Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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Testemunhos a Cristo dos últimos dias

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11. Qual é a diferença entre cumprir o seu dever e prestar serviço?

Palavras de Deus relevantes:

Nunca salvarei nenhum dos que fazem serviço por Mim. Esses não têm parte no Meu reino. Isso é porque essas pessoas apenas se ocupam de questões externas em vez de fazerem a Minha vontade. Embora esteja fazendo uso delas agora, na realidade essas são as pessoas que Eu odeio mais, que mais detesto. Hoje, Eu amo quem pode fazer a Minha vontade, quem demonstra consideração pelo Meu fardo, e quem pode dar tudo de si por Mim, com sinceridade e de todo coração, e Eu os esclarecerei constantemente, não deixando que se afastem de Mim. Muitas vezes, Eu digo: “Aquele que sinceramente se despende por Mim, Eu certamente abençoarei você grandemente”. A que se refere essa “bênção”? Você sabe? Com respeito à presente obra do Espírito Santo, ela indica os fardos que dei a você. Todos aqueles capazes de assumir um fardo pela igreja, que sinceramente se oferecem por Mim, seu fardo e seu coração verdadeiro são uma bênção Minha. Além disso, Minhas revelações a eles também são uma bênção Minha. Isso é porque os que agora não têm um fardo não são predestinados nem escolhidos por Mim; Minhas maldições já recaíram sobre eles.

de ‘Capítulo 82’ das declarações de Cristo no princípio em “A Palavra manifesta em carne”

“Cinco virgens tolas” refere-se aos servidores. Eles prestam serviço a Mim sem dar a menor importância à vida, apenas buscando coisas externas (porque não têm Minha qualidade, o que quer que façam é uma coisa externa) e são incapazes de ser Meus auxiliares capazes, então são chamados de “virgens tolas”. O “cinco” mencionado acima representa Satanás, e eles serem chamados[a] “virgens” quer dizer que foram conquistados por Mim e são capazes de prestar serviço a Mim, mas esse tipo de pessoa não é santa, então são chamados servidores.

de ‘Capítulo 116’ das declarações de Cristo no princípio em “A Palavra manifesta em carne”

O homem cumprir seu dever é, na verdade, a realização de tudo o que é inerente ao homem, isto é, do que lhe é possível. É aí que o seu dever é cumprido. Os defeitos do homem, durante seu serviço, são reduzidos gradualmente por meio da experiência progressiva e do processo da sua experiência de julgamento; eles não impedem nem afetam o dever do homem. […] Não há correlação entre o dever do homem e se ele é abençoado ou amaldiçoado. O dever é o que o homem deve cumprir; é seu dever obrigatório e não deve depender de recompensas, condições ou razões. Só então é que ele está fazendo o seu dever. Um homem que é abençoado goza de bondade ao ser aperfeiçoado após o julgamento. Um homem que é amaldiçoado recebe punição quando seu caráter permanece inalterado depois do castigo e do julgamento, ou seja, ele não foi aperfeiçoado. Como um ser criado, o homem deve cumprir seu dever, fazer o que deve fazer e fazer o que for capaz de fazer, independentemente de ser abençoado ou amaldiçoado. Essa é a condição básica do homem, como alguém que busca a Deus. Você não deve fazer o seu dever apenas para ser abençoado, e você não deve se recusar a agir por medo de ser amaldiçoado. Deixe-Me dizer-lhes uma coisa: se o homem é capaz de cumprir o seu dever, isso significa que ele realiza o que deve fazer. Se o homem é incapaz de cumprir seu dever, isso mostra a rebeldia do homem. É sempre através do processo de fazer o seu dever que o homem é gradualmente mudado e é através deste processo que ele demonstra sua lealdade. Assim, quanto mais você for capaz de fazer o seu dever, mais verdades você receberá e, assim, também sua expressão se tornará mais real. Aqueles que somente agem sem se envolver ao cumprir seu dever e não buscam a verdade, serão eliminados no fim, pois tais homens não cumprem seu dever na prática da verdade e não praticam a verdade no cumprimento de seu dever. Tais homens são aqueles que permanecem inalterados e serão amaldiçoados. Suas expressões não são apenas impuras, mas o que expressam não é nada além de maldade.

