5. Como se entra em oração verdadeira?

Palavras de Deus relevantes:

Ao orar, seu coração deve estar sereno perante Deus e ser sincero. Você está comungando e orando verdadeiramente com Deus; não deve tentar enganá-Lo com palavras que soam bem. A oração deveria ser centrada em torno daquilo que Deus deseja realizar agora. Peça a Deus que lhe conceda mais esclarecimento e iluminação; coloque seu estado atual e seus problemas em Sua presença ao orar, incluindo a resolução que fez perante Ele. Orar não é seguir um procedimento, mas buscar a Deus com um coração sincero. Peça a Deus que proteja seu coração, a fim de que esteja constantemente sereno perante Ele; para que, no ambiente em que Ele o colocou, você se conheça, despreze a si mesmo e se abandone, permitindo, assim, que tenha um relacionamento normal com Deus e verdadeiramente se torne alguém que ama a Deus.

Extraído de ‘Acerca da prática da oração’ em “A Palavra manifesta em carne”

O mínimo que Deus exige do homem é que ele seja capaz de abrir seu coração a Ele. Se o homem oferecer seu verdadeiro coração a Deus e falar aquilo que realmente está dentro de seu coração, então, Deus Se dispõe a operar nele. O que Deus deseja não é o coração distorcido do homem, mas um coração puro e honesto. Se o homem não falar sinceramente com Deus, Deus não tocará seu coração nem irá operar nele. Portanto, o ponto crucial da oração é falar com Deus de coração, contando-Lhe suas falhas ou caráter rebelde e abrindo-se completamente diante Dele. Somente então Deus estará interessado nas suas orações; caso contrário, Ele ocultará Sua face de você. O critério mínimo para a oração é que você seja capaz de manter seu coração sereno perante Deus e que ele não se aparte de Deus. Pode ser que, durante essa fase, você não obtenha uma visão mais nova ou mais elevada, mas você deve, então, usar a oração para manter o status quo — você não deve regredir. Isso é o mínimo que você deve alcançar. Se não puder realizar nem isso, então isso prova que a sua vida espiritual não está na trilha certa. Como resultado, você será incapaz de manter sua visão original, perderá a fé em Deus, e sua resolução subsequentemente se dissipará. Um sinal de que você entrou na vida espiritual ou não é ver se suas orações estão na trilha certa. Todas as pessoas têm de entrar nessa realidade; todas elas têm de realizar o trabalho de se exercitar conscientemente na oração, não esperando passivamente, mas buscando conscientemente ser tocadas pelo Espírito Santo. Somente então elas serão pessoas que verdadeiramente buscam a Deus.

Extraído de ‘Acerca da prática da oração’ em “A Palavra manifesta em carne”

Orar não é simplesmente fazer algo sem se envolver, seguir um procedimento ou recitar as palavras de Deus. Ou seja, orar não é papaguear determinadas palavras nem imitar os outros. Na oração, é preciso alcançar aquele estado em que o coração do indivíduo pode ser entregue a Deus e aberto para que seja tocado por Ele. A fim de que a oração seja eficaz, ela deve se basear na leitura das palavras de Deus. Somente orando com base nas palavras de Deus é possível receber mais esclarecimento e iluminação. As manifestações de uma oração verdadeira são: ter um coração que anseia por tudo o que Deus pede e, além disso, deseja cumprir o que Ele exige; odiar aquilo que Deus odeia e então, edificando sobre esta base, ganhar algum entendimento disso e ter algum conhecimento e clareza sobre as verdades que Deus expõe. É somente onde há resolução, fé, conhecimento e uma senda de prática após a oração que ela pode ser chamada de oração verdadeira, e somente esse tipo de oração pode ser eficaz. No entanto, a oração deve ser construída sobre o deleite das palavras de Deus, deve ser estabelecida sobre a base da comunhão com Deus em Suas palavras, e o coração deve ser capaz de buscar a Deus e aquietar-se perante Ele. A oração desse tipo já atingiu o ponto de verdadeira comunhão com Deus.

