Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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Palavras clássicas de Deus Todo-Poderoso, o Cristo dos últimos dias

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X Palavras clássicas sobre a realidade da verdade em que as pessoas escolhidas por Deus precisam entrar

(IV) Palavras clássicas sobre como reconhecer a diferença entre a obra de Deus e do homem

73. A própria obra de Deus envolve a obra de toda a humanidade e também representa a obra da era inteira. Em outras palavras, a própria obra de Deus representa o movimento e tendência de toda a obra do Espírito Santo, enquanto a obra dos apóstolos segue a própria obra de Deus e não lidera a era nem representa a tendência da obra do Espírito Santo na era inteira. Eles realizam apenas a obra que o homem deve realizar, sem nenhuma relação com a obra de gestão. A própria obra de Deus é o projeto dentro da obra de gestão. A obra do homem é apenas o dever dos homens que são usados e não tem qualquer relação com a obra de gestão. Devido às diferentes identidades e representações da obra, embora ambas sejam obra do Espírito Santo, há diferenças claras e substanciais entre a própria obra de Deus e a obra do homem. Além disso, a extensão da obra realizada pelo Espírito Santo em objetos da obra com identidades diferentes varia. Esses são os princípios e âmbito da obra do Espírito Santo.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

74. A palavra de Deus não pode ser falada como palavra de um homem, tampouco pode a palavra de um homem se assemelhar à palavra de Deus. Um homem usado por Deus não é o Deus encarnado, e o Deus encarnado não é um homem usado por Deus; nisto há uma diferença substancial. Talvez, após ler essas palavras, você não aceite que elas sejam palavras de Deus, e somente as aceite como palavras de um homem que foi iluminado. Neste caso, você está cego pela ignorância. Como podem as palavras de Deus ser as mesmas que as palavras de um homem que foi iluminado? As palavras do Deus encarnado iniciam uma nova era, guiam toda a humanidade, revelam mistérios, e mostram ao homem a direção à frente em uma nova era. O esclarecimento obtido pelo homem não é mais do que simples prática ou conhecimento. Ele não pode guiar a humanidade inteira rumo à uma nova era ou revelar mistérios do Próprio Deus. Deus, afinal, é Deus, e o homem é homem. Deus tem a substância divina, e o homem a substância humana.

de ‘Prefácio’ em “A Palavra manifesta em carne”

75. A obra do Deus encarnado inicia uma nova era e aqueles que derem continuidade a Sua obra são os homens que são usados por Ele. A obra realizada pelo homem é toda dentro do ministério de Deus na carne e é incapaz de seguir além desse escopo. Se Deus encarnado não vier realizar Sua obra, o homem não é capaz de dar fim à era antiga, tampouco de introduzir uma nova era. A obra realizada pelo homem é meramente dentro do alcance de seu dever que é humanamente possível, e não representa a obra de Deus. Somente o Deus encarnado pode vir e completar a obra que Ele devia fazer e, fora Ele, ninguém pode fazer essa obra em Seu lugar. Claro, o que Eu falo é em relação à obra de encarnação.

de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

76. Alguns se perguntam por que a era deve ser introduzida pelo Próprio Deus. Não poderia um ser criado ficar em Seu lugar? […] Se a humanidade da criação recebesse o encargo de concluir a era, seja do ponto de vista do homem ou de Satanás, isso não seria mais do um ato que se opõe e trai a Deus, não um ato de obediência a Deus, e a obra do homem se tornaria um instrumento para Satanás. Somente se o homem obedecer e seguir a Deus numa era introduzida pelo Próprio Deus, Satanás ficaria completamente convencido, pois esta é a obrigação de um ser criado. E assim Eu digo que vocês necessitam somente seguir e obedecer e não se pede mais nada de vocês. É isso o que significa que cada um cumpra sua obrigação e realize sua função. Deus faz Sua Própria obra e não necessita que o homem faça Sua obra em Seu lugar, nem Se envolve na obra dos seres criados. O homem realiza sua própria obrigação e não interfere na obra de Deus; isso é a verdadeira obediência e a prova de que Satanás está derrotado. Depois que o Próprio Deus introduziu a nova era, Ele Mesmo não opera mais entre os homens. É só então que o homem oficialmente entra na nova era para realizar sua obrigação e executar sua missão como um ser criado. Tais são os princípios funcionais que não podem ser transgredidos por ninguém. Só operar desse jeito é sensato e razoável. A obra de Deus é feita pelo Próprio Deus. É Ele quem põe a Sua obra em movimento e também Ele é quem a conclui. É Ele quem planeja a obra e também Ele é quem a gerencia e, mais que isso, é Ele quem realiza a obra. Está escrito na Bíblia: “Eu sou o Princípio e o Fim; Eu sou o Semeador e o Ceifeiro”. Tudo que se relaciona com a obra de Seu gerenciamento é feito por Ele Mesmo. Ele é o Governante do plano de gerenciamento de seis mil anos; ninguém pode fazer Sua obra em Seu lugar ou finalizar a Sua obra, pois é Ele quem está no controle de tudo. Uma vez que Ele criou o mundo, Ele levará o mundo inteiro a viver em Sua luz e concluirá a era inteira para completar todo o Seu plano.

