando leram as palavras de Deus, eles não oraram nem buscaram; em vez disso, estudaram as palavras de Deus, estudaram o que Deus disse e fez e, assim, transformaram Suas palavras em um tipo de teoria, em uma doutrina que ensinaram a outros. Isso é estudar a fundo as palavras de Deus. Então, por que eles fizeram isso? O que eles estudaram a fundo? Aos olhos deles, essas não eram as palavras de Deus, não eram as expressões de Deus, muito menos eram a verdade, mas uma forma de erudição. Aos olhos deles, essa erudição deveria ser repassada, deveria ser disseminada e somente isso já bastaria para disseminar o caminho de Deus e o evangelho. Isso é o que eles chamavam “pregação” e o sermão que pregavam era teologia.

[…] Os fariseus tratavam a teologia e a teoria que haviam dominado como um tipo de conhecimento, como uma ferramenta para condenar as pessoas e medir se estavam certas ou erradas. Eles até usaram isso no Senhor Jesus — foi assim que o Senhor Jesus foi condenado. Sua apreciação das pessoas e a maneira como as tratavam nunca se baseavam em sua essência nem no que diziam estar certo ou errado, muito menos na fonte ou proveniência de suas palavras. Eles apenas condenavam e mediam as pessoas com base em palavras e doutrinas inflexíveis que haviam dominado. E assim, embora esses fariseus soubessem que o Senhor Jesus não havia cometido nenhum pecado nem violado a lei, ainda assim o condenaram, porque o que o Senhor Jesus disse parecia estar em desacordo com o conhecimento e a erudição que haviam dominado e a teoria teológica que expunham. E os fariseus simplesmente não afrouxariam o controle sobre essas palavras e frases; eles se aferravam a esse conhecimento e não se desfariam dele. Qual era o único desfecho possível disso? Eles não reconheceriam que o Senhor Jesus era o Messias que viria ou que havia verdade no que o Senhor Jesus disse, muito menos que os atos do Senhor Jesus estavam de acordo com a verdade. Eles encontraram algumas acusações infundadas com as quais condenaram o Senhor Jesus — mas, em seu coração, eles de fato sabiam que esses pecados com os quais O condenaram eram válidos? Sabiam. Então, por que O condenaram assim mesmo? (Eles não queriam acreditar que o Deus altíssimo e poderoso em suas mentes poderia ter sido o Senhor Jesus, essa figura de um Filho comum do homem.) Não quiseram aceitar esse fato. E qual foi a natureza de sua recusa de aceitar isso? Não havia aí uma tentativa de argumentar com Deus sobre isso? O que eles queriam dizer era: “Deus poderia fazer isso? Se Deus tivesse encarnado, certamente nasceria de uma linhagem distinta. Além do mais, Ele deveria aceitar a tutela de escribas e fariseus, aprender esse conhecimento e ler muito as Escrituras. Somente depois de possuir esse conhecimento, Ele pode assumir a incumbência da ‘encarnação’”. Eles acreditavam que, em primeiro lugar, Tu não és qualificado; em segundo lugar, sem esse conhecimento, Tu não és capaz de fazer a obra de Deus, muito menos podes ser Deus; em terceiro lugar, Tu não podes operar fora do templo — Tu não estás no templo agora; Tu estás sempre entre os pecadores; portanto, a obra que Tu fazes está além do escopo da obra de Deus. De onde veio a base para a sua condenação? Das Escrituras, da mente do homem e da educação teológica que eles receberam. Por estarem cheios de noções, imaginações e conhecimento, eles acreditavam que esse conhecimento era certo, que era a verdade, que era a base e que Deus nunca poderia contrariar essas coisas. Eles buscaram a verdade? Eles não a buscaram. O que eles buscaram foram suas próprias noções e imaginações e suas próprias experiências, e tentaram usá-las para definir Deus e determinar se Ele estava certo ou errado. Qual foi o desfecho disso? Eles condenaram a obra de Deus e O pregaram na cruz.

Extraído de ‘Eles são malignos, insidiosos e enganosos (parte 3)’ em “Expondo os anticristos”

Vocês desejam conhecer a raiz do motivo pelo qual os fariseus se opunham a Jesus? Desejam conhecer a essência dos fariseus? Eles tinham muitas fantasias sobre o Messias. E mais, eles criam somente que o Messias viria, mas não buscavam a vida-verdade. Assim, até hoje eles ainda aguardam o Messias, pois não têm conhecimento do caminho da vida, e não sabem qual é o caminho da verdade. Como, dizem vocês, poderia um povo tão tolo, obstinado e ignorante ganhar a bênção de Deus? Como poderia contemplar o Messias? Ele se opunha a Jesus porque não conhecia a direção da obra do Espírito Santo, porque não conhecia o caminho da verdade do qual Jesus falava e, além disso, porque não entendia o Messias. E como nunca havia visto o Messias e nunca havia estado na companhia do Messias, cometera o erro de se agarrar ao mero nome do Messias enquanto se opunha à essência do Messias através de qualquer meio possível. Esses fariseus eram obstinados, arrogantes em essência e não obedeciam à verdade. O princípio de sua crença em Deus era: não importa quão profunda seja a Sua pregação, não importa quão elevada seja Sua autoridade, Você não é Cristo a menos que seja chamado o Messias. Essa crença não é absurda e ridícula?

