Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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I. É preciso dar testemunho do aspecto da verdade acerca da encarnação de Deus

2. O que é a encarnação? Qual é a substância da encarnação?

Versos da Bíblia para referência:

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai” (João 1:14).

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14:6).

Respondeu-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe? Quem me viu a mim, viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras. Crede-me que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras” (Jhn 14:9-11).

Eu e o Pai somos um” (João 10:30).

Palavras de Deus relevantes:

O significado de encarnação é que Deus Se manifesta em carne e Ele vem para trabalhar entre os homens de Sua criação na imagem da carne. Assim, para Deus Se encarnar, Ele precisa primeiro ser carne, carne com humanidade normal; isto, pelo menos, deve ser verdade. De fato, a implicação da encarnação de Deus é que Ele vive e trabalha na carne. Deus, em Sua essência, se tornou carne, se tornou homem.

de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

O Cristo com a humanidade normal é uma carne na qual o Espírito é materializado, possuindo a humanidade normal, senso normal e pensamento humano. “Ser materializado” significa Deus Se tornar homem, o Espírito se tornar carne. Para ser claro, é quando o Próprio Deus habita uma carne com humana normal, e através dela expressa a Sua obra divina – isto é o que significa ser materializado ou encarnado.

de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Deus tornado carne é chamado de Cristo, logo, o Cristo capaz de dar a verdade às pessoas é chamado de Deus. Não há exagero nenhum nisso, uma vez que Ele possui a substância de Deus e possui o caráter de Deus, e sabedoria em Sua obra, que são inatingíveis pelo homem. São impostores aqueles que se dizem Cristo, mas não podem fazer o trabalho de Deus. Cristo não é simplesmente a manifestação de Deus na terra, mas sim a carne específica de que Deus se reveste enquanto realiza e conclui Sua obra entre os homens. Essa carne não é passível de ser substituída por qualquer homem, mas é capaz de encarregar-se adequadamente da obra de Deus na terra, de expressar o caráter de Deus, de bem representar Deus e de fornecer vida ao homem.

de ‘Só o Cristo dos últimos dias pode dar ao homem o caminho de vida eterna’ em “A Palavra manifesta em carne”

Porque Ele é um homem com a essência de Deus, Ele está acima de todos os seres humanos criados, acima de qualquer homem que possa realizar a obra de Deus. E assim, entre todos aqueles que possuem uma casca humana como o Dele, entre todos os que possuem a humanidade, somente Ele é o Próprio Deus encarnado – todos os outros são seres humanos criados. Ainda que todos tenham humanidade, as criaturas humanas não são nada além de humanos, enquanto o Deus encarnado é diferente: em Sua carne Ele não apenas tem a humanidade, mas, o que é mais importante, tem a divindade. Sua humanidade pode ser vista em Sua aparência exterior e em Sua vida diária, mas Sua divindade era difícil de perceber. Porque Sua divindade somente é expressa enquanto Ele tem humanidade, e não é tão sobrenatural quanto as pessoas imaginam que seja, fica extremamente difícil para as pessoas perceberem. [...] uma vez que Deus se torna carne, Sua essência é uma combinação de humanidade e divindade. Essa combinação é chamada de Próprio Deus, Próprio Deus na terra.

