I. Para crer em Deus, é necessário reconhecer que Cristo é Deus que aparece na carne e que Ele é o Próprio Deus

P&R sobre o Evangelho

Está claramente escrito na Bíblia que o Senhor Jesus é Cristo, o Filho de Deus, e todos os que creem no Senhor também creem que o Senhor Jesus é Cristo, o Filho de Deus. E, no entanto, vocês dão testemunho de que o Cristo encarnado é a manifestação de Deus, que Ele é o Próprio Deus. Então, o Cristo encarnado é realmente o Filho de Deus ou Ele é o Próprio Deus?

Resposta:

O Cristo encarnado é o Próprio Deus ou o Filho de Deus? Isso é realmente um problema que a maioria dos crentes no Senhor não entende. Quando o Senhor Jesus encarnado veio realizar a obra de redenção da humanidade, Deus tornou-se o Filho do homem, aparecendo-se e realizando a obra entre os homens. Ele não apenas abriu a Era da Graça, mas iniciou uma obra nova era na qual Deus veio pessoalmente ao mundo humano para viver entre os homens. Com grande adoração, o homem chamou o Senhor Jesus de Cristo, o Filho de Deus. Naquele tempo, o Espírito Santo também testemunhou que o Senhor Jesus é o Filho amado de Deus, e o Senhor Jesus chamou Deus de Pai celestial. Assim sendo, o homem acreditou que o Senhor Jesus era o Filho de Deus. Dessa forma, a noção dessa relação Pai e Filho se formou. Vamos pensar por um momento. Deus diz em algum momento em Gênesis que Ele tinha um filho? Durante a Era da Lei, Deus Jeová disse que tinha um filho? Ele não disse! Isso prova que existe apenas um Deus, não há que se falar em relação Pai e Filho. Alguns podem pensar: durante a Era da Graça, por que o Senhor Jesus disse que era o Filho de Deus? O Senhor Jesus era o Filho de Deus, ou o Próprio Deus? Vocês podem dizer que é uma questão que nós crentes debatemos a séculos. As pessoas sentem a contradição inerente do assunto, mas não sabem como explicar. O Senhor Jesus é Deus, mas também Filho de Deus. Então, existe também um Deus Pai? As pessoas são ainda menos capazes de explicar essa questão. Nos últimos dois mil anos, poucos reconheceram que o Senhor Jesus é o Próprio Deus, a manifestação de Deus. Na verdade, há um registro claro disso na Bíblia. Em João 14:8, Felipe perguntou ao Senhor Jesus: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta”. Como o Senhor Jesus respondeu a Felipe naquela época? O Senhor Jesus disse a Felipe: “Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não Me conheces, Felipe? Quem viu a Mim, viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês tu que Eu estou no Pai, e que o Pai está em Mim? As palavras que Eu vos digo, não as digo por Mim mesmo; mas o Pai, que permanece em Mim, é quem faz as Suas obras. Crede-Me que Eu estou no Pai, e que o Pai está em Mim; crede ao menos por causa das mesmas obras” (João 14:9-11). Aqui o Senhor Jesus disse claramente: “Quem viu a Mim, viu o Pai”. Como podem ver, o Senhor Jesus é a manifestação do Próprio Deus. O Senhor Jesus não disse que Ele e Deus têm uma relação de Pai e Filho. Ele disse apenas: “Eu estou no Pai, e que o Pai está em Mim”, e Ele também disse: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30). Portanto, de acordo com as palavras do Senhor Jesus, não podemos confirmar Que Ele é o Próprio Deus? Que há apenas um Deus e que não existe relação de “Pai e Filho”?