Extraído de ‘Quando você contemplar o corpo espiritual de Jesus, Deus terá feito novo céu e nova terra’ em “A Palavra manifesta em carne”

A maioria das pessoas hoje em dia foca em métodos de prática, mas não o fazem a fim de buscar a verdade e alcançar crescimento de vida. É nesse ponto que se perderam. Há também alguns que são capazes de receber nova luz, mas seus métodos de prática não mudam. Eles trazem suas antigas noções religiosas consigo enquanto esperam receber as palavras de Deus de hoje, então, o que recebem ainda é doutrina colorida por noções religiosas; eles não estão recebendo a luz de hoje simplesmente. Como resultado, suas práticas são maculadas, são as mesmas práticas antigas em nova embalagem. Por melhor que sua prática possa ser, eles são hipócritas. Deus conduz as pessoas a fazer coisas novas todos os dias, exigindo que a cada dia ganhem nova percepção e entendimento, e requerendo que elas não sejam antiquadas e repetitivas. Se você tem crido em Deus por muitos anos, mas seus métodos de prática não mudaram nada, e se você ainda é zeloso e se ocupa de assuntos externos, mas não tem um coração sereno para levar perante Deus a fim de desfrutar Suas palavras, você não vai obter nada. Quando se trata de aceitar a nova obra de Deus, se você não planejar de forma diferente, não cuidar de sua prática de uma maneira nova e não buscar nenhum novo entendimento, mas se agarrar ao antigo e receber somente alguma limitada luz nova, sem mudar sua maneira de praticar, então tais pessoas como você estão nessa corrente somente em nome; na realidade, são fariseus religiosos fora da corrente do Espírito Santo.

Extraído de ‘A respeito de uma vida espiritual normal’ em “A Palavra manifesta em carne”

Algumas pessoas apenas se armam com certas verdades para emergências ou para abandonar a si mesmas e ajudar os outros, e não para resolver os próprios problemas; nós as chamamos de “pessoas abnegadas”. Elas consideram os outros como marionetes da verdade e a si mesmas como donas dela, ensinando os outros a se apegarem à verdade e a não serem passivos, enquanto elas próprias permanecem como espectadores à margem. Que tipo de pessoas são essas? Elas se armam com algumas palavras da verdade, mas simplesmente as usam para repreender outras pessoas, enquanto não fazem absolutamente nada para impedir-se de deparar com a própria destruição. Como são patéticas! Se as palavras delas podem ajudar os outros, então por que tais palavras não podem ajudar elas mesmas? Deveríamos rotulá-las como hipócritas que estão fora da realidade. Elas fornecem palavras da verdade aos outros e pedem que os outros as coloquem em prática, ao mesmo tempo não fazem esforço para praticá-las por si mesmas. Elas não são desprezíveis? Elas mesmas claramente não conseguem fazê-lo, mesmo assim forçam os outros a colocar as palavras da verdade em prática — que método cruel é esse! Elas não estão usando a realidade para ajudar os outros; não estão usando amor para prover aos outros. Estão simplesmente apenas enganando e prejudicando as pessoas. Se isso continuar, com cada pessoa passando as palavras da verdade para a próxima, isso não terminará com todos meramente falando as palavras da verdade, mas sendo incapazes de colocá-la em prática? Como tais pessoas podem mudar? Elas não reconhecem nenhum dos próprios problemas; como pode haver uma senda adiante para elas?

Extraído de ‘Aqueles que amam a verdade têm uma senda adiante’ em “Registros das falas de Cristo dos últimos dias”