de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

77. Se coubesse ao homem realizar tal obra, isso seria demasiadamente limitado: poderia levar o homem até certo ponto, mas não conseguiria trazê-lo ao destino eterno. O homem não é capaz de decidir o destino do homem, muito menos é capaz de garantir as perspectivas e destino futuro do homem. A obra realizada por Deus, no entanto, é diferente. Já que criou o homem, Deus também o conduz; já que salva o homem, Ele o salvará completamente e o ganhará completamente; já que Ele conduz o homem, o trará até o destino adequado; e já que criou e gerencia o homem, Ele deve assumir a responsabilidade da sina e das expectativas do homem. É essa a obra realizada pelo Criador.

de ‘Restaurar a vida normal do homem e levá-lo a um destino maravilhoso’ em “A Palavra manifesta em carne”

78. A obra realizada pelo homem apenas representa um escopo limitado e quando Deus realiza Sua obra Ele não fala a uma certa pessoa, mas fala a toda a humanidade e a todos os que aceitam Suas palavras. O fim que Ele proclama é o fim de todos os homens, não apenas o fim de uma certa pessoa. Ele não dá tratamento especial a ninguém, tampouco vitimiza alguém, e Ele trabalha e fala para toda a humanidade. Assim, esse Deus encarnado já classificou toda a humanidade de acordo com a espécie, já julgou toda a humanidade, já arranjou um destino adequado para toda a humanidade.

de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

79. Toda a obra que o Próprio Deus faz é a obra que Ele pretende fazer em Seu próprio plano de gerenciamento e se relaciona ao grande gerenciamento. A obra feita pelo homem (homem usado pelo Espírito Santo) supre a sua experiência individual. Ele encontra um novo caminho de experiência a partir daquele trilhado pelos que o precederam e lidera seus irmãos sob a direção do Espírito Santo. O que estes homens suprem é a sua experiência individual ou escritos espirituais dos homens espirituais. Embora sejam usados pelo Espírito Santo, a obra de tais homens não se relaciona à grande obra de gerenciamento no plano dos seis mil anos. Eles são meramente elevados pelo Espírito Santo em épocas diferentes para liderar as pessoas na corrente do Espírito Santo, até que tenham cumprido suas funções ou suas vidas cheguem ao final. A obra que eles fazem é apenas para preparar um caminho apropriado para o Próprio Deus ou para continuar um item na gestão do Próprio Deus na Terra. Tais homens são incapazes de realizar a obra maior de Sua gestão e não podem inaugurar novos caminhos, muito menos concluir toda a obra de Deus da era passada. Portanto, a obra que fazem representa apenas um ser criado realizando sua função e não pode representar o Próprio Deus realizando Seu ministério. Isto é porque a obra que eles fazem é diferente da feita pelo Próprio Deus. A obra de introduzir uma nova era não pode ser feita pelo homem no lugar de Deus. Não pode ser realizada por ninguém mais a não ser o Próprio Deus. Toda a obra feita pelo homem é a execução de sua obrigação como ser criado e é feita quando movida ou esclarecida pelo Espírito Santo. A direção que tais homens proveem é a de como praticar na vida diária do homem e como o homem deveria agir em harmonia com a vontade de Deus. A obra do homem nem envolve a gestão de Deus nem representa a obra do Espírito.

