Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

Ouça a voz de Deus e dê as boas vindas ao retorno do Senhor Jesus!

Convidamos a todos os buscadores da verdade que entrem em contato conosco.

Declarações de Cristo dos últimos dias

Cores sólidas

Temas

Fonte

Tamanho da fonte

Espaçamento entre linhas

Largura da página

0 resultados

Nenhum resultado encontrado

Seleção das quatro passagens da palavra de Deus sobre “Concernente à Bíblia”

1. Por muitos anos, o meio tradicional de crença das pessoas (o do cristianismo, uma das três principais religiões do mundo) foi ler a Bíblia; afastar-se da Bíblia não é a crença no Senhor, afastar-se da Bíblia é um culto maligno e heresia, e mesmo quando as pessoas leem outros livros, a base de tais livros deve ser a explicação da Bíblia. Ou seja, se você diz que acredita no Senhor precisa ler a Bíblia, deve comer e beber a Bíblia e, fora da Bíblia, não deve adorar nenhum livro que não envolva a Bíblia. Se fizer isso, você está traindo a Deus. Desde que existe a Bíblia, a crença das pessoas no Senhor tem sido a crença na Bíblia. Em vez de dizer que as pessoas acreditam no Senhor, é melhor dizer que acreditam na Bíblia; em vez de dizer que começaram a ler a Bíblia, é melhor dizer que começaram a acreditar na Bíblia; e em vez de dizer que retornaram ao Senhor, seria melhor dizer que retornaram à Bíblia. Desta forma, as pessoas adoram a Bíblia como se fosse Deus, como se fosse sua força vital, e perdê-la seria o mesmo que perder sua vida. As pessoas veem a Bíblia tão elevada quanto Deus, e há até aqueles que a veem mais elevada que Deus. Se as pessoas estão sem a obra do Espírito Santo, se não conseguem sentir Deus, podem continuar vivendo, mas, assim que perdem a Bíblia ou os famosos capítulos e dizeres da Bíblia, é como se tivessem perdido a vida. Portanto, assim que as pessoas acreditam no Senhor, começam a ler e decorar a Bíblia, e quanto mais da Bíblia conseguirem decorar, maior a prova que amam o Senhor e têm muita fé. Aqueles que leram a Bíblia e podem falar a respeito dela para outros são todos bons irmãos e irmãs. Por todos esses anos, a fé e lealdade das pessoas ao Senhor tem sido medidas com base no quanto entendem da Bíblia. A maioria das pessoas simplesmente não entende por que deve acreditar em Deus, nem como acreditar Nele, e nada fazem além de procurar cegamente por pistas para decifrar os capítulos da Bíblia. Nunca buscaram a direção da obra do Espírito Santo; nada fizeram, o tempo todo, além de desesperadamente estudar e investigar a Bíblia, e ninguém jamais encontrou mais novas obras do Espírito Santo fora da Bíblia, ninguém jamais se afastou da Bíblia, nem jamais ousou se afastar da Bíblia. As pessoas estudaram a Bíblia por todos esses anos, encontraram muitas explicações e dedicaram muito trabalho; elas também têm muitas diferenças de opinião sobre a Bíblia, que debatem sem parar, de modo que hoje existem mais de duas mil denominações diferentes. Todos querem encontrar algumas explicações especiais, ou mistérios mais profundos na Bíblia, querem explorá-la e encontrar nela o pano de fundo da obra de Jeová em Israel, ou o pano de fundo da obra de Jesus na Judéia, ou outros mistérios que ninguém mais conhece. A abordagem das pessoas à Bíblia é de obsessão e fé, e ninguém pode ter total clareza a respeito da história interna ou da substância da Bíblia. O resultado disso é que, hoje, as pessoas ainda têm uma sensação indescritível de magia quando se trata da Bíblia, sobretudo são obcecadas por ela e nela têm fé. Hoje, todos querem encontrar as profecias da obra dos últimos dias na Bíblia, querem descobrir que obra Deus faz nos últimos dias e os sinais que há a respeito dos últimos dias. Desta forma, sua adoração da Bíblia torna-se mais fervorosa, e quanto mais se aproximam os últimos dias, mais credibilidade eles dão às profecias da Bíblia, particularmente àquelas sobre os últimos dias. Com tal crença cega na Bíblia, com tal confiança na Bíblia, elas não têm desejo de buscar a obra do Espírito Santo. Nas concepções das pessoas, somente a Bíblia pode trazer a obra do Espírito Santo; somente na Bíblia elas podem encontrar os passos de Deus; somente na Bíblia estão escondidos os mistérios da obra de Deus; somente a Bíblia – não outros livros ou pessoas – pode esclarecer tudo a respeito de Deus e da totalidade de Sua obra; a Bíblia pode trazer a obra do céu para a terra; e a Bíblia pode tanto iniciar quanto pôr fim às eras. Com essas concepções, as pessoas não têm propensão para procurar pela obra do Espírito Santo. Assim, independentemente de quanta ajuda a Bíblia deu às pessoas no passado, ela se tornou um obstáculo para a mais recente obra de Deus. Sem a Bíblia, as pessoas podem procurar pelos passos de Deus em outro lugar, ainda hoje; Seus passos estiveram contidos pela Bíblia, e estender Sua mais recente obra tornou-se duplamente difícil e uma dura batalha. Tudo isso por causa dos famosos capítulos e dizeres da Bíblia, bem como das várias de suas profecias. A Bíblia se tornou um ídolo na mente das pessoas, um quebra-cabeças em seus cérebros, e elas são simplesmente incapazes de acreditar que Deus pode operar de forma exclusiva da Bíblia, são incapazes de acreditar que as pessoas podem encontrar Deus fora da Bíblia, muito menos são capazes de acreditar que Deus poderia se afastar da Bíblia durante a obra final e começar de novo. Isso é impensável para as pessoas; elas não podem acreditar e nem imaginar isso. A Bíblia se tornou um grande obstáculo à aceitação, pelas pessoas, da nova obra de Deus, e ela dificultou a ampliação dessa nova obra.

