2. O mundo religioso acredita que toda a Escritura é inspirada por Deus e é inteiramente Suas palavras; essa visão é falsa

Palavras de Deus relevantes:

Hoje, as pessoas acreditam que a Bíblia é Deus e que Deus é a Bíblia. Então, também acreditam que todas as palavras da Bíblia foram as únicas palavras que Deus proferiu e que todas elas foram ditas por Deus. Aqueles que creem em Deus pensam até que embora todos os sessenta e seis livros do Antigo e Novo Testamentos tenham sido escritos por pessoas, todos foram inspirados por Deus e são um registro das declarações do Espírito Santo. Esta é a compreensão errônea do homem, e não corresponde inteiramente aos fatos. Na verdade, à parte dos livros de profecia, a maior parte do Antigo Testamento é um registro histórico. Algumas das epístolas do Novo Testamento vêm das experiências das pessoas, enquanto algumas vêm da iluminação do Espírito Santo; as epístolas paulinas, por exemplo, surgiram do trabalho de um homem, todas resultaram da iluminação do Espírito Santo e foram escritas para as igrejas, eram palavras de exortação e encorajamento para os irmãos das igrejas. Não eram palavras ditas pelo Espírito Santo; Paulo não podia falar em nome do Espírito Santo, nem era ele um profeta, muito menos teve as visões que João contemplou. Suas epístolas foram escritas para as igrejas de Éfeso, Filadélfia, Galácia e outras. E, assim, as epístolas paulinas do Novo Testamento são epístolas que Paulo escreveu para as igrejas, e não inspirações do Espírito Santo, nem são declarações diretas do Espírito Santo. Elas são apenas palavras de exortação, conforto e encorajamento que ele escreveu para as igrejas durante o decurso de seu trabalho. Então, também são um registro de grande parte do trabalho de Paulo na época. Elas foram escritas para todos que são irmãos e irmãs no Senhor, para que os irmãos e irmãs das igrejas daquela época seguissem seus conselhos e respeitassem o caminho de arrependimento do Senhor Jesus. De modo algum Paulo disse que, fossem as igrejas da época ou do futuro, todos deveriam comer e beber as coisas que ele escreveu, nem disse que todas as suas palavras vieram de Deus. De acordo com as circunstâncias da igreja da época, ele simplesmente comungou com os irmãos, exortou-os e inspirou crença neles, e simplesmente pregou ou lembrou as pessoas e as exortou. Suas palavras eram baseadas em seu próprio fardo, e ele deu apoio ao povo através dessas palavras. Ele fez o trabalho de um apóstolo das igrejas daquele tempo, era um obreiro utilizado pelo Senhor Jesus e, assim, ele teve de assumir a responsabilidade pelas igrejas, e teve de realizar o trabalho das igrejas, teve de aprender sobre os estados dos irmãos — e, por isso, escreveu epístolas para todos os irmãos no Senhor. Tudo o que ele disse que era edificante e positivo para as pessoas estava certo, mas não representava as declarações do Espírito Santo, e isso não podia representar Deus. É um entendimento flagrante e uma tremenda blasfêmia que as pessoas tratem os registros das experiências de um homem e as epístolas de um homem como palavras ditas às igrejas pelo Espírito Santo! Isso é particularmente verdadeiro quando se trata das epístolas que Paulo escreveu para as igrejas, pois suas epístolas foram escritas para os irmãos com base nas circunstâncias e situação de cada igreja, na época, para exortar os irmãos no Senhor, para que pudessem receber a graça do Senhor Jesus. Suas epístolas tinham o objetivo de despertar os irmãos da época. Pode-se dizer que esse era o seu próprio fardo e também o fardo que lhe foi dado pelo Espírito Santo; afinal, ele era um apóstolo que liderava as igrejas da época, que escrevia epístolas para as igrejas e as exortava — essa era sua responsabilidade. Sua identidade era meramente a de um apóstolo obreiro, e ele era somente um apóstolo que foi enviado por Deus; Ele não era um profeta, nem um vaticinador. Para ele, seu próprio trabalho e as vidas dos irmãos eram de extrema importância. Assim, ele não podia falar em nome do Espírito Santo. Suas palavras não eram as palavras do Espírito Santo, muito menos pode-se dizer que elas eram palavras de Deus, pois Paulo não era mais do que uma criatura de Deus, e certamente não era a encarnação de Deus. Sua identidade não era a mesma que a de Jesus. As palavras de Jesus eram as palavras do Espírito Santo, as palavras de Deus, pois a Sua identidade era a de Cristo, o Filho de Deus. Como Paulo poderia ser igual a Ele? Se as pessoas consideram as epístolas ou palavras como as de Paulo como declarações do Espírito Santo e as adoram como Deus, só se pode dizer que elas não sabem discernir. Para falar de forma mais áspera, será que isso não passa de blasfêmia? Como um homem poderia falar em nome de Deus? E como as pessoas podem se curvar diante dos registros de suas epístolas e das palavras que ele falou como se fossem um livro sagrado ou um livro celestial? Poderiam as palavras de Deus ser proferidas casualmente por um homem? Como um homem poderia falar em nome de Deus? Assim, o que você acha: as epístolas que ele escreveu para as igrejas não podem estar contaminadas com suas próprias ideias? Como poderiam não estar adulteradas com ideias humanas? Ele escreveu epístolas para as igrejas com base em suas experiências pessoais e em seu conhecimento próprio. Por exemplo, Paulo escreveu uma epístola às igrejas da Galácia que continha uma certa opinião, já Pedro escreveu outra que tinha um outro ponto de vista. Qual delas veio do Espírito Santo? Ninguém pode afirmar com certeza. Assim, só se pode dizer que ambos carregavam um fardo pelas igrejas, e ainda que suas cartas representem sua estatura, elas representam sua provisão e apoio para os irmãos e seu fardo para as igrejas, e representam apenas trabalho humano; não vieram inteiramente do Espírito Santo. Se você diz que as epístolas dele são as palavras do Espírito Santo, você é absurdo e comete blasfêmia! As epístolas paulinas e as outras epístolas do Novo Testamento são equivalentes às memórias das personalidades espirituais mais recentes. Estão em pé de igualdade com os livros de Watchman Nee ou as experiências de Lawrence, e assim por diante. Acontece simplesmente que os livros de personalidades espirituais recentes não estão compilados no Novo Testamento, embora a essência dessas pessoas fosse a mesma: foram pessoas utilizadas pelo Espírito Santo durante um determinado período, e não podiam representar diretamente a Deus.