O conhecimento mais básico sobre a oração:

1. Não diga cegamente o que vier à mente. Deve haver um fardo em seu coração, isto é, você deve ter um objetivo quando orar.

2. A oração deve conter as palavras de Deus; ela deve se basear nas palavras de Deus.

3. Ao orar, você não deve reintroduzir assuntos antigos. Suas orações deveriam ter relação com as palavras atuais de Deus e, quando orar, conte a Deus seus pensamentos mais íntimos.

4. A oração em grupo deve revolver em torno de um núcleo, que é, necessariamente, a obra atual do Espírito Santo.

5. Todas as pessoas têm de aprender a oração intercessória. Essa também é uma maneira de mostrar consideração pela vontade de Deus.

A vida de oração do indivíduo se baseia em uma compreensão do significado da oração e de um conhecimento básico da oração. Na vida diária, ore com frequência por suas próprias falhas, ore para realizar mudanças em seu caráter na vida e ore com base no seu conhecimento das palavras de Deus. Cada pessoa deveria estabelecer sua própria vida de oração, ela deveria orar pelo conhecimento das palavras de Deus e deveria orar a fim de buscar o conhecimento da obra de Deus. Exponha suas circunstâncias pessoais perante Deus e seja real, sem prestar atenção à maneira como ora. A questão central é alcançar um conhecimento verdadeiro e ganhar uma experiência real das palavras de Deus. Uma pessoa que busca entrada na vida espiritual tem de ser capaz de orar de muitas maneiras diferentes. Oração silenciosa, ponderação sobre as palavras de Deus, vir a conhecer a obra de Deus — todos esses são exemplos da obra propositada de comunhão espiritual para se alcançar entrada na vida espiritual normal, o que sempre aprimora o estado do indivíduo perante Deus e o leva a fazer cada vez mais progresso na vida. Em resumo, tudo o que você faz — seja comer e beber as palavras de Deus, orar silenciosamente ou proclamar em voz alta — é para permitir-lhe ver claramente as palavras de Deus, Sua obra e aquilo que Ele deseja alcançar em você. Mais importante, tudo o que você faz é para alcançar os padrões que Deus exige e elevar sua vida a novas alturas.

Extraído de ‘Acerca da prática da oração’ em “A Palavra manifesta em carne”

E como você busca ser tocado pelo Espírito Santo? A coisa crucial é viver nas palavras atuais de Deus e orar com base nas exigências de Deus. Tendo orado desta forma, é certo que o Espírito Santo o tocará. Se você não buscar com uma base na fundação das palavras pronunciadas por Deus hoje, isso é inútil. Você deve orar e dizer: “Ó Deus! Eu me oponho a Ti, e Te devo tanto; sou tão desobediente e nunca sou capaz de Te satisfazer. Ó Deus, desejo que Tu me salves, desejo servir-Te até o fim, desejo morrer por Ti. Tu me julgas e me castigas, e eu não me queixo; oponho-me a Ti e mereço morrer, para que todos possam contemplar o Teu justo caráter em minha morte”. Quando você ora do fundo do coração dessa forma, Deus o ouvirá e o guiará; se você não orar com base nas palavras atuais do Espírito Santo, não haverá possibilidade de o Espírito Santo o tocar. Se orar conforme a vontade de Deus e de acordo com o que Deus deseja fazer hoje, você dirá: “Ó Deus! Desejo aceitar Tuas comissões e ser fiel a Tuas comissões, e estou disposto a devotar minha vida inteira à Tua glória, de modo que tudo que eu faça consiga alcançar os padrões do povo de Deus. Que meu coração seja tocado por Ti. Desejo que Teu Espírito sempre me ilumine, para que tudo o que eu faça traga vergonha para Satanás, para que finalmente seja ganho por Ti”. Se você orar assim, de uma maneira que esteja centrada em torno da vontade de Deus, o Espírito Santo inevitavelmente trabalhará em você. Não importa a quantidade de palavras de suas orações — o essencial é se você compreende ou não a vontade de Deus. Talvez todos vocês tenham tido a seguinte experiência: às vezes, enquanto se ora em grupo, a dinâmica da obra do Espírito Santo atinge seu apogeu, fazendo com que a força de todos aumente. Algumas pessoas choram amargamente e derramam lágrimas enquanto oram, vencidas pelo remorso diante de Deus, e algumas mostram sua determinação e fazem votos. Tal o efeito a ser atingido pela obra do Espírito Santo. Hoje é crucial que todas as pessoas derramem completamente o seu coração nas palavras de Deus. Não se concentre nas palavras faladas anteriormente; se você ainda se agarrar ao que veio antes, o Espírito Santo não operará dentro de você. Você percebe a importância disto?