de ‘Concernente à Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

2. Nos tempos antigos, antes da Era da Graça, as pessoas liam a Bíblia, mas naquela época havia apenas Antigo Testamento; não havia Novo Testamento. Desde que o Antigo Testamento da Bíblia existe, as pessoas começaram a ler as sagradas escrituras. Depois que a orientação de Jeová a Moisés foi concluída, ele escreveu Gênesis, Êxodo e Deuteronômio... Ele se lembrou da obra de Jeová na época e a escreveu. A Bíblia é um livro de história. Claro que ela também contém algumas previsões dos profetas e, lógico, essas previsões não são históricas de modo algum. A Bíblia inclui várias partes – não há apenas profecias, ou apenas a obra de Jeová, nem há apenas as epístolas paulinas. Você deve saber quantas partes a Bíblia contém; o Antigo Testamento inclui Gênesis, Êxodo... e há também os livros de profecia que eles escreveram. No final, o Antigo Testamento termina com o Livro de Malaquias. Ele registra a obra da Era da Lei, que foi liderada por Jeová; de Gênesis ao Livro de Malaquias, ele é um registro abrangente de toda a obra da Era da Lei. Isso quer dizer que o Antigo Testamento registra tudo o que foi vivenciado pelas pessoas que foram guiadas por Jeová na Era da Lei. Durante a Era da Lei do Antigo Testamento, o grande número de profetas levantados por Jeová liberaram profecia por Ele, instruíram várias tribos e nações e previram a obra que Jeová faria. Essas pessoas que foram levantadas receberam o Espírito de profecia de Jeová: puderam enxergar as visões de Jeová e ouvir Sua voz e, assim, foram inspiradas por Ele e escreveram profecias. A obra deles foi a expressão da voz de Jeová; foi obra da profecia que fizeram em nome de Jeová, e, à época, a obra de Jeová era simplesmente orientar as pessoas que utilizavam o Espírito; Ele não Se tornou carne, e as pessoas nada viram de Sua face. Assim, Ele levantou muitos profetas para fazer Sua obra e deu-lhes oráculos que repassaram para toda a tribo e clã de Israel. Sua obra era profetizar, e alguns anotavam as instruções de Jeová para mostrar aos outros. Jeová elevou essas pessoas para fazer profecias, para prever a obra do futuro ou a obra ainda a ser feita durante aquele tempo para que as pessoas pudessem contemplar a maravilha e a sabedoria de Jeová. Esses livros de profecia eram bem diferentes dos outros livros da Bíblia; eram palavras ditas ou escritas por aqueles que receberam o Espírito de profecia – por aqueles que obtiveram as visões ou voz de Jeová. Além dos livros de profecia, o restante do Antigo Testamento são registros feitos por pessoas após Jeová ter terminado Sua obra. Esses livros não podem substituir as previsões feitas pelos profetas levantados por Jeová, da mesma forma que Gênesis e Êxodo não podem ser comparados ao Livro de Isaías e ao Livro de Daniel. As profecias foram feitas antes de a obra ter sido realizada; os outros livros, enquanto isso, foram escritos depois de ela ter sido concluída, que é o que as pessoas eram capazes de fazer. [...] Desta forma, o que está registrado na Bíblia é puramente a obra feita em Israel naquele tempo. As palavras proferidas pelos profetas, por Isaías, Daniel, Jeremias e Ezequiel... suas palavras predizem Sua outra obra na terra, predizem a obra do Próprio Deus Jeová. Tudo isso veio de Deus, foi obra do Espírito Santo e, à parte desses livros dos profetas, todo o resto é um registro das experiências das pessoas sobre a obra de Jeová na época.

de ‘Concernente à Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

3. A obra da criação aconteceu antes que houvesse humanidade, mas o Livro do Gênesis só veio depois de haver a humanidade; foi um livro escrito por Moisés durante a Era da Lei. É como as coisas que acontecem entre vocês hoje: depois de acontecerem, vocês as escrevem para mostrar às pessoas no futuro e, para as pessoas do futuro, que o que vocês registraram são coisas que aconteceram em tempos passados – nada mais são do que história. As coisas registradas no Antigo Testamento são a obra de Jeová em Israel, e aquilo que está registrado no Novo Testamento é a obra de Jesus durante a Era da Graça; elas documentam a obra feita por Deus em duas eras diferentes. O Antigo Testamento documenta a obra de Deus durante a Era da Lei e, assim, o Antigo Testamento é um livro histórico, enquanto o Novo Testamento é o produto da obra da Era da Graça. Quando a nova obra começou, esses livros ficaram desatualizados, assim, o Novo Testamento também é um livro histórico. É claro que o Novo Testamento não é tão sistemático como o Antigo Testamento, nem registra tantas coisas.

de ‘Concernente à Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

4. Que tipo de livro é a Bíblia? O Antigo Testamento é a obra de Deus durante a Era da Lei. O Antigo Testamento da Bíblia registra toda a obra de Jeová durante a Era da Lei e Sua obra de criação. Ele todo registra a obra feita por Jeová e, em última análise, termina os relatos da obra de Jeová com o Livro de Malaquias. O Antigo Testamento registra duas obras realizadas por Deus: uma é a obra da criação, a outra o decreto da lei. Ambas foram feitas por Jeová. A Era da Lei representa a obra de Deus sob o nome de Jeová; é a totalidade da obra realizada principalmente sob o nome de Jeová. Assim, o Antigo Testamento registra a obra de Jeová, e o Novo Testamento a de Jesus, obra essa que foi realizada principalmente sob o nome de Jesus. A maior parte do significado do nome de Jesus e a obra que Ele fez estão registradas no Novo Testamento.