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Nem tudo contido na Bíblia é um registro das palavras pronunciadas pessoalmente por Deus. A Bíblia simplesmente documenta os dois estágios prévios da obra de Deus, dos quais uma parte é um registro das previsões dos profetas, enquanto a outra registra as experiências e conhecimentos escritos por pessoas empregadas por Deus ao longo das eras. Experiências humanas estão contaminadas com opiniões e conhecimentos humanos, e isso é algo que é inevitável. Em muitos dos livros da Bíblia, há noções e preconceitos humanos e a compreensão absurda dos humanos. É claro que a maioria das palavras resulta da iluminação e esclarecimento do Espírito Santo e são compreensões corretas — mas ainda assim, não se pode dizer que são expressões inteiramente corretas da verdade. Seus pontos de vista sobre certas coisas não passam de conhecimento derivado da experiência pessoal ou da iluminação pelo Espírito Santo. As previsões dos profetas foram instruídas pessoalmente por Deus: as profecias do tipo das de Isaías, Daniel, Esdras, Jeremias e Ezequiel vieram da instrução direta do Espírito Santo; essas pessoas eram videntes, haviam recebido o Espírito de profecia, e todas eram profetas do Antigo Testamento. Durante a Era da Lei, essas pessoas, que haviam recebido as inspirações de Jeová, proferiram muitas profecias que foram instruídas diretamente por Jeová.