de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

80. Os homens usados pelo Espírito Santo também podem fazer alguma obra nova e também podem eliminar alguma obra realizada na era anterior, mas sua obra não pode expressar o caráter e vontade de Deus na nova era. Eles trabalham apenas para retirar a obra da era anterior, não para fazer a nova obra para representar diretamente o caráter do Próprio Deus. Assim, não importa quantas práticas antiquadas eles consigam abolir ou quantas práticas novas possam introduzir, eles ainda representam o homem e os seres criados. Mas quando o Próprio Deus executa a obra, Ele não declara abertamente a abolição das práticas da era antiga nem diretamente declara o início de uma nova era. Ele é direto e objetivo em Sua obra. Ele é direto ao realizar a obra que pretende; isto é, Ele expressa diretamente a obra que realizou, diretamente faz Sua obra como pretendida originalmente, expressando Seu ser e caráter. Da forma como o homem vê, Seu caráter e também Sua obra são diferentes daqueles das eras passadas. Entretanto, da perspectiva do Próprio Deus, isto é apenas uma continuação e desenvolvimento posterior de Sua obra. Quando o Próprio Deus opera, Ele expressa Sua palavra e diretamente realiza a nova obra. Em contraste, quando o homem opera, é com deliberação e estudo ou é o desenvolvimento do conhecimento e da sistematização da prática construídos sobre o fundamento da obra dos outros. Equivale a dizer que a essência da obra feita pelo homem é ser convencional e “trilhar os velhos caminhos com sapatos novos”. Isso significa que até o caminho trilhado pelos homens usados pelo Espírito Santo é construído sobre aquele que o Próprio Deus abriu. Assim, ao final de contas, o homem é homem e Deus é Deus.

de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

81. Qual é a diferença entre a obra feita pelo Deus encarnado e a dos profetas e apóstolos do passado? Davi também foi chamado de Senhor, como também o foi Jesus; embora a obra que fizeram fosse diferente, eles eram chamados da mesma coisa. Por que, responda você, suas identidades não eram as mesmas? O que João testemunhou foi uma visão, que também veio do Espírito Santo, e ele pôde proferir as palavras que o Espírito Santo pretendia dizer; por que a identidade de João é diferente da de Jesus? As palavras proferidas por Jesus conseguiram representar plenamente a Deus e representaram plenamente a obra de Deus. O que João viu foi uma visão e ele foi incapaz de representar completamente a obra de Deus. Por que João, Pedro e Paulo proferiram muitas palavras – como o fez Jesus – mas não tinham a mesma identidade de Jesus? É principalmente porque a obra que fizeram foi diferente. Jesus representou o Espírito de Deus e era o Espírito de Deus trabalhando diretamente. Ele fez a obra da nova era, a obra que ninguém havia feito antes. Ele abriu um novo caminho, representou a Jeová e representou o Próprio Deus. Enquanto que no caso de Pedro, Paulo e Davi, independentemente de como fossem chamados, representavam apenas a identidade de uma criatura de Deus, ou foram enviados por Jesus ou por Jeová. Portanto, não importa quantas obras fizeram, por maiores que fossem os milagres realizados, eles ainda eram criaturas de Deus e incapazes de representar o Espírito de Deus. Trabalharam em nome de Deus ou depois de serem enviados por Deus; além disso, trabalharam nas eras iniciadas por Jesus ou Jeová, e a obra que fizeram não foi separada. Eram, afinal de contas, apenas criaturas de Deus.

de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

82. João fez apenas a obra do início; mais da nova obra foi feito por Jesus. João fez nova obra também, mas não foi ele que introduziu a nova era. […] Embora João também dissesse: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.” e também pregasse o evangelho do Reino do Céu, sua obra não era profunda e constituiu apenas um começo. Em contraste, Jesus introduziu uma nova era e trouxe fim à antiga, mas Ele também cumpriu a lei do Antigo Testamento. A obra que Ele fez foi maior do que a de João e Ele veio para redimir toda a humanidade – Ele cumpriu aquela etapa da obra. João só preparou o caminho. Embora sua obra tivesse sido grande, proferisse muitas palavras e fossem numerosos os discípulos que o seguiam, sua obra não fez mais do que trazer o homem para um novo começo. Os homens nunca receberam dele a vida, o caminho ou verdades mais profundas e nem ganharam, por intermédio dele, uma compreensão da vontade de Deus. João foi um grande profeta (Elias) que inaugurou um novo terreno para a obra de Jesus e preparou os escolhidos; ele foi o precursor da Era da Graça. Tais assuntos não podem ser entendidos simplesmente pela observação de suas aparências humanas normais. Em especial, João realizou uma obra muito grandiosa; além do mais, ele nasceu pela promessa do Espírito Santo e sua obra foi sustentada pelo Espírito Santo. Sendo assim, determinar a diferença entre as suas respectivas identidades só pode ser feito através de suas obras, pois a aparência externa de um homem não fala de sua substância e o homem é incapaz de garantir o testemunho verdadeiro do Espírito Santo. A obra feita por João e a feita por Jesus não foram semelhantes e de naturezas distintas. É isso o que deveria determinar se ele é ou não Deus. A obra de Jesus foi começar, continuar, concluir e realizar. Cada um desses passos foi executado por Jesus, enquanto a obra de João não foi mais do que a de um começo. No princípio, Jesus divulgou o evangelho e pregou o caminho do arrependimento, depois batizou homens, curou enfermidades e expulsou demônios. No final, Ele redimiu a humanidade do pecado e completou a Sua obra para a era inteira. Ele pregou ao homem e divulgou o evangelho do reino do céu em todos os lugares. Foi o mesmo com João, com a diferença de que Jesus introduziu uma nova era e trouxe a Era da Graça para o homem. De Sua boca saiu a palavra sobre o que o homem deveria praticar e o caminho que o homem deveria seguir na Era da Graça, e no fim, Ele terminou a obra de redenção. Tal obra jamais poderia ter sido executada por João. Assim, foi Jesus quem fez a obra do Próprio Deus e é Ele que é o Próprio Deus e diretamente representa Deus.