de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Sua vida e obra encarnadas podem ser divididas em dois estágios. Primeiro vem a vida que Ele teve antes de exercer o Seu ministério. Ele viveu em uma família humana comum, em uma humanidade totalmente normal, obedecendo à moral e às leis normais da vida humana, com necessidades humanas normais (comida, roupas, abrigo, sono), fraquezas humanas normais e emoções humanas normais. Em outras palavras, durante o primeiro estágio, Ele vive em uma humanidade não divina, completamente normal, engajado em todas as atividades humanas normais. O segundo estágio é a vida que Ele tem depois de começar a exercer o Seu ministério. Ele ainda habita em uma humanidade comum, com uma casca física normal, não mostrando nenhum sinal exterior do sobrenatural. Contudo, Ele vive exclusivamente para o bem do Seu ministério e, durante este tempo, Sua humanidade normal existe inteiramente a serviço da obra normal de Sua divindade; isso porque, então, a Sua humanidade normal amadureceu até ao ponto em que estava capacitado para exercer o Seu ministério. Assim, o segundo estágio de Sua vida consiste em exercer o Seu ministério em Sua humanidade normal, é uma vida tanto de humanidade normal quanto de completa divindade. A razão pela qual, durante o primeiro estágio de Sua vida, Ele viveu em uma humanidade completamente comum é que Sua humanidade ainda não é igual à totalidade da obra divina, ainda não está madura; somente depois que Sua humanidade amadurece, torna-se capaz de assumir o Seu ministério, Ele pode decidir-se a exercê-lo. Uma vez que, como carne, Ele precisa crescer e amadurecer, o primeiro estágio de Sua vida é o de uma humanidade normal, enquanto que no segundo estágio, porque a Sua humanidade é capaz de realizar a Sua obra e exercer o Seu ministério, a vida que o Deus encarnado tem é tanto de humanidade como de completa divindade. Se, desde o momento de Seu nascimento, o Deus encarnado começasse seriamente o Seu ministério, fazendo sinais e maravilhas, então Ele não teria essência corpórea. Portanto, Sua humanidade existe por causa de Sua essência corpórea; não pode haver carne sem humanidade, e uma pessoa sem humanidade não é um ser humano. Desta forma, a humanidade da carne de Deus é uma propriedade intrínseca da encarnação de Deus. Dizer que “quando Deus se torna carne Ele é totalmente divino, mas não totalmente humano” é uma blasfêmia, porque essa é uma situação impossível de se aceitar, que viola o princípio da encarnação. Mesmo depois que começa a realizar o Seu ministério, Sua divindade continua a habitar a casca exterior humana, enquanto Ele faz a Sua obra; é só que, na época, Sua humanidade serve unicamente ao propósito de permitir que Sua divindade realize a obra através da carne normal. Então, o agente da obra é a divindade que habita em Sua humanidade. É a Sua divindade, não Sua humanidade, a operar, ainda que seja a divindade escondida dentro de Sua humanidade; Sua obra é feita essencialmente por Sua completa divindade, não por Sua humanidade. Mas o executor da obra é a Sua carne. Pode-se dizer que Ele é um homem e também é Deus, pois Deus se torna em um Deus que vive na carne, com uma casca humana e essência humana, mas também com a essência de Deus.

de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

A vida que Jesus viveu na terra era uma vida normal da carne. Ele viveu na humanidade normal da Sua carne. Sua autoridade – para fazer a obra de Deus e anunciar a Palavra de Deus, ou curar os enfermos e expulsar demônios, para fazer tantas outras coisas maravilhosas – não se manifestou, em sua maioria, até que Ele começou o Seu ministério. Sua vida, antes dos vinte e nove anos, antes de Ele exercer o Seu ministério, foi prova suficiente de que Ele era simplesmente carne normal. Por causa disso, e porque Ele ainda não tinha começado a realizar o Seu ministério, as pessoas não viam nada divino Nele, não viam nada mais do que um ser humano normal, um homem comum – como quando, no princípio, algumas pessoas acreditavam ser Ele o filho de José. O povo pensava que Ele era o filho de um homem comum, não havia como dizer que Ele era a encarnação de Deus; mesmo quando, no decorrer do Seu ministério, Ele realizou muitos milagres, a maioria das pessoas ainda dizia que Ele era o filho de José, pois Ele era o Cristo com a casca exterior da humanidade normal. Tanto a Sua humanidade normal como a Sua obra existiram para cumprir o significado da primeira encarnação, provando que Deus havia entrado totalmente na carne, tornando-se um homem totalmente comum. Que Ele teve humanidade normal antes de começar Sua obra foi prova de que Ele era carne comum; e o fato de que Ele operou posteriormente também prova que Ele era carne comum, pois Ele realizou sinais e maravilhas, curou os doentes e expulsou os demônios na carne, com Sua humanidade normal. A razão pela qual Ele podia operar milagres era que Sua carne tinha a autoridade de Deus, era a carne da qual o Espírito de Deus estava revestido. Ele possuía essa autoridade por causa do Espírito de Deus e isso não significava que Ele não era carne. Curar os doentes e expulsar os demônios era a obra que Ele precisava realizar em Seu ministério, uma expressão de Sua divindade escondida em Sua humanidade, e não importava quais sinais Ele mostrasse ou como Ele demonstrasse Sua autoridade, Ele ainda vivia na humanidade normal e continuava a ser carne normal. Até ao ponto em que Ele ressuscitou depois de ter morrido na cruz, Ele habitou dentro de uma carne normal. Conceder graça, curar os enfermos e expulsar os demônios, tudo isso fazia parte de Seu ministério, eram todas obras que Ele realizava em Sua carne normal. Antes de ir para a cruz, nunca Se apartou de Sua carne humana normal, independentemente do que estivesse fazendo. Ele era o Próprio Deus, fazendo a obra que é de Deus, mas porque Ele era a encarnação de Deus, Ele comia, usava roupas, tinha necessidades humanas normais, tinha razão humana normal e uma mente humana normal. Tudo isso era prova de que Ele era um homem normal, que provava que a encarnação de Deus era carne com humanidade normal, não sobrenatural.