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Durante a Era da Lei do Antigo Testamento, o grande número de profetas levantados por Jeová proclamavam profecia por Ele, davam instruções a várias tribos e nações e prediziam a obra que Jeová faria. Essas pessoas que foram levantadas receberam o Espírito de profecia de Jeová: puderam enxergar as visões de Jeová e ouvir Sua voz e, assim, foram inspiradas por Ele e escreveram profecias. O trabalho que fizeram foi a expressão da voz de Jeová, a expressão da profecia de Jeová, e, à época, a obra de Jeová era simplesmente orientar as pessoas usando o Espírito; Ele não Se tornou carne, e as pessoas nada viram de Sua face. Assim, Ele levantou muitos profetas para fazer Sua obra e deu-lhes oráculos que repassaram para cada tribo e clã de Israel. Sua obra era profetizar, e alguns anotavam as instruções de Jeová para mostrar aos outros. Jeová elevou essas pessoas para fazer profecias, para prever a obra do futuro ou a obra ainda a ser feita durante aquele tempo, para que as pessoas pudessem contemplar a maravilha e a sabedoria de Jeová. Esses livros de profecia eram bem diferentes dos outros livros da Bíblia; eram palavras ditas ou escritas por aqueles que receberam o Espírito de profecia — por aqueles que ganharam as visões ou a voz de Jeová. Além dos livros de profecia, o restante do Antigo Testamento são registros feitos por pessoas após Jeová ter terminado Sua obra. Esses livros não podem substituir as previsões feitas pelos profetas levantados por Jeová, da mesma forma que Gênesis e Êxodo não podem ser comparados ao Livro de Isaías e ao Livro de Daniel. As profecias foram feitas antes que a obra tivesse sido realizada; os outros livros, enquanto isso, foram escritos depois que ela tinha sido concluída, que é o que as pessoas eram capazes de fazer. Os profetas da época foram inspirados por Jeová e proferiram algumas profecias, proferiram muitas palavras e profetizaram as coisas da Era da Graça, bem como a destruição do mundo nos últimos dias — a obra que Jeová planejou fazer. Os livros restantes registram a obra feita por Jeová em Israel. Assim, quando você lê a Bíblia, está lendo principalmente sobre o que Jeová fez em Israel; o Antigo Testamento da Bíblia registra principalmente a obra de Jeová de guiar Israel, Seu uso de Moisés para guiar os israelitas para fora do Egito, que os livrou dos grilhões do faraó e os levou para o deserto, após o que entraram em Canaã e tudo a seguir foi sua vida em Canaã. Tudo que há além disso são registros da obra de Jeová em toda a Israel. Tudo registrado no Antigo Testamento é obra de Jeová em Israel, é a obra que Jeová fez na terra em que Ele criou Adão e Eva. A partir de quando Deus oficialmente começou a liderar o povo na terra depois de Noé, tudo o que está registrado no Antigo Testamento é a obra de Israel. E por que não está registrada nenhuma obra além de Israel? Porque a terra de Israel é o berço da humanidade. No início, não havia outras nações além de Israel, e Jeová não trabalhava em nenhum outro lugar. Dessa forma, o que está registrado no Antigo Testamento da Bíblia é puramente a obra de Deus em Israel naquele tempo. As palavras proferidas pelos profetas, por Isaías, Daniel, Jeremias e Ezequiel… suas palavras predizem Sua outra obra na terra, predizem a obra do Próprio Deus Jeová. Tudo isso veio de Deus, foi obra do Espírito Santo e, à parte desses livros dos profetas, todo o resto é um registro das coisas que as pessoas experimentaram da obra de Jeová na época.

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Hoje, quem dentre vocês se atreve a dizer que todas as palavras ditas por aqueles que foram usados pelo Espírito Santo vieram do Espírito Santo? Alguém se atreve a dizer essas coisas? Se você diz tais coisas, por que o livro de profecia de Esdras foi descartado, e por que a mesma coisa foi feita com os livros daqueles santos e profetas antigos? Se todos vieram do Espírito Santo, por que vocês ousam fazer escolhas tão caprichosas? Você está qualificado para escolher a obra do Espírito Santo? Muitas histórias de Israel também foram descartadas. E se você acredita que todos esses escritos do passado vieram do Espírito Santo, por que alguns dos livros foram descartados? Se todos vieram do Espírito Santo, todos deveriam ter sido guardados e enviados aos irmãos e irmãs das igrejas para serem lidos. Eles não deveriam ter sido escolhidos ou descartados pela vontade humana; é errado fazer isso. Dizer que as experiências de Paulo e João estavam misturadas com suas percepções pessoais não significa que suas experiências e conhecimentos vieram de Satanás, mas apenas que continham coisas que vieram de suas experiências e percepções pessoais. O conhecimento deles estava alinhado com o pano de fundo de suas experiências reais à época, e quem poderia dizer com confiança que tudo veio do Espírito Santo? Se os quatro evangelhos vieram do Espírito Santo, por que Mateus, Marcos, Lucas e João disseram algo diferente sobre a obra de Jesus? Se vocês não acreditam nisso, então vejam os relatos na Bíblia sobre como Pedro negou ao Senhor três vezes: eles são todos diferentes, e cada qual tem suas próprias características. Muitos que são ignorantes dizem: “O Deus encarnado também é um homem, então, as palavras que Ele proferiu podem vir completamente do Espírito Santo? Se as palavras de Paulo e João estavam misturadas com a vontade humana, então, as palavras que Ele proferiu não estão realmente misturadas com a vontade humana?” As pessoas que dizem essas coisas são cegas e ignorantes! Leia atentamente os quatro evangelhos; leia o que eles registraram sobre as coisas que Jesus fez e as palavras que Ele proferiu. Cada relato é simplesmente diferente e cada um apresenta sua própria perspectiva. Se o que foi escrito pelos autores desses livros veio do Espírito Santo, tudo deveria ser igual e consistente. Então por que há discrepâncias? O homem não é extremamente tolo, ao ser incapaz de ver isso?