de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

83. Aquele que opera na divindade representa a Deus, enquanto aqueles que operam na humanidade são pessoas usadas por Deus. Isto é, o Deus encarnado é substantivamente diferente das pessoas usadas por Deus. O Deus encarnado pode realizar a obra da divindade, mas as pessoas usadas por Deus, não. No princípio de cada era, o Espírito de Deus fala pessoalmente para lançar a nova era e trazer o homem a um novo começo. Quando Ele termina Sua fala, significa que a obra de Deus na divindade está feita. Depois disso, todas as pessoas seguem a liderança daqueles que são usados por Deus para entrarem na experiência de vida.

de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

84. A obra realizada por quem é usado por Deus tem o propósito de colaborar com a obra de Cristo ou do Espírito Santo. Esse homem é levantado por Deus dentre os homens e está ali para liderar todos os escolhidos de Deus; ele também é levantado por Deus para fazer a obra de cooperação humana. Por intermédio de alguém assim, capaz de fazer a obra de cooperação humana, mais podem ser alcançadas tanto as exigências de Deus em relação ao homem quanto a obra que o Espírito Santo deve fazer dentre os homens. Outra forma de colocar isso é a seguinte: o objetivo de Deus ao usar esse homem é para que todos os que O seguem possam compreender melhor a Sua vontade e alcançar mais as Suas exigências. Como as pessoas são incapazes de entender diretamente as palavras ou a vontade divina, Deus levantou alguém que é usado para realizar tal obra.

de ‘Quanto ao uso que Deus faz do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

85. Essa pessoa que é usada por Deus também pode ser descrita como um meio pelo qual Deus guia as pessoas, como um “tradutor” na comunicação entre Deus e o povo. Assim, tal homem é diferente de todos os outros que trabalham na casa de Deus ou que são Seus apóstolos. Como os demais, pode-se dizer que ele é alguém que serve a Deus; mas, na substância de sua obra e no contexto de seu uso por parte de Deus, ele difere muito de outros obreiros e apóstolos. Em termos da substância de sua obra e do contexto de seu uso, o homem usado por Deus é levantado por Ele, é preparado por Ele para a obra de Deus e ele coopera na obra do Próprio Deus. Ninguém jamais poderia substituí-Lo para sua obra, é a cooperação humana que é fundamental para a obra divina. A obra realizada por outros obreiros ou apóstolos, por sua vez, é apenas a transmissão e a implementação dos muitos aspectos dos arranjos para as igrejas ao longo de cada período, ou então a obra de alguma provisão vital simples a fim de sustentar a vida da igreja. Esses obreiros e apóstolos não são designados por Deus, muito menos podem ser chamados como aqueles que são usados pelo Espírito Santo. Eles são escolhidos dentre as igrejas e, após terem sido treinados e cultivados por certo tempo, os que estão aptos são mantidos, enquanto os que não se qualificam são enviados de volta para o lugar de onde vieram. […] Por outro lado, aquele que é usado por Deus é alguém que foi preparado por Deus, que tem um determinado calibre, e tem humanidade. Ele foi previamente preparado e tornado perfeito pelo Espírito Santo, é completamente conduzido pelo Espírito Santo e, especialmente quando se trata de sua obra, é guiado e comandado pelo Espírito Santo; o resultado disso é que não existe desvio algum no caminho de conduzir os escolhidos de Deus, pois Deus certamente assume a responsabilidade por Sua própria obra e sempre faz Sua própria obra.

de ‘Quanto ao uso que Deus faz do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

