Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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IX. A diferença entre a obra de Deus e o trabalho do homem

1. A obra do Próprio Deus envolve a obra de toda a humanidade e também representa a obra da era inteira. Em outras palavras, a própria obra de Deus representa o movimento e tendência de toda a obra do Espírito Santo, enquanto a obra dos apóstolos segue a própria obra de Deus e não lidera a era nem representa a tendência da obra do Espírito Santo na era inteira. Eles realizam apenas a obra que o homem deve realizar, sem nenhuma relação com a obra de gestão. A própria obra de Deus é o projeto dentro da obra de gestão. A obra do homem é apenas o dever dos homens que são usados e não tem qualquer relação com a obra de gestão. Devido às diferentes identidades e representações da obra, embora ambas sejam obra do Espírito Santo, há diferenças claras e substanciais entre a própria obra de Deus e a obra do homem.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

2. A obra do Deus encarnado inicia uma nova era e aqueles que derem continuidade a Sua obra são os homens que são usados por Ele. A obra realizada pelo homem é toda dentro do ministério de Deus na carne e é incapaz de seguir além desse escopo. Se Deus encarnado não vier realizar Sua obra, o homem não é capaz de dar fim à era antiga, tampouco de introduzir uma nova era. A obra realizada pelo homem é meramente dentro do alcance de seu dever que é humanamente possível, e não representa a obra de Deus. Somente o Deus encarnado pode vir e completar a obra que Ele devia fazer e, fora Ele, ninguém pode fazer essa obra em Seu lugar. Claro, o que Eu falo é em relação à obra de encarnação.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

3. O Deus encarnado é substancialmente diferente das pessoas usadas por Deus. O Deus encarnado é capaz de fazer a obra da divindade, enquanto as pessoas usadas por Deus não. No início de cada era, o Espírito de Deus fala pessoalmente para lançar a nova era e trazer o homem para um novo início. Quando Ele termina de falar, isso significa que a obra de Deus dentro de Sua divindade está feita. Depois disso, todas as pessoas seguem a direção daquelas usadas por Deus para entrar em sua experiência de vida.

Extraído de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

4. A obra de Deus é para ser feita pelo Próprio Deus. É Ele quem põe a Sua obra em movimento e também Ele é quem a conclui. É Ele quem planeja a obra e também Ele é quem a gerencia e, mais que isso, é Ele quem completa a obra. Como está escrito na Bíblia: “Eu sou o Princípio e o Fim; Eu sou o Semeador e o Ceifeiro”. Tudo que se relaciona com a obra de Seu gerenciamento é feito por Ele Mesmo. Ele é o Governante do plano de gerenciamento de seis mil anos; ninguém pode fazer Sua obra em Seu lugar e ninguém pode levar a Sua obra a um término, pois é Ele quem segura tudo em Suas mãos. Tendo criado o mundo, Ele levará o mundo inteiro a viver em Sua luz e Ele também concluirá a era inteira, assim completando todo o Seu plano.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

5. A obra que o Próprio Deus faz é inteiramente a obra que Ele pretende fazer em Seu próprio plano de gerenciamento e se relaciona ao grande gerenciamento. O trabalho feito pelos homens (isto é, homens usados pelo Espírito Santo) consiste em suprir a sua experiência individual. Consiste em encontrar uma nova senda de experiência além daquela trilhada pelos que o precederam e em liderar seus irmãos sob a direção do Espírito Santo. O que esses homens suprem é a sua experiência individual ou escritos espirituais dos homens espirituais. Embora sejam usados pelo Espírito Santo, o trabalho de tais homens não se relaciona à grande obra de gerenciamento no plano dos seis mil anos. Eles são meramente elevados pelo Espírito Santo em épocas diferentes para liderar as pessoas na corrente do Espírito Santo, até que tenham cumprido suas funções ou suas vidas cheguem ao final. O trabalho que eles fazem é apenas para preparar uma senda apropriada para o Próprio Deus ou para continuar um certo aspecto da gestão do Próprio Deus na terra. Em si mesmos, esses homens são incapazes de realizar a obra maior de Sua gestão, nem podem abrir novos caminhos, muito menos pode qualquer um deles concluir toda a obra de Deus da era passada. Portanto, o trabalho que fazem representa apenas um ser criado realizando sua função e não pode representar o Próprio Deus realizando Seu ministério. Isto é porque o trabalho que eles fazem é diferente do que é feito pelo Próprio Deus. A obra de introduzir uma nova era não é algo que pode ser feito pelo homem no lugar de Deus. Não pode ser realizada por ninguém mais a não ser o Próprio Deus. Todo o trabalho feito pelo homem consiste em cumprir seu dever como ser criado e é feito quando movido ou esclarecido pelo Espírito Santo. A direção que tais homens proveem consiste inteiramente em mostrar a senda da prática na vida diária e como o homem deveria agir em harmonia com a vontade de Deus. O trabalho do homem nem envolve a gestão de Deus nem representa a obra do Espírito. […] Portanto, uma vez que o trabalho dos homens usados pelo Espírito Santo é diferente da obra do Próprio Deus, suas identidades e os sujeitos em nome de quem agem são semelhantemente diferentes. Isso é assim porque a obra que o Espírito Santo pretende fazer é diferente, e por conta disso, aos que semelhantemente trabalham são conferidos status e identidades diferentes. Os homens usados pelo Espírito Santo também podem fazer algum trabalho que é novo e também podem eliminar algum trabalho realizado na era anterior, mas o que eles fazem não pode expressar o caráter e a vontade de Deus na nova era. Eles trabalham apenas para retirar a obra da era anterior, não para fazer uma nova obra com o propósito de representar diretamente o caráter do Próprio Deus. Assim, não importa quantas práticas antiquadas eles consigam abolir ou quantas práticas novas possam introduzir, eles ainda representam o homem e os seres criados. Por outro lado, quando o Próprio Deus executa a obra, Ele não declara abertamente a abolição das práticas da era antiga nem diretamente declara o início de uma nova era. Ele é direto e objetivo em Sua obra. Ele é direto ao realizar a obra que pretende; isto é, Ele expressa diretamente a obra que realizou, diretamente faz Sua obra como pretendida originalmente, expressando Seu ser e caráter. Da forma como o homem vê, Seu caráter e também Sua obra são diferentes daqueles das eras passadas. Entretanto, da perspectiva do Próprio Deus, isso é apenas uma continuação e desenvolvimento posterior de Sua obra. Quando o Próprio Deus opera, Ele expressa Sua palavra e diretamente realiza a nova obra. Em contraste, quando o homem trabalha, é por meio de deliberação e estudo ou é uma extensão do conhecimento e uma sistematização da prática fundamentados no trabalho dos outros. Equivale a dizer que a essência do trabalho feito pelo homem é seguir uma ordem estabelecida e “trilhar as velhas sendas com sapatos novos”. Isso significa que até a senda trilhada pelos homens usados pelo Espírito Santo é construída sobre aquela que o Próprio Deus abriu. Assim, ao final de contas, o homem ainda é homem e Deus ainda é Deus.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