Alguns podem perguntar, se o Senhor Jesus é o Próprio Deus, então por que é que quando o Senhor Jesus orava, Ele ainda orava a Deus Pai? Realmente existe um mistério no fato de o Senhor Jesus chamar Deus de Pai celestial em Suas orações. Quando Deus está encarnado, o Espírito de Deus fica escondido dentro da carne, ela mesma desconhece a presença do Espírito. Assim como não sentimos nosso espírito dentro de nós. E o mais importante: o Espírito de Deus não faz nada de sobrenatural dentro de Sua carne. Portanto, embora o Senhor Jesus fosse Deus tornar-se carne, se o Espírito de Deus não tivesse testemunhado pelo Próprio Deus, o Senhor Jesus não saberia que Ele era a encarnação de Deus. A Bíblia diz: “Quanto, porém, ao dia e à hora, ninguém sabe, […] nem o Filho, senão o Pai” (Marcos 13:32). Antes de o Senhor Jesus realizar Seu ministério, Ele viveu como uma humanidade normal. Ele realmente não sabia que era a encarnação de Deus, porque o Espírito de Deus dentro da carne não trabalha de forma sobrenatural, Ele trabalhou dentro de limites normais, como qualquer outro humano. Então o Senhor Jesus orava naturalmente para o Pai celestial, ou seja, de Sua humanidade normal, o Senhor Jesus orava ao Espírito de Deus. Isso faz todo sentido. Quando o Senhor Jesus realizou Seu ministério formalmente, o Espírito Santo começou a proclamar e a testemunhar que Ele era o Deus encarnado. Só então, o Senhor Jesus descobriu Sua verdadeira identidade, que veio pra realizar a obra de redenção. Mas quando estava para ser pregado na cruz, Ele ainda orou ao Deus Pai. Isso mostra que a essência de Cristo é obediente a Deus.

Vamos ler mais duas passagens da palavra de Deus Todo-Poderoso para esclarecer nossa compreensão do assunto. Deus Todo-Poderoso diz: “Quando Jesus chamou Deus no Céu pelo nome de Pai ao orar, isto foi feito somente da perspectiva de um homem criado, somente porque o Espírito de Deus havia Se vestido de uma carne comum e normal e tinha a capa exterior de um ser criado. Mesmo que dentro Dele estivesse o Espírito de Deus, Sua aparência exterior ainda era a de um homem comum; em outras palavras, Ele Se tornou o ‘Filho do homem’, do qual todos os homens, inclusive o Próprio Jesus, falaram. Dado que Ele é chamado o Filho do homem, Ele é uma pessoa (seja homem ou mulher, em qualquer caso, alguém com a aparência exterior de um ser humano) nascida em uma família normal de pessoas comuns. Portanto, Jesus chamar Deus no céu pelo nome de Pai era igual a como vocês inicialmente O chamavam de Pai; Ele fez isso da perspectiva de um homem da criação. Vocês ainda lembram da Oração do Senhor que Jesus lhes ensinou a memorizar? ‘Pai nosso que estás no céu…’ Ele pediu a todo homem que chamasse Deus no céu pelo nome de Pai. E desde que Ele também O chamou de Pai, o fez da perspectiva de alguém que está em pé de igualdade com todos vocês. Desde que vocês chamaram Deus no céu pelo nome de Pai, isso mostra que Jesus viu a Si mesmo em pé de igualdade com vocês, e como um homem na terra escolhido por Deus (isto é, o Filho de Deus). Se vocês chamam Deus de ‘Pai’, isso não é porque vocês são seres criados? Por maior que fosse a autoridade de Jesus na terra, antes da crucificação, Ele era apenas um Filho do homem, governado pelo Espírito Santo (isto é, Deus), e um dos seres criados da terra, porque Ele ainda tinha que completar Sua obra. Portanto, Ele chamar Deus no céu de Pai era unicamente Sua humildade e obediência. O dirigir-Se a Deus (isto é, o Espírito no céu) de tal maneira, no entanto, não prova que Ele é o Filho do Espírito de Deus no céu. Pelo contrário, é simplesmente que a perspectiva Dele é diferente, não que Ele seja uma pessoa diferente. A existência de pessoas distintas é uma falácia! Antes da crucificação, Jesus era um Filho do homem, sujeito às limitações da carne, e não possuía plenamente a autoridade do Espírito. É por isso que Ele só podia buscar a vontade de Deus, o Pai, da perspectiva de um ser criado. É como Ele orou três vezes no Getsêmani: ‘Não como Eu quero, mas como Tu queres’. Antes de ser colocado na cruz, Ele era apenas o Rei dos Judeus; Ele era Cristo, o Filho do homem, e não um corpo de glória. É por isso que, do ponto de vista de um ser criado, Ele chamou Deus de Pai” (‘A Trindade existe?’ em “A Palavra manifesta em carne”).