de ‘Concernente à Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

5. Se você deseja ver a obra da Era da Lei e como os israelitas seguiram o caminho de Jeová, deve ler o Antigo Testamento; se deseja entender a obra da Era da Graça, deve ler o Novo Testamento. Mas, como você vê a obra dos últimos dias? Você deve aceitar a liderança do Deus de hoje e entrar na obra de hoje, pois esta é a nova obra, e ninguém a registrou anteriormente na Bíblia. Hoje, Deus encarnou e selecionou outros escolhidos na China. Deus opera nessas pessoas, Ele continua a partir de Sua obra na terra, continua a partir da obra da Era da Graça. A obra de hoje é um caminho que o homem nunca trilhou, e que ninguém jamais viu. É obra que nunca foi feita antes – é a mais recente obra de Deus na terra. Assim, uma obra que nunca foi feita antes não é história, porque agora é agora, e ainda não se tornou o passado. As pessoas não sabem que Deus fez uma obra maior e mais recente na terra e fora de Israel, e que já foi além do escopo de Israel, além das previsões dos profetas, uma obra nova e maravilhosa fora das profecias, obra mais nova além de Israel, obra que as pessoas não podem perceber nem imaginar. Como a Bíblia poderia conter registros explícitos de tal obra? Quem poderia ter registrado cada pedacinho da obra de hoje, sem omissão, antecipadamente? Quem poderia registrar essa obra mais poderosa e mais sábia, que desafia as convenções, contida no velho livro mofado? A obra de hoje não é história e, como tal, se você deseja seguir o novo caminho de hoje deve se separar da Bíblia, deve ir além dos livros de profecia ou de história contidos na Bíblia. Só então você será capaz de percorrer o novo caminho corretamente, e só então você poderá entrar no novo reino e na nova obra. Você deve entender por que, hoje, pede-se que você não leia a Bíblia, porque há outra obra que é separada da Bíblia, porque Deus não procura uma prática mais nova e mais detalhada na Bíblia, porque, em vez disso, há uma obra mais poderosa fora da Bíblia. Isso é tudo o que vocês devem entender. Você deve saber a diferença entre a obra antiga e a nova, e mesmo que não leia a Bíblia, deve ser capaz de dissecá-la; se não, você ainda adorará a Bíblia e será difícil entrar na nova obra e passar por novas mudanças.

de ‘Concernente à Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

6. Como existe um caminho mais elevado, por que estudar esse caminho baixo e desatualizado? Como existem mais novos enunciados e obras mais recentes, por que viver em meio a registros históricos antigos? Os novos enunciados podem prover por você, o que prova que esta é a nova obra; os registros antigos não podem satisfazê-lo ou satisfazer suas necessidades atuais, o que prova que são história e não a obra do aqui e agora. O caminho mais elevado é a obra mais nova, e com a obra nova, não importa quão alto que seja o caminho do passado, ele ainda é a história das reflexões das pessoas, e não importa seu valor como referência, ele ainda é o caminho antigo. Embora esteja registrado no “livro sagrado”, o antigo caminho é história; mesmo que não haja registro disso no “livro sagrado”, o novo caminho é o do aqui e agora. Este caminho pode salvar e mudar você, pois esta é a obra do Espírito Santo.