de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

A humanidade do Deus encarnado existe para manter a obra divina normal na carne; Seu pensamento humano normal sustenta Sua humanidade normal e todas as Suas atividades corporais normais. Pode-se dizer que o Seu pensamento humano normal existe para sustentar toda a obra de Deus na carne. Se essa carne não possuísse uma mente humana normal, então Deus não poderia operar na carne, e o que Ele precisa fazer na carne nunca poderia ser realizado. Embora o Deus encarnado possua uma mente humana normal, Sua obra não foi adulterada pelo raciocínio humano; Ele empreende a obra na humanidade com uma mente normal, sob a condição prévia de que Ele possui a humanidade com uma mente, não pelo exercício do pensamento humano normal. Não importa quão elevados sejam os pensamentos de Sua carne, Sua obra não carrega a marca da lógica ou do pensamento. Em outras palavras, Sua obra não é concebida pela mente de Sua carne, mas é uma expressão direta da obra divina em Sua humanidade. Toda a Sua obra é o ministério que Ele precisa cumprir, e nada disso é concebido pelo Seu cérebro. Por exemplo, curar os enfermos, expulsar demônios e a crucificação não eram produtos de Sua mente humana, não poderiam ter sido alcançados por qualquer homem com raciocínio meramente humano. Da mesma forma, a obra conquistadora de hoje é um ministério que deve ser realizado pelo Deus encarnado, mas não é obra da vontade humana, é a obra que Sua divindade deve fazer, obra da qual nenhum humano carnal é capaz. Assim, o Deus encarnado deve possuir uma mente humana normal, deve possuir a humanidade normal, porque Ele deve realizar Sua obra na humanidade com uma mente normal. Esta é a essência da obra do Deus encarnado, a própria essência do Deus encarnado.

de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

O Filho do homem encarnado expressou a divindade de Deus através de Sua humanidade e transmitiu a vontade de Deus para a humanidade. E através da expressão da vontade e do caráter de Deus, Ele também revelou às pessoas o Deus que não pode ser visto ou tocado no reino espiritual. O que as pessoas viram foi o Próprio Deus, tangível e em carne e osso. Assim, o Filho do homem encarnado tornou coisas como a identidade, o status, a imagem e o caráter do Próprio Deus e o que Ele tem e é concretas e humanizadas. Embora a aparência externa do Filho do homem tivesse algumas limitações em relação à imagem de Deus, Sua essência e o que Ele tem e é eram plenamente capazes de representar a identidade e o status do Próprio Deus – havia apenas algumas diferenças na forma de expressão. Não importa se é a humanidade do Filho do homem ou a Sua divindade, não podemos negar que Ele representava a Própria identidade e status de Deus. Durante essa época, porém, Deus operava através da carne, falava a partir da perspectiva da carne e Se postava diante da humanidade com a identidade e o status do Filho do homem, e isso deu às pessoas a oportunidade de encontrar e experimentar as verdadeiras palavras e obra de Deus em meio à humanidade. Também permitiu que as pessoas tivessem uma percepção da Sua divindade e grandeza em meio à humildade, que ganhassem também uma compreensão preliminar e uma definição preliminar da autenticidade e da realidade de Deus.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III’ em “A Palavra manifesta em carne”

Embora a aparência do Deus encarnado seja exatamente a mesma que a de um humano, embora Ele aprenda o conhecimento humano e fale a linguagem humana, e às vezes até expresse as Suas ideias através dos meios ou expressões da humanidade, a maneira como Ele vê os humanos, a essência das coisas e a maneira como as pessoas corruptas veem a humanidade e a essência das coisas não são iguais, em absoluto. A perspectiva Dele e a altura em que Ele Se encontra é algo inatingível para uma pessoa corrupta. O motivo disso é que Deus é a verdade, a carne que Ele usa também possui a essência de Deus, e os Seus pensamentos e aquilo que é expresso pela Sua humanidade também são a verdade. […] Não importa quão comum, quão normal, quão humilde seja a carne encarnada de Deus, ou mesmo o quanto as pessoas O desprezem, Seus pensamentos e Sua atitude para com a humanidade são coisas que nenhum homem poderia possuir, e nenhum homem poderia imitar. Ele sempre observará a humanidade da perspectiva da divindade, da altura da Sua posição como o Criador. Ele sempre verá a humanidade através da essência e da mentalidade de Deus. Ele não pode ver a humanidade, em absoluto, a partir da altura de uma pessoa comum e da perspectiva de uma pessoa corrupta. Quando as pessoas olham para a humanidade, elas olham com a visão humana e usam coisas como os conhecimentos humanos e as regras e teorias humanas como medida. Isso está dentro do escopo do que as pessoas podem ver com seus próprios olhos; está dentro do escopo que as pessoas corruptas podem alcançar. Quando Deus olha para a humanidade, Ele olha com visão divina e usa Sua essência e o que Ele tem e é como medida. Este escopo inclui coisas que as pessoas não podem ver, e é aí que o Deus encarnado e os humanos corruptos são completamente diferentes. Essa diferença é determinada pelas essências diferentes dos seres humanos e de Deus, e são essas essências diferentes que determinam suas respectivas identidades e posições, bem como a perspectiva e a altura a partir das quais eles veem as coisas.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III’ em “A Palavra manifesta em carne”