6. As palavras e obra dos profetas e dos que foram usados pelo Espírito Santo foram todas em cumprimento do dever do homem, realizando sua função como um ser criado, fazendo o que o homem deve fazer. Entretanto, as palavras e a obra do Deus encarnado foram para executar Seu ministério. Embora a Sua forma externa fosse a de um ser criado, a Sua obra não foi executar a Sua função, mas o Seu ministério. O termo “dever” é usado em relação aos seres criados, ao passo que “ministério” é usado em relação à carne do Deus encarnado. Existe uma diferença essencial entre os dois, e os dois não são intercambiáveis. A obra do homem é apenas cumprir seu dever, ao passo que a obra de Deus é gerenciar e executar Seu ministério. Portanto, embora muitos apóstolos tenham sido usados pelo Espírito Santo e muitos profetas estavam cheios do Espírito, suas obras e palavras foram apenas para cumprir o dever deles como seres criados. Embora as profecias deles pudessem ser maiores do que o caminho da vida falado pelo Deus encarnado, e até a humanidade deles mais transcendente do que a do Deus encarnado, eles ainda estavam fazendo seu dever e não cumprindo o ministério deles. O dever do homem se refere à função do homem e é algo alcançável para o homem. Entretanto, o ministério executado pelo Deus encarnado está relacionado à Sua gestão, sendo inalcançável pelo homem. Seja falando, operando ou manifestando maravilhas, o Deus encarnado está fazendo uma grande obra dentro da Sua gestão, e tal obra não pode ser feita pelo homem no lugar de Deus. A obra do homem é apenas cumprir seu dever como um ser criado em um determinado estágio da obra de gerenciamento de Deus. Sem o gerenciamento de Deus, isto é, se o ministério do Deus encarnado se perdesse, então também se perderia o dever de um ser criado. A obra de Deus em executar Seu ministério é para gerenciar o homem, ao passo que a do homem ao cumprir seu dever é a realização das suas próprias obrigações para atender as exigências do Criador, e não pode, de forma alguma, ser considerada como a execução do ministério de alguém. Para a essência inerente de Deus, isto é, Seu Espírito, a obra de Deus é Seu gerenciamento, mas para o Deus encarnado, que veste a forma externa de um ser criado, Sua obra é a execução do Seu ministério. Qualquer obra que Ele faça é para executar Seu ministério, e tudo o que o homem pode fazer é dar o melhor de si dentro do âmbito da Sua gestão e sob a Sua liderança.

Extraído de ‘A diferença entre o ministério de Deus encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

7. Jesus representou o Espírito de Deus e era o Espírito de Deus trabalhando diretamente. Ele fez a obra da nova era, a obra que ninguém havia feito antes. Ele abriu um novo caminho, representou a Jeová e representou o Próprio Deus. Enquanto que no caso de Pedro, Paulo e Davi, independentemente de como fossem chamados, representavam apenas a identidade de uma criatura de Deus, e foram enviados por Jesus ou por Jeová. Portanto, não importa quantas obras fizeram, por maiores que fossem os milagres realizados, eles ainda eram criaturas de Deus e incapazes de representar o Espírito de Deus. Trabalharam em nome de Deus ou depois de serem enviados por Deus; além disso, trabalharam nas eras iniciadas por Jesus ou Jeová, e a obra que fizeram não foi separada. Eram, afinal de contas, apenas criaturas de Deus.