Extraído de ‘Sobre denominações e identidade’ em “A Palavra manifesta em carne”

O Evangelho de Mateus, do Novo Testamento, documenta a genealogia de Jesus. No início, ele diz que Jesus era descendente de Abraão e de Davi, e filho de José; em seguida, diz que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo e nasceu de uma virgem, o que significaria que Ele não era filho de José ou descendente de Abraão e de Davi. A genealogia, porém, insiste em associar Jesus a José. Em seguida, a genealogia começa a registrar o processo pelo qual Jesus nasceu. Ela diz que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu de uma virgem e não é filho de José. No entanto, na genealogia está escrito claramente que Jesus era filho de José, e porque a genealogia foi escrita para Jesus, ela registra quarenta e duas gerações. Quando trata da geração de José, ela diz apressadamente que José era o marido de Maria, palavras que foram dadas para provar que Jesus era descendente de Abraão. Isso não é uma contradição? A genealogia documenta claramente a ascendência de José, ela é obviamente a genealogia de José, mas Mateus insiste que é a de Jesus. Isso não nega o fato da concepção de Jesus pelo Espírito Santo? Assim, a genealogia de Mateus não seria uma ideia humana? É ridículo! Dessa forma, sabe-se que esse livro não veio inteiramente do Espírito Santo. Talvez existam algumas pessoas que pensam que Deus deve ter uma genealogia na terra, e, assim, afirmam que Jesus é a quadragésima segunda geração de Abraão. Isso é realmente ridículo! Depois de chegar à terra, como Deus poderia ter uma genealogia? Se você diz que Deus tem uma genealogia, você não O classifica entre as criaturas de Deus? Porque Deus não é da terra, Ele é o Senhor da criação, e embora Ele seja encarnado, não é da mesma substância que o homem. Como você pode classificar Deus como sendo do mesmo tipo que uma criatura de Deus? Abraão não pode representar a Deus; ele foi o objeto da obra de Jeová na época, meramente um servo fiel aprovado por Jeová, um membro do povo de Israel. Como ele poderia ser um ancestral de Jesus?