Sua obra e Suas declarações diretamente representam o Espírito, a obra que Ele faz é executada pelo Espírito e as palavras que Ele profere são faladas pelo Espírito. Essas coisas são apenas expressas através do corpo encarnado de Deus; na verdade, elas são a expressão do Espírito. A obra que Ele faz e as palavras que diz representam Sua substância.

de ‘Prática (7)’ em “A Palavra manifesta em carne”

A carne usada pelo Espírito de Deus é a carne do próprio Deus. O Espírito de Deus é supremo; Ele é todo-poderoso, sagrado e justo. Então, da mesma maneira, Sua carne também é suprema, todo-poderosa, sagrada e justa. Essa carne é capaz de fazer só aquilo que é justo e benéfico para a humanidade, aquilo que é sagrado, glorioso e poderoso, e é incapaz de fazer qualquer coisa que viole a verdade ou a moralidade e a justiça, muito menos algo que traia o Espírito de Deus.

de ‘Um problema muito sério: traição (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

O Deus encarnado é chamado de Cristo e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus. Seja Sua humanidade ou divindade, ambas se submetem à vontade do Pai celestial. A substância de Cristo é o Espírito, isto é, a divindade. Portanto, Sua substância é a do Próprio Deus, essa substância não interromperá Sua própria obra e Ele não poderia fazer qualquer coisa que destrua Sua Própria obra, nem jamais pronunciaria palavras que fossem contra Sua Própria vontade. Portanto, o Deus encarnado absolutamente nunca realizaria nenhuma obra que interrompesse o Seu próprio gerenciamento. Isso é o que cada homem deve entender. A essência da obra do Espírito Santo é salvar o homem e é por causa do próprio gerenciamento de Deus. Da mesma forma, a obra de Cristo é salvar o homem e é para o bem da vontade de Deus. Dado que Deus Se torna carne, Ele alcança Sua substância dentro da Sua carne, de modo que ela é suficiente para cumprir Sua obra. Portanto, toda a obra do Espírito de Deus é substituída pela obra de Cristo durante o tempo da encarnação e no cerne de cada obra durante o tempo da encarnação está a obra de Cristo. Ela não pode ser misturada com a obra de qualquer outra era. E já que Deus Se torna carne, Ele trabalha na identidade de Sua carne; uma vez que Ele vem na carne, Ele termina, na carne, o trabalho que deve realizar. Seja o Espírito de Deus ou o de Cristo, ambos são o Próprio Deus e Ele realiza a obra que deve realizar e desempenha o ministério que Ele deve desempenhar.

A própria substância de Deus exerce autoridade, mas Ele é capaz de submeter-Se plenamente à autoridade que vem Dele. Seja a obra do Espírito ou da carne, nenhuma entra em conflito com a outra. O Espírito de Deus é a autoridade sobre toda a criação. A carne com a substância de Deus é também revestida de autoridade, mas Deus na carne pode realizar toda obra que obedece à vontade do Pai celestial. Isso não pode ser alcançado ou concebido por qualquer homem. O Próprio Deus é autoridade, mas Sua carne pode submeter-se a Sua autoridade. Este é o significado interior das palavras: “Cristo obedece a vontade de Deus, o Pai”. Deus é um Espírito e pode realizar a obra da salvação, da mesma forma que Deus pode tornar-Se homem. De qualquer maneira, Deus Mesmo realiza Sua Própria obra, Ele não interrompe nem interfere, muito menos realiza obras que são mutuamente conflitantes, pois a substância da obra realizada pelo Espírito e a carne são semelhantes. Seja Espírito ou a carne, ambos trabalham para cumprir uma vontade e gerenciar a mesma obra. Embora o Espírito e a carne tenham duas qualidades díspares, Suas substâncias são as mesmas; ambas têm a substância e identidade do Próprio Deus. Deus Mesmo não tem elementos de desobediência; Sua substância é bondade. Ele é a expressão de toda beleza e bondade e também de todo amor. Mesmo na carne, Deus não realiza nada que desobedece a Deus, o Pai. Ainda que fosse à custa de sacrificar Sua vida, Ele Se comprometeria de todo coração e não faria qualquer outra escolha. Deus não tem elementos de presunção e de importância, ou prepotência e arrogância; Ele não tem elementos de desonestidade. Tudo que desobedece a Deus vem de Satanás; Satanás é a fonte de tudo que é feio e toda maldade. A razão pela qual o homem tem qualidades iguais às de Satanás é porque o homem foi corrompido e trabalhado por Satanás. Cristo não foi corrompido por Satanás e por isso Ele tem apenas as características de Deus e nenhuma de Satanás. Não importa quão árdua a obra ou fraca a carne, Deus, enquanto vive na carne, nunca realizará qualquer coisa que interrompa a obra do Próprio Deus e muito menos abandonará a vontade de Deus, o Pai, em desobediência. Ele preferiria sofrer as dores da carne do que ir contra a vontade de Deus, o Pai; como Jesus disse na oração: “Pai, se for possível, afasta de Mim esse cálice, mas, não seja como Eu quero, mas como Tu queres.” O homem escolherá, mas Cristo não. Embora Ele tenha a mesma identidade do Próprio Deus, Ele ainda procura a vontade de Deus, o Pai, e cumpre o que Lhe foi confiado por Deus, o Pai, da perspectiva da carne. Isso é algo inalcançável para o homem. O que vem de Satanás não pode ter a substância de Deus, apenas uma substância que desobedece e resiste a Deus. Não pode obedecer completamente a Deus, muito menos voluntariamente obedecer à vontade de Deus. Todo homem separado de Cristo é capaz de resistir a Deus e ninguém pode empreender diretamente a obra confiada por Deus; ninguém pode considerar o gerenciamento de Deus como sua própria obrigação a desempenhar. Submeter-Se à vontade de Deus, o Pai, é a substância de Cristo; a desobediência contra Deus é característica de Satanás. Essas duas qualidades são incompatíveis e qualquer que tenha as qualidades de Satanás não pode ser chamado de Cristo. A razão pela qual o homem não pode realizar a obra de Deus em Seu lugar é porque o homem não possui nenhuma substância de Deus. O homem trabalha para Deus por causa de seus interesses pessoais e de suas perspectivas futuras, mas Cristo trabalha para executar a vontade de Deus Pai.