de ‘Concernente à Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

7. A Bíblia é um livro histórico, e se você tivesse comido e bebido o Antigo Testamento durante a Era da Graça – se você tivesse posto em prática o que era necessário no tempo do Antigo Testamento durante a Era da Graça – Jesus teria rejeitado e condenado você; se você tivesse aplicado o Antigo Testamento à obra de Jesus, teria sido fariseu. Se, hoje, você juntar o Antigo e o Novo Testamentos para comer, beber e praticar, o Deus de hoje o condenará; você ficará para trás da obra do Espírito Santo de hoje! Se você come o Antigo Testamento e o Novo Testamento, está fora da corrente do Espírito Santo! Durante a época de Jesus, Ele liderou os judeus e todos os que O seguiram de acordo com a obra do Espírito Santo Nele, à época. Ele não utilizou a Bíblia como a base do que Ele fez, mas falou de acordo com Sua obra; Ele não prestou atenção ao que a Bíblia dizia, nem procurou na Bíblia um caminho para liderar Seus seguidores. Do momento em que iniciou sua obra, Ele espalhou o caminho do arrependimento – uma palavra que nunca foi mencionada nas profecias do Antigo Testamento. Não apenas Ele não agiu de acordo com a Bíblia, mas também liderou um novo caminho e fez uma nova obra. Ele nunca fez referência à Bíblia ao pregar. Durante a Era da Lei, ninguém jamais foi capaz de realizar os milagres Dele, de curar os enfermos e expulsar demônios. Sua obra, Seus ensinamentos, Sua autoridade – ninguém fez isso durante a Era da Lei. Jesus simplesmente fez Sua mais nova obra, e embora muitas pessoas O condenassem utilizando a Bíblia – e utilizaram até mesmo o Antigo Testamento para crucificá-Lo – Sua obra ultrapassou o Antigo Testamento; se assim não fosse, por que as pessoas O pregaram na cruz? Não foi porque nada havia no Antigo Testamento a respeito de Seus ensinamentos e Sua capacidade de curar os doentes e expulsar os demônios? Sua obra foi para liderar um novo caminho, não para deliberadamente escolher uma luta contra a Bíblia ou dispensar o Antigo Testamento intencionalmente. Ele simplesmente veio para realizar Seu ministério, trazer a nova obra àqueles que O desejavam e procuravam. Ele não veio para explicar o Antigo Testamento ou defender sua obra. Sua obra não buscava permitir que a Era da Lei continuasse se desenvolvendo, pois ela não levava em conta se era baseada na Bíblia; Jesus simplesmente veio para fazer a obra que Ele deveria fazer. Assim, Ele não explicou as profecias do Antigo Testamento, nem trabalhou de acordo com as palavras da Era da Lei do Antigo Testamento. Ele ignorou o que o Antigo Testamento dizia, não Se importava se estava de acordo com Sua obra, e não Se importava com o que outros sabiam sobre Sua obra, ou como eles a condenavam. Ele simplesmente continuou fazendo a obra que deveria fazer, mesmo que muitas pessoas utilizassem as previsões dos profetas do Antigo Testamento para condená-Lo. Para as pessoas, parecia que Sua obra não tinha base, e uma boa parte dela estava em desacordo com os registros do Antigo Testamento. Isso não é loucura? A doutrina precisa ser aplicada à obra de Deus? E ela deve estar de acordo com as profecias dos profetas? Afinal, o que é maior: Deus ou a Bíblia? Por que a obra de Deus deve estar de acordo com a Bíblia? Será que Deus não tem o direito de ir além da Bíblia? Deus não pode Se afastar da Bíblia e fazer outra obra? Por que Jesus e Seus discípulos não guardavam o sábado? Se guardasse o sábado e a prática de acordo com os mandamentos do Antigo Testamento, por que Jesus não guardou o sábado depois que veio, mas, em vez disso, lavou os pés, cobriu a cabeça, partiu o pão e bebeu vinho? Tudo isso não está ausente dos mandamentos do Antigo Testamento? Se Jesus honrava o Antigo Testamento, por que Ele desafiou essas doutrinas? Você deve saber qual veio primeiro, Deus ou a Bíblia! Sendo o Senhor do sábado, Ele não poderia também ser o Senhor da Bíblia?

de ‘Concernente à Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

8. A Bíblia também é chamada de Antigo e Novo Testamento. Vocês sabem a que “testamento” se refere? O “testamento” no Antigo Testamento vem da aliança de Jeová com o povo de Israel quando Ele matou os egípcios e salvou os israelitas de faraó. Naturalmente, a prova dessa aliança era o sangue do cordeiro manchado nas vergas, por meio do qual Deus estabeleceu uma aliança com o homem, em que se dizia que todos os que tinham sangue de cordeiro no topo e nos lados da ombreira da porta eram israelitas, o povo escolhido de Deus, e todos seriam poupados por Jeová (pois Jeová estava prestes a matar todos os filhos primogênitos do Egito e primogênitos das ovelhas e do gado). Essa aliança tem dois níveis de significado. Nenhuma pessoa ou gado do Egito seria libertado por Jeová; Ele mataria todos os seus filhos primogênitos e os primogênitos de ovelhas e gado. Assim, em muitos livros de profecia, foi predito que os egípcios seriam severamente castigados como resultado da aliança de Jeová. Esse é o primeiro nível de significado. Jeová matou os filhos primogênitos do Egito e os primogênitos de todo o seu gado, e poupou a todos os israelitas, o que significava que todos os que eram da terra de Israel eram valorizados por Jeová e todos seriam poupados; Ele desejava fazer uma obra de longa duração neles e estabeleceu a aliança com eles usando sangue de cordeiro. A partir de então, Jeová não mataria os israelitas e disse que eles seriam para sempre os Seus escolhidos. Entre as doze tribos de Israel, Ele iria embarcar em Sua obra para toda a Era da Lei, Ele abriria todas as Suas leis para os israelitas, escolheria entre eles profetas e juízes, e eles estariam no centro de Sua obra. Ele fez uma aliança com eles: a menos que a era mudasse, Ele operaria apenas entre os escolhidos. A aliança de Jeová era imutável, porque foi feita em sangue e estabelecida com o povo escolhido Dele. Mais importante, Ele havia escolhido um escopo e um alvo apropriados, por meio dos quais embarcou em Sua obra para toda a era, e assim, as pessoas viram a aliança como muito importante. Esse é o segundo nível de significado da aliança. Com exceção do Gênesis, que ocorreu antes do estabelecimento da aliança, todos os outros livros do Antigo Testamento registram a obra entre os israelitas após o estabelecimento da aliança. É claro que existem relatos ocasionais dos gentios, mas no geral, o Antigo Testamento documenta a obra de Deus em Israel. Por causa da aliança de Jeová com os israelitas, os livros escritos durante a Era da Lei são chamados de “Antigo Testamento”. Eles têm o nome da aliança de Jeová com os israelitas.

de ‘Concernente à Bíblia (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

9. O Novo Testamento recebeu o nome do sangue derramado por Jesus na cruz e Sua aliança com todos aqueles que creram Nele. A aliança de Jesus foi essa: as pessoas tinham, apenas, que crer Nele para que seus pecados fossem perdoados por Seu derramamento de sangue, e assim, seriam salvas e renasceriam por meio Dele, e não mais seriam pecadoras; as pessoas tinham, apenas, que crer Nele para receber Sua graça e não sofreriam no inferno depois que morressem. Todos os livros escritos durante a Era da Graça vieram depois dessa aliança, e todos eles documentam a obra e as declarações contidas nela. Eles não vão além da salvação da crucificação do Senhor Jesus ou da aliança; todos eles são livros escritos pelos irmãos no Senhor, que tiveram experiências. Assim, esses livros também recebem o nome de uma aliança: Eles são chamados de Novo Testamento. Esses dois testamentos incluem apenas a Era da Graça e a Era da Lei e não têm conexão com a era final. Assim, a Bíblia não é de grande utilidade para o povo dos últimos dias hoje. No máximo, serve como uma referência provisória, mas basicamente tem pouco valor de uso.