Extraído de ‘Conheça a mais nova obra de Deus e siga os Seus passos’ em “A Palavra manifesta em carne”

Descobri um problema que todas as pessoas têm: quando algo lhes acontece, elas vêm para diante de Deus para orar, mas, para elas, a oração é uma coisa e o assunto em questão é outra. Elas acreditam que, na oração, não deveriam falar sobre o que está acontecendo com elas. Vocês raramente oram de modo genuíno, e existem alguns que nem sabem como. Na verdade, orar é principalmente dizer o que está em seu coração, como se você estivesse falando como faz normalmente. No entanto, existem pessoas que se esquecem de seu lugar assim que começam a orar; insistem que Deus lhes conceda algo, desatentas quanto a se isso está de acordo com a vontade Dele, e, como resultado, suas orações murcham no orar. Quando ora, não importa o que você está pedindo em seu coração, não importa o que você deseja; ou talvez exista algum problema que você deseja tratar, mas lhe falta percepção, e você pede que Deus lhe dê sabedoria ou força ou que Ele o ilumine — qualquer que seja o seu pedido, você deve ser sensato ao formulá-lo. Se você não for sensato, se ajoelhar e disser: “Deus, dá-me força; deixa-me ver minha natureza; imploro que Tu operes; peço-Te isso e aquilo; imploro que me faças isso ou aquilo…”, esse seu “imploro” tem uma qualidade coerciva; é uma tentativa de pressionar Deus, de forçá-lo a fazer o que você quer — cujos termos você definiu unilateralmente de antemão, nada menos. Aos olhos do Espírito Santo, que efeito tal oração poderia ter, quando você já estabeleceu os termos e decidiu o que você quer fazer? Deve-se orar com um coração submisso, que busca. Quando algo o acometeu, por exemplo, e você não tem certeza sobre como deve lidar com isso, você poderia dizer: “Deus! Não sei o que fazer a respeito disso. Desejo satisfazer-Te nesse assunto e buscar a Tua vontade. Que seja feita a Tua vontade. Só desejo fazer o que Tu desejas, não o que eu desejo. Tu sabes que toda a vontade humana é contrária à Tua e resiste a Ti e não está de acordo com a verdade. Peço que Tu me ilumines, que me dês orientação nessa questão e não permitas que eu Te ofenda…”. Esse é o tom apropriado para uma oração. Se você disser apenas: “Deus, peço que me ajudes, me guies, me equipes com o ambiente certo e as pessoas certas e me deixes fazer bem o meu trabalho”, depois da sua oração, você não terá compreendido a vontade de Deus, pois terá pedido que Deus aja de acordo com a sua vontade.