86. As palavras e obra dos profetas e dos que foram usados pelo Espírito Santo foram todas em cumprimento do dever do homem, realizando sua função como um ser criado, fazendo o que o homem deve fazer. Entretanto, as palavras e a obra do Deus encarnado foram para executar Seu ministério. Embora a Sua forma externa fosse a de um ser criado, a Sua obra não foi executar a Sua função, mas o Seu ministério. O termo "dever" é usado em relação aos seres criados, ao passo que "ministério" é usado em relação à carne do Deus encarnado. Existe uma diferença essencial entre os dois, e os dois não são intercambiáveis. A obra do homem é apenas cumprir seu dever, ao passo que a obra de Deus é gerenciar e executar Seu ministério. Portanto, embora muitos apóstolos tenham sido usados pelo Espírito Santo e muitos profetas estavam cheios do Espírito, suas obras e palavras foram apenas para cumprir o dever deles como seres criados. Embora as profecias deles pudessem ser maiores do que o caminho da vida falado pelo Deus encarnado, e até a humanidade deles mais transcendente do que a do Deus encarnado, eles ainda estavam fazendo seu dever e não cumprindo o ministério deles. O dever do homem se refere à função do homem e é algo alcançável para o homem. Entretanto, o ministério executado pelo Deus encarnado está relacionado à Sua gestão, sendo inalcançável pelo homem. Seja falando, operando ou manifestando maravilhas, o Deus encarnado está fazendo uma grande obra dentro da Sua gestão, e tal obra não pode ser feita pelo homem no lugar de Deus. A obra do homem é apenas cumprir seu dever como um ser criado em um determinado estágio da obra de gerenciamento de Deus. Sem o gerenciamento de Deus, isto é, se o ministério do Deus encarnado se perdesse, então também se perderia o dever de um ser criado. A obra de Deus em executar Seu ministério é para gerenciar o homem, ao passo que a do homem ao cumprir seu dever é a realização das suas próprias obrigações para atender as exigências do Criador, e não pode, de forma alguma, ser considerada como a execução do ministério de alguém. Para a essência inerente de Deus, isto é, Seu Espírito, a obra de Deus é Seu gerenciamento, mas para o Deus encarnado, que veste a forma externa de um ser criado, Sua obra é a execução do Seu ministério. Qualquer obra que Ele faça é para executar Seu ministério, e tudo o que o homem pode fazer é dar o melhor de si dentro do âmbito da Sua gestão e sob a Sua liderança.

de ‘A diferença entre o ministério do Deus Encarnado e o dever do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

87. A obra do homem representa sua experiência e sua humanidade. O que o homem fornece e a obra que o homem realiza o representam. A visão do homem, o raciocínio do homem, a lógica do homem e sua rica imaginação estão todos incluídos em sua obra. A experiência do homem é particularmente representativa de sua obra, e da experiência de uma pessoa sairão os componentes de sua obra. A obra do homem é capaz de expressar sua experiência. […] O que o homem expressa é o que ele vê, vivencia e é capaz de imaginar. Mesmo que sejam doutrinas ou noções, estão ao alcance do pensamento do homem. Seja qual for a dimensão da obra do homem, ela não pode exceder o âmbito da experiência do homem, o que o homem vê ou o que o homem é capaz de imaginar ou conceber. O que Deus expressa é o que o Próprio Deus é e isso está fora do alcance do homem, isto é, fora do alcance do pensamento do homem. Ele expressa Sua obra de liderança de toda a humanidade, e isso não é relevante para os detalhes da experiência humana, mas sim para Sua própria gestão. O homem expressa sua experiência enquanto Deus expressa Seu ser – esse ser é Seu caráter inerente e está fora do alcance do homem. A experiência do homem é a visão e o conhecimento que ele adquire baseado na expressão de Deus de Seu ser. Essa visão e esse conhecimento são chamados de ser do homem. São expressos com base no caráter inerente do homem e em seu real calibre, por isso são chamados também de ser do homem.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

