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Testemunhos a Cristo dos últimos dias

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XI. As verdades acerca do relacionamento entre Deus e a Bíblia

2. O mundo religioso acredita que toda a Escritura foi inspirada por Deus e que ela contém todas as palavras de Deus. Como se deve ter discernimento para com essa afirmação?

Palavras de Deus relevantes:

Nem tudo contido na Bíblia é um registro das palavras pronunciadas pessoalmente por Deus. A Bíblia simplesmente documenta os dois estágios prévios da obra de Deus, dos quais uma parte é um registro das previsões dos profetas, enquanto a outra as experiências e conhecimentos escritos por pessoas empregadas por Deus ao longo das eras. Experiências humanas estão contaminadas com opiniões e conhecimentos humanos, o que é inevitável. Em muitos dos livros da Bíblia, há conceitos e preconceitos humanos e a compreensão absurda dos humanos. É claro que a maioria das palavras resulta da iluminação e esclarecimento do Espírito Santo e são compreensões corretas — mas ainda assim, não se pode dizer que são expressões inteiramente corretas da verdade. Seus pontos de vista sobre certas coisas não passam de conhecimento derivado da experiência pessoal ou da iluminação pelo Espírito Santo. As previsões dos profetas foram instruídas pessoalmente por Deus: as profecias do tipo das de Isaías, Daniel, Esdras, Jeremias e Ezequiel vieram da instrução direta do Espírito Santo; essas pessoas eram videntes, haviam recebido o Espírito de profecia, todas eram profetas do Antigo Testamento. Durante a Era da Lei, essas pessoas que haviam recebido as inspirações de Jeová fizeram muitas profecias instruídas diretamente por Jeová.

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Durante a Era da Lei do Antigo Testamento, o grande número de profetas levantados por Jeová proclamavam profecia por Ele, davam instruções a várias tribos e nações e prediziam a obra que Jeová faria. Essas pessoas que foram levantadas receberam o Espírito de profecia de Jeová: puderam enxergar as visões de Jeová e ouvir Sua voz e, assim, foram inspiradas por Ele e escreveram profecias. O trabalho que fizeram foi a expressão da voz de Jeová, a expressão da profecia de Jeová, e, à época, a obra de Jeová era simplesmente orientar as pessoas usando o Espírito; Ele não Se tornou carne, e as pessoas nada viram de Sua face. Assim, Ele levantou muitos profetas para fazer Sua obra e deu-lhes oráculos que repassaram para toda a tribo e clã de Israel. Sua obra era profetizar, e alguns anotavam as instruções de Jeová para mostrar aos outros. Jeová elevou essas pessoas para fazer profecias, para prever a obra do futuro ou a obra ainda a ser feita durante aquele tempo para que as pessoas pudessem contemplar a maravilha e a sabedoria de Jeová. Esses livros de profecia eram bem diferentes dos outros livros da Bíblia; eram palavras ditas ou escritas por aqueles que receberam o Espírito de profecia — por aqueles que obtiveram as visões ou voz de Jeová. Além dos livros de profecia, o restante do Antigo Testamento são registros feitos por pessoas após Jeová ter terminado Sua obra. Esses livros não podem substituir as previsões feitas pelos profetas levantados por Jeová, da mesma forma que Gênesis e Êxodo não podem ser comparados ao Livro de Isaías e ao Livro de Daniel. As profecias foram feitas antes de a obra ter sido realizada; os outros livros, enquanto isso, foram escritos depois de ela ter sido concluída, que é o que as pessoas eram capazes de fazer. […] Desta forma, o que está registrado na Bíblia é puramente a obra feita em Israel naquele tempo. As palavras proferidas pelos profetas, por Isaías, Daniel, Jeremias e Ezequiel… suas palavras predizem Sua outra obra na terra, predizem a obra do Próprio Deus Jeová. Tudo isso veio de Deus, foi obra do Espírito Santo e, à parte desses livros dos profetas, todo o resto é um registro das experiências das pessoas sobre a obra de Jeová na época.