Agora você deve verificar se as palavras que usa em oração são sensatas. Se suas orações não forem sensatas, não importa se isso se deve à sua tolice ou é intencional, o Espírito Santo não operará em você. Portanto, quando ora, você deve falar de modo sensato, num tom adequado. Diga isto: “Deus! Tu conheces minha fraqueza e minha rebeldia. Peço somente que me dês força e me ajudes a suportar minhas circunstâncias, mas somente de acordo com a Tua vontade. Isso é tudo que peço. Não sei qual é a Tua vontade, mas, mesmo assim, seja feita a Tua vontade. Mesmo que eu tivesse de prestar serviço ou servir como contraste, eu o faria voluntariamente. Peço que me dês força e sabedoria e que me permitas satisfazer-Te nessa questão. Desejo apenas submeter-me aos Teus arranjos…”. Depois de uma oração assim, seu coração se sentirá à vontade. Se tudo que você faz é implorar constantemente, não importa quanto diga, serão todas palavras vazias; Deus não operará em resposta a seu pleito, pois você já terá decidido de antemão o que você quer. Quando se ajoelhar em oração, diga isto: “Deus! Tu conheces a fraqueza do homem e conheces os estados do homem. Peço que Tu me ilumines nessa questão. Deixa-me entender a Tua vontade. Desejo apenas submeter-me a tudo que Tu arranjas; meu coração está disposto a obedecer-Te…”. Ore assim, e o Espírito Santo o moverá. Se seu modo de orar não for correto, sua oração será estéril, e o Espírito Santo não o moverá. Não fique tagarelando, falando consigo — fazer isso é desleixado e superficial. O Espírito Santo operará se você for desleixado e superficial? Quando a pessoa vem para diante de Deus, ela deve ser correta e apropriada, ter uma atitude devota, como os sacerdotes na Era da Lei, que se ajoelhavam quando ofereciam sacrifício. Orar não é coisa fácil. Como poderia ser viável uma pessoa vir para diante de Deus com garras e dentes à mostra ou orar deitada, aninhada em seu cobertor, acreditando que Deus pode ouvi-la? Isso não é devoção! Meu propósito nesta fala não é exigir que as pessoas sigam uma regra específica; o mínimo que se pode fazer é inclinar seu coração na direção de Deus e vir para diante Dele com uma atitude devota.

Extraído de ‘A importância da oração e sua prática’ em “Registros das falas de Cristo”