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

8. João fez apenas a porção inicial da obra; a maior parte da nova obra foi feita por Jesus. João fez nova obra também, mas não foi ele que introduziu a nova era. […] Embora João também dissesse: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”. e também pregasse o evangelho do reino dos céus, seu trabalho não foi desenvolvido além disso e constituiu apenas um começo. Em contraste, Jesus introduziu uma nova era e trouxe fim à antiga, mas Ele também cumpriu a lei do Antigo Testamento. A obra que Ele fez foi maior do que a de João e, além do mais, Ele veio para redimir toda a humanidade — Ele cumpriu aquela etapa da obra. João só preparou o caminho. Embora seu trabalho tivesse sido grande, proferisse muitas palavras e fossem numerosos os discípulos que o seguiam, seu trabalho não fez mais do que trazer para o homem um novo começo. Os homens nunca receberam dele a vida, o caminho ou verdades mais profundas e nem ganharam, por intermédio dele, uma compreensão da vontade de Deus. João foi um grande profeta (Elias) que inaugurou um novo terreno para a obra de Jesus e preparou os escolhidos; ele foi o precursor da Era da Graça. Tais assuntos não podem ser discernidos simplesmente pela observação de suas aparências humanas normais. Isso é ainda mais assim porque João realizou um trabalho muito grandioso e, além do mais, foi prometido pelo Espírito Santo e seu trabalho foi sustentado pelo Espírito Santo. Sendo assim, é somente por meio da obra que eles fazem que se pode distinguir entre as suas respectivas identidades, pois não há como determinar a substância de um homem a partir de sua aparência externa, nem há como o homem garantir o que é o testemunho verdadeiro do Espírito Santo. O trabalho feito por João e a obra feita por Jesus não foram semelhantes assim como foram de naturezas distintas. É a partir disso que se determina se ele é ou não Deus. A obra de Jesus foi começar, continuar, concluir e completar. Ele executou cada um desses passos, enquanto o trabalho de João não foi mais do que fazer um começo. No princípio, Jesus divulgou o evangelho e pregou o caminho do arrependimento, depois continuou batizando homens, curando os enfermos e expulsando demônios. No final, Ele redimiu a humanidade do pecado e completou a Sua obra para a era inteira. Ele também foi por todos os lugares, pregando ao homem e divulgando o evangelho do reino dos céus. Nesse sentido, Ele e João foram semelhantes, com a diferença de que Jesus introduziu uma nova era e trouxe a Era da Graça para o homem. De Sua boca veio a palavra sobre o que o homem deveria praticar e o caminho que o homem deveria seguir na Era da Graça, e no fim, Ele terminou a obra de redenção. Tal obra jamais poderia ter sido executada por João. Assim, foi Jesus quem fez a obra do Próprio Deus e é Ele que é o Próprio Deus e diretamente representa Deus.

Extraído de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

9. As palavras do Deus encarnado iniciam uma nova era, guiam toda a humanidade, revelam mistérios e mostram ao homem a direção à frente em uma nova era. O esclarecimento obtido pelo homem nada mais é do que simples prática ou conhecimento. Não pode guiar a humanidade inteira rumo a uma nova era nem revelar os mistérios do Próprio Deus. Deus, afinal, é Deus, e o homem é o homem. Deus tem a substância de Deus, e o homem tem a substância do homem.

Extraído de ‘Prefácio’ em “A Palavra manifesta em carne”

10. O que os homens dizem é o que eles vivenciaram. É o que eles viram, o que suas mentes conseguem alcançar e o que seus sentidos conseguem sentir. Isso é o que são capazes de comunicar. As palavras proferidas pela carne encarnada de Deus são a expressão direta do Espírito e expressam a obra que foi realizada pelo Espírito. A carne não a vivenciou ou viu, mas ainda assim expressa Seu ser porque a substância da carne é o Espírito, e Ele expressa a obra do Espírito. Embora a carne seja incapaz de alcançá-la, é a obra já realizada pelo Espírito. Depois da encarnação, através da expressão da carne, Ele permite que as pessoas conheçam o ser de Deus e vejam o caráter de Deus e a obra que Ele realizou. A obra de homem permite que as pessoas entendam mais claramente em que devem entrar e o que devem compreender; ela leva as pessoas a compreender e vivenciar a verdade. A obra do homem é amparar as pessoas; a obra de Deus é abrir novos caminhos e novas eras para a humanidade e revelar às pessoas aquilo que não é do conhecimento dos mortais, permitindo que conheçam Seu caráter. A obra de Deus é liderar toda a humanidade.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