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Se você deseja testemunhar a obra de Deus durante os últimos dias, deve entender a história interna da Bíblia, a estrutura e a substância da Bíblia. Hoje, as pessoas acreditam que a Bíblia é Deus e que Deus é a Bíblia. Então, também acreditam que todas as palavras da Bíblia foram as únicas palavras que Deus proferiu e que todas elas foram ditas por Deus. Aqueles que creem em Deus pensam até que embora todos os sessenta e seis livros do Antigo e Novo Testamentos tenham sido escritos por pessoas, todos foram inspirados por Deus e são um registro das declarações do Espírito Santo. Esta é a compreensão errônea do homem, e não corresponde inteiramente aos fatos. Na verdade, à parte dos livros de profecia, a maior parte do Antigo Testamento é um registro histórico. Algumas das epístolas do Novo Testamento vêm das experiências das pessoas, enquanto algumas da iluminação do Espírito Santo; as epístolas paulinas, por exemplo, surgiram do trabalho de um homem, todas resultaram da iluminação do Espírito Santo e foram escritas para as igrejas, eram palavras de exortação e encorajamento para os irmãos das igrejas. Não eram palavras ditas pelo Espírito Santo; Paulo não podia falar em nome do Espírito Santo, nem era ele um profeta, muito menos teve as visões que João contemplou. Suas epístolas foram escritas para as igrejas de Éfeso, Filadélfia, Galácia e outras. E, assim, as epístolas paulinas do Novo Testamento são epístolas que Paulo escreveu para as igrejas, e não inspirações do Espírito Santo, nem são declarações diretas do Espírito Santo. Elas são apenas palavras de exortação, conforto e encorajamento que ele escreveu para as igrejas durante o curso de seu trabalho. Então, também são um registro de grande parte do trabalho de Paulo na época. Elas foram escritas para todos que são irmãos e irmãs no Senhor, para que os irmãos e irmãs das igrejas daquela época seguissem seus conselhos e respeitassem o caminho de arrependimento do Senhor Jesus. De modo algum Paulo disse que, fossem as igrejas da época ou do futuro, todos deveriam comer e beber as coisas que ele escreveu, nem disse que todas as suas palavras vieram de Deus. De acordo com as circunstâncias da igreja da época, ele simplesmente comungou com os irmãos, exortou-os e inspirou crença neles; e simplesmente pregou ou lembrou as pessoas e as exortou. Suas palavras eram baseadas em seu próprio fardo, e ele deu apoio ao povo através dessas palavras. Ele fez o trabalho de um apóstolo das igrejas daquele tempo, era um obreiro utilizado pelo Senhor Jesus e, assim, ele teve que assumir a responsabilidade pelas igrejas, foi teve que realizar o trabalho das igrejas, teve que aprender sobre as situações dos irmãos e, por isso, escreveu epístolas para todos os irmãos no Senhor. Tudo o que ele disse que era edificante e positivo para as pessoas estava certo, mas não representava as declarações do Espírito Santo, e isso não podia representar Deus. É um entendimento deplorável e uma tremenda blasfêmia as pessoas tratarem os registros das experiências e as epístolas de um homem como palavras ditas às igrejas pelo Espírito Santo! Isso é particularmente verdadeiro quando se trata das epístolas que Paulo escreveu para as igrejas, pois suas epístolas foram escritas para os irmãos com base nas circunstâncias e situação de cada igreja, na época, para exortar os irmãos no Senhor, para que pudessem receber a graça do Senhor Jesus. Suas epístolas tinham o objetivo de despertar os irmãos da época. Pode-se dizer que essa era sua obrigação e a responsabilidade que lhe foi dada pelo Espírito Santo; afinal, ele era um apóstolo que liderava as igrejas da época, que escrevia epístolas para as igrejas e exortava-as — essa era sua responsabilidade. Sua identidade era meramente a de um apóstolo obreiro, e ele era somente um apóstolo que foi enviado por Deus; Ele não era um profeta, nem um preditor. Para ele, seu próprio trabalho e as vidas dos irmãos eram de extrema importância. Assim, ele não podia falar em nome do Espírito Santo. Suas palavras não eram as palavras do Espírito Santo, muito menos pode-se dizer que elas eram palavras de Deus, pois Paulo não era mais do que uma criatura de Deus, e certamente não era a encarnação de Deus. Sua identidade não era a mesma que a de Jesus. As palavras de Jesus eram as palavras do Espírito Santo, as palavras de Deus, pois a Sua identidade era a de Cristo, o Filho de Deus. Como Paulo poderia ser igual a Ele? Se as pessoas consideram as epístolas ou palavras como as de Paulo como declarações do Espírito Santo e as adoram como Deus, só se pode dizer que lhes falta muito senso crítico. Para falar de forma mais áspera, será que isso não passa de blasfêmia? Como um homem poderia falar em nome de Deus? E como as pessoas podem se curvar diante dos registros de suas epístolas e das palavras que ele falou como se fossem um livro sagrado ou um livro celestial? Poderiam as palavras de Deus ser proferidas casualmente por um homem? Como um homem poderia falar em nome de Deus? Assim, o que você acha: as epístolas que ele escreveu para as igrejas não podem estar contaminadas com suas próprias ideias? Como podem não estar adulteradas com ideias humanas? Ele escreveu epístolas para as igrejas com base em suas experiências pessoais e no âmbito de sua própria vida. Por exemplo, Paulo escreveu uma epístola às igrejas da Galácia que continha uma certa opinião, já Pedro escreveu outra e ele tinha outra opinião. Qual delas veio do Espírito Santo? Ninguém pode afirmar com certeza. Assim, só se pode dizer que ambos carregavam um fardo pelas igrejas, e ainda que suas cartas representem sua estatura, elas representam sua provisão e apoio para os irmãos e seu fardo para as igrejas, e representam apenas trabalho humano; não vieram inteiramente do Espírito Santo. Se você diz que as epístolas dele são as palavras do Espírito Santo, você é absurdo e comete blasfêmia! As epístolas paulinas e as outras epístolas do Novo Testamento são equivalentes às memórias das personalidades espirituais mais recentes. Estão em pé de igualdade com os livros de Watchman Nee ou as experiências de Lawrence, e assim por diante. A diferença é apenas que os livros de personalidades espirituais recentes não estão compilados no Novo Testamento, embora a substância dessas pessoas seja a mesma: foram pessoas utilizadas pelo Espírito Santo durante um determinado período, e não podiam representar diretamente a Deus.