Ainda há aqueles que dizem: ‘Deus não declarou expressamente que Jesus era Seu Filho amado?’ Jesus é o amado Filho de Deus, em quem Ele Se comprazisso foi certamente declarado pelo Próprio Deus. Isso foi Deus testemunhando de Si Mesmo, apenas de uma perspectiva diferente, aquela do Espírito no Céu testemunhando de Sua própria encarnação. Jesus é Sua encarnação, não Seu Filho no céu. Você compreende? As palavras de Jesus ‘Eu estou no Pai, e o Pai está em Mim’, não indicam que Eles são um só Espírito? E não é por causa da encarnação que Eles foram separados entre o Céu e a terra? Na verdade, Eles ainda são um; não importa o que aconteça, é simplesmente Deus testemunhando de Si Mesmo. Devido à mudança nas eras, às exigências da obra e às diferentes etapas de Seu plano de gestão, o nome pelo qual o homem O chama também varia. Quando Ele veio para realizar a primeira etapa da obra, Ele só poderia ser chamado de Jeová, pastor dos israelitas. Na segunda etapa, o Deus encarnado só poderia ser chamado de Senhor e Cristo. Mas naquela época, o Espírito no céu declarou apenas que Ele era o Filho amado de Deus, e não fez menção de Ele ser o único Filho de Deus. Isso simplesmente não aconteceu. Como Deus poderia ter um filho único? Então, Deus não teria Se tornado homem? Porque Ele era a encarnação, foi chamado o amado Filho de Deus e, com isso, veio o relacionamento entre Pai e Filho. Foi simplesmente por causa da separação entre o céu e a terra. Jesus orou da perspectiva da carne. Como Ele Se revestiu de uma carne de humanidade tão normal, é da perspectiva da carne que Ele disse: ‘Minha casca exterior é a de um ser criado. Desde que Eu me revesti de uma carne para vir a esta terra, estou agora muito, muito distante do céu’. Por esta razão, Ele só podia orar a Deus, o Pai, da perspectiva da carne. Esse era Seu dever e aquilo de que o Espírito encarnado de Deus deveria ser dotado. Não se pode dizer que Ele não é Deus simplesmente porque orou ao Pai a partir da perspectiva da carne. Embora Ele seja chamado de Filho amado de Deus, Ele ainda é o Próprio Deus, pois é apenas a encarnação do Espírito, e Sua substância ainda é o Espírito” (‘A Trindade existe?’ em “A Palavra manifesta em carne”).