A humanidade de Cristo é regida por Sua divindade. Embora Ele esteja na carne, Sua humanidade não é inteiramente semelhante à de um homem de carne. Ele tem Seu próprio caráter único e isso também é regido por Sua divindade. Sua divindade não tem fraqueza, a fraqueza de Cristo refere-se à Sua humanidade. Até certo ponto, essa fraqueza restringe Sua divindade, mas esses limites estão dentro de um certo escopo e tempo e não são ilimitados. Quando chega a hora de realizar a obra de Sua divindade, ela é feita independentemente de Sua humanidade. A humanidade de Cristo é inteiramente dirigida por Sua divindade. Além da vida normal de Sua humanidade, todas as outras ações de Sua humanidade são influenciadas, afetadas e dirigidas pela divindade de Deus. Embora Cristo tenha uma humanidade, ela não interfere na obra de Sua divindade. Isso é precisamente porque a humanidade de Cristo é dirigida por Sua divindade e embora Sua humanidade não seja madura em Sua conduta perante os outros, não afeta a obra normal de Sua divindade. Quando digo que a humanidade Dele não foi corrompida, quero dizer que a humanidade de Cristo pode ser diretamente dirigida por Sua divindade e que Ele possui um sentido superior ao do homem comum. Sua humanidade é mais adequada para ser dirigida pela divindade em Sua obra; Sua humanidade é a mais capaz de expressar a obra da divindade, além de ser a mais capaz de Se submeter a essa obra. Enquanto Deus trabalha na carne, Ele nunca perde de vista a obrigação que um homem na carne deve cumprir; Ele é capaz de adorar a Deus no céu com um coração verdadeiro. Ele tem a substância de Deus e Sua identidade é a do Próprio Deus. Ele apenas veio à terra e Se tornou um ser criado com o invólucro de um ser criado, porém, agora tendo uma humanidade que Ele não tinha antes, Ele é capaz de adorar a Deus no céu. Esse é o ser do Próprio Deus e é inimitável para o homem. Sua identidade é o Próprio Deus. É da perspectiva da carne que Ele adora Deus e, portanto, as palavras “Cristo adora Deus no céu” não estão incorretas. O que Ele pede ao homem é precisamente o Seu próprio ser; Ele já alcançou tudo o que pede dos homens antes de o pedir a eles. Ele nunca faria demandas dos outros enquanto Ele Próprio Se liberta delas, pois tudo isso constitui Seu ser. Independentemente de como Ele realiza Sua obra, Ele não agiria de uma maneira que desobedecesse a Deus. Não importa o que Ele peça ao homem, nenhuma demanda excede o que o homem é capaz de alcançar. Tudo o que Ele faz é realizar a vontade de Deus para o bem de Sua gestão. A divindade de Cristo está acima de todos os homens, portanto Ele é a mais alta autoridade de todos os seres vivos. Essa autoridade é Sua Divindade, isto é, o caráter e o ser do Próprio Deus que determina Sua identidade. Portanto, não importa quão normal seja Sua humanidade, é inegável que Ele tem a própria identidade de Deus; não importa de que perspectiva Ele fala e de como Ele obedece a vontade de Deus, não se pode dizer que Ele não é o Próprio Deus. Homens insensatos e ignorantes geralmente consideram a humanidade de Cristo como uma falha. Não importa como Ele expressa e revela o ser de Sua divindade, o homem é incapaz de reconhecer que Ele é Cristo. E quanto mais Cristo demonstra Sua obediência e humildade, mais os homens tolos consideram a Cristo levianamente. Existem até aqueles que adotam uma atitude de exclusão e desprezo em relação a Ele, porém colocam aqueles “grandes homens” de imagens sublimes sobre o pedestal para serem adorados. A resistência e a desobediência do homem a Deus vêm do fato de que a substância do Deus encarnado se submete à vontade de Deus, bem como da humanidade normal de Cristo; aqui reside a fonte da resistência do homem e da desobediência a Deus. Se Cristo não tivesse a aparência de Sua humanidade nem buscasse a vontade de Deus, o Pai, da perspectiva de um ser criado, mas fosse revestido de uma super-humanidade, então não haveria desobediência em homem algum. A razão pela qual o homem está sempre disposto a acreditar em um Deus invisível no céu é porque Deus no céu não tem humanidade e não possui uma qualidade única de ser criado. Portanto, o homem sempre O considera com a maior estima, mas mantém uma atitude de desprezo em relação ao Cristo.