88. O âmbito em que a verdade é vivenciada pelo homem é sempre baseado nas diferentes condições dos indivíduos e, portanto, não é igual. Assim, o conhecimento sobre a mesma verdade expresso por pessoas diferentes não é igual. Ou seja, a experiência do homem é sempre limitada e não pode representar integralmente a vontade do Espírito Santo, e a obra do homem não pode ser vista como obra de Deus, mesmo se o que é expresso pelo homem se aproxime da vontade de Deus, mesmo se a experiência do homem se aproxime da obra de aperfeiçoamento a ser realizada pelo Espírito Santo. O homem só pode ser servo de Deus realizando a obra que lhe é confiada por Deus. O homem só pode expressar o conhecimento sob a iluminação do Espírito Santo e as verdades obtidas de sua experiência pessoal. O homem não é qualificado nem tem condições de ser a expressão do Espírito Santo. Ele não tem o direito de dizer que a obra do homem é obra de Deus. A obra do homem tem princípios próprios e todos os homens têm experiências diferentes e condições variadas. A obra do homem inclui todas as suas experiências sob a iluminação do Espírito Santo. Essas experiências só podem representar o ser do homem e não representam o ser de Deus ou a vontade do Espírito Santo. Portanto, não se pode dizer que o caminho percorrido pelo homem seja o caminho percorrido pelo Espírito Santo, porque a obra do homem não pode representar a obra de Deus, e a obra do homem e a experiência do homem não são a vontade integral do Espírito Santo. A obra do homem tende a seguir uma regra e o método de sua obra é facilmente confinado a um âmbito limitado e é incapaz de conduzir as pessoas a um caminho livre. A maioria dos seguidores vive dentro de um âmbito limitado e seu modo de vivenciar também é limitado a esse âmbito. A experiência do homem é sempre limitada; o método de sua obra também é limitado a alguns tipos e não pode ser comparado à obra do Espírito Santo ou à própria obra de Deus – porque a experiência do homem é, em última análise, limitada. No entanto Deus realiza Sua obra, ela não tem regras; no entanto ela é realizada, não se limita a um caminho. Não há regra alguma na obra de Deus, toda Sua obra é realizada livremente. Por mais que o homem siga a Deus, é incapaz de resumir qualquer lei dos caminhos de Sua obra. Embora Sua obra se baseie em princípios, é sempre realizada de novas maneiras e sempre tem novos desdobramentos que estão além do alcance do homem. Durante um período de tempo, Deus pode ter vários tipos de obra diferentes e maneiras diferentes de liderar, permitindo que as pessoas tenham sempre novas entradas e novas mudanças. É impossível descobrir as leis de Sua obra porque Ele sempre a está realizando de novas maneiras. Só assim os seguidores de Deus não se apegam a regras. A própria obra de Deus sempre evita as noções das pessoas e se opõe a essas noções. Somente aqueles que O seguem e perseguem com um coração sincero podem ter seu caráter transformado e são capazes de viver livremente sem estarem sujeitos a regras ou limitados por noções religiosas de qualquer espécie.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

89. Vocês precisam saber diferenciar a obra de Deus da obra do homem. O que conseguem enxergar na obra do homem? Há diversos elementos da experiência do homem na obra do homem; o homem expressa o que ele é. A própria obra de Deus também expressa o que Ele é, mas o que Ele é é diferente do que o homem é. O que o homem é representa a experiência e a vida do homem (o que o homem vivencia ou encontra em sua vida, ou suas filosofias de vida), e pessoas que vivem em ambientes diferentes expressam seres diferentes. Se você tem ou não experiências sociais e a maneira como você vive e experimenta em família podem ser vistos naquilo que você expressa, ao passo que você não consegue ver na obra de Deus encarnado se Ele tem ou não experiências sociais. Ele tem plena ciência da essência do homem, Ele é capaz de revelar todos os tipos de práticas relativas a todos os tipos de pessoas. Ele é ainda mais habilidoso em revelar o caráter corrupto e o comportamento rebelde dos homens. Ele não vive entre as pessoas mundanas, mas está ciente da natureza dos mortais e de todas as corrupções das pessoas mundanas. Isso é o que Ele é. Embora Ele não lide com o mundo, Ele conhece as regras de lidar com o mundo porque Ele entende plenamente a natureza humana. Ele conhece a obra do Espírito que os olhos do homem não podem ver e que os ouvidos do homem não podem ouvir, tanto de hoje quanto do passado. Isso inclui sabedoria que não é uma filosofia de vida e admiração que as pessoas acham difícil de entender. Isso é o que Ele é, aberto às pessoas e também oculto das pessoas. O que Ele expressa não é o que uma pessoa extraordinária é, mas os atributos e o ser inerentes do Espírito. Ele não viaja pelo mundo, mas sabe tudo sobre ele. Ele interage com os “antropoides” que não têm conhecimento ou discernimento, mas Ele expressa palavras que são superiores ao conhecimento e acima dos grandes homens. Ele vive entre um grupo de pessoas obtusas e entorpecidas que não têm humanidade e que não entendem as convenções e vidas humanas, mas Ele pode pedir aos homens que vivam a humanidade normal, revelando ao mesmo tempo a humanidade abjeta e inferior dos homens. Tudo isso é o que Ele é, superior a qualquer pessoa de carne e osso. Para Ele, é desnecessário vivenciar uma vida social complicada, incômoda e sórdida para realizar a obra que Ele precisa realizar e revelar plenamente a essência da humanidade corrupta. A vida social sórdida não edifica Sua carne. Sua obra e palavras revelam somente a desobediência do homem e não fornecem ao homem a experiência e os ensinamentos para lidar com o mundo. Ele não precisa investigar a sociedade ou a família do homem ao dar vida ao homem. A exposição e o julgamento do homem não são uma expressão das experiências de Sua carne; servem para revelar a injustiça do homem após tanto tempo conhecendo a desobediência do homem e abominando a corrupção da humanidade. A obra que Ele realiza é inteiramente para revelar Seu caráter ao homem e expressar Seu ser. Só Ele pode realizar essa obra, não é algo que uma pessoa de carne e osso possa realizar.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