11. Os profetas do Antigo Testamento fizeram profecias e, similarmente, Jesus também. Por que isso é assim? A distinção aqui é baseada na natureza da obra. Para discernir essa questão, você não pode considerar a natureza da carne e você não deve considerar a profundidade ou a superficialidade das palavras de alguém. Você sempre deve primeiro considerar sua obra e os efeitos que sua obra alcança no homem. As profecias proferidas pelos profetas, na época, não supriam a vida do homem, e as mensagens recebidas por aqueles como Isaías e Daniel eram apenas profecias e não o caminho da vida. Se não fosse a revelação direta de Jeová, ninguém poderia ter feito essa obra, a qual não é possível para os mortais. Jesus também falou muito, mas tais palavras eram o caminho de vida pelo qual o homem poderia encontrar uma senda para a prática. Isto é, primeiro, Ele pôde suprir a vida do homem, pois Jesus é vida; segundo, Ele pôde reverter os desvios do homem; terceiro, a Sua obra pôde suceder a de Jeová para continuar a era; quarto, Ele pôde compreender as necessidades do homem interior e entender o que falta ao homem; quinto, Ele pôde introduzir uma nova era e concluir a antiga. É por isso que Ele é chamado de Deus e Cristo; não só é diferente de Isaías, mas também de todos os outros profetas. Tome Isaías como uma comparação para a obra dos profetas. Primeiro, ele não pôde suprir a vida do homem; segundo, ele não pôde introduzir uma nova era. Ele estava trabalhando sob a liderança de Jeová e não para introduzir uma nova era. Terceiro, o que ele mesmo falou estava além de sua compreensão. Ele estava recebendo revelações diretamente do Espírito de Deus, e os outros não entenderiam, mesmo depois de tê-las escutado. Essas poucas coisas, por si só, são suficientes para provar que suas palavras não passavam de profecias, não eram mais do que um aspecto da obra realizada no lugar de Jeová. Ele não pôde, no entanto, representar completamente a Jeová. Ele era o servo de Jeová, um instrumento na obra de Jeová. Ele estava apenas fazendo a obra dentro da Era da Lei e dentro da extensão da obra de Jeová; ele não operou além da Era da Lei. Inversamente, a obra de Jesus era diferente. Ele ultrapassou o escopo da obra de Jeová; Ele operava como o Deus encarnado e submeteu-Se à crucificação a fim de redimir toda a humanidade. Isto é, Ele realizou nova obra fora da obra feita por Jeová. Essa foi a introdução de uma nova era. Outra condição é que Ele foi capaz de falar daquilo que o homem não podia alcançar. Sua obra era uma obra dentro do gerenciamento de Deus e envolveu toda a humanidade. Ele não operou somente em uns poucos homens, nem liderar um número limitado de homens era a Sua obra. […] Da Sua obra, pode-se ver que, primeiro, Ele é capaz de inaugurar uma nova era; segundo, Ele é capaz de suprir a vida do homem e mostrar ao homem o caminho a seguir. Isso é suficiente para estabelecer que Ele é o Próprio Deus. No mínimo, a obra que Ele faz pode representar totalmente o Espírito de Deus, e de tal obra pode-se ver que o Espírito de Deus está dentro Dele. Como a obra feita pelo Deus encarnado foi principalmente para introduzir uma nova era, liderar novas obras e abrir novas circunstâncias, essas poucas condições são suficientes para estabelecer que Ele é o Próprio Deus. Isso, portanto, O diferencia de Isaías, de Daniel e dos outros grandes profetas.

Extraído de ‘A diferença entre o ministério de Deus encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

12. Vocês precisam saber diferenciar a obra de Deus da obra do homem. O que conseguem enxergar na obra do homem? Há diversos elementos da experiência do homem na obra do homem; o homem expressa o que ele é. A própria obra de Deus também expressa o que Ele é, mas o que Ele é é diferente do que o homem é. O que o homem é representa a experiência e a vida do homem (o que o homem vivencia ou encontra em sua vida, ou suas filosofias de vida), e pessoas que vivem em ambientes diferentes expressam seres diferentes. Se você tem ou não experiências sociais e a maneira como você vive e experimenta em família podem ser vistos naquilo que você expressa, ao passo que você não consegue ver na obra de Deus encarnado se Ele tem ou não experiências sociais. Ele tem plena ciência da essência do homem, Ele é capaz de revelar todos os tipos de práticas relativas a todos os tipos de pessoas. Ele é ainda mais habilidoso em revelar o caráter corrupto e o comportamento rebelde dos homens. Ele não vive entre as pessoas mundanas, mas está ciente da natureza dos mortais e de todas as corrupções das pessoas mundanas. Isso é o que Ele é. Embora Ele não lide com o mundo, Ele conhece as regras de lidar com o mundo porque Ele entende plenamente a natureza humana. Ele conhece a obra do Espírito que os olhos do homem não podem ver e que os ouvidos do homem não podem ouvir, tanto de hoje quanto do passado. Isso inclui sabedoria que não é uma filosofia de vida e admiração que as pessoas acham difícil de entender. Isso é o que Ele é, aberto às pessoas e também oculto das pessoas. O que Ele expressa não é o que uma pessoa extraordinária é, mas os atributos e o ser inerentes do Espírito. Ele não viaja pelo mundo, mas sabe tudo sobre ele. Ele interage com os “antropoides” que não têm conhecimento ou discernimento, mas Ele expressa palavras que são superiores ao conhecimento e acima dos grandes homens. Ele vive entre um grupo de pessoas obtusas e entorpecidas que não têm humanidade e que não entendem as convenções e vidas humanas, mas Ele pode pedir aos homens que vivam a humanidade normal, revelando ao mesmo tempo a humanidade abjeta e inferior dos homens. Tudo isso é o que Ele é, superior a qualquer pessoa de carne e osso. Para Ele, é desnecessário vivenciar uma vida social complicada, incômoda e sórdida para realizar a obra que Ele precisa realizar e revelar plenamente a essência da humanidade corrupta. A vida social sórdida não edifica Sua carne. Sua obra e palavras revelam somente a desobediência do homem e não fornecem ao homem a experiência e os ensinamentos para lidar com o mundo. Ele não precisa investigar a sociedade ou a família do homem ao dar vida ao homem. A exposição e o julgamento do homem não são uma expressão das experiências de Sua carne; servem para revelar a injustiça do homem após tanto tempo conhecendo a desobediência do homem e abominando a corrupção da humanidade. A obra que Ele realiza é inteiramente para revelar Seu caráter ao homem e expressar Seu ser. Só Ele pode realizar essa obra, não é algo que uma pessoa de carne e osso possa realizar. Em relação à Sua obra, o homem não é capaz de dizer que tipo de pessoa Ele é. O homem também é incapaz de classificá-Lo como uma pessoa criada baseado em Sua obra. O que Ele é também não permite classificá-Lo como uma pessoa criada. O homem só pode considerá-Lo não humano, mas não sabe em qual categoria colocá-Lo, portanto é forçado a incluí-Lo na categoria de Deus. Não é despropositado o homem fazer isso, pois Ele já realizou muito da obra entre as pessoas que o homem é incapaz de realizar.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