Como as pessoas podem manter um relacionamento com Deus? E em que devem confiar para fazer isso? Elas devem confiar em suplicar e orar a Deus e em comunicar-se com Deus em seu coração. Com um relacionamento como esse, as pessoas vivem sempre diante de Deus, e essas pessoas são muito serenas. Algumas pessoas gastam todo o seu tempo com ações externas, ocupando-se com tarefas externas. Depois de um ou dois dias sem vida espiritual, elas não sentem nada; depois de três ou cinco dias, ou um ou dois meses, ainda não sentem nada; não oraram, não fizeram súplicas, não tiveram comunhão espiritual. A súplica é quando algo lhe acontece e você pede que Deus o ajude, o guie, proveja para você, o ilumine e permita que você entenda a vontade Dele e saiba o que fazer de acordo com a verdade. O escopo da oração é mais amplo: às vezes, você fala palavras em seu coração, conversa com Deus sobre suas dificuldades ou sobre sua negatividade e fraqueza; você também ora a Deus quando é rebelde ou fala com Ele sobre as coisas que acontecem com você todos os dias, estejam elas claras para você ou não. Isso é orar. O escopo da oração é, basicamente, falar e se abrir para Deus. Às vezes, isso é feito em momentos regulares, às vezes não; você pode orar sempre que quiser e onde quiser. A comunhão espiritual não é excessivamente formal. Às vezes, ela acontece porque você tem um problema, às vezes não. Às vezes, envolve palavras, às vezes não. Quando tem um problema, você conversa com Deus sobre ele e ora; quando não tem um problema, você reflete sobre como Deus ama as pessoas, como se preocupa com as pessoas, como repreende as pessoas. Você pode se comunicar com Deus a qualquer hora e em qualquer lugar. Isso é comunhão espiritual. Às vezes, quando está na rua e pensa em algo que o perturba, você não precisa ficar de joelhos ou fechar os olhos. Basta dizer a Deus em seu coração: “Ó Deus, por favor, guia-me nisso. Sou fraco, não consigo superar isso”. Seu coração é comovido; você só diz algumas palavras simples, e Deus sabe. Às vezes, você tem saudade de casa e diz: “Ó Deus! Sinto muita saudade de casa…”. Você não diz de quem, especificamente, sente falta. Você está deprimido e fala disso a Deus. Os problemas só podem ser resolvidos quando você ora a Deus e diz o que está em seu coração. Falar com outras pessoas pode resolver os problemas? Tudo bem se você encontra uma pessoa que entende a verdade, mas se ela não entende — se você encontra uma pessoa negativa e fraca — você pode exercer um efeito sobre ela. Se você falar com Deus, Deus o confortará e comoverá. Se for capaz de ler as palavras de Deus em silêncio diante de Deus, você será capaz de entender a verdade e resolver o problema. As palavras de Deus lhe permitirão encontrar um caminho para superar esse pequeno obstáculo. O obstáculo não o fará tropeçar, não o impedirá nem afetará o cumprimento do seu dever. Há momentos em que, de repente, você se sente um pouco desanimado ou incomodado em seu interior. Em momentos assim, não hesite em orar a Deus. Talvez você não faça uma súplica a Deus, talvez não haja nada que você queira que Deus faça ou com que o ilumine — você só fala com Deus e se abre para Ele a qualquer hora, onde quer que esteja. O que você deve sempre ter em mente? Isto: “Deus está sempre comigo; Ele nunca me abandonou, eu posso sentir. Não importa onde estou ou o que estou fazendo — posso estar descansando ou numa reunião ou cumprindo meu dever — no coração, sei que minha mão é guiada por Deus, que Ele nunca me abandonou”. Às vezes, ao lembrar-se de como você passou cada dia dos últimos anos, você sente que sua estatura aumentou, que você foi guiado por Deus, que o amor de Deus o protegeu o tempo todo. Ao refletir sobre essas coisas, você ora em seu coração, dando graças a Deus: “Ó Deus, eu Te agradeço! Sou tão fraco e frágil, tão profundamente corrompido. Sem a Tua orientação, eu não teria alcançado este dia contando apenas comigo”. Isso não é comunhão espiritual? Se as pessoas conseguirem comungar com frequência dessa maneira, elas não terão muito a dizer a Deus? Elas não passariam muitos dias sem ter nada a dizer a Deus. Quando você não tem nada a dizer a Deus, Deus está ausente do seu coração. Se Deus estiver em seu coração e você tiver fé em Deus, você será capaz de falar com Deus sobre tudo que está em seu coração, incluindo aquelas coisas que você diria aos seus confidentes. Na verdade, Deus é seu confidente mais próximo. Se você tratar Deus como seu confidente mais próximo, como o parente do qual você mais depende, em que mais confia, que é mais próximo de você, será impossível você não ter nada a dizer a Deus. Se sempre tiver algo a dizer a Deus, você não viverá sempre diante de Deus? Se puder viver sempre diante de Deus, você sentirá a cada momento como Deus o guia, como se importa com você e o protege, como lhe traz paz e alegria, como o abençoa, como o ilumina e como o repreende, disciplina, pune, julga e castiga; tudo isso será claro e evidente para você em seu coração. Você não simplesmente sobreviverá a cada dia, sem saber de nada, apenas dizendo que crê em Deus, cumprindo seu dever e participando de reuniões apenas por aparência, lendo as palavras de Deus e rezando diariamente, apenas agindo sem se envolver — você não estará simplesmente cumprindo esse tipo de cerimônia religiosa superficial. Ao contrário, em seu coração, você olhará para Deus e orará a Deus a todo momento, comungará com Deus a todo momento e será capaz de se submeter a Deus e viver diante Dele.

Extraído de ‘Se não consegue viver sempre diante de Deus, você é um incrédulo’ em “Registros das falas de Cristo”

Anterior: 4. O que a oração verdadeira pode alcançar?

Próximo: 1. O que é uma vida espiritual normal?

Quando o desastre vem, como nós cristãos devemos lidar com ele? Convidamos você a participar da nossa reunião online, onde podemos explorar juntos e encontrar o caminho.

