Aplicativo da Igreja de Deus Todo-Poderoso

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I. É preciso dar testemunho do aspecto da verdade acerca da encarnação de Deus

10. Por que é somente experimentando e obedecendo a obra de Deus encarnado que se pode conhecer Deus?

Versos da Bíblia para referência:

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1:14).

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto” (João 14:6-7).

Eu estou no Pai, e que o Pai está em mim” (João 14:10).

Eu e o Pai somos um” (João 10:30).

Palavras de Deus relevantes:

Quando Deus ainda não havia Se tornado carne, as pessoas não compreendiam boa parte do que Ele dizia, porque provinha da divindade completa. A perspectiva e o contexto do que Ele dizia era invisível e inatingível para a humanidade; era expresso a partir de um reino espiritual que as pessoas não podiam ver. Para as pessoas que viviam na carne, elas não podiam passar através do reino espiritual. Mas depois que Deus tornou-Se carne, Ele falou à humanidade da perspectiva da humanidade; Ele saiu e ultrapassou o escopo do reino espiritual. Ele podia expressar o Seu caráter divino, Sua vontade e Sua atitude, por meio de coisas que os humanos eram capazes de imaginar e coisas que eles viam e encontravam em sua vida, usando métodos que os humanos podiam aceitar, numa linguagem que eles conseguiam entender e um conhecimento que elas eram capazes de captar, para permitir à humanidade compreender e conhecer a Deus, compreender a Sua intenção e as normas que Ele exige, dentro do âmbito da capacidade delas, na medida em que elas eram capazes. Esse foi o método e o princípio da obra de Deus em meio à humanidade. Embora os caminhos de Deus e Seus princípios de operar na carne tenham sido alcançados sobretudo pela humanidade, ou através da humanidade, realmente alcançaram resultados que não poderiam ser alcançados operando diretamente na divindade. A obra de Deus na humanidade foi mais concreta, autêntica e direcionada, os métodos eram muito mais flexíveis e, na forma, superavam a Era da Lei.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III’ em “A Palavra manifesta em carne”

Deus está fazendo uma nova obra nos últimos dias. Ele revelará mais do Seu caráter e tal não será a compaixão e o amor da época de Jesus. Como Ele tem uma obra nova, essa nova obra será acompanhada por um caráter novo. Assim, se essa obra fosse feita pelo Espírito – se Deus não se tornasse carne e, em vez disso, o Espírito falasse diretamente através do trovão, de modo que o homem não tivesse como ter contato com Ele – o homem conheceria Seu caráter? Se só o Espírito fizesse a obra, o homem não teria como conhecer Seu caráter. As pessoas só podem contemplar o caráter de Deus com os próprios olhos quando Ele se torna carne, quando a Palavra aparece na carne e Ele expressa todo Seu caráter através da carne. Deus de fato vive dentre a humanidade. Ele é palpável. O homem de fato pode se engajar com Seu caráter e com o que Ele tem e é, só assim o homem pode conhecê-Lo de fato.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

O advento de Deus na carne visa em primeiro lugar permitir que as pessoas vejam os reais feitos de Deus, materializar o Espírito informe na carne, e permitir que as pessoas O vejam e toquem. Assim, aqueles que são feitos completos por Ele O viverão, serão ganhos por Ele e segundo Seu coração. Se Deus só falasse no céu e não viesse realmente à terra, as pessoas continuariam incapazes de conhecer Deus, conseguiriam apenas pregar Seus feitos valendo-se de teoria vazia e não teriam as palavras de Deus como realidade. Deus veio à terra principalmente para agir como exemplo e modelo para aqueles a quem ganhará; somente assim as pessoas podem de fato conhecer Deus, e tocar Deus, e ver Deus, e só então elas podem ser verdadeiramente ganhas por Ele.