13. Quando Deus vem para a terra, Ele só realiza Sua obra dentro da divindade. É isso que o Espírito celestial confiou ao Deus encarnado. Quando Ele vem, Ele vai apenas para falar por toda parte, dar voz às Suas declarações com métodos diferentes e sob perspectivas diferentes. Ele tem como princípio de trabalho e objetivos principais suprir e instruir o homem e não Se preocupa com coisas como relacionamentos interpessoais ou detalhes da vida das pessoas. Seu ministério principal é falar pelo Espírito. Quando o Espírito de Deus aparece de modo tangível na carne, Ele só provê para a vida do homem e libera a verdade. Ele não Se envolve no trabalho do homem, o que quer dizer que Ele não participa na obra da humanidade. Os humanos não podem fazer obra divina, e Deus não participa na obra humana.

Extraído de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

14. Satanás só pode ser plenamente derrotado se Deus na carne julgar a corrupção da humanidade. Sendo igual ao homem possuído de humanidade normal, o Deus na carne pode diretamente julgar a injustiça do homem; essa é a marca de Sua santidade inata e Sua extraordinariedade. Somente Deus é qualificado e está na posição para julgar o homem, pois Ele possui toda a verdade e justiça e, por isso, é capaz de julgar o homem. Aqueles que não possuem a verdade e justiça não servem para julgar os outros.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

15. O trabalho realizado pelo homem apenas representa um escopo limitado e quando Deus realiza Sua obra Ele não fala a uma certa pessoa, mas fala a toda a humanidade e a todos os que aceitam Suas palavras. O fim que Ele proclama é o fim de todos os homens, não apenas o fim de uma certa pessoa. Ele não dá tratamento especial a ninguém, tampouco vitimiza alguém, e Ele opera e fala para toda a humanidade.

Extraído de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

16. A obra de Deus não tem regras e não está sujeita a restrições temporais ou geográficas. Ele pode expressar o que Ele é a qualquer hora, em qualquer lugar. Ele realiza a obra como quer. A obra do homem tem condições e contexto; caso contrário, ele é incapaz de realizá-la e expressar seu conhecimento de Deus ou sua experiência da verdade. Basta comparar as diferenças entre elas para identificar se é a obra de Deus ou a obra do homem.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

17. A obra do homem tem certo alcance e limitações. Uma pessoa só é capaz de realizar a obra de uma determinada fase e não a obra da era inteira — caso contrário, ela conduzirá as pessoas a regras. A obra do homem só pode ser aplicada a um determinado período ou fase. Isso porque a experiência do homem tem um âmbito. Não se pode comparar a obra do homem à obra de Deus. Os caminhos de prática do homem e seu conhecimento da verdade só são aplicáveis em um âmbito específico. Não é possível dizer que o caminho que o homem percorre é integralmente a vontade do Espírito Santo, porque o homem só pode ser iluminado pelo Espírito Santo e não pode ser completamente preenchido pelo Espírito Santo. As coisas que o homem é capaz de vivenciar se restringem ao âmbito da humanidade normal e não podem exceder a capacidade dos pensamentos da mente humana normal. Todos aqueles que têm expressão prática a vivenciam dentro desse limite.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

18. O âmbito em que a verdade é vivenciada pelo homem é sempre baseado nas diferentes condições dos indivíduos e, portanto, não é igual. Assim, o conhecimento sobre a mesma verdade expresso por pessoas diferentes não é igual. Ou seja, a experiência do homem é sempre limitada e não pode representar integralmente a vontade do Espírito Santo, e a obra do homem não pode ser vista como obra de Deus, mesmo se o que é expresso pelo homem se aproxime da vontade de Deus, mesmo se a experiência do homem se aproxime da obra de aperfeiçoamento a ser realizada pelo Espírito Santo. O homem só pode ser servo de Deus realizando a obra que lhe é confiada por Deus. O homem só pode expressar o conhecimento sob a iluminação do Espírito Santo e as verdades obtidas de sua experiência pessoal. O homem não é qualificado nem tem condições de ser a expressão do Espírito Santo. Ele não tem o direito de dizer que a obra do homem é obra de Deus. A obra do homem tem princípios próprios e todos os homens têm experiências diferentes e condições variadas. A obra do homem inclui todas as suas experiências sob a iluminação do Espírito Santo. Essas experiências só podem representar o ser do homem e não representam o ser de Deus ou a vontade do Espírito Santo. Portanto, não se pode dizer que o caminho percorrido pelo homem seja o caminho percorrido pelo Espírito Santo, porque a obra do homem não pode representar a obra de Deus, e a obra do homem e a experiência do homem não são a vontade integral do Espírito Santo.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