Embora Cristo na terra seja capaz de operar em nome do Próprio Deus, Ele não vem com a intenção de mostrar a todos os homens Sua imagem na carne. Ele não vem para todos os homens para vê-Lo, Ele vem para permitir que o homem seja conduzido por Sua mão, entrando assim na nova era. A função da carne de Cristo é para a obra do Próprio Deus, isto é, para a obra de Deus na carne e não para permitir que o homem compreenda plenamente a substância de Sua carne. Não importa como Ele realiza Sua obra, ela não excede o que a carne é capaz de alcançar. Não importa como Ele opere, Ele o faz na carne com uma humanidade normal e não revela completamente ao homem o verdadeiro semblante de Deus. Além disso, Sua obra na carne nunca é tão sobrenatural ou inestimável como o homem concebe. Embora Cristo represente o Próprio Deus na carne e execute pessoalmente a obra que o Próprio Deus deve realizar, não nega a existência de Deus no céu, nem proclama febrilmente as Suas Próprias obras. Em vez disso, Ele permanece humildemente oculto dentro de Sua carne. Exceto Cristo, aqueles que afirmam falsamente ser Cristo não têm Suas qualidades. Quando justaposto contra o caráter arrogante que exalta a si mesmo desses falsos Cristos, torna-se evidente que tipo de carne é verdadeiramente a de Cristo. Quanto mais falsos, mais esses falsos Cristos se exibem, e mais capazes são de realizar sinais e maravilhas para enganar o homem. Os Cristos falsos não têm as qualidades de Deus; Cristo não está contaminado por qualquer elemento pertencente aos falsos Cristos. Deus Se torna carne apenas para completar a obra da carne, não apenas para permitir que todos os homens O vejam. Em vez disso, Ele deixa Sua obra afirmar Sua identidade e permite que o que Ele revela comprove Sua substância. Sua substância não é sem fundamento, Sua identidade não foi tomada pela mão Dele, ela é determinada por Sua obra e Sua substância. Embora Ele tenha a própria substância de Deus e seja capaz de realizar a obra do Próprio Deus, Ele ainda é, apesar de tudo, carne diferente do Espírito. Ele não é Deus com as qualidades do Espírito; Ele é Deus com um invólucro de carne. Portanto, não importa quão normal e quão fraco Ele seja e de que maneiras busque a vontade de Deus, o Pai, Sua divindade é inegável. No Deus encarnado, existe não apenas uma humanidade normal e suas fraquezas; existe ainda mais a maravilha e a insondabilidade de Sua divindade, assim como todos os Seus feitos na carne. Portanto, tanto a humanidade quanto a divindade existem de fato e praticamente dentro de Cristo. Isso não é de nenhuma forma vazio ou sobrenatural. Ele vem à terra com o objetivo principal de executar uma obra; é imperativo ser revestido de uma humanidade normal para realizar a obra na terra; caso contrário, por maior que seja o poder de Sua divindade, Sua função original não pode ser bem utilizada. Embora Sua humanidade seja de grande importância, não é Sua substância. Sua substância é a divindade e, portanto, o momento em que Ele começa a realizar Seu ministério na terra é o momento em que Ele começa a expressar o ser de Sua divindade. Sua humanidade é unicamente para sustentar a vida normal de Sua carne, de modo que Sua divindade possa executar uma obra igualmente normal na carne; é a divindade que norteia inteiramente Sua obra. Quando Ele completar Sua obra, Ele terá cumprido Seu ministério. O que o homem deve conhecer é a totalidade de Sua obra e é por meio dessa obra que Ele permite ao homem conhecê-Lo. Ao longo de Sua obra, Ele expressa plenamente o ser de Sua divindade, que não é um caráter manchado pela humanidade, ou um ser manchado pelo pensamento e comportamento humano. Quando chegar a hora em que todo o Seu ministério terá chegado ao fim, Ele já terá expressado perfeita e plenamente o caráter que deveria expressar. Sua obra não é instruída por nenhum homem; a expressão de Seu caráter é também bastante livre, não é controlada pela mente ou processada pelo pensamento, mas é revelada naturalmente. Isso não pode ser alcançado por nenhum homem. Mesmo que o ambiente não seja favorável ou as condições não permitam, Ele pode expressar Seu caráter no momento apropriado. Aquele que é o Cristo expressa o ser de Cristo, enquanto os que não são, não têm o caráter de Cristo. Portanto, mesmo que todos resistam a Ele ou tenham noções Dele, ninguém pode negar, com base nessas noções, que o caráter expressado por Cristo é o de Deus. Todos aqueles que buscam a Cristo com um coração verdadeiro ou buscam Deus com intenção, admitirão que Ele é Cristo de acordo com a expressão de Sua divindade. Eles nunca negariam a Cristo com base em qualquer aspecto Dele que não esteja de acordo com as noções do homem. Embora o homem seja muito tolo, todos sabem exatamente qual é a vontade do homem e o que é originário de Deus. É simplesmente que muitas pessoas intencionalmente resistem ao Cristo, por suas próprias intenções. Se não fosse por isso, nenhum homem teria razão para negar a existência de Cristo, pois a divindade expressa por Cristo realmente existe e Sua obra pode ser testemunhada por todos a olhos nus.