de ‘Concernente à Bíblia (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

10. Nem tudo contido na Bíblia é um registro das palavras pronunciadas pessoalmente por Deus. A Bíblia simplesmente documenta os dois estágios prévios da obra de Deus, dos quais uma parte é um registro das previsões dos profetas, enquanto a outra as experiências e conhecimentos escritos por pessoas empregadas por Deus ao longo das eras. Experiências humanas estão contaminadas com opiniões e conhecimentos humanos, o que é inevitável. Em muitos dos livros da Bíblia, há conceitos e preconceitos humanos e interpretações humanas absurdas. É claro que a maioria das palavras resulta da iluminação e esclarecimento do Espírito Santo, e elas são interpretações corretas, mas ainda assim, não se pode dizer que são expressões inteiramente corretas da verdade. Suas visões sobre certas coisas não passam de conhecimento pela experiência pessoal ou da iluminação pelo Espírito Santo. As previsões dos profetas foram instruídas pessoalmente por Deus: as profecias de Isaías, Daniel, Esdras, Jeremias e Ezequiel vieram da instrução direta do Espírito Santo; essas pessoas eram videntes, haviam recebido o Espírito de profecia, todas eram profetas do Antigo Testamento. Durante a Era da Lei, essas pessoas que haviam recebido as inspirações de Jeová fizeram muitas profecias instruídas diretamente por Jeová. E por que Jeová trabalhou nelas? Porque o povo de Israel era o povo escolhido de Deus: o trabalho dos profetas tinha que ser feito entre eles, e eles estavam qualificados para receber tais revelações. De fato, eles mesmos não entendiam as revelações de Deus para eles. O Espírito Santo proferiu aquelas palavras através de suas bocas para que as pessoas do futuro pudessem compreender aquelas coisas e ver que elas realmente eram obra do Espírito de Deus, do Espírito Santo, não vieram do homem, e para dar a elas a confirmação da obra do Espírito Santo.

de ‘Concernente à Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

11. Hoje, as pessoas acreditam que a Bíblia é Deus e que Deus é a Bíblia. Então, também acreditam que todas as palavras da Bíblia foram as únicas palavras que Deus proferiu e que todas elas foram ditas por Deus. Aqueles que creem em Deus pensam até que embora todos os sessenta e seis livros do Antigo e Novo Testamentos tenham sido escritos por pessoas, todos foram inspirados por Deus e são um registro das declarações do Espírito Santo. Esta é a interpretação errônea das pessoas, e não corresponde inteiramente aos fatos. Na verdade, à parte dos livros de profecia, a maior parte do Antigo Testamento é um registro histórico. Algumas das epístolas do Novo Testamento vêm das experiências das pessoas, enquanto algumas da iluminação do Espírito Santo; as epístolas paulinas, por exemplo, surgiram do trabalho de um homem, todas resultaram da iluminação do Espírito Santo e foram escritas para as igrejas, eram palavras de exortação e encorajamento para os irmãos das igrejas. Não eram palavras ditas pelo Espírito Santo; Paulo não podia falar em nome do Espírito Santo, nem era ele um profeta, muito menos teve visões. Suas epístolas foram escritas para as igrejas de Éfeso, Filadélfia, Galácia e outras. E, assim, as epístolas paulinas do Novo Testamento são epístolas que Paulo escreveu para as igrejas, e não inspirações do Espírito Santo, nem são declarações diretas do Espírito Santo. Elas são apenas palavras de exortação, conforto e encorajamento que ele escreveu para as igrejas durante o curso de seu trabalho. Então, também são um registro de grande parte do trabalho de Paulo na época. Elas foram escritas para todos os irmãos no Senhor para fazer com que os irmãos de todas as igrejas da época seguissem seus conselhos e respeitassem todos os caminhos do Senhor Jesus. De modo algum Paulo disse que, fossem as igrejas da época ou do futuro, todos deveriam comer e beber as coisas dele, nem disse que todas as suas palavras vieram de Deus. De acordo com as circunstâncias da igreja da época, ele simplesmente comungou com os irmãos, exortou-os e inspirou crença neles; e simplesmente pregou ou lembrou as pessoas e as exortou. Suas palavras eram baseadas em seu próprio fardo, e ele deu apoio ao povo através dessas palavras. Ele fez o trabalho de um apóstolo das igrejas daquele tempo, era um obreiro utilizado pelo Senhor Jesus e, assim, recebeu a responsabilidade pelas igrejas, foi encarregado de realizar o trabalho das igrejas, teve que aprender sobre as situações dos irmãos e, por isso, escreveu epístolas para todos os irmãos no Senhor. Tudo o que ele disse que era edificante e positivo para as pessoas estava certo, mas não representava as declarações do Espírito Santo, e ele não podia representar Deus. É um entendimento deplorável e uma tremenda blasfêmia as pessoas tratarem os registros das experiências e as epístolas de um homem como palavras ditas às igrejas pelo Espírito Santo! Isso é particularmente verdadeiro quando se trata das epístolas que Paulo escreveu para as igrejas, pois suas epístolas foram escritas para os irmãos com base nas circunstâncias e situação de cada igreja, na época, para exortar os irmãos no Senhor, para que pudessem receber a graça do Senhor Jesus. Suas epístolas tinham o objetivo de despertar os irmãos da época. Pode-se dizer que essa era sua obrigação e a responsabilidade que lhe foi dada pelo Espírito Santo; afinal, ele era um apóstolo que liderava as igrejas da época, que escrevia epístolas para as igrejas e exortava-as – essa era sua responsabilidade. Sua identidade era meramente a de um apóstolo obreiro, e ele era somente um apóstolo que foi enviado por Deus; Ele não era um profeta, nem um preditor. Então, para ele, seu próprio trabalho e as vidas dos irmãos eram de extrema importância. Assim, ele não podia falar em nome do Espírito Santo. Suas palavras não eram as palavras do Espírito Santo, muito menos pode-se dizer que elas eram palavras de Deus, pois Paulo não era mais do que uma criatura de Deus, e certamente não era a encarnação de Deus. Sua identidade não era a mesma que a de Jesus. As palavras de Jesus eram as palavras do Espírito Santo, as palavras de Deus, pois a Sua identidade era a de Cristo, o Filho de Deus. Como Paulo poderia ser igual a Ele? Se as pessoas consideram as epístolas ou palavras como as de Paulo como declarações do Espírito Santo e as adoram como Deus, só se pode dizer que lhes falta muito senso crítico. Para falar de forma mais áspera, será que isso não passa de blasfêmia? Como um homem poderia falar em nome de Deus? E como as pessoas podem se curvar diante dos registros de suas epístolas e das palavras que ele falou como se fossem um livro sagrado ou um livro celestial? Poderiam as palavras de Deus ser proferidas casualmente por um homem? Como um homem poderia falar em nome de Deus? Assim, o que você acha: as epístolas que ele escreveu para as igrejas não podem estar contaminadas com suas próprias ideias? Como podem não estar adulteradas com ideias humanas? Ele escreveu epístolas para as igrejas com base em suas experiências pessoais e no âmbito de sua própria vida. Por exemplo, Paulo escreveu uma epístola às igrejas da Galácia que continha uma certa opinião, já Pedro escreveu outra e ele tinha outra opinião. Qual delas veio do Espírito Santo? Ninguém pode afirmar com certeza. Assim, só se pode dizer que ambos carregavam um fardo pelas igrejas, e ainda que suas cartas representem sua estatura, elas representam sua provisão e apoio para os irmãos e seu fardo para as igrejas, e representam apenas trabalho humano; não vieram inteiramente do Espírito Santo. Se você diz que as epístolas dele são as palavras do Espírito Santo, você é absurdo e comete blasfêmia! As epístolas paulinas e as outras epístolas do Novo Testamento são equivalentes às memórias das personalidades espirituais mais recentes. Estão em pé de igualdade com os livros de Watchman Nee ou as experiências de Lawrence, e assim por diante. A diferença é apenas que os livros de personalidades espirituais recentes não estão compilados no Novo Testamento, embora a substância dessas pessoas seja a mesma: foram pessoas utilizadas pelo Espírito Santo durante um determinado período, e não podiam representar diretamente a Deus.