Deus Todo-Poderoso expressou as coisas muito claramente. Quando o Senhor Jesus estava trabalhando entre os homens, era na verdade o Espírito de Deus na carne obrando e aparecendo-se ao homem. Não importa se o Senhor Jesus estava expressando Sua palavra ou orando ao Deus Pai, Sua substância era divina, não humana. O Espírito de Deus é invisível para o homem. Quando Deus se torna carne, o homem vê apenas ela, mas não vê o Espírito de Deus. Se o Espírito Santo tivesse testemunhado diretamente que o Senhor Jesus encarnado era Deus, o homem não aceitaria isso. Porque naquele tempo ninguém sequer sabia o que significava Deus encarnar. Eles entraram em contato com a encarnação de Deus, mas entendiam muito pouco. Nunca imaginaram que aquele Filho do homem comum era a encarnação do Espírito de Deus, ou seja, a aparição de Deus na carne. Ainda que o Senhor Jesus expressou muito da Sua palavra durante a Sua obra e indicou o caminho para o homem: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”. Realizou muitos milagres e revelou a autoridade e o poder de Deus. Mesmo assim, o homem não reconheceu pela obra e a palavra do Senhor Jesus que Ele era o Próprio Deus, ou seja, a manifestação de Deus. Então que entendimento o homem teve do Senhor Jesus naquela época? Alguns disseram que Ele era João Batista outros disseram que era Elias. Outros O chamaram de Mestre. Portanto, Deus obrou de acordo com a estatura do povo daquela época. Não dificultou para eles. O Espírito Santo só poderia testemunhar na compreensão do povo naquele tempo, então Ele chamou o Senhor Jesus de Filho amado de Deus, permitindo temporariamente que o homem pensasse que o Senhor Jesus era o Filho de Deus. Isso se encaixou melhor nas concepções do povo e era mais fácil de aceitar, porque naquele tempo o Senhor Jesus estava apenas realizando a obra de redenção. Não importa como o povo chamou o Senhor Jesus, Mas que eles aceitaram que o Senhor Jesus era o Salvador, seus pecados foram redimidos, e, portanto, se qualificaram para gozar da graça de Deus. Então o Espírito de Deus testemunhou o Senhor Jesus dessa maneira porque era mais adequado à estatura do povo daquele tempo. Isso cumpre totalmente a palavra do Senhor Jesus: “Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora. Quando vier, porém, aquele, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras” (João 16:12-13).

Apesar de não vermos o Espírito de Deus quando Ele torna-se carne, o caráter de Deus, o que Ele tem e é, Sua onipotência e sabedoria são expressados pela Sua carne. Pela palavra e obra do Senhor Jesus Cristo e pelo caráter que Ele expressa, sabemos que o Senhor Jesus é o Próprio Deus. A palavra e a obra do Senhor Jesus são cheias de autoridade e poder. O que Ele diz torna-se verdade. O que Ele exige se realiza. Assim que Ele fala, Suas palavras se tornam realidade. Uma palavra do Senhor Jesus foi suficiente para perdoar o homem a sua pecaminosidade e trazer os mortos de volta à vida. Uma palavra acalmou o vento, o mar e assim por diante. Pela obra e palavra do Senhor Jesus não podemos ver a autoridade e o poder de Deus, que governa todas as coisas? Não vimos a onipotência e sabedoria de Deus e Suas obras maravilhosas? O Senhor Jesus expressou assim em Suas palavras: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”. Ele iniciou a Era da Graça, concluindo a Era da Lei, expressou o caráter amoroso e compassivo de Deus e concluiu a obra de redenção da humanidade. O Senhor Jesus fez a obra do Próprio Deus. A palavra e a obra do Senhor Jesus são a expressão direta do Espírito de Deus. Isso não é prova de que o Espírito de Deus encarnou para falar e obrar para o homem, para aparecer-se a eles? Seria possível que, independente da forma como o Espírito de Deus fala e obra na carne, nós não O reconhecermos? Essa casca exterior da carne realmente nos impede de reconhecer a essência divina de Cristo? Seria possível que, quando o Espírito de Deus encarna para obrar e falar, por mais que experimentemos, ainda seríamos incapazes de reconhecer a aparência e o trabalho de Deus? Se for esse o caso, somos pouco inteligentes em nossa crença. De que outra forma poderíamos obter a recomendação de Deus? Extraído de “Perguntas e respostas clássicas sobre o evangelho do reino”

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II. Para acreditar em Deus, é preciso reconhecer que “Só o Cristo dos últimos dias pode dar ao homem o caminho de vida eterna”

O Senhor Jesus disse: “Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora. Quando vier, porém, Aquele, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade” (João 16:12-13). Nos últimos dias, o Senhor Jesus há muito tempo retornou na carne como a aparição do Filho do homem para fazer Sua obra e professar Suas palavras. Esse Filho do homem é Cristo dos últimos dias, o Espírito da verdade, e Ele expressa todas as verdades que julgam, purificam e salvam o homem. Essas verdades são, de fato, o caminho da vida eterna que Deus concede à humanidade, portanto, apenas aqueles que creem no Cristo que Se tornou carne nos últimos dias e aceitam o caminho da vida eterna que Ele dá ao homem obterão a vida eterna.

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