19. A obra do homem tende a seguir uma regra e o método de sua obra é facilmente confinado a um âmbito limitado e é incapaz de conduzir as pessoas a um caminho livre. A maioria dos seguidores vive dentro de um âmbito limitado e seu modo de vivenciar também é limitado a esse âmbito. A experiência do homem é sempre limitada; o método de sua obra também é limitado a alguns tipos e não pode ser comparado à obra do Espírito Santo ou à obra do Próprio Deus — porque a experiência do homem é, em última análise, limitada. No entanto Deus realiza Sua obra, ela não tem regras; no entanto ela é realizada, não se limita a um caminho. Não há regra alguma na obra de Deus, toda Sua obra é realizada livremente. Por mais que o homem siga a Deus, é incapaz de resumir qualquer lei dos caminhos de Sua obra. Embora Sua obra se baseie em princípios, é sempre realizada de novas maneiras e sempre tem novos desdobramentos que estão além do alcance do homem. Durante um período de tempo, Deus pode ter vários tipos de obra diferentes e maneiras diferentes de liderar, permitindo que as pessoas tenham sempre novas entradas e novas mudanças. É impossível descobrir as leis de Sua obra porque Ele sempre a está realizando de novas maneiras. Só assim os seguidores de Deus não se apegam a regras. A obra do Próprio Deus sempre evita as noções das pessoas e se opõe a essas noções. Somente aqueles que O seguem e perseguem com um coração sincero podem ter seu caráter transformado e são capazes de viver livremente sem estarem sujeitos a regras ou limitados por noções religiosas de qualquer espécie. As exigências que a obra do homem faz às pessoas são baseadas em sua própria experiência e no que ele mesmo pode alcançar. O grau dessas exigências está restrito a um determinado âmbito e os modos de prática também são muito limitados. Assim, os seguidores vivem inconscientemente dentro desse âmbito limitado; com o passar do tempo, eles se transformam em regras e rituais.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

20. Quando as pessoas operam, elas buscam e tateiam, sempre imitando e deliberando com base nos fundamentos postos por outros para alcançar uma entrada mais profunda. A obra de Deus é a provisão do que Ele é, Ele faz a obra que Ele Próprio deve fazer, e não provê sustento à igreja usando o conhecimento que veio da obra de homem algum; em vez disso, Ele faz a obra presente com base no estado das pessoas. Portanto, a obra de Deus é milhares de vezes mais livre do que o trabalho que as pessoas realizam. Para as pessoas, parece até que Deus não cumpre Seu dever e opera da maneira como Lhe agrada. Mas toda a obra que Ele faz é nova. Entretanto, você deve saber que a obra do Deus encarnado nunca se baseia em sentimentos.

Extraído de ‘Prática (5)’ em “A Palavra manifesta em carne”

21. A obra do homem representa sua experiência e sua humanidade. O que o homem fornece e a obra que o homem realiza o representam. A visão do homem, o raciocínio do homem, a lógica do homem e sua rica imaginação estão todos incluídos em sua obra. A experiência do homem é particularmente representativa de sua obra, e da experiência de uma pessoa sairão os componentes de sua obra. A obra do homem é capaz de expressar sua experiência. […] a obra do Espírito Santo frequentemente muda com o estado do homem. Ele realiza Sua obra de acordo com a experiência do homem e não obriga o homem, mas faz exigências ao homem de acordo com o curso normal de sua experiência. Isso significa que a comunhão do homem difere da palavra de Deus. O que o homem comunica transmite sua visão e experiência individuais, expressando o que eles veem e vivenciam com base na obra de Deus. Sua responsabilidade é descobrir, baseado na obra ou nas palavras de Deus, o que eles devem praticar ou onde devem entrar, e depois transmitir isso aos seguidores. Portanto, a obra do homem representa sua entrada e sua prática. Naturalmente, a essa obra se misturam aprendizados e experiências humanas, ou alguns pensamentos humanos. […] O que o homem expressa é o que ele vê, vivencia e é capaz de imaginar. Mesmo que sejam doutrinas ou noções, estão ao alcance do pensamento do homem. Seja qual for a dimensão da obra do homem, ela não pode exceder o âmbito da experiência do homem, o que o homem vê ou o que o homem é capaz de imaginar ou conceber. O que Deus expressa é o que o Próprio Deus é e isso está fora do alcance do homem, isto é, fora do alcance do pensamento do homem. Ele expressa Sua obra de liderança de toda a humanidade, e isso não é relevante para os detalhes da experiência humana, mas sim para Sua própria gestão. O homem expressa sua experiência enquanto Deus expressa Seu ser — esse ser é Seu caráter inerente e está fora do alcance do homem. A experiência do homem é a visão e o conhecimento que ele adquire baseado na expressão de Deus de Seu ser. Essa visão e esse conhecimento são chamados de ser do homem. São expressos com base no caráter inerente do homem e em seu real calibre, por isso são chamados também de ser do homem.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