Algumas pessoas têm propensão a atrair atenção para si mesmas. Na presença de seus irmãos e irmãs, talvez digam que estão em dívida com Deus, mas, pelas costas, não praticam a verdade e agem de maneira totalmente diferente. Não são eles fariseus religiosos? Uma pessoa que realmente ama a Deus e possui a verdade é alguém que é leal a Deus, mas não se exibe exteriormente como tal. Tal pessoa dispõe-se a praticar a verdade quando surgem situações e não fala nem age de forma que vá contra a sua consciência. Esse tipo de pessoa demonstra sabedoria quando as questões surgem e age com princípios independentemente das circunstâncias. Esse tipo de pessoa pode fornecer serviço verdadeiro. Há alguns que costumam falar da boca para fora de suas dívidas com Deus; passam os dias de cenho franzido de preocupação, assumem um ar afetado e fingem ser lamentáveis. Que desprezíveis! E se você perguntasse a eles: “Você pode me dizer de que forma você está em dívida com Deus?”, eles ficariam sem palavras. Se você é leal a Deus, não saia por aí falando disso; em vez disso, demonstre seu amor por Deus por meio da prática real e ore a Ele com um coração verdadeiro. Aqueles que lidam com Deus apenas verbal e superficialmente são todos hipócritas! Alguns falam de dívida com Deus toda vez que oram e começam a chorar toda vez que oram, mesmo sem ser movidos pelo Espírito Santo. Pessoas como essas são possuídos por noções e rituais religiosos; elas vivem seguindo tais noções e rituais, sempre acreditando que essas ações agradam a Deus e que Ele favorece piedade superficial ou lágrimas aflitas. Que bem pode vir de pessoas tão absurdas? Para demonstrar sua humildade, algumas fingem graciosidade quando falam na presença de outros. Algumas são propositalmente servis na presença de outras pessoas, agindo como cordeiros sem um pingo de força. Essa conduta é adequada para as pessoas do reino? Pessoas do reino deveriam ser vívidas e livres, inocentes e abertas, honestas e adoráveis e viver num estado de liberdade. Deveriam ter integridade e dignidade e ser capazes de dar testemunho aonde quer que forem; tais pessoas são amadas tanto por Deus quanto pelos homens. Aquelas que são novas na fé mantêm muitas práticas exteriores; elas devem passar primeiro por um período de tratamento e quebrantamento. Pessoas que têm fé em Deus lá no fundo não são externamente distinguíveis de outras, mas suas ações e seus feitos são louváveis. Só tais pessoas podem ser consideradas pessoas que vivem a palavra de Deus. Se você prega o evangelho todo dia para várias pessoas num esforço de levá-las à salvação, mas, no fim, continua a viver segundo regras e doutrinas, então você não pode trazer glória a Deus. Tais pessoas são figuras religiosas e também hipócritas.

[…]

O que representam as boas ações superficiais dos humanos? Elas representam a carne, e nem mesmo as melhores práticas exteriores representam a vida; elas só podem mostrar seu temperamento individual. As práticas exteriores da humanidade não podem satisfazer o desejo de Deus. Você fala constantemente da sua dívida com Deus, mas não consegue suprir a vida dos outros ou inspirá-los a amar a Deus. Você crê que essas suas ações satisfarão a Deus? Você sente que suas ações estão alinhadas com a vontade de Deus e que são do espírito, mas, na verdade, são todas um absurdo! Você crê que o que lhe agrada e o que você está disposto a fazer são precisamente as coisas em que Deus Se delicia. Seus gostos podem representar Deus? Pode o caráter de uma pessoa representar a Deus? O que agrada a você é justamente o que Deus abomina, e seus hábitos são o que Deus abomina e rejeita. Se você se sente em dívida, vá orar perante Deus; não há necessidade de falar disso com outras pessoas. Se você não ora diante de Deus e, em vez disso, fica constantemente chamando atenção para si mesmo na presença dos outros, pode isso satisfazer a vontade de Deus? Se suas ações existem sempre apenas em aparência, então isso significa que você é vaidoso ao extremo. Que tipo de humano é esse que realiza somente boas ações superficiais e é desprovido de realidade? Tais pessoas são fariseus e figuras religiosas hipócritas! Se vocês não se livrarem de suas práticas exteriores e não conseguirem fazer mudanças, então os elementos de hipocrisia que há em vocês crescerão ainda mais. Quanto maiores forem seus elementos de hipocrisia, maior será a resistência a Deus. No final, tais pessoas serão certamente eliminadas!

Extraído de ‘Na fé, é preciso concentrar-se na realidade: engajar-se em ritual religioso não é fé’ em “A Palavra manifesta em carne”

Nota de rodapé:

a. O texto original não contém as palavras “de Jeová”.

Anterior: 118. Os princípios para identificar os demônios do anticristo

Próximo: 120. Os princípios para identificar a natureza-essência de alguém

Quando o desastre vem, como nós cristãos devemos lidar com ele? Convidamos você a participar da nossa reunião online, onde podemos explorar juntos e encontrar o caminho.

Configurações

  • Texto
  • Temas

Cores sólidas

Temas

Fonte

Tamanho da fonte

Espaçamento entre linhas

Espaçamento entre linhas

Largura da página

Sumário

Busca

  • Pesquise neste texto
  • Pesquise neste livro