de ‘Você deveria saber que o Deus prático é o Próprio Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Dentro do escopo da obra que o Senhor Jesus completou na Era da Graça, você pode ver outro aspecto do que Deus tem e é. Foi expresso através de Sua carne, e tornou-se possível para as pessoas verem e apreciarem através da Sua humanidade. No Filho do homem, as pessoas viram como o Deus na carne viveu a Sua humanidade, e viram a divindade de Deus expressa através da carne. Esses dois tipos de expressão permitiram que as pessoas vissem um Deus muito real e formassem um conceito diferente de Deus. Contudo, no período de tempo transcorrido entre a criação do mundo e o fim da Era da Lei, isto é, antes da Era da Graça, tudo que era visto, ouvido e experimentado pelo povo era apenas o aspecto divino de Deus. Era aquilo que Deus fez e disse em um reino intangível, e as coisas que Ele expressou da Sua pessoa real que não podiam ser vistas nem tocadas. Muitas vezes, essas coisas faziam as pessoas sentirem que Deus era demasiado grandioso e que elas não podiam se aproximar Dele. A impressão que Deus em geral dava às pessoas era que Ele aparecia e desaparecia subitamente; elas chegavam a sentir que cada um dos Seus pensamentos e ideias era tão misterioso e tão fugidio que não havia como alcançá-los, muito menos tentar compreendê-los e apreciá-los. Para elas, tudo que se relacionava a Deus era muito distante – tão distante que as pessoas não podiam vê-lo, não podiam tocá-lo. Parecia que Ele estava lá em cima no céu e parecia que Ele não existia em absoluto. Assim, para as pessoas, compreender o coração e a mente de Deus ou qualquer um dos Seus pensamentos era impossível e até inatingível. Embora Deus realizasse algumas obras concretas na Era da Lei e também emitisse algumas palavras específicas e expressasse alguns caracteres específicos para permitir que as pessoas apreciassem e vissem algum conhecimento real Dele, no final, essa era a expressão de Deus do que Ele tem e é em um reino intangível, e o que as pessoas compreendiam, o que elas sabiam ainda era do aspecto divino do que Ele tem e é. A humanidade não podia ganhar um conceito concreto a partir dessa expressão do[a] que Ele tem e é, e a impressão que tinham de Deus ainda estava presa no escopo de “um Espírito do qual é difícil se aproximar, que aparece e desaparece”. Como Deus não usou um objeto específico ou uma imagem do reino material para aparecer para as pessoas, elas ainda não podiam defini-Lo usando a linguagem humana. No coração e mente das pessoas, elas sempre quiseram usar sua própria linguagem para estabelecer um padrão para Deus, para torná-Lo tangível e humanizá-Lo; por exemplo, saber qual a altura Dele, qual o Seu tamanho, qual a Sua aparência, do que Ele gosta em especial e qual é a Sua personalidade específica. Na verdade, em Seu coração, Deus sabia que as pessoas pensavam assim. Ele foi muito claro a respeito das necessidades das pessoas e é claro que Ele sabia o que deveria fazer; assim, Ele realizou a Sua obra de uma maneira diferente na Era da Graça. Essa maneira foi, ao mesmo tempo, divina e humanizada. Na época em que o Senhor Jesus estava operando, as pessoas podiam ver que Deus tinha muitas expressões humanas. Por exemplo, Ele podia dançar, podia comparecer a casamentos, podia comungar com as pessoas, falar com elas e debater assuntos com elas. Além disso, o Senhor Jesus também completou muitas obras que representavam a Sua divindade e, é claro, toda essa obra foi uma expressão e uma revelação do caráter de Deus. Durante esse tempo, quando a divindade de Deus Se concretizou em um corpo comum que as pessoas podiam ver e tocar, elas não mais sentiam que Ele aparecia e desaparecia, que elas não podiam se aproximar Dele. Pelo contrário, podiam tentar compreender a vontade de Deus ou entender a Sua divindade através de cada movimento, das palavras e da obra do Filho do homem. O Filho do homem encarnado expressou a divindade de Deus através de Sua humanidade e transmitiu a vontade de Deus para a humanidade. E através da expressão da vontade e do caráter de Deus, Ele também revelou às pessoas o Deus que não pode ser visto ou tocado no reino espiritual. O que as pessoas viram foi o Próprio Deus, tangível e em carne e osso. Assim, o Filho do homem encarnado tornou coisas como a identidade, o status, a imagem e o caráter do Próprio Deus e o que Ele tem e é concretas e humanizadas. Embora a aparência externa do Filho do homem tivesse algumas limitações em relação à imagem de Deus, Sua essência e o que Ele tem e é eram plenamente capazes de representar a identidade e o status do Próprio Deus – havia apenas algumas diferenças na forma de expressão. Não importa se é a humanidade do Filho do homem ou a Sua divindade, não podemos negar que Ele representava a Própria identidade e status de Deus. Durante essa época, porém, Deus operava através da carne, falava a partir da perspectiva da carne e Se postava diante da humanidade com a identidade e o status do Filho do homem, e isso deu às pessoas a oportunidade de encontrar e experimentar as verdadeiras palavras e obra de Deus em meio à humanidade. Também permitiu que as pessoas tivessem uma percepção da Sua divindade e grandeza em meio à humildade, que ganhassem também uma compreensão preliminar e uma definição preliminar da autenticidade e da realidade de Deus. Embora a obra concluída pelo Senhor Jesus, as Suas maneiras de operar e a perspectiva da qual Ele falava diferissem da pessoa real de Deus no reino espiritual, tudo Nele representava verdadeiramente o Próprio Deus que os humanos nunca tinham visto – isso não pode ser negado! Ou seja, não importa sob que forma Deus apareça, não importa de que perspectiva Ele fale, ou com que imagem Ele encare a humanidade, Deus não representa nada além de Si mesmo. Ele não pode representar nenhum humano – Ele não pode representar nenhum humano corrupto. Deus é o Próprio Deus, e isso não pode ser negado.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III’ em “A Palavra manifesta em carne”