Conteúdo relacionado

2. Por que se diz que pastores e presbítereos religiosos estão todos trilhando a senda dos fariseus e qual é a essência deles

Basta olhar para os líderes de cada denominação — são todos arrogantes e hipócritas, eles interpretam a Bíblia fora de contexto e de acordo com a própria imaginação. Eles todos se fiam em seus dons e em sua erudição para realizar seu trabalho. Se fossem incapazes de pregar qualquer coisa, será que aquelas pessoas iriam segui-los? Afinal de contas, eles, de fato, possuem certo conhecimento e conseguem pregar sobre alguma doutrina, ou sabem como conquistar as pessoas e como usar alguns artifícios. Eles usam isso para trazer as pessoas para si mesmos e enganá-las. Teoricamente, essas pessoas acreditam em Deus, mas, na realidade, seguem seus líderes. Se encontrarem alguém pregando o caminho verdadeiro, algumas dizem: “Temos que consultar nosso líder sobre a nossa fé”. A fé dessas pessoas tem de passar por um ser humano; isso não é um problema? Então, no que esses líderes se transformaram? Será que não se tornaram fariseus, falsos pastores, anticristos e pedras de tropeço para que as pessoas aceitem o caminho verdadeiro?

3. Crentes precisam ser capazes de identificar os falsos pastores e anticristos a fim de se livrar da religião e retornar para Deus

Ele que é a encarnação de Deus deve possuir a substância divina, e Ele que é a encarnação de Deus deve possuir a expressão de Deus. Já que Deus Se torna carne, Ele levará adiante a obra que precisa fazer, e já que Deus Se torna carne, Ele expressará o que Ele é e será capaz de trazer a verdade ao homem, conceder vida ao homem e mostrar o caminho ao homem. Carne que não contém a substância de Deus certamente não é o Deus encarnado; disso não há dúvida. Para investigar se é a carne encarnada de Deus, o homem deve determinar isso a partir do caráter que Ele expressa e das palavras que Ele fala. O que quer dizer, se é ou não a carne encarnada de Deus, se é ou não o verdadeiro caminho deve ser julgado pela Sua substância. E assim, ao determinar[a] se é a carne do Deus encarnado, a chave é prestar atenção na Sua substância (Sua obra, Suas palavras, Seu caráter e muito mais), em vez de na aparência exterior. Se o homem olha apenas a Sua aparência exterior e ignora a Sua substância, então isso mostra a ignorância e a ingenuidade do homem.

5. Por que se diz que a humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado

O Deus encarnado é chamado de Cristo e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus. Seja Sua humanidade ou divindade, ambas se submetem à vontade do Pai celestial. A substância de Cristo é o Espírito, isto é, a divindade. Portanto, Sua substância é a do Próprio Deus, essa substância não interromperá Sua própria obra e Ele não poderia fazer qualquer coisa que destrua Sua própria obra, nem jamais pronunciaria palavras que fossem contra Sua própria vontade.

1. As diferenças entre a obra de redenção do Senhor Jesus e a obra de julgamento de Deus Todo-Poderoso nos últimos dias

As palavras proferidas por Deus nesta era são diferentes daquelas proferidas durante a Era da Lei e, assim, também diferem das palavras proferidas durante a Era da Graça. Na Era da Graça, Deus não fez a obra da palavra, mas simplesmente descreveu a crucificação a fim de redimir toda a humanidade. A Bíblia apenas descreve porque Jesus deveria ser crucificado, os sofrimentos a que Ele foi submetido na cruz, e como o homem deveria ser crucificado por Deus. Durante aquela era, toda a obra feita por Deus centrou-se em torno da crucificação. Durante a Era do Reino, Deus encarnado profere palavras para conquistar todos aqueles que Nele creem. Esta é “a Palavra que aparece na carne”; Deus veio durante os últimos dias para fazer esta obra, o que significa dizer que Ele veio para realizar o real significado da Palavra que aparece na carne.

Configurações

  • Texto
  • Temas

Cores sólidas

Temas

Fonte

Tamanho da fonte

Espaçamento entre linhas

Espaçamento entre linhas

Largura da página

Sumário

Busca

  • Pesquise neste texto
  • Pesquise neste livro