de ‘Concernente à Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

12. O Evangelho de Mateus, do Novo Testamento, documenta a genealogia de Jesus. No início, ele diz que Jesus era descendente de Abraão, o filho de Davi, e filho de José; em seguida, diz que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo e nasceu de uma virgem, o que significaria que Ele não era filho de José ou descendente de Abraão, que não era filho de Davi. A genealogia, porém, insiste em associar Jesus a José. Em seguida, a genealogia começa a registrar o processo pelo qual Jesus nasceu. Ela diz que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu de uma virgem e não é filho de José. No entanto, na genealogia está escrito claramente que Jesus era filho de José, e porque a genealogia foi escrita para Jesus, ela registra quarenta e duas gerações. Quando trata da geração de José, ela diz apressadamente que José era o marido de Maria, palavras utilizadas para provar que Jesus era descendente de Abraão. Isso não é uma contradição? A genealogia documenta claramente a ascendência de José, ela é obviamente a genealogia de José, mas Mateus insiste que é a de Jesus. Isso não nega o fato da concepção de Jesus pelo Espírito Santo? Assim, a genealogia de Mateus não seria uma ideia humana? É ridículo! Dessa forma, sabe-se que esse livro não veio inteiramente do Espírito Santo. Talvez existam algumas pessoas que pensam que Deus deve ter uma genealogia na Terra, e, assim, afirmam que Jesus é a quadragésima segunda geração de Abraão. Isso é realmente ridículo! Depois de chegar à Terra, como Deus poderia ter uma genealogia? Se você diz que Deus tem uma genealogia, você não O classifica entre as criaturas de Deus? Porque Deus não é da Terra, Ele é o Senhor da criação, e embora Ele seja encarnado, não é da mesma essência que o homem. Como você pode classificar Deus como sendo do mesmo tipo que uma criatura de Deus? Abraão não pode representar a Deus; ele foi o objeto da obra de Jeová na época, meramente um servo fiel aprovado por Jeová, um membro do povo de Israel. Como ele poderia ser um ancestral de Jesus?