O ser e as posses de Deus, a essência de Deus, Seu caráter – tudo se deu a conhecer em Suas palavras para a humanidade. Quando experimentar as palavras de Deus, o homem entenderá, no processo de executá-las, o propósito por trás das palavras que Deus profere, compreenderá a fonte e o contexto das palavras de Deus e entenderá e apreciará o efeito pretendido das palavras de Deus. Para a humanidade, essas são todas coisas que o homem deve experimentar, entender e acessar para aceder à verdade e à vida, entender as intenções de Deus, ser transformado em seu caráter, e tornar-se capaz de submeter-se à soberania e arranjos de Deus. Ao mesmo tempo em que o homem experimentar, entender e acessar essas coisas, ele terá gradualmente obtido um entendimento de Deus e, nesse momento, ele também terá obtido graus diferentes de conhecimento sobre Ele. Esse entendimento e conhecimento não vêm de algo que o homem imaginou ou compôs, mas do que ele aprecia, experimenta, sente e corrobora dentro de si. Só após apreciar, experimentar, sentir e corroborar essas coisas é que o conhecimento que o homem tem de Deus adquire conteúdo; só o conhecimento que ele obtém nesse momento é real, verdadeiro e exato, e esse processo – de alcançar um entendimento e um conhecimento genuínos de Deus pela apreciação e experiência, pelo sentir e corroborar Sua palavras – não é outra coisa senão a verdadeira comunhão entre Deus e o homem. No meio desse tipo de comunhão, o homem vem verdadeiramente a entender e compreender as intenções de Deus, vem verdadeiramente a entender e conhecer o ser e as posses de Deus, a essência de Deus, vem gradualmente a entender e conhecer o caráter de Deus, chega à verdadeira certeza e correta definição do fato do domínio de Deus sobre toda a criação, e obtém um rumo substancial para o conhecimento da identidade e posição de Deus.

de ‘Prefácio’ em “A Palavra manifesta em carne”