de ‘A diferença entre o ministério do Deus encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Pedro foi tornado perfeito por meio da experiência de tratamento e refinamento. Ele disse: “Devo satisfazer o desejo de Deus a todo momento. Em tudo o que faço, só procuro satisfazer o desejo de Deus e, quer eu seja castigado ou julgado, ainda fico feliz por fazê-lo”. Pedro deu tudo de si a Deus, e seu trabalho, suas palavras, sua vida inteira, foi tudo por amar a Deus. Ele foi alguém que buscou santidade e, quanto mais experimentava, maior era o amor por Deus no fundo de seu coração. Paulo, entretanto, fez um trabalho apenas externo e, ainda que também tenha trabalhado muito, sua labuta foi por uma questão de fazer seu trabalho corretamente e, assim, ganhar uma recompensa. Se soubesse que não receberia recompensa, ele teria desistido de seu trabalho. Aquilo com que Pedro se importava era o amor verdadeiro dentro de seu coração e aquilo que era prático e que podia ser alcançado. Não lhe importava se receberia ou não uma recompensa, mas se o seu caráter podia ser modificado. Paulo interessava-se em trabalhar sempre mais, interessava-se por trabalho externo e devoção, pelas doutrinas não experimentadas por pessoas comuns. Não se interessava nada por mudanças profundas em seu interior, nem por um verdadeiro amor a Deus. As experiências de Pedro foram para alcançar um amor e um conhecimento verdadeiros. Suas experiências eram para ganhar um relacionamento mais próximo com Deus e ter um viver prático. O trabalho de Paulo era por causa daquele que Jesus lhe confiara e visava obter as coisas que ele almejava, mas essas não tinham relação com seu conhecimento de si mesmo e de Deus. Seu trabalho era unicamente para escapar do castigo e do julgamento. O que Pedro buscava era amor puro, e o que Paulo buscava era a coroa da justiça. Pedro experimentou a obra do Espírito Santo por muitos anos e tinha conhecimento prático de Cristo, bem como profundo conhecimento de si mesmo. Logo, seu amor a Deus era puro. Muitos anos de refinamento haviam elevado o seu conhecimento de Jesus e da vida, e seu amor era um amor incondicional, um amor espontâneo, e ele não pedia nada em troca nem esperava benefício algum. Paulo trabalhou durante muitos anos, mas não possuiu um grande conhecimento de Cristo e seu conhecimento de si mesmo também era lamentavelmente pequeno. Ele simplesmente não tinha amor algum por Cristo e seu trabalho e o curso que seguiu foram para obter os louros finais. O que ele buscava era a coroa mais fina, não o amor mais puro. Ele não buscava ativamente, mas de forma passiva; não estava cumprindo o seu dever, mas foi compelido em sua busca depois de ser capturado pela obra do Espírito Santo. Logo, sua busca não prova que ele fosse uma criatura de Deus qualificada; Pedro sim, foi uma criatura de Deus qualificada que cumpria o seu dever. […]

[…] O trabalho de Paulo diz respeito à provisão e ao apoio às igrejas. O que Pedro experimentou foram mudanças em seu caráter de vida; ele experimentou um amor a Deus. Agora que você conhece a diferença de suas substâncias, pode ver quem, em última instância, acreditou verdadeiramente em Deus e quem não acreditou verdadeiramente em Deus. Um deles amou Deus autenticamente, o outro não amou Deus autenticamente; um passou por mudanças em seu caráter, o outro não; um era venerado pelas pessoas e foi uma grande figura, e o outro serviu humildemente sem ser facilmente notado pelas pessoas; um buscou santidade e o outro não e, embora não fosse impuro, não era dotado de amor puro; um era dotado de autêntica humanidade e o outro não; um era dotado da razão de uma criatura de Deus e o outro não. Eis as diferenças entre as substâncias de Pedro e de Paulo. A senda que Pedro trilhou é a do sucesso, que é também a senda de se alcançar a recuperação da humanidade normal e dever de uma criatura de Deus. Pedro representa todos os que são bem-sucedidos. A senda trilhada por Paulo é a do fracasso, e ele representa todos aqueles que só se submetem e se gastam superficialmente, sem amarem genuinamente a Deus. Paulo representa todos aqueles que não possuem a verdade.

de ‘O sucesso ou o fracasso dependem da senda que o homem percorre’ em “A Palavra manifesta em carne”

Trechos de sermão e comunhão para referência:

Todos os que não entraram na senda correta da fé em Deus, não passaram por mudança alguma em seu caráter de vida nem compreendem um pouco da verdade, contanto que confiem na paixão, tenham intenção de obter bênçãos e estejam dispostos a fazer algum esforço, estarão fazendo serviço. Quando alguém compreende um pouco da verdade, tem fé verdadeira em Deus, não desconfia Dele nem um pouco, tem compreensão de Sua obra, vê que o propósito de Sua obra é salvar e aperfeiçoar as pessoas e consegue ver que Seu amor pelo homem é realmente grande, essa pessoa desenvolverá um coração que ama a Deus e retribuirá o amor que Ele lhe dá. Os deveres que esse tipo de pessoa cumpre podem ser considerados boas ações. Ao invés de ser considerados meramente como serviço, os deveres que essa pessoa cumpre podem ser oficialmente considerados como deveres cumpridos por uma das criações de Deus. Cumprir deveres significa que você está disposto a cumprir seus deveres adequadamente como uma maneira de retribuir o amor de Deus. Essa é a diferença entre cumprir deveres e fazer serviço. A intenção não é a mesma. O estado e a condição dentro do coração não são os mesmos. O objetivo de fazer serviço é obter bênçãos e ser fervorosamente fiel. O verdadeiro cumprimento do dever está fundamentado em uma compreensão clara da verdade. Baseia-se no conhecimento do amor de Deus e no desejo de retribuir o Seu amor. Baseia-se na compreensão de que uma criação de Deus deve cumprir seus deveres e que essa é a lei do céu e o princípio da terra. É sobre esse tipo de fundamento que se cria um coração cumpridor de deveres. Esse é o significado de alguém cumprir os seus deveres de maneira apropriada e verdadeira.