de ‘Concernente à Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

13. Os livros do evangelho do Novo Testamento foram registrados vinte a trinta anos depois que Jesus foi crucificado. Antes, o povo de Israel lia apenas o Antigo Testamento. Em outras palavras, na Era da Graça, as pessoas liam o Antigo Testamento. O Novo Testamento só apareceu durante a Era da Graça. O Novo Testamento não existia quando Jesus trabalhava; as pessoas registraram Sua obra depois que Ele ressuscitou e ascendeu ao céu. Só então os Quatro Evangelhos passaram a existir, e além deles também as epístolas de Paulo e Pedro e o livro do Apocalipse. Apenas mais de trezentos anos depois que Jesus ascendeu ao céu, quando as gerações subsequentes reuniram seus registros, passou a existir o Novo Testamento. Somente depois que essa obra foi concluída surgiu o Novo Testamento; ele não existia anteriormente. Deus havia feito toda a obra, o apóstolo Paulo tinha feito todo o trabalho, e depois as epístolas de Paulo e Pedro foram reunidas, e a grandiosa visão registrada por João, na ilha de Patmos, foi colocada por último, pois profetizava a obra dos últimos dias. Estes foram arranjos das gerações posteriores, e são diferentes dos enunciados de hoje. O que está registrado hoje está de acordo com as fases da obra de Deus; aquilo com que as pessoas se envolvem hoje é a obra feita pessoalmente por Deus, e as palavras proferidas pessoalmente por Ele. Você não precisa interferir – as palavras, que vêm diretamente do Espírito, foram arranjadas passo a passo e são diferentes dos arranjos dos registros do homem. O que registraram, pode-se dizer, estava de acordo com seu nível educacional e com o calibre humano. O que registraram foram as experiências dos homens, cada um tinha seus próprios meios de registro e conhecimento, e cada registro era diferente. Assim, se você adora a Bíblia como Deus, você é extremamente ignorante e tolo! Por que você não busca a obra do Deus de hoje? Somente a obra de Deus pode salvar o homem. A Bíblia não pode salvar o homem, ela não mudou nada ao longo dos milhares de anos, e se você adorar a Bíblia, nunca obterá a obra do Espírito Santo.

de ‘Concernente à Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

14. Muitas pessoas acreditam que entender e ser capaz de interpretar a Bíblia é o mesmo que encontrar o caminho verdadeiro – mas, na verdade, será que as coisas são tão simples assim? Ninguém conhece a realidade da Bíblia: que não é mais do que um registro histórico da obra de Deus e um testamento dos dois estágios anteriores da obra de Deus, e não oferece uma compreensão dos objetivos da obra de Deus. Todo mundo que leu a Bíblia sabe que documenta os dois estágios da obra de Deus durante a Era da Lei e a Era da Graça. O Antigo Testamento narra a história de Israel e a obra de Jeová desde o tempo da criação até o fim da Era da Lei. O Novo Testamento registra a obra de Jesus na terra que está nos Quatro Evangelhos, bem como a obra de Paulo; eles não são registros históricos? Mencionar fatos passados, hoje, os torna história e não importa quão verdadeiros ou reais eles possam ser, ainda são história – e a história não pode abordar o presente. Pois Deus não olha para trás na história! E assim, se você apenas entender a Bíblia e não entender nada da obra que Deus pretende realizar hoje, e se você acredita em Deus, mas não busca a obra do Espírito Santo, você não entende o que significa procurar Deus. Se você lê a Bíblia para estudar a história de Israel, para pesquisar a história da criação de Deus de todos os céus e da terra, então, você não acredita em Deus. Mas, hoje, uma vez que você acredita em Deus e persegue a vida, uma vez que você busca o conhecimento de Deus e não persegue letras e doutrinas mortas, nem um entendimento da história, você deve procurar tanto a vontade de Deus de hoje como a direção da obra do Espírito Santo. Se fosse um arqueólogo, você poderia ler a Bíblia – mas você não é, você é um daqueles que acreditam em Deus e seria melhor buscar a vontade de Deus de hoje.

de ‘Concernente à Bíblia (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

15. A Bíblia é um registro histórico da obra de Deus em Israel e documenta muitas das predições dos profetas antigos, bem como algumas das declarações de Jeová em Sua obra naquele tempo. Assim, todas as pessoas consideram esse livro como santo (pois Deus é santo e grandioso). Naturalmente, tudo isso é um resultado de sua reverência por Jeová e sua adoração por Deus. As pessoas se referem a esse livro dessa maneira apenas porque as criaturas de Deus são grandes adoradoras do seu Criador, e existem mesmo aqueles que chamam esse livro de um livro celestial. Na verdade, é meramente um registro humano. Não foi nomeado pessoalmente por Jeová, nem Jeová pessoalmente guiou sua criação. Em outras palavras, o autor deste livro não é Deus, mas os homens. A Bíblia Sagrada é apenas o título respeitoso que lhe é dado pelo homem. Este título não foi decidido por Jeová e Jesus depois que discutiram entre si; não é mais do que uma ideia humana. Pois este livro não foi escrito por Jeová e muito menos por Jesus. Em vez disso, são os relatos de muitos profetas antigos, apóstolos e videntes, que foram compilados por gerações posteriores em um livro de escritos antigos que, para as pessoas, parece especialmente sagrado, um livro que eles acreditam conter muitos mistérios insondáveis e profundos que estão esperando para serem desvendados pelas gerações futuras. Como tal, as pessoas estão ainda mais predispostas a acreditar que este livro é um livro celestial. Com a adição dos Quatro Evangelhos e do Livro do Apocalipse, a atitude das pessoas em relação a ele é particularmente diferente de qualquer outro livro e, portanto, ninguém se atreve a analisar esse livro celestial – porque é muito sagrado.