Vocês devem conhecer a obra de Deus. Somente depois de seguir a Jesus, Pedro, de forma gradual, passou a conhecer a obra que o Espírito realizou em Jesus. Ele disse: “Confiar nas experiências do homem não é suficiente para alcançar um completo conhecimento de Deus; deve haver muitas coisas novas da obra de Deus para nos ajudar a conhecê-Lo". No início, Pedro acreditava que Jesus havia sido enviado por Deus como um apóstolo e ele não O viu como Cristo. Quando Pedro foi chamado para seguir[b] Jesus, Jesus perguntou: “Simão, filho de Jonas, você vai Me seguir?” Pedro disse: “Eu devo seguir Aquele que é enviado pelo Pai celestial. Devo reconhecer Aquele que é escolhido pelo Espírito Santo. Eu seguirei Você”. A partir de suas palavras, é possível notar que Pedro simplesmente não tinha conhecimento de Jesus; ele havia experimentado as palavras de Deus, havia lidado consigo mesmo e havia passado dificuldades por Deus, mas, ainda assim, ele não conhecia a obra de Deus. Depois de um período de experiência, Pedro viu em Jesus muitas das ações de Deus; ele viu a beleza de Deus e percebeu muito do ser de Deus em Jesus. Ele entendeu também que as palavras de Jesus não poderiam ter sido proferidas pelo homem e que a obra que Jesus realizou não poderia ter sido realizada pelo homem. Nas palavras e ações de Jesus, além disso, Pedro viu grande parte da sabedoria de Deus e da obra divina. Durante suas experiências, ele não apenas conheceu a si mesmo, mas também se concentrou em observar as ações de Jesus, das quais ele descobriu muitas coisas novas; a saber, que havia muitas expressões do Deus prático na obra que Ele realizou por intermédio de Jesus, e que as palavras de Jesus, as ações, a maneira como Ele pastoreava as igrejas e a obra que realizava diferiam de qualquer homem comum. Assim, de Jesus, ele aprendeu muitas lições que deveria aprender e, no momento em que Jesus estava prestes a ser pregado na cruz, ele havia adquirido algum conhecimento de Jesus – conhecimento esse que foi a base de sua lealdade a Jesus por toda a sua vida e de sua crucificação de cabeça para baixo por causa de Jesus.

de ‘Somente aqueles que conhecem a Deus podem testemunhar Dele’ em “A Palavra manifesta em carne”

Quando Pedro aceitou o chamado de Jesus, ele O seguiu.

Durante o seu tempo de seguir a Jesus, ele tinha muitas opiniões sobre Ele e sempre O julgou a partir da sua própria perspectiva. Embora ele tivesse um certo grau de compreensão do Espírito, Pedro não estava muito iluminado, daí suas palavras quando ele disse: “Eu devo seguir aquele que é enviado pelo Pai celestial. Eu devo reconhecer aquele que é escolhido pelo Espírito Santo.” Ele não entendeu as coisas que Jesus fazia e não recebeu iluminação. Depois de segui-Lo por algum tempo, ele ficou mais interessado no que Ele fazia e dizia, e no Próprio Jesus. Ele chegou a sentir que Jesus inspirava afeição e respeito; ele gostava de se associar a Ele e de estar ao Seu lado, e ouvir as palavras de Jesus dava a ele suprimento e ajuda. Durante o tempo em que ele seguiu a Jesus, Pedro observou e guardou em seu coração tudo sobre a vida Dele: Suas ações, palavras, movimentos e expressões. Ele ganhou uma compreensão profunda de que Jesus não era um homem comum. Conquanto Sua aparência humana era excessivamente comum, Ele era cheio de amor, compaixão e tolerância para com o homem. Tudo o que ele fez ou disse era de grande ajuda para os demais, e ao Seu lado Pedro viu e aprendeu coisas que ele nunca tinha visto ou tido antes. Ele viu que, embora Jesus não tivesse uma grande estatura nem uma humanidade incomum, Ele tinha um ar ao Seu redor verdadeiramente extraordinário e incomum. Embora Pedro não pudesse explicar totalmente, ele podia ver que Jesus agia diferentemente de todos os demais, pois Ele fazia as coisas de modo muito diferente do que era feito pelo homem comum. A partir de seu tempo em contato com Jesus, Pedro também percebeu que Seu caráter era diferente do caráter do homem comum. Ele sempre agia com constância e nunca com pressa, nunca exagerava nem subestimava uma questão, e conduzia Sua vida de um modo que era ao mesmo tempo normal e admirável. Na conversação, Jesus era elegante e gracioso, aberto e animado, contudo, sereno, e nunca perdeu Sua dignidade na execução de Seu trabalho. Pedro viu que Jesus, por vezes, era taciturno, porém, em outras ocasiões, falava incessantemente. Às vezes, Ele estava tão feliz que Ele se tornava ágil e vivaz como uma pomba, outras vezes, porém, ele estava tão triste que Ele não queria falar de modo algum, como se Ele fosse uma mãe sofrida pelo tempo. Às vezes, Ele estava cheio de raiva, como um soldado valente atacando para matar inimigos e, às vezes, até mesmo como um leão rugindo. Por vezes, Ele gargalhava; outras vezes Ele orava e chorava. Não importando como Jesus agia, Pedro cresceu ao ponto de ter um amor e respeito sem limites por Ele. A gargalhada de Jesus o encheu de alegria, Sua tristeza o lançou na tristeza, Sua raiva o assustou, ao passo que Sua misericórdia, perdão e severidade fizeram com que ele viesse a amar a Jesus de verdade, desenvolvendo uma reverência e um anseio verdadeiros por Ele. É claro que Pedro somente chegou a perceber tudo isso gradualmente, depois de ter vivido ao lado de Jesus por poucos anos.