de ‘O significado importante de preparar boas ações’ em “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida (II)”

Se você cumprir o seu dever para obter bênçãos e salvação, as suas intenções não serão corretas. Se as suas intenções não forem corretas, você não poderá cumprir o seu dever de acordo com o padrão exigido. Ao trabalhar assim, você estará apenas agindo sem se envolver, e, no cumprimento de seu dever, não conseguirá atingir a intenção de Deus e praticar a verdade. Portanto, o dever que você cumprir definitivamente não trará resultados. Cumprir o seu dever não significa fazer um esforço superficial; o mais importante é resolver problemas de acordo com a verdade. Se, ao cumprir o seu dever, você não estiver praticando a verdade, então se pode dizer que você não estará cumprindo o seu dever. Cumprir todo tipo de dever é uma manifestação da prática da verdade, é tudo a prática da verdade. Exercer a responsabilidade das criaturas, cumprir o dever que as criaturas devem cumprir, isso é praticar a verdade. Portanto, o que é a verdade? É a realidade e a vida que as criaturas devem possuir; a verdade é o princípio mais elevado da vida. A vida que as criaturas devem obter, o dever que devem cumprir, a responsabilidade que devem carregar e a semelhança que devem viver; tudo isso é a verdade e pode ser coletivamente chamado de verdade. Definitivamente, somente quando você pratica a verdade é que seus atos podem ser considerados como dever. Cumprir o seu dever significa fazer as coisas de acordo com a verdade, de acordo com o coração de Deus. Portanto, independentemente de qual aspecto do dever você esteja cumprindo, você tem de praticar a verdade. Se você não praticar a verdade, estará apenas agindo descontroladamente e fazendo serviço. Se não praticar a verdade, alguns de seus atos não serão efetivos e poderão também ser condenados como algo maligno, como interrupção e perturbação.

de ‘Perguntas e respostas’ em “Sermões e comunhão sobre a entrada na vida (VII)”

Todas as pessoas que se concentram em buscar a vida e fazer parte do povo de Deus são capazes de cumprir o seu dever como uma responsabilidade da qual não se deve fugir. Para retribuir o amor de Deus, elas não negociam recompensas nem fazem exigências no cumprimento de seu dever. Tudo o que fazem pode ser considerado cumprimento do dever. As pessoas da chamada categoria de servidores fazem, na melhor das hipóteses, um pequeno esforço para satisfazer a Deus para que possam ser abençoadas. Sua fé é demasiadamente impura. Elas não têm consciência nem senso e muito menos buscam a verdade e a vida. Como percebem que a sua natureza é tão maligna que seria impossível pertencerem ao povo de Deus, elas abandonam essa busca e, do princípio ao fim, vivem em uma atmosfera de negatividade. Assim, é óbvio que não fazem nada além de mero serviço, pois são limitadas por sua concepção distorcida da vontade de Deus. A senda que uma pessoa percorre determina se ela está cumprindo o seu dever ou apenas fazendo serviço. Se ela busca a verdade, presta atenção à vida, cumpre o seu dever plenamente para retribuir o amor de Deus e satisfazê-Lo, trabalha duro com o objetivo de fazer parte de Seu povo – se ela é sustentada por esse tipo de visão, então certamente está cumprindo o seu dever. Todas as pessoas que não têm a verdade, que não têm ambição alguma, que, em condições negativas, tentam aplacar e enganar a Deus, são pessoas que fazem serviço, e é esta a senda que percorrem. Está claro que todos os servidores são de fato pessoas sem consciência nem senso que não buscam a verdade. Como seria possível que tivessem vida? A partir disso, é evidente que as pessoas que não têm determinação, que não buscam a verdade nem prestam atenção à vida talvez não estejam aptas nem mesmo para ser servidores. Sua natureza é demasiadamente má: não estão dispostas a aceitar a verdade nem creem em Deus, e até mesmo desconfiam de Suas palavras. Estão simplesmente sendo enterradas por sua própria falsidade. Se alguém é verdadeiramente um servidor, deve executar bem o serviço ao invés de ser superficial e desleixado. Somente isso o qualificaria como um servidor consistente, o que seria uma grande dádiva para ele. Ser de fato um servidor não é uma questão simples.

de “A comunhão do alto”

Nota de rodapé:

a. O texto original omite “eles serem chamados”.

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