Quem escreveu a genealogia de Jesus? Foi o Próprio Jesus quem escreveu? Jesus disse pessoalmente a eles: “Escreva Minha genealogia”? Ela foi registrada por Mateus depois que Jesus foi pregado na cruz. Na época, Jesus havia feito muito em Sua obra que era incompreensível para Seus discípulos e não tinha dado nenhuma explicação a respeito. Depois que Ele partiu, os discípulos começaram a pregar e a trabalhar em todos os lugares, e por causa desse estágio do trabalho, começaram a escrever as epístolas e os livros do evangelho. Os livros do evangelho do Novo Testamento foram registrados vinte a trinta anos depois que Jesus foi crucificado. Antes, o povo de Israel lia apenas o Antigo Testamento. Em outras palavras, no início da Era da Graça, as pessoas liam o Antigo Testamento. O Novo Testamento só apareceu durante a Era da Graça. O Novo Testamento não existia quando Jesus operou; as pessoas registraram Sua obra depois que Ele ressuscitou e ascendeu ao céu. Só então os Quatro Evangelhos passaram a existir, e além deles também as epístolas de Paulo e Pedro e o livro do Apocalipse. Mais de trezentos anos depois que Jesus ascendeu ao céu, gerações subsequentes reuniram esses documentos seletivamente, e só então passou a existir o Novo Testamento da Bíblia. Somente depois que essa obra foi concluída surgiu o Novo Testamento; ele não existia anteriormente. Deus havia feito toda aquela obra, e Paulo e os outros apóstolos tinham escrito tantas epístolas às igrejas em vários locais. Depois deles, as pessoas combinaram suas epístolas e anexaram a grandiosa visão registrada por João, na ilha de Patmos, na qual profetizava a obra de Deus dos últimos dias. Pessoas criaram essa sequência, que é diferente das declarações de hoje. O que está registrado hoje está de acordo com as fases da obra de Deus; aquilo com que as pessoas se envolvem hoje é a obra feita pessoalmente por Deus, e as palavras proferidas pessoalmente por Ele. Você — ser humano — não precisa interferir; as palavras, que vêm diretamente do Espírito, foram arranjadas passo a passo e são diferentes dos arranjos dos registros do homem. O que registraram, pode-se dizer, estava de acordo com seu nível educacional e com o calibre humano. O que registraram foram as experiências dos homens, cada um tinha seus próprios meios de registro e conhecimento, e cada registro era diferente. Assim, se você adora a Bíblia como Deus, você é extremamente ignorante e tolo! Por que você não busca a obra do Deus de hoje? Somente a obra de Deus pode salvar o homem. A Bíblia não pode salvar o homem, as pessoas a podem ler por muitos milhares de anos e ainda não haveria a mínima mudança nelas, e se você adorar a Bíblia, jamais ganhará a obra do Espírito Santo.

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

Anterior: 1. A Bíblia é apenas um registro dos dois estágios da obra de Deus, que são a Era da Lei e a Era da Graça; não é um registro da totalidade da obra de Deus

Próximo: 3. O mundo religioso acredita que a crença em Deus é a crença na Bíblia e que se desviar da Bíblia é não crer em Deus; esse entendimento é falso

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2. Se Cristo é o Filho de Deus ou o Próprio Deus

O Deus encarnado é chamado de Cristo e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus. Seja Sua humanidade ou divindade, ambas se submetem à vontade do Pai celestial. A substância de Cristo é o Espírito, isto é, a divindade.

7. O objetivo e o significado da encarnação de Deus na China para fazer obra nos últimos dias

A primeira encarnação foi para redimir o homem do pecado, para redimi-lo por meio do corpo de carne de Jesus, isto é, Ele salvou o homem da cruz, mas o caráter satânico corrupto ainda permaneceu dentro do homem. A segunda encarnação não é mais para servir como uma oferta pelo pecado, mas, em vez disso, salvar totalmente aqueles que foram redimidos do pecado. Isso é feito de modo que aqueles que são perdoados possam ser libertos de seus pecados e ser completamente limpos, e por alcançar um caráter transformado, libertar-se da influência das trevas de Satanás e retornar para diante do trono de Deus. Só dessa maneira o homem pode ser plenamente santificado.

3. Como Deus manifesta Seu caráter justo à humanidade

Por meio de Suas palavras, o Criador foi capaz não só de ganhar tudo o que havia Se proposto a ganhar, e alcançar tudo o que havia Se proposto a alcançar, mas também de controlar em Suas mãos tudo o que havia criado e governar todas as coisas que havia feito sob Sua autoridade, e, além disso, era tudo sistemático e regular. Todas as coisas também viviam e morriam por meio de Sua palavra e, além disso, por meio de Sua autoridade elas existiam em meio à lei que Ele havia estabelecido, e nenhuma estava isenta!

5. O valor inerente à Bíblia e como se deve abordar a Bíblia de uma maneira que se conforme à vontade de Deus

“Crença em Deus” significa acreditar que há um Deus; esse é o conceito mais simples de fé em Deus. Mais ainda, acreditar que há um Deus não é o mesmo que crer verdadeiramente em Deus; antes é um tipo de fé simples com fortes implicações religiosas. Fé verdadeira em Deus significa experimentar as palavras e a obra de Deus com base na crença de que Deus é soberano sobre todas as coisas. Assim você será libertado de seu caráter corrupto, cumprirá o desejo de Deus e virá a conhecer Deus. Somente por meio de tal jornada se poderá dizer que crê em Deus.

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