90. É instinto de Deus expressar o que é a divindade, seja na carne ou diretamente pelo Espírito; esse é o ministério de Deus. O homem expressa suas próprias experiências ou conhecimento (isto é, expressa o que ele é) durante a obra de Deus ou depois; esse é o instinto do homem e o dever do homem, é o que o homem deve realizar.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

91. A obra que Deus realiza não representa a experiência da Sua carne; a obra que o homem realiza representa a experiência do homem. Todos falam sobre suas experiências pessoais. Deus é capaz de expressar a verdade diretamente, enquanto o homem só é capaz de expressar a experiência correspondente depois de vivenciar a verdade. A obra de Deus não tem regras e não está sujeita a restrições temporais ou geográficas. Ele pode expressar o que Ele é a qualquer hora, em qualquer lugar. Ele realiza a obra como quer. A obra do homem tem condições e contexto; caso contrário, ele é incapaz de realizá-la e expressar seu conhecimento de Deus ou sua experiência da verdade. Basta comparar as diferenças entre elas para identificar se é a obra de Deus ou a obra do homem.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

92. Quando as pessoas operam, elas buscam e tateiam, sempre imitando e deliberando com base nos fundamentos postos por outros para alcançar uma entrada mais profunda. A obra de Deus é a provisão do que Ele é, Ele faz a obra que Ele Próprio deve fazer, e não provê à igreja usando o conhecimento que veio da obra de homem algum; em vez disso, Ele faz a obra presente com base no estado das pessoas. Portanto, operar dessa maneira é milhares de vezes mais livre do que quando as pessoas operam. Para as pessoas, parece até que Deus não cumpre Seu dever e opera da maneira que Ele quer. Mas toda a obra que Ele faz é uma nova obra, e você deve saber que a obra do Deus encarnado nunca se baseia em sentimentos.

de ‘Prática (5)’ em “A Palavra manifesta em carne”

93. Ao longo do tempo, todas as pessoas usadas por Deus têm pensamentos e razões normais. Todas elas sabem como se portar e lidar com os assuntos da vida. Eles possuem uma ideologia humana normal e têm todas as coisas que pessoas normais devem ter. A maioria delas tem um talento excepcional e uma inteligência inata. Ao operar através dessas pessoas, o Espírito de Deus aproveita seus talentos, os quais são dons dados a elas por Deus. É o Espírito de Deus que põe em uso os talentos delas, usando suas forças para servirem a Deus. Contudo, a essência de Deus é livre de ideologia e pensamento. Ela não incorpora ideias humanas e até mesmo lhe falta o que os humanos normalmente possuem. Isto é, Deus não está nem familiarizado com os princípios do comportamento humano. É assim que vai ser quando o Deus de hoje vier à terra. Ele opera e fala sem incorporar ideias ou pensamentos humanos, mas revela diretamente as intenções originais do Espírito e opera em nome de Deus. Isso significa que o Espírito se manifesta para operar, trazendo nem mesmo um pouco das ideias do homem. Isto é, o Deus encarnado incorpora a divindade diretamente, não tem pensamento ou ideologia humana e não tem entendimento dos princípios do comportamento humano.