A obra e a expressão de Cristo determinam Sua substância. Ele é capaz de completar, com um coração verdadeiro, o que Lhe foi confiado. Ele é capaz de adorar a Deus no céu com um coração verdadeiro e com um verdadeiro coração buscar a vontade de Deus, o Pai. Tudo isso é determinado por Sua substância. E assim também é Sua revelação natural determinada por Sua substância; a razão pela qual Sua revelação natural é assim chamada é porque Sua expressão não é uma imitação ou o resultado da educação dada pelo homem ou o resultado de muitos anos de cultivo pelo homem. Ele não a aprendeu e nem Se adornou com ela, ao contrário, é inerente a Ele. O homem pode negar Sua obra, expressão, humanidade e a vida inteira de Sua humanidade normal, mas ninguém pode negar que Ele adora Deus no céu com um coração verdadeiro, ninguém pode negar que Ele veio para cumprir a vontade do Pai celestial e ninguém pode negar a sinceridade com que Ele busca a Deus, o Pai. Embora Sua imagem não seja agradável aos sentidos, Seu discurso não possua um ar extraordinário e Sua obra não surpreende nem abale os céus tanto quanto o homem imagina, Ele é de fato Cristo que cumpre a vontade do Pai celestial com um coração verdadeiro, Se submete completamente ao Pai e é obediente até a morte. Isso é porque Sua substância é a substância de Cristo. É difícil para o homem acreditar nessa verdade, mas ela realmente existe. Quando o ministério de Cristo for completamente concluído, o homem poderá ver a partir de Sua obra que Seu caráter e Seu ser representam o caráter e o ser de Deus no céu. Naquele dia, a soma de toda Sua obra poderá declarar que Ele é de fato a carne em que o Verbo Se torna, e não é semelhante àquela de um homem de carne e sangue.

de ‘A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai Celestial’ em “A Palavra manifesta em carne”

Ele faz esforços incansáveis por nós, perde o sono e o apetite por nós, chora por nós, suspira por nós, geme de doença por nós, sofre humilhações por causa de nosso destino e salvação, e Seu coração sangra e derrama lágrimas por nosso entorpecimento e rebeldia. O ser e as posses Dele estão além dos de uma pessoa comum, não podem ser possuídos ou alcançados por nenhum dos corrompidos. Ele tem a tolerância e a paciência que nenhuma pessoa comum possui, e nenhum ser criado possui Seu amor. Ninguém além Dele conhece todos os nossos pensamentos, ou tem tal compreensão de nossa natureza e substância, ou julga a rebeldia e a corrupção da humanidade, ou fala conosco e trabalha entre nós assim, em nome do Deus do céu. Ninguém, a não ser Ele, possui a autoridade, a sabedoria e a dignidade de Deus; o caráter de Deus e o que Ele tem e é, são emanados, em sua totalidade, Dele. Ninguém, além Dele, pode nos mostrar o caminho e nos trazer para a luz. Ninguém, além Dele, pode revelar os mistérios que Deus não revelou desde a criação até hoje. Ninguém, além Dele, pode nos salvar da escravidão de Satanás e de nosso caráter corrupto. Ele representa Deus e expressa a voz do coração de Deus, as exortações de Deus e as palavras de julgamento de Deus para toda a humanidade. Ele começou uma nova idade, uma nova era, e trouxe um novo céu e uma nova terra, uma nova obra, e Ele nos trouxe esperança, e terminou a vida que levávamos na imprecisão, e nos permitiu contemplar plenamente o caminho da salvação. Ele conquistou todo o nosso ser e ganhou nosso coração. Daquele momento em diante, nossa mente se torna consciente e nosso espírito parece reavivado: essa pessoa comum e insignificante, que vive entre nós e há muito tem sido rejeitada por nós, não é o Senhor Jesus, que está sempre em nossos pensamentos, e por quem ansiamos noite e dia? É Ele! É realmente Ele! Ele é nosso Deus! Ele é o caminho, a verdade e a vida!