de ‘Como Pedro chegou a conhecer Jesus’ em “A Palavra manifesta em carne”

A beleza de Deus é expressa em Sua obra: Somente quando experimentam Sua obra, as pessoas podem descobrir Sua beleza, somente em suas experiências reais podem apreciar a beleza de Deus e, sem observá-la na vida real, ninguém pode descobrir a beleza de Deus. Há muito o que amar a respeito de Deus, mas sem realmente se envolver com Ele, as pessoas não conseguem descobrir isso. O que significa dizer que, se Deus não Se tornasse carne, as pessoas seriam incapazes de realmente se envolver com Ele, e se elas fossem incapazes de realmente se envolver com Ele, elas também não seriam capazes de experimentar Sua obra – e assim o amor delas por Deus seria manchado com muita falsidade e imaginação. O amor do Deus no Céu não é tão real quanto o amor do Deus na Terra, pois o conhecimento das pessoas sobre Deus no Céu é construído sobre suas imaginações, e não sobre o que elas viram com seus próprios olhos, e o que elas pessoalmente experimentaram. Quando Deus vem à Terra, as pessoas são capazes de contemplar Seus feitos reais e Sua beleza, e elas podem ver todo o Seu caráter prático e normal, que é milhares de vezes mais real do que o conhecimento do Deus no Céu. Independentemente de quanto as pessoas amam o Deus no Céu, não há nada de real nesse amor, e está cheio de ideias humanas. Não importa quão pouco seja seu amor pelo Deus na Terra, esse amor é real; mesmo que haja apenas um pouco, ainda é real. Deus faz com que as pessoas O conheçam através da verdadeira obra, e através desse conhecimento Ele ganha o amor delas. É como Pedro: se ele não tivesse vivido com Jesus, teria sido impossível para ele adorar a Jesus. Assim também, sua lealdade para com Jesus foi construída em seu compromisso com Jesus. Para fazer o homem amá-Lo, Deus veio entre o homem e vive junto com o homem, e tudo o que Ele faz o homem ver e experimentar é a realidade de Deus.

de ‘Aqueles que amam a Deus viverão para sempre em Sua luz’ em “A Palavra manifesta em carne”