de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

94. O homem precisa de um longo período de cultivo e aperfeiçoamento antes que o homem possa ser utilizado para realizar a obra, e uma humanidade especialmente grande é necessária. Não apenas o homem deve ser capaz de sustentar seu senso humano normal, mas o homem deve também entender muitos dos princípios e regras de conduta perante os outros e, além disso, aprender mais sobre a sabedoria e a ética do homem. É disso que o homem deve ser provido. No entanto, isso não é assim para Deus Se tornar carne, pois Sua obra não representa o homem nem é a do homem; é, ao contrário, uma expressão direta de Seu ser e uma implementação direta da obra que Ele deveria fazer. (Naturalmente, Sua obra é realizada quando deveria ser, e não aleatoriamente, à vontade. Em vez disso, Sua obra é iniciada quando é hora de cumprir Seu ministério.) Ele não participa da vida do homem ou da obra do homem, isso é, Sua humanidade não é provida de nada disso (mas isso não afeta Sua obra). Ele só cumpre Seu ministério quando chega a hora de fazê-lo; qualquer que seja Seu status, Ele simplesmente segue em frente com a obra que Ele deve fazer. Seja o que for que o homem saiba sobre Ele ou qualquer que seja sua opinião sobre Ele, Sua obra não é afetada.

de ‘O mistério da encarnação (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

95. O que o homem comunica transmite sua visão e experiência individuais, expressando o que eles veem e vivenciam com base na obra de Deus. Sua responsabilidade é descobrir, baseado na obra ou nas palavras de Deus, o que eles devem praticar ou onde devem entrar, e depois transmitir isso aos seguidores. Portanto, a obra do homem representa sua entrada e sua prática. Naturalmente, a essa obra se misturam aprendizados e experiências humanas, ou alguns pensamentos humanos.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

96. Se não houver a própria obra de Deus e houver apenas a obra do homem, você saberá que os ensinamentos dos homens são elevados, além da capacidade de qualquer outra pessoa; seu tom de voz, seus princípios ao lidar com as coisas e sua maneira experiente e segura estão além do alcance dos outros. Todos vocês admiram essas pessoas de humanidade elevada, mas vocês são incapazes de enxergar com base na obra e nas palavras de Deus quão elevada é Sua humanidade. Em vez disso, Ele é comum, e quando está realizando a obra é normal e real, mas é também incomensurável para os mortais, o que faz com que as pessoas sintam uma espécie de reverência por Ele. Talvez a experiência de uma pessoa em sua obra seja particularmente elevada, ou sua imaginação e raciocínio sejam particularmente elevados e sua humanidade seja particularmente boa; esses só podem ganhar a admiração das pessoas, mas não despertar sua reverência e medo. As pessoas admiram aqueles que têm capacidade para realizar a obra, que têm experiência particularmente profunda e são capazes de praticar a verdade, mas eles nunca conseguem despertar reverência, apenas admiração e inveja. Mas as pessoas que vivenciaram a obra de Deus não admiram Deus, ao contrário, sentem que Sua obra está além do alcance humano e é incompreensível para o homem, e que é fresca e maravilhosa. Quando as pessoas vivenciam a obra de Deus, a primeira coisa que aprendem é que Ele é insondável, sábio e maravilhoso, e, inconscientemente, elas O reverenciam e sentem o mistério da obra que Ele realiza, que está além do alcance da mente humana. As pessoas querem apenas satisfazer Suas exigências, satisfazer Seus desejos; não desejam superá-Lo, pois a obra que Ele realiza vai além do pensamento e da imaginação do homem e não pode ser realizada pelo homem.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

97. As experiências ou conhecimentos do homem não surgem de seus dons inatos ou de seu instinto; surgem da orientação e do pastoreio direto de Deus. O homem tem apenas o órgão para aceitar esse pastoreio e não o órgão para expressar diretamente o que é a divindade. O homem é incapaz de ser a fonte, ele só pode ser um recipiente que recebe água da fonte; esse é o instinto humano, o órgão que se deve ter como ser humano. Se uma pessoa perde o órgão para aceitar a palavra de Deus e perde o instinto humano, ela perde também o que é mais precioso e perde o dever do homem criado. Se uma pessoa não tem conhecimento ou experiência da palavra de Deus ou de Sua obra, ela perde seu dever, o dever que deve cumprir como ser criado e perde a dignidade de um ser criado.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

98. A obra de homem permite que as pessoas entendam mais claramente em que devem entrar e o que devem compreender; ela leva as pessoas a compreender e vivenciar a verdade. A obra do homem é amparar as pessoas; a obra de Deus é abrir novos caminhos e novas eras para a humanidade e revelar às pessoas aquilo que não é do conhecimento dos mortais, permitindo que conheçam Seu caráter. A obra de Deus é liderar toda a humanidade.

de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

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