de ‘Concernente à Bíblia (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

16. Hoje, Eu estou analisando a Bíblia dessa maneira e isso não significa que a odeio ou negue seu valor como referência. Estou explicando o valor inerente e as origens da Bíblia para você para impedir que seja mantido no escuro. Pois as pessoas têm muitas visões sobre a Bíblia e a maioria delas está errada; ler a Bíblia dessa forma não só as impede de ganhar o que devem, mas, mais importante ainda, dificulta a obra que pretendo realizar. É um tremendo incômodo para a obra do futuro e oferece apenas inconvenientes, não vantagens. Assim, o que ensino a você é simplesmente a essência e a história interna da Bíblia. Não estou pedindo que você não leia a Bíblia ou que saia por ai proclamando que ela é totalmente desprovida de valor, mas que você tenha o conhecimento e a visão corretas da Bíblia. Não seja tão unilateral! Embora a Bíblia seja um livro de história que foi escrito por homens, também documenta muitos dos princípios pelos quais os santos e profetas antigos serviram a Deus, e as experiências dos apóstolos recentes em servir a Deus – todas as quais foram realmente vistas e conhecidas por essas pessoas e podem servir de referência para as pessoas desta era na busca do verdadeiro caminho. Assim, ao ler a Bíblia, as pessoas também podem ganhar muitos caminhos de vida que não podem ser encontradas em outros livros. Esses caminhos são os caminhos de vida da obra do Espírito Santo experimentadas por profetas e apóstolos em épocas passadas, e muitas das palavras são preciosas e podem fornecer o que as pessoas precisam. Desta forma, todas as pessoas gostam de ler a Bíblia. Porque tem muita coisa oculta na Bíblia, as visões das pessoas em relação a ela são diferentes daquelas em relação aos escritos de grandes figuras espirituais. A Bíblia é um registro e uma coletânea das experiências e conhecimentos das pessoas que serviram a Jeová e a Jesus na antiga e na nova eras, de modo que as gerações posteriores conseguiram obter muito esclarecimento, iluminação, e caminhos para praticar a partir dela. A razão pela qual a Bíblia é mais elevada do que os escritos de qualquer grande figura espiritual é porque todos os seus escritos foram retirados da Bíblia, suas experiências vêm da Bíblia e todos eles explicam a Bíblia. E, assim, embora as pessoas possam obter provisões dos livros de qualquer grande figura espiritual, elas ainda adoram a Bíblia porque parece tão elevada e profunda para elas! Embora a Bíblia reúna alguns dos livros das palavras de vida, como as epístolas paulinas e as petrinas, e embora as pessoas possam ser providas e auxiliadas por esses livros, eles ainda estão desatualizados e ainda pertecem à era antiga, e não importam seus benefícios, são apenas adequados por um período e não são eternos. Pois a obra de Deus está sempre em desenvolvimento e não pode simplesmente parar no tempo de Paulo e Pedro, ou permanecer sempre na Era da Graça, quando Jesus foi crucificado. E assim, esses livros são apenas adequados para a Era da Graça, não para a Era do Reino dos últimos dias. Eles só podem prover os crentes da Era da Graça, não os santos da Era do Reino e não importa o quanto eles sejam bons, eles ainda são obsoletos. Dá-se o mesmo com a obra de criação de Jeová ou a Sua obra em Israel: não importa o quão grande essa obra era, ainda estava desatualizada, e o tempo ainda viria quando ela passasse. A obra de Deus também é a mesma: é grandiosa, mas chegará um momento em que acabará; ela não pode permanecer para sempre no meio da obra da criação, nem entre aquela da crucificação. Não importa o quão convincente a obra da crucificação seja, não importa quão eficaz seja na derrota de Satanás, a obra, afinal, ainda é uma obra, e as eras, afinal, ainda são eras; a obra nem sempre pode permanecer no mesmo fundamento, nem os tempos nunca podem mudar, porque houve a criação e deve haver os últimos dias. Isso é inevitável! Assim, hoje as palavras de vida do Novo Testamento – as epístolas dos apóstolos e os Quatro Evangelhos – tornaram-se livros históricos, tornaram-se velhos almanaques, e como os antigos almanaques podem levar as pessoas à nova era? Não importa quão capazes esses almanaques sejam de proporcionar vida às pessoas, não importa quão capazes sejam de liderar as pessoas na cruz, eles não estão desatualizados? Não são desprovidos de valor? Portanto, Eu digo que você não deve acreditar cegamente nesses almanaques. Eles são muito antigos, não podem trazê-lo para a nova obra e só irão sobrecarregá-lo. Não só eles não podem trazê-lo para a nova obra, nem para a nova entrada, mas eles o levam às antigas igrejas religiosas – e, nesse caso, você não estará regredindo em sua crença em Deus?

de ‘Concernente à Bíblia (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

17. Entender a Bíblia, entender a história, mas não compreender o que o Espírito Santo está realizando hoje – isso é errado! Você fez muito bem em estudar história, fez um ótimo trabalho, mas nada entende da obra que o Espírito Santo realiza hoje. Isso não é loucura? Outras pessoas lhe perguntam: “O que Deus está realizando hoje? Em que você deve entrar hoje? Como vai sua busca de vida? Você compreende a vontade de Deus?” Você não terá resposta para o que eles perguntarem – então, o que você sabe? Você dirá: Só estou ciente de que devo virar as costas para a carne e me conhecer. E se eles perguntarem: “Do que mais você está ciente?”, você dirá que também sabe obedecer todos os arranjos de Deus e entende um pouco da história da Bíblia, e isso é tudo. Isso é tudo o que você ganhou ao acreditar em Deus todos esses anos? Se isso é tudo que você entende, você não aprendeu muito.

de ‘Concernente à Bíblia (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Anterior:Seleção das três passagens da palavra de Deus sobre “A visão da obra de Deus”

Próximo:Seleção das quatro passagens da palavra de Deus sobre “O mistério da encarnação”

Coisas que talvez lhe interessem