Para todos aqueles que vivem na carne, mudar seu caráter exige perseguir metas e conhecer Deus exige testemunhar os fatos reais e a verdadeira face de Deus. Ambos podem somente ser alcançados pela encarnação de Deus, ambos podem apenas ser cumpridos pela carne normal e verdadeira. É por isso que a encarnação é necessária e por isso que toda a humanidade corrupta tem necessidade dela. Uma vez que ser requer que as pessoas conheçam a Deus, as imagens de deuses vagos e sobrenaturais devem ser dissipadas de seus corações e uma vez que se lhes exige que abandonem seus caracteres corruptos, elas devem primeiro conhecer seus caracteres corruptos. Se somente o homem faz a obra para dissipar as imagens dos deuses vagos do coração das pessoas, então ele não alcançará o resultado esperado. As imagens dos deuses vagos no coração das pessoas não podem ser expostas, banidas ou completamente expulsas apenas com palavras. Fazendo isso, por fim, não seria possível dissipar das pessoas essas coisas que estão profundamente arraigadas. Somente o Deus prático e a imagem verdadeira de Deus podem substituir essas coisas vagas e sobrenaturais para permitir que as pessoas gradualmente as conheçam, e somente dessa forma pode o devido resultado ser alcançado. O homem reconhece que o Deus que ele buscou no passado é vago e sobrenatural. O que pode alcançar esse efeito não é a liderança direta do Espírito, muito menos os ensinamentos de certo indivíduo, mas o Deus encarnado. Os conceitos do homem são descobertos quando o Deus encarnado realiza Sua obra, porque a normalidade e a realidade do Deus encarnado são a antítese do Deus vago e sobrenatural na imaginação do homem. Os conceitos originais do homem somente podem ser revelados por meio de seus contrastes ao Deus encarnado. Sem a comparação do Deus encarnado, os conceitos do homem não poderiam ser revelados, em outras palavras, sem o contraste da realidade as coisas vagas não poderiam ser reveladas. Ninguém é capaz de usar palavras para fazer essa obra e ninguém é capaz de articular essa obra usando palavras. Somente o Próprio Deus pode fazer Sua Própria obra e ninguém mais pode fazer essa obra no lugar Dele. Não importa quão rica seja a linguagem do homem, ele é incapaz de articular a realidade e a normalidade de Deus. O homem apenas pode conhecer a Deus mais praticamente e vê-Lo mais claramente, se Deus operar pessoalmente entre os homens e mostrar-lhes de forma completa Sua imagem e Seu ser. Esse resultado não pode ser alcançado por nenhum homem carnal. Claro, o Espírito de Deus é também incapaz de alcançar esse resultado. [...] Portanto, a humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado e necessita ainda mais da obra direta do Deus encarnado. A humanidade necessita que o Deus encarnado a pastoreie, a apoie, a regue, a alimente, a julgue e castigue, ela necessita de mais graça e uma redenção maior do Deus encarnado. Somente o Deus na carne pode ser o confidente do homem, o pastor do homem, a ajuda sempre presente do homem. Tudo isso é a necessidade da encarnação hoje e em tempos passados.

de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

As imaginações do homem são, afinal, vazias e não podem substituir a verdadeira face de Deus; o caráter inerente de Deus e a obra do Próprio Deus não podem ser imitadas pelo homem. O Deus invisível no céu e Sua obra só podem ser trazidos à terra pelo Deus encarnado, que pessoalmente realiza Sua obra no meio dos homens. Esse é o modo mais ideal no qual Deus aparece ao homem, no qual o homem vê a Deus e chega ao conhecimento da verdadeira face de Deus e não pode ser alcançado por um Deus não encarnado.

de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

Hoje você é capaz de adorar essa pessoa, embora na verdade esteja adorando o Espírito. Isso é o mínimo que se deveria conseguir quanto ao conhecimento das pessoas sobre Deus encarnado: conhecer a substância do Espírito através da carne, conhecer a obra divina do Espírito na carne e a obra humana na carne, aceitar todas as palavras e declarações do Espírito na carne e ver como o Espírito de Deus dirige a carne e demonstra Seu poder na carne. Ou seja, o homem conhece o Espírito no céu por intermédio da carne; a aparição do Deus prático entre os homens dissipou o próprio Deus vago nas concepções das pessoas; a adoração das pessoas ao Próprio Deus prático aumentou sua obediência a Deus; e, por meio da obra divina do Espírito de Deus na carne, e da obra humana na carne, o homem recebe revelação e pastoreio, e ocorrem mudanças em seu caráter de vida. É esse o único significado real do advento do Espírito na carne, cujo principal objetivo é que as pessoas possam se envolver com Deus, contar com Deus e atingir o conhecimento de Deus.