22. A obra na mente humana é muito facilmente alcançada pelo homem. Pastores e líderes do mundo religioso, por exemplo, confiam em seus dons e posições para realizar sua obra. As pessoas que os seguem por muito tempo serão infectadas por seus dons e influenciadas por parte do que eles são. Eles se concentram nos dons, habilidades e conhecimento das pessoas e dão atenção a algumas coisas sobrenaturais e a várias doutrinas irrealistas profundas (essas doutrinas profundas são obviamente inatingíveis). Não se concentram na mudança de caráter das pessoas, mas sim no treinamento das habilidades de pregar e operar delas, aprimorando o conhecimento das pessoas e ricas doutrinas religiosas. Não se concentram em até que ponto o caráter das pessoas é mudado ou até que ponto as pessoas entendem a verdade. Não se preocupam com a substância das pessoas, muito menos tentam conhecer os estados normais e anormais delas. Não contestam nem revelam as noções das pessoas, muito menos corrigem as deficiências ou corrupções delas. A maioria daqueles que os seguem servem através de seus dons naturais e o que eles expressam é conhecimento e verdade religiosa vaga, que estão desconectados da realidade e são totalmente incapazes de dar vida às pessoas. Na verdade, a essência de seu trabalho é nutrir talento, tornando uma pessoa que não tem nada em um talentoso formando de seminário que mais tarde prossegue para realizar sua obra e liderar. Você é capaz de descobrir alguma lei nos seis mil anos da obra de Deus? Há muitas regras e restrições na obra que o homem realiza, e o cérebro humano é por demais dogmático. Portanto, o que o homem expressa é algum conhecimento e compreensão dentro de todas as suas experiências. O homem é incapaz de expressar qualquer coisa além disso. As experiências ou conhecimentos do homem não surgem de seus dons inatos ou de seu instinto; surgem da orientação e do pastoreio direto de Deus. O homem tem apenas o órgão para aceitar esse pastoreio e não o órgão para expressar diretamente o que é a divindade. O homem é incapaz de ser a fonte, ele só pode ser um recipiente que recebe água da fonte; esse é o instinto humano, o órgão que se deve ter como ser humano. Se uma pessoa perde o órgão para aceitar a palavra de Deus e perde o instinto humano, ela perde também o que é mais precioso e perde o dever do homem criado. Se uma pessoa não tem conhecimento ou experiência da palavra de Deus ou de Sua obra, ela perde seu dever, o dever que deve cumprir como ser criado e perde a dignidade de um ser criado.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

23. Afinal, a obra de Deus é diferente da obra do homem, então como as expressões de Deus e as expressões do homem podem ser as mesmas? Deus tem o caráter particular de Deus, enquanto o homem tem deveres que o homem deve cumprir. O caráter de Deus é expresso em Sua obra, enquanto o dever do homem é incorporado nas experiências do homem e expresso nas buscas do homem. Portanto, é possível saber se é a expressão de Deus ou do homem através de sua obra. Ela não precisa ser explicada pelo Próprio Deus ou precisa que o homem se esforce para dar testemunho, e além disso não precisa que o Próprio Deus reprima qualquer pessoa. Tudo isso é uma revelação natural; não é forçado ou algo em que o homem possa interferir. O dever do homem pode ser conhecido através de sua experiência e não exige que ele faça qualquer obra experiencial extra. Toda a essência do homem pode ser revelada enquanto ele executa seu dever, já Deus pode expressar Seu caráter inerente à medida que realiza Sua obra. Se é obra do homem, então ela não pode ser encoberta. Se é obra de Deus, então o caráter de Deus é ainda mais impossível de ser encoberto por alguém e, além disso, não pode ser controlado pelo homem. Não se pode dizer que um homem seja Deus e, além disso, sua obra e suas palavras não podem ser consideradas sagradas ou vistas como imutáveis. Pode-se dizer que Deus é homem porque Ele Se vestiu de carne, mas a Sua obra não pode ser considerada obra do homem ou dever do homem. Além disso, as declarações de Deus e as cartas de Paulo não podem ser equiparadas, nem pode-se dizer que o julgamento e castigo de Deus e as palavras instrutivas do homem são iguais. Existem, portanto, princípios que distinguem a obra de Deus da obra do homem. Elas são diferenciadas de acordo com sua essência, não o escopo da obra ou a eficiência temporária da obra. A maioria das pessoas comete erros de princípio sobre esse assunto.

Extraído de ‘Qual a sua posição em relação às treze epístolas?’ em “A Palavra manifesta em carne”

24. Porque os seres humanos são, afinal, humanos, e eles só conseguem olhar para tudo a partir da perspectiva de uma pessoa e da altura de uma pessoa. No entanto, o Deus encarnado é completamente diferente de uma pessoa corrupta. Não importa quão comum, quão normal, quão humilde seja a carne encarnada de Deus, ou mesmo o quanto as pessoas O desprezem, Seus pensamentos e Sua atitude para com a humanidade são coisas que nenhum homem poderia possuir, e nenhum homem poderia imitar. Ele sempre observará a humanidade da perspectiva da divindade, da altura da Sua posição como o Criador. Ele sempre verá a humanidade através da essência e da mentalidade de Deus. Ele não pode ver a humanidade, em absoluto, a partir da altura de uma pessoa comum e da perspectiva de uma pessoa corrupta. Quando as pessoas olham para a humanidade, elas olham com a visão humana e usam coisas como os conhecimentos humanos e as regras e teorias humanas como medida. Isso está dentro do escopo do que as pessoas podem ver com seus próprios olhos; está dentro do escopo que as pessoas corruptas podem alcançar. Quando Deus olha para a humanidade, Ele olha com visão divina e usa Sua essência e o que Ele tem e é como medida. Este escopo inclui coisas que as pessoas não podem ver, e é aí que o Deus encarnado e os humanos corruptos são completamente diferentes. Essa diferença é determinada pelas essências diferentes dos seres humanos e de Deus, e são essas essências diferentes que determinam suas respectivas identidades e posições, bem como a perspectiva e a altura a partir das quais eles veem as coisas.