de ‘Contemplar a aparição de Deus em Seu julgamento e Seu castigo’ em “A Palavra manifesta em carne”

Qualquer que seja a era ou lugar no qual Deus está encarnado, os princípios para Sua obra na carne permanecem imutáveis. Ele não pode tornar-Se carne e ainda assim transcender a carne para operar; além disso, Ele não pode tornar-Se carne e não operar dentro da humanidade normal de seu corpo. De outro modo, a importância da encarnação de Deus se dissolveria num vazio e a Palavra tornar-Se carne não teria o menor sentido. Mais ainda, somente o Pai no céu (o Espírito) conhece a encarnação de Deus e ninguém mais, nem mesmo a Própria carne ou os mensageiros do céu. Destarte, a obra de Deus na carne é ainda mais normal e mais capaz de demonstrar que de fato o Verbo se faz carne; a carne significa um homem comum e normal.

de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Essa carne é um homem e também Deus, é um homem possuído da humanidade normal, e também Deus possuído da divindade plena. E assim, embora essa carne não seja o Espírito de Deus e difira grandemente do Espírito, ainda assim é o Próprio Deus encarnado que salva o homem, que é o Espírito e também a carne. Não importa como Ele é chamado, afinal, ainda é o Próprio Deus quem salva a humanidade. Pois o Espírito de Deus é indivisível da carne e a obra da carne é também a obra do Espírito de Deus; é que essa obra não é realizada apenas usando a identidade do Espírito, mas é realizada usando a identidade da carne.

de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

O que é encoberto nas expressões do Espírito? O Deus prático opera às vezes em humanidade e outras vezes em divindade – mas, em geral, em ambos os casos, o Espírito está no comando. […] O Próprio Deus prático a respeito do qual hoje se fala opera tanto em humanidade quanto em divindade. Com o aparecimento do Deus prático, Sua obra e Sua vida humanas normais e Sua obra completamente divina se realizam. Sua humanidade e divindade combinam-se em uma e a obra de ambas[a] é realizada mediante palavras; quer em humanidade, quer em divindade, Ele profere palavras. Quando Deus opera em humanidade, Ele fala a língua da humanidade para as pessoas poderem se envolver e compreender. Suas palavras são ditas com simplicidade e fáceis de entender, para que possam ser fornecidas a todas as pessoas; independentemente de elas possuírem conhecimento ou serem escassamente educadas, todas podem receber as palavras de Deus. A obra de Deus em divindade também se realiza mediante palavras, mas é plena de provisão, plena de vida, não é contaminado por ideias humanas, não envolve preferências humanas e é sem limites humanos, está fora das fronteiras de qualquer humanidade normal; ela também é realizada na carne, mas é a expressão direta do Espírito. […] A aparição de Deus na carne significa que a totalidade da obra e das palavras do Espírito de Deus é feita por intermédio de Sua humanidade normal e por meio de Seu corpo encarnado. Em outras palavras, o Espírito de Deus tanto dirige Sua obra humana quanto realiza a obra de divindade em carne, e em Deus encarnado pode-se ver tanto a obra de Deus em humanidade quanto sua obra completamente divina; esta é a real significação da aparição do Deus prático na carne. Se puder ver isso claramente, você conseguirá associar todos os diversos componentes de Deus e deixará de atribuir valor em demasia à Sua obra em divindade e de ser tão indiferente à Sua obra em humanidade, e também não irá a extremos nem incorrerá em desvios. No geral, o significado do Deus prático é que a obra de Sua humanidade e de Sua divindade, enquanto dirigida pelo Espírito, expressa-se através de Sua carne, para que as pessoas possam ver que Ele é vívido e como a vida, real e verdadeiro.

de ‘Você deveria saber que o Deus prático é o Próprio Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Nota de rodapé:

a. No texto original lê-se “e ambas são”.

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