de ‘Você deveria saber que o Deus prático é o Próprio Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

A melhor coisa a respeito de Sua obra na carne é que Ele pode deixar palavras e exortações precisas, Sua vontade exata para a humanidade para aqueles que O seguem, de modo que, posteriormente, Seus seguidores possam transmitir de maneira mais precisa e concreta toda a Sua obra na carne e Sua vontade para toda a humanidade àqueles que aceitarem esse caminho. Somente a obra de Deus na carne no meio dos homens verdadeiramente cumpre o fato de Deus estar e viver junto com homem. Somente essa obra preenche o desejo do homem de contemplar o rosto de Deus, testemunhar a obra de Deus e ouvir a palavra pessoal de Deus. O Deus encarnado encerra a era quando somente as costas de Jeová apareciam à humanidade e também conclui a era da crença da humanidade no Deus vago. De modo particular, a obra do último Deus encarnado traz toda humanidade para dentro de uma era que é mais realista, mais prática e mais agradável. Ele não somente conclui a era da lei e doutrina; mais importante, Ele revela à humanidade um Deus que é verdadeiro e normal, que é justo e santo, que destrava a obra do plano de gerenciamento, demonstra os mistérios e destino da humanidade, que criou a humanidade, encerra a obra do gerenciamento e que tem permanecido escondido por milhares de anos. Ele encerra de vez uma era de incertezas, Ele conclui a era na qual toda a humanidade desejava ver a face de Deus, mas era incapaz disso, Ele encerra a era na qual toda a humanidade servia a Satanás e conduz toda a humanidade por todo o caminho para uma era completamente nova. Tudo isto é o resultado da obra de Deus na carne em vez do Espírito de Deus.

de ‘A humanidade corrupta está mais necessitada da salvação do Deus encarnado’ em “A Palavra manifesta em carne”

O grupo de pessoas que o Deus encarnado deseja ganhar hoje é aquele que se conforma à Sua vontade. As pessoas precisam somente obedecer à Sua obra, e não se preocupar sempre com as ideias sobre Deus no céu, viver na imprecisão ou tornar as coisas difíceis para Deus na carne. Aqueles que são capazes de obedecer-Lhe são aqueles que absolutamente ouvem as Suas palavras e obedecem aos Seus arranjos. Essas pessoas não ligam nem um pouco para como o Deus no céu realmente é, ou para que tipo de obra o Deus no céu está fazendo atualmente na humanidade, mas elas dão seu coração por completo a Deus na terra e colocam todo o seu ser perante Ele. Elas nunca consideram sua própria segurança e nunca fazem alarde por causa da normalidade e praticidade do Deus na carne. Aqueles que obedecem ao Deus na carne podem ser aperfeiçoados por Ele. Aqueles que creem no Deus no céu nada ganharão. Isso é porque não é o Deus no céu, mas o Deus na terra que concede as promessas e bênçãos às pessoas. As pessoas não devem sempre magnificar o Deus no céu e ver o Deus na terra como uma pessoa comum. Isso é injusto. O Deus no céu é grande e maravilhoso, possuindo sabedoria fantástica, mas isso absolutamente não existe. O Deus na terra é muito comum e insignificante; Ele também é bastante normal. Ele não tem uma mente extraordinária nem pratica atos arrasadores. Ele só age e fala de uma forma muito normal e prática. Embora não fale por meio de trovão nem invoque o vento e a chuva, Ele é realmente a encarnação de Deus no céu e é realmente o Deus vivendo entre os humanos. As pessoas não devem magnificar aquele que elas são capazes de entender e que corresponde à sua própria imaginação como Deus, nem ver Aquele que não podem aceitar e absolutamente não podem imaginar como inferior. Tudo isso é a rebeldia das pessoas; é tudo a fonte da resistência da humanidade a Deus.

de ‘As pessoas que conseguem ser absolutamente obedientes em relação à praticidade de Deus são aquelas que amam verdadeiramente a Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Notas de rodapé:

[a].O texto original omite “essa expressão de”.

[b]. O texto original diz: “estava seguindo”.

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