Extraído de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III’ em “A Palavra manifesta em carne”

25. Talvez a experiência de uma pessoa em sua obra seja particularmente elevada, ou sua imaginação e raciocínio sejam particularmente elevados e sua humanidade seja particularmente boa; esses só podem ganhar a admiração das pessoas, mas não despertar sua reverência e medo. As pessoas admiram aqueles que têm capacidade para realizar a obra, que têm experiência particularmente profunda e são capazes de praticar a verdade, mas eles nunca conseguem despertar reverência, apenas admiração e inveja. Mas as pessoas que vivenciaram a obra de Deus não admiram Deus, ao contrário, sentem que Sua obra está além do alcance humano e é incompreensível para o homem, e que é fresca e maravilhosa. Quando as pessoas vivenciam a obra de Deus, a primeira coisa que aprendem é que Ele é insondável, sábio e maravilhoso, e, inconscientemente, elas O reverenciam e sentem o mistério da obra que Ele realiza, que está além do alcance da mente humana. As pessoas querem apenas satisfazer Suas exigências, satisfazer Seus desejos; não desejam superá-Lo, pois a obra que Ele realiza vai além do pensamento e da imaginação do homem e não pode ser realizada pelo homem. O homem nem ao menos conhece suas próprias imperfeições, enquanto Ele abriu um novo caminho e veio conduzir o homem a um mundo mais novo e mais belo, de modo que a humanidade fez novos progressos e teve um novo começo. O que o homem sente por Ele não é admiração, ou melhor, não é apenas admiração. Seus sentimentos mais profundos são reverência e amor, ele sente que Deus é de fato maravilhoso. Deus realiza a obra que o homem é incapaz de fazer, Ele diz coisas que o homem é incapaz de dizer. As pessoas que vivenciam Sua obra têm sempre um sentimento indescritível. Pessoas com experiências mais profundas amam particularmente a Deus. Sentem sempre Sua amabilidade, sentem que Sua obra é extremamente sábia, extremamente maravilhosa, e isso gera um poder infinito entre eles. Não é medo ou amor e respeito eventuais, mas um sentimento profundo da compaixão e tolerância de Deus com o homem. No entanto, as pessoas que vivenciaram Seu castigo e julgamento sentem que Ele é majestoso e inofendível. Mesmo as pessoas que vivenciaram muito de Sua obra são incapazes de compreendê-Lo; todos os que genuinamente O reverenciam sabem que Sua obra não está em harmonia com as noções das pessoas, mas é sempre oposta a essas noções. Ele não precisa que as pessoas tenham admiração total ou aparentem se submeter a Ele, e sim que tenham verdadeira reverência e verdadeira submissão. Em grande parte de Sua obra, qualquer pessoa com verdadeira experiência sente reverência por Ele, o que é mais do que admiração. As pessoas viram Seu caráter graças à Sua obra de castigo e julgamento, e por isso elas O reverenciam em seus corações. Deus deve ser reverenciado e obedecido, porque Seu ser e Seu caráter não são os mesmos de um ser criado e estão acima daqueles de um ser criado. Deus é um ser não criado, e somente Ele é digno de reverência e submissão; o homem não está qualificado para isso. Assim, todas as pessoas que vivenciaram Sua obra e verdadeiramente O conheceram têm reverência por Ele. Contudo, aqueles que não abandonam suas noções sobre Ele, isto é, aqueles que simplesmente não O consideram Deus, não têm nenhuma reverência por Ele, e embora O sigam, não são conquistados; são pessoas desobedientes por natureza. Ele realiza essa obra para que todos os seres criados possam reverenciar o Criador, adorá-Lo e submeter-se ao Seu domínio incondicionalmente. Esse é o resultado final que Sua obra integral visa alcançar.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

26. Se coubesse ao homem realizar tal obra, isso seria demasiadamente limitado: poderia levar o homem até certo ponto, mas não conseguiria trazê-lo ao destino eterno. O homem não é capaz de decidir o destino do homem, muito menos é capaz de garantir as perspectivas e o destino futuro do homem. A obra realizada por Deus, no entanto, é diferente. Já que Ele criou o homem, Deus o conduz; já que Ele salva o homem, Ele o salvará e ganhará completamente; já que Ele conduz o homem, Ele o trará até o destino adequado; e já que Ele criou e gerencia o homem, Ele deve assumir a responsabilidade da sina e das expectativas do homem. É essa a obra realizada pelo Criador.

Extraído de ‘Restaurar a vida normal do homem e levá-lo a um destino maravilhoso’ em “A Palavra manifesta em carne”

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