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

O Evangelho de Mateus, do Novo Testamento, documenta a genealogia de Jesus. No início, ele diz que Jesus era descendente de Abraão e de Davi, e filho de José; em seguida, diz que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo e nasceu de uma virgem, o que significaria que Ele não era filho de José ou descendente de Abraão e de Davi. A genealogia, porém, insiste em associar Jesus a José. Em seguida, a genealogia começa a registrar o processo pelo qual Jesus nasceu. Ela diz que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu de uma virgem e não é filho de José. No entanto, na genealogia está escrito claramente que Jesus era filho de José, e porque a genealogia foi escrita para Jesus, ela registra quarenta e duas gerações. Quando trata da geração de José, ela diz apressadamente que José era o marido de Maria, palavras utilizadas para provar que Jesus era descendente de Abraão. Isso não é uma contradição? A genealogia documenta claramente a ascendência de José, ela é obviamente a genealogia de José, mas Mateus insiste que é a de Jesus. Isso não nega o fato da concepção de Jesus pelo Espírito Santo? Assim, a genealogia de Mateus não seria uma ideia humana? É ridículo! Dessa forma, sabe-se que esse livro não veio inteiramente do Espírito Santo.

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Hoje, quem dentre vocês se atreve a dizer que todas as palavras ditas por aqueles que foram usados pelo Espírito Santo vieram do Espírito Santo? Alguém se atreve a dizer essas coisas? Se você diz tais coisas, por que o livro de profecia de Esdras foi descartado, e por que a mesma coisa foi feita com os livros daqueles santos e profetas antigos? Se todos vieram do Espírito Santo, por que vocês ousam fazer escolhas tão caprichosas? Você está qualificado para escolher a obra do Espírito Santo? Muitas histórias de Israel também foram descartadas. E se você acredita que todos esses escritos do passado vieram do Espírito Santo, por que alguns dos livros foram descartados? Se todos vieram do Espírito Santo, todos deveriam ser guardados e enviados aos irmãos e irmãs das igrejas para serem lidos. Eles não devem ser escolhidos ou descartados pela vontade humana; é errado fazer isso. Dizer que as experiências de Paulo e João estavam misturadas com suas visões pessoais não significa que suas experiências e conhecimentos vieram de Satanás, mas apenas que continham coisas que vieram de suas experiências e visões pessoais. O conhecimento deles estava alinhado com o pano de fundo das experiências reais à época, e quem poderia dizer com confiança que tudo veio do Espírito Santo? Se os quatro evangelhos vieram do Espírito Santo, por que Mateus, Marcos, Lucas e João disseram algo diferente sobre a obra de Jesus? Se vocês não acreditam nisso, então vejam os relatos na Bíblia sobre como Pedro negou ao Senhor três vezes: eles são todos diferentes, e cada qual tem suas próprias características. Muitos que são ignorantes dizem: “O Deus encarnado também é um homem, então, as palavras que Ele proferiu podem vir completamente do Espírito Santo? Se as palavras de Paulo e João estavam misturadas com a vontade humana, então, as palavras que Ele proferiu não estão realmente misturadas com a vontade humana?” As pessoas que dizem essas coisas são cegas e ignorantes! Leia atentamente os quatro evangelhos; leia o que eles registraram sobre as coisas que Jesus fez e as palavras que Ele proferiu. Posto de forma simples, cada relato é diferente e cada um apresenta sua própria perspectiva. Se o que foi escrito pelos autores desses livros veio do Espírito Santo, tudo deveria ser igual e consistente. Então por que há discrepâncias?

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

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